qualidade do livro infantil

Top PDF qualidade do livro infantil:

Projeto gráfico de livro infantil: introdução ao dadaísmo

Projeto gráfico de livro infantil: introdução ao dadaísmo

Após a Segunda Guerra Mundial, os livros infantis são deixados em segundo plano, tanto em razão das condições da matéria-prima das gráficas, quanto da lei de censura de 16 de julho de 1949, que proibia a veiculação de imagens de violência ou racismo. Apesar da escassez do papel, novos livros eram produzidos e vendidos rapidamente, devido as reimpressões de textos antigos, porém, nem todos alcançavam qualidade de alto padrão. Em 1952, o crítico Frank Eyre escreveu: “durante os anos da guerra, era impossível ter acesso a várias obras que figurariam em qualquer lista da literatura infantil moderna, e uma quantidade muito maior de livros de qualidade inferior era produzida” (POWERS, 2008).
Mostrar mais

83 Ler mais

Livro infantil como ferramenta para auxiliar na educação alimentar

Livro infantil como ferramenta para auxiliar na educação alimentar

Segundo Mello, Luft e Meyer, por mais que os pais exerçam uma forte influência no tipo de alimentação ingerida pelas crianças, se eles insistirem no consumo de determinado alimento, há chances de ter um efeito reverso, no qual a criança evita a ingestão deste. O mais interessante seria que os pais ofertassem às crianças várias opções de alimentos e refeições saudáveis e permitissem que elas escolhessem a qualidade e quantidade que desejam comer. Também apontam que é fundamental o papel da escola na prevenção da obesidade, pois as crianças têm pelo menos uma refeição no local. É importante que seja feito um trabalho de educação nutricional, no qual a merenda deve atender as necessidades nutricionais das crianças e estimular as práticas de atividades físicas.
Mostrar mais

65 Ler mais

A fada enfadonha: o livro infantil e a adoção pelo PNBE

A fada enfadonha: o livro infantil e a adoção pelo PNBE

Inicialmente, foi feita uma seleção entre os textos preexistentes de Ludmila Almendra, a autora. A obra escolhida mostrou-se a mais apropriada por não se propor uma obra didática, mas literária, conforme vimos ser uma qualidade importante para possibilitar a adoção governamental. Sendo um livro que carrega uma questão existencial como temática, a obra também tem a possibilidade de despertar uma maior empatia por aproximar-se das questões cotidianas das crianças e por brincar com nosso imaginário no que se refere à contraposição dialética fada/gente; mágico/ não mágico, desconstruindo o senso comum com relação aos contos de fadas. Afinal, o próprio edital 2012 do PNBE, em seu Anexo II, institui que “o contato das crianças com a literatura (...) deve promover momentos de alegria, de fantasia, de desafios para a imaginação e para a criatividade, de troca e de experiência com a linguagem escrita” (p. 22).
Mostrar mais

57 Ler mais

DA INVENÇÃO DA IMPRENSA AO LIVRO INFANTIL: UM ENFOQUE EDITORIAL

DA INVENÇÃO DA IMPRENSA AO LIVRO INFANTIL: UM ENFOQUE EDITORIAL

É conveniente postular que na produção gráfica da obra infantil há uma gama de soluções para tornar o livro infantil no veículo - suporte do pensamento - que objetiva despertar na criança o gosto pela leitura como fonte de enriquecimento interior e caminho para a visão do ser humano. Dentre essas soluções para uma melhor produção gráfica do livro infantil, tem-se: o livro s e m ilustrações, com espaço para a criança desenhar a imagem de sua própria fantasia; o livro s e m texto, só com imagens e espaços para que a criança crie sua própria estória a partir das ilustrações: e, ainda, o livro s e m qualquer ilustração, mas c o m tratamento visual correto, quanto a escolha do tipo e da família da letra, quanto a qualidade e textura do papel, da cor, etc...
Mostrar mais

