Região neotropical

Top PDF Região neotropical:

Padrões espaciais na distribuição de abelhas Euglossina (Hymenoptera, Apidae) da região Neotropical.

Padrões espaciais na distribuição de abelhas Euglossina (Hymenoptera, Apidae) da região Neotropical.

Uma análise enfocando exclusivamente os le- vantamentos em Floresta Atlântica seria importante para reconhecer grupos dentro desta sub-região. Por exemplo, Nemésio & Silveira (2007b) reconheceram parcialmente faunas características da porção costeira e interior da Floresta Atlântica (veja ainda Nemésio, 2004; Faria, 2005; Faria & Melo, 2007; Nemésio, 2009). Espécies características do interior (p. ex. Eu- glossa fimbriata e Eg.  melanotricha) também podem ser encontradas em biomas adjacentes como o Cer- rado (Nemésio & Faria, 2004; Faria, 2005; Alvarenga et al., 2007), que faz parte da sub-região Chaquenha (Morrone, 2004). Além disso, é provável que a in- fluência do gradiente de pluviosidade também este- ja associada à diferenciação das faunas costeiras e de interior. Já a existência de faunas características ao longo do litoral da Floresta Atlântica (ver Nemésio, 2009), pode estar relacionada ao gradiente latitudinal associado à grande extensão norte-sul desta formação florestal, que se estende ao longo de 27º pela região Neotropical (Oliveira-Filho & Fontes, 2000; Silva & Casteleti, 2003). Este padrão é semelhante ao que foi indicado para Meliponina (Gonçalves & Brandão, 2008).
Mostrar mais

13 Ler mais

Distribuição de Biomphalaria straminea ao Sul da Região Neotropical, Brasil.

Distribuição de Biomphalaria straminea ao Sul da Região Neotropical, Brasil.

No contexto geral, a distribuição de B. strami- nea, ao Sul da Região Neotropical, apresenta ocu- pação de pontos isolados em grandes amplitudes geográficas, abrangendo as bacias dos rios Paraguai, Uruguai, na do próprio Paraná e em áreas litorâne- as, e áreas de maior compactação de biótopos nas cabeceiras dos rios São Francisco, Jequitinhonha, Doce e Paraná, que podem atuar como núcleos de estocagem e provimento da dispersão. Em comum, estas últimas áreas situam-se nas redondezas do Escudo Brasileiro, o que justifica, juntamente com os notáveis níveis de adaptação ecológica e da ca- pacidade migratória, a ampla distribuição meridio- nal e setentrional alcançada pela espécie dos pla- norbídeos. Parece importante para a ubiqüidade de B. straminea a aptidão para a sobrevivência em meios hídricos lênticos ou lóticos que, no segundo caso, é um recurso extremamente favorável à dis- seminação. É possível que o encontro mais amiúde de caramujos em criadouros do segundo tipo seja um bom indicador do andamento da propagação desses caramujos.
Mostrar mais

9 Ler mais

Espécies novas de Calliini e Falsamblesthiini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

Espécies novas de Calliini e Falsamblesthiini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

RESUMO. Espécies novas de Calliini e Falsamblesthiini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical. As seguintes novas espécies são descritas em Callini: Drycothaea gaucha sp. nov. do Rio Grande do Sul, Brasil; Callia metallica sp. nov. de Sucumbios, Equador; em Falsamblesthiini: Nyctonympha boyacana sp. nov. da Colômbia; Bactriola achira sp. nov. e Bactriola antennata sp. nov. ambas de Santa Cruz, Bolívia.

