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Expectativas em relação aos efeitos do uso de álcool na região metropolitana de São Paulo: uma análise de gênero

Expectativas em relação aos efeitos do uso de álcool na região metropolitana de São Paulo: uma análise de gênero

Objetivos: investigar as expectativas em relação aos efeitos do uso de bebidas alcoólicas em uma amostra de homens e mulheres da Região Metropolitana de São Paulo e a associação destas com a ocorrência de beber com embriaguez. Método: Foi realizado um inquérito epidemiológico transversal domiciliar de base populacional, com amostra probabilística estratificada por conglomerados. Foram entrevistadas 2.083 pessoas e, destas, as 876 que fizeram uso de álcool no último ano foram examinadas quanto às expectativas associadas a este consumo. Utilizou-se o questionário do estudo GEN  C S (Gender, Alcohol and Culture: an International Study), que foi traduzido
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Deslocamentos pendulares na região metropolitana de São Paulo.

Deslocamentos pendulares na região metropolitana de São Paulo.

que, no Brasil, 7,4 milhões de pessoas trabalha- vam ou estudavam em municípios diferentes da- queles onde residiam. Esse tipo de deslocamento era rea- lizado, principalmente, por residentes nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, que registraram 29,2% (2,1 milhões) e 13,2% (980 mil), respectivamente, do total do país. A Região Metropolitana de São Paulo – RMSP concentrava 54,8% (1,1 milhão) dos que trabalhavam ou estudavam fora do município e residiam no Estado, e entre seus municí- pios, Osasco (116 mil), São Paulo (114 mil), Santo André (95 mil) e Guarulhos (94 mil) apresentaram os maiores con- tingentes, caracterizando, assim, esse deslocamento popu- lacional como um fenômeno urbano concentrado em gran- des cidades.
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Dimensão habitacional da região metropolitana de Fortaleza

Dimensão habitacional da região metropolitana de Fortaleza

Como em outras regiões metropolitanas, Fortaleza enfrenta um processo de intensa precariedade nas condições de moradia da maioria de sua população desde as últimas décadas do Século XX, manifestando-se em diferentes formas. Neste período, a Região Metropolitana de Fortaleza cresce de forma desordenada tendo-se como fatores fundamentais deste crescimento: o fluxo migratório campo – cidade; a redistribuição espacial da população através de programas habitacionais periféricos promovidos pelo Estado, inclusive induzindo à conurbação; as migrações intra-urbanas associadas ao empobreci- mento urbano, deslocando populações do aluguel para as ocupações; a comercialização de loteamentos clandestinos desconsiderando as normas urbanísticas; a produção de espaços de segregação social, horizontais ou verticais levando à apropriação dos investimentos públicos em infra-estrutura urbana e sistema de circulação e transportes.
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Desemprego de jovens na região metropolitana de Salvador

Desemprego de jovens na região metropolitana de Salvador

O desemprego entre jovens tem intrigado estudiosos em todo o mundo. No Brasil, o problema também chama a atenção, mesmo durante a expansão econômica. De um modo geral, esse não é um problema local e atinge todas as regiões do País. Neste estudo, a pesquisa avalia o desemprego juvenil total na Região Metropolitana de Salvador (RMS) no período de 2000 a 2011. Faz-se uma análise descritiva baseada em dados do DIEESE (2012). Mais especificamente, apresenta-se uma visão geral do desemprego por faixa etária e determina-se a relação entre o desemprego total juvenil e as demais faixas etárias de adultos. Os resultados da pesquisa mostram que a taxa de desemprego dos jovens na Região Metropolitana de Salvador foi sempre superior a de adultos, uma vez que a menor razão entre as elas ocorreu em 2005 e foi de 1,80 para a faixa de 25 a 39 anos e em 2000 para as demais, com 2,52 e 2,63, respectivamente, para a população de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. Além disso, mesmo sendo expressiva, foi entre os jovens que ocorreu a menor redução no desemprego (32,2%).
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Determinantes da criminalidade na região metropolitana de São Paulo

