Prótese fixa

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Análise comparativa do desajuste marginal de infra-estruturas de prótese fixa pilares micro-unit com o uso de retificadores manuais

Análise comparativa do desajuste marginal de infra-estruturas de prótese fixa pilares micro-unit com o uso de retificadores manuais

O crescente uso das próteses implanto-suportadas aumentou a preocupação com a precisão de adaptação, já que a adaptação passiva é um dos fatores fundamentais para o sucesso longitudinal dessas reabilitações protéticas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desajuste marginal de infra- estruturas metálicas de prótese fixa sobre implantes, antes a após a retificação manual, com o teste do parafuso único, utilizando como grupo controle cilindros pré-usinados. Foram confeccionadas 10 infra-estruturas em liga de cobalto- cromo (Co-Cr), simulando uma prótese fixa de três elementos sobre dois implantes. Para isso, utilizou-se uma matriz metálica simulando a disposição clínica de implantes osseointegrados na região dos dentes 14 e 16, contendo pilares Micro-Unit. Cinco infra-estruturas foram confeccionadas com cilindros pré-usinados. As outras cinco foram confeccionadas com cilindros calcináveis, que após a avaliação inicial, sofreram retificação manual das bordas de assentamento do cilindro após fundição, formando o terceiro grupo. Todas as infra-estruturas receberam soldagem a laser. As leituras do desajuste marginal foram realizadas através de imagens do microscópio eletrônico de varredura, utilizando a técnica do parafuso único, totalizando 25 medições em cada cilindro. As médias de desajuste marginal de cada cilindro foram utilizadas para a análise estatística. A análise de variância com nível de significância de 5% foi utilizada para avaliar o efeito da retificação manual entre os três grupos testados, nos cilindros com e sem parafuso. Não houve diferença estatística no grau de desajuste marginal entre os três grupos testados. Apenas houve diferença quando comparados os cilindros com e sem parafuso. Foi concluído que os procedimentos de retificação manual não alteraram significativamente os valores de desajuste marginal nas infra-estruturas fundidas em Co-Cr, ou seja, não aumentaram a passividade das peças protéticas sobre os pilares.
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MÉTODOS DE RETRACÇÃO GENGIVAL EM PRÓTESE FIXA

MÉTODOS DE RETRACÇÃO GENGIVAL EM PRÓTESE FIXA

Mediante este contexto, o objectivo geral desta monografia foi realizar uma revisão de literatura para actualizar conhecimentos no que concerne aos métodos de retração gengival utilizados em Medicina Dentária. Como objectivos específicos: A exploração dos métodos de retração gengival utilizados em Prótese Fixa, definindo e comparando as suas vantagens, desvantagens, indicações e aplicabilidades clínica, bem como, os requisitos necessários para o sucesso desta; definir retracção gengival e as forças envolvidas na mesma e elucidar e alertar os profissionais de saúde oral para a necessidade da correcta selecção do método de retracção gengival a utilizar.
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MATERIAIS E TÉCNICAS DE MOLDAGEM EM PRÓTESE FIXA- REVISÃO DE LITERATURA

MATERIAIS E TÉCNICAS DE MOLDAGEM EM PRÓTESE FIXA- REVISÃO DE LITERATURA

Idris et al. (1995) compararam as técnicas de moldagem de um passo e dois passos. Eles utilizaram o silicone de adição em um modelo mestre simulando três preparos de coroas totais. O preparo A simula, sem retenções, o preparo de coroa total. O B apresenta uma retenção de 1 mm acima da região cervical e o C apresenta retenção na região cervical. Foram feitas 15 impressões para cada técnica. Concluíram que as duas técnicas podem ser utilizadas nos silicones de adição. Existiu diferença significativa entre elas, mas não desqualificando uma técnica em detrimento de outra. As duas técnicas podem ser utilizadas para moldagens em prótese fixa.
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CIMENTAÇÃO ADESIVA EM PRÓTESE FIXA

