Razão cintura-quadril

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ASSOCIAÇÃO ENTRE GORDURA CORPORAL RELATIVA E ÍNDICE DE MASSA CORPORAL, CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA, RAZÃO CINTURA-QUADRIL E RAZÃO CINTURA-ESTATURA EM ADULTOS JOVENS

ASSOCIAÇÃO ENTRE GORDURA CORPORAL RELATIVA E ÍNDICE DE MASSA CORPORAL, CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA, RAZÃO CINTURA-QUADRIL E RAZÃO CINTURA-ESTATURA EM ADULTOS JOVENS

Este é um dos poucos estudos brasileiros a comparar diferentes indicadores antropométricos com o percentual de gordura corporal (objetivo nº 1). No presente estudo, observou-se que o poder preditivo de cada um dos indicadores examinados difere entre homens e mulheres. Enquanto para os homens, a CC foi a variável mais associada com o percentual de gordura, nas mulheres, foi o IMC. Para os homens, a RCE foi o segundo indicador mais associado com o percentual de gordura, se- guido pelo IMC. Para as mulheres, a CC e a RCE apresentaram associação semelhante com o desfe- cho. Para ambos os sexos, a RCQ apresentou a me- nor associação com o percentual de gordura, sendo que entre as mulheres não houve associação sig- nificativa (p=0,15). Em outro estudo envolvendo indivíduos entre 7 e 20 anos, foi observado que a razão cintura-quadril foi um fraco indicador da dis- tribuição de gordura corporal 12 . Além disso, o IMC
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Medida da cintura e razão cintura/quadril e identificação de situações de risco cardiovascular: estudo multicêntrico em pacientes com diabetes melito tipo 2.

Medida da cintura e razão cintura/quadril e identificação de situações de risco cardiovascular: estudo multicêntrico em pacientes com diabetes melito tipo 2.

Apesar de estar bem estabelecido que a gordura visceral abdominal faz parte da síndrome metabólica e está relacionada aos demais componentes da mesma (HAS, dislipidemia, alteração do metabolismo dos car- boidratos), a melhor maneira de aferir o padrão de dis- tribuição da gordura na prática clinica não está ainda definida. A quantificação acurada de tecido adiposo em compartimentos corporais pode ser realizada através de técnicas de imagem como ressonância mag- nética, tomografia computadorizada e densitometria corporal total (8). Entretanto, essas técnicas são onerosas e complexas, sendo impraticável sua utiliza- ção na rotina clínica. Já as medidas antropométricas simples, como a circunferência abdominal e a razão cintura/quadril (RCQ), demonstraram ser adequadas para estimar a quantidade de gordura abdominal. Recentemente, foi sugerido que a RCQ define melhor indivíduos de risco para doença cardiovascular (9-11). Outros autores consideram que a medida da cintura é melhor preditor de obesidade, dislipidemia e risco car- diovascular (4,12-14). Deve também ser considerado que o padrão de distribuição da gordura pode variar de acordo com os grupos étnicos, e tem sido recomenda- do que essas medidas sejam padronizadas para as diver- sas etnias (15-21). Ainda, os pontos de corte para a medida da cintura considerados como de risco cardio- vascular, e que são utilizados no diagnóstico da sín- drome metabólica, variam de acordo com as recomen- dações de diferentes sociedades (21,22).
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Razão cintura/quadril como preditor de hipertensão arterial.

Razão cintura/quadril como preditor de hipertensão arterial.

Na valid ação d e u m in d icad or, o q u e se d eseja co n h ecer é a su a ca p a cid a d e d e d iscrim in a r corretam en te os in d ivíd u os sob risco d e ap re- sen tar a d oen ça. Para tal, os resu ltad os ob tid os p ela a p lica çã o d o in d ica d o r sã o co m p a ra d o s com os d ad os d a situ ação verd ad eira d os in d i- víd u os. Na p resen te an álise, os resu ltad os rela- tivos a d iferen tes p on tos d e corte d a RCQ p ara h o m en s e m u lh eres sã o co teja d o s co m o s d a - d o s d e h ip erten sã o a rteria l, b u sca n d o d efin ir q u ais os m elh ores p on tos d e corte d esta razão p ara d etectar o d esen lace em estu d o.
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A análise dos objetivos e a relação cintura quadril em praticantes de hidroginástica

