Proteína do estresse térmico

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Efeito do estresse térmico agudo sobre os níveis da proteína e RNA mensageiro da Hsp70, em fígado e cérebro de pintos de corte de diferentes linhagens

Efeito do estresse térmico agudo sobre os níveis da proteína e RNA mensageiro da Hsp70, em fígado e cérebro de pintos de corte de diferentes linhagens

RESUMO - Oitenta pintos de corte de duas linhagens, pescoço pelado (Na/na) e Hubbard-Pettersen, entre 2 e 5 dias de idade, foram expostos a estresse térmico agudo (36-37°C), durante cinco horas. Foram avaliados temperatura cloacal e peso corporal individuais ao início e final do período de estresse térmico agudo. Os pintos foram sacrificados ao final e amostras de fígado e cérebro foram coletadas e analisadas por Western Blotting e Northern Blotting, para quantificação da proteína e RNA mensageiro da Hsp70, respectivamente. Os resultados apresentaram maiores níveis protéicos de Hsp70 no tecido cerebral do que no hepático. Antes do estresse térmico, não houve diferenças de linhagens para expressão e síntese de Hsp70, em ambos os tecidos. Após o estresse térmico, as aves estressadas apresentaram maiores níveis protéicos de Hsp70, quando o tecido analisado foi o fígado (para as pescoço pelado nas idades de 4 e 5 dias), e menores níveis, em relação às controles, quando o tecido analisado foi o cérebro (para as Pescoço pelado na idade de 2 dias). O tamanho do transcrito de RNA mensageiro de Hsp70 foi de 2,7 kb. Os resultados do presente experimento sugerem que, para o tecido cerebral, a indução de Hsp70 ocorreu em níveis transcripcional e traducional e para o tecido hepático foi detectada apenas alteração em nível traducional, para ambas as linhagens.
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Influência da dieta com diferentes níveis de lipídeo e proteína na resposta fisiológica e hematológica de reprodutores caprinos sob estresse térmico.

Influência da dieta com diferentes níveis de lipídeo e proteína na resposta fisiológica e hematológica de reprodutores caprinos sob estresse térmico.

Este trabalho foi desenvolvido no Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande Campus de Patos-PB. Com o objetivo de verificar se dietas com diferentes níveis de lipídeo e proteína no período mais quente do ano (Novembro a Dezembro) influenciam na resposta fisiológica e hematológica de reprodutores caprinos sob estresse térmico. Foram utilizados 27 reprodutores caprinos, mestiços de Anglo-Nubiano com caprinos sem raça definida (SRD). Distribuídos num delineamento inteiramente casualizado no esquema fatorial 3 x 3 x 2, três níveis de lipídeos (2, 4 e 6%), três níveis de proteína (12, 15 e 18%) e dois turnos (manhã e tarde) com três repetições. Alimentados com dietas balanceadas compostas por: farelos de milho, trigo e soja, feno de Tifton (Cynodon spp.), mistura mineral e como fonte de lipídeo óleo de girassol. As leituras dos dados meteorológicos foram realizadas duas vezes por dia às 9:00 horas da manhã e às 15:00 horas da tarde. Os parâmetros fisiológicos: temperatura retal (TR), freqüência respiratória (FR) e temperatura superficial (TS) foram aferidos dois dias por semana nos dois turnos às 9:00 horas da manhã e às 15:00 horas da tarde. Foi coletada uma amostra de sangue, para a realização de eritrograma. As médias das temperaturas foram de 37,21 ºC para a máxima e 25,25 ºC para a mínima. Os valores do índice temperatura do globo negro e umidade (ITGU) para os turnos da manhã e tarde foram de 80,16 e 87,17, respectivamente. Não se verificou efeito (P>0,05) das dietas sobre os parâmetros TR e FR. Com relação ao fator turno houve efeito significativo (P<0,05) para TR e FR. Para a TS houve interação significativa (P<0,05), para a dieta com 15% de proteína e 2% de lipídeo e para o turno. A análise de variância não revelou efeito significativo (P>0,05) das dietas sobre os parâmetros sanguíneos, hematócrito (HT), eritrócitos (ER), hemoglobina (HB), hemoglobina corpuscular média (CHCM) e volume globular médio (VGM). Os diferentes níveis de proteína e lipídeo na dieta não exerceram efeito sobre os parâmetros fisiológicos e hematológicos dos animais estudados nas condições desse experimento.
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Caracterização funcional do produto da ORF NCU03043 de Neurospora crassa homólogo ao fator de transcrição FlbC de Aspergillus nidulans

