Recursos hídricos

Top PDF Recursos hídricos:

Análise da outorga de direito de uso dos recursos hídricos no estado do Ceará

Análise da outorga de direito de uso dos recursos hídricos no estado do Ceará

Tirante o fato de predominarem os dispositivos já abordados na lei anterior, é enxuto o que há de novo na nova Política Estadual de Recursos Hídricos, aprovada este mês pela Assembleia Legislativa do Ceará. Contando-se com as duas décadas desde a criação da lei, traz dispositivos mais coerentes com as políticas aplicadas até hoje. Suprime uma página que só tratava da medalha a "personalidades", tira a citação a entidades que mal participavam das discussões, define mais critérios para o uso e a outorga da água, retira o teto financeiro do Fundo para o setor (o dispositivo era anterior ao Plano Real) e explica melhor de que forma se concede o uso privativo do bem público: a outorga.
Mostrar mais

137 Ler mais

A alocação e o uso dos recursos hídricos no Ceará

A alocação e o uso dos recursos hídricos no Ceará

Posto que a quase a totalidade dos rios do Ceará fluem entre suas fronteiras sendo, portanto, estaduais, a concessão destas outorgas é de competência do Estado, através da SRH. A exceção à regra é a bacia do Poti, única a não estar integralmente contida no Estado, estando portanto sob jurisdição federal, através do DNAEE ou do Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, conforme seja o uso.

10 Ler mais

O GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS À LUZ DO ECODESENVOLVIMENTO

O GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS À LUZ DO ECODESENVOLVIMENTO

As mudanças nas políticas públicas no Brasil apontam que se avançou consideravelmente no setor de recursos hídricos ao longo dos últimos vinte anos. Da criação do Comitê Especial de Estudos Integrados de Bacias Hidrográficas, em 1978, até hoje, o país abandonou o estágio de uma gestão institucionalmente fragmentada, para atribuir ao Ministério do Meio Ambiente a função da gestão desse recurso natural, além de ter progredido consideravelmente no campo da legislação, principalmente com a edição da Lei Federal nº 9.433, em 8 de janeiro de 1997, e a criação da Agência Nacional de Águas (ANA), em julho de 2000, como resultado das recomendações da reforma do próprio Estado Brasileiro. O desenvolvimento institucional encontra-se em fase de transição. A lei de recursos hídricos foi aprovada em 1997, estando sua regulamentação em curso. Ocorrem, também, a aprovação das legislações de parcela importante dos Estados e o início da gestão dos recursos hídricos por meio de comitês e agências de bacias. (JACOBI; FRACALANZA, 2005, p. 43)
Mostrar mais

10 Ler mais

Um novo paradigma para a gestão de recursos hídricos.

Um novo paradigma para a gestão de recursos hídricos.

Para universalizar a prática de reúso no Brasil e, efetivamente, implemen- tar o “novo paradígma”, deve-se: (i) desenvolver um arcabouço legal para re- gulamentar, orientar e promover a prática do reúso de água, incluindo normas, padrões de qualidade de água, códigos de práticas e atribuições institucionais para as diferentes formas de reúso urbano, agrícola, na aqüicultura, na recarga gerenciada de aqüíferos e na recreação; e (ii) estimular o reúso de água pela conscientização dos valores e benefícios da prática, pela criação de programas de pesquisas e desenvolvimento, pela implementação de programas e projetos de demonstração, pela introdução de linhas de créditos específicos e pelo estabele- cimento de critérios para subsidiar projetos de reúso. a iniciativa por essas ações poderia partir da agência nacional de Águas (ana), da secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio ambiente, das secretarias estaduais de recursos hídricos, dos comitês de bacias e das companhias municipais e estaduais de sa- neamento.
Mostrar mais

28 Ler mais

Recursos hídricos no futuro: problemas e soluções.