Determinantes da criminalidade na região metropolitana de São Paulo

Diversos autores no campo da economia contribuíram e vêm contribuindo para o melhor entendimento dos determinantes da criminalidade. Esta abordagem tem sua gênese no seminal artigo de Gary Becker (1968) e entende como uma decisão racional do indivíduo, condicionada a fatores econômicos e dissuasivos, a decisão de cometer ou não um crime. Este trabalho propõe-se a trazer mais uma contribuição ao tema. Após uma breve revisão da literatura de economia do crime, são realizados dois estudos empíricos. O primeiro, utilizando dados mensais para os crimes de homicídio, furto, furto de veículos, roubo e roubo de veículos, procura verificar, a partir da utilização de séries temporais, o impacto de variáveis econômicas e dissuasivas nos cinco tipos de crime. Os resultados sugerem que as variações do número de prisões e da população carcerária podem contribuir para a redução do crime. Já o segundo estudo parte de uma experiência comum em cidades da América Latina e que foi adotada por diversos municípios da Região Metropolitana de São Paulo: a restrição da venda de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes no período noturno em dias específicos, conhecida como “Lei Seca”. A partir de abril de 2001, dezesseis das dezenove cidades da Região Metropolitana de São Paulo adotaram leis desta natureza. Utilizando um modelo de diferenças em diferenças, e tendo como grupo de controle as cidades que não adotaram a lei e as cidades que a adotaram nos períodos anteriores; e como grupo de tratamento as cidades que adotaram a lei nos períodos a partir de sua vigência, os resultados sugerem que a redução do acesso ao álcool contribui para a redução dos homicídios. Os resultados dos dois estudos contribuem para o campo de estudo das políticas públicas de segurança.
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O autoemprego na região metropolitana de Porto Alegre

O autoemprego na região metropolitana de Porto Alegre

O objetivo desta dissertação é traçar um perfil do autoempregado da Região Metropolitana de Porto Alegre, estabelecendo relações entre os resultados obtidos e referências encontradas na literatura dedicada ao tema. O trabalho utiliza como base de conceituação teórica a definição de autoempregado publicada em 1993 pela International Labour Organization (ILO) e, para análise empírica, dados da pesquisa “Economia Informal Urbana 2003 – IBGE” (IBGE 2003). Observando-se características pessoais e razões para migrar para o autoemprego, conclui-se que os indivíduos da RMPA seguem as tendências nacionais e internacionais de ser, em sua maioria, homens, com 40 anos ou mais, e com baixo nível de instrução. O trabalho também chega à conclusão de que, para o grupo em estudo, o desejo de independência se destacou como principal motivo para optar pelo autoemprego, e, como segundo, não ter encontrado oportunidade no mercado formal de trabalho. É notório o fato de as mulheres – embora em minoria – apresentarem taxas de participação acima das taxas internacionais e nacionais, e também médias de ganhos superiores às médias dos homens. A maioria dos autoempregados da RMPA está concentrada no setor de Serviços, embora a atividade com o maior número de indivíduos seja o Comércio em Geral. O presente trabalho também apura a tendência do autoemprego no Brasil, que se apresenta decrescente há pelo menos dez anos, indicando que o país acompanha as tendências internacionais de correlação negativa entre autoemprego e crescimento econômico.
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Turismo e metropolização na região metropolitana de Fortaleza

Turismo e metropolização na região metropolitana de Fortaleza

O Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Fortaleza (PLANDIRF-1970-71) constituiu a gênese da abordagem da dimensão metropolitana de Fortaleza. Este plano forneceu os subsídios para delimitação da RMF e das ações necessárias à gestão metropolitana. Neste contexto, foi criado pelo Governo do Estado em consonância com as diretrizes da Lei Complementar 14/73, a Autarquia da Região Metropolitana de Fortaleza – AUMEF, uma entidade metropolitana responsável pelo planejamento de ações que favoreçam o desenvolvimento urbano em sintonia com a dinamização econômica da região. A atuação da autarquia foi limitada e as estratégias propostas não se concretizaram a contento. Destacam-se as obras viárias realizadas, tais como a construção do anel viário, interligando todas as vias de penetração de Fortaleza e o alargamento das BRs de acesso à Fortaleza (116 e 222).
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Concentração e desigualdade na Região Metropolitana de Curitiba

