Proteína microbiana ruminal

Top PDF Proteína microbiana ruminal:

Desempenho de borregas Santa Inês alimentadas com duas fontes de nitrogênio não-protéico em dietas formuladas estimulando a síntese de proteína microbiana ruminal.

Desempenho de borregas Santa Inês alimentadas com duas fontes de nitrogênio não-protéico em dietas formuladas estimulando a síntese de proteína microbiana ruminal.

Enquanto a proposição de emprego da uréia como fonte de nitrogênio não-protéico (NNP) na elaboração de ditas para ruminantes data de 1879 (SILVA & LEÃO, 1979), somente em meados nos anos 70 foi desenvolvido outro tipo de fonte de NNP, elaborado a partir da extrusão de uma mistura de amido e uréia, com o objetivo de permitir uma liberação mais gradual do nitrogênio ao nível de rúmen, buscando desta forma permitir maior otimização na síntese de proteína microbiana ruminal (SALVADOR et al., 2004).

6 Ler mais

Avaliação de marcadores internos para estimativa de fluxo de digesta e proteína microbiana no duodeno de ruminantes

Avaliação de marcadores internos para estimativa de fluxo de digesta e proteína microbiana no duodeno de ruminantes

O objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de purinas microbianas da digesta duodenal e derivados de purinas excretados na urina para estimar a síntese de proteína microbiana ruminal em bovinos e ovinos. Foram utilizadas amostras e dados de nove ensaios de digestibilidade, todos com delineamento Quadrado Latino, realizados na Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS e na Universidade do Estado de Santa Catarina, Lages, SC, sendo sete ensaios com ovinos (n=176) e dois ensaios com bovinos (n=31). Todos os animais foram cirurgicamente implantados com c nula tipo “T” simples no duodeno. As dietas experimentais foram baseadas no uso de volumosos, com ou sem suplementação com concentrados. Em todos os ensaios, foi feita coleta total de fezes e urina e obtidas amostras de digesta duodenal. Na digesta duodenal foi analisada a concentração de purinas e, na urina, foram analisados os derivados de purinas. A síntese de proteína microbiana foi estimada com base nas concentrações de purinas no duodeno e fluxo de digesta duodenal, ou pela concentração de derivados na urina utilizando as equações encontradas na literatura utilizada no estudo. Nos bovinos, o nitrogênio microbiano estimado pelos derivados apresentou alta e significativa relação (P<0.05) quando comparado com o método das purinas em todas as equações testadas. A eficiência da síntese de proteína microbiana foi superior quando estimada pelos derivados, entretanto, encontra-se dentro da faixa de valores citados na literatura. Nos ovinos, o nitrogênio microbiano e a eficiência de síntese de proteína microbiana foram superiores quando estimados pelas purinas. As equações testadas, que apresentaram melhor relação com as purinas microbianas da digesta duodenal de ovinos, foram a de Chen e Gomes, (1992) e Ma et al.,(2013a). Dessa forma, conclui-se que o nitrogênio microbiano pode ser estimado a partir dos derivados de purinas urinários em bovinos, porém, em ovinos, os derivados subestimam a quantidade de nitrogênio microbiano, quando comparado com o método das purinas no duodeno.
Mostrar mais

104 Ler mais

Influência da monensina no consumo e na fermentação ruminal em bovinos recebendo dietas com teores baixo e alto de proteína.

Influência da monensina no consumo e na fermentação ruminal em bovinos recebendo dietas com teores baixo e alto de proteína.

RESUMO - Foram utilizados quatro novilhos holandeses fistulados no rúmen e alimentados quatro vezes ao dia (8, 11, 14 e 17 h) com dietas contendo teores baixo e alto de proteína (baixo e alto), com e sem monensina, totalizando quatro dietas experimentais (tratamentos), com o intuito de se verificar a influência da monensina sobre o consumo e a fermentação ruminal. As dietas contendo teores de proteína possuíam, respectivamente, 11,4 e 16,5% de proteína bruta na matéria seca e eram constituídas por 65% de feno de capim- braquiária (Brachiaria decumbens) e 35% de concentrado, sendo o concentrado da dieta com baixo teor protéico à base de milho e uréia e o da dieta com alto teor protéico à base de milho e farelo de soja. O nível de ionóforo utilizado foi de 28 mg de monensina/kg de MS consumida. As amostras de líquido ruminal foram coletadas diariamente às 13 h. Utilizou-se delineamento em quadrado latino, com quatro tratamentos (dietas) e quatro animais. As dietas com alto teor protéico proporcionaram aumento da concentração ruminal do ácido butírico e da amônia. O fornecimento de monensina sódica, independentemente do teor protéico das dietas, promoveu diminuição no consumo de matéria seca, aumento na concentração de ácido propiônico e redução do teor de ácido butírico, da relação acetato:propionato e da atividade específica de produção de amônia. A monensina, quando associada à dieta com baixo teor protéico, também ocasionou diminuição da concentração do ácido acético e elevação do pH e da síntese de proteína microbiana ruminal. Não foram observadas diferenças estatísticas significativas na concentração de amônia ruminal com a inclusão de monensina.
Mostrar mais