4 Ler mais

Biologia reprodutiva de três espécies de serpentes da Família Viperiade da região neotropical

Biologia reprodutiva de três espécies de serpentes da Família Viperiade da região neotropical

estudo sobre a biologia reprodutiva de três espécies de serpentes da Família Viperidae da região neotropical ( Crotalus durissus , Bothrops leucurus e Bothrops erythromelas ) contrib[r]

97 Ler mais

Aplicabilidades e estudo comparativo da biogeografia histórica na região neotropical como ferramentas para conservação : os métodos "análise de parcimônia de endemismo" e "panbiogeografia"

Aplicabilidades e estudo comparativo da biogeografia histórica na região neotropical como ferramentas para conservação : os métodos "análise de parcimônia de endemismo" e "panbiogeografia"

Estudos em Biogeografia tem aumentado a cada ano, principalmente na Região Neotropical, que apresenta alto grau de biodiversidade. A biogeografia envolve estudos acerca dos padrões distribucionais dos seres vivos, e é muito utilizada na busca de áreas de endemismo. A Biogeografia pode ser dividida em biogeografia histórica e biogeografia ecológica, proposta primeiramente por De Candolle no início do século XIX (Papavero et al., 1997). Segundo Platnick & Nelson, 1978, esta ciência procura explicar “Por que os táxons estão distribuídos onde ocorrem atualmente?”. A Biogeografia Histórica estuda os padrões de distribuição em escala global e supõe que os fatores que produziram estas distribuições são de natureza histórica, e, portanto, tem atuado em intervalos de tempo longos.
Mostrar mais

122 Ler mais

ASPECTOS ECOLÓGICOS DA TERMITOFAUNA DE UM REMANESCENTE DE CAATINGA DA REGIÃO NEOTROPICAL, BRASIL

ASPECTOS ECOLÓGICOS DA TERMITOFAUNA DE UM REMANESCENTE DE CAATINGA DA REGIÃO NEOTROPICAL, BRASIL

O  gênero  Amitermes  (Termitidae,  Termitinae),  se  perfaz  como  segundo  maior  gênero  da   subfamília   Termitinae,   sendo   a   primeira   Microcerotermes,   tido   ainda   como   altamente   cosmopolitano.   Compreende   114   espécies   descritas   (Engel   &   Krishna,   2004),   destas   apenas   11   ocorrem   em   regiões   Neotropicais   (Bignell,   2011)   com   cinco   espécies   ocorrendo   no   Brasil,   com   ampla   distribuição   no   Nordeste,   logo   facilmente   avistada,   sendo   uma   delas   endêmica   da   Caatinga,   Amitermes   nordestinus   (Krishna   et   al.,   2013).   O   segundo   gênero   descrito   para   Termitidae,   Microcerotermes,   possui   148   espécies   catalogadas,   com   sete   presente   na   região   Neotropical  e  três  ocorrendo  no  Brasil.  Embora,  seja  o  gênero  com  maior  número  de  espécies   registradas   para   esta   pesquisa,   é   o   com   menor   ocorrência   no   país   (Krishna   et   al.,   2013).   Este   gênero   apresenta   números   expressivos   de   consumo   de   madeira/g   diário,   o   que   pontua   sua   importância  no  ciclo  deste  componente  em  regiões  da  Caatinga  (Barca,  2012).    
Mostrar mais

18 Ler mais

Distribuição geográfica e modelagem de nicho de espécies endêmicas de  na região neotropical

Distribuição geográfica e modelagem de nicho de espécies endêmicas de na região neotropical

A partir de conhecimentos prévios sobre os padrões de distribuição, áreas de endemismo e informações obtidas sobre as espécies do gênero, as premissa desse trabalho são: [r]

113 Ler mais

Novos táxons de Cerambycinae (Coleoptera, Cerambycidae) da Região Neotropical.

Novos táxons de Cerambycinae (Coleoptera, Cerambycidae) da Região Neotropical.

ABSTRACT. New taxa of Cerambycinae (Coleoptera, Cerambycidae) of the Neotropical Region. The following new taxa are described and illustrated - in Oemini, Methioidina: Kalore gen. nov., type species K. asanga sp. nov.; in Methiini: Tessaropa boliviana sp. nov.; in Smodicini: Marupiara gen. nov., type species M. castanea sp. nov.; in Ectenessini: Cotynessa gen. nov., type species C. abatinga sp. nov.; in Phlyctaenodini: Ancylodonta apipema sp. nov.; in Neocorini: Marauna gen. nov., type species M. punctatissima sp. nov.; in Oxycoleini: Oxycoleus flavipes sp. nov., all from Bolivia, Santa Cruz; Coscinedes oaxaca sp. nov. from México, Oaxaca; in Elaphidionini: Curtomerus piraiuba sp. nov. from Colombia, Boyacá.
Mostrar mais

6 Ler mais

Novos táxons de Hemilophini (Coleoptera, Cerambycidae) da Região Neotropical.