Caracterização funcional do produto da ORF NCU03043 de Neurospora crassa homólogo ao fator de transcrição FlbC de Aspergillus nidulans

Com o término do sequenciamento do genoma do fungo (GALAGAN et al., 2003) e os avanços das metodologias disponíveis envolvidas na inativação de genes específicos em fungos filamentosos (NINOMIYA et al., 2004), linhagens mutantes contendo genes que codificam fatores de transcrição individualmente nocauteados foram construídas (COLOT et al., 2006) e disponibilizadas para a comunidade científica pelo Fungal Genetics Stock Center Center (FGSC, Kansas City, Missouri, USA). Assim, uma coleção de linhagens mutantes contendo ORFs codificadoras de fatores de transcrição individualmente nocauteadas foi adquirida pelo nosso laboratório, possibilitando a utilização destas linhagens para investigar os mecanismos moleculares envolvidos no processo de regulação do metabolismo de glicogênio no fungo. Uma triagem realizada neste conjunto de linhagens mutantes, analisando o perfil de acúmulo de glicogênio nas condições normais de crescimento e em condição de estresse térmico, identificou um padrão no acúmulo do carboidrato diferente da linhagem selvagem em 17 das 147 linhagens mutantes adquiridas, sugerindo que estes fatores de transcrição possam estar envolvidos na regulação do acúmulo de glicogênio no fungo (GONÇALVES et al., 2011). A análise da expressão dos genes gsn e gpn foi realizada nas linhagens que apresentaram alterações no acúmulo do carboidrato, nas condições normais de crescimento vegetativo (30°C) e na condição de choque térmico (45°C). A maioria das linhagens mutantes apresentou um decréscimo na expressão de ambos genes após o choque térmico, mesmo fenótipo apresentado pela linhagem selvagem. Entretanto, algumas linhagens apresentaram um padrão de expressão gênica alterado em relação à linhagem selvagem. Em algumas linhagens, a expressão dos genes pode ser correlacionada com o acúmulo de glicogênio, sugerindo que o fator de transcrição ausente nas linhagens atua direta ou indiretamente na expressão dos genes gsn e/ou gpn (BERTOLINI et al., 2012). Dentre os fatores de transcrição estudados, destaca-se o fator de transcrição FLBC, uma proteína descrita estar envolvida no processo de desenvolvimento e regulação da conidiação em outros fungos filamentosos, foco de estudo deste trabalho.
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Efeitos da condição térmica de criação e de antibióticos na dieta sobre o desempenho e a qualidade da carne de frangos de corte

Efeitos da condição térmica de criação e de antibióticos na dieta sobre o desempenho e a qualidade da carne de frangos de corte

Nos eventos de longa duração (estresse térmico crônico), observa-se ainda alterações fisiológicas tais como manutenção de altos níveis plasmáticos do hormônio corticosterona, o que provoca aumento na relação heterófilos/linfócitos, redução nos níveis totais de anticorpos primários e secundários, modificação no metabolismo de glicose, aumento na deposição de gordura abdominal, alterações no metabolismo de minerais, ocorrência de doenças cardiovasculares, hipercolesterolemia, lesões gastrointestinais, diminuição na deposição de proteína muscular e aumento do turnover protéico, e alterações no sistema imune (Yunianto et al., 1997; Yunianto et al., 1999; Bartlett e Smith, 2003; Virden e Kidd, 2009). Essas modificações trazem sérios impactos no desempenho produtivo das aves, além de comprometer a capacidade do sistema imune de combater doenças de origem microbiana, o que pode permitir a instalação de infecções sub-clínicas, oriundas da contaminação das aves por bactérias e vírus presentes na cama, na ração, na água e no ar(Roura et al., 1992; Bartlett e Smith, 2003; Costa et al., 2007b; Moura-Oliveira et al., 2008) . A severidade dessas infecções é dependente da capacidade de resposta do sistema imune das aves, que, por sua vez, depende do nível de estresse gerado pelo ambiente (Ribeiro et al., 2008).
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Equilíbrio eletrolítico e condicionamento térmico precoce na criação de frangos de corte submetidos ao estresse térmico /Mayara Maia Rodrigues. -: Mayara Maia Rodrigues. -