10 Ler mais

O papel do design gráfico na construção de um livro infantil

O papel do design gráfico na construção de um livro infantil

Dessa forma, compreende-se que a legibilidade diz respeito às características dos tipos, ou seja, quanto mais facilmente um caractere é identificado, maior é seu grau de legibilidade. Niemeyer (2003) afirma que existem diferenças entre a legibilidade de um caractere e de um texto impresso, pois se um texto impresso não é muito legível, isso afetará a velocidade com que ele será lido, aumentando o esforço mental do leitor. Collaro afirma que: “A legibilidade é a qualidade que algumas famílias de letras têm de serem lidas com maior facilidade que outras”. (COLLARO, 2000, p. 111) Em relação à leiturabilidade, Niemeyer (2003) explica que este termo é relativamente novo, tendo surgido em 1930. Muitas vezes é confundido e utilizado como sinônimo de legibilidade. No dicionário Oxford, Farias encontrou duas definições que ajudam a entender de forma geral dos dois termos: legibilidade significa „o que pode ser lido. (...) Suficientemente claro para ser lido; facilmente decifrável‟, e para leiturabilidade encontramos: „Apto para ser lido, legível. (...) Apto para ser lido com prazer ou interesse. Geralmente empregado a respeito de trabalho literário: fácil ou agradável de ler, de estilo aprazível ou atrativo‟. Legibilidade é o termo a ser usado quando estivermos discutindo a clareza de caracteres isolados (...) Refere-se à percepção, e sua medida é a velocidade com que um caractere pode ser reconhecido. A leiturabilidade descreve uma qualidade de conforto visual (...) refere-se à compreensão, e sua medida é a quantidade de tempo que um leitor pode dedicar a um segmento de texto sem se cansar. (FARIAS apud PONTE, 2006)
Mostrar mais

95 Ler mais

As ilustrações do livro infantil como processo criativo participado

As ilustrações do livro infantil como processo criativo participado

Alan Male (2007) pergunta-se quais as qualidades, atributos ou com- petências que contribuem para a prática de um ilustrador. Pois bem é uma questão quase impossível de obter resposta, quais serão as barreiras de um ilustrador? Um ilustrador deve ter conhecimentos sobre a área que se encontra a trabalhar, ou seja, para conseguir finalizar um projeto com qualidade deve estar bem informado sobre o assunto que as suas obras abordam e qual é o seu público-alvo. Este deve encontrar-se receptivo a diferentes opiniões de outros profissionais de forma a conseguir evoluir o seu trabalho. A pratica de desenho e o uso de várias técnicas de ilus- trar (por exemplo computador, pintura a óleo, desenho a carvão, etc.) é a ferramenta para o ilustrador desenvolver a sua iconografia pessoal (ou linha gráfica).
Mostrar mais

118 Ler mais

EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA AO DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTILDIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL E DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR

EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA AO DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTILDIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL E DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DE AUTOR

Encerra-se lembrando que na época ficou agendada a participação desta turma na Feira do Livro de Videira através de convite estendido ao grupo pelo Sr. Jairo Neto, Presidente da Associação de Amigos da Biblioteca Pública Euclides da Cunha. Dentre tantas fotos, alguns registros da enorme saudade e satisfação que o trabalho bem feito causou e ainda causa em nossos corações.

9 Ler mais

Meu livro do tempo: narrativas e desenhos das crianças da educação infantil

Meu livro do tempo: narrativas e desenhos das crianças da educação infantil

As Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil (BRASIL, 2010, p. 25) ressaltam, em dois momentos, a importância do trabalho pedagógico com a música. Afirmam que as propostas pedagógicas devem “favorecer a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical” e promover a interação com as diferentes revelações de música. Por meio da música, a criança se comunica e se expressa. Juntamente com seus pares e em momentos lúdicos a criança explora e amplia seu repertório musical (BRASIL, 2017). Portanto, a música é uma linguagem que precisa estar presente nas propostas para as crianças da Educação Infantil, pois ela pode lhes proporcionar diferentes aprendizagens: o ritmo, o vocabulário e a fluência. No caso desta pesquisa, ela foi disparadora da discussão dos diferentes tempos da vida: bebê, criança, adulto e idoso.
Mostrar mais

