Protocolo de Identificação do Paciente

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Avaliação do protocolo de identificação do neonato de um hospital privado.

Avaliação do protocolo de identificação do neonato de um hospital privado.

No relatório emitido pelo Sistema Vermont Oxford Network, também foi encontrado percentual de 11% de não conformidade, relacionado à identiicação do RN na UTIN. Na descrição dos Padrões de Acreditação para Hospitais, a Joint Commission International (JCI), cita que a questão da identiicação do paciente continua sendo sua primeira meta internacional e aborda a segurança do paciente sob dois aspectos: identiicação segura do indivíduo e os serviços e/ou tratamento prestados à pessoa correta (17-18) .

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Identificação do paciente nas organizações de saúde: uma reflexão emergente.

Identificação do paciente nas organizações de saúde: uma reflexão emergente.

O protocolo publicado e implantado em todo o Reino Unido, pela National Health Service (NHS) e NPSA indica que todos os pacientes hospitalizados sejam identificados com uma pulseira, conhecida como “bandas ou braceletes” de identidade. O refe- rido documento determina os seguintes requisitos: tamanho adequado (recém-nascidos, obesos, con- dições clínicas), conforto (material anti-alergênico, flexível, impermeável e lavável), durabilidade (fácil limpeza, resistente a fluídos corporais, sabões e soluções alcoólicas), técnica de impressão e apli- cabilidade (gerada e impressa por meio eletrônico, fácil leitura, espaço suficiente para gravar identifica- dores completos e inequívocos), cor (branca), letra (preta), identificadores/qualificadores (nome completo – sobrenome em primeiro lugar com letra maiúscula, data de nascimento e número de registro no sistema nacional de saúde) (10) .
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ESTADO NUTRICIONAL E INGESTÃO ALIMENTAR DE PACIENTES COM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO SUBMETIDOS A TRATAMENTO ONCOLÓGICO

ESTADO NUTRICIONAL E INGESTÃO ALIMENTAR DE PACIENTES COM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO SUBMETIDOS A TRATAMENTO ONCOLÓGICO

No momento da entrevista os dados foram coletados por meio de um protocolo de avaliação previamente definido para este estudo, sendo preenchidas as informações de identificação, diagnóstico oncológico, tipo de tratamento e a data do último que o paciente foi submetido, a partir do sistema padrão utilizado pelo Hospital de Base de São José do Rio Preto, o prontuário informatizado. Com base no prontuário informatizado, foram analisados dados de identificação, antecedentes pessoais, alguns indicadores an- tropométricos mensurados, como peso e altura para posterior classificação pelo Índice de Massa Corporal (IMC) obedecendo aos critérios da OMS, 1998 (11) , para adultos (até 60 anos) e
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Protocolo de avaliação do cuidado de enfermagem e da segurança do paciente em unidades de terapia intensiva

Protocolo de avaliação do cuidado de enfermagem e da segurança do paciente em unidades de terapia intensiva

Dessa forma, obteve-se, por exemplo, no primeiro formulário, “Identificação do juiz”, 14 respostas e nos demais, “Tópicos para avaliação do ‘Protocolo de avaliação do cuidado de enfermagem e da segurança do paciente nas Unidades de Terapia Intensiva’” e “Avaliação dos itens conforme as recomendações de Pasquali (8) ”, apenas nove. Acredita-se que os fatores da Internet e configuração do computador contribuíram com tais resultados, uma vez que se evidenciaram na planilha respostas idênticas enviadas duas vezes. Articulado a isso, a extensão do instrumento pode ter contribuído negativamente para este aspecto, desmotivando os juízes para o preenchimento completo de todo o dispositivo, ou seja, dos três formulários.
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Avaliação do processo de identificação do paciente em serviços de saúde

Avaliação do processo de identificação do paciente em serviços de saúde

Estudo exploratório-descritivo, quantitativo, realizado em um hospital privado, situado na cidade de São Paulo (SP). A casuística correspondeu a 540 oportunidades de avaliação do protocolo de identificação do neonato admitido nas unidades. O protocolo é composto por três etapas, a saSer: os componentes de identificação (a presença do nome completo da mãe, nome da mãe em todas as pulseiras do recém-nascido (RN), o número de internação no código de Sarras, o tipo de internação - convênio ou particular), as condições da pulseira (nome legível da mãe nas três pulseiras, confecção correta da pulseira - uso de etiqueta e pulseira plástica adequada para o tamanho do RN) e o quantitativo de pulseiras (presença das três pulseiras de identificação do RN – duas nos memSros superiores e uma no memSro inferior). As etapas de verificação foram feitas diariamente, em todos os turnos pela equipe de enfermagem. Os dados foram coletados entre maio e agosto de 2010. Ocorreram 144 (26,7%) oSservações no turno da manhã, 216
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Protocolo de consultas de enfermagem ao paciente após revascularização do miocárdio : avaliação da eficácia