Novos táxons de Hemilophini (Coleoptera, Cerambycidae) da Região Neotropical.

antenômero VIII. Escapo, pedicelo e antenômero III com tegumento preto e ligeiro reflexo esverdeado-metálico. Lado interno dos antenômeros III a VIII com franja de pêlos densa. Protórax com tegumento preto e reflexo esverdeado, metálico, visível conforme a incidência da luz. Pronoto com áreas de escamas verde-metálicas: duas faixas ântero-laterais e uma mancha, maior, bifurcada anteriormente, de cada um dos lados da base. Prosterno revestido por pubescência esbranquiçada e com faixa de pubescência densa em continuação com a das genas. Élitros (Fig. 4) com tegumento alaranjado no quinto basal e numa mancha grande atrás do meio; região entre as manchas e o terço apical com tegumento esverdeado- metálico e algumas escamas verde-metálicas, mais abundantes ao lado da sutura. Extremidades elitrais emarginadas, com espinho curto nos ângulos sutural e marginal. Carena umeral presente até o quarto apical. Pernas e face ventral do corpo com tegumento verde- metálico, revestidas por pubescência esbranquiçada, moderadamente densa. Trocanteres com tegumento alaranjado. Pubescência branca, densa, na metade inferior dos mesepimeros, mesepisternos, estreita faixa no lado ventral dos metepisternos e nos lados dos urosternitos. Dimensões em mm, . Comprimento total, 11,1; comprimento do protórax, 2,0; maior largura do protórax, 2,1; comprimento do élitro, 8,1; largura umeral, 2,7.
Mostrar mais

11 Ler mais

Novas espécies de Prioninae e de Cerambycinae (Cerambycidae) da Região Neotropical.

Novas espécies de Prioninae e de Cerambycinae (Cerambycidae) da Região Neotropical.

Protórax verde-metálico, subquadrangular, os ângulos anteriores retos e os posteriores acuminados. Lados do protórax sem espículo. Superfície do pronoto com pontuação moderada e densa; partes laterais do protórax com o mesmo tipo de pontuação. Escutelo pontuado no centro, gradativamente liso para os lados. Processo prosternal em placa subovalada, sobreposto à região basal do processo mesosternal, superfície dessa área com pilosidade grossa e densa. Metasterno com área central aplanada; lados com pontuação muito ina. Meso- e metasterno com brilho verde-metálico. Metepisterno mais esverdeado para o lado do metasterno e avermelhado no restante da superfície.
Mostrar mais

6 Ler mais

Novas espécies de Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera) da região neotropical.

Novas espécies de Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera) da região neotropical.

New species of Cerambycinae (Cerambycidae, Coleoptera) of the Neotropical Region. Six new species are described and illustrated: Obrium peculiare sp. nov. (Obriini) from Trinidad and Tobago; Macroeme similis sp. nov. (Oemini), Jupoata divaricata sp. nov. (Cerambycini), Rhomboidederes inerme sp. nov. (Elaphidionini), Hexoplon annulatum sp. nov. (Hexo- plonini) and Minibidion perfectum sp. nov. (Ibidionini, Tropidina) all from Bolivia (Santa Cruz).

7 Ler mais

Novos Cerambycinae (Cerambycidae) da Região Neotropical.

Novos Cerambycinae (Cerambycidae) da Região Neotropical.

Distingue-se de B. piriana, conhecida da Co- lômbia, pelas manchas ebúrneas da base dos élitros onde a externa é mais curta que a interna; pelos lo- bos oculares superior[r]

7 Ler mais

As miíases na região neotropical (identificação, biologia, bibliografia).

As miíases na região neotropical (identificação, biologia, bibliografia).

As larvas de espécies de Calliphoridae que podem causar miíases não têm sido estudadas detalhadamente em todos os seus estágios ; em virtude disto, em casos de [r]

178 Ler mais

Contribuição para o conhecimento do gênero Chironomus Meigen, 1803 na região neotropical.

