Qualidade da educação básica

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Competências leitoras no Saeb: qualidade da leitura na educação básica.

Competências leitoras no Saeb: qualidade da leitura na educação básica.

O docente é a figura que tem contato direto com o leitor em for- mação. As avaliações, as escalas de desempenho, as matrizes, os resul- tados e o que eles significam apontam caminhos que o docente pode seguir na tentativa de melhorar o quadro do leitor em formação e, con- sequentemente, a qualidade da educação básica. Hoje, segundo Castro (2009), o que se quer de forma mais complexa é “[...] construir e valorizar a boa escola pública, agora democrática e para todos” (Castro, 2009, p. 7), mas, para isso, é necessário prestar atenção aos resultados do siste- ma de avaliação em busca dessa melhoria, desde o macro até o micro, ou seja, não só todas as instâncias do governo (federal, estadual, muni- cipal), mas também os profissionais da educação diretamente ligados à escola, sendo o docente uma das principais figuras desse processo.
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Concepções de qualidade da educação básica forjadas por meio de avaliações em larga escala.

Concepções de qualidade da educação básica forjadas por meio de avaliações em larga escala.

primeira iniciativa de âmbito nacional conduzida pelo executivo federal, inicial- mente se caracterizou por avaliação de proficiência dos alunos, por amostragem das redes de ensino, em cada unidade da Federação, tendo foco nas gestões dos sistemas educacionais. A partir de 2005 passou a ser constituído por duas vertentes: a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), que mantém as características do Saeb tal como delineado originalmente e a Avaliação Nacio- nal do Rendimento Escolar (Anresc), conhecida como Prova Brasil, de base censitária, disponibilizando resultados para cada unidade da federação, por municípios e escolas. Apresenta-se com o objetivo de auxiliar os governantes nas decisões e no direcionamento de recursos técnicos e financeiros, assim como a comunidade escolar no estabelecimento de metas e implantação de ações pedagógicas e administrativas, visando à melhoria da qualidade do ensino.
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Expansão e qualidade da educação básica no Brasil.

Expansão e qualidade da educação básica no Brasil.

Em 15 de março de 2007, é divulgada uma política de governo deno- minada Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE – que, pela primeira vez no Brasil, envolve em um mesmo eixo diretor a educação básica, superior, profissional e continuada. O PDE surge num momento em que a educação brasileira, sob o impacto da divulgação da série histórica do Saeb do período 1995-2005, é considerada uma das piores do mundo, ressaltando a necessi- dade de que uma ação conjunta das esferas municipais, estaduais e federal seja empreendida para enfrentar os problemas. O foco da visão sistêmica preten- dida pelo PDE para a educação básica contempla a melhoria da qualidade por meio do aumento nos investimentos e aperfeiçoamento da gestão de recursos pelos agentes públicos responsáveis. Entre as medidas adotadas, está a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb –, decorrente de uma nova geração de indicadores para avaliar a qualidade de ensino no país. A nova concepção de cálculo de qualidade representado pelo Ideb combina o desempenho da aprendizagem com o fluxo escolar, atribuindo notas de zero a dez a cada município. Com base nessa nota, está prevista a distribuição de recursos adicionais para os municípios com os escores de qualidade mais bai- xos, tendo em conta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb. A princípio, tanto nesse último sistema quanto no anterior, o Fundef, a estratégia básica é disponibilizar um valor anual mínimo por matrícula a cada rede educacional existente no país. As análises revelam que:
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Qualidade na educação básica: ações e estratégias dinamizadoras.

Qualidade na educação básica: ações e estratégias dinamizadoras.

RESUMO – Qualidade na Educação Básica: ações e estratégias dinamiza- doras. O artigo tem por objetivo analisar ações e estratégias recorrentes, dinamizadas por escolas públicas de ensino fundamental com o propósito declarado de melhorar a qualidade da educação básica. Partindo dos re- sultados registrados por essas escolas em tradutores oficiais de qualida- de, realça traços comuns entre medidas operadas a partir da publicação do Ideb de 2009, resultados escolares alcançados e variações nos índices e indicadores oficiais do período, sinalizando questões derivadas das ten- dências identificadas. Conclui demonstrando não haver correspondência uniforme entre ações dinamizadas e alcance de melhores índices oficiais, o que confirma a necessidade de um olhar atento ao que as escolas elegem como ações propulsoras de qualidade.
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O impacto do desempenho das instituições de educação básica na qualidade do ensino superior.