Recursos hídricos no futuro: problemas e soluções.

na américa do sul, cooperação internacional efetiva tem se desenvolvido na bacia do Prata (compartilhada por argentina, Brasil, Chile, Paraguai e uru- guai) e na bacia amazônica (compartilhada por nove países). ações conjuntas de monitoramento para controle da qualidade da água, estudos conjuntos para avaliar o impacto dos usos do solo na contaminação e degradação dos recursos hídricos e realização de programas de capacitação conjunta de gestores de recur- sos hídricos são algumas ações e atividades já desenvolvidas e que têm estimula- do políticas públicas de longo prazo para a gestão dessas bacias.
Mostrar mais

10 Ler mais

Oficina de gestão de recursos hídricos

Oficina de gestão de recursos hídricos

Possui um amplo e sólido conjunto de instituições governamentais, tanto no nível federal como estadual, dispõe de uma avançada legislação de recursos hídricos, e tem desempenhado um papel importante em ações de cooperação internacional referentes ao tema e apresenta as condições necessárias para sediar um evento desta magnitude.

132 Ler mais

A PROTEÇÃO DO ESTADO AOS RECURSOS HÍDRICOS

A PROTEÇÃO DO ESTADO AOS RECURSOS HÍDRICOS

A cobrança das águas dessa forma deve ser vista com objetivo de educar em relação aos seus usos e o fruto dessa arrecadação deve ser investido na própria bacia hidrográfica onde foram gerados. É o que dis- ciplina o artigo 22 da Lei 9.433/97 “os valores arrecadadas com a cobran- ça pelo uso de recursos hídricos serão aplicados prioritariamente na bacia hidrográfica em que foram gerados”, e essa aplicação deve ocorrer de forma prioritária, porém não exclusiva, o que deve ser analisado e decidi- do pelo Comitê da Bacia Hidrográfica, visando sempre o interesse geral, esse é o ensinamento de Milaré. 24
Mostrar mais

17 Ler mais

HIDROLOGIA, RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE

HIDROLOGIA, RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE

A irrigação é, a nível do planeta e na maioria dos continentes e dos países, o principal consumidor do recurso água. Segundo Gleick (2007), as abstrações da água para irrigação correspondem a cerca de 70% do total das abstrações e na Ásia ela corresponde a cerca de 20% do escoamento anual médio. Devido ao impacto maciço que esta particular utilização de água exerce sobre os recursos hídricos, o estudo adequado das dotações de rega é essencial.

140 Ler mais

ESPECIALIZAÇÃO EM RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS

ESPECIALIZAÇÃO EM RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTAIS

A partir de meados da década de 1970, o tema meio ambiente tem sido objeto de debate por órgãos públicos de várias nações, organizações internacionais de desenvolvimento socioeconômico e também objeto de estudos de universidades e institutos de pesquisa mundiais. A importância e a necessidade desses estudos acerca do meio ambiente estão relacionadas, por exemplo, a mitigar os impactos ambientais decorrentes do modelo desenvolvimentista dominante no mundo desde a primeira Revolução Industrial. Esse modelo desenvolvimentista propicia a exploração desenfreada dos recursos naturais, gerando resíduos e a consequente poluição dos recursos hídricos, do ar, do solo, do subsolo, atingindo a fauna, flora e os seres humanos.
Mostrar mais