23 Ler mais

O LIVRO ENQUANTO OBJETO NA LITERATURA INFANTIL: UM PANORAMA CRÍTICO

O LIVRO ENQUANTO OBJETO NA LITERATURA INFANTIL: UM PANORAMA CRÍTICO

Em contraponto a toda uma produção recente que está voltada à exploração das tecnologias e mídias digitais, a ponto de encontrarmos no campo da crítica de Literatura Infantil estudos voltados aos apps literários, o movimento de artistas – seja da palavra, seja da imagem plástica, seja do objeto livro – ao longo do último século revela um re-posicionar o códex diante do leitor/olhante criança e jovem. Não se trata de um re-posicionamento gratuito, para fins de efeitos banais e efêmeros, mas de tentativas de respostas ao que a arte literária demandou, e não cessa de demandar, enquanto novas formulações estéticas do seu ganhar corpo no mundo. Nesse sentido, podemos apontar um refinamento e trato cada vez mais concreto à essência do texto verbal, onde a palavra, enquanto elemento constitutivo do texto literário infantil, deixa aberto espaço de criação suficiente para a entrada do texto visual, que; por sua vez, também passou por mudanças e libertações do seu caráter de ilustração e representação plástica de algumas cenas daquilo que está proposto desde o título na capa do livro; este último, agora, potencializando toda a intermidialidade do suporte ao denunciar sua materialidade enquanto infinitude de criação dentro de uma finitude formal: folhas encadernadas que formam um códex, ou seja, um possível percurso contínuo, da capa à contracapa, que sofre interferências sintáticas do objeto no seu abrir e folhear descontínuos.
Mostrar mais

26 Ler mais

PROJETO DE PRODUÇÃO EDITORIAL DO LIVRO INFANTIL DIREITINHO, DIREITÃO₢

PROJETO DE PRODUÇÃO EDITORIAL DO LIVRO INFANTIL DIREITINHO, DIREITÃO₢

Que representações sobre a criança emergem no discurso da produção editorial do livro Direitinho, Direitão e concorrem para a construção das identidades convocadas em sua realização? Essa é a questão maior deste trabalho. Mas de antemão é importante dizer que a criança autora criou uma narrativa que desejava ter encontrado nas livrarias e bibliotecas por onde passou, desde que se tornou leitora, aos 6 anos. Então, esse projeto não poderia ser pensado de forma desarticulada dos modos de produção e comercialização de livros infantojuvenis, no Brasil. Na fase de imersão deste projeto, foi possível notar que a criança representada pela produção editorial nacional, com a qual as publicações de literatura infantojuvenil dialogam, não é apática, tampouco faz parte de uma massa leitora homogênea, interessada nos mesmos assuntos e em narrativas essencialmente fantasiosas. É verdade que, entre os similares analisados, não encontrou-se publicações - por crianças autoras - com pretensão de convocar de forma direta o sujeito político dotado de alguma criticidade que a criança pode ser, e pode desejar ser. A autora de Direitinho, direitão, embalada por questionamentos, próprios e de outros sujeitos importantes para sua biografia, acerca da sua condição social, tentou responder às suas questões subjetivas - quem eu sou, o que tenho a dizer, por que, de que forma e por quais meios posso me fazer ser ouvida - construindo uma narrativa elucidativa e emancipatória, na perspectiva da construção de um lugar de fala como cidadã. Essa perspectiva se fortalece através do livro enquanto suporte difusor de um discurso que pode reverberar construtivamente entre outras crianças, e até mesmo entre os adultos.
Mostrar mais

97 Ler mais

2 de Abril Dia Internacional do Livro Infantil

2 de Abril Dia Internacional do Livro Infantil

Criado em 1967, para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, nascido nesta data e autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo... É dispon[r]

5 Ler mais

Projeto de livro infantil para crianças com deficiência visual

Projeto de livro infantil para crianças com deficiência visual

Para a leitura infantil de textos, Parente e Salles (2004) utilizam em suas pesquisas o Modelo de Compreensão Textual de Kintsch e van Dijk, o qual defende que o texto é lido em ciclos de processamento e a partir deles é extraída a macroestrutura do texto gerando assim, um resumo mental das informações mais importantes. No estudo se confirmou que a maioria das crianças que cursam a segunda ou a terceira série do ensino fundamental têm melhor recordação da macroestrutura textual e retêm com maior facilidade a informação central de um texto. Além disso, as crianças são capazes de realizar deduções ou até mesmo realizar situações paralelas através de experiências passadas, prevendo consequências ou mesmo antecedendo ações. Assim, é possível afirmar que a criança, na fase educacional citada anteriormente, tem condições de apreender o sentido global do texto.
Mostrar mais