Equilíbrio eletrolítico e condicionamento térmico precoce na criação de frangos de corte submetidos ao estresse térmico /Mayara Maia Rodrigues. -: Mayara Maia Rodrigues. -

A carne de frango se destaca na mesa do consumidor brasileiro por se tratar de uma fonte barata e de boa qualidade de proteína animal. Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil se tornou o terceiro produtor mundial e líder em exportação de frango de corte e, atualmente, a carne nacional chega a 142 países. A previsão da taxa de crescimento de produção da carne de frango é de 4,22%, anualmente e, nas exportações, a previsão é de 5,62% ao ano. Assim, o Brasil deverá continuar na liderança mundial mas, para se manter nesse patamar, novas técnicas devem ser aprimoradas para aumentar a produtividade avícola no país (BRASIL, 2015).
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O efeito do fator de crescimento semelhante à insulina-I em oócitos de vacas Bos indicus e Bos taurus expostas ao estresse térmico un vitro

O efeito do fator de crescimento semelhante à insulina-I em oócitos de vacas Bos indicus e Bos taurus expostas ao estresse térmico un vitro

Badinga e colaboradores (1985) demonstraram em estudo realizado no estado da Flórida nos Estados Unidos que as taxas de concepção de vacas Holandesas em lactação diminuíram de 52 para 32% quando a temperatura máxima do ar aumentou de 23,9 °C para 32,2 °C no verão. Em experimento no Brasil, Pires e colaboradores (2002) demonstraram queda na taxa de gestação de vacas Holandesas confinadas em free stall de 71,2% no inverno para 45,7% no verão, por um período de 3 anos de estudo, no qual a variação média da temperatura do ar foi de 19 °C até 25,6 °C. Um fator limitante para a manutenção da gestação é a deficiência na síntese da proteína interferon tau (IFN-T) pelo blastocisto quando em estresse térmico (PIRES et al., 1999; HICKMAN et al., 2013). A proteína IFN-T, é sintetizada pelo embrião e é responsável pela inibição dos fatores relacionados com a luteólise e pelo reconhecimento materno fetal da gestação. A falha ou atraso na sua síntese causa mortalidade embrionária (ARAÚJO et al., 2005). Um outro fator que pode interferir na concepção de vacas em estresse térmico é a secreção de prostaglandina no oviduto. Kobayashi e colaboradores (2013) relataram que cultura de células epiteliais do oviduto, quando incubadas a altas temperaturas (40,5 °C), aumentam a secreção de prostaglandinas e reduzem a motilidade da musculatura lisa do oviduto. Esta alteração pode levar à diminuição do transporte de gametas e embriões pelo oviduto, o que teria um impacto negativo nas taxas de concepção.
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Análise transcricional de Corynebacterium pseudotuberculosis biovar equi, linhagem 258, a partir de montagem ab initio: um enfoque nos processos biológicos dos stimulons ácido, térmico e osmótico

Análise transcricional de Corynebacterium pseudotuberculosis biovar equi, linhagem 258, a partir de montagem ab initio: um enfoque nos processos biológicos dos stimulons ácido, térmico e osmótico

