Reforço de pavimentos flexíveis

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Respostas estruturais em pavimentos flexíveis via utilização de equações de módulos de resiliência de solos de subleito e da camada de reforço

Respostas estruturais em pavimentos flexíveis via utilização de equações de módulos de resiliência de solos de subleito e da camada de reforço

Tendo em vista a enorme importância do setor rodoviário para a economia nacional, é de grande importância que a malha rodoviária encontre-se em bom estado para proporcionar segurança e conforto aos usuários. Valendo-se dessa ponderação, são realizados diversos estudos dirigidos à mecânica dos pavimentos, no sentido de melhor compreender as respostas estruturais dos materiais empregados nas camadas do pavimento, quando solicitados principalmente pelo tráfego comercial e sujeitos às influências climáticas. Assim, conhecer o desempenho de cada camada estrutural do pavimento é um caminho para avaliar o seu desempenho como um todo. Neste trabalho, será dada maior ênfase no comportamento resiliente de solos normalmente encontrados em subleito de rodovias e que podem ser utilizados na camada de reforço de subleitos em pavimentos flexíveis.
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Desempenho de pavimentos flexíveis utilizando geogrelha como reforço de capa asf...

Desempenho de pavimentos flexíveis utilizando geogrelha como reforço de capa asf...

. Deslocamentos ao longo da geogrelha foram monitorados utilizando o sistema tell-tales. Como resultado, mecanismos de reforço foram identificados neste estudo. O uso de uma geogrelha polimérica reduziu consideravelmente as deformações na fibra inferior da capa asfáltica, assim como as tensões verticais nas camadas subjacentes do pavimento. Resistência à formação de trilhas de roda e solevamentos laterais foram também evidenciadas. As medidas de deslocamentos ao longo da geogrelha forneceram entendimento da distribuição de deformações durante o carregamento. Foi identificado o comprimento de geogrelha mobilizado durante os ensaios, mostrando que a aderência entre a geogrelha e as camadas asfálticas e a rigidez da geogrelha asseguraram o desempenho satisfatório das seções de pavimento. Os resultados também mostraram que o efeito do mecanismo de restrição lateral é um mecanismo que governa a melhora no desempenho da capa asfáltica com o uso da geogrelha através do desenvolvimento de resitência ao cisalhamento. Estas observações permitem concluir que a geogrelha na camada asfáltica atua como reforço e não apenas reduzindo a o potencial de trincamento, levando à um aumento no desempenho de estruturas de pavimentos flexíveis.
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Reaproveitamento da areia de fundição como material de base e sub-base de pavimentos flexíveis

Reaproveitamento da areia de fundição como material de base e sub-base de pavimentos flexíveis

A execução do ensaio de mini-CBR é importante já que possibilita o dimensionamento de pavimentos e a escolha de solos para reforço do subleito, sub-bases, bases e acostamentos, (Villibor et al. 2007). A varia- ção do valor do mini-CBR imediato, em função do te- or de areia de fundição adicionado ao solo Jardim Bo- tânico é apresentado na Figura 5; nela verifica-se que não houve um aumento significativo desse índice de suporte em função do aumento da porcentagem de a- reia. Por outro lado, o mini-CBR após 24 horas de i- mersão aumentou, mas sem apresentar uma tendência constante (ver Figura 5). Entretanto, constata-se que foram obtidos, para 60% de areia adicionada, valores de 52% para o mini-CBR imediato e 48% após 24h de imersão.
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Metodologias para dimensionamento do reforço de pavimentos rodoviários flexíveis

Metodologias para dimensionamento do reforço de pavimentos rodoviários flexíveis

Este procedimento também pode ser aplicado em conjunto com o manual MADIPAV (atual IP,SA), contudo, é necessário ter presente que este manual foi concebido para dimensionar pavimentos flexíveis novos e considera um período de dimensionamento de 20 anos. Nesta abordagem é necessário escolher, de entre as estruturas tipo consideradas no manual, a mais próxima da situação existente, assim como obter a classe da plataforma de fundação e a classe de tráfego ajustada para o período de dimensionamento considerado para o reforço (10/15 anos). Ao contrário do procedimento anterior, os valores resultantes desta análise são fixos, existindo apenas uma solução possível para a espessura requerida. O cálculo da espessura efetiva é realizado segundo o descrito na abordagem anterior.
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REFORÇO DE PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS COM GEOSSINTÉTICOS LUIZ GUSTAVO DE SOUZA E ANTUNES

