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O  , a qualidade técnica e o tempo na equipe como antecedentes da centralidade dos atletas nas redes de confiança de equipes esportivas

O , a qualidade técnica e o tempo na equipe como antecedentes da centralidade dos atletas nas redes de confiança de equipes esportivas

O estudo investigou o que leva um ator a ter maior centralidade nas redes de confiança de equipes esportivas, verificando a relação da centralidade com o comprometimento organizacional, a qualidade técnica e o tempo na equipe. A pesquisa teve como base as redes de confiança, um tipo de rede informal formada pelas relações de confiança interpessoal entre os membros de uma organização. Com caráter qualitativo e exploratório-descritivo, analisou atletas de duas equipes esportivas. Foram coletados dados por meio de questionários respondidos pelos atletas, além de entrevistas semiestruturadas com os treinadores das equipes. Os resultados indicaram a existência de uma relação positiva entre os construtos, sendo a principal contribuição o paralelo que pode ser feito com o campo gerencial, em que profissionais mais comprometidos, qualificados e com mais tempo dentro das organizações podem gozar de maior confiança dentro do ambiente corporativo, resultando em um melhor desempenho organizacional. Palavras-chave: Análise de redes sociais. Centralidade. Comprometimento organizacional. Redes de confiança. Redes sociais.
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Mapeamento dos atores e das redes de confiança da governança endógena do micropólo de turismo da região Leste de Florianópolis

Mapeamento dos atores e das redes de confiança da governança endógena do micropólo de turismo da região Leste de Florianópolis

A busca por competitividade das empresas tem guiado os esforços dos empreendedores, principalmente de pequeno e médio porte, a ações associativas e cooperativas, já que através dessa estratégia essas empresas podem aumentar sua flexibilidade e eficiência em processos que não são de sua excelência. Desse processo podem surgir, quando em maior escala, as aglomerações produtivas em torno de uma vocação regional, que podem evoluir para organizações como os arranjos produtivos locais (APL). As experiências brasileiras e internacionais bem sucedidas de aglomerações produtivas mostram a capacidade dos produtores em sustentar suas vantagens competitivas em fatores dinâmicos, relacionados fundamentalmente com a inovação e a interação entre os agentes locais, incluindo também organismos de apoio e o setor público, através da governança. Assim, este trabalho visa modelar uma ferramenta para encontrar estes mecanismos e atores da governança em uma aglomeração econômica, mesmo quando não explícitos em uma estrutura organizada. Assim, foi feito uma revisão bibliográfica sobre tipos e modelos da governança de arranjos produtivos, focando em seus mecanismos de forma mais objetiva, embasando a definição dos serviços da governança, o que propicia também a avaliação da mesma através do modelo de avaliação da qualidade de serviços Servqual. No final apresenta-se o modelo para mapeamento dos atores e das redes de confiança da governança de um aglomerado produtivo, bem como sua aplicação no micropólo de turismo do Leste de Florianópolis.
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ANÁLISE DE REDES SOCIAIS ENTRE ESTUDANTES PÓS-GRADUANDOS: A FORMAÇÃO DE REDES DE CONFIANÇA E SUA RELAÇÃO COM O ENGAJAMENTO ACADÊMICO

ANÁLISE DE REDES SOCIAIS ENTRE ESTUDANTES PÓS-GRADUANDOS: A FORMAÇÃO DE REDES DE CONFIANÇA E SUA RELAÇÃO COM O ENGAJAMENTO ACADÊMICO

