Qualidade de vida - portadores de hanseníase

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Qualidade de vida em pacientes idosos portadores de hanseníase

Qualidade de vida em pacientes idosos portadores de hanseníase

A Hanseníase é uma doença infectocontagiosa crônica, de notificação compulsória, sendo obrigatória sua investigação. É causada pelo Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen (parasita intracelular), de alta infectividade, baixa patogenicidade e alta virulência. Alguns sinais do envelhecimento cutâneo podem dificultar o diagnóstico da Hanseníase em pacientes idosos. OBJETIVOS: Avaliar a QV de idosos portadores de Hanseníase em comparação com idosos sem a doença, no município de São Mateus, situado na região norte do estado do Espírito Santo, comparar a QV de idosos portadores de Hanseníase de acordo com as seguintes variáveis clínico- demográficas: sexo, forma clínica, profissão e verificar a existência de correlação entre a QV de idosos portadores de Hanseníase e as seguintes variáveis demográficas: idade e grau de escolaridade. METODOLOGIA: este estudo foi constituído exclusivamente de Idosos em tratamento de Hanseníase, na Cidade de São Mateus, localizada na Região Sudeste, situada ao extremo norte do estado do Espírito Santo, próximo ao Sul da Bahia, e idosos sem Hanseníase, provenientes de instituições hospitalares e Unidades Básicas de Saúde na mesma cidade. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário composto de questões estruturadas, com perguntas sobre os aspectos socioeconômicos da Organização Mundial da Saúde. O primeiro teste realizado no presente estudo foi o teste de Shapiro - Wilk para verificar a normalidade dos dados. O coeficiente de alpha-Cronbach foi utilizado para verificar a confiabilidade da consistência interna obtida nos domínios e escalas dos questionários WHOQOL e WHOQOL-BREF. Para a comparação entre as frequências de homens e mulheres entre os grupos estudo e controle, foi realizado o teste de Qui-Quadrado. Para a comparação das medianas das idades foi feito o teste de Mann-Whitney. O coeficiente de correlação de Spearman verificou somente no grupo de estudos a presença de correlações entre idade dos portadores, número de lesões cutâneas, avaliação de incapacidade e domínios e facetas do WHOQOL- BREF e WHOQOL-OLD, respectivamente. O nível de significância utilizado nesse estudo foi de p ≤ 0,05. RESULTADOS: Este trabalho concluiu que não existe diferença entre a Qualidade de Vida de idosos portadores de Hanseníase em comparação com idosos sem a doença; porém, os idosos sem Hanseníase avaliam melhor sua saúde. Os portadores da forma tuberculoide são os mais insatisfeitos com a sua saúde. Observou-se ainda que quanto mais elevado o grau de incapacidade, menor apoio social sente o paciente e sua atividade sexual é prejudicada.
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PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

Eu,________________________________________________________________ abaixo assinado, concordo em participar da pesquisa intitulada "Perfil clínico- epidemiológico e qualidade de vida em crianças e adolescentes portadores de hanseníase no tratamento e pós alta no município de Palmas- TO, que será realizada juntamente com dados da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde do Tocantins, consulta aos prontuários nas Unidades Básicas de Saúde que fazem parte do programa de controle de hanseníase no município de Palmas, seguida de visita domiciliar para entrevista dos menores, com o objetivo de analizar o perfil clínico e epidemiológico, bem como mensurar o grau de qualidade de vida nos menores hansênicos envolvidos na pesquisa. Por se tratarem de menores de idade, os pais ou responsáveis foram esclarecidos sobre os objetivos da pesquisa e, para tanto, autorizarem a participação dos seus filhos, assinando este termo.
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Avaliação da variabilidade da frequência cardíaca, capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes portadores de Hanseníase

Avaliação da variabilidade da frequência cardíaca, capacidade funcional e qualidade de vida em pacientes portadores de Hanseníase

presença de deformidades deteriora a capacidade funcional (CF) e qualidade de vida (QV). Objetivo testar a validade do teste de Glittre na avaliação da CF em pacientes com hanseníase, e comparar o estado funcional e a QV. Método: Foram envolvidos no estudo pacientes com hanseníase (GH) e controles (GC) saudáveis pareados por idade e sexo. Foi aplicado teste de Glittre de avaliação da capacidade funcional, questionário de QV, e apenas o GH respondeu a escala SALSA de avaliação de atividade e consciência e risco. Resultados: Foram avaliados 16 pacientes do GH e 11 do GC. O GH teve pior desempenho no teste de Glittre que o GC (5,0±0,9 vs 3,1±0,7seg;p=0,001). A escala SALSA mostrou moderada limitação no GH (29 [19-45]) e escore de consciência e risco baixa percepção (0 [0-8]). Foi observada moderada relação entre teste de Glittre e escala SALSA (r=0,69). O GH apresentou pior QV relativa ao domínio físico
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Perfil clínico e sócio-demográfico e qualidade de vida de (ex) portadores de Hanseníase.

