Redução do teor de sal

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CEREAIS DE PEQUENO-ALMOÇO ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DO TEOR EM SAL NESTES PRODUTOS

CEREAIS DE PEQUENO-ALMOÇO ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DO TEOR EM SAL NESTES PRODUTOS

Como já foi dito anteriormente, o sal é um composto ativador do gosto salgado (Beauchamp e Stein, 2008; Doyle e Glass, 2010) que pode ainda intensificar outros sabores (Doyle e Glass, 2010; Man, 2010), e diminuir o gosto amargo (Dotsch et al. 2009). Sendo o sabor um dos principais fatores na escolha de um alimento por parte do consumidor (Lewis e Matevienko, 2004; Moura e Cunha, 2005), este influência negativamente a redução do teor de sal nos alimentos processados quer a nível da indústria alimentar, quer ao do consumidor que rejeita os alimentos com menos teor em sal. A redução do teor de sal obriga a indústria a proceder a ajustes na produção e na conservação dos seus alimentos com consequências a nível económico para a implementação de novas tecnologias. Contudo a consciencialização por parte das organizações governamentais, do consumidor e da indústria de que a redução do sal pode ser muito importante na prevenção de certas patologias tem vindo a unir esforços para o combate do sal adicionado aos alimentos.
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Micro-organismos bioprotetores em salames com baixo teor de sal e seus efeitos sobre...

Micro-organismos bioprotetores em salames com baixo teor de sal e seus efeitos sobre...

A produção de alimentos enfrenta diferentes desafios que vão desde satisfazer as necessidades nutricionais básicas das pessoas até cumprir as complexas exigências relacionadas à características sensoriais. Atualmente pesquisadores em ciência e tecnologia de produtos cárneos, têm focado parte de suas pesquisas no desenvolvimento de embutidos fermentados com níveis reduzidos de sódio e com boas características sensoriais. Os produtos cárneos fermentados convencionais possuem um alto valor agregado chegando a custar seis vezes mais que a carne in natura e são produtos bem aceitos pelos consumidores (TOLDRÁ, 1998). Porém, esses constituem em uma importante fonte de sódio, devido ao fato de durante sua elaboração, adicionar-se entre 1,5 e 3,0% de NaCl e ao final essa concentração pode atingir valores entre 2,5 e 5,0% (CICHOSKI et al., 2009). Deve-se observar que a ingestão de sódio recomendada na dieta diária é de 1,5 g, o que corresponde a 3,75 g de cloreto de sódio (TOLDRÁ, 2006; COZZOLINO, 2005). Assim, tem-se recomendado a redução na ingestão de NaCl devido a relação existente entre o nível elevado de sódio e a hipertensão arterial (COLMENERO, 2007).
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Análise dos planos de ação e planos de enfrentamento de obstáculos para a redução do consumo de sal entre mulheres com hipertensão arterial sistêmica.

Análise dos planos de ação e planos de enfrentamento de obstáculos para a redução do consumo de sal entre mulheres com hipertensão arterial sistêmica.

Nenhum estudo, até o momento, aplicou a estratégia de implementation intentions para redução do consumo de sal, dentre os conhecimentos da autoria deste estudo. A identiicação, tanto da maneira como pacientes hipertensos imaginam ser possível efetivar um consumo restrito de sódio como das possíveis barreiras antecipadas e as estratégias identiicadas para superá-las, fornece subsídios para a atuação do enfermeiro que deseja implementar intervenção visando a redução do consumo de sódio também em outras populações. Assim, este estudo teve como objetivo descrever os planos de ação desenvolvidos por essas mulheres hipertensas, para adição de, no máximo, 4g de sal/dia aos alimentos e redução do consumo de alimentos com alto teor de sal, bem como as barreiras percebidas e respectivas estratégias de enfrentamento hipotetizadas para conseguir efetivar tais planos de ação.
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Macroalgas: “Uma abordagem para reduzir o teor de sal nas sopas instantâneas”

Macroalgas: “Uma abordagem para reduzir o teor de sal nas sopas instantâneas”

Atualmente existe uma crescente preocupação do Homem em ter uma alimentação saudável e rica em nutrientes essenciais. Neste contexto, as sopas de legumes passaram a fazer, cada vez mais, parte da dieta diária, contribuindo assim para garantir uma alimentação equilibrada, variada e completa. A sopa é considerada como um acompanhamento das refeições diárias principais, sendo uma garantia da ingestão diária de vitaminas e minerais presentes nos legumes. Além disso, o consumo de sopa ajuda a diminuir o apetite, a promover a perda de peso, a regular o sistema digestivo e a contribuir para uma rápida disponibilidade de nutrientes reguladores, nomeadamente fibras e proteínas (Celgg et al,, 2013). Adicionalmente, a base das formulações de sopa são produtos hortícolas, frutas, bebidas vegetais, hidrolisados de proteína e fibras dietéticas, que contribuem para a redução de colesterol no sangue (Celgg et al., 2013). Outros estudos referem ainda as propriedades antioxidantes da sopa, que contribuem de certa forma para o controlo do stress oxidativo no organismo (Martínez et al., 2015).
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Impacto da redução do teor de sódio em alimentos processados no consumo de sódio no Brasil.

