Psicologia da Educação

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Psicologia da educação e as tecnologias digitais de informação e comunicação.

Psicologia da educação e as tecnologias digitais de informação e comunicação.

Desse modo, ao aproximarmos as TDIC da Psicolo- gia da Educação, há que se destacar que estamos falando não de uma Psicologia da Educação clássica, tradicional e comprometida com os problemas investigados há mais de 40 anos no contexto brasileiro, mas de problemáticas recentes, de questões ainda em formulação, de propostas que têm sido duramente criticadas pelo seu caráter considerado mercanti- lista e de distanciamento entre alunos e professores (Patto, 2013), de desaios que ainda serão inscritos nas pesquisas vindouras. Trata-se de uma Psicologia da Educação em escri- ta e em acontecimento, em que o emprego de conceitos ad- vindos da Educação e da Psicologia mostram-se importantes para o desenvolvimento de respostas novas a desaios novos. O cenário de atuação desse campo ainda está em delimitação, de modo que a pesquisa na área deve ser fomentada tendo em vista as mudanças, os entraves e os diálogos necessários. Uma premissa que pode orientar os pesquisadores é a de que as tecnologias educacionais de- vem estar a serviço do aprendizado e da prática pedagógica, sendo que esta deve ser permanentemente apreciada de modo crítico. A Psicologia da Educação, para além dos tra- dicionais estudos com foco no indivíduo, suas competências e desajustes, deve abarcar o contexto da cibercultura, das interações realizadas por meio de redes sociais, do maior acesso à internet e à tecnologia móvel por parte de alunos e professores, do papel dos grupos nos processos de ensino- -aprendizagem e da função essencial do professor. É na ten- tativa de cotejar essas características que os novos estudos podem se apresentar.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

O objetivo deste trabalho foi compreender como o fenômeno da articulação entre escola e comunidade do entorno se desvelou ao longo de um projeto de literatura marginal, coordenado por jovens da comunidade (coletivos), envolvendo alunos do Ensino Fundamental II da escola. Utilizou como referencial para a compreensão deste fenômeno a visão de pessoa, comunidade e formação de Edith Stein. Trata-se de um estudo em Psicologia da Educação dentro de uma abordagem qualitativa fenomenológica. Inseriu-se numa pesquisa mais ampla que visava acompanhar o processo construtivo de ações articuladas entre diferentes contextos educativos, em um bairro da periferia de São Paulo, com a finalidade de implantar uma proposta de educação em tempo integral. A situação de pesquisa constituiu-se na observação das oficinas de literatura marginal, em encontros com educadores e gestores da escola, e numa entrevista reflexiva com o grupo de alunos que participou do projeto. A compreensão do fenômeno da articulação foi feita segundo a perspectiva da análise compreensiva, tendo como base narrativas elaboradas a partir das observações, dos encontros e da entrevista reflexiva, em diálogo com o referencial escolhido. O fenômeno da articulação mostrou-se como possibilidade de formação de vivências comunitárias, compreendidas por Edith Stein como unidades de vida que se formam em torno de núcleos de sentido comum. Uma vivência comunitária entra em vigor quando os indivíduos se oferecem espontaneamente uns aos outros, estão abertos uns em relação aos outros. O diretor, a coordenadora pedagógica da escola e o educador responsável pelas oficinas partilharam uma vivência comunitária em relação ao sentido do projeto. Neste caso, o núcleo de sentido comum foi a busca pela transformação social através do conhecimento, da cultura; e a compreensão da literatura e da articulação como possíveis caminhos para isto. As oficinas de literatura marginal também se configuraram como uma vivência comunitária na qual o sentido partilhado foi, principalmente, a produção literária. O fenômeno da articulação mostrou-se também como uma possibilidade educativa à medida que provocou mudanças pessoais nos participantes do projeto, tanto no educador responsável, como nos alunos. Estes passaram a se ver como parte da comunidade do entorno e a ter um olhar mais positivo acerca da periferia. Passaram a compreender o conhecimento como ferramenta para transformação pessoal e social. Além disso, aproximaram-se da literatura, produziram e divulgaram seus próprios poemas em saraus da escola. O responsável pelas oficinas, por sua vez, “se descobriu” como educador. Estas mudanças pessoais repercutiram nas suas comunidades de origem, enriquecendo tanto a escola como os coletivos.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