Protocolo de consultas de enfermagem ao paciente após revascularização do miocárdio : avaliação da eficácia

Os participantes do estudo foram captados na unidade de pós-operatório, tendo em vista que todos os pacientes submetidos à realizaram revascularização do miocárdio foram admitidos no referido local no período pós-operatório imediato. Após a identificação dos pacientes, realizava-se uma visita na enfermaria, ainda durante a internação. Na visita era feita a primeira consulta de avaliação a ambos os grupos (grupo de intervenção - GI e grupo controle – GC), com a utilização de um instrumento (Apêndice A). No grupo de intervenção havia, também, orientação acerca das atividades de autocuidado para recuperação da saúde e prevenção de complicações, enfatizando a necessidade de manter um estilo de vida saudável. Após este primeiro contado, os pacientes do GI eram agendados para a primeira consulta de enfermagem (CE), realizada aproximadamente trinta dias após a cirurgia, a qual deveria coincidir com a data da consulta médica (CM). As consultas subseqüentes dos pacientes do grupo de intervenção eram sempre aprazadas previamente pela enfermeira pesquisadora durante os atendimentos.
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Rev. Bras. Enferm.  vol.70 número1

Rev. Bras. Enferm. vol.70 número1

ções finais dos estudos para a enfermagem em relação à SP. O protocolo prioritário de SP foi classificado de acordo com o objeto de estudo e será apresentado da seguinte forma: Proto- colo 1 (P1) - identificação correta do paciente; Protocolo 2 (P2) - comunicação entre profissionais de saúde; Protocolo 3 (P3) - melhoria na segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos; Protocolo 4 (P4) - assegurar cirurgia em local de intervenção, procedimento e pacientes corretos; Protocolo 5 (P5) - higienizar as mãos para evitar infecções; e Protocolo 6 (P6) – reduzir o risco de quedas e Úlceras por Pressão (UP).
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Efeitos de um programa pedagógico-comportamental sobre TDAH para professores do ensino fundamental

Efeitos de um programa pedagógico-comportamental sobre TDAH para professores do ensino fundamental

Informações dadas aos professores (as): Você, professor, está sendo convidado a participar de um estudo sobre o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Esta pesquisa tem por objetivo descrever como os professores definem TDAH, avaliar os alunos identificados pelos professores como portadores de TDAH, implementar um curso para informar sobre TDAH e oportunizar reflexão sobre manejo comportamental eficiente; e investigar se o Curso altera a definição e a identificação de alunos portadores de TDAH. Informamos que os professores não terão quaisquer despesas ao participarem desta pesquisa. Os professores têm liberdade de se recusar a participar e de retirar seu consentimento, a qualquer momento, caso alguma coisa lhes desagrade, sem qualquer problema para eles. Eu, pesquisadora, estou compromissada com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, assegurando total sigilo quanto aos dados obtidos durante a pesquisa.
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Utilização de PCR multiplex para o diagnóstico etiológico da mastite bovina

Utilização de PCR multiplex para o diagnóstico etiológico da mastite bovina

Nas amostras de leite obtidas em tanque de expansão, S. aureus, S. agalactiae, S. uberis e S. dysgalactiae foram detectados pela PCR multiplex. Estes patógenos são os mais frequentemente isolados e identificados como causadores de mastite em diferentes bacias leiteiras do País (Brito et al., 1998, Costa et al., 1995; Mota et al.; 2004; Pereira et al., 2007 ). Deve-se registrar que, na literatura nacional, não existe registro de identificação de MRSA em amostras de leite a partir da detecção do gene MecA. Santos et al. (2005) identificaram 17 amostras resistentes à meticilina, no entanto essas amostras não possuíam o gene MecA, a resistência delas era devido à hiperprodução de betalactamases. Estas amostras foram identificadas a partir de isolados do leite pelos métodos bacteriológicos. Nossos registros foram feitos diretamente a partir do leite, em menor tempo e economia. Chama- se a atenção, a partir destes resultados, para o risco para a saúde pública, da presença de MRSA em amostras de leite. Devido às características da disseminação da infecção por S. aureus e S. agalactiae entre os animais, vacas com quartos mamários infectados sem evidência da reação inflamatória podem constituir em importante fonte de infecção para o rebanho. Portanto, a identificação de vacas infectadas por estes dois agentes é importante para que medidas recomendadas de controle sejam direcionadas para agentes contagiosos da mastite, o que implica no exame de quartos mamários aparentemente sadios (Brito et al.; 1998). A confiabilidade da PCR e a sua alta sensibilidade revelam potencial de uso da técnica para diagnóstico de mastite clínica e subclínica.
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Repositório Institucional da UFPA: Autenticação molecular de filés de pargo e protocolo forense para Lutjanídeos (Lutjanidae – Perciformes)