O impacto do desempenho das instituições de educação básica na qualidade do ensino superior.

Esta pesquisa analisou a eficiência educacional das Unidades Federativas (UF) do Brasil, relacionando o desempenho das instituições de Educação Básica com a qualidade alcan- çada pelas instituições do ensino superior. Além disso, investigou-se em qual nível da Educação Básica devem alocar-se esforços para melhoria da eficiência educacional de cada UF. A eficiência educacional foi medida considerando a relação entre o índice de qualidade do Ensino Superior (produto) e o desempenho da Educação Básica (insumos). O desempenho da educação básica levou em consideração o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), já a qualidade do Ensino Superior foi determinada pelo Índice Geral de Cursos (IGC). Através de uma técnica denominada Data Envelopment Analysis, foram identificadas as UFs mais eficientes e as metas de melhoria para as menos efici- entes. Os resultados indicaram ainda que, em geral, os anos iniciais do Ensino Funda- mental merecem maior atenção por parte dos gestores e governantes.
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Uma amostra da qualidade de vida de professores da educação básica

Uma amostra da qualidade de vida de professores da educação básica

composto de 26 questões que envolvem diferentes aspectos: duas questões voltadas a autoavaliação da qualidade de vida e o restante (24 questões) contemplam quatro domínios, constituídos por facetas. Cada domínio pode ser avaliado pelo sujeito com valores de 0 a 5, conforme sua ocorrência. No domínio I_ físico, são avaliados os seguintes aspectos: dor e desconforto; energia e fadiga; sono e repouso; mobilidade, atividades da vida cotidiana; dependência de medicamentos ou tratamentos; e capacidade de trabalho. No domínio II_ psicológico, avaliam-se: sentimentos positivos; pensar, aprender, memória e concentração; autoestima; imagem corporal e aparência; sentimentos negativos; e espiritualidade. No domínio III_ de relações sociais, avaliam-se: relações pessoais; suporte social; e atividade sexual. Por fim, o domínio IV_ meio-ambiente, avalia os níveis de: segurança física e proteção; ambiente no lar; recursos financeiros; cuidados com a saúde e sociais; oportunidades de adquirir novas informações e habilidades; oportunidade de lazer; ambiente físico e transporte. Este instrumento de coleta nos permite uma abordagem quantitativa do processo.
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Qualidade e eqüidade na educação básica brasileira: as evidências do SAEB 1995-2003

Qualidade e eqüidade na educação básica brasileira: as evidências do SAEB 1995-2003

O tempo todo, nesta tese, tem-se deixado claro que a qualidade dos sistemas educativos está sendo investigada com base no desempenho cognitivo dos seus alunos, que é aferido por testes individuais de Matemática e Leitura. Esse é um recorte feito, afinal, sabe-se que as escolas desenvolvem muitas outras competências além das cognitivas. Esse recorte, às vezes, é utilizado como desculpa pela rede pública para justificar a má qualidade constatada. O argumento, nesses casos, é de que a rede particular preocupa-se muito mais com o cognitivo, principalmente, por conta da preparação de seus alunos para os exames vestibulares e pela autonomia que essas escolas têm para moldar seu projeto pedagógico. Em contrapartida, na rede pública, é uma minoria de alunos que busca os exames vestibulares mais concorridos, e o projeto pedagógico, ainda que construído pela comunidade escolar, tem seus moldes “amarrados” pelas propostas das secretarias de educação. Nesse contexto, o discurso de defesa, apresentado pela rede pública, gira em torno do argumento que não se tem uma qualidade como seria desejável, mas, em compensação, forma-se o aluno como cidadão e promove-se a educação para todos, ou seja, é uma rede rica em projetos que maximizem a eqüidade nas escolas.
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Avaliação e classificação de instituições de ensino médio: um estudo exploratório.