professor às “dificuldades de aprendizagem” apresentadas pelos seus alunos. O referencial teórico adotado foi o da psicologia sócio-histórica, subsidiado pela filosofia e método proposto pelo materialismo histórico dialético. O sujeito da pesquisa foi uma professora de matemática, docente de uma escola estadual do município de São Paulo/SP, com 17 anos de magistério. A coleta de dados envolveu uma entrevista semi- estruturada com a participante, baseada em roteiro previamente elaborado, com foco na história de vida pessoal e profissional, notadamente na temática de interesse. O método seguiu a proposta de Aguiar e Ozella (2006), formando, com base no relato, pré- indicadores, indicadores e, finalmente, núcleos de significação. Os resultados revelaram o conflito, irresoluto, da professora que ora se imobiliza por não ver como é possível ensinar alunos desinteressados, indisciplinados e sem organização mental, ora debruça- se sobre o magistério, para não se identificar com os muitos professores descompromissados que existem por aí. Os germes da contradição se fazem presentes, mas não se sabe se eles, em si, serão capazes de operar mudança na direção esperada, que é a da escola democrática. Com base em uma proposta crítica de Psicologia da Educação, o presente trabalho aponta a necessidade de se focar as dimensões afetivas daqueles envolvidos na relação ensino-aprendizagem, assim como suas condições materiais de existência, compreendendo, para além da aparência, os sentidos constitutivos de suas práticas. Estes aspectos, se inseridos nos processos de formação docente, podem possibilitar uma melhor compreensão dos fenômenos educativos e levar à re-significação da relação ensino-aprendizagem e da concepção, quase sempre unilateral, que os docentes mantém acerca das “dificuldades de aprendizagem”.
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DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Saul (PAREDES; SAUL; BIANCHI, 2006) também do grupo de Educação e Psicologia da UFMT, pesquisou alunos da rede pública, na faixa etária compreendida entre 11 e 15 anos, buscando suas representações sociais a respeito da violência na escola. Foram utilizados questionários e entrevistas como instrumento de coleta de dados. Entre os principais resultados, pode-se destacar que, para os jovens, as agressões físicas e verbais parecem ser os elementos que constituem suas representações sociais de violência; para a maior parte deles, objetivadas em uma imagem nociva. Também se fizeram presentes representações sociais de violência como algo corriqueiro e natural. Porém, interpondo-se a todas essas representações, os jovens relativizam o que sabem da violência, levando em conta quem a pratica, contra quem e por que é realizada, ancorados em conjunto de valores e normas que os orientam.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

desenvolvendo mais e tal... E... Não sei. [...] Nunca parei para pensar. Porque você lê matéria e tal, mas acaba que você não pensa assim: “-Ah, de onde...?” Mas até estava na capa da Veja o negócio dos milionários, não sei se você viu. Lá está falando que, atualmente, é até mais fácil você ganhar dinheiro. Mas agora que você levantou essa questão, até pensei: “-Tá, é fácil você se tornar milionário, mas são poucos também. Continuam fazendo a camada assim, a elite.” E acho que, no Brasil, tem muita pobreza até pelo governo. Não sei. Assim, é porque a gente ouve muito isso. [...] Aí, acaba ficando na cabeça. Mas de aplicação desses programas do Bolsa Família, por exemplo. Eu estava vendo uma matéria dos Estados Unidos que, lá, é meio vergonhoso, assim, para as pessoas receberem apoio do governo. Lógico, quem precisa, recebe. Mas eles tentam arranjar um jeito, um emprego para que eles não precisem mais desse seguro desemprego. E aqui não, aqui tem uns programas do Bolsa Família. Então, se acabasse com o Bolsa Família, ia ser uma revolta total. E tinha muito pobre, aí com o governo do Lula até, aparentemente, diminuiu. Mas porque ele criou bastante esses programas de Bolsa Família e tal. Mas é mais para acalmar, assim, a população pobre. Não mudou muito, assim. [...] Ah, não mudou muito a situação. Cresceu a oportunidade de emprego, ainda mais... Eu tenho visto com a Copa, com as Olimpíadas, vai empregar um monte de gente. Só que, assim, esses programas, na verdade, dão um suporte; mas, mesmo assim, não oferecem emprego para todo mundo. E também tem o negócio das escolas: que tem que ter qualificação. Tipo, tudo bem que tem emprego, mas a pessoa tem que ser qualificada, tem que estar apta para servir. Tem que ter uma boa educação.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