Impacto da redução do teor de sódio em alimentos processados no consumo de sódio no Brasil.

Um total de 17 países implementaram estratégias de redução voluntárias ou legislativas do conteú- do de sódio em alimentos processados, sendo o pão o principal alvo destas ações 16 . No Brasil, o pão francês, apesar de apresentar alta densida- de de sódio e elevada prevalência de consumo (terceiro alimento mais consumido no Brasil) apresentou baixos percentuais de redução pac- tuados 4,17 . Para o pão francês, o percentual total de redução foi de, aproximadamente, 10%. Con- tudo, uma redução de 55% no teor de sódio neste item alimentar, considerando o menor valor en- contrado em tabela de composição americana 18 , levaria à uma redução de 9% no consumo médio de sódio (dados não apresentados). Vale ressaltar que alimentos que apresentam baixa densidade de sódio, mas que são consumidos com maior frequência, como arroz e feijão, estão entre os que mais contribuem para o consumo de sódio na população brasileira 4 . Apesar do aumento da contribuição dos alimentos processados no con- sumo médio de sódio, a contribuição do sal de mesa e de condimentos à base de sal se destaca 6 .
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9. ANÁLISE DO TEOR DE IODO EM SAL COMERCIALIZADO NO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS – MG

9. ANÁLISE DO TEOR DE IODO EM SAL COMERCIALIZADO NO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS – MG

aspectos da produção, o teor de iodo no sal comercializado. O método para dosagem de iodo no sal baseia-se na titulação volumétrica do iodo liberado, após a acidificação da amostra adicionada de iodeto de potássio, com solução de tiossulfato de sódio 0,005M e usando solução de amido como indicador. O amido reage com o iodo liberado nas reações de oxidação-redução envolvidas, formando um complexo de cor azul que é descolorido pela adição de solução de tiossulfato de sódio (SKOOG et al, 2006)
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I NFLUÊNCIA DA REDUÇÃO DE SAL NAS PROPRIEDADES

I NFLUÊNCIA DA REDUÇÃO DE SAL NAS PROPRIEDADES

A gama do conteúdo de sal no queijo varia de 0,7% no tipo Suíço a aproximadamente 8% em queijos conservados em salmoura. Por conseguinte, os consumidores procuram formas para restringir a ingestão diária de sódio, incrementando assim a procura de alimentos e queijos com teores reduzidos neste elemento (Ayyash & Shah, 2010), ou evitando, inclusive, o consumo de queijo. Contudo, o desenvolvimento de queijos que contribuam para atenuar questões relacionadas com a saúde pública é um desafio para a indústria de lacticínios visto que quando a concentração de sal em queijos é reduzida, podem verificar-se aumentos na proteólise, na atividade da água, na acidez e no amargor, e redução na firmeza, ocorrendo também fermentações irregulares (Ayyash & Shah, 2010). Considerando que o consumo de queijo está a aumentar a nível mundial, devia ser dada importância à redução do teor de sódio no queijo sem afetar o seu consumo (Cruz et al., 2011). Consequentemente, a substituição de cloreto de sódio por outro sal é considerado uma aproximação alternativa na redução de sódio em queijos (Ayyash & Shah, 2010). Vários tipos de queijo com teor reduzido de sódio têm sido desenvolvidos mediante a redução de NaCl, por si só, ou por substituição parcial/total deste sal por KCl, MgCl 2 e CaCl 2 . De um modo geral, os resultados são positivos, sendo
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DESESTABILIZAÇÃO DE EMULSÕES VISANDO A REDUÇÃO DO TEOR DE ÓLEO EM ÁGUA

