R. stolonifer

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Penetração de Rhizopus stolonifer em pêssegos não injuriados e progresso espaço-temporal...

Penetração de Rhizopus stolonifer em pêssegos não injuriados e progresso espaço-temporal...

A Podridão Mole, causada por espécies do gênero Rhizopus, sendo a espécie R. stolonifer a mais comum, é uma das principais doenças pós-colheita de pêssegos. O desenvolvimento do patógeno prejudica a comercialização de pêssegos em mercados atacadistas e varejistas, consistindo em uma das principais causas de rejeição de frutos e da redução do preço de venda da caixa de pêssego. O fungo pode causar podridões em outros frutos e vegetais com níveis similares de perdas. Essa doença está intimamente relacionada à presença de danos físicos ou mecânicos, exemplificados pela presença de injúrias na superfície do fruto, já que Rhizopus é conhecido por penetrar seus hospedeiros via ferimentos. Poucos trabalhos investigaram os mecanismos de penetração do patógeno em pêssegos. Alguns concluíram que o fungo não produz enzimas que auxiliem na penetração direta de frutos. No entanto, observações da ocorrência da doença em pêssegos aparentemente não injuriados sugerem que a penetração direta pode ocorrer. A principal medida de controle da doença consiste no manejo cuidadoso dos frutos justamente para evitar ferimentos. O objetivo desse trabalho consistiu em avaliar os mecanismos de penetração de R. stolonifer em pêssegos, injuriados ou intactos, e caracterizar o progresso espaço-temporal da Podridão Mole nesses frutos. A atividade de enzimas esterases produzidas pelo fungo foi avaliada qualitativamente, a partir da reação de discos de micélio e suspensões de esporos do patógeno em água ou solução nutritiva em diferentes períodos de incubação (0, 4 e 8 horas) com substrato indoxil acetato, para observação da produção de cristais de coloração azul índigo. Os tratamentos que continham discos de micélio e suspensão de esporos em solução nutritiva, após 8 horas de incubação, adquiriram tonalidades mais escuras de azul, devido à formação
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Avaliação antagônica in vitro e in vivo de Trichoderma spp. a Rhizopus stolonifer em maracujazeiro amarelo.

Avaliação antagônica in vitro e in vivo de Trichoderma spp. a Rhizopus stolonifer em maracujazeiro amarelo.

A metodologia aplicada neste experimento, baseou-se em Jackisch- Matsuura e Menezes (9). Foram determinados o crescimento micelial e a taxa de crescimento dos isolados de Trichoderma spp. e R. stolonifer. Discos de 7mm de diâmetro foram retirados das margens das colônias dos isolados de ambos os fungos com sete dias e transferidos para o centro das placas de Petri contendo BDA. As placas foram mantidas a 25ºC sob fotoperíodo de 12h. Para cada tratamento foram feitas cinco repetições, em um delineamento inteiramente casualizado. O registro do crescimento micelial deu-se pela medida do diâmetro de cada colônia, com auxílio de régua milimetrada, em dois intervalos de tempo, 24h e 48h. A taxa de crescimento de cada organismo foi determinada aplicando-se a fórmula adaptada de Lilly e Barnett (1951), citada por Jackisch-Matsuura e Menezes (9):
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Efeito da Irradiação UV-C no Controle da Podridão Parda (Monilinia fructicola) e da Podridão Mole (Rhizopus stolonifer) em Pós-Colheita de Pêssegos

Efeito da Irradiação UV-C no Controle da Podridão Parda (Monilinia fructicola) e da Podridão Mole (Rhizopus stolonifer) em Pós-Colheita de Pêssegos

evaluated. In vitro, only the concentrations applied during 1 and 10 min. of exposure reduced the mycelial growth of M. fructicola, while the application of UV-C for 10-15 minutes reduced the mycelial growth of R. stolonifer and the concentration applied for 30 minutes completely inhibited the mycelial growth of this pathogen. There was no effect caused by UV-C light in the protective control, or by UV-C light in the curative control of brown rot. The irradiation of fruits with UV-C was effective in the curative control of soft rot, and the best results were observed with an exposure time of 10 minutes.
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Efeito de sanificantes no controle pós-colheita da podridão parda (Monilinia fructicola) e da podridão mole (Rhizopus stolonifer) em pêssegos.