CIMENTAÇÃO ADESIVA EM PRÓTESE FIXA

O processo de cimentação no decorrer da reabilitação com prótese fixa é uma etapa de importância crucial e exige a execução da técnica cuidadosa e apresenta grande diversidade de materiais, pelo que é de extrema importância o domínio e conhecimento destes materiais e técnicas pelo Médico Dentista de forma a obter o melhor resultado possível e uma reabilitação duradora. Neste contexto a cimentação adesiva apresenta-se como uma técnica inovadora e como alternativa que pode ser pertinente no dia-a-dia do consultório dentário, daí a importância do conhecimento desta técnica, suas vantagens e desvantagens, suas implicações, por parte do operador, no caso, do médico dentista.
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Prótese Fixa Total Implantossuportada: Implantes Inclinados/Angulados e Complicações Protéticas

Prótese Fixa Total Implantossuportada: Implantes Inclinados/Angulados e Complicações Protéticas

Ainda no mesmo ano, Kim et al. (2011) avaliaram modelos a simular mandíbulas edêntulas humanas através da análise photoelastic stress analysis, nos quais existiam 4 implantes entre os forames mentonianos. Realizar o estudo de comparação entre dois tipos de modelos, um com os implantes distais com uma inclinação de 30º e o outro com implantes distais colocados axialmente. Concluíram, que os implantes distais com inclinação posterior que suportam uma prótese fixa total não causam o aumento do stress no osso peri-implantar que rodeiam os implantes distais. O uso de uma inclinação de 30º nos implantes distais numa prótese fixa total permite reduzir 5 mm do comprimento dos cantilevers e, por outro lado, diminui o stress no osso peri-implantar do implante distal, cerca 17% relativamente aos implantes axiais.
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Materiais restauradores provisórios em prótese fixa: importância estética, funcional e manipulação de contornos teciduais periodontais

Materiais restauradores provisórios em prótese fixa: importância estética, funcional e manipulação de contornos teciduais periodontais

O objetivo principal das restaurações provisórias em prótese fixa é reproduzir com exatidão o enceramento diagnóstico planeado, devendo o material provisório contribuir para a sua obtenção. Uma restauração provisória de qualidade auxilia não só a evitar complicações, como, por exemplo, um paciente que retorna por um provisório fraturado ou perdido, mas também pode economizar sessões de consulta até à cimentação da restauração final. (Fradeani e Balducci, 2009)

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Ajuste estético em prótese fixa

Ajuste estético em prótese fixa

Os ajustes estéticos dos trabalhos de prótese fixa precisam de mais atenção em relação às instituições de ensino de Odontologia que acabam por deixá-lo em segundo plano, no sentido de muitas vezes não incentivar os alunos para que eles próprios façam os ajustes de seus trabalhos, e deleguem ao técnico apenas aspectos que fogem do seu controle, como por exemplo, o brilho. Aos alunos e cirurgiões dentistas, cabe a tarefa de não se esquecerem das aulas de anatomia dental, e principalmente aplicarem esses conhecimentos adquiridos na graduação e pós- graduação, na sua clínica diária com perfeição e segurança (Greenberg, 2008). O medo de ajustar os trabalhos na fase final, por parte dos dentistas, precisa ser superado e isso só será possível quando eles tomarem consciência do diferencial que poderão oferecer aos seus pacientes personalizando cada um de seus casos clínicos. O planejamento final dos casos deve ser visualizado através das restaurações provisórias (Goldstein, 1977), que tem papel fundamental para a saúde dos tecidos, função, fonética e estética do paciente, até que o trabalho final esteja finalizado.
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Considerações gerais sobre prótese fixa adesiva

Considerações gerais sobre prótese fixa adesiva

A utilização da retenção química para a união entre o cimento resinoso e o metal é considerada mais vantajosa devido à adesão das ligas metálicas sem necessidade de ataque eletrolítico ou de qualquer tipo de retenção mecânica. Requer apenas jateamento com óxido de alumínio, devido à possibilidade da prótese ser testada na boca antes da ixação. Não há risco de contaminação. O procedimento de ixação que se torna facilitado. Segundo alguns autores, porém, não há diferença entre os dois sistemas de retenção 14 .

