Radioterapia externa

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Avaliação semanal dos efeitos da radioterapia externa convencional pela contagem dos leucócitos e plaquetas de pacientes portadores de câncer nas áreas de cabeça e pescoço, tórax e pelve.

Avaliação semanal dos efeitos da radioterapia externa convencional pela contagem dos leucócitos e plaquetas de pacientes portadores de câncer nas áreas de cabeça e pescoço, tórax e pelve.

A maior queda na contagem dos leucó- citos e plaquetas ocorreu a partir da tercei- ra semana e, principalmente, na quarta se- mana após iniciada a radioterapia. A mo- nitoração semanal pela contagem dos leu- cócitos e plaquetas dos pacientes portado- res de câncer submetidos a radioterapia externa convencional não parece ser neces- sária. A solicitação de leucócitos e plaque- tas, antes do início da radioterapia e na quarta semana durante o tratamento, é re- comendada.

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Radioterapia externa conformada 3D para o carcinoma de próstata: experiência do Instituto do Radium de Campinas com 285 pacientes.

Radioterapia externa conformada 3D para o carcinoma de próstata: experiência do Instituto do Radium de Campinas com 285 pacientes.

Na radioterapia externa, a técnica de ra- dioterapia conformada (RTC3D) utiliza alta tecnologia, com o uso de potentes compu- tadores e complexos programas de compu- tador, possibilitando melhor localização do alvo da radioterapia e dos órgãos de risco, permitindo a liberação de altas doses de radiação no volume alvo, com maior con- trole sobre a dose de radiação em estruturas normais. A alta dose de radiação no câncer de próstata tem proporcionado maior con- trole bioquímico em estudos prospectivos aleatorizados, entretanto, sem resultar em aumento da sobrevida global (3,4) e com aumento da toxicidade (5) . Entretanto, altas doses liberadas com a RTC3D geram toxi- cidade inferior à radioterapia convencional com doses de radiação convencionais (6) .
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Caracterização dosimétrica de gel tipo VIPARnd através de técnicas ópticas para feixes de raios x de 6mv usados em radioterapia externa

Caracterização dosimétrica de gel tipo VIPARnd através de técnicas ópticas para feixes de raios x de 6mv usados em radioterapia externa

Dentre os equipamentos utilizados atualmente para radioterapia externa (teleterapia) os aceleradores lineares são os mais comuns. Estes equipamentos podem produzir para fins terapêuticos feixes de elétrons e de fótons (raios X) de alta energia. Os aceleradores lineares utilizam ondas de radiofrequência (RF) e potencial elétrico para aceleração de elétrons. As ondas de RF geradas penetram juntamente com os feixes de elétrons no tubo de aceleração. A velocidade da onda aumenta progressivamente e os elétrons são carregados por estas ondas e acelerados [3]. Ao sair do tubo de aceleração o feixe de elétrons tem sua direção alterada por um conjunto de eletroímãs que direciona o feixe para baixo como mostrado na Figura 1.
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Cirurgia conservadora, radioterapia externa e reforço de dose com braquiterapia de alta taxa de dose: uma nova perspectiva no tratamento de sarcomas de partes moles do adulto.

Cirurgia conservadora, radioterapia externa e reforço de dose com braquiterapia de alta taxa de dose: uma nova perspectiva no tratamento de sarcomas de partes moles do adulto.