Corynebacterium pseudotuberculosis é uma bactéria patogênica, responsável por diferentes patologias, que trazem grandes prejuízos à agropecuária, como linfangite ulcerativa. Esta doença se manifesta, principalmente, em equinos infectados pela linhagem 258 de C. pseudotuberculosis (biovar equi). Com o objetivo de melhor compreender a biologia deste microrganismo e a dinâmica da expressão gênica no início da fase exponencial de crescimento, um estudo transcricional foi realizado. Através do RNA-seq foi possivel identificar os transcritos presentes nos estresses ácido, térmico e osmótico, condições que simulam o ambiente enfrentado pelo patógeno, durante o processo infeccioso no hospedeiro, e compará-los à condição fisiológica. Assim, após sequenciamento pela plataforma SOLiD™ V3 plus, os transcritos foram montados pela metodologia ab initio e os dados processados no software Blast2go com atribuições GO (Gene Ontology). As CDSs (coding sequences) foram organizadas dentro de cada categoria e termo GO, pelo software CSI (CoreStImulon), e a categoria “processo biológico” foi selecionada para análise dos genes. Entre os stimulons, conjunto de genes regulados por uma determinada condição ambiental, o estresse ácido foi o que mais contribuiu para um catálogo gênico, os quais genes relacionados ao combate de espécies reativas de oxigênio, ao estresse térmico, entre outros, foram identificados. O stimulon térmico apresentou resultados interessantes, envolvendo as HSPs (heat shock proteins) como moduladoras da expressão, além de genes de aquisição de ferro e síntese da parede celular. No stimulon osmótico não foi possível verificar a presença de genes relevantes ao estresse, mas possíveis genes envolvidos na virulência e sobrevivência do patógeno foram descritos. Entre os genes compartilhados entre duas ou três condições, destacam-se os genes fts, envolvidos na divisão e ciclo celular, e os envolvidos na síntese de osmoprotetores. Os genes codificantes das proteínas MraZ, Trx, TrxR, proteína semelhante ferritina, SDH, Drp1 e Drp2, já demonstraram um papel protetor relevante em outros organismos, e por isso foram considerados os mais promissores à contribuir para soluções eficazes contra doença provocada por C. pseudotuberculosis e assim minimizar os prejuízos trazidos ao agronegócio.
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Mapeamento de QTL nos cromossomos 24 e 29 para medidas de peso, resistência a carrapato e estresse térmico em uma população F2 (Gir X Holandês)

Mapeamento de QTL nos cromossomos 24 e 29 para medidas de peso, resistência a carrapato e estresse térmico em uma população F2 (Gir X Holandês)

mRNA de IL-2 (Interleucina-2), tanto na pele como no linfonodo, nos animais desafiados. Carvalho et al (2008) quantificaram uma diferença nos níveis circulantes de algumas proteínas de fase aguda de infestação em diferentes grupos genéticos (resistentes e suscetíveis) logo após a infestação. Pode-se verificar que os níveis de haptoglobulina aumentaram significamente em animais suscetíveis, enquanto a expressão da transferrina diminui. Em animais resistentes, a quantidade da proteína amilóide sérica A aumenta, diminuindo a expressão da alfa1- glicoproteína ácida. A quantificação dessas proteínas poderia indicar o grau de infestação a que esses animais estão sendo submetidos, caso esse padrão de expressão for similar nas diferentes raças de bovinos. Bagnall et al (2009), em estudos de expressão utilizando a pele de animais infectados e não infectados, verificaram o aumento da expressão de vários genes responsáveis pelo controle de cálcio intracelular em resposta a infestação por carrapato. A expressão desses genes foi maior em animais resistentes do que em suscetíveis, sugerindo que a concentração intracelular de cálcio pode estar envolvida na proteção da pele à infestação do carrapato. Segundo Bagnall et al (2009), vários SNPs foram identificados em genes relacionados a sinalização do cálcio nos bovinos, como os genes CALR, CALM3 e CASQ1. Entretanto, a associação desses marcadores à resistência explica apenas uma pequena proporção da variação na resistência, necessitando de outros estudos com diferentes grupos genéticos para a validação desses possíveis marcadores. A identificação de genes expressos diferencialmente na relação bovino-carrapato, em diferentes grupos genéticos, possibilitará o manejo mais eficiente no controle do carrapato nos bovinos em geral.
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Efeito do estresse térmico sobre a seleção de dieta por bovinos

Efeito do estresse térmico sobre a seleção de dieta por bovinos

Nos ruminantes, os alimentos permanecem muito tempo no trato gastrintestinal e são completamente misturados no rúmen, tornando difícil as associações quanto às suas propriedades. Porém, foi evidenciada a hipótese que os ruminantes apredem a associar dietas que minimizam desbalanços metabólicos. Foram observadas preferências por um sabor associado a baixas doses de caseína, contudo, doses altas provocaram aversão, talvez por sensação de toxicidade (ARSENOS; KYRIAZAKIS, 1998). Também, em estudos com dietas rápida ou lentamente fermentescíveis associadas com proteína de alta ou baixa degradabilidade ruminal, a escolha da dieta contendo proteína de alta degradabilidade foi associada à fonte de carboidrato rapidamente fermentescível, evidenciando a importância do sincronismo de nutrientes e da manutenção da estabilidade deste órgão (KYRIAZAKIS; OLDHAM, 1997).
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Estudo da resistência a antimicrobianos em Lactobacillus delbrueckii UFV H2b20 submetido a condições de estresse