Concentração e desigualdade na Região Metropolitana de Curitiba

Nesse contexto, a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) foi uma das primeiras regiões metropolitanas formalmente constituída com as regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Belém e Fortaleza. Mais de quarenta anos após a sua formalização, em 2015 a Pesquisa Anual de Amostra de Domicílios (PNAD) apontou que a RMC apresentou um produto interno bruto (PIB) per capita a preços correntes de R$ 157 bilhões, enquanto o Paraná apresentava um PIB de R$ 376 bilhões. Logo, 42% do PIB gerado pelo estado do Paraná advém da RMC. Isso a coloca entre as dez regiões metropolitanas mais significativas do país em geração de riqueza. A concentração de riqueza contrasta com a concentração de população. Segundo uma estimativa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017 a RMC apresentava uma população de 3.868.848 de habitantes, enquanto o estado do Paraná, 11.320.892 habitantes, ou seja, 34% da população total do estado residia na RMC. Dado esse expressivo contingente populacional, a análise se torna importante para compreender as relações econômicas não só dos municípios da RMC, mas do Paraná como um todo. Diante desses dados, o objetivo deste texto é identificar e analisar a evolução do grau de concentração e polarização dos setores industrial e terciário da RMC e entender como se comportou a sua dinâmica intrarregional no decênio 2005 a 2015.
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Mobilidade pendular e mercado de trabalho na Região Metropolitana de Belo Horizonte: uma análise a partir dos dados dos censos demográficos

Mobilidade pendular e mercado de trabalho na Região Metropolitana de Belo Horizonte: uma análise a partir dos dados dos censos demográficos

Na expansão urbana das metrópoles, as condições para a dissociação entre o município de trabalho e o município de residência são criadas pelos processos seletivos de distribuição da população e das atividades econômicas no espaço. No caso da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a expansão urbana foi marcada pelas migrações intrametropolitanas, com sentido principal núcleo-periferia, e pela alocação de parte das atividades econômicas, em especial o setor industrial, nas áreas periféricas. Essa expansão urbana implicou a formação de vetores de expansão metropolitanos, os quais apresentam padrões de mobilidade pendular marcados pelas especificidades da articulação com o núcleo metropolitano. Neste trabalho, discute-se a formação dos fluxos pendulares metropolitanos no contexto do processo de metropolização de Belo Horizonte. Analisam-se as mudanças do mercado de trabalho metropolitano e a formação dos fluxos pendulares com base nos dados dos Censos Demográficos de 1970, 1980, 2000 e 2010. Os resultados encontrados mostram que a formação dos principais fluxos pendulares metropolitanos está associada à periferização da população e à expansão econômica das principais áreas industrializadas da periferia. Confirmando as evidências apontadas pela literatura, os resultados obtidos indicam que as migrações intrametropolitanas reforçam os fluxos pendulares.
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Os impactos do acirramento da competitividade na gestão dos hospitais privados na região metropolitana de Vitória

Os impactos do acirramento da competitividade na gestão dos hospitais privados na região metropolitana de Vitória

Os resultados apresentam-se significativos para a identificação dos impactos do acirramento da competição na gestão de hospitais privados da Região Metropolitana de [r]

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ESTUDOS AVALIATIVOS DO DESEMPENHO DO APLICATIVO APR ATRAVÉS DE CASOS REAIS DE CONSUMIDORES DA REGIÃO METROPOLITANA DE CUIABÁ

ESTUDOS AVALIATIVOS DO DESEMPENHO DO APLICATIVO APR ATRAVÉS DE CASOS REAIS DE CONSUMIDORES DA REGIÃO METROPOLITANA DE CUIABÁ

Estudos Avaliativos do Desempenho do Aplicativo APR Através de Casos Reais de Consumidores da Região Metropolitana de Cuiabá. 149[r]

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Governança democrática dos recursos hídricos na região metropolitana de São Paulo: propostas a partir da experiência da região metropolitana de Buenos Aires

Governança democrática dos recursos hídricos na região metropolitana de São Paulo: propostas a partir da experiência da região metropolitana de Buenos Aires