Avaliação e classificação de instituições de ensino médio: um estudo exploratório.

Com o objetivo de minimizar o proble- ma de acesso ao ensino superior dos estudan- tes oriundos de escolas públicas, o governo federal e alguns governos estaduais têm ado- tado medidas, tais como a reserva de vagas em universidades públicas, a serem preenchi- das através do sistema de cotas sociais e ra- ciais, e a concessão de bolsas de estudo para alunos matriculados em instituições de ensino superior privadas. Motivo de discussões entre educadores e pesquisadores de diversas áreas de conhecimento, a análise da viabilidade e da efetividade das políticas de concessão de bol- sas e do emprego de cotas sociais e raciais não está no contexto do presente artigo. Porém, é de senso comum que a adoção dessas medidas, por si só, não resolverá o problema de baixa qualidade da educação básica brasileira. Mais ainda, é perceptível que ingressantes no ensi- no superior por meio dessas políticas trazem consigo fragilidades e deficiências não sana- das durante o ensino básico.
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Affirmative Action in Brazilian Educational Research

Affirmative Action in Brazilian Educational Research

b. outro argumento, que o necessário seria melhorar a educação básica de forma a dar a todos/as condições de igualdade também revelou-se inconsistente. No período entre 2003 e 2014, a educação básica apre- sentou, por um lado, faltas e lacunas, por outro, melhora constante no investimento e nos indicadores (por exemplo cobertura na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, taxas de escolarização líquida e bruta, média de anos de estudo). No ano de 2014 foi aprovado o PNE - Plano Nacional de Educação (Lei 13.005 de 25/06/2014) e as metas aprovadas projetavam significativos avanços em todas etapas e modalidades e com uma meta específica (Meta 8) de igualar a esco- laridade média de brancos/as e negros/as. Em 2016, após o golpe que afastou a então presidenta, foi aprovada a restrição orçamentária que proíbe o aumento do investimento do governo em políticas sociais o que, na prática, inviabiliza o Plano Nacional de Educação e coloca a rota da qualidade da educação básica e dos indicadores educacionais no rumo de aumento das dificuldades e restrições. Olhando para os anos que se passaram desde o início do debate sobre cotas na universidade, temos a ampliação de qualidade da educação básica que não se refletiu de forma linear no ingresso de negros/as nas universidades e, caso não tivessem sido adotadas políticas afirmativas (cotas e PROUNI) a desigualdade entre negros/as e brancos/as no ensino superior teria continuado sua trajetória de aumento. Com a adoção das referidas políticas a desigual- dade deixou de se ampliar, estabilizando. O monitoramento do PNE terá resultados mais relevantes, mas as projeções, com a diminuição de investimento na educação, são pessimistas. Ou seja, o argumento de resolver a desigualdade no Ensino Superior via a Educação Básica não se aproximou nos anos recentes e está em rota de tornar mais distante nos próximos anos. Assim como a ideia de que cotas para negros no ensino superior teriam algum efeito em diminuição de qualidade na Educação Básica ou Ensino Superior não tem nenhum dado ou estudo entre os examinados que as sustente;
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O PIBID de Ciências Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso e a formação de professores de Sociologia para a Educação Básica

O PIBID de Ciências Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso e a formação de professores de Sociologia para a Educação Básica