DESESTABILIZAÇÃO DE EMULSÕES VISANDO A REDUÇÃO DO TEOR DE ÓLEO EM ÁGUA

Um grande problema das indústrias minero-metalúrgicas está relacionado ao descarte de efluentes oleosos provenientes de diversas etapas dos processos industriais, gerando emulsões estáveis óleo-água. Essas emulsões são estabilizadas por agentes tensoativos, principalmente sabões e detergentes sintéticos, que reduzem a tensão interfacial entre os dois líquidos. Assim, faz-se necessário tratar esses efluentes antes de serem descartados, a fim de reduzir seus impactos no meio ambiente. Neste trabalho objetivou-se avaliar a eficiência de diferentes coagulantes e floculante na desestabilização das emulsões, visando reduzir o teor de óleo em água. As emulsões foram preparadas utilizando-se ácido oleico e um detergente comercial (agente tensoativo), de modo a produzir emulsões estáveis do tipo óleo em água (O/A). Para a desestabilização das emulsões, os ensaios foram realizados utilizando-se um sal inorgânico (NaCl), três coagulantes (Al 2 (SO 4 ) 3 , FeCl 3 e Al 2 Cl 6 ) e um floculante (PAM). Os tempos de condicionamento das
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Critério para implantação de tecnologias de suprimentos de água potável em municípios cearenses afetados pelo alto teor de sal.

Critério para implantação de tecnologias de suprimentos de água potável em municípios cearenses afetados pelo alto teor de sal.

Resumo – O presente artigo tem por objetivo apresentar um critério para implantação de tecnologias de suprimento de água potável em municípios cearenses afetados pelo alto teor de sal nos mananciais que abastecem as suas populações . Partindo-se da hipótese, comprovada no trabalho, de que existe forte correlação entre as condições socioeconômicas e o teor de sal da água que abastece a população, ele- geu-se o critério socioeconômico. Por intermédio da técnica de análise fatorial pelo método dos componentes principais e a partir dos indica- dores socioeconômicos e ambientais de cada município, foram construídos índices a partir dos quais se efetuou uma hierarquização dos municípios estudados.
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Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

Redução da influência da massa específica na determinação do teor de umidade de sementes de trigo.

Stetson & Nelson (1972) sugeriram que, devido à variação irregular do fator de perda dielétrica com a freqüência de oscilação do campo no intervalo de 0,25 a 20 kHz, o valor de ε " não deveria ser utiliza- do no desenvolvimento de equações para estimar o teor de umidade de grãos e sementes. Nelson (1977) afirmou que a predominância de medidores elétri- cos de teor de umidade que utilizam a permissividade relativa como parâmetro dielétrico deve-se ao fato de o valor de ε ', em comparação com ε ", exibir me- nor variabilidade para diferentes lotes de uma mes- ma variedade ou mesmo para lotes de diferentes va- riedades. No entanto, Lawrence & Nelson (1993) revelaram que, devido à linearidade entre ln( ε ") e a massa de água no trigo a 1,0 MHz, a utilização do logaritmo neperiano do fator de perda dielétrica como covariável contribuiria para melhorar o de- sempenho das equações para o cálculo do teor de umidade. Os resultados obtidos no presente traba- lho para as variedades Mercia e Hereward revela- ram que, de fato, o valor de ln( ε ") é um bom indica- dor da quantidade de água presente no trigo em fre- qüências de 0,5, 1,0 e 5,0 MHz. Mostra-se, na Fig. 6, a variação de ln( ε ") em função da massa de água presente nas amostras destas duas variedades de trigo a 5,0 MHz. As retas de mínimos quadrados que se ajustam ao conjunto de valores tiveram co- eficientes de correlação de 0,94 e 0,96, para freqüên- cias de 0,5 e 5,0 MHz respectivamente. Concluiu-se então que o valor de ln( ε ") também seria um bom indicador do teor de umidade do trigo. Assim, obte- ve-se a seguinte equação para o cálculo do seu teor de umidade no intervalo 13,0% ≤ U ≤ 22,1%, utili- zando-se duas propriedades dielétricas, ε ' e ε ", de
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Voltammetry of immobilized microparticles: fundamentals and analytical applications.

Voltammetry of immobilized microparticles: fundamentals and analytical applications.

As reações eletroquímicas na VIM se processam na interface eletrodo/composto/solução, como ilustrado na Figura 1. Em contraste com outras aplicações voltamétricas, somente a superfície circular da ponta do eletrodo de trabalho (PIGE, por exemplo) entra em contato com a solução do eletrólito. Isto assegura que as reações de oxi-redução aconteçam somente na junção das três fases (eletrodo/ composto sólido/solução do eletrólito), além de garantir que a área supericial do eletrodo seja a mesma de experimento para experi- mento. Portanto, os compostos eletroativos presentes na amostra imobilizada trocam elétrons com o eletrodo de trabalho e íons com a solução do eletrólito, preservando, assim, o equilíbrio de cargas em cada fase. Além disso, o baixo contato da superfície do eletrodo com a solução do eletrólito minimiza a penetração do eletrólito no corpo do eletrodo, além de diminuir a linha base e aumentar a relação sinal/ruídNeste sistema de três fases, algumas reações possíveis das partículas imobilizadas em um eletrodo em contato com uma solução eletrolítica são descritas a seguir (Figura 2). 13
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Utilização de fibras (epicarpo) de babaçu como matéria-prima alternativa na produção de chapas de madeira aglomerada.