159 Ler mais

Construção de um livro infantil: a mídia impressa em destaque

Construção de um livro infantil: a mídia impressa em destaque

Esta pesquisa teve como objetivo analisar como acontece a criação de um livro impresso de material alternativo em uma Escola Municipal de Educação Infantil no Município de Três Passos/RS. Para tanto, buscou-se fundamentação teórica com autores como Brandão (2011), Eicher & Del Pino (2006), Freire (2011), Gomes (2005) e Silva (2013), dentre outros que contribuíram com a construção da pesquisa. Com essa discussão entre os autores escolhidos, realizou-se uma pesquisa, em que se pôde realizar uma leitura da realidade, através do meio ambiente e as ações que propiciam a discussão na escola e em ambientes educacionais, as quais podem desenvolver consciência crítica a respeito do tema pesquisado. O trabalho apresenta a seguinte questão de pesquisa: “Mídia impressa: como acontece a construção de um livro infantil de material impresso?” Para oferecer respostas à questão central, este artigo organizou-se metodologicamente no formato de uma pesquisa- ação (Tripp, 2005), em que foi relatado como foi a construção de um livro impresso infantil, desde referências históricas e bibliográficas a respeito do assunto até a própria criação do livro realizado pelos alunos e professora. Obtendo como resultado, uma mídia de material único, o livro com a história ilustrada e desenvolvida pelos próprios alunos.
Mostrar mais

18 Ler mais

Efeitos da ilustração do livro de literatura infantil no processo de leitura.

Efeitos da ilustração do livro de literatura infantil no processo de leitura.

O livro de literatura infantil pode ser caracterizado pela presença da ilus- tração associada à palavra. No entanto, avaliar se essa ilustração possui um valor artístico-estético que, no processo de leitura, amplia as possibilidades de construção de sentido ou, se o trabalho do ilustrador serve somente para dar cor e forma ao verbal sem agregar-lhe sentido, são dúvidas que podem surgir na análise desse tipo de texto, diante da diversidade de obras infantis. Esse estudo busca responder a essa questão a partir da descrição e análise da capa de duas edições – publicadas em 1991 e 2003 – da obra Ah, cambaxirra se eu pudesse..., um conto popular adaptado por Ana Maria Machado, e ilustrado por Gerson Conforto e Graça Lima respectivamente. A partir dessa análise discutem-se os conceitos de arte e estética (CROCE, 2001; FIORIN, 1999; HUISMAN, 1994), bem como o processo de leitura a partir da relação ilustrador-leitor sob a perspectiva da experiência da leitura mediada (ISER, 1979) e da semiótica (GREIMAS; FONTANILLE, 1993; GREIMAS, 2002). Ao final, procura-se apontar caminhos para responder à pergunta que originou esse estudo, de modo que a ilustração do livro infantil
Mostrar mais

13 Ler mais

EDUCAÇÃO INFANTIL. * Título de um livro de Madalena Freire

EDUCAÇÃO INFANTIL. * Título de um livro de Madalena Freire

Segundo os especialistas, existe uma hora propícia para a criança desenvolver cada habilidade. Esses períodos foram batizados de “ janelas de oportunidades ”. Na área da alfabetização, os pesquisadores ainda não chegaram a um acordo. Mas, estudos no âmbito da neurociência demonstram que por volta dos 6 anos de idade as crianças possuem todo o equipamento neurológico adequado para aprender a ler e escrever . Esses dados são corroborados pela evidência inversa: quanto mais tarde o aluno se alfabetiza, pior é a qualidade de sua alfabetização.
Mostrar mais

25 Ler mais

O livro como objeto material: visualidade e infância na literatura infantil

O livro como objeto material: visualidade e infância na literatura infantil

Ao lado da busca por definições de literatura infantil que satisfizessem as demandas do período, a Comissão de Literatura Infantil empreendeu esforços concorrendo para uma promoção dessa produção no país e para uma “formatação” dessa produção. Dessa forma, é que podemos ver, em dois momentos distintos, as ações da Comissão na produção de uma ficha de avaliação dos livros infantis, onde se levou em conta tanto os aspectos textuais quanto os materiais – união texto e imagem e apresentação física das obras, onde os aspectos gráficos, dentro de uma pontuação que variava de 0 a 100, eram responsáveis por algo próximo da metade dos pontos, numa divisão em três aspectos: forma, fundo e aspectos gráficos. Essa ação da CLI, em certa medida, entrava em conflito, principalmente, com as editoras de revistas, jornais e suplementos infantis. Entre 1939 e 1943 há o preparo de um relatório contendo uma pesquisa formada pelo estudo de diversas revistas e suplementos, em especial, da capital federal, e um questionário respondido por dezenas de alunos, mães e professores. A intenção desse relatório entregue ao Ministro Capanema era a de verificar o andamento da literatura para crianças em periódicos, bem como apontar problemas, possíveis aspectos nocivos e influências indesejadas, junto a outras mídias como o rádio e o cinema.
Mostrar mais