Vale destacar que a fraca relação entre a posição dos atores nas redes de confiança (grau de centralidade) e os seus níveis de engajamento pode ser um resultado específico do caso estudado. Os alunos, na sua grande maioria pertencentes a uma mesma instituição e alguns a uma mesma unidade, podem ter levado para o contexto do curso padrões de relação de confiança já estabelecidos previamente com colegas no contexto de trabalho. Isto pode explicar o fato de as redes de confiança não terem sofrido fortes alterações ao longo do curso e, adicionalmente, a centralidade dos atores não ser claramente associada a níveis mais elevados de engajamento acadêmico. Ou seja, as interações foram construídas fora e antes do curso a partir de outras características pessoais dos colegas que não o seu engajamento acadêmico no curso. Tal hipótese também poderá ser explorada em desenvolvimentos posteriores deste trabalho, ao se considerar o nível de proximidade de cada ator com alguns colegas, antes mesmo da realização do curso.
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O comprometimento organizacional, a qualidade técnica e o tempo na equipe como antecedentes da centralidade dos atletas nas redes de confiança de equipes esportivas

O comprometimento organizacional, a qualidade técnica e o tempo na equipe como antecedentes da centralidade dos atletas nas redes de confiança de equipes esportivas

O presente trabalho teve como objetivo verificar o que leva um ator a ter maior centralidade nas redes de confiança, verificando a relação entre o comprometimento organizacional, a qualidade técnica e o tempo na equipe (variáveis independentes) com a centralidade dos atletas nas redes de confiança de equipes esportivas (variável dependente). A pesquisa teve como base a teoria das redes sociais, mais especificamente as redes de confiança, um tipo de rede informal que é formada pelas relações de confiança interpessoal entre os membros de uma organização. O estudo foi uma pesquisa qualitativa com caráter exploratório-descritivo, feita com atletas do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Questionários foram aplicados em 49 atletas de três equipes diferentes. Foram coletados dados sócio-métricos, para mensuração da rede de confiança (utilizou-se o software UCINET), comprometimento organizacional, qualidade técnica dos jogadores e tempo na equipe. Além disso, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com os treinadores das três equipes. Os resultados obtidos indicaram que a questão de pesquisa do presente estudo foi respondida, uma vez que o campo forneceu evidências empíricas da existência de uma relação positiva entre o comprometimento organizacional, tempo na equipe e qualidade técnica e a centralidade dos atletas nas redes de confiança. A principal contribuição para a prática é o paralelo que pode ser feito com o campo gerencial, em que profissionais mais comprometidos e qualificados e com mais tempo dentro das organizações podem gozar de maior confiança dentro do ambiente corporativo, resultando em um melhor desempenho organizacional.
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Análise de redes de confiança na mediação de seguros: o papel das ligações fortes no sucesso das vendas.

Análise de redes de confiança na mediação de seguros: o papel das ligações fortes no sucesso das vendas.

5 realidade. As ligações fracas - “weak ties” - são estabelecidas com outras pessoas com as quais não nos relacionamos com a mesma intensidade mas que mantemos algum vínculo (exemplo: ex-colega da escola ou de trabalho, familiar afastado, entre outros). Este autor definiu quatro propriedades que permitem medir a força das ligações interpessoais: o tempo despendido (ou a antiguidade da relação); a intensidade emocional; a confiança mútua e os serviços recíprocos. No estudo de Granovetter destaca-se o chamado paradoxo da força das ligações fracas: muitas vezes são as pessoas com quem nós estamos menos ligados (ligações fracas) que nos permitem conhecer outras realidades e até ter acesso a melhores oportunidades pessoais e profissionais. Estas ligações interpessoais fracas – negligenciadas até então – tornaram- se cada vez mais importantes nos dias de hoje com a facilidade que temos em as manter, nomeadamente através das redes sociais virtuais (exemplo: Facebook, Twitter, LinkedIn, entre outras). Também na investigação científica temos assistido a um interesse crescente sobre esta temática, principalmente após o ano 2000. De acordo com Marsden and Campbell (2012), as citações do artigo de Granovetter (1973) no sitio Web of Science foram superiores a 500 por ano entre 2009 e 2011.
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MANAGEMENT INFORMATION BASE (MIB) DE GERENCIAMENTO DE CONFIANÇA EM REDES AD-HOC BEATRIZ CAMPOS SANTANA