D. terminou o 3º ano do ensino médio em 2008. A jovem descreve que durante o ensino fundamental seu desempenho escolar era bom. “Na escola, assim, eu era aquela aluna que, tipo, até na 8ª série eu era aquela aluna superdedicada. Meu histórico até a 8ª série é legal, assim.” Contudo, ao longo do ensino médio esse quadro alterou-se. “Chegou no 3º minhas notas ficaram 7 mais pra 8 e 9 assim, não era mais aquela aluna de só A (...) no 3º ano, ninguém ‘tá’ nem aí no 3º ano.” Professores relatam que esse desinteresse nas séries finais de cada ciclo é bastante comum no âmbito escolar. Algumas hipóteses foram levantadas acerca do desinteresse dos alunos pela escola, como um todo, na análise realizada a partir dos grupos de discussão, especialmente do Núcleo: Desinteresse pela escola “a maioria não leva a sério a escola” e “você vem à escola e você não recebe, assim, uma educação pra mudar as coisas.” Acrescentamos a essas hipóteses, a de que a escola adota metodologias pouco desafiadoras e instigantes no processo ensino-aprendizagem. Pelo relato de D., identificamos que grande parte da atividade em sala de aula resume-se em realizar cópia do conteúdo. “Fico conversando, daí quando dá, eu copio tudo correndo, mas faço.” Em conversa informal com professores, e por meio de observação da dinâmica em sala de aula 36 , pudemos perceber que o professor utiliza predominantemente a aula expositiva e a lousa, como instrumentos para favorecer a aprendizagem. Dessa forma, o aluno tem poucos momentos para a realização de discussões e de experienciar na prática o conteúdo apresentado. Os professores justificam que
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

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A sala de informática é equipada com iluminação artificial, mesas cadeiras, dois armários e 10 computadores: 05 deles conectados em Rede Mono (processador: Celeron 700 Mhz; Memória: 128 MB, Sistema operacional Windows 2000 e Gravadores de CD 56X Max) e os outros 05 conectados em Rede Disk less (processador: x86 Family 15 Model 4 stepping 9 Genuine Intel ~2672 Mhz; Memória: 494,46 MB, Sistema operacional Windows Server 2003 e Gravadores de CD 56X Max) em sistema BXP com acesso a conexão de Internet INTRAGOV, implantados pela Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo. Os microcomputadores são equipados com mouse PS2, teclado e monitor colorido com tela de 15 polegadas não plana, com recurso multimídia, placa de som, alto falante, havendo ainda 03 impressoras (01 HP Laser Jet 1100; 01 HP 840 C e 01 Epson C87), 01 Hub, 02 Scaners e 10 estabilizadores.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Ao falar sobre o que sua participação gerou, Pedro identificou aspectos positivos no âmbito pessoal, como aprender a conviver, a se tornar um bom pai, esposo e cidadão; a [r]

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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