64 Ler mais

A utilização dos recursos hídricos no fraturamento hidráulico

A utilização dos recursos hídricos no fraturamento hidráulico

Estados Unidos, foram registrados, de janeiro 2006 a abril 2012, 151 derramamentos de fluidos de faturamento ou de aditivos, dos quais 36% aconte- ceram nos locais de armazenamento. As principais causas foram falhas nos equipamentos (34%) e erros humanos (25%) (U.S. EPA, 2016). Deste montante, 101 episódios de derramamento alcançaram o solo, águas superficiais ou subterrâneas, com volumes que variaram de 105 a 27.800 litros (U.S. EPA, 2015, pg. 250). O registro dos volumes armazenados é, portanto, essencial para os cálculos dos impactos potenciais sobre recursos hídricos mais próximos, além da definição de ações de emergência e contin- gência no caso de eventos acidentais. Quando em mistura, no fluido de fraturamento, a quantidade de aditivos é diluída, o que significa um risco mais baixo de contaminação em detrimento dos locais de arma- zenamento. Mas cabe destacar que o processo de mistura demanda o uso de equipamentos comple- xos e vulneráveis à derramamentos durante a opera- ção, que implicam em danos ambientais, risco à segurança dos operadores, perda de matéria-prima e custos com a contingência em casos de falha ou acidente (U.S. EPA, 2016). A magnitude, reversibi- lidade e incidência dos impactos ambientais de derramamentos de fluidos de fraturamento ou aditi- vos dependerá diretamente de ações de prevenção, contenção e mitigação adotadas. O cuidado deve ser redobrado, pois, apesar de pouco frequente, a ocorrência de derramamentos tem um impacto negativo de alta magnitude, refletindo em mortan- dade de organismos aquáticos, bioacumulação nas cadeias tróficas e indisponibilidade de uso da água para abastecimento público (DU et al., 2012; GORDALLA, 2013; RIEDL et al., 2013; KAHRILAS, 2014; BARP, et al., 2017; AGERSTED et al., 2018).
Mostrar mais

14 Ler mais

DA IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS E A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PARA SUA PROTEÇÃO

DA IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS E A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PARA SUA PROTEÇÃO

O problema da falta e da qualidade da água é algo tão sério que Setti et al (2001, p. 46) dimensionam a questão da seguinte forma “segundo estudo de especialista a previsão de que sem um gerenciamento sustentável desse recurso natural, em 30 anos a escassez de água reflita em cinco bilhões e meio de pessoas”. Presentemente, a água passa a ser uns dos prin- cipais recursos naturais, inclusive sendo fonte de conflito armado em âmbito internacional. Para Antunes (2007, p. 688) “a ONU reconhece a existência de, pelo menos 156 grandes dis- putas internacionais envolvendo a utilização de recursos hídricos. Os conflitos internos che- gam a milhares”.
Mostrar mais

18 Ler mais

Conservação e utilização racional dos recursos hídricos

Conservação e utilização racional dos recursos hídricos

A centralização das diretrizes e descentraliza­ ção de sua aplicação são princípios com uns a vários países. O exem plo da República Federal da Alem a­ nha é característico: o Estado Federal é quem fixa d i­ retrizes gerais, enquanto que a fiscalização da apli­ cação é da com petência dos estados ilander). As as­ sociações cooperativas alemãs, para a resolução dos problem as de água, co nstitu em -se num grande exem plo de concepção e realização de uma estru­ tura de gerenciam ento de recursos hídricos. Suas atribuições são geralm ente as de assegurar o abas­ tecim ento público de água potável, coletar as águas residgárias e promover a respectiva depuração, bem com o assegurar o abastecim ento de água aos co n ­ sum idores rurais e industriais.
Mostrar mais

6 Ler mais

Gestão de recursos hídricos : o caso da ocupação do solo e uso dos recursos hídricos do setor habitacional Vicente Pires - DF

Gestão de recursos hídricos : o caso da ocupação do solo e uso dos recursos hídricos do setor habitacional Vicente Pires - DF

Dados da Associação Brasileira de Entidade do Meio Ambiente (ABEMA) mostram que cerca de 80% dos esgotos do país não recebe nenhum tipo de tratamento e são despejado diretamente em rios, mares, lagos e mananciais. Esse processo polui e contamina os recursos hídricos do país. De acordo com o Banco Mundial para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), os dejetos domésticos são responsáveis por 85% poluição das águas, enquanto os industriais causam 15% da contaminação restante. A rede de esgoto instalada no país é muito pequena. Nos estados da Região Sudeste, que registra a maior taxa de serviços de saneamento, ela beneficia apenas 41% da população. Na Região Norte, que tem a menor porcentagem, atinge somente 5% dos habitantes (ALMANAQUE ABRIL, 2001).
Mostrar mais

100 Ler mais

DESENVOLVIMENTO, SUSTENTABILIDADES E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

DESENVOLVIMENTO, SUSTENTABILIDADES E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

