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Redes informais de comunicação : um estudo de caso em I&D

Redes informais de comunicação : um estudo de caso em I&D

Os resultados da análise de Conway (1997) acerca do papel das ligações nos processos de inovação revelou cinco temas em torno dos quais se organizavam as relações comunicativas, tendo em vista as relações da organização com o exterior, através da acção dos “elos fracos”: redes de I&D; redes profissionais; redes de utilizadores; redes recreativas e redes de amizade. Os indivíduos pertencentes às redes de I&D organizavam-se em torno de especializações científicas ou tecnológicas e obedeciam a uma série de normas técnicas e cognitivas, específicas do “colégio invisível” (Price, cit. por Conway, 1997: 229). As redes profissionais agregavam indivíduos que partilhavam uma determinada profissão e a sua contribuição para o processo de inovação seria explicada pela “ética profissional de cooperação” (Freeman, cit. por Conway, 1997: 229). As redes de utilizadores estabeleciam-se entre pessoas que usavam determinado produto ou tecnologia e podem funcionar como uma forma de apoio técnico e como uma maneira de difundir inovações tecnológicas pela organização a que pertencem. As redes recreativas, como o nome indica, agregam indivíduos que partilham uma ocupação recreacional e, por vezes, as redes de amizade assumem aqui um importante papel, embora isso nem sempre aconteça. Estas últimas traduzem redes informais pessoais.
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CARACTERIZAÇÃO DE REDES INFORMAIS INTERORGANIZACIONAIS DE PROFISSIONAIS DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA :: Brapci ::

CARACTERIZAÇÃO DE REDES INFORMAIS INTERORGANIZACIONAIS DE PROFISSIONAIS DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA :: Brapci ::

Propõe uma forma de caracterização, baseada na Análise de Redes Sociais (ARS) e em Pesquisa de Campo, de redes informais interorganizacionais de profissionais de Inteligência Competitiva (IC), com especial ênfase à compreensão do fluxo informacional. Tal abordagem foi testada numa rede de IC real, revelando uma rede pequena em número de participantes mas ampla em termos geográficos e organizacionais, composta por pessoas altamente qualificadas, atuantes tanto no setor público quanto no privado. Pouco densa, a rede comporta trocas frequentes de informação, basicamente através de e-mail, telefone ou pessoalmente. No que diz respeito aos interesses mútuos observou-se que, apesar da pequena densidade, a rede comporta uma miríade de interesses altamente inter-relacionados, cuja co-ocorrência segue a seguinte lógica: para os temas mais citados, a co-ocorrência é proporcional à ocorrência; já para os temas restritos a poucas díades ou tríades, a co-ocorrência segue as especificidades dos perfis dos atores que compõem essas díades ou tríades. A boa caracterização da rede mapeada nos leva a crer na aplicabilidade dessa estratégia a qualquer rede informal interorganizacional de IC.
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Empresas familiares do setor moveleiro e desenvolvimento local em Guarapuava - PR.

Empresas familiares do setor moveleiro e desenvolvimento local em Guarapuava - PR.

Como resultados da análise, obtiveram-se as seguintes categorias: redes informais de cooperação entre empresários; associativismo na classe moveleira; parcerias de negó[r]

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Redes sociais informais e compartilhamento de significados sobre mudança organizacional.

Redes sociais informais e compartilhamento de significados sobre mudança organizacional.

O objetivo central do presente estudo consistiu em explorar o compartilhamento de signifi cados atri- buídos à mudança organizacional no interior de redes informais intra-organizacionais. O estudo foi con- duzido em um setor de uma empresa petroquímica de grande porte no Pólo Petroquímico de Camaçari (BA), que passara pelo processo de privatização. Foram aplicados questionários a uma amostra de 52 trabalhadores que levantavam as relações de amizade, confi ança e informação constituintes das suas re- des informais. Itens abertos levantaram cognições sobre o processo de mudança em curso na empresa. As redes foram identifi cadas utilizando-se os softwares Ucinet e Net Draw, caracterizando-se suas dimen- sões macro e microestruturais. Os dados sobre as percepções da mudança foram analisados qualitativa- mente, criando-se categorias descritivas. Os resultados revelam uma visão predominantemente positiva da mudança e níveis reduzidos de densidade e coesão das redes informais. No único clique identifi cado, observou-se maior compartilhamento do signifi cado atribuído à mudança. Além de mostrar as relações investigadas, o estudo fornece uma estratégia metodológica que pode se revelar heurística para novas pesquisas embasadas em uma perspectiva cognitivista.
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INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA

exclusão do ponto de vista de contextos específicos, como família e amigos deixa a ideia de “expulsão”. Mas o contexto a considerar quando falamos de exclusão social refere-se a todas as “esferas sociais em que a pessoa vive”. Assim, quando falamos em exclusão social, significa a exclusão da sociedade, ou seja, “o referencial que procuramos é a sociedade”. Para compreender o que é estar excluído da sociedade B. Costa baseia-se numa perspetiva sistémica, em que “cada uma das esferas da existência social – da mais pequena à mais ampla, da mais simples à mais complexa – constitui um sistema social”, onde “a sociedade (local, nacional, regional ou global) será, então, constituída por um conjunto de sistemas sociais, alguns dos quais poderão ser considerados como básicos ou essenciais ” (Costa, 2008: 64-65). A sociedade aqui é vista como um conjunto de sistemas sociais aos quais o individuo pertence. No entanto, a relação de uma pessoa com a sociedade não depende apenas dos laços sociais, ou seja, das redes informais (família, vizinhos, amizade) e do seu funcionamento. “A inclusão na sociedade depende também do posicionamento dos indivíduos relativamente ao domínio económico, quer no que se refere aos sistemas geradores de rendimentos, quer à possibilidade (ou não) de aquisição de bens e serviços indispensáveis ao funcionamento em sociedade ” (Costa, 2008: 65). Nos sistemas geradores de rendimentos (mercado de trabalho, segurança social, reformados e a propriedade) a “solidez da relação depende da existência e do nível e regularidade dos salários, das pensões e do rendimento do capital, daí podendo decorrer situações de insuficiência de recursos (pobreza), de deficiente distribuição dos rendimentos (desigualdade) ou de perda de autonomia financeira (sobre endividamento) ” (Costa, 2008: 66).
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A contribuição da confiança para o desempenho dos operadores de um call center: um estudo de caso no Banco BGN – Recife

A contribuição da confiança para o desempenho dos operadores de um call center: um estudo de caso no Banco BGN – Recife

Redes sociais também denominadas de redes informais são as redes de relações que os indivíduos formam dentro das organizações para o cumprimento de suas tarefas mais rapidamente. Neste tipo de relacionamento, os vínculos de relações de confiança fortalecem o capital social, que evoluem entre as pessoas e as organizações. Partindo desses pressupostos, esta dissertação procurou investigar como a confiança que compõe o Capital Social da rede informal, contribuiu para o desempenho percebido do grupo analisado. A pesquisa foi multimétodos, quantitativa e qualitativa e foi realizada com 113 funcionários do call center do Banco BGN. Optou-se por realizar um estudo de caso, envolvendo técnicas de análises das redes sociais, examinando-se as estruturas da dimensão estrutural, do conteúdo transacionado com base na confiança da dimensão relacional do Capital Social e o reflexo no desempenho. Utilizou-se um cartão identificador de nomes onde os participantes relacionaram as pessoas de sua rede. Como técnicas de análise dos dados foram utilizadas a análise de conteúdo e a estatística inferencial com uso de correlações. Para dar suporte à construção das redes da network foi utilizado o software UCINET 6.0, assim como o SPSS para as análises descritivas. Os resultados indicaram que o grupo avaliado percebe a rede de relacionamentos, baseada na confiança, como um fator contributivo para o desempenho do trabalho. As correlações realizadas confirmam a relação positiva e estatisticamente significante entre confiança e desempenho corroborada pela Teoria de Rempel e Holmes (1991) relacionada à confiança de relacionamentos próximos.
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Ci. Inf.  vol.28 número1