REFORÇO DE PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS COM GEOSSINTÉTICOS LUIZ GUSTAVO DE SOUZA E ANTUNES

Fernandes jr. & Barbosa (2005) ressaltam, entretanto, que essa análise só é válida para o caso em que a irregularidade longitudinal dos pavimentos, medida pelo índice IRI (Internacional Roughness Index - índice estatístico que mede em metros por quilômetro a irregularidade do pavimento em relação ao perfil longitudinal do mesmo), possui valores baixos (da ordem de 1,5 m/km). Quanto maior esse índice, maior será a discrepância entre o valor da carga dinâmica máxima e a carga estática. Além disso, enfatizam que a elevada magnitude das cargas dinâmicas ressalta a importância da consideração dos efeitos dinâmicos dos veículos rodoviários no dimensionamento estrutural e no desempenho dos pavimentos.
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Modelagem numérica do uso do ground penetrating radar na investigação de defeitos em pavimentos flexíveis

Modelagem numérica do uso do ground penetrating radar na investigação de defeitos em pavimentos flexíveis

Em geral os defeitos em pavimento são iden ficados quando tornam-se visíveis a olho nu, sendo diagnos cados por meio de métodos destru vos e de modo amostral. O ground penetra ng radar (GPR) é um método de inves gação não destru va (IND), u - lizado no pavimento desde a década de 1970. Este trabalho tem como obje vo demons- trar a importância da modelagem numérica ao se trabalhar com GPR para a inves gação de defeitos em pavimentos e suas gêneses u lizando o método das diferenças finitas no domínio do tempo no simulador numérico gprMax. Foram modelados levantamentos em três cenários: ausência de defeitos aparentes; afundamento por consolidação em trilha de roda e presença de tapa-buraco. As respostas ob das por modelagem foram comparadas aos resultados dos levantamentos de campo. Como contribuição do ar go pode-se demonstrar a importância da modelagem como ferramenta na formação de profissionais; no planejamento dos serviços de campo, além de facilitar a interpretação dos dados.
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Base de solo-cimento para pavimentos flexíveis / Soil-cement base for flexible floors

Base de solo-cimento para pavimentos flexíveis / Soil-cement base for flexible floors

Segundo a Associação Brasileira de Cimento Portland (2009) os pavimentos com base ou sub-base de solo-cimento são empregados no Brasil desde 1939, quando foi construída a estrada Caxambu-Areias, empreendimento no qual a ABCP juntou-se ao Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER). Desde então, foram executados no país mais de 25.000 km com essa solução, um marco mundial.

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Comportamento Estrutural de Pavimentos Rodoviários Flexíveis Ana Paula Santos Francisco

Comportamento Estrutural de Pavimentos Rodoviários Flexíveis Ana Paula Santos Francisco

No presente capítulo foi apresentado os diferentes equipamentos de auscultação estrutural aos pavimentos rodoviários flexíveis e as etapas posteriores à observação que permitem analisar os dados obtidos. Cada equipamento é identificado pelo seu próprio procedimento de ensaio. A diferença no modo de funcionamento dos equipamentos está principalmente na velocidade de execução dos ensaios. A Viga Benkelman permite o registo das deflexões a uma velocidade da ordem dos 2 a 3 Km/h, o deflectómetro de impacto simula a passagem de um veículo de 60 a 80 Km/h, o deflectógrafo de Lacroix realiza a medição das deflexões quase em contínuo a uma velocidade de 3 a 8 Km/h e o curviâmetro realiza os ensaios a uma velocidade de 18 Km/h.
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Desenvolvimento de revestimento antigelo, fotocatalítico e autolimpante para pavimentos flexíveis com o uso de nano e micromateriais

Desenvolvimento de revestimento antigelo, fotocatalítico e autolimpante para pavimentos flexíveis com o uso de nano e micromateriais