Efeito de sanificantes no controle pós-colheita da podridão parda (Monilinia fructicola) e da podridão mole (Rhizopus stolonifer) em pêssegos.

i.a., com cinco repetições para cada concentração e patógeno testado. Os sanificantes foram adicionados em meio BDA fundente, o qual foi imediatamente colocado em placas de petri e, após resfriamento, um disco de micélio de 5 mm de diâmetro de cada fungo (M. fructicola e R. stolonifer) foi colocado no centro da placa de petri. As testemunhas consistiram da repicagem de disco de micélio para placas com BDA. As placas foram mantidas sob temperatura ambiente (25 ± 3 ºC) e as estimativas do crescimento radial das colônias foram feitas diariamente, medindo o comprimento da colônia em duas direções perpendiculares. O diâmetro máximo das colônias fúngicas nos meios de cultivo em BDA com os sanificantes foi comparado ao das colônias em BDA, pelo teste F. Para o teste, in vivo, os pêssegos, Aurora, Dourado e Flor da Prince, foram desinfestados através da imersão em solução de
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Avaliação da degradabilidade ruminal in situ da palha de arroz fermentada por Trichoderma viride, Rhizopus stolonifer e Pycnoporus sanguineus.

Avaliação da degradabilidade ruminal in situ da palha de arroz fermentada por Trichoderma viride, Rhizopus stolonifer e Pycnoporus sanguineus.

Este trabalho teve como objetivo investigar a capacidade de Trichoderma viride, Rhizopus stolonifer e Pycnoporus sanguineus em fermentar lignocelulose e melhorar a degradabilidade ruminal do composto formado pela fermentação em estado sóli- do de palha de arroz. Estes microrganismos foram isolados da região de Porto Alegre (RS) em ensaios preliminares e são provenientes do solo (R. stolonifer e T. viride) e da madeira (P. sanguineus).

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Estudo do potencial biocatalítico do fungo Rhizopus stolonifer na biotransformação de produtos naturais

Estudo do potencial biocatalítico do fungo Rhizopus stolonifer na biotransformação de produtos naturais

O microrganismo utilizado nas biotransformações neste trabalho foi o fungo Rhizopus stolonifer classificado pela primeira vez por Shipper e Stalpers (1984), que dividiu o gênero em três espécies referentes às características do aparelho esporangial e temperatura de crescimento: R. oryzae , R. stolonifer (Figura 1) e R. micsosporus . A espécie R. stolonifer obtém nutrientes, geralmente, de frutas macias e de pães, onde cresce e se reproduz. O seu micélio contém filamentos vegetativos e uma estrutura de frutificação. Tem um molde filiforme e é uma espécie heterotrófica dependente, conhecida popularmente como o bolor-preto-do-pão. Esse bolor forma colônias filamentosas da família Mucoraceae caracterizadas por possuírem o talo não segmentado ou ramificado, com uma distribuição tida como cosmopolita (LIOU et al ., 2007).
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DISSERTAÇÃO_Óleos essenciais no controle de Rhizopus stolonifer e Botrytis cinerea em morangos

DISSERTAÇÃO_Óleos essenciais no controle de Rhizopus stolonifer e Botrytis cinerea em morangos

O experimento foi conduzido em placa Petri com 90 mm de diâmetro contendo meio de cultura BDA. Foi depositado no centro de cada placa de Petri o micélio dos fungos B. cinerea e R. stolonifer (cada patógeno foi inoculado separadamente para não haver competição entre as espécies testadas). Na parte superior da placa, discos de papel filtro de 5 mm de diâmetro autoclavados foram embebidos com 1mL dos óleos essenciais nas concentrações de 0,25, 0,5, 0,75 e 1,0%. Para a testemunha, foi adicionado ao papel filtro autoclavado 1 mL de uma solução de água + tween 80. Em seguida, as placas foram seladas com filme plástico e armazenadas de forma invertida. As placas foram armazenadas a 25°C e fotoperíodo de 12 horas em câmara de crescimento. O experimento teve quatro repetições de cada tratamento.
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Uma classe de hipersuperfícies em Sn×R e Hn×R

Uma classe de hipersuperfícies em Sn×R e Hn×R

Na proposição seguinte, vamos descrever as equações de Gauss e Codazzi da hipersuperfície f. Denotaremos por ∇ a conexão de Levi-Civita de M associada a métrica induzida pela imersão f e por R a curvatura de M. Além disso, o operador forma associado ao vetor normal unitário η de f será denotado apenas por A.

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Lista de exercícios. ( r B r A ).

Lista de exercícios. ( r B r A ).

(d) Considere o processo de colisão entre duas bolas de bilhar, A e B. Suponha que a colisão seja elástica e que não haja atrito das bolas com a mesa. Despreze, ainda, efeitos de rotação das bolas. As duas bolas têm mesma massa, M , e raio, R. A bola A, inicial- mente com velocidade  V 0 , colide com a bola B, inicialmente em

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Os aneis R(X) e R(X)

Os aneis R(X) e R(X)

PROPOSIÇÃO 52 - Se Pé um R-módulo projetivo finitamente gerado, então Pé de apresentação finita... Suponhamos que Pé projetivo..[r]

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As consoantes R/r na cadeia silábica.