Ci. Inf. vol.28 número1

Ainda que as redes informais nas or- ganizações, de um modo geral, não tenham as mesmas especificidades – a menos talvez, quando for o caso, de suas áreas de pesquisa e desenvolvi- mento – como o objeto desse traba- lho são redes informais alguns para- lelos podem ser feitos, na medida em que as redes informais genéricas não deixam de contemplar relações inter- pessoais para trocas de informação e conhecimento, da mesma forma que aquelas da ciência e tecnologia. Além do que, é razoável supor que concei- tos e princípios estabelecidos na co- municação em C&T podem fundamen- tar discussões em outros segmentos.
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Efetividade da rede de atenção à saúde e à assistência social à pessoa idosa na expressão de usuários e gestores: o caso de Boa Vista/RR = Effectiveness of assistance and health social net of elders persons in the users and administrators expressions in B

Efetividade da rede de atenção à saúde e à assistência social à pessoa idosa na expressão de usuários e gestores: o caso de Boa Vista/RR = Effectiveness of assistance and health social net of elders persons in the users and administrators expressions in B

As redes informais são a forma de mediação existente entre os gestores e os usuários, mediação das relações complexas de poder implicado em informação, atendimento, contatos, dispositivos, como lembra Faleiros (2010a), ao falar de redes e correlação de forças, mas se configuram como um processo contextualizado na falta de um pacto político que assegure direitos de forma efetiva, como preconizam a legislação e a consideração da cidadania enquanto reconhecimento de direitos num Estado de direito. A precarização dos serviços públicos num contexto globalizado, marcado pelo neoliberalismo ou pela redução do Estado em favor do mercado, com planos de saúde privados, não propicia condições de uma articulação consistente entre os mesmos, com a formação de um pacto político, de uma vontade coletiva e de pressão dos usuários que pode contribuir para novas mediações de poder instituintes de relações articuladas de proteção em rede.
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I UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciências Humanas e Sociais DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM TRABALHO SOCIAL

I UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Faculdade de Ciências Humanas e Sociais DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM TRABALHO SOCIAL

As redes sociais de apoio formal e informal têm um papel importante relativamente às situações que o idoso dependente enfrenta diariamente. As redes informais de apoio são, sem dúvida, as redes que estão mais presentes. Neste sentido, a família continua a ter um papel preponderante no auxílio ao idoso dependente. A noção de família tradicional tem vindo a sofrer alterações ao longo dos tempos, com o aumento da esperança média de vida, com a redução da fecundidade, com a mulher a trabalhar fora da esfera doméstica, e com as novas formas de família, como refere Alarcão (2002). No entanto, a família continua a ter a função de protecção da pessoa idosa, sendo este auxílio familiar frequentemente mais importante e desejado que o prestado por serviços formais (Quaresma, 1996). Mas hoje, também há famílias que delegam a responsabilidade de cuidar dos seus idosos noutras instituições (Costa, 1998).
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Cuidadores informais e envelhecimento ativo

Cuidadores informais e envelhecimento ativo

21 Luísa Pimentel, num livro de 2005, correspondente à sua tese de mestrado, dedica uma obra a obra intitulada por “O lugar do idoso na família. Contextos e trajectórias” que explora as relações sociais em especial entre as diferentes gerações, como refere na sua obra (2005: 62) que “[…] é essencial ter em atenção diversas dimensões, nomeadamente o estabelecimento de relações sociais, quer com os seus pares no interior das instituições, quer com as pessoas da comunidade envolvente […]”. A autora procura ainda desenvolver a forma como se envelhece nos dias de hoje bem como a necessidade de apoios formais e informais para um melhor envelhecimento, como esclarece (2005: 32) que é necessária “[…] uma articulação e complementaridade entre o formal e o informal de modo a encontrar uma solução de compromisso que permita responder adequadamente a diferentes tipos de necessidades através de formas apropriadas de solidariedade […]”.
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Formação para Cuidadores Informais de Idosos

Formação para Cuidadores Informais de Idosos

Os cursos oferecidos para capacitação no atendimento domiciliar de idosos em Goiânia são fornecidos para preparar, não apenas os fami- liares, acadêmicos e a comunidade, mas, também, os[r]

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Uma Perspetiva de Cuidadores Formais e Informais