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Cimentos convencionais e adesivos na cimentação final em prótese fixa

Cimentos convencionais e adesivos na cimentação final em prótese fixa

O significado clínico deste estudo resulta que as forças de ligação ao TBS do materiais de cimentação para dentina coronária e radicular mostrou semelhanças dentro de cada m[r]

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ENCAIXES EM PRÓTESE FIXA

ENCAIXES EM PRÓTESE FIXA

extensão, salvo em algumas exceções, como quando se quer a esplintagem total de uma arco e a falta de paralelismo impossibilita um único plano de inserção; ou quando se quer obter[r]

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Análise de tensões em prótese fixa total implantossuportada em função da aplicação de resina acrílica termopolimerizável e do número de pilares

Análise de tensões em prótese fixa total implantossuportada em função da aplicação de resina acrílica termopolimerizável e do número de pilares

Mesmo com a entrada constante de materiais novos no mercado, a resina acrílica termopolimerizável permanece como o material de eleição para o revestimento estético de estruturas metálicas de próteses implantossuportadas. A resina acrílica proporciona certa absorção de forças mastigatórias, o que poderia impedir a transferência integral de tensões adversas aos implantes e ao tecido ósseo, além de ser um material de baixo custo e com protocolo de aplicação acessível aos técnicos de laboratório (ADELL et al., 1981; BRÄNEMARK, 1983; GRACIS et al. 1991; CIFTÇI; CANAY, 2000; DUYCK et al., 2000). Devido ao íntimo contato entre implante e tecido ósseo, assim como entre implante e pilar protético, e entre este último e a prótese, a transmissão de tensão ocorre praticamente de forma direta. A incidência inicial da força mastigatória é sobre o material de revestimento. Tal situação justifica a importância do emprego de materiais que absorvam e distribuam melhor as cargas, como é o caso da resina acrílica (SKALAK, 1983; DAVIS; RIMROTT; ZARB, 1988b; GRACIS et al. 1991; CIFTÇI; CANAY, 2000; DUYCK et al., 2000). Além disso, quando submetida à carga estática, a estrutura metálica pode suportar maior estresse quando revestido por resina acrílica (CIFTÇI; CANAY, 2000).
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Qual a eficácia clínica do sistema CEREC com os seus diferentes materiais para reabilitação em prótese fixa e sobre implantes?

Qual a eficácia clínica do sistema CEREC com os seus diferentes materiais para reabilitação em prótese fixa e sobre implantes?

Para quem olhe para a medicina dentária dos dias de hoje como uma medicina de reabilitação, tem no sistema CEREC um grande e eficaz aliado, com enormes vantagens tanto para[r]

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Prótese fixa implantossuportada aparafusada x cimentada

Prótese fixa implantossuportada aparafusada x cimentada

Em relação aos custos, alguns autores atestam que os custos com procedimentos laboratoriais para a confecção de uma prótese aparafusada são mais altos, pois necessitam de transferentes de moldagem, análogos e parafusos. A simplicidade e, em muitos casos, a economia, são as principais vantagens das restaurações retidas por cimento, tornado-as menos onerosas. (MICSH, 1995; ROSENSTIEL et. al, 2002) Entretanto, os custos da confecção de uma prótese aparafusada e cimentada podem variar bastante de acordo com o fornecedor, o laboratório e o material que será usado, não devendo ser este um fator decisivo para a escolha do tipo de prótese a ser usado.
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Perfil de Emergência em Prótese Fixa

Perfil de Emergência em Prótese Fixa

uma vez que pode levar à inflamação e à ulceração do mesmo no local. Deste modo, há um modelamento do tecido mole e a formação das pseudo-papilas, criando um efeito emergente do pôntico a partir da gengiva ( Jacques et al., 1999). Os excessos de resina devem ser sempre removidos da prótese provisória e deve ser sempre realizado um polimento e um acabamento, especialmente na zona de contacto tecidual para não haver agressões iatrogénicas nos tecidos adjacentes. O paciente deve retornar à consulta uma semana após a realização da primeira sessão do tratamento de forma a verificar se os tecidos estão a responder positivamente, na fase de cicatrização, e para avaliar se será necessário novas aplicações de resina acrílica até alcançar o efeito pretendido (Figura 5 – em anexo) (Jacques et al., 1999). Antigamente pensava-se que este método era responsável por provocar inflamação e ulceração dos tecidos gengivais mas Tripodakis e Constandtinides, em 1990, mostraram pela primeira vez, que através de um estudo histológico, que se fosse aplicada uma pressão gradual com um pôntico convexo polido, em pacientes com um controlo de placa excelente, não ocorreria inflamação dos tecidos adjacentes. Concluiu-se que não era a pressão gradual em si que causava a irritação nos tecidos moles, mas sim a falta de controlo do biofilme e as rugosidades existentes no pôntico por falta de polimento. Vários clínicos reportam que os critérios principais para que o tecido mole sofra apenas um afinamento epitelial, sem inflamação tecidual são: aplicação de uma pressão moderada do pôntico no tecido mole, controlo severo do biofilme por parte do paciente e um polimento adequado do pôntico (Vasconcellos et al., 2010; Bennani & Baudoin, 2002; Kim et al., 2009; Tripodakis e Constandtinides,1990).
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Restaurações Provisórias em Prótese Fixa