As consoantes R/r na cadeia silábica.

Pensamos que o problema, neste último caso, tenha a ver com a constituição interna das consoantes em causa. Quando dois segmentos neutros não podem compartir o mesmo ponto de articulação, repelem-se para evitar os efeitos de OCP 2 . É possível, portanto, que as consoantes [r] e [n] procurem afastar-se por essa razão.

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R que estão totalmente contidos em R, numerando-

R que estão totalmente contidos em R, numerando-

No sistema cartesiano as retas verticais e horizontais têm equações da forma x  x o ( x o constante) e y  y o ( y o constante), respectivamente. Já no sistema polar,    o (  o constante) representa uma reta que passa pela origem e r  ( r o r o constante) representa uma circunferência de centro na origem e raio r o . Prove estes resultados.

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Desenvolvimento de equipamento para medir os intervalos R-R

Desenvolvimento de equipamento para medir os intervalos R-R

O presente estudo, teve como objetivo desenvolver um equipamento para medir os intervalos R-R, que tivesse alta correlação com os valores do aparelho padrão ouro de eletrocardiógrafo (ECG), pelos índices de domínio do tempo e domínio da frequência. Para tanto, foi realizado um estudo com 18 alunos de Jiu-Jitsu, do sexo masculino com 35,5±8,6 anos, no mínimo uma frequência semanal de 3 vezes e 1 ano de treinamento. O local foi na academia Barra Gracie de Curitiba PR. Foram submetidos a uma análise em repouso por um período de 7 minutos e posteriormente seus resultados foram convertidos em variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e analisados pelos índices no domínio do tempo e domínio da frequência. Os resultados foram comparados estatisticamente por meio do teste de Pearson e a correlação intraclasse (ICC) e de acordo com eles mostra-se viável o desenvolvimento deste equipamento, que apresenta alta correlação e excelente replicabilidade para medir os intervalos R-R.
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Da(r) vida à formação, da(r) formação à vida

Da(r) vida à formação, da(r) formação à vida

nado por teatro, muito menos uma mãe fascinada por obras literárias, alguém que lhe contasse histórias, ou então a precisão de aprender vários idiomas, mesmo que o leitor não tenha como [r]

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r r r r r S 2 O vetor deslocamento(vetor diferença) é aquele que mostra o módulo, a direção e o sentido do menor deslocamento entre duas posições.

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A Cinemática A Cinemática A Cinemática A Cinemática A Cinemática A Cinemática A Cinemática A Cinemática Escalar estuda as Escalar estuda as Escalar estuda as Escalar estuda as[r]

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P r e f e i t u r a d e S ã o B e r n a r d o d o C a m p o S e c r e t a r i a d e E s p o r t e s e L a z e r

P r e f e i t u r a d e S ã o B e r n a r d o d o C a m p o S e c r e t a r i a d e E s p o r t e s e L a z e r

§ 4º - Cada equipe, deverá deixar um depósito no valor de R$ 100,00 (cem reais em cheque caução) no ato da inscrição, que em caso de ausência (WO) ou agressão a algum membro da organização ou arbitragem será depositado na conta do FAE (Fundo de Assistência ao Esporte). § 5º - As equipes que se inscreverem após o limite de vagas, ficarão aguardando em lista de espera caso haja alguma desistência.

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M A R I L U CI A B A R R O S D E O L I V E I R A

M A R I L U CI A B A R R O S D E O L I V E I R A

Essa breve avaliação da concepção dos itaitubenses sobre o garimpo e seus trabalhadores, mais especialmente so- bre os nordestinos maranhenses, pode ser uma pista para a compreensão d[r]

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O V E R B O " D E P A R A R " E SEUS PROBLEMAS D E R E G E N C I A Rogério CHOCIAY

O V E R B O " D E P A R A R " E SEUS PROBLEMAS D E R E G E N C I A Rogério CHOCIAY

fato de que, ao alinhar numerosos exemplos de "deparar com" de escritores consa- grados, antigos e modernos, Heráclito Graça punha em xeque o argumento de autori- dade dos purist[r]

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CURSO HÍBRIDO ENGENHARIA MECÂNICA G R A D E C U R R I C U L A R

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O certificado de desenvolvimento de competências ou de qualificação profissional pode ser utilizado pelo aluno para acelerar a inserção profissional e em estágios durante o Cur[r]

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