Repositório Institucional da UFPA: Autenticação molecular de filés de pargo e protocolo forense para Lutjanídeos (Lutjanidae – Perciformes)

A genética tem sido amplamente utilizada em ictiologia com as mais diversas abordagens. Algumas aplicações do uso de marcadores moleculares são: resolução de questões populacionais, como sub-estruturação e diversidade genética (GARBER; TRINGALI; STUCK, 2004; HEYDEN; LIPINSKI; MATTHEE, 2010; ARARIPE et al., 2013); esclarecimento da história evolutiva, elucidando problemáticas filogenéticas e filogeográficas (COOKE; CHAO; BEHEREGARAY, 2012; WAINWRIGHT et al., 2012; BETANCUR-R et al., 2013); e também identificação de táxons, importante em pesquisas forenses e de conservação (CÉSPEDES et al., 1999; HEBERT et al., 2003; PINHAL et al., 2008; PALMEIRA et al., 2013). Para esta última, o gene mitocondrial Citocromo Oxidase, subunidade I (COI) tem sido vastamente empregado, desde que foi proposto como DNA barcode por HEBERT et al. (2003) (WARD et al., 2005; ARDURA et al., 2010; BARBUTO et al., 2010; WONG et al., 2011; CLINE, 2012; DI PINTO et al., 2013).
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Protocolo de assistência de enfermagem ao paciente em pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Protocolo de assistência de enfermagem ao paciente em pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica.

Estudio del tipo metodológico y de innovación tecnológica desarrollado con el objetivo de construir un protocolo de asistencia de enfermería al paciente en pre y pos-operatorio de cirugía bariátrica. El modelo de asistencia propuesto fue fundamentado en la Teoría General del Auto-cuidado de Orem y organizado a partir de los requisitos de auto-cuidado (universales, de desarrollo y de desvíos de la salud). Dentro de cada requisito, son presentados los diagnósticos de enfermería, los resultados esperados y las intervenciones de enfermería que fueron identificados en investigación realizada con 31 clientes portadores de obesidad morbosa, asistidos por el Dispensario de Gastroenterología de un hospital universitario en el período de abril a junio de 2009. Se considera el desarrollo del protocolo un importante recurso para instrumentalizar las orientaciones prestadas por los enfermeros al paciente bariátrico, visando su auto-cuidado además de fornecer subsidios para sistematizar la asistencia de enfermería a ser prestada. Palabras clave: Enfermería; Auto-cuidado; Cirugía bariátrica; Protocolos de Enfermería.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Orientando-se por esses princípios do planejamento, o Estado do Rio de Janeiro criou metas para cada Unidade Escolar, em função da projeção do IDEB para a rede Estadual, e por ter como objetivo estar entre os cinco primeiros no ranking do IDEB em 2013. Essas metas são monitoradas pelos Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar que subsidiam o trabalho do gestor, dando o apoio necessário. O edital da seleção interna (RIO, 2013a) para AAGE estabelece como uma das atribuições: orientar o Gestor e a comunidade escolar na identificação dos problemas da escola, levando-os à definição de metas e elaboração dos planos de ação para melhoria dos resultados e verificar a execução e eficácia das ações propostas nos planos de ação, com vistas ao alcance das metas estabelecidas.
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Programa educativo sobre transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) para educadores: uma necessidade atual

Programa educativo sobre transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) para educadores: uma necessidade atual