O presente trabalho visa melhorar as características funcionais e, por consequência, o desempenho da estrutura do pavimento, uma vez que a camada superficial é aquela que se encontra exposta. Essa é formada por uma mistura betuminosa que tem a função de resistir à ação direta do tráfego e clima, assumindo todas as funções funcionais (Silva, 2005). Para se tentar melhorar as características dessa camada serão introduzidos novos nano e micromateriais, com o intuito da mesma adquirir novas e benéficas propriedades antigelo e autolimpante. Desta forma é essencial conhecer-se as características e propriedades dos pavimentos flexíveis para assim se poder estudar novas técnicas com o uso de nano e micromateriais que resistam às ações referidas anteriormente e encontrar soluções eficazes e inovadoras para que sejam conferidas propriedades às camadas superficiais que constituem os pavimentos.
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COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS COM O AUXÍLIO DE UM SIG-T

COMPARAÇÃO DE MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS COM O AUXÍLIO DE UM SIG-T

Para auxiliar nesse tipo de avaliação, foi desenvolvida uma escala visual por Oliveira et al. (2013). Tal escala apresenta 5 intervalos de classificação, com variações entre 0 (condição péssima) à 10 (condição excelente), onde cada intervalo contém duas fotografias que apresentam a condição do pavimento para aquele intervalo. Posteriormente, Pereira e Fontenele (2013) avaliaram a escala em escritório, concluindo que a escala é estável e que poderia ser aplicada em avaliações de pavimentos asfálticos no futuro.

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AVALIAÇÃO DAS DETERIORAÇÕES EM PAVIMENTOS FLEXÍVEIS SUBMETIDOS AO TRÁFEGO DO TRANSPORTE COLETIVO POR ÔNIBUS

AVALIAÇÃO DAS DETERIORAÇÕES EM PAVIMENTOS FLEXÍVEIS SUBMETIDOS AO TRÁFEGO DO TRANSPORTE COLETIVO POR ÔNIBUS

O conhecimento das principais deteriorações nas vias sujeitas ao tráfego do transporte coletivo por ônibus torna-se importante para que o tratamento e recuperação dos pavimentos viários sujeitos a tal tráfego possam ocorrer de maneira eficiente. Muitas vezes as vias não estão projetadas para receber esse tráfego, e dessa forma passam a apresentar uma acelerada deterioração ao longo do tempo, prejudicando a funcionalidade da via e exigindo manutenções mais frequentes.

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Sistema de Gestão de Pavimentos Aeroportuários para Cabo Verde

Sistema de Gestão de Pavimentos Aeroportuários para Cabo Verde

A Figura 2.1 ilustra como um pavimento geralmente se deteriora e os custos relativos aos tipos de intervenções que vão sendo executados ao longo da sua utilização. Os pavimentos apresentam em geral um bom desempenho ao longo da sua vida útil, no entanto, assim que atingirem o chamado “estado crítico” começam a deteriorar-se rapidamente. Vários estudos demostraram que a manutenção periódica de um pavimento é 4 a 5 vezes menos dispendiosa do que a reabilitação de um pavimento em mau estado e aumenta a vida útil do mesmo. Nos pontos onde a deterioração do pavimento aumenta significativamente, como consta na figura, corresponde ao momento ideal para intervir em termos de manutenção periódica ou de reabilitação. O número de anos que um pavimento permanece em “bom estado” antes de atingir o ponto de deterioração rápida depende de vários fatores como o tipo e qualidade da construção, do uso do pavimento, do clima e da manutenção (AC 150/5380-7B, 2014).
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Polímeros  vol.14 número4

Polímeros vol.14 número4

As membranas obtidas eram transparentes e flexíveis, fle- xibilidade essa que diminuía visivelmente à medida que o teor de HTPB e a razão NCO/OH aumentavam na formula- ção. As membranas sintetizadas a partir desse poliol também apresentaram uma tonalidade amarelada que se intensificava à medida que seu teor aumentava no material, principalmente para as amostras sintetizadas com razão NCO/OH = 1,5, nas quais o teor de segmentos flexíveis era mais alto. Essa caracte- rística é decorrente da presença de hidrogênios alílicos na cadeia do HTPB, suscetíveis a processos termooxidativos [11] .
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Repositório Institucional da UFPA: Desenvolvimento e avaliação de um sistema informatizado de instrução para a formação de conceitos

Repositório Institucional da UFPA: Desenvolvimento e avaliação de um sistema informatizado de instrução para a formação de conceitos

