Regionalização de parâmetros

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Regionalização de parâmetros de modelo hidrológico para a região semiárida do Nordeste brasileiro

Regionalização de parâmetros de modelo hidrológico para a região semiárida do Nordeste brasileiro

Este trabalho busca aplicar um modelo hidrológico pré-estabelecido para se obter a regionalização dos seus parâmetros na área do semiárido nordestino brasileiro que envolve os Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, carente de informação de vazão. O modelo hidrológico adotado foi o MODHAC - Modelo Hidrológico Auto-Calibrável, recomendado para uso em áreas semiáridas, utilizado em estudos e projetos desenvolvidos para a região. Objetiva-se então determinar valores para parâmetros que possam ser utilizados para outras bacias, partindo-se da calibração dos resultados do modelo comparados com as vazões da seção de saída conhecidas, para posteriormente definir um mapa da área de aplicabilidade dos parâmetros obtidos no MODHAC e assim se poder gerar séries de vazões para seções do rio não monitoradas, com falhas ou períodos curtos de dados. Para isso, foram selecionadas 51 Estações Fluviométricas com um mínimo de 08 anos consecutivos de dados consistidos cujas séries históricas não apresentassem falhas que comprometessem o estudo. A avaliação dos resultados obtidos se deu através da comparação entre a vazão observada nas seções monitoradas pelos órgãos competentes, e as vazões calculadas pelo MODHAC. Foram determinadas as estatísticas de desvio padrão, vazões máximas, médias e mínimas para o período, e os coeficientes de correlação (r), de determinação (r²), e de Nash-Sutcliffe (R2), sendo consideradas modelagens aceitáveis aquelas cujos valores de R2 apresentaram-se acima de 0,36. A utilização dos valores de parâmetros para regiões diferentes daquelas para as quais o modelo foi calibrado teve sucesso em um percentual razoável das aplicações, demonstrando que é possível regionalizar os parâmetros do modelo hidrológico a partir da área incialmente modelada em função do período calibrado. Por fim, foi possível obter grupos de parâmetros para formar distintas regiões homogêneas no semiárido quanto aos parâmetros do modelo estudado.
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Influência da estrutura espacial dos geossistemas na regionalização dos parâmetros de qualidade da água   : um estudo de caso na Alta Bacia do Piracicaba-Jaguari, sudeste do Brasil  

Influência da estrutura espacial dos geossistemas na regionalização dos parâmetros de qualidade da água   : um estudo de caso na Alta Bacia do Piracicaba-Jaguari, sudeste do Brasil  

A composição físico-química e microbiológica das águas de um determinado curso d’água é condicionada pelas características geomorfológicas, geológicas, pedológicas, climáticas, vegetação natural e pelos padrões de uso e ocupação da terra da bacia hidrográfica correspondente. A qualidade da água pode ser analisada checando-se diferentes parâmetros. Todavia, em virtude do alto custo, análises periódicas de parâmetros de qualidade das águas (PQA) são realizadas apenas para uma pequena parcela dos corpos d’água brasileiros. Portanto, a busca por técnicas e métodos alternativos à análise in situ, que possibilitem a predição de valores de PQA é pertinente e atual. Esta tese de doutorado apresenta um procedimento metodológico para regionalização de parâmetros de qualidade da água de sub-bacias hidrográficas sem monitoramento in situ. O procedimento baseia-se no cálculo de valores de características biofisiográficas da paisagem de sub-bacias (4ª ordem), realizada por meio de técnicas de análise espacial e de dados de sensoriamento remoto, integrados a dados de qualidade da água obtidos a partir de métodos de regressão. A área de estudo selecionada é a alta bacia do rio Piracicaba- Jaguari (Bacia PJ), localizada no sul do Estado de Minas Gerais. A predição sugerida foi baseada no levantamento de 27 variáveis biofisiográficas (variáveis explicativas) para 44 sub-bacias e de 12 PQA (variáveis resposta), aferidos em 12 sub-bacias, em triplicata, nas quatro estações do ano, totalizando 144 análises para cada um dos PQA. Um total de 120 amostras foram reservadas para treinamento (83,33%) e 24 para validação (16,67%). Os algoritmos Support Vector Regression (SVR) e K Nearest Neighbors Regression (K-NNR) foram utilizados como modelos preditores para se estimar valores dos PQA, para 32 sub-bacias. O desempenho dos modelos SVR e k-NN
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Regionalização automatizada de parâmetros de modelos chuva-vazão integrada a um sistema de informações geográficas

Regionalização automatizada de parâmetros de modelos chuva-vazão integrada a um sistema de informações geográficas

Uma das maiores dificuldades para os estudos de pequenas bacias hidrográficas é a falta de séries históricas de dados hidrológicos, principalmente porque a fluviometria em pequenas bacias hidrográficas não é monitorada. Outra questão importante é que, os modelos chuva-vazão disponíveis quase sempre são desenvolvidos com foco em bacias de médio e grande porte. Estudos de regionalização se tornaram uma ferramenta importante para tentar superar essas limitações. A regionalização de parâmetros de modelos chuva-vazão, usando características específicas das bacias hidrográficas, é adequada para a maioria dos estudos hidrológicos. Uma ferramenta foi desenvolvida em um Sistema de Informação Geográfica, que determina automaticamente as características físicas das bacias hidrográficas a partir de um modelo digital de elevação, e, em seguida, gera os parâmetros do modelo chuva-vazão com redes neurais artificiais. Este trabalho usa dados de pequenas barragens na região semiárida do Nordeste do Brasil. A metodologia desenvolvida é aplicada e avaliada utilizando também o método da bacia meta para a estimativa dos parâmetros. Os resultados mostram que a ferramenta desenvolvida pode ser muito útil para o estudo da relação chuva-vazão em bacias hidrográficas de pequeno porte.
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Regionalização de vazões de referência Q7,10 e Q90