A análise dos objetivos e a relação cintura quadril em praticantes de hidroginástica

Foram avaliados 53 participantes de projeto de extensão de Hidroginástica na UNESP em Bauru – SP. A amostra contem 44 mulheres e 9 homens. Todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Foram coletados os dados de circunferência de cintura e quadril, altura e peso. Foram calculados o Índice de Massa Corporal (IMC) e Razão Cintura Quadril (RCQ), e os dados comparados com tabelas de referencia divididos por idade proposto por Pitanga (2005). Verificamos que a média de idade dos homens foi de 47,7±9,17 e mulheres 52,72±11,48, portanto podendo ser classificados entre a fase de adulto jovem e início
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Correlação e concordância entre indicadores de obesidade central e índice de massa corporal em adolescentes.

Correlação e concordância entre indicadores de obesidade central e índice de massa corporal em adolescentes.

Objetivo: Analisar o desempenho de indi- cadores de obesidade central por correlação e concordância com índice de massa cor- poral para avaliação nutricional em ado- lescentes segundo sexo e idade. Métodos: Estudo seccional do tipo censo incluindo 635 adolescentes, de 10 a 19 anos (342 do sexo masculino e 293 do feminino), reali- zado em escola pública da cidade do Rio de Janeiro. Variáveis do estudo: índice de massa corporal (IMC), circunferências de cintura e abdômen, razões cintura-quadril e cintura/altura, estado nutricional, sexo e idade. Desenvolveram-se análise univariada e bivariada controlada por estratiicação. Resultados: As circunferências de cintura e abdômen correlacionaram-se positiva e signiicativamente (p < 0,05) com o IMC em ambos os sexos, faixa etária e estado nutricional, enquanto a correlação de razão cintura/altura foi influenciada por sexo e estado nutricional. Para razão cintura/ quadril, a variação do sentido da correlação foi influenciada ainda por idade. As cir- cunferências de cintura e abdômen foram dependentes da variação dos valores de IMC em todos os grupos com elevados R 2
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Índices antropométricos relacionados a doenças cardiovasculares e metabólicas em idosos.

Índices antropométricos relacionados a doenças cardiovasculares e metabólicas em idosos.

Objetivou-se identificar os índices antropométricos que se associam a doenças cardiovasculares e metabólicas em idosos. A seleção da amostra foi probabilística, com técnica estratificada por setor censitário e sexo. A amostra foi composta por 867 idosos (435 homens e 432 mulheres), dos quais foram avaliados a circunferência da cintura (CCin), a razão cintura-quadril (RCQ), a razão cintura-estatura (RCEst) e o índice de massa corporal (IMC). Foram realizados análise descritiva, teste qui- quadrado e análise de regressão logística binária. Na análise ajustada por todas as variáveis e idade, diabetes mellitus foi associada com RCQ (IC: 1.85-10.09, OR: 4.32), RCEst (IC: 2.53-19.37, OR: 7.00) e CCin (IC: 1.14-2.56, OR: 1.7) inadequadas; enquanto a hipertensão arterial foi associada a RCEst (IC: 1.25-2.9, OR: 1.9) e CCin (IC: 1.48-2.67, OR: 2.00) inadequadas. Nenhuma associação foi observada entre IMC e doenças cardiovasculares ou metabólicas. A RCEst e CCin devem ser priorizadas na avaliação do estado nutricional de idosos.
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Biomarcadores inflamatórios circulantes podem ser úteis para identificar doença arterial obstrutiva periférica mais grave.

Biomarcadores inflamatórios circulantes podem ser úteis para identificar doença arterial obstrutiva periférica mais grave.

Peso e altura foram obtidos com o mínimo de roupa, sem sapatos, e usados para o cálculo do índice de massa corpórea (IMC). A circunferência da cintura foi medida com ita métrica não distensível, no ponto médio entre a última costela lutuante e a crista ilíaca, em um plano paralelo ao chão. A circunferência do quadril foi medida na altura dos glúteos, passando pela sínise púbica. A razão cintura-quadril foi obtida pelo quociente entre a medida da circunferência da cintura dividida pela do quadril.

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Indicadores antropométricos de obesidade em portadores da síndrome de Down entre 15 e 44 anos.