A Região Metropolitana de São Paulo está vivendo uma profunda crise de seus recursos hídricos, que expõe as fragilidades da atual governança, e nos convida a uma reflexão dos nós críticos que impedem um serviço mais eficiente. O presente trabalho aprofunda a governança, a gestão e a situação atual do saneamento, com base na experiência da Região Metropolitana de Buenos Aires, que vivenciou forte crise na cobertura de água e esgoto, além da contaminação das bacias. Em um processo de privatização que agravou a crise hídrica, a opção para a Grande Buenos Aires foi a reestatização e a busca por uma governança democrática, que envolve diversos entes federativos. O grande diferencial é a instituição de uma agência de planejamento, na qual o ente federal, provincial, Cidade de Buenos Aires e todos os municípios da região metropolitana, deliberam conjuntamente os projetos prioritários, vinculando a empresa prestadora do serviço. Ademais, a vivência da gestão da bacia Matanza Riachuelo apresenta governança colegiada pelos entes federativos e possui competência multidisciplinar, superando os entraves decorrentes dos arranjos governamentais e intergovernamentais para o enfrentamento da complexidade para gestão da bacia. Propõem-se, ao final, um plano de melhorias para a gestão dos recursos hídricos, com propostas de curto, médio e longo prazos. Como medida de curto prazo sugere-se a criação de uma Agência Metropolitana das Águas com o objetivo de planejar e implantar políticas públicas voltadas ao enfrentamento do problema hídrico, rompendo com o imobilismo dos entes federativos frente à crise hídrica, com órgão de deliberação colegiado, Municípios integrantes, Estado e sociedade civil na busca constante de soluções de interesse comum, cujas deliberações vinculariam a empresa fornecedora do serviço. Em médio prazo, recomenda-se discussão pública do modelo da empresa concessionária, além da revisão do planejamento e de ações de alocação de recursos feitos pela SABESP. Ao final, como medida de longo prazo, mister a elaboração de um Plano Diretor Metropolitano que cuide conjuntamente de medidas da captação, tratamento e cobertura de água e esgoto, e que promova a sustentabilidade socioambiental e integração dos municípios para melhor uso do espaço urbano. A adoção de uma governança democrática das águas na RMSP propiciará um cenário possível para as mudanças necessárias no âmbito da gestão dos recursos hídricos. A sociedade deve ser a grande responsável pelo destino da água, não devendo tão nobre missão ficar a cargo de quem tem interesse em transformá-la num bem de consumo privado.
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TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PREFEITURAS DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI DO ESTADO DO CEARÁ

TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS PREFEITURAS DOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI DO ESTADO DO CEARÁ

A divulgação de informações públicas sofreu alterações significativas com a Lei Complementar nº 101/200, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal, no que se refere à transparência pública e controle social. Em 2012, a legislação brasileira reforçou a transparência através da publicação da Lei nº 12.527/2011, Lei de Acesso à Informação (LAI), visto que propõe aproximar a sociedade do Estado, garantindo aos brasileiros o acesso aos dados governamentais. Tendo em vista a importância da transparência na administração pública, o presente trabalho tem como objetivo apresentar as informações divulgadas pelos municípios da Região Metropolitana do Cariri do Estado do Ceará no que se refere à transparência. Para o desenvolvimento do trabalho, a pesquisa bibliográfica envolveu os temas de controle social e transparência pública. Os dados da pesquisa foram obtidos com a consulta aos sites das prefeituras dos municípios analisados e, posteriormente, comparados com as exigências da Lei de Acesso à Informação. Após a análise dos dados, foi possível constatar que os municípios não atendem, de forma plena, as determinações da LAI.
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O ESTATUTO DA METRÓPOLE, A REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI E SEUS ÍNDICES DE COMÉRCIO EXTERIOR  Adriano Fábio Cordeiro Da Silva, Joao Luis Do Nascimento Mota

O ESTATUTO DA METRÓPOLE, A REGIÃO METROPOLITANA DO CARIRI E SEUS ÍNDICES DE COMÉRCIO EXTERIOR Adriano Fábio Cordeiro Da Silva, Joao Luis Do Nascimento Mota

O Estatuto da Metrópole entrou recentemente em vigor no Brasil através da Lei Federal 13.089 de 12 de janeiro de 2015. A criação de regiões metropolitanas permanece de competência dos Estados Federados, conforme preceitua a Constituição Federal de 1988. Este novo diploma legal, estimula a gestão compartilhada, defende a governança interfederativa, nomeia seus princípios normativos, conceitua termos técnicos importantes para o fomento das políticas públicas voltadas a atuação regional, tratando também sobre os instrumentos de desenvolvimento urbano integrado. No Brasil, a maioria da população se aglomera crescentemente nas regiões metropolitanas espalhadas nas diversas regiões geográficas do país. Os processos de conurbação são complexos e quase nunca precedidos de eficientes meios de gestão que mitiguem seus efeitos danosos. A região metropolitana do Cariri localiza-se no sul do Ceará e será alvo deste estudo bibliográfico e estatístico, que busca delinear o perfil socioeconômico dos municípios que a integram, comparando-o com as respectivas estatísticas oficiais sobre os índices de comércio exterior que lhe são próprios.
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Abastecimento público de água na Região Metropolitana de São Paulo: escassez, demanda...

