Radiodifusão - São Paulo - História

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Os sons da "favela-society": uma pesquisa sobre história, radiodifusão, música e algumas crônicas de Osvaldo Moles na cidade de São Paulo, Brasil, 1950

Os sons da "favela-society": uma pesquisa sobre história, radiodifusão, música e algumas crônicas de Osvaldo Moles na cidade de São Paulo, Brasil, 1950

(Produtor). Programa Ensaio Geraldo Filme.. Os sambistas passavam a noite na cadeia fazendo faxina e, no dia seguinte, eram todos libertados. A conclusão é que esse samba outsider [r]

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MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2015

MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2015

recursos, suportes e meios de comunicação. Na esteira das transformações ocorridas no final dos anos 1980, o Sindicato inicia, em 1992, a comunicação por meio de radiodifusão de som, com o programa Rádio dos Bancários, transmitido diariamente pela Rádio Gazeta de São Paulo durante cinco anos. A iniciativa refletia o esforço da entidade em contribuir com a ampliação da voz dos trabalhadores no contexto de construção da democracia no país.” “No ano seguinte, foi ao ar o programa de TV Olhar Brasileiro, transmitido semanalmente pela Rede Record. O programa era inteiramente produzido e patrocinado por cerca de dez sindicatos vinculados à CUT, dentre os quais o dos bancários, e era realizado pela TVT – TV dos Trabalhadores, da Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho (SCCT). Desde 1987, o Sindicato produzia vídeos que compunham a TVB, TV dos Bancários, tendo inclusive recebido o prêmio Vladimir Herzog em 1989, na categoria Vídeo Militante. Tais vídeos eram reprodu zidos nas manifestações da categoria, assembleias e em locais públicos”.
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Polifonia educativo-cultural: aspectos históricos da radiodifusão educativa no Estado de São Paulo e as condicionantes para implantação de uma rádio univesitária em Araçatuba

Polifonia educativo-cultural: aspectos históricos da radiodifusão educativa no Estado de São Paulo e as condicionantes para implantação de uma rádio univesitária em Araçatuba

Eu acho que não. Esta é a idéia de quem é contra as universidades. A universidade daqui, que eu conheço eu posso te dizer que o maior e melhor suplemento cultural ou até o maior ou entre os 03 maiores da história do jornalismo do país, foi produzido pela Universidade de São Paulo. Foi concebido pelo professor Antônio Cândido e desenvolvido pelo professor Prado. Se você for ver a quantidade de artigos e pessoas que atuam na vida cultural e política do país, de fora da universidade e que passaram aqui tiveram vinculo, você fica impressionado. O que as pessoas imaginam é que a universidade vá atuar em blocos. Isso nunca vai acontecer e nem pode acontecer. O dia que isto acontecer será a morte do caráter multidisciplinar. Cada um atua na sua área e nem sempre os interesses conflitam, mas às vezes sim e as pessoas têm que entender que a universidade é o reflexo da sociedade. Ela não é diferente.
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A radiodifusão no Brasil e a ditadura militar : o governo Médici.

A radiodifusão no Brasil e a ditadura militar : o governo Médici.

encontrou uma conjuntura propícia para sua expansão, capitaneado, como afirmamos, pelo processo de industrialização, mas, principalmente, pelas iniciativas governamentais para o setor. E o mesmo ocorreu com a televisão, que passou por um processo de “desenvolvimento contido” até se deparar com os incentivos provenientes dos governos militares. A diferença, neste caso, reside no fato de que, durante a ditadura militar, o rádio já era uma realidade, o que forneceu aos militares subsídios para atuação nas duas variantes que compõem a radiodifusão. Disso podemos abstrair uma conclusão que, infelizmente, não pudemos abordar neste trabalho: os regimes de perfil autoritário se dedicam, com maior ênfase, à estruturação do sistema de comunicação. Isso não significa que outras formas de organização política abdiquem de tal processo, mas uma análise mais aprofundada sobre tais diferenças traria enormes contribuições à compreensão da complexa relação em torno dos meios de comunicação.
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MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL SÃO PAULO 2010

MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL SÃO PAULO 2010

Por sua vez, os anos 1960 e 1970 conheceram uma ampliação das preocupações acadêmicas com as produções sociais que envolviam o corpo. A “crescente voga das reivindicações pautadas por culturas favoráveis ao ‘direito ao corpo’ e à ‘liberação dos prazeres físicos’, influenciadas pelos movimentos sociais dos anos 60 e 70” 3 associada à publicação das obras do filósofo francês Michel Foucault e à divulgação tardia dos estudos do sociólogo alemão Norbert Elias contribuíram significativamente para fortalecer o interesse pelas relações entre corpo e cultura. Apesar de constituir uma via propícia aos estudos das sociedades desde algumas décadas, foi somente nos anos 1980 e 1990 que a história do corpo se institucionalizou como campo específico no interior dos estudos históricos. Duas grandes obras coletivas marcaram a entrada oficial do corpo no horizonte dos historiadores: em 1989, Michel Feher, Ramona Naddaff e Nadia Tazi organizaram os cinco volumes que compunham a coletânea Fragments for a history of the human body, publicada em Nova Iorque pela revista Zone 4 ; e em 2005, os historiadores franceses Georges Vigarello, Alain Corbin e Jean-Jacques Courtine organizaram e publicaram a obra Histoire du Corps, em três tomos, pela editora Seuil, de Paris 5 .
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APLICAÇÃO DO CUSTEAMENTO BASEADO EM ATIVIDADES NAS EMPRESAS DE RADIODIFUSÃO

APLICAÇÃO DO CUSTEAMENTO BASEADO EM ATIVIDADES NAS EMPRESAS DE RADIODIFUSÃO

O Custeamento Baseado em Atividades (ABC = Activity Based Costing) está suscitando um grande interesse em todos os países industriaiizados e, como não poderia deixar de acontecer, isto ocorre também em nosso País. Aiiás, deve ser reconhecido que esta é a primeira vez que uma técnica de custeamento consegue, iogo após sua criação, despertar um grande interesse nos contadores gerenciais brasiieiros. Contudo, queremos observar que, pessoaimente, não nos deixamos conquistar de imediato peio Custeamento Baseado em Atividades. Da ieitura dos primeiros trabaihos que foram divuigados em nosso meio, conciuímos que o método se adequava quase exciusivamente e de forma especiai para as manufaturas de grande porte, utiiizando engenharia maciça na fabricação de produtos compiexos e em ambientes de aita tecnoiogia. E nosso campo de atuação, é constituído preponderantemente por empresas de pequeno porte, dedicadas na sua quase totaiidade às atividades agrícoias, comerciais e prestadoras de serviços. Entretanto, recentemente fomos coiocados diante do probiema de pianejar e coordenar a impiantação de um Sistema de Apuração e Anáiise de Custos (SAAC) para uma empresa de radiodifusão, e tivemos que rever aiguns de nossos posicionamentos com reiação ao Sistema de Custeamento Baseado em Atividades. Descreveremos a seguir esta nossa experiência profissionai.
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Radiodifusão digital: caracterı́sticas e aplicações no Brasil e no mundo

Radiodifusão digital: caracterı́sticas e aplicações no Brasil e no mundo

Com essa redu¸c˜ ao na potˆ encia, ´ e poss´ıvel visualizar uma economia imensa de ener- gia el´ etrica utilizada para a transmiss˜ ao do sinal. No caso da CBN, o transmissor utilizado normalmente para a transmiss˜ ao anal´ ogica tem uma potˆ encia de 35 mil watts, que na- turalmente consome muita energia el´ etrica, enquanto para a transmiss˜ ao digital poderia utilizar um de 300 watts, que consome menos energia que uma geladeira comum enquanto consegue manter a mesma cobertura. Al´ em disso, conforme dito por Roberto Cidade, por utilizar uma antena simples, para transmitir o sinal digital n˜ ao seria mais necess´ ario uma antena gigantesca no meio da Avenida Paulista, como ´ e utilizado pela CBN S˜ ao Paulo. Claro que para essa mudan¸ca se converter em economia de verdade, o sinal anal´ ogico deveria ser encerrado, para que os equipamentos anal´ ogicos possam ser desligados e a economia ser considerada.
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O IDEÁRIO DA GUERRA FRIA NAS IMAGENS DA RADIODIFUSÃO INTERNACIONAL