Indicadores antropométricos de obesidade em portadores da síndrome de Down entre 15 e 44 anos.

O objetivo do presente estudo foi verifi car a prevalência de sobrepeso e obesidade, a correlação entre o Índice de massa corporal (IMC) e os índices: Razão cintura quadril (RCQ) e Circunferência de cintura (CC) e comparar, entre os gêneros, a relação entre os índices em portadores da síndrome de Down (SD) com idades entre 15 e 44 anos. A amostra foi constituída por 33 portadores da SD residentes nos municípios de Itaperuna – RJ e Bom Jesus do Itabapoana – RJ, de ambos os gêneros, sendo 15 do sexo feminino com idade entre 14 e 38 anos (média ± DP; 23,8 ± 7,4 anos; IMC = 29,67 ± 5,64 kg/m 2 ) e 18 do sexo
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Síndrome lipodistrófica do HIV: um novo desafio para o endocrinologista

Síndrome lipodistrófica do HIV: um novo desafio para o endocrinologista

Essas alterações têm muita similaridade com os achados mostrados em uma recente publicação (4), na qual foram estudados 788 adultos infectados pelo HIV sob HAART e avaliados pelos critérios da Interna- tional Diabetes Foundation (IDF) e do U.S. National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel III (NCEP-ATP III). A prevalência da síndrome metabólica neste grupo foi de 14% pelos critérios da IDF e 18% pelos critérios da ATP III. Metade dos pacientes apresentava pelo menos duas características da síndrome metabólica, mas não foram classificados como tal porque a medida da cintura ou a razão cintura/quadril não estavam nas faixas da síndrome metabólica definidas por esses critérios. A prevalência de diabetes tipo 2 foi 5 a 9 vezes maior no subgrupo dos pacientes com síndrome metabólica. O mesmo grupo havia mostrado níveis diminuídos de adiponectina em pacientes HIV com lipodistrofia (5). Nesse estudo, adiponectina foi 20% menor nos pacientes com síndrome metabólica. Esse dado não surpreende, já que a obesidade visceral é asso- ciada com hipoadiponectinemia. Além disso, esses pacientes com HIV, SM e lipodistrofia apresentam também aumento da proteína C-reativa e hiper- leptinemia. A SM estudada nesses pacientes foi mais freqüente naqueles
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Síndrome metabólica e fatores de risco relacionados em crianças e adolescentes com excesso de peso na cidade do Natal

Síndrome metabólica e fatores de risco relacionados em crianças e adolescentes com excesso de peso na cidade do Natal

Nas últimas décadas, houve grande aumento da prevalência de obesidade, inclusive na faixa etária pediátrica. Com isso, aumentou o número de crianças e adolescentes afetados por síndrome metabólica (SM), diabetes tipo 2 (DM2) e doenças cardiovasculares (DCV), doenças anteriormente consideradas quase exclusivas de adultos. Os objetivos do estudo foram identificar e correlacionar marcadores antropométricos (IMC- índice de massa corpórea, CA- circunferência abdominal, RCQ- razão cintura/quadril, RCA- razão cintura altura e PSE- prega subescapular), PAS e PAD- pressão arterial sistólica e diastólica, respectivamente, e laboratoriais (CT- colesterol total, HDL, LDL, TGL- triglicérides, I/G- razão insulina glicose, HOMA- homeostatic model assessment for insulin resistance) de risco para o desenvolvimento de SM e observar a sua prevalência em crianças e adolescentes com excesso de peso.
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O efeito contextual de vizinhança sobre os indicadores de obesidade e respectivos...

O efeito contextual de vizinhança sobre os indicadores de obesidade e respectivos...

Objetivos: Identificar a distribuição do índice de massa corporal (IMC), da circunferência da cintura (Ccintura), da razão cintura-quadril (RCQ) e do índice de con[r]

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Obesidade abdominal e risco cardiovascular: desempenho de indicadores antropométricos em mulheres.

Obesidade abdominal e risco cardiovascular: desempenho de indicadores antropométricos em mulheres.

Poucos estudos nacionais voltados para a determinação de pontos de corte de indicadores antropométricos para estimar a OABD em mulheres foram encontrados na literatura, especialmente no que diz respeito ao índice de conicidade (índice C) e à razão cintura-estatura (RCEst). Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho de diferentes pontos de corte do índice C, da razão cintura-quadril (RCQ), da circunferência de cintura (CC) e da RCEst para discriminar risco coronariano elevado (RCE) em mulheres.