12 Ler mais

Degradabilidade ruminal da matéria seca e proteína bruta, e tempo de colonização microbiana de oleaginosas, utilizadas na alimentação de ovinos.

Degradabilidade ruminal da matéria seca e proteína bruta, e tempo de colonização microbiana de oleaginosas, utilizadas na alimentação de ovinos.

ABSTRACT. Ruminal degradability of dry matter and crude protein, and microbial colonization time of oil grains in sheep feeding. This study evaluated in situ ruminal degradability of grains of linseed, canola, rapeseed and corn, whole cottonseed, as well as soybean hulls and soybean meal, in sheep. Three Santa Inês sheep were fistulated and fitted with rumen cannulas. The animals were housed in individual stalls, receiving chopped grass and concentrated feed daily. Feeds were incubated in descending order of 72, 48, 24, 18, 6, 3 and 0h. Protein content was 34.77% for canola, 30.07% for rapeseed, 23.70% for linseed, 10.64% for corn, 26.12% for cottonseed, 14.65% for soybean hulls, and 56.90% for soybean meal. Canola and rapeseed showed low effective degradability of DM, with mean value of 33.68%. Linseed grain had DM degradability of 64.24%, with 87.89% potential degradable fraction. Corn grain showed soluble fraction of 12.33% and 39.67% degradation for DM. Soybean meal was within normal parameters of degradation, with 52.61% for DM and 52.83% for CP. For linseed, canola and rapeseed, average protein degradability value was 18.34%. The evaluated grains showed low effective degradability for dry matter and crude protein.
Mostrar mais

6 Ler mais

Avaliação da degradabilidade ruminal e da digestibilidade intestinal da proteína de alimentos através de técnicas in vitro

Avaliação da degradabilidade ruminal e da digestibilidade intestinal da proteína de alimentos através de técnicas in vitro

O farelo de soja tem sido considerado de degradabilidade intermediária e as estimativas médias para a taxa de degradação foram semelhantes àquelas reportadas por BRODERICK (1987) de 0,159/h, utilizando uma relação 60:40 volumoso:concentrado na alimentação dos bovinos doadores de líquido ruminal, e próximas às encontradas por BRODERICK e CLAYTON (1992) de 0,140/h, BRODERICK et al. (1988) de 0,166/h, BRODERICK (1995) de 0,166/h e ENGLAND et al. (1997) de 0,158/h. Avaliando a degradabilidade através do método de inibidores e utilizando uma relação 50:50 na alimentação dos bovinos, NEUTZE et al. (1993) reportaram Kd para farelo de soja de 0,069 e 0,092 quando a relação foi 80:20. Por outro lado, as estimativas da fração B foram 7,8% menores que as reportadas pelos autores acima citados e a proteína de escape foi semelhante à obtida por BRODERICK e CLAYTON (1992) de 24%. Já o NRC (1989) adotou valores de 35% para a proteína de escape do farelo de soja. Uma explicação para a similaridade das estimativas encontradas na presente pesquisa com aquelas obtidas por outros autores é que o meio nutritivo utilizado revelou-se eficaz na manutenção dos valores de pH entre 6,7-7,0 para todos os alimentos avaliados. Valores inferiores a 6,2 no pH afeta o crescimento dos microrganismos ruminais especialmente os fibrolíticos (MERTENS e LOFTEN, 1980). Nota-se, portanto, que o sistema foi estável como pode ser observado pelos baixos valores do desvio padrão para as estimativas obtidas.
Mostrar mais