O IDEÁRIO DA GUERRA FRIA NAS IMAGENS DA RADIODIFUSÃO INTERNACIONAL

tulo de “Radiodifusão Internacional: o desenho do mundo na sintonia das Ondas Curtas” pelo Programa de Pós-Graduação em Desenho, Cultura e Inte- ratividade (PPGDCI) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Procuro analisar a imagens produzidas durante a Guerra Fria a partir das propostas de comunicação das rádios internacionais, que transmitem pro- gramas em língua portuguesa e espanhola para o Brasil na faixa das Ondas Curtas (OC). Objetivos: identificar as formas de difusão de imagens da radio- difusão para o exterior; investigar as imagens que são veiculadas através da dimensão sonora e visual; analisar a conjuntura política e cultural do mundo a partir das imagens captadas pelo viés radiográfico. Trata-se de uma pesqui- sa semiótica baseada pela análise iconográfica, a partir da investigação dos programas e cartões QSL (materiais radiográficos) acostados ao acervo do pesquisador. Os resultados indicam que as imagens radiográficas fazem parte das informações difundidas na programação e se constituem num importan- te instrumento de propaganda política e mediação cultural. Elas possibilitam a reflexão de fatos históricos, e, por sua vez, circunscritos no imaginário cole- tivo, contribuindo para dar visibilidade aos diferentes pensamentos, veicula- dos nos microfones das rádios internacionais no ápice da Guerra Fria.
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Radiodifusão pública no Brasil segundo os princípios da UNESCO

Radiodifusão pública no Brasil segundo os princípios da UNESCO

É certo que a radiodifusão surge, enquanto sistema de comunicação, em quase a totalidade de países, financiada por recursos públicos. A exceção encontra-se em raros casos, como nos Estados Unidos, onde a participação do Estado era muito mais como regulador do que financiador, ou na Espanha, que nasce da iniciativa privada, mas logo passa ao controle do Estado, servindo ao regime franquista 6 (INTERVOZES, 2009). A atração natural que os veículos de comunicação em massa exercem sobre os governos explica-se pelo domínio que o discurso emanado da TV e do rádio tem sobre os eleitores. Lima (2012) traz como exemplo a campanha presidencial brasileira de 1989. Pesquisas do DataFolha revelaram que, naquele ano, a TV foi fonte de informação para 86% dos eleitores. A classe política passou a substituir o contato direto pelo contato mediado pela mídia eletrônica.
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Escolinha de Arte de São Paulo: instantes de uma história

Escolinha de Arte de São Paulo: instantes de uma história

MF: Naquela época eu estava começando formalmente, mas sem tanta clareza o meu processo de formação e a minha criação de um caminho metodológico que eu fui desovar, digamos, anos depois com a sistematização na Escola da Vila com a preocupação do registro da prática, da reflexão, da observação, da avaliação, do planejamento, mas foi aí na Escolinha que junto com as influencias da Ana Mae, centralmente com as influencias da Ana Mae, mas também com influencias da Célia (Cymbalista), da Regina (Machado) eu comecei a me preocupar em relação ao acompanhamento das crianças no processo das artes plásticas, no processo gráfico em ter um momento de interação e discussão com as crianças sobre: o que é que você essa semana, falando, na oralidade, que naquele tempo a gente chamava de hora da roda, a roda da conversa. Pedia para que as crianças contassem o que mais tinha chamado atenção naquela semana, na sua vida, na escola, em casa, o que de mais forte você tem para contar para a gente. Eram conversas bem abertas e dessa conversam iam emergindo temas geradores, no sentido mais forte, mais significativo para serem comunicados. Então, a primeira atividade era essa conversa, segunda atividade, isso como uma proposta metodológica, era cada um pensa, escolhe, delimita em que área desejava trabalhar, se vai ser com o corpo, se vai ser com a pintura, se vai ser na marcenaria, se vai ser com lápis, a decisão vinha de cada um e, geralmente tinham os grupos com atividades diferentes. O desafio era comunicar, expressar toda a história contada, exprima o que você sentiu, o que você pensou, enfim, ponha pra fora. Depois dessa atividade a gente recolhia tudo o que foi produzido em uma grande mostra para todo mundo na roda outra vez. O desafio era cada um falar sobre o outro, a comunicação do outro e só no fim o autor se posicionava diante da sua produção. E, como atividade final a avaliação, que era a avaliação do que você produziu, do que a gente rendeu, do que faltou, do que é que você quer para a próxima aula, que seja seu desafio. Então, esses passos metodológicos foram sendo sistematizados, amarrados por mim e nas reuniões dos professores eu expunha e a discussão do meu trabalho se dava nesse foco.
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MESTRADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA São Paulo

MESTRADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA São Paulo

Antonio Francisco de Paula Souza nasceu na cidade de Itu, que havia sido elevada da categoria de vila a cidade apenas em 1842. Segundo Octavio Ianni 7 , em 1838 viviam em Itu 6.532 pessoas livres e 4.714 escravos, que eram utilizados na centena de engenhos existentes. A cultura de café ainda não havia suplantado a cana de açucar. O Colégio São Luís só foi fundado em 1867 por padres jesuítas no município de Itu. Mais tarde, em 1917 a sede do colégio foi transferida para a São Paulo. Ele passou os primeiros anos de sua vida nas cidades de Capivari e Campinas, pois a família acompanhara o pai que era médico 8 . Com cerca de 10 anos, retornou à sua cidade natal, onde começou a estudar na escola de Braz Carneiro Leão. Em seguida, transferiu-se para o Colégio Galvão na capital paulista. Logo depois, mudou-se, em companhia de seu irmão mais novo, Francisco, para o colégio Calógeras de Petrópolis. Onde também pouco ficou, pois em 1858 foi enviado, junto com o irmão Francisco e com os tios Diogo e Antonio Paes de Barros, para estudar em Dresden, na Alemanha.
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MESTRADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2011

MESTRADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2011

A Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (ABRESI), em 1997, conferiu à cidade de São Paulo o título de Capital Mundial da Gastronomia. Na mesma ocasião, também foi outorgado o título à Paris, na categoria hors concurs, assim como a Tóquio, Nova Iorque, Roma, Madrid, Lisboa, Cidade do México e Buenos Aires. De todas as cidades homenageadas, São Paulo é a que possui o maior número de cozinhas internacionais representadas por bares e restaurantes. Atualmente, São Paulo possui 42 restaurantes franceses, dos quais pelo menos 12 possuem suas cozinhas dirigidas por chefs nordestinos. A gastronomia desenvolvida por estes chefs associa o universo das cozinhas a um sistema alimentar que envolve a combinação de produtos, habilidades, modos de fazer, estilos, hábitos e comportamentos que definem não só o que é ingerido e quem os vai ingerir, como também quem transforma o alimento em comida. O objetivo deste trabalho é compreender algumas características das trajetórias, dos chefs brasileiros oriundos do nordeste e que desenvolvem suas atividades em restaurantes franceses instalados na cidade de São Paulo. Para reconstruir a gastronomia elaborada por estes chefs e compreender os sinais de como foi sendo modificada a tradição da culinária francesa, assim como importância dos ingredientes e temperos na (re) definição dos cardápios, foi utilizada a metodologia da história oral. O período definido para esta pesquisa abrange os últimos trinta anos, usando como balizador o início da década de 1980.
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DOUTORADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2009

DOUTORADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2009

Eu não sabia nadar até então, pois eu sempre joguei basquetebol e, uma das provas para você entrar na faculdade era nadar 25 metros em 25 segundos. Então, naquele ano mesmo de cinqüenta e quatro, comecei a aprender natação com um colega da escola (...) Aí eu lhe falei: “olha, eu quero aprender a atravessar a piscina só para entrar na faculdade”. E eu aprendi assim a nadar com muita dificuldade... mas consegui. Quando vim para São Paulo, a primeira prova do vestibular foi português. Havia 50 candidatos inscritos e todas as provas eram eliminatórias. Nesta primeira prova passaram uns dezoito candidatos. Depois tivemos provas de biologia, matemática, inglês... as provas práticas, ou seja, natação foi feita antes de biologia e inglês. Quando passei na prova de natação, liguei para casa, em Lins, dizendo que havia passado no vestibular, ou seja, entrado na faculdade. Olha que absurdo... poderia ter sido reprovado em biologia e ou inglês. Mas, para mim, a prova mais difícil seria mesmo a natação.
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MESTRADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2008