Perfil clínico e sócio-demográfico e qualidade de vida de (ex) portadores de Hanseníase.

Entre os principles e diretrizes do PNCH encontra-se: fortalecer a insercab da politica sobre hanseniase nos pactos firmados entre gestores municipals, estaduais e federal, e nos instr[r]

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Trajetória de vida de ex-portadores de hanseníase com histórico asilar

Trajetória de vida de ex-portadores de hanseníase com histórico asilar

Brasil (1999) também chama a atenção para um aspecto primordial do trabalho de controle da hanseníase: as ações de caráter educativo e de mobilização junto à população, aos familiares e ao paciente, a fim de que todos da comunidade sintam-se responsáveis pela eliminação desse problema de saúde pública. No entanto, estudos revelam serem poucas as ações de enfermagem voltadas à educação em saúde, visitas domiciliares e trabalhos de grupo, caracterizando-se no modelo assistencial de pronto atendimento (MAGALHÃES et al., 2008). Para Silva, Silva e Lonsing (2006), a assistência no nível primário de atenção à saúde deve estar sempre focada nas atividades de prevenção e de vigilância à saúde, nas quais devem ser realizadas principalmente através da orientação/educação dirigidas à população. Assim, ações educativas de prevenção, trabalhos em grupo com vistas na diminuição do estigma e na melhora da qualidade de vida do portador de hanseníase são de fundamental importância para o controle da doença.
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Qualidade de vida de pacientes portadores de doença inflamatória intestinal.

Qualidade de vida de pacientes portadores de doença inflamatória intestinal.

Os pacientes apresentaram alteração da QV, sobretudo, quando a doença estava em atividade, homens e fumantes apresentaram repercussões mais severas na QV. Medidas de promoção e prevenção às crises devem ser implementadas, assim como suporte psicológico, social e educacional, considerados para melhorar a assistência aos mesmos e manter e/ou melhorar a QV dos portadores de DII. Novos estudos sobre o assunto e com outros tipos de desenho precisam ser desenvolvidos com os portadores de DII para subsidiar os profissionais da saúde em suas decisões nessa área.

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Qualidade de vida em portadores crónicos do vírus da hepatite B

Qualidade de vida em portadores crónicos do vírus da hepatite B

No que diz respeito à forma como o VHB causa a doença hepática, pode-se dizer que existem duas condições que concorrem concertadamente para a lesão hepática: por um lado, a replicação vírica e a consequente produção de proteínas víricas; por outro lado, a activação dos linfócitos e a mediação do HLA. Se esta reacção for excessiva existe o risco de a necrose celular ser demasiado extensa e o fígado entrar em colapso, correspondendo à hepatite fulminante. Nestes casos a recuperação faz-se praticamente sempre com a cura completa. Se o ataque imune for moderado ou ligeiro corre-se o risco de a hepatite progredir para a cronicidade, o que pode acontecer nos indivíduos com imaturidade do sistema imunológico, como crianças ou por imunodeficiência congénita ou adquirida. No outro extremo estão os indivíduos que não reagem contra o vírus e, como tal, são portadores crónicos sem evidência da doença, apesar dos elevados níveis de vírus em circulação. Estes casos são mais comuns na infecção dos recém-nascidos, nos tratamentos intensivos com potentes imunossupressores, com acontece, por exemplo, nos doentes transplantados, e mais raros nos adultos (Velosa et al.,2007).
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Fatores que interferem na qualidade de vida com diabetes : a opinião dos portadores

Fatores que interferem na qualidade de vida com diabetes : a opinião dos portadores