nasce com o propósito de promover mudanças nos modelos de formação que vêm sendo ofertados aos profissionais da educação do ensino público de São Paulo. Neste sentido, localizamos nosso problema de pesquisa no descrédito que os educadores apresentam em relação a esses modelos de formação, que segundo eles, não reconhecem a realidade escolar e desconsideram a prática do professor. Com base nesta proposta específica de formação de educadores e tendo em vista a trajetória da autora na Educação, que será apresentada no próximo item, pretendemos abordar o tema formação de professores, mais especificamente, formação em serviço, tendo como objeto de pesquisa tal proposta. O objetivo desta pesquisa é compreender o processo constitutivo da proposta de formação em pauta. Para isso, julgamos necessário descrever, analisar e explicar o processo constitutivo desta proposta de formação em serviço por meio dos sentidos e significados constituídos por uma das educadoras idealizadoras e ainda, daqueles contidos em material produzido pelo grupo de educadores durante o processo de formação. Este grupo de educadores é composto por representantes das escolas e compõem uma comissão organizadora desta proposta de formação específica.
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DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Não perguntavam, o ideal mesmo seria se aquele aluno que apresentasse os tais trejeitos fosse expurgado da escola. Então, este foi um tema que a gente se antecipou e não foi assim de repente. (...) A gente foi preparando o campo, foi trazendo outras coisas, teve como base a Instituição de Direitos Humanos então, isto sempre com base nos documentos de referência que o Ministério da Educação e do Ministério da Saúde, por que estando nos parâmetros curriculares funcionais, nós temos liberdade para trabalhar. Por exemplo, o tema da diversidade ele é pouco tocado, o tema da violência também, aparece muito pouco, então, são algumas coisas que a gente reforçou, mas não foi nem a gente que resolveu reforçar, na verdade a gente já recebia informações disso do Programa Nacional, que apesar de ser da Fundação, não significa que a gente também aprendeu. Nestes treze anos do Prevenção, percebemos que existe o componente de vulnerabilidade pode ser visto tanto no âmbito da rede quanto, também, com os programas que existem para diminuir esta vulnerabilidade na sociedade e na cultura que a gente vive.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Decide viver um novo papel: coordenadora pedagógica. Esse novo papel apresenta muitos desafios. É um papel bem diferente daquele como professora da Educação Infantil. Agora tem que lidar com diferentes públicos; se vê em “saias justas”, mas consegue encontrar saídas para essas situações. Fala que os jogos teatrais a ajudam a sair dessas situações. Diz: “de repente bate aquela luz divina”. Podemos ver essa “luz divina” como sua capacidade de buscar, de criar, sua criatividade ao dar respostas para os desafios que vão aparecendo. Também é possível perceber uma flexibilidade ao lidar com um novo papel. Sabe que terá desafios, mas isso não a impede de atuar nesse novo papel.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Para estudar o comportamento humano integral, Vygotsky (1999) recorre à categoria atividade, considerada por ele como fundamental para atingir esse intento. Quando pensamos nas funções psicológicas superiores (pensamento, linguagem, percepção, atenção, memória), temos que pensar que elas são também produto de uma atividade cerebral. Isso é seguir a psicologia dialética: considerar a unidade dos processos psíquicos e fisiológicos. Nós nos constituímos na atividade, na relação com o mundo, com os objetos da cultura, com a história, com os outros homens, mas, além dessa atividade, existe uma atividade interna: a apropriação, pelo sujeito da realidade física e social, transformando-a, ou melhor, convertendo os produtos históricos e sociais em produtos psicológicos. Ademais, precisamos ressaltar que há uma atividade interna que não se refere apenas ao pensamento, às emoções e aos movimentos de ambos: trata-se de uma atividade que envolve reações químicas, movimento e ampliação, que transforma a materialidade do cérebro em atividade cerebral. É preciso, assim, saber que o cérebro permite tanto a atividade do sujeito no mundo (externa) como também atividades internas, próprias do sujeito.
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

“O pesquisador deve prestar atenção, talvez mais do que já faz, ao professor “normal”. Se queremos mudar a educação no Brasil, é preciso desvencilhar-se dessa ideia, bem estranha quando pensamos sobre ela, de que para ser um bom profissional na área da educação e do ensino é necessário ter qualidades que são, na verdade, as de um santo ou de um militante. A situação “normal” – se podemos dizer dessa forma – do professor brasileiro é trabalhar em uma escola pela manhã e em outra à tarde, receber salários muito baixos e, com frequência, mesmo havendo exceções, ter feito o vestibular para pedagogia porque era o mais fácil em determinada universidade. É essa a condição do professor no Brasil e se queremos mudar a educação no Brasil, é preciso sempre pensar nesse profissional real, e não no santo ou militante .” (p.11)
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