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Razão cintura-estatura como discriminador do risco coronariano de adultos.

Razão cintura-estatura como discriminador do risco coronariano de adultos.

Os resultados sugerem que a RCEst pode vir a ser utilizada para discriminar alto risco coronariano, apesar dos valores de sensibilidade e especificidade não serem muito elevados. Considerando que os melhores pontos de coorte encontrados foram de 0,52 para homens e 0,53 para mulheres, a mensagem de saúde pública poderia ser de que a circunferência da cintura de determinada pessoa não deve ser maior do que a metade da sua estatura. Além disto, sugerem-se novos estudos que possam comparar a RCEst com outros indicadores de obesidade mais comumente utilizados para discriminar RCE. Sugere-se também estudos com crianças, adolescentes e adultos de diferentes grupos etários para que se possa observar o poder discriminatório da RCEst para RCE nestes subgrupos específicos.
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Distribuição da gordura corporal em pacientes com e sem doenças crônicas: uso da relação cintura-quadril e do índice de gordura do braço.

Distribuição da gordura corporal em pacientes com e sem doenças crônicas: uso da relação cintura-quadril e do índice de gordura do braço.

Por outro lado, o IMC está diretamente correlacionado a massa corporal total, gordura corporal total e risco de doenças crônicas (r>0,90) (Seidell et al., 1992; Huang et al., 1999). Neste estudo a RCQ (Grupo I) correlacionou positivamente com IMC (r=0,25 p<0,05). Em particular, a correlação entre o IMC e a circunferência da cintura e do quadril foram de respectivamente r=0,79 (p<0,05) e r=0,80 (p<0,05). Estes achados estão de acordo com outros trabalhos (Seidell et al., 1992; Hodge et al., 1993; Molarius et al., 1999).

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Influência do estado nutricional, distribuição da gordura corporal e força muscular na estabilometria de idosas.

Influência do estado nutricional, distribuição da gordura corporal e força muscular na estabilometria de idosas.

Neste estudo exploratório de corte transversal, 108 idosas tiveram suas variáveis estabilométricas avaliadas através de uma plataforma de força, em duas condições experimentais: olhos abertos e olhos fechados. Verificaram-se as associações entre as variáveis explicativas: idade, massa corporal, estatura, índice de massa corporal, circunferência de quadril, circunferência de cintura, relação cintura/quadril, percentual de gordura corporal, massa gorda, massa magra, área muscular de braço corrigida, força isométrica voluntária máxima e diversas variáveis estabilométricas: amplitude anteroposterior, deslocamento da oscilação e área elíptica da superfície, dentre outras.
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Níveis de atividade física e alterações metabólicas em pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Níveis de atividade física e alterações metabólicas em pessoas vivendo com HIV/AIDS.

Sessenta e cinco pacientes foram avaliados com tempo mínimo de uso da HAART de cinco anos, média de sete anos. Os pacientes separados de acordo com os níveis de atividade física, sedentários (S) e ativos (A) foram avaliados quanto à percentagem de gordura e relação cintura-quadril (RCQ) para obter-se informações quanto à distribuição de gordura e avaliar-se o risco cardiovascular. Os resultados obtidos com essas avaliações (tabelas 2 e 3) mostraram não haver diferença significativa entre os dois grupos quanto a tais parâmetros.

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Circunferência da cintura e relação cintura/estatura: úteis para identificar risco metabólico em adolescentes do sexo feminino?.

Circunferência da cintura e relação cintura/estatura: úteis para identificar risco metabólico em adolescentes do sexo feminino?.