MANAGEMENT INFORMATION BASE (MIB) DE GERENCIAMENTO DE CONFIANÇA EM REDES AD-HOC BEATRIZ CAMPOS SANTANA

Diversos autores apresentam trabalhos de confiança para as redes ad hoc. Por exemplo, (Rajaram, 2010) propõe um protocolo baseado em confiança na camada Media Access Control (MAC) das redes ad hoc, provendo serviços de confidencialidade e autenticação dos pacotes em ambas as camadas de enlace e roteamento usando o modo de autenticação Cipher Block Chaining (CBC-X) e criptografia simétrica na camada de enlace. Foi projetado um sistema de confiança baseado em encaminhamento de pacotes para detectar e isolar os nós maliciosos usando as informações da camada de roteamento. São usados valores de confiança e um contador de confiança para cada nó. Existe um limiar que é medido com os valores do contador, se o valor do contador cair abaixo desse limiar o nó é marcado como mal-intencionado, ao contrário, se o limiar for maior o nó é marcado como confiável. O algoritmo de criptografia, CBC-X, foi usado para satisfazer a necessidade de overhead de comunicação. Esse algoritmo oferece suporte a criptografia e autenticação de pacotes em uma única operação. As camadas superiores da pilha de protocolos são fornecidas com os serviços de segurança. O mecanismo de chave simétrica CBC-X foi concebido para empregar o sistema de segurança na camada de enlace. A Criptografia e operações de autenticação foram incluídas em uma única etapa, pois reduz a sobrecarga computacional para metade, em vez de calculá-los individualmente.
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Jurisprudência e confiança

Jurisprudência e confiança

mérito e final (cabendo apenas embargos de declaração) e que de tal julgamento depreenda-se uma ratio decidendi clara. Três evidências confirmam essa conclusão: jurisprudencial, legal e pragmática; (ii) a desnecessidade de aplicação da regra do art. 27 da Lei 9.868/99; (iii) a desnecessidade de presença de mecanismos de estabilização de expectativas tais como (a) o trânsito em julgado, (b) a declaração de inconstitucionalidade ou constitucionalidade em controle concentrado; (c) a adoção de resolução pelo Senado Federal; (d) a súmula de entendimento, com eficácia geral e vinculante; a (e) prescrição; e a (f) decadência; (iv) a falta de pertinência do trâmite processual do caso concreto; (v) a necessidade de existência de uma jurisprudência pacifica; (vi) a possibilidade de confiança na jurisprudência pacificada e sumulada em outro tribunal, pois o princípio da confiança do jurisdicionado deve ser analisado a partir do ponto de vista daquele que exerce a confiança. O cidadão é quem confia no Estado. O contribuinte pauta sua vida de acordo com as normas exaradas pelo Estado. O Judiciário, uno que é, faz parte do Estado e, como tal, tem a faculdade (sempre quando preenchidos os critérios) de gerar confiança.
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Confiança e convivência: aportes para uma hermenêutica da confiança na convivência humana

Confiança e convivência: aportes para uma hermenêutica da confiança na convivência humana

tenha exigências éticas. Ao encontrar uma pessoa que siga uma ética mai- or, essa tem direito a maior confiança, mas também é sujeita a maior co- brança. “Àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão”, diz Jesus nas parábolas sobre a vigilância (Lc 12.48). Uma igreja ou organização não-governamen- tal (ONG) que receber doações em dinheiro e usá-las para outro fim do que o previsto prejudica não apenas sua relação direta com a entidade ou pes- soa doadora. Ela também põe em xeque a confiança e disposição de doado- res em geral, assim que a notícia vier à tona. Pessoas e organizações que se propõem a uma causa justa, como lutar contra a pobreza, têm alta probabi- lidade de ganhar muita confiança, pois apelam aos corações das pessoas que ainda têm um sentimento de injustiça diante da pobreza. Portanto, a decepção ao falhar será maior também, pois mexe com sentimentos profun- dos. Do mesmo modo, pessoas exercendo um ministério religioso são, em geral, consideradas merecedoras de alta confiança pela sua função e pro- posta de vida, que implica uma ética profissional muito exigente. Conse- qüentemente, a decepção é inestimável ao se descobrir que ela, por exem- plo, quebrou o sigilo confessional ou cometeu assédio sexual.
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Voto de confiança