Os seis objetivos expressam que a ação está alinhada à ideia, compartilhada por vários intelectuais universitários, con- sultores de agências multilaterais e gestores dos sistemas de en- sino, de que a questão docente é ponto fulcral para a solução do problema da qualidade da educação básica (para citar apenas alguns, Namo de Mello, 2000; Gatti e Barreto, 2009; Lozano et al., 2010; OECD, 2011). Tomando os três primeiros e o penúltimo objetivo, uma das inferências possíveis sobre os pressupostos do modus operandi do Programa é que ele não apenas aposta no aperfeiçoamento da formação dos professores e valorização da carreira como forma de atrair novos profissionais e incentivar a permanência daqueles já atuantes nos sistemas públicos de en- sino, mas parece considerar a própria qualificação como um pro- pulsor da valorização da carreira entre professores em exercício e futuros professores. Possibilita maior interesse entre os atores do processo educativo, especialmente estudantes, professores de ensino superior e da educação básica, gerando um ambiente institucional formativo de maior colaboração, evidenciando as expectativas de dois atores: “os licenciandos e os professores das escolas” (Santos, 2014, p. 56). Deixa entrever, assim, a expecta- tiva implícita de que o acesso a uma formação diferenciada (e à condição de bolsista) atue como determinante na criação de um status mais atraente para a profissão. Se estivermos certos a esse respeito, a efetividade do Programa, para seus proponentes, estaria identificada com a valorização do profissional docente e com sua capacidade de influenciar positivamente na qualidade da educação básica.
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Oferta educativa e responsabilização no PDE: o Plano de Ações Articuladas.

Oferta educativa e responsabilização no PDE: o Plano de Ações Articuladas.

O artigo analisa perspectivas de responsabilização presentes no Plano de Desenvolvimento da Educação apresentado à sociedade brasileira em 2007 pelo Ministério da Educação. O plano, composto por programas e ações com o objetivo declarado de promover a melhoria da qualidade da educação básica brasileira, é, entre outras medidas, operacionalizado pelo Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, discutido neste trabalho a partir de um de seus aspectos: o estabelecimento de convênios entre os municípios e a União, por meio da elaboração local de um Plano de Ações Articuladas. Por esse instrumento, os gestores municipais se comprometem a promover um conjunto de ações no campo educacional, responsabilizando-se pelo alcance das metas estabelecidas pelo âmbito federal. Em contrapartida, passam a contar com transferências voluntárias e assessoria técnica da União. Considera-se, na análise, o contexto de reforma do Estado e das políticas de descentralização na oferta educacional.
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Desafios e limitações na comunicação entre discente e docentes do PARFOR na realidade amazônica

Desafios e limitações na comunicação entre discente e docentes do PARFOR na realidade amazônica

A experiência ora relatada, aconteceu num município amazônico, com uma tur- ma de Pedagogia, do Plano Nacional de Formação de Professores (PARFOR). O re- ferido plano tem como objetivo induzir e fomentar a oferta de educação superior, gratuita e de qualidade, para professores em exercício na rede pública de educa- ção básica, para que esses profissionais possam obter a formação exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacio- nal – LDB e contribuam para a melhoria da qualidade da educação básica no País. (Brasil, 2009).
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Rev. adm. contemp.  vol.12 número3

Rev. adm. contemp. vol.12 número3

A aprovação do Fundef (Fundo de desenvolvimento do ensino fundamental e valorização do magistério) foi fundamental para o processo de expansão do ensino. Seu objetivo era o de regular: os recursos direcionados à educação, gasto médio por aluno, subsídio do governo e aumento do salário dos professores, entre outros. A qualidade do ensino foi garantida com medidas como: atenção diferenciada ao censo escolar, a bolsa escola federal e programas de garantia da qualidade da educação básica com ações de capacitação de professores, avaliação de livros didáticos, TV escola, aceleração escolar (hoje analisada de forma controversa) e acesso aos fundos de recursos que ajudaram o investimento do governo em sua estrutura descentralizada.
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A perda de vínculos familiares, escolares e sociais e suas consequências para o desenvolvimento educacional das crianças

A perda de vínculos familiares, escolares e sociais e suas consequências para o desenvolvimento educacional das crianças

A tarefa de construir um cidadão capaz de relacionar-se com a sociedade de forma positiva exige um envolvimento conjunto, uma consciência humanitária e atitudes sólidas em várias frentes. Nos países em desenvolvimento, a preocupação é questão de conscientização política em se tratando de ações públicas. Aspectos que diminuam os fatores de risco que desestruturem a família e sua inserção na sociedade podem ser considerados como atenuantes da desistência do processo educacional. Diante disso, percebemos o quanto se amplia as práticas para se atingir o objetivo: Educação Básica de qualidade para todos.
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O CARÁTER E VALORES DA REFORMA E DO PACTO EDUCACIONAL NO GOVERNO DE GOIÁS, 2011-2014 DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i1.2608