Utilização de fibras (epicarpo) de babaçu como matéria-prima alternativa na produção de chapas de madeira aglomerada.

Para a ligação interna (LI), a análise de chapas produzidas com partículas apenas de Pinus (T1 e T2) e com a mistura de 10% de fibras de babaçu misturadas com Pinus (T3 e T4) demonstrou um aumento na LI quando se aumentou o teor de adesivo, apesar de não ter sido significativo. Essa melhoria em função do aumento do teor de adesivo também foi constatado por Nunes et al. (1999), ao estudarem a influência de vários teores do mesmo adesivo na produção de chapas de partículas do estipe de Euterpe edulis Martius. O tratamento que apresentou o menor valor médio para LI foi T8, com 3,84 kgf/cm 2 . Os valores médios para LI em todos
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Cimento aluminoso e seus efeitos em concretos refratários magnesianos espinelizados in situ.

Cimento aluminoso e seus efeitos em concretos refratários magnesianos espinelizados in situ.

identificados (Fig. 2). Em decorrência do menor teor de CaO e considerando-se o caminho de reação das fases associadas ao CAC de 1300 para 1500 ºC (CA 2 g C 12 A 7 g CaO) [1], o teor de fase transiente C 12 A 7 é menor, diminuindo a quantidade de fase líquida desenvolvida. Com a menor presença de fase líquida, a retração é reduzida. Sendo assim, menor a taxa de retração para o concreto contendo 2%-p CAC, seguido do concreto com 4%-p CAC e 6%-p CAC. Adicionalmente, na curva do concreto magnesiano com 2%-p CAC (Fig. 2) o pico apresentado em 1450 ºC possui concavidade para baixo, ou seja, indica expansão. Tal comportamento se deve, possivelmente, a formação de espinélio secundário da reação da alumina com os grãos de MgO eletrofundidos, resultando em um menor valor final de expansão, como pode ser analisado na Fig. 1. Esse mesmo comportamento é observado na curva do concreto com 4%-p de CAC, porém em menor intensidade devido à maior quantidade de fase líquida encontrada neste concreto. Para o concreto com 6%-p de CAC, este pico não é observado, pois nesse material o teor de fase líquida é superior. Deste modo, a retração se sobrepõe a expansão por formação de espinélio secundário.
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Status nutricional de iodo e seus determinantes em crianças e adolescentes de um município do semiárido de Minas Gerais, 2008

Status nutricional de iodo e seus determinantes em crianças e adolescentes de um município do semiárido de Minas Gerais, 2008

Introdução: a deficiência de iodo constitui a principal causa evitável de retardo mental em crianças de todo o mundo, sendo sua distribuição monitorada por meio da avaliação das concentrações de iodo no sal e na urina. A iodação do sal tem se mostrado uma estratégia eficiente no controle dessa carência nutricional, ao passo que a análise da excreção de iodo urinário vem sendo priorizada como método de avaliação de sua magnitude em estudos populacionais. Metodologia: foram analisadas em relação às concentrações de iodo no sal de consumo familiar e excreção urinária de iodo 1015 crianças e adolescentes com idade entre 6 meses e 14 anos, residentes em Novo Cruzeiro-MG, alocadas por amostragem estratificada em duas etapas. Resultados: Com relação as crianças em idade pré-escolar observou-se prevalência de aporte insatisfatório de iodo veiculado pelo sal em 14,4% dos domicílios investigados. A excreção deficiente de iodo urinário verificada foi de 34,4%. Destes, 23,5% apresentaram valor inferior a 100 µg/L, caracterizando deficiência leve, 5,9% permaneceram entre 20 e 49,9 µg/L (deficiência moderada) e 5% encontravam-se abaixo de 20 µg/L (deficiência grave). Diferença significante na distribuição da deficiência de iodo urinário foi constatada entre o meio urbano e o rural (p<0,001), registrando-se concentrações medianas de iodúria de 150,8 e 114,3 µg/L, respectivamente. Ainda, observou-se alta proporção de deficiência de iodo entre crianças cujo teor de iodo no sal de consumo encontrava-se abaixo da recomendação. No que refere aos escolares, observou-se excreção deficiente de iodo urinário em 38,9% dos indivíduos avaliados. Entre estes, 28,7% apresentaram deficiência de grau leve (iodúria < 100 µg/L), 6,2% deficiência moderada (iodúria < 50 µg/L) e 4% mostraram-se gravemente deficientes (iodúria < 20 µg
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Redução do teor de cinzas dos finos de carvão vegetal por concentração gravítica a seco