96 Ler mais

Resíduo do extrato de própolis em dietas de bovinos com níveis crescentes de proteína sobre a fermentação ruminal

Resíduo do extrato de própolis em dietas de bovinos com níveis crescentes de proteína sobre a fermentação ruminal

Three Girolando rumen-fistulated cows were used as donors of the ruminal liquid for in vitro incubation. The cows were kept on a maintenance-level diet, consisting of corn silage and 2 kg concentrate made up of corn (Zea mays L.) meal, soybean [Glycine max (L.) Merr.], and a mineral-vitamin premix. Inoculum- donor cows were subjected to treatments with or without the addition of propolis residue during three experimental periods of 14 days. In each period, a different animal received 100 g propolis residue and, after 14 days of adaptation, the inocula was collected with and without propolis for incubation. The addition of the 100-g residue was evaluated in three consecutive trials using the semiautomatic in vitro technique for gas production described by Maurício et al. (1999), adapted from Fedorah & Hrudey (1983). Samples of 500 mg were assessed in incubation flasks with an internal volume of 50 mL for the collection of gas samples for the quantification of CH 4 (Terry et al., 2016; Oliveira et al., 2018).
Mostrar mais

9 Ler mais

Degradação ruminal da matéria seca e proteína bruta, de alimentos concentrados utilizados como suplementos para novilhos.

Degradação ruminal da matéria seca e proteína bruta, de alimentos concentrados utilizados como suplementos para novilhos.

Com o objetivo de avaliar a degradabilidade ruminal da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) de diferentes a- limentos concentrados utilizados na alimentação de bovinos, pela técnica in situ, foram utilizados três novilhos Nelores, inteiros, com 24 meses e peso aproximado de 350 Kg, fistulados no rúmen. As amostras referentes aos alimentos foram pesadas e coloca- das no interior de sacos de náilon (6,5 x 4,0 cm de área livre), com porosidade conhecida de 50 micras, na quantidade de 1,0 grama de MS; esses foram incubados em ordem decrescente no rúmen nos tempos de 48, 36, 24, 12, 6, 3 e 0 horas. Foram avaliados seis alimentos: glúten de milho, polpa cítrica, farelo de soja, farelo de trigo, milho moído e o farelo de amendoim. Os dados foram ajus- tados por regressão não-linear, segundo o modelo p = a + b(1-e-ct). As degradabilidades efetivas (DE) da matéria seca dos alimentos foram, respectivamente, de 29,3; 76,6; 71,3; 60,5; 59,6; e 60,8, para a taxa de passagem de 5%/h, e da proteína bruta foram de 8,5; 56,1; 57,4; 67,9; 30,1; e 85,2, para a mesma taxa de passagem, respectivamente. A polpa cítrica apresentou alto valor para a degradabilidade efetiva de MS (76,6%); o milho, uma lenta degradação ruminal da PB, com uma taxa de degradação para a fração b de 2,9%; o glúten de milho apresentou uma fração a de 11,9% para a MS, sendo uma fonte de proteína de alto escape ruminal, apresentou DE de 8,5%; o farelo de amendoim apresentou valor, para a fração b , de 67,3%, o valor nutritivo desse alimento é semelhante ao farelo de soja, mas teve a maior DE de PB superior 48% ao farelo de soja. O glúten de milho apresentou baixa degradação ruminal, enquanto a polpa cítrica e o milho tiveram uma lenta degradação ruminal, principalmente quando comparados ao farelo de amendoim.
Mostrar mais

7 Ler mais

Determinação da Cinética Ruminal da Proteína de Vários Alimentos Utilizando o Método de Inibidores In Vitro.

Determinação da Cinética Ruminal da Proteína de Vários Alimentos Utilizando o Método de Inibidores In Vitro.