Contribuição para o conhecimento do gênero Chironomus Meigen, 1803 na região neotropical.

Segundo SPIES et al. (2002), as espécies mais similares a C. calligraphus são C. maturus Johannsen, 1908, C. anonymus Williston, 1896 e C. strenzkei Fittkau, 1968. As duas últimas espécies, assim como C. calligraphus, são neotropicais e com registros reconhecidos no sul da região Neártica (WÜLKER et al., 1989; SUBLETTE & MULLA, 2000). O adulto macho de C. calligraphus pode ser diferenciado pelas asas sem manchas escuras (presentes em C. strenzkei), pelo padrão de coloração do abdome (Figura 19), pela ponta anal com a base mais estreita (Figura 21) em vista dorsal (diferente de C. anonymus e C. maturus) e pela forma da volsela superior (Figura 22). A pupa de C. calligraphus (Figuras 23-26) é praticamente inseparável daquelas de C. maturus, C. anonymus e C. strenzkei. A larva de C. calligraphus possui: túbulos laterais longos no sétimo segmento abdominal; túbulos abdominais longos, com posteriores enrolados em espiral; margens das placas ventromentais lisas; região gular escura (Figura 27); coloração frontoclipeal, geralmente, escura; quarto dente lateral do mento reduzido (Figura 31).
Mostrar mais

155 Ler mais

Descrição de uma nova espécie de Chlorotabanus (Insecta, Diptera, Tabanidae) da Região Neotropical.

Descrição de uma nova espécie de Chlorotabanus (Insecta, Diptera, Tabanidae) da Região Neotropical.

Esternito oito coberto de pêlos, com uma forte reentrância na margem anterior; margens laterais arredondadas encontrando a gonapófises. Gonapófises coberta de pêlos, com uma leve reentrância na margem posterior; presença de uma projeção triangular na região mediana anterior, que se estende à porção posterior do esternito oito (vista dorsal). Tergitos nove, dez e cercos, cobertos de pêlos. Tergito nove com tamanho reduzido em relação ao décimo tergito; afilado nas margens externa anterior e interna posterior. Tergito dez com formato subretangular; margem externa arredondada na base, com região posterior levemente acuminada. Cercos com margens internas e externas arredondadas, ambas convergindo em direção ao ápice posterior, proporcionando um formato levemente acuminado. Hipoprocto quase totalmente encoberto pelos cercos em vista dorsal, apenas com sua região mediana visível; ápice e base arredondados. Forquilha genital com margem
Mostrar mais

6 Ler mais

Revisão taxonômica de Enna (Araneae,Lycosoidea, Trechaleidae) da região neotropical

Revisão taxonômica de Enna (Araneae,Lycosoidea, Trechaleidae) da região neotropical

Abbreviations: AF, anterior field of epigynum; CD, copulatory duct; D, duct; DD, dorsal division of median apophysis; ECD, ectal division of retrolateral tibial apophysi[r]

81 Ler mais

Novos táxons em Apomecynini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

Novos táxons em Apomecynini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

Fêmea. Tegumento alaranjado exceto o quarto apical dos élitros onde é preto. Cabeça revestida por pubescência esbranquiçada. Lobos oculares superiores tão distantes entre si quanto o quádruplo da largura de um lobo. Antenas unicolores, mais curtas que o corpo. Antenômero III com o dobro do comprimento do escapo. Pronoto revestido por pubescência branco-amarelada, exceto no disco onde é mais rala; essa região, densamente pontuada; nos lados do meio, com pequena mancha de pubescência branca, densa. Élitros com revestimento menos denso nos três quartos anteriores onde se observa pontuação densa sob a pilosidade; no terço anterior, duas pequenas manchas, dorsais, de pubescência branca, compacta; no início do quarto apical, faixa transversal de pubescência branca, com bordas irregulares estendendo- se da margem à sutura. Extremidades elitrais arredondadas. Fêmures e tíbias revestidos por pubescência esbranquiçada. Metatíbias não-engrossadas.
Mostrar mais

3 Ler mais

Revisão do gênero Kroeberia Lindner (Diptera, Ropalomeridae) da Região Neotropical.