OBJETIVO: Avaliar a influência no controle local de pacientes adultos e portadores de sarcoma de partes moles em extremidades e submetidos a cirurgia conservadora do membro, com braquiterapia de alta taxa de dose (BATD) como reforço para a radioterapia externa (RT). MATERIAL E MÉTODOS: Foram avaliados 16 pacientes tratados, de 1993 até 1999. A RT foi utilizada com finalidade pré ou pós-operatória (30–55 Gy) e BATD com dose de 18–36 Gy (fx 3–6 Gy BID). Com base no modelo linear quadrático calculou-se a dose efetiva biológica (“biological effective dose” — BED) para o tumor e comparou-se seu valor a dados da literatura internacional, que utiliza tratamentos com RT e braquiterapia de baixa taxa de dose (BBTD). RESULTADOS: Os valores médios e medianos da BED para os sarcomas de partes moles foram de 78,5 Gy7 e 80 Gy7. A análise univariada mostrou que a BED para o tumor, quando utilizada BATD, era semelhan- te ao valor de 83 Gy7 quando utilizada BBTD (p = 0,008). As taxas de controle local, sobrevida livre de doença e sobrevida global atuarial em cinco anos foram de 83,2%, 75% e 93,7%, respectivamente. CON- CLUSÕES: A BATD, quando utilizada como método complementar no reforço de dose da RT no tratamento conservador dos sarcomas de partes moles, apresenta taxas de controle local equiparáveis às da literatura internacional; no entanto, estudos com número maior de pacientes e período maior de seguimento são ain- da necessários para determinar o verdadeiro potencial da BATD em substituir a BBTD.
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Avaliação de métodos de cálculo de barreiras de protecão radiológica em instalações de radioterapia externa e braquiterapia

Avaliação de métodos de cálculo de barreiras de protecão radiológica em instalações de radioterapia externa e braquiterapia

Para as técnicas de 3D-CRT, comtempladas no estudo I, os métodos de cálculo descritos pelo DL 180/2002, que tal como foi referido anteriormente seguem a metodologia da norma alemã DIN-6847, foram comparados com os métodos propostos pelo documento americano NCRP 151. Um dos principais objetivos deste estudo foi comparar a legislação portuguesa em vigor, relativa à proteção radiológica em radioterapia, com recomendações internacionais, de modo a podermos examinar as suas diferenças e peculiaridades. Para tal foi efetuada uma comparação entre as espessuras das barreiras da instalação de radioterapia externa calculadas pelas diferentes metodologias. Seguidamente foi realizada uma validação das metodologias de cálculo utilizadas através da avaliação radiológica da instalação de radioterapia externa do Hospital de Santa Maria. Nesta avaliação, de entre outros aspetos foi realizada uma comparação entre os valores do débito de dose de radiação X, que passam através de cada barreira de proteção, medidos diretamente da instalação e calculados através das metodologias apresentadas. Outros objetivos deste estudo consistiram em estudar a influência da utilização de diferentes materiais na construção das barreiras, e estudar o impacto económico causado pela metodologia de cálculo utilizada no cálculo das barreiras e pelo material utilizado na construção das barreiras.
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Braquiterapia de alta taxa de dose associada a radioterapia externa no tratamento de angiossarcoma extenso do couro cabeludo: relato de caso.

Braquiterapia de alta taxa de dose associada a radioterapia externa no tratamento de angiossarcoma extenso do couro cabeludo: relato de caso.

portadores de angiossarcomas de diver- sos sítios anatômicos. A maioria era do sexo masculino (37 pacientes) e a idade mediana, de 62 anos. Vinte e três pacien- tes foram submetidos apenas a ressecção cirúrgica, 12 a cirurgia e radioterapia, 13 a cirurgia e quimioterapia, oito a cirurgia, quimioterapia e radioterapia, oito a ra- dioterapia e quimioterapia e, finalmente, três apenas a radioterapia. Os autores con- cluíram que os melhores resultados fo- ram obtidos com cirurgia associada a ra- dioterapia, com sobrevida livre de doen- ça em cinco anos de 43%. Os resultados com cirurgia exclusiva, bem como os de radio e quimioterapia exclusivas, foram desapontadores. A dose de radioterapia mostrou relação direta com o controle local da doença. Pacientes que recebe- ram dose inferior a 45 Gy tiveram contro- le local de 25%, contra 68% dos que re- ceberam dose acima de 50 Gy (p = 0,02). Naka et al. (7) , no Japão, por meio de
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Implementação de um sistema de dosímetria “in-vivo” em Radioterapia Externa : aplicação no cancro da mama