O CARÁTER E VALORES DA REFORMA E DO PACTO EDUCACIONAL NO GOVERNO DE GOIÁS, 2011-2014 DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v14i1.2608

O documento de apresentação da Reforma Educacional possui cinco pilares norteadores do Pacto Educacional, com 25 diretrizes orientadoras, que serão observadas em alguns de seus pontos relevantes. A configuração da Reforma Educacional em seus pilares organizava-se em um sentido tendo para cada pilar estratégico metas definidas para a educação básica de Goiás. O primeiro pilar foi apresentado tendo como o objetivo valorizar e fortalecer o profissional da educação. Nesta questão, a qualidade da educação foi associada à qualidade dos docentes, diretores e aos demais servidores da escola. Importante destacar algumas medidas que estavam no documento da reforma educacional que já estavam em execução. Neste caso, já existiam o curso preparatório para os candidatos a diretor, ocorrendo na sequência avaliação, os aprovados na avaliação criavam um plano educacional para as escolas, permitindo que a comunidade pudesse ter informações para as eleições, os diretores tiveram um aumento de 45% nas gratificações. No campo das propostas, tinha como meta a valorização da carreira do profissional da educação e nesta visão defendia-se a o pagamento do piso, através de parcerias com o governo federal e racionalizaçãodos gastos para a efetivação do piso; tornar a carreira mais atrativa para os
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O PIBID E A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR: SABERES NECESSÁRIOS PARA A PROFISSÃO DOCENTE

O PIBID E A CONSTITUIÇÃO DO SER PROFESSOR: SABERES NECESSÁRIOS PARA A PROFISSÃO DOCENTE

Incentivar a formação de docentes em nível superior para educação básica; contribuir para a valorização do magistério; elevar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciaturas; promover a integração entre educação superior e educação básica; inserir os acadêmicos de licenciatura no cotidiano das escolas da rede pública de educação; proporcionar aos acadêmicos de licenciatura oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar que busquem a superação de problemas identificados no processo de ensino e aprendizagem; incentivar as escolas de educação básica pública a mobilizar seus professores a serem co-formadores destes acadêmicos; contribuir para a articulação entre teoria e prática necessária à formação dos docentes elevando a qualidade das ações acadêmicas nos cursos de licenciatura.
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aval.pol.públ.Educ.  vol.19 número72

aval.pol.públ.Educ. vol.19 número72

“O impacto do desempenho das instituições da educação básica na qualidade do ensino superior”, foi a pesquisa realizada por Maria Cristina Nogueira Gramani e André Luis de Castro Moura Duarte, na qual é analisada a eficiência educacional das Unidades Federativas(UF) do Brasil, relacionando o desempenho das instituições de educação básica com a qualidade alcançada pelas instituições de ensino superior.

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Reflexões sobre a importância da Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática no Brasil: A experiência do Programa da Universidade Luterana do Brasil

Reflexões sobre a importância da Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática no Brasil: A experiência do Programa da Universidade Luterana do Brasil

O programa tem desenvolvido diferentes trabalhos de pesquisa procurando reduzir a lacuna existente entre a pesquisa em ensino de Ciências e Matemática e sua incorporação efetiva na prática docente nas escolas da Educação Básica, buscando formar profissionais da Educação em Ensino de Ciências e Matemática. Busca-se atuar na formação inicial e continuada de professores de Ciências Biológicas, Física, Química, Matemática, Pedagogia. Com estes propósitos os professores, que atuam no PPGECIM, possuem o compromisso de atuar nos cursos de Licenciatura da ULBRA, buscando desenvolver uma formação de acordo com os princípios que são considerados importantes pelo grupo de professores do PPGECIM, como: uma educação atual e comprometida com o desenvolvimento de competências e habilidades para atuar com qualidade na Educação Básica e Ensino Superior com um currículo moderno, atualizado e de acordo com a diretrizes curriculares, tanto das Área de formação quanto da Área de formação de professores.
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Contexto escolar e indicadores educacionais: condições desiguais para a efetivação de uma política de avaliação educacional.