Restaurações Provisórias em Prótese Fixa

 Informação útil no diagnóstico - dão informação quanto à melhor forma e disposição dos dentes na arcada na restauração final. A aceitação de uma nova posição mandibular, de uma nova DVO e de uma nova oclusão são igualmente avaliadas durante esta fase. As restaurações temporárias também fornecem informações importantes relativamente ao suporte labial e às implicações na fonética. Os dados relativos à higiene oral do paciente também podem ser observados durante este período, podendo a informação recolhida influenciar o desenho da prótese definitiva (Dykema, 1986; Mezzomo, 1994; Kurtzman et al., 2006 e Givens et al., 2008).
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Análise de sistemas de implantes dentários em mandíbulas edêntulas com aplicação de carregamento imediato

Análise de sistemas de implantes dentários em mandíbulas edêntulas com aplicação de carregamento imediato

Sjögren et al. (1988), mencionam que a estrutura metálica de uma prótese fixa sobre implantes, na maioria das vezes é confeccionada em liga de ouro tipo III ou de prata-paládio, e que esta estrutura metálica deve ser resistente à corrosão, ter precisão dimensional, rigidez, capacidade para suportar cargas e assentamento passivo aos pilares dos implantes. Porém, segundo Alexandre (2000), tais características incentivaram os pesquisadores a buscar ligas odontológicas alternativas que possuíssem propriedades mecânicas iguais ou melhores que as do ouro. Para os pesquisadores Silva Filho (1989) e Wataha (2002), o fator econômico foi outro importante motivo para esta busca, evidenciado após a elevação do preço do ouro em 1969 e mais recentemente (1995-2001) pela instabilidade do preço do paládio.
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Avaliação in vitro da resistência à flexão de uma resina acrílica em uma estrutura implanto-suportada

Avaliação in vitro da resistência à flexão de uma resina acrílica em uma estrutura implanto-suportada

Um protocolo foi desenvolvido Chow et al. (2001) para carregamento imediato de implantes com uma prótese provisória fixa. A meta deste estudo foi apresentar o Protocolo de Hong Kong de prótese fixa e informar a avaliação em curto prazo deste protocolo em um grupo de pacientes que tinham recebido tratamento com implantes em mandíbulas desdentadas. Quatorze pacientes tratados no Hong Kong Osseointegration Implant Center entre dezembro de 1998 e dezembro de 1999 foram incluídos neste estudo que teve como critérios de exclusão dos pacientes o fato de terem bruxismo ou não permitirem o acompanhamento do tratamento. O protocolo consistiu basicamente de: 1) um estágio cirúrgico; 2) quatro implantes instalados na região anterior da mandíbula para suportar uma prótese fixa provisória no dia da cirurgia; e 3) função imediata dos 4 implantes através da prótese provisória. O procedimento cirúrgico e protético foi descrito da seguinte forma: uma prótese totalmente em acrílico foi confeccionada em laboratório e nesta foram realizadas perfurações na região lingual para conduzir a marcação dos locais para fixação dos implantes na mandíbula. Usando, então, a própria prótese como guia cirúrgico, 4 implantes foram fixados e sobre estes foram conectados intermediários imediatamente; cilindros provisórios foram conectados aos intermediários. A prótese provisória foi transformada em uma prótese fixa retida aos implantes por parafusos através da sua adaptação aos cilindros e união a estes com uma resina acrílica quimicamente ativada. Todos os pacientes iniciaram os procedimentos para confecção de uma prótese final após 3 semanas do ato cirúrgico, mas esta prótese só foi entregue aos pacientes em 8 semanas. Um total de 56 implantes foi instalado e regularmente avaliado durante 12 meses. A estabilidade da prótese e o nível do osso marginal foram avaliados clinicamente e radiograficamente neste período. Dois pacientes com oito instalações foram retirados do estudo por não retornarem para o controle. Nenhum dos implantes que permaneceram falharam e resultaram em uma taxa de sobrevivência de 100% em 1 ano de observação. A perda de osso marginal foi em média de 0.64 mm depois de 1 ano de carga funcional. Concluíram que o protocolo de carga imediata usando uma prótese provisória teve resultado altamente previsível.
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Avaliação biomecânica da união dente-implante com diferentes tipos de conectores,...