Voto de confiança

Contudo, a recriação da CPMF para a saúde seria aceitável se houver forte vinculação ao financiamento da saúde com repasses a Estados e municípios e se viesse acompanhada por alguma comp[r]

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A confiança e o direito

A confiança e o direito

A Constituição de 1988 também prevê o controle repressivo judicial da constitucionalidade das normas, o que demonstra a confiança nacional nos órgãos do judiciário. Ocorre que a Carta de 1988 também previu a possibilidade de controle repressivo por parte do executivo, à medida que prevê, no art. 23, I, a competência comum à União, Estados, Municípios e Distrito Federal para zelar pela guarda da Constituição, o que permite ao chefe do executivo deixar de aplicar norma que repute inconstitucional. O controle repressivo realizado pelo legislativo limita-se às medidas provisórias, nos termos do art. 62, §5º., CF.
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"Conquista de Terras em Conjunto": Redes Sociais e Confiança - A experiência dos agricultores e agricultoras familiares de Araponga - MG

"Conquista de Terras em Conjunto": Redes Sociais e Confiança - A experiência dos agricultores e agricultoras familiares de Araponga - MG

A influência das CEBs na Conquista de Terras em Conjunto é marcada por uma série de ambivalências. Como a passagem acima revela, os irmãos promovem uma inversão na interpretação da passagem Bíblica. Mas, de outro lado, a linguagem bíblica e os imperativos cristãos de eqüidade e solidariedade, de certa forma, estão presentes no grupo, ainda hoje. Ademais, parece que as CEBs oferecem um aprendizado de formas de organização e ação que serão recriados na Conquista de Terras . As CEBs despertaram no grupo, a partir das reuniões e discussões, a necessidade de partirem para a ação, o agir dos próprios agricultores que não viam mudanças. O que foi repassado ao grupo, mais do que ações específicas, foi o espírito de solidariedade, o respeito ao próximo, a comunhão e a confiança para se organizar. Assim, a conquista, no seu momento inicial, surgiu da combinação das práticas tradicionais de ajuda mútua e laços fortes entre a família, e também dos grupos de reflexão promovidos pelas CEBs. Ao perguntar sobre os cursos que eles faziam e sobre as influências específicas das CEBs, Seu Neném afirma que de certa forma tiveram "um empurrão muito forte",
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Governança e confiança em redes interorganizacionais: um estudo sobre a confiança...

Governança e confiança em redes interorganizacionais: um estudo sobre a confiança...

Quanto ao papel de governança exercido pela empresa líder da rede, Zacarelli et al. (2008), observa que esta forma estrutural de governança possibilita a coordenação e monitoramento das transações entre as demais participantes da rede. Neste mesmo sentido, Smith e Powell (2004), em pesquisa quantitativa sobre redes de biotecnologia na região de Boston, US, verificaram a forte influência da prática desempenhada pelas empresas líderes da rede na governança da rede como um todo. Em redes nas quais as líderes mantinham maior abertura para a troca de informações e conhecimentos, a mesma conduta é observada nas ligações de toda a rede, e do mesmo modo, menor abertura nas líderes reflete-se em práticas de menor abertura em toda a rede.
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Confiança em votação electrónica

Confiança em votação electrónica

Nos sistemas de votação em geral, a confiança representa a certeza, por parte de todos os intervenientes eleitorais, que todo o processo decorre dentro dos pressupostos desejados, mais concretamente no que toca aos requisitos que os sistemas de votação devem cumprir, atestando assim a qualidade do mesmo e garantindo o cumprimento de condições de segurança [Hall 2008]. Por muitos e complexos elementos técnicos que sejam introduzidos no processo de votação, ainda que assegurem o cumprimento dos requisitos de segurança e até possuam um conjunto de vantagens relevantes em relação ao sistema de votação existente, se não se conseguir transmitir essa mensagem, provando que este novo sistema de votação cumpre de facto os requisitos necessários, dados os erros e falhas que já aconteceram com a utilização de sistemas de votação electrónica, estes vão continuar a ser contestados e levantar desconfianças que corroem qualquer sistema de votação e consequente resultado eleitoral (à mulher de César não basta ser séria, deve parecer séria 16 ). Tão importante como cumprir os requisitos é
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A confiança é confiável?