Contexto escolar e indicadores educacionais: condições desiguais para a efetivação de uma política de avaliação educacional.

A introdução do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) pelo governo federal representou uma mudança significativa na forma como a educação passou a ser acompanhada no Brasil. O Ideb é o indicador de qualidade desenvolvido para avaliar a educa- ção oferecida no país e em cada unidade da federação, município e escola pública. Ele serve também para acompanhar a melhoria da qualidade educacional segundo metas preestabelecidas. Seu uso para essas finalidades tem suscitado debates sobre o tipo de políti- ca de responsabilização que o indicador engendra. Argumenta-se, neste artigo, que o Ideb coloca foco em resultados finalísticos, sem considerar as condições que propiciam a obtenção de tais resul- tados. O trabalho analisa a relação entre o indicador e o contexto escolar, considerando para tal o perfil de seus alunos e as carac- terísticas do estabelecimento de ensino. A análise empírica utiliza dados da Prova Brasil, do Censo Escolar e do próprio Ideb, por meio de modelos de regressão linear múltipla. Os resultados mostram que as escolas que atendem a alunos de menor nível socioeconômico, como esperado, têm piores resultados, mesmo com o controle de outras características. Para essas escolas, é muito mais difícil elevar o valor do indicador. Além disso, as condições de infraestrutura e de complexidade da instituição também guardam relação com o Ideb. Por fim, os resultados indicam que são necessárias políticas de superação dessas limitações e que tais condições não podem ser ignoradas na análise do Ideb.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO ROBSON ANTÔNIO DOS REIS VEIGA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO ROBSON ANTÔNIO DOS REIS VEIGA

A presente pesquisa insere-se na linha de pesquisa Estado, Políticas e Gestão em Educação do Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e se articula ao Projeto do Observatório da Educação (OBEDUC) “Avaliação do Plano de Ações Articuladas: um estudo nos municípios do Rio Grande do Norte, Pará e Minas Gerais, no período de 2007 a 2012”. Ela se propõe a investigar a questão da qualidade no âmbito das políticas educacionais para a educação básica no período de 2003 a 2010. Mais especificamente, tem como objetivo analisar as concepções de qualidade que permeiam as políticas educacionais no âmbito da educação básica constituídas entre 2003 a 2010, nos governos de Lula. A metodologia adotada foi a análise bibliográfica com o propósito de compreender pontos acerca de gestão educacional, qualidade da educação e políticas educacionais para a educação básica no Brasil. Também foi feita a análise documental para verificar textos legais, planos, programas, projetos, estudos, dentre outras publicações concernentes ao nosso objeto de pesquisa. O caminho percorrido nesta pesquisa demonstrou a centralidade do tema da qualidade no contexto das políticas públicas implementadas no Brasil a partir da década de 1990, quando ocorreu uma reestruturação administrativa do estado brasileiro, sobretudo por conta da adoção do modelo gerencial no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). A marca da gestão gerencial no âmbito da educação é típica do mundo empresarial, e denominada de Gestão da Qualidade Total (GQT). Em contraposição a essa concepção de qualidade, diversos educadores têm defendido a qualidade social da educação. Mais recentemente, durante as políticas educacionais do governo Lula, um conjunto de ações, planos e programas foi lançado para promover a melhoria da qualidade da educação; como, por exemplo, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Na educação básica, por meio do Decreto 6.094/2007 foram instituídos o Plano de Metas Compromisso Todos Pela Educação, o índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e o Plano de Ações Articuladas (PAR). Os resultados revelam que: a) de maneira ambígua, a Gestão da Qualidade Total e a qualidade social permearam o debate em torno das ações políticas no governo Lula (2003-2010); b) a discussão da qualidade se deu a partir do planejamento estratégico ancorado na Constituição Federal de 1988; c) o Plano de Metas objetiva a melhoria da qualidade da educação a partir do fortalecimento da colaboração entre os entes federados; d) O IDEB foi estabelecido como se fosse sinônimo de qualidade; e) o PAR é um instrumento de planejamento por meio do qual o governo federal pretende fortalecer o regime de colaboração.
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