Abastecimento público de água na Região Metropolitana de São Paulo: escassez, demanda...

A população e a demanda por água potável para abastecimento público na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) crescem continuamente, caracterizando uma situação limite na disponibilidade e uso desse bem. No período de 2000 a 2012, segundo dados do IBGE, a população na metrópole cresceu aproximadamente 11,87% e, nesse mesmo período, a demanda por água tratada (m³/s) para abastecimento apresentou um aumento de 11,76%. Esses dados evidenciam que a demanda por água é crescente, assim como a população. São necessárias novas alternativas de captação de água principalmente fora dos limites territoriais da RMSP, pois os mananciais da metrópole não possuem mais carga de água suficiente para abastecimento desse contingente populacional. Diante dessa tendência, é necessária uma integração na questão do desenvolvimento metropolitano principalmente no quesito de recursos hídricos para abastecimento público de água. Nesse sentido, o objetivo geral deste estudo foi investigar a dinâmica entre oferta e atendimento de demanda por água potável para abastecimento público na RMSP, associando às pressões sobre os ecossistemas que interferem na oferta do recurso água em quantidade e qualidade adequadas às necessidades da população. Os objetivos específicos buscaram rever os momentos críticos de escassez de água e a identificação de atores e ações tomadas para mitigação do problema, relacionar a atual condição ambiental e social dos principais mananciais abastecedores da RMSP e identificar uma possível correspondência entre a gestão dos recursos hídricos para abastecimento público de água e um modelo de gestão integrada. A metodologia utilizada baseou-se numa pesquisa de caráter exploratório na forma de estudo de caso e análise de conteúdo por meio da construção de categorias de análise, a partir de documentos e entrevistas aplicadas. Os dados e informações obtidos e discutidos em resultados e discussões demonstram que as decisões tomadas ao longo dos anos em relação à busca por água potável na RMSP ocorreram em momentos emergenciais de escassez do recurso. Porém, a tendência é sempre o aumento da demanda pela água por conta do contínuo crescimento populacional e da inclusão socioeconômica que vem ocorrendo na RMSP. Os mananciais metropolitanos estão demasiadamente poluídos, sendo necessária a captação de água em outras regiões, fora do limite da metrópole e gerando conflitos pelo uso da água. E as considerações finais evidenciam a importância de uma gestão integrada metropolitana para recursos hídricos envolvendo e integrando diferentes políticas setoriais ao gerenciamento dos recursos hídricos e aos planos de desenvolvimento urbano.
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Região Metropolitana de Belém: uma

Região Metropolitana de Belém: uma

O artesanato na Região Metropolitana de Belém apresenta algumas características que podem ser consideradas comuns a esse tipo de atividades e outras, nem tanto. A característica comum é o caráter familiar da atividade, observado nas relações de trabalho – não havendo, em alguns casos, relações de assalariamento explícitas –, na transmissão do conhecimento (ofício) e nas formas de organização da produção. As características específicas estão relacionadas à diferenciação do produto local. Constata-se uma diversificação muito grande na utilização de matéria-prima de origem natural, bem como na produção de peças que retratam a vida cotidiana e a cultura da população local.
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Black Carbon em Material Particulado nas Residências de Idosos na Região Metropolitana de São Paulo, Brasil.

Black Carbon em Material Particulado nas Residências de Idosos na Região Metropolitana de São Paulo, Brasil.