A confiança é confiável?

A limitação central da pesquisa encontra-se na alta subjetividade das proxies para o excesso de confiança. A utilização de variáveis inéditas, tal como foi feito, agrega as pesquisas em contabilidade e demonstra que as relações corporativas podem ser estudadas por caminhos diferentes, além dos já analisados por diversos pesquisadores. Entretanto, o ineditismo, sem testes psicométricos que validem o argumento, pode acarretar em algumas adversidades, tal como captar mais de um comportamento ou captar o comportamento errado. Em última circunstância, o modelo utilizado pode ser inválido e incapaz de explicar o fenômeno real. Somado a isso, existe uma imparcialidade inerente do pesquisador, passível de discussão, ao selecionar e coletar as proxies. Por exemplo, a variável Remuneração foi utilizada como sendo a remuneração total recebida pelo CEO no ano de 2018. O comportamento excessivamente confiante representado pela remuneração poderia ser utilizado, também, como sendo somente a remuneração variável, que estaria mais atrelada ao desempenho da organização. Além desta, a proxy Foto, medida através da confiança aparente do executivo, pode não ser correlacionada ao exato nível de sua confiança, uma vez que este comportamento é percebido de maneiras diferentes a cada indivíduo. Ademais, analisar comportamento das pessoas pode envolver juízo de valor por parte do pesquisador. Vale destacar, também, que o gerenciamento de resultados, tal como o utilizado nesta pesquisa, trata-se, novamente, de uma proxy. Nesse sentido, os modelos para mensurar o gerenciamento de resultado podem não explicar, integralmente, os fenômenos econômicos da realidade ou ignorar alguns aspectos importantes. Entretanto, como afirmam Watts e Zimmerman (1986), um modelo contábil é uma simplificação da realidade, uma abstração. Por fim, alguns executivos têm muito mais a dizer do que outros e seus vieses podem ser mais significativos para explicar o fenômeno estudado (Finkelstein, 1992). De acordo com Hambrick (2007), as características da equipe da alta gerência produzem explicações mais fortes sobre os resultados organizacionais do que o foco habitual apenas no alto executivo.
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Confiança e Medo na Cidade

Confiança e Medo na Cidade

interrogam-se ainda sobre as novas possibilidades resultantes da conver- gência de técnicas de informação e da «polivalência das redes e termi- nais» e ainda sobre a interactividade. Terão estas evoluções necessaria- mente consequências sobre o género de programas que a televisão oferece aos espectadores? Embora o texto do último capítulo e o da conclusão sejam claros e bem justificados, é pena que os autores não tenham de- senvolvido o conceito promissor de «desprogramação» (pp. 89 e seg.), isto é, sendo a programação essen- cial à definição de televisão (como também refere Jost), o seu esvazia- mento poderá levar ao próprio desa- parecimento do que definimos como televisão: «A questão central para o futuro da televisão, quaisquer que sejam os modos de difusão, man- tém-se a sua capacidade de criar programas susceptíveis de conquis- tarem os públicos e de constituírem assim um património à sua medida» (p. 114).
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Mensurando Confiança Intraorganizacional

Mensurando Confiança Intraorganizacional

After the completion of the case studies, a questionnaire based on the selected theory and the an- swers to the interviews in the two case studies, with the purpose of verifying the rela[r]

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ÍNDICE DE CONFIANÇA EMPRESARIAL