Estudo da resistência a antimicrobianos em Lactobacillus delbrueckii UFV H2b20 submetido a condições de estresse

Diferentes mecanismos de resistência ao estresse oxidativo têm sido descrito em bactérias do ácido láctico. Dentre esses mecanismos, prevenção da formação e eliminação de espécies reativas do oxigênio e reparo do dano oxidativo podem ser destacados (VAN DE GUCHTE et al., 2002). L. delbrueckii ssp bulgaricus elimina o oxigênio através da reação catalizada por uma NADH oxidase (MARTY-TEYSSET et al., 2000). Essa reação produz peróxido de hidrogênio que é tóxico para a célula e como essa bactéria não possui catalase, a presença desse composto causa atraso no crescimento. Entretanto, algumas espécies de Lactobacillus possuem NADH peroxidase, que consome o peróxido de hidrogênio e previne a morte celular (TALWALKAR e KAILASAPATHY, 2003). Poucas linhagens de Lactobacillus produzem pseudocatalase (sem grupo heme) que degrada o peróxido de hidrogênio (KANDLER e WEISS, 1986). O reparo do dano oxidativo é o último mecanismo de resistência contra esse estresse. Em Lactococcus lactis, o produto do gene recA, pode aliviar o estresse oxidativo reparando danos causados ao DNA (RALLU et al., 2000).
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Avaliação da Infiltração Marginal em Cavidades de Classe II Restauradas com Resina...

Avaliação da Infiltração Marginal em Cavidades de Classe II Restauradas com Resina...

Cavidades de forma cilíndrica foram preparadas na superfície oclusal de dentes molares humanos, as quais após a aplicação do material intermediário foram restauradas com Contour (amálgama com alto conteúdo de cobre). Os dentes tiveram os ápices radiculares obstruídos com cimento de ionômero de vidro e toda a superfície dentária selada com duas camadas de uma resina adesiva química (Concise), sendo em seguida armazenados em água destilada por um período de sete dias, para serem então termociclados, com banhos de 15 segundos nas temperaturas de 5ºC e 55ºC, num total de 300 ciclos. Seguindo o tratamento térmico, os espécimes eram imersos em solução de fucsina básica a 0,5% por 24 horas. Decorrido este período, estavam os mesmos apropriados para a realização dos cortes, sendo microscopicamente analisados quanto ao grau de penetração da solução corante na interface estrutura dentária/restauração, através da atribuição de escores. A análise estatística dos resultados não evidenciou nenhuma diferença significante entre os grupos 1 e 3 ou 2 e 3, destacando-se o grupo 4 significantemente dos demais, com valores superiores de microinfiltração. Os espécimes do grupo 2 apresentaram os menores escores de penetração do corante. Por este trabalho, os autores consideraram como clinicamente significante a habilidade dos cimentos ionoméricos, comparável ao sistema adesivo, em reduzir consideravelmente a microinfiltração nas restaurações de amálgama, enquanto o uso do verniz copal resultou no mais alto grau de microinfiltração.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Magda de Sá Nunes

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Magda de Sá Nunes

A definição de estresse foi desenvolvida no século XVII por Robert Hooke, no campo da física. Hooke designava este termo ao se referir a uma pesada carga que afetava determinada estrutura física (LAZARUS, 1993). Teoricamente, a primeira definição do termo na área da saúde foi feita pelo médico canadense Hans Selye, em 1926, que definiu o estresse, em sentido biológico, como um elemento inerente a toda doença que é produzida por modificações na composição química e estrutural do corpo e que pode ser observada (indiretamente) e mensurada. Para este autor, o estresse é observado a partir da Síndrome Geral da Adaptação (SGA) a qual compreende: dilatação do córtex da suprarenal, atrofia dos órgãos linfáticos e úlceras gastro-intestinais, além de perda de peso e outras alterações. “Alude a uma resposta não específica a uma lesão que envolve o sistema nervoso autônomo e que se desenvolve em três fases: alarme, ou alerta, resistência e exaustão” (SELYE, 1959, p.64).
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Comportamento de frangos de corte criados em condições de estresse térmico alimentados com dietas contendo diferentes níveis de selênio.

Comportamento de frangos de corte criados em condições de estresse térmico alimentados com dietas contendo diferentes níveis de selênio.