Essa definição não evidencia uma relação de contingência entre o reforço e a resposta Se não há a exigência do responder para que o reforço seja liberado esta não pode ser uma definiçã[r]

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SISTEMA DE FIBRAS FLEXÍVEIS DE PORCELANA

SISTEMA DE FIBRAS FLEXÍVEIS DE PORCELANA

TARGISNECTRIS 31 (Ivoclar) é um sistema de fibras flexíveis de porcelanas pré-impregnadas. Assim como o sistema Sculpture/Fibrekor, une-se a um polímero reforçado com cerâmica.[r]

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Prazos flexíveis às concessões de infraestrutura

Prazos flexíveis às concessões de infraestrutura

Neste trabalho, propõe-se um manejo mais eficiente do mecanismo da flexibilização de prazo como hipótese de renegociação. Trata-se de ferramenta que apresenta benefícios aos diferentes setores de infraestrutura, desde que bem elaboradas e estruturadas. É preciso, contudo, respeitar a importância dada pela Lei 8.987/95, como cláusula essencial do contrato de concessão, a fixação de prazo. O recente Programa de Parcerias de Investimentos surge para reforçar a tentativa de proporcionar segurança jurídica e previsibilidade ao ordenamento jurídico em casos de renegociação dos contratos de concessão. Os mecanismos de controle e transparência podem ser importados às demais hipóteses de prorrogação de prazo contratual que não apenas em razão de novos investimentos. Para isso, deve-se fomentar um espaço de maior diálogo entre os agentes públicos e privados, incluindo as entidades reguladoras. Sustenta-se que a possibilidade de previsão de prazos flexíveis aos contratos de infraestrutura pode contribuir para a mitigação dos riscos do negócio, tornando a execução dos contratos mais eficiente.
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Reforço Escolar abobrinhas  Vizente Besteirol Reforço Escolar

Reforço Escolar abobrinhas Vizente Besteirol Reforço Escolar

Geo tinha vários filhos e o Trigo não tinha nenhum.. Por quê?[r]

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Comparação do efeito agudo do alongamento passivo-estático em indivíduos pouco flexíveis e muito flexíveis

Comparação do efeito agudo do alongamento passivo-estático em indivíduos pouco flexíveis e muito flexíveis

A hipóoese 3 posoulou que o prooocolo de exercício de alongamenoo não provocaria aloerações significaoivas disoinoas na resposoa das variáveis rigidez passiva relao[r]

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eve asholanda Gerador de Malha Bidimensional para Analise de Tensoes e Deformacoes em Pavimentos Asfalticos

eve asholanda Gerador de Malha Bidimensional para Analise de Tensoes e Deformacoes em Pavimentos Asfalticos

Podemos observar claramente que a determinação das tensões e deformações é um fator essencial ao uso dos métodos mecanísticos-empíricos de projeto de pavimentos. Porém, a análise estrutural de pavimentos é um problema complexo devido à geometria, condições de contorno e materiais envolvidos. Os materiais utilizados em pavimentação, como solos e misturas asfálticas, apresentam muitas vezes comportamento não-linear e dependente do tempo. Assim, a determinação das tensões e deformações de maneira fechada (analítica) é difícil ou mesmo impossível na maioria dos casos, o que tem inibido a utilização prática em grande escala dos métodos mecanísticos de dimensionamento.
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Aplicação do modelo de Tavakoli para gerência de manutenção de pavimentos em cidade...

Aplicação do modelo de Tavakoli para gerência de manutenção de pavimentos em cidade...

Haas et al. (1994) ressaltam que a elaboração de um sistema gerencial exige uma análise profunda e um conhecimento completo do ambiente envolvido, isto é, da estrutura do órgão responsável pela tomada de decisão. Um sistema de gerenciamento deve começar, necessariamente, pela integração e racionalização das situações existentes. Segundo Fontenele (2001), trata-se de um processo que avança por etapas, mais precisamente, por módulos, obedecendo a uma lógica global. Não se deve adotar um modelo como referência para um sistema gerencial de pavimentos, mas desenvolver para cada contexto o seu próprio sistema. Devem-se levar em consideração experiências positivas de outros órgãos rodoviários, desconsiderando os aspectos negativos.
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