Para a autora o Programa pedagógico-comportamental sobre TDAH para professores do Ensino Fundamental mostrou-se efetivo ao alterar este quadro. Professores melhoraram seu desempenho nas reavaliações conduzidas, recomendando esta iniciativa para futuros projetos voltados para todos os professores, independente da série que lecionam, pois o mesmo auxilia a percepção e domínio do tema e posterior manejo adequado em sala de aula para que o aluno possa desenvolver todo o seu potencial. Das estratégias implementadas para identificação de alunos com TDAH, sugere-se a utilização de observação da criança a partir do Protocolo para hipótese diagnóstica como complemento aos relatos de pais e professores.
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Protocolo para assistência do enfermeiro ao paciente séptico em terapia intensiva: construção e validação de conteúdo

Protocolo para assistência do enfermeiro ao paciente séptico em terapia intensiva: construção e validação de conteúdo

Trata-se de um estudo metodológico, com abordagem quantitativa; baseado no referencial metodológico da técnica Delphi, com objetivo de construir e validar um protocolo para assistência do enfermeiro ao paciente séptico em Terapia Intensiva. A proposta metodológica seguiu duas etapas: elaboração do protocolo por meio da revisão integrativa da literatura e validação de conteúdo do protocolo. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, mediante o Parecer CAAE 41873314.5.0000.5537. O universo amostral foi composto por 34 profissionais enfermeiros, considerados peritos, doutores ou mestres na área da saúde, com experiência em alta complexidade e/ ou estudos de validação de instrumento/protocolo, selecionados por meio da Plataforma Lattes. Referente à primeira etapa elaborou-se um instrumento composto pela caracterização profissional dos peritos; e baseado em evidência científica e nas diretrizes do Surviving Sepsis Campaign, contemplando três tópicos assistenciais ao paciente com sepse, a saber: Triagem para Sepse- Reconhecimento das Manifestações Clínicas; Pacote de Ressuscitação Inicial (Controle das Primeiras 6 Horas); Tratamento de Suporte. A segunda etapa caracterizou-se na validação de conteúdo do instrumento para elaboração final do protocolo, utilizando à técnica Delphi, em duas fases. No que concernem as variáveis referentes ao estudo, na 1ª fase de Delphi, 34 peritos avaliaram o instrumento composto por 18 itens, os dados foram analisados pela estatística descritiva (frequência, média, mediana e desvio padrão) e pelo Índice de Validade de Conteúdo (IVC), demonstrando um IVC extremamente satisfatório para 15 itens, com total de 0,79, obtendo assim, a reformulação e refinamento do conteúdo do instrumento. Na segunda fase de Delphi, entre julho e agosto de 2015, participaram 26 peritos, e utilizou-se o percentual de concordância acima de 80% para as variáveis consideradas pertinentes ao protocolo de cuidados ao paciente séptico em UTI, obtendo nesta fase, o percentual de concordância de 95%. O protocolo foi concluído com 15 itens, sendo respaldado e modificado, baseado em evidência científica, nas diretrizes internacionais e nas sugestões dos peritos. Ocorreu no período de maio a agosto de 2015. A utilização do protocolo proposto poderá contribuir para a prática clínica do enfermeiro ao paciente séptico na Unidade de Terapia Intensiva .
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Identificação e purificação de proteínas de Angiostrongylus vasorum (Baillet, 1886) e avaliação da resposta humoral em cães com angiostrongilose.

Identificação e purificação de proteínas de Angiostrongylus vasorum (Baillet, 1886) e avaliação da resposta humoral em cães com angiostrongilose.

Os poucos trabalhos encontrados na literatura referentes as técnicas sorológicas utilizadas no imunodiagnóstico da angiostrongilose canina não dão subsídios para serem considerados testes confiáveis, uma vez que detectam tanto anticorpos específicos contra antígeno bruto solúvel de parasito adulto de A. vasorum como para antígenos de outros helmintos. A necessidade crescente de antígenos purificados para a aplicação em ensaios imunológicos, requer a purificação de antígenos que permitam a separação de uma proteína alvo de outras proteínas presentes no sistema. Desta forma, a identificação de antígenos fracionados reconhecidos por diferentes classes de anticorpos é importante para o desenvolvimento de testes sorológicos com o objetivo de estabelecer melhores índices de especificidade sem perder a sensibilidade no diagnóstico da angiostrongilose canina utilizando proteínas purificadas de A. vasorum.
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Dever ético e legal do anestesiologista frente ao paciente testemunha de Jeová: protocolo de atendimento.