No entanto, as aves quando submetidas a estresse térmico, como mecanismo para perda de calor corporal, reduzem o consumo de ração e em consequência ocorre o comprometimento do desempenho dessas aves. É importante ressaltar que as aves em situação de estresse por calor apresentam comportamento atípico, que deve ser conhecido pelo meio produtivo e funciona como indutor de ações no sentido de minimizar ou mitigar os efeitos que promovem o desconforto. Dentre as estratégias usadas com perspectiva de minimizar os efeitos negativos das adversidades ambientais, o selênio, desponta entre os minerais, como importante alternativa por estar envolvido nos mais diversos processos metabólicos e bioquímicos no organismo animal (DALHKE et al., 2005). TrataEse de um micronutriente essencial para o organismo devido ao seu efeito
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Análise dos mutantes de leveduras Saccharomyces cerevisiae para melhoria na resistência...

Análise dos mutantes de leveduras Saccharomyces cerevisiae para melhoria na resistência...

THI12 pertence aos membros da família de genes SNO e SNZ, ambos inicialmente identificados como genes expressos no momento da entrada de fonte de carbono até à fase estacionária (PADILLA, 1998). Os homólogos do SNZ de outros fungos foram desde então descritos como codificadores de enzimas biossintéticas de piridoxina (EHRENSHAFT, OSMANI, 1999). Foi confirmado como responsável por sintetizar hidroximetilpirimidina (HMP), precursor da tiamina (RODRIGUEZ-NAVARRO, 2002). Provavelmente há uma forte necessidade metabólica ou de produzir grandes quantidades de produtos finais, ou um dos compostos intermediários ou as proteínas que satisfazem as outras funções necessárias quando as células estão esgotadas de tiamina considerando que a expressão destes genes é reprimida em condição de abundância da proteína sintetizada por esse gene.
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J. Bras. Patol. Med. Lab.  vol.40 número6

J. Bras. Patol. Med. Lab. vol.40 número6

As฀ proteínas฀ de฀ choque฀ térmico฀ ( heat฀ shock฀ protein ฀ –฀ hsp),฀ no฀ passado฀ chamadas฀ de฀ proteínas฀ de฀ estresse,฀ pertencem฀ a฀ um฀ grupo฀ de฀ pelo฀ menos฀ duas฀ dúzias฀ de฀ pr[r]

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Respostas fisiológicas e desempenho produtivo de ovinos em pasto suplementados com diferentes fontes proteicas.

Respostas fisiológicas e desempenho produtivo de ovinos em pasto suplementados com diferentes fontes proteicas.

Hales & Brown (1974) reportam que a taxa de respira- ção basal da espécie ovina é cerca de 25 a 30 mov/min, podendo subir até 300 mov/min em ovinos estressados, de acordo com Terrill & Slee (1991). Conforme Silanikove (2000), a taxa de respiração pode quantificar a severidade do estresse pelo calor em uma frequência de 40-60, 60-80 e 80-120 mov/min, que caracteriza um estresse baixo, mé- dio-alto e alto para ruminantes, respectivamente. Assim, ao comparar os ovinos nas dietas PA, PA + Ureia, PA + FS e PA + TA às 9 h eles obtiveram FR de 54,48; 54,30; 54,68; e 56,50 mov/min, respectivamente, as dietas superiores às recomendadas por Hales & Brown (1974) como sendo basal para a espécie, estando no nível de estresse considerado médio-alto, segundo Silanikove (2000). Observa-se tam- bém nessas condições experimentais máxima FR às 13 h 39 (X máx. ) com 95,84 mov/min (Y máx. ) para PA + ureia; às 13 h 47 com 101,09 mov/min para somente PA; às 13 h 04 com 91,09 mov/min para PA + FS; e às 13 h 35 com 107,69 mov/ min para PA + TA, podendo-se dizer que nesses horários os ovinos apresentaram-se em situação de estresse por calor alto. Esses horários estão de acordo com Cezar et al. (2004), Neiva et al. (2004) e Andrade et al. (2007), que, em situação de clima semelhante, relataram elevação da FR nos períodos da tarde, os quais concentram os maiores valores de Tar e ITGU e redução da UR, confirmando a influência do ambiente sobre o conforto térmico animal.
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Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra) ((Vell.) Fr. All. Ex Benth) sob estresse térmico

Alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra) ((Vell.) Fr. All. Ex Benth) sob estresse térmico