Rev.Elet. Educação Geográfica em Foco. Ano 1, Nº1, jan/jul 2017. pág.10 vida, pouco valorizados. A partir da formulação da Constituição Federal brasileira, um novo olhar foi despertado sobre este recurso, já que este diploma legal passou a considerar os aspectos associados à harmonização entre os diversos usuários da água, através da transversalidade e intersetorialidade no processo de gestão dos recursos hídricos, além de destacar o respeito aos limites e aos diversos níveis da realidade inerentes ao elemento água, incluindo a ideia de sustentabilidade dos recursos naturais (p. 324). Segundo Pires do Rio (2008), a Constituição de 1988, em seu artigo 20, define como domínio da União os rios, lagos e quaisquer outras correntes de água que sirvam de limites, banhem mais de um estado da federação ou até se estendam a territórios estrangeiros. Já o domínio dos estados se dá especialmente sobre águas subterrâneas e superficiais, em depósito, emergentes ou fluentes, salvo àquelas decorrentes de obras do Estado.
Mostrar mais

14 Ler mais

Gestão dos Recursos Hídricos em Unaí-MG

Gestão dos Recursos Hídricos em Unaí-MG

No município não existe um Plano Diretor de Recursos Hídricos, ou seja, um instrumento que direcione ações ligadas ao uso, manejo e criação de processos decisórios quanto à gestão dos recursos hídricos. Segundo informações da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente existe um Programa municipal de Recuperação e Manejo de Sub-Bacia Hidrográfica. Lançado no dia 25 de abril de 2003 na comunidade do Ribeirão Sucuri tem procurado recuperar áreas degradas das sub-bacias Sucuri, Almesca e Canabrava. Entretanto, não há um plano integrado de ações ao longo da bacia do Rio Preto, tão pouco qualquer estudo quanto aos usos das águas, em quantidade ou qualidade, nenhum dado quanto usuários, outorgas, poços, irrigações, ou quaisquer dados de natureza semelhante.
Mostrar mais

15 Ler mais

A gestão dos recursos hídricos e a cobrança pelo seu uso.

A gestão dos recursos hídricos e a cobrança pelo seu uso.

Os Comitês são conhecidos como os Parlamentos da Água, nas respectivas bacias. Isso significa que sua função é, basicamente, delibe- rativa, com poderes para decidir sobre questões bem definidas na Lei n. 10.350/94, que no seu artigo 2º estabelece que é preciso existir promoção na harmonização entre os múltiplos usos dos recursos hídricos (BRASIL, 1994). Já seu artigo 4º determina a participação comunitária por meio da criação dos comitês de gerenciamento de bacias hidrográficas, con- gregando usuários da água (indústria, comércio, abastecimento urbano, agricultura), representantes políticos e instituições de ensino. Além disso, atuam como fóruns de debate sobre questões afins aos usos dos recur- sos hídricos, sempre entendidos como bens ambientais (portanto, intrin- secamente vinculados aos demais componentes ambientais), como bens sociais (devido à importância da água e dos cursos de água em todas as manifestações de vida coletiva) e como bens econômicos, em função de sua escassez cada vez maior e pelo valor que a água tem no processo pro- dutivo. (GRASSI, 2003)
Mostrar mais

23 Ler mais

Solidariedade e interesses na gestão de recursos hídricos

Solidariedade e interesses na gestão de recursos hídricos

Como visto no item anterior, e considerando que o Estado é o proprietário das águas em nome da população, ele administra o recurso exercendo o papel de coordenador, regulador e fiscalizador, no cumprimento de suas atribuições previstas pela Lei Federal Nº 9433/97. Essa Lei delimita as regras gerais da interação, através das quais os diversos atores que constituem os órgãos gestores estabelecerão sua conduta, no sentido de garantir seu acesso ao recurso e, ao mesmo tempo, a preservação do mesmo para todos os usuários, atuais e futuros. A Lei prevê, neste sentido, a gestão compartilhada dos recursos, através do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos – do qual os Comitês de Bacia Hidrográfica são peça fundamental -, o que coloca o Estado, setores usuários e organizações da sociedade civil como co- responsáveis pela gestão, ou seja, co-responsáveis pela observância das regras gerais definidas pela Política Nacional, pela produção e execução das regras de coordenação da interação no âmbito dos comitês e pela aplicação dos instrumentos de gestão. São co-responsáveis, ainda, pelo resguardo do bem público no que se refere ao recurso, pelo estabelecimento de interfaces com outras políticas e outros setores da Administração Pública, pela transparência das decisões e pela prestação de contas (accountability) aos cidadãos a respeito dos resultados.
Mostrar mais