16 Ler mais

A cultura visual paralela: o design do livro infantil paradidático

A cultura visual paralela: o design do livro infantil paradidático

Em relação ao aspecto teórico este trabalho busca, nas bases de estudo realizadas por especialistas nas áreas de Design, fundamentar as conjecturas iniciais sobre o artefato observado. O livro é visto sob aspectos estruturais, semânticos e estéticos, para então ser observada sua aplicação pedagógica. Com a ajuda de modelos de análise pré-existentes no campo da linguagem visual, esta dissertação constrói uma ferramenta de apreciação científica que objetiva atender aos anseios gerados pelas hipóteses construídas ao longo da introdução e do primeiro capítulo. A principal meta é registrar, observar e analisar o artefato de maneira segura e condizente com os princípios de abordagem científica.
Mostrar mais

385 Ler mais

A leitura na educação infantil do livro Princesa Arabela, mimada que só ela

A leitura na educação infantil do livro Princesa Arabela, mimada que só ela

A obra escolhida para a realização da experiência de leitura foi PRINCESA ARABELA MIMADA QUE SÓ ELA! Este livro traz a história de uma princesa negra, logo diferente das habituais europeizadas e loiras. Além de apresentar como protagonista uma menina negra, a obra tematiza sobre crianças mimadas e sobre o consumismo. No dia do aniversário da princesa Arabela seus pais ficam preocupados, pois ninguém sabe o que dar de presente, uma vez que ela já tem tudo. A princesinha Arabela é bastante mimada, cansada de todos os presentes que ganhava sempre. Arabela decide que, para o seu próximo aniversário, quer ganhar de seus pais um elefante de verdade. Seus pais a princípio tentam fazer com que ela aceite vários outros presentes, mas ela rejeita. Após a insistência da princesa, seus pais mandam os empregados buscarem o presente da menina. Eles pegam um elefante para ela, mas tudo o que a elefante faz é chorar. A princesa incomodada com o choro incessante terá que decidir se quer manter um elefante chorando ou se vai libertá-lo. Então, a princesa Arabela decide levá-lo para casa. Mas, quando ela chega à casa do elefante a menina fica surpresa, pois encontra o filhotinho da elefanta ansioso por perceber que a mãe dele trouxe um presente e neste momento escuta o filhote dizendo de forma feliz que a mãe elefanta tinha trazido o seu presente esperado, uma princesa de verdade! Este fato faz Arabela pensar sobre seus caprichos.
Mostrar mais

34 Ler mais

Livro didático: um novo elemento nas salas de Educação Infantil

Livro didático: um novo elemento nas salas de Educação Infantil

O artefato examinado trata-se do livro didático Lápis na mão. Investigamos o exemplar designado ao educador, pois este fornece orientações aos docentes sobre a melhor forma de trabalhar as atividades propostas no livro. O volume concerne ao material de divulgação da editora FTD, ano 2012, de autoria de Maria da Salete Alves Gondim. O mesmo contém atividades de língua portuguesa, matemática, ciências, história e geografia, mas iremos nos deter a parte destinada as atividades de estudo da língua portuguesa, devido nosso foco ser a alfabetização e o letramento. Além desse livro a coleção dispõe de outros exemplares destinados às etapas anteriores a essa onde apresentam atividades que trabalham com motricidade, pintura, reconhecimento de vogais...
Mostrar mais

13 Ler mais

As aventuras de Larinha Formiga no mundo da diversão : um livro infantil

As aventuras de Larinha Formiga no mundo da diversão : um livro infantil

Foi quando Alice apareceu que Dona Joaninha ficou mais empolgada, a avó estava começando a se sentir como uma heroína da infância. Agora ela poderia ensinar brincadeiras que ela sabia quando criança para a neta e sua amiga. Aos poucos, porém, a avó percebeu que Alice não se parecia muito com Larinha. Alice não tinha muita paciência para desenhar e quando as duas pegavam um livro para ler, a menina sempre tinha preguiça e pedia para a amiga ler para ela as histórias. Dona Joaninha começou a achar Alice cada vez mais diferente da neta e para ela não foi uma surpresa quando soube que as duas não eram mais amigas. Ainda mais depois que a avó descobriu que a menina havia ganhado um celular. Joaninha, assim como Larinha, ficou muito chateada. Alice e Larinha só tinham oito anos, a avó não achava certo dar um presente desses para uma criança. Os pais da menina deveriam ter esperado ela ficar um pouco mais velha.
Mostrar mais

135 Ler mais

Show all 10000 documents...