RESUMO - O objetivo do presente trabalho foi estimar os parâmetros cinéticos da degradação dos compostos nitrogenados de 24 alimentos concentrados e 14 volumosos, por intermédio do método de inibidores in vitro, utilizando-se o sistema Kjeldahl. Foi utilizado líquido ruminal oriundo de bovino recebendo dieta com 60% de volumoso e 40% de concentrado. Na preparação de 1000 mL do meio fermentador, utilizaram-se 800 mL do inóculo, 2 g de NaHCO 3 em 50 mL de H 2 O destilada, 3,2 g de pectina em 100 mL de solução McDougall, 0,234 mL de mercaptoethanol, 0,195 g de sulfato de hidrazina em 25 mL de solução McDougall e 0,045 g de cloranfenicol em 25 mL de solução McDougall. Ao meio fermentador adicionaram-se 3,2 g de amido, 3,2 g de xilose e 0,16 mL de antiespumante (Antifoam 204, Sigma Chemical Co. A-6426). Foi determinado o desaparecimento dos compostos nitrogenados dos alimentos nos tempos 0 e 2 horas, incubados na quantidade de, aproximadamente, 1,875 mg de N para cada tubo de ensaio. As estimativas referentes às taxas de degradação mostraram que os alimentos farelo de glúten de milho, caseína, grão de amendoim moído, cama de frango contendo casca de café como material absorvente e raspa de mandioca possuem proteínas de rápida degradação, observando-se as mais lentas taxas de degradação para o fubá de milho, a farinha de carne e ossos, a cama de frango contendo capim-elefante como material absorvente, a levedura de cana-de-açúcar e a farinha de penas. De maneira geral, os parâmetros da degradação apresentaram resultados semelhantes aos reportados in situ. O método dos inibidores in vitro permitiu uma avaliação rápida e eficiente da cinética de degradação da proteína bruta dos alimentos concentrados. As taxas de degradação de alguns alimentos volumosos foram subestimadas.
Mostrar mais

11 Ler mais

Obtenção de proteína microbiana para ração animal a partir do hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar

Obtenção de proteína microbiana para ração animal a partir do hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar

Para extrato encontrou-se nos Ensaios VI a IX, rendimento em células secas de levedura em relação ao açúcar total do extrato variando.. mentos para extrato nos ensaios VI a IX, foram de [r]

108 Ler mais

Produção de proteína microbiana e parâmetros ruminais em vacas leiteiras alimentadas com farelo de trigo.

Produção de proteína microbiana e parâmetros ruminais em vacas leiteiras alimentadas com farelo de trigo.

RESUMO - Doze vacas Holandesas foram distribuídas em três quadrados latinos 4 x 4, balanceados de acordo com o período de lactação, com o objetivo de estimar a produção de proteína microbiana, utilizando-se a excreção total de derivados de purinas (DP) a partir de coletas spot de urina, as concentrações de nitrogênio (N)-uréia no plasma, no leite e na urina, o pH e a concentração de amônia ruminal. As quatro rações experimentais foram formuladas para conter na base da matéria seca 70% de silagem de milho e 30% de concentrado. Foram utilizados níveis crescentes de farelo de trigo no concentrado (0, 33, 67 e 100%) em substituição ao fubá de milho. As concentrações de uréia (38,8 mg/dL) e N-uréia (18,1 mg/dL) no leite não foram afetados pelos níveis de farelo de trigo, assim como as concentrações plasmáticas de uréia (51,1 mg/dL) e N-uréia (23,8 mg/dL). As excreções urinárias de uréia, N-uréia, alantoína, DP, purinas absorvidas, N-microbiano e concentração de alantoína no leite não foram alteradas. Entretanto, a excreção de ácido úrico apresentou comportamento quadrático, com valor máximo de 40,03 mmol/dia no nível de 36% de farelo de trigo. O pH e a concentração de amônia ruminal antes e após a alimentação também não foram afetados pelos níveis de farelo de trigo. O fubá de milho pode ser substituído integralmente pelo farelo de trigo no concentrado de vacas leiteiras, com produção de leite média de 20 kg/dia, alimentadas com dietas à base de silagem de milho, sem que ocorra alteração na produção de proteína microbiana e no pH e concentração de amônia ruminal.
Mostrar mais

6 Ler mais

Avaliação causal do "efeito proteína" sobre a atividade microbiana em substratos fibrosos insolúveis

Avaliação causal do "efeito proteína" sobre a atividade microbiana em substratos fibrosos insolúveis

As forragens disponíveis em pastagens tropicais durante o período favorável ao crescimento das forrageiras (época das águas), embora possuam teores de proteína bruta (PB) considerados adequados para a atividade microbiana ruminal (Detmann et al., 2005), têm proporcionado ganhos de peso aquém do observado sob condições similares em regiões temperadas. Esta discrepância poderia ser, ao menos em parte, atribuída à alta degradação da PB em relação aos componentes fibrosos da forragem, o que provocaria perda excessiva de compostos nitrogenados no ambiente ruminal na forma de amônia (Poppi & McLennan, 1995; Paulino et al., 2008).
Mostrar mais

49 Ler mais

Estimativa da produção microbiana em cabras lactantes alimentadas com diferentes teores de proteína na dieta.