Implementação de um sistema de dosímetria “in-vivo” em Radioterapia Externa : aplicação no cancro da mama

Como nos Aceleradores Lineares os feixes de radiação ionizante são pulsados, é necessário monitorizar constantemente esses feixes para garantir a eficácia do tratamento e segurança do paciente. Isto é feito através de duas câmaras de ionização localizadas na gantry. Ao ser depositada a dose desejada, essas câmaras comunicam ao sistema que a dose foi alcançada e o tratamento terminado. Assim, em Radioterapia, é usado o termo unidade monitora (MU) que é associado à dose em cGy por meio de factores de correcção. É uma prática comum ajustar a calibração do Acelerador Linear de forma que uma unidade monitora seja equivalente a 1 cGy.
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OTIMIZAÇÃO DE ESQUEMAS TERAPÊUTICOS DO CARCINOMA DA PRÓSTATA ENVOLVENDO BRAQUITERAPIA DE BAIXA TAXA DE DOSE E RADIOTERAPIA EXTERNA - ABORDAGENS FÍSICA E RADIOBIOLÓGICA

OTIMIZAÇÃO DE ESQUEMAS TERAPÊUTICOS DO CARCINOMA DA PRÓSTATA ENVOLVENDO BRAQUITERAPIA DE BAIXA TAXA DE DOSE E RADIOTERAPIA EXTERNA - ABORDAGENS FÍSICA E RADIOBIOLÓGICA

Para o tratamento do carcinoma da próstata com radioterapia são utilizadas diversas modalidades, tais como a radioterapia de feixe externo (EBRT) convencional, 3D conformal (3D-CRT), intensidade modelada (IMRT), braquiterapia de baixa taxa de dose com implantes permanentes (LDRBT) e de alta taxa de dose (HDRBT). Apesar de haver pacientes que recebem duas modalidades de tratamento, estas são normalmente planeadas de forma independente, dando-se pouca relevância ao seu efeito combinado. Fatores como possíveis efeitos sinergéticos entre os efeitos biológicos dos dois tratamentos ou a combinação das distribuições de dose para avaliação da toxicidade dos órgãos de risco não são, normalmente, tidos em conta (1). Torna-se assim conveniente determinar regimes alternativos de tratamento que sejam equivalentes àqueles cuja eficácia clínica se encontra comprovada, tendo em conta o efeito combinado das diferentes modalidades de tratamento.
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Contributo da PET/CT com Fluorocolina-F18 na Radioterapia Externa do Carcinoma da Próstata

Contributo da PET/CT com Fluorocolina-F18 na Radioterapia Externa do Carcinoma da Próstata

Objetivo: A radioterapia é uma opção terapêutica no carcinoma da próstata. Pretendemos avaliar o contributo da PET/CT com Fluorocolina- F18(FCH-F18) na identificação dos doentes com indicação para essa estratégia terapêutica e o impacto no seu planeamento. Material e Métodos: Analisámos retrospetivamente 282 PET/CT com FCH-F18. Seleccionámos 187 doentes sem antecedentes de radioterapia prévia (41 estadiamentos iniciais/146 recidivas bioquímicas). Registámos os resultados da PET/CT com FCH-F18 (doença localizada com indicação para radioterapia versus doença à distância) e investigámos a opção terapêutica assumida em cada doente. No grupo que realizou radioterapia identificámos as situações em que a PET/CT com FCH-F18 otimizou o planeamento e anotámos os valores do PSA após radioterapia. Resultados: Apresentavam doença localizada 139 doentes (34 estadiamentos/105 recidivas). Destes, 54 realizaram radioterapia (8 estadiamentos/46 recidivas). A PET/CT com FCH-F18 contribuiu para a otimização de 22 (41%) planeamentos com intuito curativo ou de salvação, e, ainda, de 3 doentes para radioterapia paliativa. Os valores do PSA após radioterapia diminuiram significativamente sugerindo uma evolução favorável. Conclusão: A PET/CT com FCH-F18 foi útil na orientação terapêutica dos doentes com carcinoma da próstata, nomeadamente na seleção daqueles que tinham indicação para radioterapia e contribuiu para a optimização do seu planeamento numa percentagem significativa de casos.
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Efeitos da radioterapia no tecido ósseo.