Revisão do gênero Kroeberia Lindner (Diptera, Ropalomeridae) da Região Neotropical.

Tórax: escuto castanho-escuro, com as seguintes faixas de polinosidade prateada: 1 dorsocentral e 1 lateral mais larga, que se estende do lóbulo pós-pronotal até o calo pós-alar; cerdas de revestimento curtas e pretas; cerdas destacadas: 1 pós-pronotal; 2 notopleurais; 1 supra-alar pré-sutural; 1 pós- alar; 1 intra-alar; 1 intra-pós-alar; 1 dorsocentral pré-escutelar reduzida e fraca e 1 acrostical pré-escutelar pós-sutural. Escutelo castanho-escuro, com 1 cerda apical, 1 subapical marginal, 1 discal no terço distal e várias cerdas menores pretas na região discal. Propleura, anepisterno e anepimero castanhos e sem brilho; anepisterno com 1 cerda robusta cercada por cerdas mais fracas; catepisterno castanho com 1 cerda destacada; anepimero com numerosas cerdas fracas aleatoriamente distribuídas; 7 cerdas na borda superior do espiráculo metatorácico.
Mostrar mais

8 Ler mais

Contribuição para o conhecimento dos Desmiphorini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

Contribuição para o conhecimento dos Desmiphorini (Coleoptera, Cerambycidae, Lamiinae) da Região Neotropical.

Parátipos: BOLÍVIA, Santa Cruz: Buena Vista (4-6 km SSE, Hotel Flora & Fauna), 2 fêmeas, 17-19.X.2000, Wappes & Morris col (ACMT, MCNZ); 2 machos, 1-15.III. 2003, R. Clarke col. (ACMT, MZSP). Discussão. Desmiphora (D.) compta sp. nov. caracteriza- se pelo último urosternito dos machos com grande tu- bérculo central. Pelo centro do pronoto glabro ou esparsamente pubescente com os lados cobertos por pubescência densa, assemelha-se a D. (D.) elegantula White,1855 e difere pela ausência de crista no lado in- terno da pubescência amarelada do protórax, pela pre- sença em cada lado no meio do pronoto de mancha glabra, pela mancha umeral de pubescência alaranjada e pela ausência de pincéis de pêlos brancos na região apical dos élitros.
Mostrar mais

6 Ler mais

Revisão do gênero Willistoniella Mik, 1895 (Diptera, Ropalomeridae) da Região Neotropical.

Revisão do gênero Willistoniella Mik, 1895 (Diptera, Ropalomeridae) da Região Neotropical.

Cabeça: fronte castanho-escura; cerca de 9 cerdas pós- oculares; face amarelada com uma mancha castanha larga cobrindo toda a carena; artículos antenais castanho-escuros; flagelo com polinosidade dourada esparsa na face interna; clípeo, palpo, gena e pós-gena também castanho-escuros; gena e pós-gena com cerdas ruivas; 7 cerdas no esclerito parafacial. Tórax: escuto castanho-escuro, com as seguintes faixas de polinosidade: 1 acrostical prateada esparsa, estreita e incompleta, limitando-se à região pré-sutural; 1 dorsocentral dourada que se estende até o ápice do escutelo e 1 lateral dourada estendendo-se do lóbulo pós-pronotal até o calo pós- alar; cerdas destacadas: 2 pós-pronotais (a mais interna reduzida), 2 notopleurais (1 extranumerária reduzida no lado direito, ao lado da notopleural mais anterior), 1 supra-alar pré- sutural reduzida, 1 supra-alar pós-sutural, 1 pós-alar, 2 intra- alares (a anterior reduzida), 1 intra-pós-alar, 1 dorsocentral pré- escutelar pós-sutural reduzida e 1 acrostical pós-sutural pré- escutelar. Escutelo castanho-escuro com 1 cerda apical e 1 marginal. Subescutelo castanho com faixa de polinosidade dourada. Pleura castanho-escura; cerca de 6-8 cerdas na borda superior do espiráculo metatorácico.
Mostrar mais

18 Ler mais

Show all 10000 documents...