MESTRADO EM HISTÓRIA SÃO PAULO 2008

Diante das consideradas parcialidades de todas as concepções anteriores, o grande mérito dessa “concepção integral da história” seria possuir um “método totalitário”. Sua visão seria integral por tratar as esferas do ser e dever ser como esferas que se influenciam reciprocamente. Isso posto, cabe ver como se dá essa influência recíproca, fórmula pela qual pretende escapar do idealismo e do materialismo, ante os quais afirmaria seu ineditismo. Reale diz que é o ser a esfera que condiciona o dever ser, é “o objetivo que condiciona o subjetivo”. E, para Reale, o objetivo condiciona o subjetivo na medida em que é o seu objeto de conhecimento. Ele quer dizer o seguinte: não é a partir do nada, mas sim a partir do conhecimento do mundo objetivo que opera o mundo do dever ser. É, portanto, enquanto objeto de conhecimento que as causas eficientes condicionam as causas finais. Vemos, então, que a esfera da objetividade tem por papel essencial destinar-se a ser conhecida; ela existe, portanto, como ser-para-o- conhecimento. Assim, o mundo objetivo existe para a consciência enquanto objeto de conhecimento e não como o terreno de onde necessariamente o indivíduo retira os meios para a satisfação de todas as suas carências. Vejamos a seguinte passagem:
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MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2015

MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2015

É a intenção, por meio da Educação Patrimonial, sendo ela mesma uma proposta educacional, a apropriação dos bens e das manifestações, como uma ação conscientizadora para o conhecimento. O educador passa a se utilizar desta prática como forma de fazer, não somente o conhecimento do patrimônio cultural local, mas também sua aproximação e reconhecimento em processo educativo, numa ação que envolve uma atitude crítica diante da história e da realidade atual da cidade. Uma relação que envolve não somente a memória e patrimônio, mas também os modos de enfrentamento, atitudes e movimentos que possam sugerir a importância de preservar, de se sentir pertencente e de se fazer representar. Questões fundamentais na construção desse trabalho para a educação que vai além da fábrica ou da memória do trabalhador, e sim as representações feitas a partir delas.
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MESTRADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2015

MESTRADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2015

Este trabalho aborda a visão científica do escritor brasileiro Lima Barreto presente em sua obra e procura, com base nela, investigar a relação entre Literatura e História da Ciência. Para essa abordagem, tomou-se como referência Triste Fim de Policarpo Quaresma, bem como crônicas e outras produções do autor, com vistas ao reconhecimento de um diálogo entre realidade e ficção. Investigou-se também a passagem do escritor pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro e suas leituras e reflexões sobre determinados aspectos do conhecimento científico em voga, motivadas pelo compartilhamento intelectual com homens letrados de seu tempo. O período abordado, situado entre o final do século XIX e o início do século XX, na cidade do Rio de Janeiro, mostra um contexto que foi marcado pela crença no progresso e valorização da ciência e exerceu profunda influência na caracterização dos personagens do autor. Porém, sendo uma voz dissonante de seu tempo, Lima Barreto evidenciou em sua obra uma desconfiança acerca do discurso de modernização vigente na época e posicionou-se de forma crítica diante do regime republicano apoiado em ideias positivistas.
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DOUTORADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2010

DOUTORADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2010

Também pelos mesmos motivos que os aqui aduzidos, esses autores optaram por tomar como base a classificação da CDU. No entanto, foi omitido dessa escolha um aspecto fundamental: o fato de não ser possível aplicar o esquema atual das ciências àquelas do passado. Vale dizer, a proposta da BBHC volta a classificar a produção científica de acordo com a definição atual das diversas disciplinas e, por conseguinte, não reflete o processo histórico do desenvolvimento das ciências. Assim, por exemplo, disciplinas que, no passado, tiveram clara identidade própria e que não podem ser assimiladas a quaisquer categorias contemporâneas não têm lugar nessa proposta, como a História Natural.
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DOUTORADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2012