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iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii[r]

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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

O estudo do significado da avaliação institucional da educação superior revelou a existência de contradição entre o discurso oficial, os textos legais e o que se tem observado na prática, ainda que haja certo consenso sobre a necessidade da avaliação. Como vimos, as divergências centram-se no papel da avaliação, entre a regulação e a formação. Tais divergências não têm sido resolvidas; antes têm sido ampliadas pela profusão de normas e instrumentos emanados dos agentes estatais. O fato é que a avaliação institucional ganhou espaço e não se constitui em um campo pacífico no cenário educacional brasileiro. De forma geral, reconhece- se o potencial da avaliação institucional para melhorar a qualidade da educação superior e a efetividade do sistema educacional. Por outro lado, o conflito instala-se quando se discute sua utilização ou subordinação à regulação e ao controle do Estado, implicando diretamente a concepção que se tem da qualidade educacional.
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DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

DOUTORADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

A alma, desde seus princípios, deve contar com às condições que a sociedade lhe impõem. Nossa estrutura somática indica até que ponto o homem está relacionado com os demais. Nossos órgãos dos sentidos falam a linguagem da comunidade, sempre encontramos neles a lei superior segundo a qual vivem e se movem: união, relação, tomada de posição a respeito dos demais. Quando do defeito, da deficiência, caberá a esta mesma sociedade e às pessoas que dela fazem parte contribuírem para a formação de valores que recuperem a posição dessa pessoa com alguma deficiência em seus espaços e grupos, além do sentimento de importância e de uma vida útil. Com esse propósito, é, segundo Adler (1930/1959), a psicologia do indivíduo que mostrará o caminho para se chegar ao conhecimento das relações que conduzem à vida comum, daí o interesse pelos estudos sobre as “crianças dificilmente educáveis”. Para Adler, o termo “crianças dificilmente educáveis” é empregado para indicar aqueles que perseguem um fim que não está de acordo com as normais sociais”. Para tanto, diante da psicologia do indivíduo apresenta-se um fim especial:
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

explanação, fez algumas perguntas para os presentes – Por que só as famílias? Por que não os demais segmentos? Esta apresentação inicial teve como objetivo pensar a representatividade como um movimento de constituição de cidadania. As reflexões realizadas neste encontro foram delineando a construção do Projeto de Formação. Foram lembradas as múltiplas atividades da escola que envolvem a participação em especial dos educandos, falou-se da dificuldade em implantar o grêmio, discutiu-se a diferença entre participação e representação, identificou-se a dificuldade de incluir mais uma pauta no calendário de atividades da escola: representação (conhecer a demanda de tempo e escolher se é o caso ou não de começar o projeto), pensou-se na possibilidade de enviar um projeto para Secretaria Municipal de Educação para atribuição de pontos aos professores participantes. A professora Heloisa finalizou o grupo dizendo que “Antes de tudo, o projeto é uma intervenção educativa”. E questionou: “O que representa ser representado?”
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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Percebe-se que há um consenso entre esses pesquisadores a respeito da necessidade de se falar da afetividade na adolescência e da relação do aluno com a escola (ensino, colegas e profi[r]

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MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

MESTRADO EM EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

O documento municipal da década de 1970, citado por Souza (2012), em seu estudo foi O Currículo Pré-escolar, publicado em 1975, que apontava para uma educação compensatória, colocando a criança como um ser idealizado e universal, sem levar em conta suas especificidades e singularidades. Neste, a matemática deveria ser trabalhada considerando o raciocínio lógico-matemático. Não havia distribuição do currículo em disciplinas, mas o enfoque era dado para três aspectos: sociocultural, psicológico e biológico, ficando os conteúdos matemáticos incluídos no aspecto psicológico. A autora apontou para contradição no documento, pois, embora ele pretendesse o desenvolvimento global da criança (conforme pode ser observado na figura 1), seu direcionamento era para uma educação compensatória, o objetivo principal era a escolaridade futura e não estava centrado na criança presente. Os referenciais teóricos do documento eram os estudos científicos de Jean Piaget.
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