Estimativa da produção microbiana em cabras lactantes alimentadas com diferentes teores de proteína na dieta.

ABSTRACT - The objective of this trial was to study the effects of increasing dietary levels of crude protein (CP) on microbial protein synthesis of lactating dairy goats. The microbial markers purines bases and purine derivatives (PD), measured in spot urine samples or in urine samples from total collection, were used to estimate microbial protein synthesis. Sixteen lactating goats (four fitted with ruminal cannula) were randomly assigned to four replicated 4 x 4 Latin squares and were fed the following dietary CP levels [dry matter (DM) basis]: 11.5, 13.5, 15.5 or 17.5%. No significant differences were observed between techniques for estimating microbial protein synthesis. Therefore, 12 non-cannulated goats were used to evaluate the effect of dietary CP level on PD excretion, microbial nitrogen flow and microbial efficiency using either total or spot collection of urine. Because creatinine excretion did not differ among treatments, the average value 26.05 mg of urinary creatinine excreted per kg of body weight was used for estimating the volume of urine using spot samples. Urinary volume estimated using spot samples was similar to that measured with total urine collection. In both cases, an increase on the amount of absorbed purines was observed when the dietary CP level increased in the diet. In brief, PD can be used for estimating microbial protein synthesis in lactating goats and spot samples were a good alternative for total collection of urine.
Mostrar mais

9 Ler mais

Produção de proteína microbiana em cordeiros Santa Inês alimentados com resíduo de cervejaria desidratado

Produção de proteína microbiana em cordeiros Santa Inês alimentados com resíduo de cervejaria desidratado

O RCD apresenta 26,50% de proteína bruta (PB) (NRC, 1998), corroborando afirmações feitas por Meneghetti e Domingues (2008) , onde o teor proteico pode apresentar variações de 17 e 35% PB com base na matéria seca. O teor do extrato etéreo está em torno de 6,93% (VALADARES FILHO et al., 2006) e a fibra em detergente ácido (FDA) e nutrientes digestíveis totais (NDT) próximos de 34,30 e 63,00%, respectivamente (POLAN et al., 1985). O resíduo de cervejaria constitui fonte proteica de origem vegetal que é naturalmente protegida da degradação ruminal, sendo denominada proteína by-pass (CHAVES et al., 2014). A explicação para essa afirmação é atribuída às mudanças ocasionadas pela extração dos compostos solúveis e durante o processamento, em toda a composição da fração de proteínas, gerando a predominância das proteínas insolúveis e uma baixa degradabilidade ruminal (CLARK et al., 1987). Essa característica pode ser uma vantagem quando o resíduo de cervejaria é tratado como complemento ou substituto às fontes de proteína mais utilizadas, como o farelo de soja e a ureia, que possuem taxa de degradação ruminal maior. ( MENEGHETTI e DOMINGUES, 2008).
Mostrar mais

45 Ler mais

Monensina sódica e Saccharomyces cerevisiae em dietas para bovinos: fermentação ruminal, digestibilidade dos nutrientes e eficiência de síntese microbiana.

Monensina sódica e Saccharomyces cerevisiae em dietas para bovinos: fermentação ruminal, digestibilidade dos nutrientes e eficiência de síntese microbiana.

Segundo Martin & Nisbet (1992), no rúmen, os efeitos do probiótico são, de maneira geral, maior número de bactérias celulolíticas, o que melhoraria a digestão da parede celular, a produção de fatores de crescimento para os microrganismos do rúmen e o aumento do número de bactérias Selenomonas ruminantium na produção de propionato, acetato, succinato e do total de ácidos graxos voláteis no rúmen. Já o efeito dos ionóforos sobre a digestibilidade da fibra, segundo Spears (1990), parece depender da composição da dieta e da fonte da fibra, uma vez que, tanto o aumento como a diminuição da digestibili- dade da fibra, têm sido associados à utilização de ionóforos. As doses de monensina não influenciaram o consumo de carboidratos não-fibrosos, mas afetaram a digestão ruminal, intestinal e total (P<0,05) desses carboidratos. A inclusão do probiótico na dieta aumentou a digestão e a digestibilidade total dos carboidratos não-fibrosos.
Mostrar mais

8 Ler mais

Caroço de algodão em dietas à base de palma forrageira para vacas leiteiras: síntese de proteína microbiana.