Redução do teor de cinzas dos finos de carvão vegetal por concentração gravítica a seco

Até agora, os resultados mostrados, tanto no aeroclassificador como no peneiramento, foram obtidos apenas com uma etapa de concentração (rougher). Contudo há possibilidade de se aumentar o teor e a recuperação trabalhando com material bitolado. Como primeira alternativa, a figura 5.18 mostra o aeroclassificador modificado com uma calha vibratória adaptada, com o objetivo de explorar o mecanismo de consolidação intersticial fazendo com que as partículas mais finas e densas, geralmente impurezas, se movimentassem entre os vazios (interstícios) das partículas maiores (normalmente o carvão vegetal) formando estratos ou camadas, conforme já ilustrado pela figura 3.31. Assim as camadas inferiores compostas basicamente de impurezas e partículas muito finas de carvão vegetal seriam conduzidas para o underflow e não seriam sugadas pelo ar uma vez que também estariam protegidas por camadas de carvão de maior granulometria. Ou seja, foi feita uma segregação do material separando-o em faixas granulométricas mais estreitas. Com isso, os resultados experimentais do aeroclassificador modificado – redução de 37% da impurezas com uma perda de 10% de carvão – foram superiores aos obtidos com os métodos apresentados até agora (peneiramento e aeroclassificador simples).
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Redução do teor de fósforo dos aços em convertedores LD através de adição de briquete

Redução do teor de fósforo dos aços em convertedores LD através de adição de briquete

O teor de impurezas no minério de ferro vem aumentando sistematicamente, assim como e a exigência de fabricação de aços com requisitos de qualidade cada vez mais rigorosos em relação aos teores de residuais (S, P, N e H). Além disso, a necessidade de redução dos custos no processo de fabricação do aço é um desafio que tem se intensificado nos últimos anos. Dessa forma, existe a necessidade de desenvolver métodos eficientes para desfosforação em convertedores LD, uma vez que essa alternativa não impacta na produtividade do processo de fabricação de aço.
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Variação das dimensões características e da forma dos frutos de café durante o processo de secagem.

Variação das dimensões características e da forma dos frutos de café durante o processo de secagem.

Foram utilizados frutos de café das variedades da espécie Coffea arabica, variedades: Catuaí Vermelho, Catuaí Amarelo, Mundo Novo, Catimor e da espécie Coffea canephora o Conilon. Colhidos no estádio cereja, homogeneizados e posteriormente selecionados e identificados, para cada variedade, 10 frutos sadios e intactos foram submetidos à secagem em estufa com ventilação forçada com temperatura do ar de aproximadamente 35 ± 3 o C, obtendo-se 10 diferentes níveis de teor de umidade.

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INSEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM FAMÍLIAS DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE NEPOMUCENO (MG): UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

INSEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL EM FAMÍLIAS DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE NEPOMUCENO (MG): UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

95 PARA A POPULAÇÃO DE CURITIBA, VISANDO A INFORMAÇÃO E REDUÇÃO DO “CONHECER PARA MELHOR ESCOLHER”: AÇÕES DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR CONSUMO DE SAL, AÇÚCAR E GORDURA “OCULTOS” NOS ALIMENTO[r]

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Hipertensão arterial e consumo de sal em população urbana.

Hipertensão arterial e consumo de sal em população urbana.

Levando-se em consideração que mais de 95% do sódio ingerido é excretado na urina, e que a avalia- ção dietética apresenta muitos problemas opera- cionais, a excreção urinária de 24h vem sendo utili- zada como um marcador do consumo diário de sódio, apesar da grande variabilidade intraindividual. As- sim sendo, interpretações clínicas e fisiológicas ba- seadas numa única avaliação devem ser cautelo- sas. Este problema, porém, pode ser superado em es- tudos de base populacional, visto que a excreção urinária de sódio é considerada um bom índice de consumo de sal num dado dia. 9
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Solutos orgânicos em genótipos de sorgo forrageiro sob estresse salino.

Solutos orgânicos em genótipos de sorgo forrageiro sob estresse salino.

O aumento na concentração de carboidratos solúveis, proteínas solúveis, aminoácidos livres totais e prolina, no tecido foliar de sorgo forrageiro, é proporcional ao teor de sal no meio d[r]

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