O MP tem ampla composição química que varia tanto em espécies quanto em quantidade, conforme a localização das fontes que originam estas partículas. As regiões urba- nizadas são as mais afetadas pela poluição do ar devido à variedade e grande número de fontes. Além disso, as condi- ções meteorológicas podem favorecer ou não a sua forma- ção, diluição, remoção e transporte. Na Região Metro- politana de São Paulo (RMSP) o inverno é seco, com ventos calmos, ocorrendo predominância de sistemas de alta pressão sobre o continente e inversões térmicas mais frequentes próximas à superfície o que favorece a maior concentração de poluentes na região. Durante o inverno, somado com menor quantidade de precipitação, as concen- trações de partículas inaláveis podem alcançar valores mais altos que o padrão nacional de qualidade do ar (150 mg/m 3 ,
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Violência: pobreza ou fraqueza institucional?.

Violência: pobreza ou fraqueza institucional?.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a violên- cia urbana é sobretudo metropolitana, ou seja, é nos municípios que formam a periferia da Região Metropolitana, assim como no seu nú- cleo, a capital do Estado, que as altas taxas de mortes violentas e homicídios se encontram. O interior desses Estados não apresenta essas mes- mas taxas. As duas maiores metrópoles brasilei- ras partilharam, nas últimas décadas, os efeitos acumulados de uma urbanização desordenada, fruto de ondas desenvolvimentistas intermiten- tes, aliadas a uma política urbana inexistente ou insuficiente, que destinou aos recém-chegados e seus descendentes moradias irregulares em locais sem infra-estrutura urbana. Por outro lado, as progressivas dificuldades de encontrar emprego, os baixos salários e as dificuldades de manter empreendimentos econômicos lucrativos, fariam destas Regiões Metropolitanas as mais propensas a confirmar a teoria das poucas oportunidades, só que nos crimes econômicos, nas contravenções e nos chamados crimes contra o patrimônio, mas não nas mortes e nos crimes violentos, ou seja, nos crimes contra a pessoa, crimes estes muito menos relacionados a dificuldades econômicas.
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Uma análise das economias de aglomeração e seus efeitos sobre os salários industriais brasileiros.

Uma análise das economias de aglomeração e seus efeitos sobre os salários industriais brasileiros.

A associação mais forte encontrada foi a dos salários em relação ao nível educacio- nal do trabalhador. De maneira geral, é mais comum encontrar níveis de instrução mais elevados em indústrias com maior conteúdo tecnológico, ao passo que setores mais intensivos em mão de obra não demandam o mesmo nível de instrução. Essas indústrias mais desenvolvidas tecnologicamente também tendem a se concentrar nos grandes pólos e nas proximidades da região metropolitana de São Paulo, assim como nas demais regiões metropolitanas, ao passo que os setores tradicionais são mais co- mumente encontrados no interior dos Estados, e mais afastados das áreas de influên- cia das regiões metropolitanas, o que evidencia essa dualidade ainda presente no país: grandes regiões metropolitanas constituem loci mais adequados às atividades que exi- gem maiores níveis educacionais, e possuem assim, em média, salários mais elevados, ao passo que as regiões mais interioranas e as cidades de menor porte acabam se espe- cializando em setores tradicionais, mais intensivos em mão de obra, com menor requi- sito educacional e, assim, com maior probabilidade de pagar salários menores. Desta maneira, apesar de ter ocorrido uma relativa desconcentração dos empregos indus- triais dos grandes pólos na última década, essa desconcentração não foi fator sufi- ciente para alterar de maneira substancial a estrutura salarial dos polos considerados nesta pesquisa.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO – FEAAC DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO – FEAAC DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

A promulgação da Lei Complementar 101/2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal - trouxe como um dos seus objetivos principais a busca pela eficiência e controle das ações dos poderes públicos, o que confere um melhor gerenciamento dos recursos públicos. Diante disso, foi feita uma análise qualitativa dos demonstrativos contábeis e financeiros dos 19 municípios da região metropolitana de Fortaleza, tendo como objetivo analisar a evolução das receitas públicas municipais do período de 2014 a 2016 da Região Metropolitana de Fortaleza por intermédio de indicadores financeiros. A base de dados dessa pesquisa, composta pelos valores dos diversos tipos de receitas correntes, foi formada a partir de informações disponibilizadas nos websites do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará e dos Municípios da Região Metropolitana de Fortaleza de 2014, 2015 e 2016. De modo geral, verifica-se que os municípios da RMF que apresentam maior influência econômica no estado são os que apresentam maiores níveis de autonomia financeira e capacidade de gerar receitas próprias e que a tendência positiva presente demonstra que há um crescimento satisfatório na base econômica desses municípios.
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