DOUTORADO EM HISTÓRIA DA CIÊNCIA SÃO PAULO 2012

Conhecer a transformação da ciência, suas características e o conhecimento produzido é um desafio para elucidar os caminhos que os pensadores e pesquisadores utilizaram para a realização de seus experimentos, teorias, e os resultados ao longo da história. Desde suas origens entre os séculos XVI e XVII até os tempos atuais, a massa documental gerada pela ciência moderna constitui objeto de investigação de várias áreas, tais como: a teoria do conhecimento, a filosofia de ciência, a epistemologia lógica e histórica, e também a História da Ciência que reune abordagens históricas, filosóficas e sociológicas. Nesse âmbito, segundo A. G. Debus, nas primeiras décadas do século XX, admitia-se haver existido a revolução científica, mas o que poderia ter um significado para a história mundial jamais era contado e sequer era feita referência à ciência ou tecnologia dos últimos cem anos. O ensino-padrão enfatizava a política, a sociedade e religião, e os seminários sobre a história intelectual ignoravam as ciências de modo geral. No entanto, os estudos da História da Ciência foram adquirindo importância, baseados em textos de longa história. 81
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MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2009

MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL São Paulo 2009

Foi ressaltada a importância do Programa e dos Estatutos, documentos que marcam uma nova etapa no desenvolvimento do Partido. A aplicação do Programa exige que o Partido se volte mais e mais para as massas, que modifique os seus métodos de trabalho entre as massas, tornando-os mais flexíveis e persuasivos. É dever primordial do Partido empregar o máximo de seus esforços para unir e organizar a classe operária. A unidade e organização da classe operária têm se desenvolvido, atingindo a movimentos tão importantes como as greves gerais do Rio Grande do Sul, de Minas e de São Paulo. É necessário desenvolver este processo a fim de fortalecer cada vez mais o papel dirigente da classe operária nas lutas do povo brasileiro. A aliança operário-camponesa deve estar no centro das atenções do Partido. A subestimação dos camponeses será eliminada com medidas concretas que acelerem a organização das diversas camadas do campo, onde todas as formas de luta devem ser aplicadas, ao mesmo tempo com flexibilidade e audácia. Dada a situação que o país atravessa, sob a pressão crescente do imperialismo norte-americano, são cada vez maiores as possibilidades de amplas alianças, que o Partido precisa utilizar. A criação, organização e ampliação da frente democrática de libertação nacional é uma tarefa urgente e inadiável, que deve ser levada a efeito através das próprias lutas do povo brasileiro pela paz, pelas liberdades democráticas e pela independência nacional. Desenvolvendo estas lutas, o Partido deve se colocar resolutamente à frente das massas, combater o oportunismo que teme as lutas de massas, porém, ao mesmo tempo, impedir qualquer aventura, qualquer ação que possa isolar o Partido das massas e facilitar os golpes do inimigo. A revolução brasileira se fará através de uma luta árdua, tenaz e prolongada, mas a sua vitória é inevitável. É o que nos indica o Programa do Partido. 156
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MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL SÃO PAULO 2013

MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL SÃO PAULO 2013

Concentração de vendedores ambulantes, cestas pelo chão, cobertas por panos que parecem tão sujos quanto o próprio chão. Esses panos possivelmente eram uma forma de proteger os gêneros contra as moscas. O piso onde as cestas de mercadorias estavam expostas sugere ser bastante irregular e aparenta ter lixo e entulhos próximos às cestas de mercadorias. Vincenzo Pastore fotografou uma significativa quantidade de vendedores ambulantes pelas ruas de São Paulo no início de século XX. Na maioria delas, é possível intuir a pobreza dos vendedores ambulantes que, muitas vezes, estão descalços, com a roupa suja e portando uma pequena cesta com frutas, cebolas, etc. Esse comércio, realizado próximo ao Mercado Municipal (25 de Março), era bastante frequente entre os ambulantes. Havia ainda um anexo ao mercado, chamado de mercado dos caipiras, onde grande quantidade de nacionais pobres comercializavam seus produtos a impostos mais baratos que o mercado principal. Nesse sentido, percebe-se uma aproximação dos ambulantes à região dos mercados, onde provavelmente existiria um fluxo maior de consumidores.
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