Uma Perspetiva de Cuidadores Formais e Informais

O Relatório de Implementação e Monitorização da RNCCI (2014) aponta para a falta de divulgação perante a população, famílias/cuidadores informais, o próprio sistema de saúde, Cuidados de Saúde Hospitalares e Cuidados de Saúde Primários, acerca de informações relevantes sobre a RNCCI, os seus objetivos, recursos existentes e acesso. Em 2011, o OPSS cit. por Cunha (2017) defendia que o processo de sinalização e referenciação deveria ser repensado e melhorado. Um inadequado processo de sinalização e referenciação pode estar interligado, segundo Duffy et al. (2011) cit. por Cunha (2017) aos recursos humanos envolvidos, à sua falta de formação, desinteresse ou falta de conhecimento dos profissionais que participam no processo, ausência de uniformização e consensualização de procedimentos e à falta de comunicação entre as organizações, os serviços e as próprias equipas. Propôs-se neste estudo , perante tais circunstâncias, “Conhecer a componente funcional de referenciação de utentes para a RNCCI (através dos CSP) em dois distritos diferentes: Bragança e Guarda ”. A amostra obtida inclui dois grupos: ULS Guarda, E.P.E. e Nordeste, E.P.E. Atenderam-se a aspetos considerados básicos: “forma como é feita a referenciação”, “existência de elementos de todos os grupos profissionais para serem formalizadas as referenciações para a RNCCI”, “forma como se procede para finalizar o processo de referenciação perante a inexistência de um grupo profissional”, “sentimento de resistência em referenciar utentes para a RNCCI, por outros profissionais de saúde”, “troca de experiências de referenciação com outros colegas no local de trabalho”, “dificuldade em operacionalizar burocraticamente o processo de referenciação” e “conhecimento dos recursos existentes”.
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771

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Em síntese, a utilização do sistema penal em sua máxi- ma operação para o controle das situações sociais aqui proble- matizadas apenas produz mais violência, de toda espécie, sendo porta de entrada para o círculo altamente vicioso e deletério da cultura da violência vivida em nossos dias como regra (BES- TER, 2013, online). Há muito que se demonstra a ineficácia das “punições aberrantes” na tentativa de reduzir qualquer tipo de criminalidade, inclusive a da violência sexual (GOMES, 2016, online). E que se não utilize aqui o argumento garantista, desenvolvido por Ferrajoli (2002), no sentido de que a pena pública deve ser utilizada como prevenção de reações infor- mais à criminalidade. Primeiro, porque não há qualquer prova empírica de referido argumento. Segundo, se for passível de comprovação, não há nada que nos faça parecer que as reações informais são mais violentas que a aplicação de pena privativa de liberdade.
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O que leva homens a se tornar cuidadores informais: um estudo qualitativo

O que leva homens a se tornar cuidadores informais: um estudo qualitativo

Com a expectativa de identificar algumas das motivações que levam à definição de homens como cuidadores informais, dada a mudança global do perfil de gênero de cuidadores informais - da enorme preponderância feminina para um aumento notável de cuidadores do gênero masculino - além de identificar o impacto do papel social de gênero no estresse decorrente do cuidado, este trabalho pretende participar de um movimento de pesquisa das masculinidades que hoje está em crescimento. Dessa forma, acreditamos que o conhecimento adquirido proporcionará aos profissionais a possibilidade de se preparar para atender de forma mais adequada seus usuários que cumprem o papel de cuidadores, colaborando para o fortalecimento de sua rede de apoio e a melhora de sua qualidade de vida.
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AS CONVERSAS INFORMAIS NA RECONSTITUIÇÃO

AS CONVERSAS INFORMAIS NA RECONSTITUIÇÃO

No Capítulo II, o foco de atenção irá versar sobre uma das matérias mais debatidas nos nossos tribunais no que toca à reconstituição do facto: afinal, os órgãos de polícia criminal, na definição que se encontra consignada no artigo 1º n.º 1 alínea c) do CPP, podem ou não testemunhar sobre a reconstituição em que tenha participado o arguido? Traduzir-se-á esse seu depoimento numa conversa informal passível de valoração? Para um cabal entendimento do problema serão analisados diferentes regimes e normas, como é o caso da proibição de prova prevista no artigo 356º n.º 7 do CPP (e respectiva interpretação) bem como do depoimento indirecto. O escopo será o de descortinar qual o regime aplicável às conversas informais e, ainda, a compreensão das eventuais ligações existentes entre esta figura e o meio de prova reconstituição do facto.
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Cuidadores Formais e Informais