Efeitos da radioterapia no tecido ósseo.

OBJETIVO: Avaliar os efeitos da radioterapia e a acurácia da mensuração do nível de cinza do tecido ósseo em imagens radiográficas. MATERIAIS E MÉTODOS: Quatro ratos Wistar foram submetidos a radioterapia externa (dose única de 3.000 cGy) em uma área de 2 cm × 2 cm na perna direita. Os animais foram sacri- ficados seis semanas após a radioterapia, e tanto as pernas irradiadas quanto as contralaterais (não-irradia- das) foram avaliadas na sua espessura, radiografadas de forma padronizada e processadas histologicamente (hematoxilina-eosina e picrossírius). As radiografias foram digitalizadas e a média dos níveis de cinza foi men- surada no programa Image Tool®. RESULTADOS: A espessura do fêmur foi maior na perna contralateral do que na irradiada (p < 0,05). Radiograficamente, observou-se maior quantidade de tecido ósseo na perna contralateral em relação à perna irradiada, porém sem diferença estatística significante (p > 0,05). Histolo- gicamente, foi possível observar, na perna irradiada, diminuição do número de osteócitos e dos canais de Havers, porém sem diferença estatística significante (p > 0,05). Por outro lado, foi observado aumento significante de adipócitos, com conseqüente diminuição de tecido medular na perna irradiada (p < 0,05) e maior atividade osteoblástica na perna contralateral (p < 0,05). CONCLUSÃO: A radioterapia, na dose apli- cada, determinou diminuição da atividade de remodelação óssea, que pôde ser detectada radiograficamente na maioria dos espécimes avaliados.
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Metástase cutânea como primeira manifestação de adenocarcinoma pulmonar.

Metástase cutânea como primeira manifestação de adenocarcinoma pulmonar.

Relatamos o caso de um paciente do sexo masculino de 58 anos de idade, que foi encaminhado para a consulta de oncologia por apresentar uma massa epigástrica de crescimento rápido em três meses de evolução. A investigação diagnóstica revelou tratar-se de um adenocarcinoma pulmonar metastático estádio IV. Recebeu cinco ciclos de cisplatina e gemcitabina como tratamento de primeira linha, que foi interrompido devido a efeitos adversos. Houve estabilidade da doença pulmonar e progressão cutânea. Recebeu pemetrexed como tratamento de segunda linha e radioterapia externa concomitante, com boa tolerância e regressão completa da massa epigástrica. Entretanto, o paciente faleceu três meses após o tratamento. Destacamos aqui importância da multidisciplinaridade e do seu papel na individualização do tratamento.
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Radiol Bras  vol.34 número6

Radiol Bras vol.34 número6

De setembro de 1989 a setembro de 1995, 190 pacientes com diagnóstico histológico de carcinoma epidermóide do colo do útero foram tratadas com radioterapia externa em um equi- pamento de telecobalto, tendo sido planejados quatro campos e tratados dois por dia, em for- ma de rodízio, seguida de uma ou duas inser- ções de braquiterapia de baixa taxa de dose (BBTD). A idade das pacientes variou de 24 a 77 anos (mediana de 53 anos) e o peso variou de 41 a 89 kg (mediana de 60 kg). Dessas, 12 eram estádio clínico (EC) IB, quatro eram EC IIA, 105 eram EC IIB e 69 eram EC IIIB.