Observou-se que o fato de ser diabético, ou lidar com a diabetes são situações que podem interferir muito na vida do portador, como por exemplo: "ser diabético me tira muito a alegria" (suj 1); "tenho medo de ter complicações, além de achar ruim aplicar insulina, é muito chato aplicá-la, ir ao médico, seguir a dieta. Tenho medo de não ter dinheiro para pagar meu tratamento" (suj 6); " na minha família só eu sou diabético. O que Deus fez comigo ou o que eu fiz para merecer essa doença?" (suj 67). Mas, houve também portadores que a descrevem como interferência positiva no seu dia-a-dia, como: "posso dizer que nasci de novo. Só que agora vou viver bem melhor que antes, nada de gula ou sedentarismo. Agora sim vou viver com saúde" (suj 5); "não me mudou em nada minha qualidade de vida, é a mesma, ela é uma companheira" (suj 70). Isso mostra que a individualidade é o ponto crucial do tratamento da diabetes, os profissionais da área da saúde não podem generalizar as conclusões a respeito da interferência da diabetes na vida do portador.
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Qualidade de vida e percepção da doença entre portadores de hipertensão arterial.

Qualidade de vida e percepção da doença entre portadores de hipertensão arterial.

Objetivou-se investigar a qualidade de vida de porta- dores de hipertensão arterial e associar estes resulta- dos à percepção dos pacientes sobre a gravidade da do- ença. Foram avaliados 113 pacientes com hipertensão arterial em seguimento em uma unidade de saúde de Fortaleza, Ceará, Brasil, de maio a agosto de 2002, uti- lizando-se uma escala de avaliação internacional de qualidade de vida, denominada SF-36. Do total de pa- cientes, 77% eram do sexo feminino, grande proporção com idade superior a 50 anos, vivendo com familiares e exercendo algum tipo de ocupação. Pela avaliação da SF-36, observou-se comprometimento da qualida- de de vida nos diferentes domínios, embora os pacien- tes tenham considerado a doença como sem gravidade e curável. Essas circunstâncias podem interferir no acompanhamento da doença ao longo do tempo, situ- ação que compromete sua qualidade de vida. Confor- me se conclui, a avaliação pela SF-36 entre os porta- dores de hipertensão arterial produziu resultados sig- nificativos, indicando prejuízo geral na qualidade de vida. De acordo com o apontado por esses resultados, a hipertensão prejudica as dimensões sociais e físicas dos pacientes, mas tal situação poderá ser alterada com prestação de serviços qualificados.
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Variáveis psicológicas envolvidas na qualidade de vida de portadores de epilepsia.

Variáveis psicológicas envolvidas na qualidade de vida de portadores de epilepsia.

A QV sofre influência de vários fatores relacionados às estratégias de adaptação psicossocial (Kempen et al., 1997), os traços de personalidade do indivíduo (Rose, Derry & McLachlan, 1996), sua história e expectativas em relação à vida (Calman, 1984), seu auto-conceito (Calman, 1984) e sua auto-eficiência (Amir, Roziner, Knoll & Neufeld, 1999), o su- porte social que recebe das pessoas que lhe são significati- vas (Amir et al., 1999), seu locus de controle (Amir et al., 1999; Hermann, Whitman, Wyller, Anton & Vanderzwagg, 1990; Gonipath, Radhakrishnam, Sarma, Jayachandran & Alexander, 2000; Kempen et al., 1997) e a percepção de controle de cri- ses. Dentre estes fatores, esta última foi a variável subjetiva pesquisada neste estudo.
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Qualidade de vida de portadores de dores crônicas em tratamento com acupuntura

Qualidade de vida de portadores de dores crônicas em tratamento com acupuntura

Dor é sintoma de alerta, comum nas enfermidades e com impacto negativo na vida das pessoas, que buscam alternativas para seu alívio, sendo a acupuntura usada pelo efeito analgésico. Questiona-se se a qualidade de suas vidas (QV) foi alterada após o início da acupuntura. Objetivou-se analisar a QV dos portadores de dor crônica que utilizam acupuntura. Estudo descritivo-analítico realizado em uma clínica de acupuntura em Goiânia – GO, entre janeiro e fevereiro de 2006. Dados foram coletados utilizando o SF-36, obtendo as médias dos escores de cada dimensão. Foram entrevistados 35 indivíduos, na maioria mulheres, de nível médio e católicos. Os principais locais de dor referidos foram coluna, membros, articulações e cabeça. O maior escore foi na dimensão Estado Geral da Saúde (67,48) e na dimensão Saúde Mental (65,94), indicando que a percepção individual da QV é positiva. Os menores escores foram nas dimensões Limitações por Aspectos Físicos (42,14) e Dor (47,54). Todos afirmaram que houve mudanças na QV após início da acupuntura, com o alívio da dor. A despeito da dor crônica, as pessoas consideram-se bem de saúde. Estudos futuros devem ser conduzidos, visando à ampliação da amostra e a compreensão dos efeitos das variáveis multidimensionais na QV.
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A QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE MARCA-PASSO CARDÍACO

A QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES PORTADORES DE MARCA-PASSO CARDÍACO

Em geral, o adoecer representa a interrupção de um ritmo de vida, estabelece barreiras, muda o modo de ser do indivíduo. O fator emocional tem tamanha força que pode mesmo induzir “falsas sensações”, geralmente manifestas como distúrb ios . A família é afetada e muitas vezes a unidade familia r é desestruturada. A pessoa necessita de tempo p a ra se adaptar às mudanças, à perda do status na família, no trabalho, no relacionamento social, a s s im como nassuas atividades físicas, lazer e autoima gem (BRASIL et al., 2000).

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Potencial visual evocado em portadores de hanseníase.

Potencial visual evocado em portadores de hanseníase.

Foram realizados exames de PVE em 13 portadores de han- seníase, sendo cinco da forma multibacilar e 8 paucibacilar, no momento do diagnóstico, isto é, com doença ativa. O grupo controle foi formado por 15 indivíduos saudáveis, sem hanse- níase, com exame oftalmológico normal.

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Estudo dacriocistográfico em pacientes portadores de hanseníase

Estudo dacriocistográfico em pacientes portadores de hanseníase

Este trabalho inclui três itens de grande importância: hanseníase, exa­ me de dacriocistografia e o funciona­ mento da bomba lacrimal, que se en­ contram intimamente relacionados, pois se sabe que na hanseníase há um comprometimento dos troncos nervo­ sos, principalmente os mais superfi­ ciais. No caso, o tronco nervoso de interesse é o nervo facial, por ser este o responsável pela inervação do mús­ culo orbicular, seja através do ramo temporal ou zigomático e este, por sua vez, ser um dos principais componen­ tes da bomba lacrimal, cuja anatomia e funcionalidade podem ser verifica­ das através do exame de dacriocisto­ grafia.
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Qualidade de vida em cuidadores de idosos portadores de demência de Alzheimer.

Qualidade de vida em cuidadores de idosos portadores de demência de Alzheimer.

O conceito de qualidade de vida é subjetivo, dependente do nível sociocultural, da faixa etária e das aspirações pessoais do indivíduo. A qualidade de vida está relacionada à auto- estima e ao bem-estar pessoal, abrangendo uma série de aspectos, como a capacidade funcional, o nível socioeco- nômico, o estado emocional, a interação social, a atividade intelectual, o autocuidado, o suporte familiar, o próprio es- tado de saúde, os valores culturais, éticos e a religiosidade 18 .

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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON

A comparação deste estudo com outros da mesma temática foi limitada já que não encontramos outras pesquisas com o objetivo de avaliar a qualidade de vida em idosos utilizando o instrumento Ferrans & Powers. No entanto, Kawakame e Miyadahira (16) , em 2005, aplicaram este mesmo instrumento com o intuito de verificar o IQV de estudantes de Graduação em Enfermagem de uma instituição de ensino privada do interior do Estado de São Paulo, o que denota a possibilidade de aplicação desse instrumento em diferentes populações.
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Qualidade de vida e saúde mental em portadores de esclerose múltipla

Qualidade de vida e saúde mental em portadores de esclerose múltipla

Importa referir que, na perspectiva de Pasculli, Resta, Guastamacchia, Di Gennaro, Suppressa & Sabbà (2004), a razão pelas quais as mulheres apresentam menores valores de QV pode estar relacionado com o facto destas, manifestarem maior probabilidade de problemas psiquiátricos. Um outro motivo para este resultado, de acordo com McDonnel, Gielen, Wu, O’Campo, & Faden (2000) e Riedinger et al., (2001) refere-se ao impacto negativo da doença sobre a capacidade da mulher desempenhar as actividades tradicionais de vida diária, podendo, assim, prejudicar a auto-estima e, consequentemente, a sua QV (Mrus, Williams, Tsevat, Cohn & Wu, 2005). Por sua vez, McCabe & McKern (2002), referiram que as mulheres com EM podem experienciar níveis mais negativos de qualidade de vida relacionados com o domínio psicológico e, particularmente, no domino das relações sociais, devido às restrições das suas incapacidades. Todavia, de acordo com os autores, esta diferença entre géneros deveria ser mais explorada para se perceberam as razões destes resultados.
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PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA VENOSA CRÔNICA