Cuidadores Formais e Informais

Para além destes apoios sociais mais informais, existem medidas que visam providenciar momentos de pausa e descanso ao cuidador. No entanto, dos 5 entrevistados, apenas um cuidador, C4, disse conhecer a medida através de livros que lê para se informar sobre a doença do seu familiar, mas não sabe como funciona. Os restantes cuidadores entrevistados não conhecem essa medida, nem ouviram falar dela. Dada a idade avançada da maior parte dos cuidadores, e o baixo nível de habilitações escolares, é expectável que tenham dificuldades em procurar individualmente essa informação, ou que esta chegue ao seu conhecimento sem que alguém lha providencie. E aqui, um interlocutor privilegiado, até pela relação que estabelecem com os cuidadores informais, seria necessariamente o centro de dia.
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O quotidiano dos cuidadores informais de idosos

O quotidiano dos cuidadores informais de idosos

Lopes (2007) agrupa as dificuldades da seguinte forma, as que surgem por desconhecimen- to dos serviços existentes que dão resposta às diferentes necessidades e problemas apresen- tados pelos idosos em situação de dependência, as dificuldades na acessibilidade aos ser- viços já existentes, altas hospitalares sem apoio que permitam a continuidade dos cuidados e apoio domiciliário não adaptado às necessidades da pessoa dependente. Desta forma, parece evidente a importância atribuída à informação acerca dos recursos formais que existem na comunidade para apoio aos cuidadores informais. A aposta em programas para cuidadores informais deve ser uma prioridade, tal como a sensibilização dos profissionais de saúde e de apoio social para uma intervenção em rede (Alves et al., 2015). Martins, Corte e Marques (2014) reforçam a necessidade dos profissionais de saúde investirem na promoção das capacidades e competências dos cuidadores informais com a finalidade de minimizar o impacto negativo, por vezes associado à prestação de cuidados.
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Curso Técnico de Informática CEFET – RJ UnED Nova Iguaçu

Curso Técnico de Informática CEFET – RJ UnED Nova Iguaçu

Existe ainda o WPA (Wi-Fi Protected Access ), um padrão mais seguro, que já é suportado pela grande maioria das placas e dos pontos de acesso. Existem várias variações do WPA, que utilizam diversos sistemas de encriptação diferentes. O mais comum em pequenas redes é usar o WPA-PSK (o padrão mais simples), onde é definida uma chave (uma espécie de senha), usada para autenticar os clientes da rede. PSK é abreviação de "Pre-Shared Key", ou "chave previamente compartilhada".

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O fardo em cuidadores informais de pacientes dementados

O fardo em cuidadores informais de pacientes dementados

Por outro lado, a participação masculina habitualmente se fazia presente na ajuda financeira e/ou logística (transporte, alimentação). No entanto, a conjuntura atual brasileira reafirma uma nova realidade, embora ainda incipiente: a figura do cuidador informal masculino. Tal realidade é decorrente de alguns fatores, entre os quais o desemprego, embora não tenha havido nenhum caso deste no universo pesquisado. Em nossa pesquisa deparamo- nos com a participação de dois dos entrevistados (20%) como cuidadores informais masculinos: um deles é filho; o outro, neto. Ambos trabalham. A escolha de serem cuidadores deveu-se ao sentimento de gratidão que sentem pelo paciente aos seus cuidados.
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A Sobrecarga dos Cuidadores Informais de Pessoas Idosas

A Sobrecarga dos Cuidadores Informais de Pessoas Idosas

Outros problemas importantes para a maioria dos cuidadores informais são a depressão e a ansiedade. Múltiplos estudos demonstram a presença de sintomas depressivos em cuidadores que estão associados à crescente falta de independência da pessoa que cuidam, à perda do seu tempo livre, à falta de apoio entre outros. Da mesma forma também existem sintomas de ansiedade e preocupação crescente em relação ao estado de saúde da pessoa que cuidam ou devido á própria saúde. Associados a estes sintomas também podem estar associados sentimentos de culpa devido à gradual saturação que experimentam em relação à pessoa a quem prestam cuidados (Sousa, Figueiredo e Cerqueira, 2004).
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