ÍNDICE DE CONFIANÇA EMPRESARIAL

Em um ambiente competitivo muitos são os fatores que influenciam as indústrias e a economia nacional. O Índice de Confiança Empresarial (ICE) é um indicador utilizado para identificar mudança de tendência na atividade empresarial. Empresários confiantes tendem a aumentar o investimento e a produção para atender o esperado crescimento na demanda. A confiança do empresário referente ao otimismo e ao pessimismo das condições atuais e futuras da empresa é de grande importância para identificar e analisar quais as tendências na produção a serem melhoradas e quais investimentos a fazer. Com o objetivo de levantar essas expectativas, foi construído o ICE, por meio de questionários, uma sondagem de opinião empresarial a ser realizada anualmente. Esta pesquisa vem sendo realizada desde o ano 2009, por meio de questionários fechados estruturados com quinze questões objetivas, abordando critérios atuais e expectativas para os próximos seis meses dos empresários das cidades de Brusque e região, envolvendo os setores das indústrias, do comércio e dos serviços. A partir dos questionários pode-se verificar como está o nível e o índice de confiança do empresário para um período futuro de seis meses.
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Relações diádicas de confiança e compartilhamento de conhecimentos: múltiplos determinantes na decisão pela busca e pesquisa de conhecimento em redes interorganizacionais de cooperação.

Relações diádicas de confiança e compartilhamento de conhecimentos: múltiplos determinantes na decisão pela busca e pesquisa de conhecimento em redes interorganizacionais de cooperação.

As relações interorganizacionais de cooperação são interações complexas que objetivam a geração de benefícios mútuos. Um dos benefícios oriundos do processo cooperativo é a partilha do conhecimento decorrente dos relacionamentos construídos entre os membros de uma rede. Estas relações, entretanto, são mediadas por fatores como a confiança, que se caracteriza aqui, como base fundamental de sustentação do processo cooperativo.A partir desta compreensão, a tese aqui proposta defendeu que as relações diádicas de confiança são determinantes para decisão de busca e pesquisa de conhecimento em redes interorganizacionais de cooperação. A construção da confiança, entretanto, é baseada numa multiplicidade de fatores interpessoais e impessoais que a influenciam. Além disso, cada um dos quatorze fatores apresentados trazem impactos diferentes a cada etapa do processo de partilha. Entender estes determinantes pode trazer aos interessados em processos de cooperação, ferramentas valiosas de gestão e incentivo à construção e fortalecimento de redes cooperativas. O método empírico aplicado na pesquisa partiu de um estudo de caso para análise do impacto dos fatores determinantes da construção de confiança no processo de cooperação em uma rede de laboratórios de análises clínicas denominada LabForte. A abordagem utilizada foi qualitativa-interpretativista, utilizando-se de entrevistas em profundidade e análise do discurso dos associados da Rede envolvidos diretamente nas etapas de partilha de conhecimentos. Também foi utilizada a metodologia da análise qualitativa comparativa (QCA) como instrumento de análise e comparação de resultados com as pesquisas em profundidade. As análises de conteúdo foram desenvolvidas a partir das respostas de seis associados submetidos à entrevistas em profundidade. Já os questionários desenvolvidos para as análises qualitativas comparativas alcançaram 16 respondentes
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A confiança interorganizacional nas compras.

A confiança interorganizacional nas compras.

O clássico trabalho de Morgan e Hunt (1994) testou várias hipóteses relacionadas aos fatores que influenciam a confiança e o comprometimento nas relações de troca e verificaram que a comunicação afeta positivamente esse fenômeno. Essa pesquisa utilizou como principal referência o trabalho de Doney e Cannon (1997), os quais concluíram que a confiança da firma compradora na fornecedora está relacionada à customização de produtos ou serviços. Quanto mais um fornecedor se disponibiliza a atender às exigências do comprador, maior tende a ser o nível de confiança. Nessa direção, a pesquisa de Tacconi et al. (2011) apresenta que um bom desempenho é fator gerador de confiança interorganizacional.
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