Dever ético e legal do anestesiologista frente ao paciente testemunha de Jeová: protocolo de atendimento.

dade pessoal: ‘‘Constranger alguém, mediante violência ou grave ameac ¸a, ou depois de lhe haver reduzido, por qual- quer outro meio, a capacidade de resistência, a não fazer o que a lei permite, ou a fazer o que ela não manda’’. A excec ¸ão diretamente relacionada à atuac ¸ão médica está no parágrafo 3 do mesmo artigo: ‘‘Não se compreendem na disposic ¸ão deste artigo: a intervenc ¸ão médica ou cirúrgica, sem o consentimento do paciente ou de seu representante legal, se justificada por iminente perigo de morte’’. Logo, se a transfusão sanguínea for necessária para salvar a vida do paciente, não pode ser considerada uma violac ¸ão da auto- nomia de vontade da testemunha de Jeová
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Perfil psicológico de crianças submetidas a adenoidectomia e/ou amigdalectomia no pré e pós-operatório.

Perfil psicológico de crianças submetidas a adenoidectomia e/ou amigdalectomia no pré e pós-operatório.

Na avaliação psicológica, a criança e seu responsável são entrevistados pelo psicólogo e anotados no protocolo que contém, entre outros, os dados do paciente (nome com- pleto, idade e sexo); dados do acompanhante (nome, ida- de, grau de parentesco, profissão, religião); tipo de cirurgia a ser realizada e data prevista; sentimentos predominantes no paciente e no acompanhante, tais como angústia, ansie- dade, confiança, medo (anestesia, cirurgia, dor) e outros; a expectativa quanto aos resultados cirúrgicos do paciente e do acompanhante se otimista ou receoso; o temperamento emocional observado do paciente e do acompanhante, se
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ENXERTO ÓSSEO ALVEOLAR SECUNDÁRIO COMO PROTOCOLO DE TRATAMENTO EM PACIENTE PORTADOR DE FISSURA LABIOPALATINA

ENXERTO ÓSSEO ALVEOLAR SECUNDÁRIO COMO PROTOCOLO DE TRATAMENTO EM PACIENTE PORTADOR DE FISSURA LABIOPALATINA

Craniofaciais – CEAPAC/HUOP/UNIOESTE. Como medicação pré-operatória o paciente recebeu antibióticoterapia profilática e corticoterapia. A cirurgia foi realizada sob anestesia geral, com intubação nasotraqueal contralateral à FLP, pela equipe de anestesiologia. Em seguida, o enxerto ósseo proveniente da parede lateral da crista ilíaca anterior foi coletado pela equipe de ortopedia e armazenado em solução salina estéril. Posteriormente, a equipe de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial realizou enxerto ósseo na região da fissura, seguindo-se os passos: infiltração de lidocaína a 2% com adrenalina 1:100.000; incisão intrasulcular iniciando nos elementos 12, 11, 21 passando pela fissura, 22, 23, 24, 25, 26 e realização de duas incisões verticais relaxantes na região adjacente a fissura e uma relaxante na distal do elemento 26; descolamento mucoperiostal com divisão do retalho mucoso em uma porção superior para reconstrução nasal (sutura com poliglactina 910, 5-0) e uma inferior para fechamento palatino (sutura com poliglactina 910, 4-0); enxerto ósseo foi particulado e inserido na região da fissura existente no processo alveolar; sutura com poliglactina 910, 5-0, trazendo o retalho para mesial, sendo que uma pequena área cruenta na região da incisão relaxante do elemento 26 foi necessária para que houvesse sobra de tecido mole na região da fissura e não ocorresse deiscência da sutura (Figura 3).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

O caso de gestão investiga o que tem proporcionado a baixa participação e o baixo desempenho dos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental nas avaliações externas do Sistema[r]

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Dificuldades enfrentadas pela equipe de enfermagem na dimensão segurança do paciente

Dificuldades enfrentadas pela equipe de enfermagem na dimensão segurança do paciente

Foram identificadas as seguintes dificuldades: a não ocorrência do apoio mútuo entre os profissionais em que isso acaba prejudicando a assistência prestada; a falta de recursos humanos que acaba acarretando tarefas a esses profissionais favorecendo o aparecimento de erros durante a assistência; as trocas de plantão ou turnos se tornam problemática para o paciente e trazem prejuízos para dar a continuidade na assistência; o hospital se interessa pela a segurança do paciente somente quando acontece algum evento adverso e os profissionais consideram que a nota de segurança do paciente é ruim ou regular.
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