Este trabalho buscou verificar qual a percepção da qualidade de vida de portadores de Insuficiência Venosa Crônica em trata- mento fisioterápico e o impacto da doença na vida destes indiví- duos. Teve como metodologia os preceitos de pesquisa qualitativa embasada no método análise de conteúdo de Bardin, com entre- vista semi estruturada e com questões abertas. Foram entrevista- dos 5 (cinco) voluntários com diagnóstico de insuficiência veno- sas crônica em tratamento fisioterápico na clínica de fisioterapia da Universidade do Vale do Itajaí. O conteúdo das entrevistas foi analisado pelas pesquisadoras e categorizados, obtendo as se- guintes categorias sobre percepção da qualidade de vida: capaci- dade funcional, dor, tranquilidade financeira e isolamento social. Percebendo que as respostas estão diretamente relacionadas com a vivência de cada indivíduo, pode se considerar com este estudo, que qualidade de vida para estas pessoas, é ter capacidade funci- onal, ou seja, ser independente para suas atividades de vida diá- ria, constatando também que a doença gera alterações na qualida- de de vida causando limitações na vida profissional e social dos portadores, devido à dor, provocando isolamento social e instabi- lidade financeira.
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Influência da dor na qualidade de vida de portadores de disfunção temporomandibular

Influência da dor na qualidade de vida de portadores de disfunção temporomandibular

O objetivo da pesquisa foi avaliar o impacto da dor na qualidade de vida de pacientes com Disfunção Temporomandibular, através de um método de estudo transversal, realizado com 105 pacientes nas Clínicas do Departamento de Odontologia, Campus I, da Universidade Estadual da Paraíba. Realizou-se uma pesquisa quantitativa, utilizando o Questionário de McGill, Escala Visual Analógica (EVA), Questionário de Qualidade de Vida SF-36 e DMF de Fonseca, como instrumentos de coleta de dados. Através de análise estatística descritiva, pôde-se constar que houve predominância feminina (71,4%), com idade média de 31 anos. Quanto à intensidade da dor, avaliada através da EVA, a maioria dos pacientes avaliados apresentou intensidade leve (43,8%). Já quanto à severidade da dor (DMF de Fonseca), houve predominância para DTM moderada (54,3%). Através do Questionário de McGill apenas a subclasse “Que Incomoda” da dimensão avaliativa, obteve 100% de escolha. Conforme foi observado no questionário SF-36, os pacientes com Disfunção Temporomandibular apresentaram escores menores em relação aos domínios limitação por aspectos físicos (média = 29,05) e limitação por aspectos emocionais (média = 44,76). Observou-se uma tendência de que quanto maior é a dor relatada pelo paciente, menor é o valor nos domínios do SF-36. Sendo assim, os aspectos dor e capacidade funcional interferiram no estado geral de saúde; os pacientes com DTM sofreram impacto negativo na qualidade de vida pelo prejuízo dos aspectos físicos e mentais. Além disso, identificou-se que existe uma influência direta da intensidade da dor e consequente incômodo proporcionado, com a qualidade de vida dos participantes avaliados.
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Qualidade de vida de pacientes portadores de doença inflamatória intestinal

Qualidade de vida de pacientes portadores de doença inflamatória intestinal

Objetivos: Avaliar a qualidade de vida (QV) de portadores de doenças inflamatórias intestinais (DII) e relacionar dados sociodemográficos e mórbidos à QV. Métodos: Estudo transversal, realizado com 103 portadores de DII, cadastrados na farmácia de alto custo de Cuiabá - Mato Grosso que responderam ao Prontuário-Padrão, ao questionário de QV geral SF36 e ao específico IBDQ. Resultados: Dentre os 103 pacientes com DII, 62 tinham retocolite ulcerativa idiopática e 41 doença de Crohn; 62% eram mulheres; 69,9%, casados; 48,5%, pardos; 49,5%, fumantes, 37,9% necessitaram de cirurgia e 40,8% apresentavam doença em atividade. Foi observada alteração significativa da QV em homens, fumantes e entre aqueles com doença em atividade. Conclusão: DII afetam a QV em diversos aspectos. Medidas para manutenção da QV, suporte psicológico, social e educacional devem ser considerados para portadores de DII.
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