Caroço de algodão em dietas à base de palma forrageira para vacas leiteiras: síntese de proteína microbiana.

mente preparados) e tem um potencial para, no futuro, ser mais simplificado com o uso de outras condições (Chen & Gomes, 1995). Por esse método de determinação da excreção urinária de derivados de purina, admite-se que os ácidos nucléicos que chegam ao duodeno são de origem predomi- nantemente microbiana, que, após a digestão intestinal e absorção, são proporcionalmente recuperados na urina como alantoína, xantina, hipoxantina e ácido úrico (Peres et al., 1996). Segundo Chen & Gomes (1992), na urina de bovinos são encontradas apenas alantoína e ácido úrico, em proporção média de 80 a 85% e 20 a 15%, respectivamente, em virtude da intensa atividade da xantina oxidase no sangue e nos tecidos, que irá converter xantina e hipoxantina a ácido úrico.
Mostrar mais

9 Ler mais

Casca de café em dietas para vacas em lactação: balanço de compostos nitrogenados e síntese de proteína microbiana.

Casca de café em dietas para vacas em lactação: balanço de compostos nitrogenados e síntese de proteína microbiana.

RESUMO - Avaliaram-se o balanço de compostos nitrogenados e a síntese de proteína microbiana (PBmic) de vacas alimentadas com dietas contendo diferentes níveis de casca de café (0,0; 8,75; 17,5 e 26,25% da MS, correspondentes a 0,0; 3,5; 7,0 e 10,5% de casca de café na MS total da dieta) em substituição ao milho na ração concentrada. Foram utilizadas 12 vacas da raça Holandesa com produção média de leite de 23,4 kg. A síntese de PBmic foi estimada utilizando-se os derivados de purinas na urina e no leite. Amostras de urina spot dos animais foram coletadas aproximadamente 4 horas após a alimentação da manhã. A análise de regressão não detectou efeito dos níveis de casca de café sobre o consumo de nitrogênio total (441,3 g.dia) e a excreção de N na urina (190,8 g/dia) e no leite (114,7 g/dia). A casca de café aumentou a excreção de N nas fezes e promoveu balanço de N negativo. As excreções de alantoína na urina (294,6 mmol/dia), alantoína no leite (21,3 mmol/ dia), ácido úrico na urina (42,3 mmol/dia) e de derivados de purinas totais (358,2 mmol/dia) e a síntese de proteína microbiana (266,3 g/dia) não foram influenciadas pela adição de casca de café. Todavia, a casca de café não alterou a eficiência de síntese de PBmic, estimada em 136,8 g de PBmic/kg de nutrientes digestíveis totais.
Mostrar mais

6 Ler mais

Efeito do período experimental sobre a fermentação ruminal e eficiência de síntese microbiana em bovinos alimentados com dois níveis de volumosos.

Efeito do período experimental sobre a fermentação ruminal e eficiência de síntese microbiana em bovinos alimentados com dois níveis de volumosos.

A degradabilidade ruminal da proteína dietética leva à conversão da mesma até amônia. Quanto maior for a degradabilidade da proteína da dieta, maior será a produção de amônia ruminal e, provavel- mente, maiores serão as perdas urinárias de compos- tos nitrogenados na forma de uréia (RUSSELL et al., 1991). VALADARES et al. (1997) verificaram que a concentração de amônia no rúmen é uma função das taxas relativas de entrada e remoção de amônia, que entra no rúmen a partir de numerosas fontes, incluindo a fermentação dos alimentos, fragmentos de células lisadas, proteína endógena, compostos nitrogenados solúveis diversos (uréia endógena, ácidos nucléicos, ácido úrico e nitrato) e excreção dos protozoários. O nitrogênio amoniacal é removido do rúmen pela incor- poração à matéria microbiana que sai do rúmen, pela absorção através da parede ruminal e pelo fluido ruminal, passando para outras porções do trato digestivo.
Mostrar mais

8 Ler mais

Síntese microbiana, pH e concentração de amônia ruminal e balanço de compostos nitrogenados, em novilhos F1 Limousin x Nelore.