Avaliação biomecânica da união dente-implante com diferentes tipos de conectores,...

Brägger et al. (2001) fizeram um estudo para comparar a freqüência de complicações biológicas e técnicas de próteses sobre implantes, dentes e a combinação implante-dente, ao longo de 4 a 5 anos em função. Foi usado o sistema ITI. O Grupo I-I (prótese fixa sobre implantes) incluiu 33 pacientes com 40 próteses parciais fixas; o grupo T-T (prótese parcial fixa sobre dentes), 40 pacientes com 58 próteses parciais fixas; o grupo I-T( combinação dente-implante), 15 pacientes com 18 próteses parciais fixas. Vale dizer que 144 dos pilares foram dentes e 105 foram implantes. O número médio de elementos das próteses foi três. Os fracassos resultaram em uma prótese parcial fixa em cada grupo. Os autores concluíram que, após quatro a cinco anos em função, os pilares, dentes e implantes se encontravam em condições clínicas favoráveis. A perda de prótese parcial fixa ao longo desse tempo ocorreu em uma taxa similar, com reconstruções mistas suportadas por implantes e dentes. Foi encontrado significativamente mais fraturas de porcelana em próteses parciais fixas suportadas por implantes. O estado de saúde geral dos pacientes prejudicados, não podia ser associado significativamente aos fracassos biológicos, porém o bruxismo e as extensões se associaram aos maiores fracassos técnicos.
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Manso João Pedro Massano

Manso João Pedro Massano

Uma paciente com 54 anos dirigiu-se à clínica com o objetivo de reabilitar os dentes 44 e 46. Após análise clínica e imagiológica foram apresentadas diversas propostas de tratamento passando pela reabilitação dos dentes em causa, bem como pela exodontia do dente 16 e retratamento endodôntico do dente 12. Optou-se por fazer o retratamento dos dentes 44 e 46 e a posterior colocação de espigões de fibra de vidro em ambos os dentes com confeção de cotos diretos. Posteriormente recorreu-se à prótese fixa como meio de reabilitação de ambos os dentes em causa com coroas totais metalo- cerâmicas.
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Análise biomecânico por meio de elementos finitos da distribuição de tensões em implantes...

Análise biomecânico por meio de elementos finitos da distribuição de tensões em implantes...

A análise do deslocamento evidencia o comportamento do sistema em relação à mudança de posição e estabilidade. Dessa forma, os modelos com prótese em cantilever e restaurações em resina acrílica apresentaram, no incisivo lateral, deslocamento 17 vezes maior que nas restaurações metalocerâmicas. Esse fato ocorre devido ao braço de alavanca do tipo I e deflexão gerados nas prótese cantilever (SCHWEITZER et al., 1968; HIMMEL et al., 1992) juntamente com a flexão acentuada da resina acrílica e a falta de resistência e rigidez (SERTGÖZ, 1997). Quanto maior a flexão da estrutura, maior será o grau de deslocamento, assim, um material com elevado módulo de elasticidade deve ser empregado em estruturas protéticas para aumentar a resistência à flexão (BENZING et al., 1995). Nos modelos com prótese fixa convencional e restaurações em resina acrílica foi observado, na face mesio-incisal dos incisivos centrais, deslocamento 4 vezes maior que nas restaurações metalocerâmicas em ambos os tipos de conexão. Esse comportamento pode ser devido à maior flexibilidade e deformação da resina acrílica, permitindo maior movimento (LILL et al., 1988) na direção contrária à força aplicada.
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