Pesquisas a respeito dos aspectos fisiológicos e bioquímicos durante a germinação de sementes de espécies tropicais sob condições de estresses abióticos, especialmente estresse térmico, se tornam de grande relevância frente às adversidades ambientais encontradas nos ecossistemas tropicais, e também pela escassez de informações sobre os mecanismos fisiológicos e bioquímicos envolvidos na tolerância de sementes a determinados níveis de estresse. Diante disso, é importante o estudo da influência de diferentes temperaturas, especialmente aquelas fora da faixa ótima de germinação, no processo germinativo e na produção de substâncias produzidas pelo estresse térmico, que podem resultar na perda de qualidade ou na morte das sementes.
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Clima urbano e saúde: uma revisão sistematizada da literatura recente.

Clima urbano e saúde: uma revisão sistematizada da literatura recente.

A segunda categoria de tema foi a de artigos que mostram evidências de efeitos do clima na saúde. Foi dividida em duas subcategorias: uma de efeitos diretos de elementos do clima, sobretudo estresse térmico, às vezes associado à poluição. Dos efeitos registrados em diferentes cidades, depreende-se que não há um padrão homogêneo de formação de ilha de calor, nem de efeitos à saúde de oscilações térmicas. Às vezes estresse de frio se sobrepõe, mas, na maioria das cidades, as ondas de calor têm representado risco à saúde de grupos populacio-

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Respostas Fisiológicas Associadas à Termotolerância em Pintos de Corte de Duas Linhagens por Exposição a Altas Temperaturas.

Respostas Fisiológicas Associadas à Termotolerância em Pintos de Corte de Duas Linhagens por Exposição a Altas Temperaturas.

Alguns autores (Lazslo, 1988; Parsell & Lindquist, 1995) correlacionaram a aquisição de tolerância ao calor com o aumento da síntese da proteína do choque térmico (Hsp70). Evidências de que a proteína Hsp70 está envolvida com a termotolerância foram mostradas em estudos realizados por diversos autores entre eles Arjona et al. (1990), Wang & Edens (1990) e Miller & Qureshi (1992). Com relação à duração do estresse por calor Morimoto & Fodor (1984) observa- ram que pequenos aumentos de temperatura (2 a 3°C) foram suficientes para induzir a síntese de Hsp70, quando trabalharam com linfócitos de frangos de corte. Craig & Gross (1991) sugeriram ainda que as Hsps funcionam como um termômetro celular, sendo induzida sua síntese com o aumento da temperatura. Angelidis et al. (1991), trabalhando com células CV-1 de macacos transfectadas com gene de Hsp70 huma- nos, verificaram que os clones que foram selecionados pela sua maior síntese de Hsp70 constitutiva, foram os mais resistentes ao calor. Os autores concluíram que a expressão de Hsp70 está relacionada com o meca- nismo de proteção celular e pode ser responsável pela termotolerância. Posteriormente, Gabriel (1996), trabalhando com frangos de corte em idades de 1, 21 e 42 dias, relatou que o aumento na temperatura interna de frangos de corte adultos submetidos a um estresse por calor agudo deve atingir determinado limiar para que ocorra aumento nos níveis citoplasmáticos de Hsp70. Dessa maneira, o momento de atingir essa temperatura interna funcionaria como gatilho para síntese induzida desta proteína.
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Eficiência Reprodutiva de Vacas Mestiças Leiteiras Criadas em Sistemas de Criação Com e Sem Sombreamento, em Bujarú, Pará

Eficiência Reprodutiva de Vacas Mestiças Leiteiras Criadas em Sistemas de Criação Com e Sem Sombreamento, em Bujarú, Pará

Em situações de estimulação estressante aguda (fase de choque da reação de alarme), parte do sistema nervoso central, denominado hipotálamo, promove a liberação do hormônio liberador de corticotropina, que por sua vez estimula a hipófise a liberar o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) (FERREIRA et al., 2006). Esse hormônio na corrente sanguínea estimula as glândulas supra-renais, para a secreção de corticóides. Inicialmente, há envolvimento do hipotálamo, que ativa o sistema nervoso autônomo, em sua porção simpática, que ativa as respostas físicas, mentais e psicológicas do estresse. Classicamente, um agente estressor é aquele que possui a capacidade de alterar a homeostasia e provoca a ativação do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal (ALEXANDER et al., 1996).
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