Síntese microbiana, pH e concentração de amônia ruminal e balanço de compostos nitrogenados, em novilhos F1 Limousin x Nelore.

RESUMO - Os objetivos do experimento foram determinar os efeitos de cinco níveis de concentrados na dieta sobre a eficiência de síntese microbiana, as concentrações de amônia e os valores de pH ruminal, o balanço de compostos nitrogenados e a taxa de passagem da digesta pelo rúmen de novilhos F 1 Limousin x Nelore. Utilizaram-se cinco animais fistulados no rúmen, abomaso e íleo, com peso médio de 279 kg, distribuídos em quadrado latino 5 x 5, alimentados à vontade com feno de capim-coastcross e porcentagens de 25,0; 37,5; 50,0; 62,5; e 75,0% de concentrado. Amostras de líquido de rúmen para determinação de amônia e pH foram obtidas antes e 2, 4, 6 e 8 horas após o arraçoamento dos animais. As bases purinas foram o indicador microbiano utilizado e as bactérias do rúmen foram isoladas por centrifugação diferencial. A taxa de passagem foi obtida com infusão de dose única de 20 g de óxido crômico e os tempos avaliados foram imediatamente antes da infusão do indicador e 3, 6, 9, 12, 24, 36 e 48 horas após. O fluxo de nitrogênio bacteriano (Nbact) no abomaso e a eficiência microbiana em relação aos carboidratos degradados no rúmen (CHODR) não foram influenciados pelos níveis de concentrado, observando-se valores médios de 85,69 g Nbact/dia, 41,09 g Nbact/ kgCHODR e 472,44 g MSbact/kgCHODR. As concentrações máximas de amônia de 17,56 mg/100mL de fluido ruminal ocorreram 2,77 horas após a alimentação. O pH do rúmen diminuiu linearmente com os níveis de concentrados e foi influenciado de forma quadrática pelo tempo de coleta. Foram observadas taxas de passagem da digesta ruminal de 0,059; 0,053; 0,073; 0,068; e 0,041.h -1 , para
Mostrar mais

9 Ler mais

Farelo da vagem de algaroba em dietas para cabras lactantes: parâmetros ruminais e síntese de proteína microbiana.

Farelo da vagem de algaroba em dietas para cabras lactantes: parâmetros ruminais e síntese de proteína microbiana.

Para determinação da concentração de amônia (N-NH 3 ) e ácidos graxos voláteis (AGV) no rúmen, amostras de líquido ruminal foram coletadas utilizando-se sonda esofágica adaptada a uma bomba de vácuo e o líquido ruminal foi filtrado utilizando-se gaze dobrada em quatro camadas, no 17 o dia de cada período experimental, 6 horas após a alimentação da manhã. O pH foi mensurado imediatamente após a coleta do material, com potenciô- metro digital. Para análise de amônia e ácidos graxos voláteis, as amostras foram acidificadas com ácido fosfórico 25% imediatamente após a coleta (1 mL de ácido: 5 mL fluido), foram centrifugadas a 13.400 rpm (rotação por minuto) por 10 minutos e o sobrenadante foi filtrado com membrana de 0,2 µm de porosidade e em seguida mantido em freezer a -20ºC.
Mostrar mais

8 Ler mais

Consumo, digestibilidade total, produção de proteína microbiana e balanço de nitrogênio em dietas para ruminantes de subprodutos.

Consumo, digestibilidade total, produção de proteína microbiana e balanço de nitrogênio em dietas para ruminantes de subprodutos.

O subproduto do cacau é originado de um processo em que a semente tem que ser aquecida a temperaturas que variam de 120 a 150ºC por até 120 minutos, e isto pode ter influenciado no alto valor de PIDA (7,9% MS), na baixa proteína bruta digestível (PBd = 1,9% na MS). Além disso, foi observado, pelas sobras, que os animais tinham pouca preferência por esse subproduto, assim como foi observado por Silva et al. (2005). Todos esses fatores provocaram desbalanceamento proteico das dietas com o subproduto cacau e, possivelmente, interferiram na população microbiana, tanto quantitativamente como qualitativamente, para degradar a FDN das dietas com este subproduto.
Mostrar mais

10 Ler mais

Show all 2955 documents...