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Transposição ovariana por  em cadá de feto humano

Transposição ovariana por em cadá de feto humano

A Cirurgia Vídeoendoscópica tem inicio no final do século XX, como uma grande inovação da medicina, porém só recentemente tem sido explorado seu potencial. Os endoscópicos tem sido utilizados atualmente para realizar uma variedade de procedimentos diagnósticos e terapêuticos. A aquisição de novos conhecimentos e habilidades exigidos pela técnica obriga, tanto ao novo cirurgião como até mesmo ao cirurgião mais experiente, buscar conhecimentos, treinamentos, habilitação e credenciamento no novo método operatório para que possa exercer a medicina cirúrgica da atualidade. A videoendoscopia na ginecologia oncológica ainda não esta completamente definida, pois somente nos últimos 10 (dez) anos é que o desenvolvimento da cirurgia endoscópica de mínimo acesso tem tido uma marcante expansão nas suas aplicações. A preservação da função ovariana naquelas mulheres jovens que tem câncer de colo uterino em estágio precoce, linfomas Hodgkin e não Hodgkin e de carcinoma colo - retal que necessitam submeter-se a radioterapia externa e interna, a videoendoscopia tem sido usada como método cirúrgico com a finalidade de minimizar os efeitos da radiação, pois; é um procedimento seguro e eficaz para a preservação da função ovarina. O objetivo deste trabalho foi transpor os ovários de cadáver fetal para fora da região pélvica e re-posicioná-los o mais alto possível na parede lateral do abdômen, fixando-os com fios eclips.
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Radioterapia intraoperatória como protocolo de tratamento do câncer de mama inicial.

Radioterapia intraoperatória como protocolo de tratamento do câncer de mama inicial.

Assim, se as taxas de recidiva local, após cirurgia conservadora de mama com margens cirúrgicas nega- tivas e radioterapia externa, são de aproximadamente 10% e se entre 65 e 100% dessas recidivas locais estão nas regiões imediatamente adjacentes ao sítio da res- secção segmentar, a conclusão é de que somente entre zero e 3,5% dessas pacientes tratadas com ressecção segmentar e radioterapia externa irão falhar fora do sítio primário da lesão tratada − valores estes bem abaixo dos índices teóricos de multicentricidade espe- rados por Rosen e Holland (18,24) .
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Radioterapia adjuvante no tratamento do câncer de endométrio: experiência com a associação de radio-terapia externa e braquiterapia de alta taxa de dose.

Radioterapia adjuvante no tratamento do câncer de endométrio: experiência com a associação de radio-terapia externa e braquiterapia de alta taxa de dose.

OBJETIVO: Analisar, retrospectivamente, os resultados da radioterapia externa (RT) combinada a braquite- rapia de alta taxa de dose (BATD), adjuvantes à cirurgia para o carcinoma de endométrio. MATERIAIS E MÉTODOS: Avaliamos 141 pacientes tratados com RT e BATD adjuvantes à cirurgia, no período de janeiro de 1993 a janeiro de 2001. RT pélvica foi realizada com dose mediana de 45 Gy, e BATD realizada na dose mediana de 24 Gy, em quatro inserções semanais de 6 Gy. A idade mediana das pacientes foi de 63 anos e a distribuição por estádio clínico (EC) foi: EC I (FIGO), 52,4%; EC II, 13,5%; EC III, 29,8%; EC IV, 4,3%. RESULTADOS: Com seguimento mediano de 53,7 meses, a sobrevida livre de doença (SLD) em cinco anos foi: EC I, 88,0%; EC II, 70,8%; EC III, 55,1%; EC IV, 50,0% (F = 0,0003). A sobrevida global em cinco anos foi: EC I, 79,6%; EC II, 74,0%; EC III, 53,6%; EC IV, 100,0% (F = 0,0062). Fatores que influíram na SLD foram grau histológico e histologia seropapilífera. Dos 33 casos que apresentaram recidiva da doença, em 13 (9,2%) esta ocorreu na pelve, vagina ou cúpula vaginal. RT + BATD do fundo vaginal permitiram o controle da doença em 90,8% dos casos. CONCLUSÃO: A RT exerce papel fundamental no controle loco- regional do câncer de endométrio e permite excelentes taxas de cura nos estádios iniciais. Para os estádios mais avançados, a falha terapêutica tende a ser a distância, sugerindo a necessidade de complementação terapêutica sistêmica, com introdução de novas modalidades de tratamento, em particular a quimioterapia. Unitermos: Carcinoma; Endométrio; Radioterapia; Braquiterapia.
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A experiência de trabalhar em ambiente de radioterapia