324 Ler mais

RBRH – Revista Brasileira de Recursos Hídricos

RBRH – Revista Brasileira de Recursos Hídricos

A falta de regulação sobre o uso da água, obviamente, concorria para diminuir os impostos recolhidos pela Coroa. Nesse sentido, em 24 de fevereiro de 1720, o Conde de Assumar, tentando dar um basta à situação, emitiu uma provisão, co- nhecida como Provisão das Águas, a qual pode ser considerada um marco na história da gestão dos recursos hídricos no Brasil. Nesta provisão ficou estabelecido que os guardas-mores deveriam repartir as águas conforme a possibilidade dos que minera- vam, e que ninguém poderia se apropriar da água dos córregos sem licença por escrito dos guardas- mores (Pinto, 1896, p. 692-693). Guardadas as devi- das proporções, esta medida se assemelha ao 3 o ins-
Mostrar mais

10 Ler mais

RECURSOS HÍDRICOS NO BRASIL

RECURSOS HÍDRICOS NO BRASIL

Para dar visibilidade às ações em prol da água, a Secretaria de Recursos Hídricos lançou o Movimento de Cidadania pelas Águas, no Dia Mundial da Água (22 de março) de 1996. O Movimento tem por objetivo convidar os cidadãos para agir em torno da preservação e recuperação dos recursos hídricos. O Movimento organiza-se de forma descentralizada, por intermédio dos Centros de Referência instalados em estados e municípios do Brasil. O que diferencia o Movimento de Cidadania pelas Águas dos demais já criados por todo Brasil é que, apesar de ter sido concebido por um órgão de governo, ele não dita normas ou regras para os seus integrantes. Cada pessoa, em seu espaço e de forma voluntária, define qual é a melhor maneira de solucionar os problemas hídricos da sua localidade, buscando parcerias e mobilizando outros cidadãos para o trabalho em defesa da água. Nesses dois anos de existência, o Movimento já instalou oito Centros de Referência estaduais e inúmeros municipais. Além desses, o Movimento também criou o Centro de Referência Nacional, sediado na Secretaria de Recursos Hídricos, que é responsável por distribuir as publicações do Movimento para todos os Centros já instalados, além de divulgar e participar das ações realizadas em todo País. Para o ano de 1998, a previsão é de que o número de Centros de Referência em nível estadual ultrapasse a marca dos 16 e o municipal a dos 50 em todo Brasil.
Mostrar mais

33 Ler mais

ATENDIMENTO ÀS ATIVIDADES DA COMPONENTE 1 DO PLANO DIRETOR DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DAS VELHAS

ATENDIMENTO ÀS ATIVIDADES DA COMPONENTE 1 DO PLANO DIRETOR DE RECURSOS HÍDRICOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DAS VELHAS

Este horizonte de longo prazo é necessário pelo fato de que um dos objetivos do Plano Diretor de Recursos Hídricos visa o estabelecimento de ações para recuperação ou conservação dos recursos hídricos da região ou bacia, para qual esteja sendo elaborado; incluindo também o conjunto de outros recursos naturais influentes, como solos, vegetação, matas ciliares (GARRIDO, 2006). Ou seja, um período de dez anos permite produzir razoavelmente efeitos e mudanças em determinados ambientes, além de ser um prazo que possibilita uma avaliação das ações implementadas e dos resultados obtidos. Ainda de acordo com Garrido (2006), outro ponto significativo, que leva a um horizonte de planejamento mais extenso, é o fato da importância da interação e articulação da política de recursos hídricos, com os outros domínios da política de ordenamento espacial e desenvolvimento regional; demandando, às vezes, pelo menos duas a três gestões de governo.
Mostrar mais

98 Ler mais

Show all 8232 documents...