Os resultados sugerem a importância de se avaliar, assim como em adultos, a obesidade abdominal juntamente com o IMC para predizer risco de comorbidades em adolescentes. Contudo, é importante ressalvar que o P90 para a circunfe- rência da cintura obtido neste estudo não deve ser extrapolado para outros grupos e, talvez, se aplique a todos os indivíduos avaliados, visto que pontos de corte de cintura para adolescen- tes devem ser especíicos por idade, no contexto do processo de crescimento e mudança na composição e distribuição da gordura corporal neste período. Tampouco se recomenda que os serviços de saúde calculem pontos de corte de cintu- ra especíicos para a população com que trabalham, sendo esse procedimento inviável e inadequado. Desta forma, é de grande importância realizar um estudo nacional represen- tativo para estabelecer pontos de corte de circunferência da cintura especíicos por sexo e idade para adolescentes e que preferencialmente sejam baseados em risco cardiovascular e/ou a formação de um banco de dados internacional único, constituído de dados de diversos países.
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Avaliação postural, dor e aptidão física de praticantes de hidroginástica.

Avaliação postural, dor e aptidão física de praticantes de hidroginástica.

MÉTODO: Participaram da pesquisa 20 mulheres, com idade entre 30 e 50 anos. As mesmas passaram por uma avaliação ini- cial para mensurar a lexibilidade e resistência muscular localizada. Também foram feitas mensurações antropométricas, como massa corporal, estatura, circunferência da cintura e do quadril, para esti- mar o índice de massa corpórea (IMC) e a relação cintura quadril (RCQ). Além disso, responderam dois questionários para avaliar a dor. Após 12 semanas do pré-teste, realizou-se a avaliação inal. RESULTADOS: Encontrou-se diferença estatística signiicante na circunferência da cintura e na RCQ, houve diminuição da sensação subjetiva da dor nos locais face e pé esquerdo. As dores passaram a interferir menos na realização de atividades gerais, no humor e no sono. Em relação à postura, não houve modiicações entre o início e o inal do estudo.
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ASPECTOS CLÍNICOS E NUTRICIONAIS EM MULHERES OBESAS DURANTE O PRIMEIRO ANO APÓS BYPASS GÁSTRICO EM Y-DE-ROUX.

ASPECTOS CLÍNICOS E NUTRICIONAIS EM MULHERES OBESAS DURANTE O PRIMEIRO ANO APÓS BYPASS GÁSTRICO EM Y-DE-ROUX.

RESUMO - Racional: O tratamento clínico para a obesidade mórbida é pouco eficaz. A cirurgia bariátrica tem sido considerada a melhor forma de intervenção para esse tipo de obesidade. Objetivo: Avaliar a evolução clínico-nutricional durante o primeiro ano de mulheres obesas submetidas ao bypass gástrico em Y-de-Roux. Métodos: Estudo retrospectivo não concorrente do tipo série de casos com 61 mulheres. As variáveis analisadas foram peso, IMC, percentual de perda de peso, percentual de perda do excesso de peso, circunferência da cintura, circunferência do quadril, perfil lipídico, uso diário de polivitamínico-mineral, prática de exercício físico, presença de vômitos, náuseas, constipação, diarréia, astenia, alopecia, pele seca, câimbras e unhas quebradiças. Resultados: As pacientes apresentaram redução significativa do peso e IMC bem como melhora do perfil lipídico, em todas as consultas avaliadas. Ao final de um ano apresentaram 36,6% de perda do peso inicial e 75% de perda do excesso de peso. A circunferência da cintura também apresentou redução significante em todos os momentos, diminuindo de 122,1±13,4 cm para 94,1±10,6 cm. No que se refere às intercorrências, as mais frequentes foram vômitos, alopecia, astenia e unhas quebradiças. Conclusão: O bypass gástrico em Y-de-Roux foi efetivo na promoção e manutenção da perda de peso no primeiro ano pós-operatório.
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Razão cintura/estatura comparado a outros indicadores antropométricos de obesidade como preditor de risco coronariano elevado.

Razão cintura/estatura comparado a outros indicadores antropométricos de obesidade como preditor de risco coronariano elevado.

A cintura foi medida com o participante na posição ereta, com o mínimo de roupa possível, na distância média entre a última costela flutuante e a crista ilíaca. As medidas de peso e estatura foram tomadas pela equipe do estudo no Centro de Saúde de cada bairro, onde também foi coletado o sangue para os exames bioquímicos após 12 horas de jejum. Foram realizadas dosagens de colesterol total (método Trinder enzimático), lipoproteína de alta densidade (HDL-C) (método Labtest) e glicemia (método Trinder enzimático). As técnicas e métodos utilizados nas determinações bioquímicas seguiram a padronização da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica.
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