A experiência de trabalhar em ambiente de radioterapia

A radioterapia tem por função irradiar tecidos do tumor, poupando as estruturas normais. Primeiramente é preciso aplicar uma dose de radiação para as células tumorais em quantidade suficiente para matar as células cancerigenas no menor tempo possivel, aumentanto a possibilidade de controle da doença maligna, matando as células malignas e elevando a probabilidade de controlar a doença maligna, enquanto ao mesmo tempo, limita a dose para os tecidos saudáveis que circunda a celula com o tumor maligno, para que a probabilidade de dano induzindo a esses tecidos seja reduzida ao mínimo.
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CANCRO GINECOLÓGICO PROTOCOLOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA 2004

CANCRO GINECOLÓGICO PROTOCOLOS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA 2004

A Radioterapia é o tratamento preferencial para a maioria dos carcinomas da vagina. Nos estádios precoces a Cirurgia e a Radioterapia são igualmente eficazes. Em doentes com neoplasia intra-epitelial localizada ou com carcinoma verrucoso a cirurgia é a terapêutica de escolha.

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Princípios do cálculo de blindagem em radioterapia.

Princípios do cálculo de blindagem em radioterapia.

A radioterapia ´e uma t´ecnica que utiliza radia¸c˜ao io- nizante para o tratamento de cˆancer [1]. A radia¸c˜ao ionizante pode ser constitu´ıda de part´ıculas sem massa (raios X e gama) ou com massa (pr´otons, el´etrons, nˆeutrons, p´ositrons, etc.) e seu emprego em medi- cina come¸cou logo ap´os a descoberta dos raios X por Roentgen em 1895 [2] e da radioatividade por Bec- querel em 1896 [3]. A radioterapia evoluiu bastante desde ent˜ao e atualmente existem formas de tratamen- tos muito sofisticados que empregam grandes acelera- dores de part´ıculas e/ou geradores de f´otons de alta energia (at´e 30 MeV) [4]. Uma preocupa¸c˜ao recorrente ´e como calcular as espessuras das barreiras (ou blinda- gens) das salas que abrigam tais m´aquinas de modo que os n´ıveis de radia¸c˜ao em suas vizinhan¸cas fiquem dentro dos valores permitidos. No que segue ser˜ao mostrados os princ´ıpios f´ısicos envolvidos no c´alculo das espessuras das barreiras para o caso de uma instala¸c˜ao de radio- terapia que abriga um acelerador linear de el´etrons que produz feixes de f´otons de alta energia via o processo de bremsstrahlung (ver Fig. 1), e em seguida uma ex- press˜ao simples ser´a obtida para se estimar a espessura da barreira.
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Rev. LatinoAm. Enfermagem  vol.16 número6

Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.16 número6

El conocimiento de los informantes sobre la radioterapia hace que ellos tengan el sentido de una arma para combatir al enemigo, el cáncer, revelando la creencia de que la enfermedad requiere un combate. La construcción sobre el tratamiento como arma retrata un conocimiento también universalizado en la sociedad occidental. Los sentidos occidentales dados ven al cáncer como una enfermedad cruel, intratable y misteriosa, que requiere “combate”, por ser algo que ataca e invade el cuerpo, su tratamiento es pensado como un contra-ataque, una guerra, haciendo con que muchas veces sea visto como peor que la propia enfermedad. Así, es común escuchar: la radioterapia es el bombardeo con rayos tóxicos; la quimioterapia mata las células del cáncer. Los efectos secundarios y sus daños para el cuerpo son justificados, si la meta es la cura (8) .
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