Regionalização de vazões de referência Q7,10 e Q90

Elesbon (2004), em trabalho de regionalização de vazões para a região norte do Espírito Santo, desenvolveu um MDEHC a partir de interpolação de curvas de nível retiradas das bases do IBGE na escala de 1:1.000.000 (espaçamento de curvas de nível de 100 em 100 m), em que se obteve os traçados dos divisores de água para cada estação fluviométrica. A delimitação da área de drenagem (A) de cada bacia possibilitou o início da determinação das outras características físicas importantes no processo de regionalização, tais como: comprimento do rio principal (L), densidade de drenagem (D d ) e declividade do curso de água principal (S L ).
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PROPOSTA DE REGIONALIZAÇÃO PARA RIO CLARO - SP

PROPOSTA DE REGIONALIZAÇÃO PARA RIO CLARO - SP

Os critérios abordados para a divisão regional são: quantidade de regiões (o menor número possível. O processo de divisão regional é dedutivo, dessa forma apreende-se a unidade regional); o modelo de regionalização, o qual possui três níveis, o da macrorregião, mesorregião e microrregião, e baseia-se na diversidade e complexidade dos processos e fenômenos. O número de regiões não está associado ao tamanho do território, mais sim a complexidade geográfica desses espaços e a delimitação (limites regionais), que neste contexto, as faixas de transição devem ser evitadas. Os limites regionais devem ser precisos (dificilmente a transição regional é abrupta, a passagem de uma região para outra é gradual, pois a região não é estática, e sim, dinâmica) (GUIMARÃES, 1941).
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A regionalização e financiamento da saúde: um estudo de caso.

A regionalização e financiamento da saúde: um estudo de caso.

O estudo é do tipo exploratório de corte transversal, com a utilização de abordagens quantitativa e qualitativa para coleta e análise de dados. O período do estudo foi de 2007 a 2012, devido às importantes mudanças políticas ocorridas nesse período. A área do estudo possui uma população de 8.796.032 habitantes, distribuídos em 184 municípios e um distrito estadual. Desde o ano de 2011, quando foi construído o último Plano Diretor de Regionalização (PDR), o estado de Pernambuco foi dividido em 12 regiões de saúde e quatro macrorregiões 11 .

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TECENDO A REGIONALIZAÇÃO: O ENCONTRO ENTRE O AFÁVEL E O RÚSTICO

TECENDO A REGIONALIZAÇÃO: O ENCONTRO ENTRE O AFÁVEL E O RÚSTICO

A coleção: “Tecendo a Regionalização” foi elaborada a partir das formas e cores das obras Naïfs, e foram materializadas através das inúmeras técnicas da tecelagem. Os looks foram distribuídos, entre cinco famílias, onde cada uma traduz a leitura de um quadro Naïf específico, sendo elas: Família Cajueiro do Rio branco, Família Festa do Santíssimo, Família Ruela da Favela, Família São João do Arraial e Família Mulata. As famílias trazem os nomes originais dos quadros, e comprova a metodologia de interseção que é a base do trabalho, ao provar que é possível unir o rústico e o afável em prol da moda e da arte.
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CONSTITUCIONALISMO & GLOBALIZAÇÃO: REGIONALIZAÇÃO, MERCOSUL E INTEGRAÇÃO

CONSTITUCIONALISMO & GLOBALIZAÇÃO: REGIONALIZAÇÃO, MERCOSUL E INTEGRAÇÃO

..."a g lo b a liza çã o tem se caracterizad o por duas tendências opostas: a regionalização e a globalização. De um lado - continua -, ocorre a formação de blocos e c o n ô m ico s re g io n a is, in te g ra n d o e co n o m ia s e e s ta b e le ce n d o re s triçõ e s à entrad a de pro du tos provenientes de áreas situadas fora do território abrangido pelos acordos que criam esses blocos. É a regionalização da economia m undial, fragm entando o intercâm bio com ercial em áreas de intercâm bio mais ou menos distintas umas em relação às outras quanto aos privilégios concedidos às empresas que estão situadas em seus territórios e ao tratamento diferenciado àquelas não localizadas neles.
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A regionalização, o desenvolvimento regional e a coesão nacional

A regionalização, o desenvolvimento regional e a coesão nacional

Daí que os serviços da Comissão Europeia, com base nos indicadores que identificam a intensidade dos problemas regionais, tenham enumerado os seguintes tipos de r[r]

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Cheias: análise de frequências e regionalização de quantis

Cheias: análise de frequências e regionalização de quantis

Quando se deseja avaliar os prejuízos causados pela descarga instantânea máxima anual, Beard (1962) mostrou que devem ser consideradas as amostras de pico máximo [r]

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LISTA 1 - organização do territorio e regionalização

LISTA 1 - organização do territorio e regionalização

No final da década de 1990, foi apresentada uma proposta de regionalização do Brasil, tendo como critério central o meio técnico-científico informacional representando “um Brasil que soca outro que apanha. Um Brasil que saca outro que chuta. Perde, ganha. Sobe, desce”. Sobre essa forma de regionalização, compreende-se que:

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Regionalização da saúde no Brasil: uma perspectiva de análise.

Regionalização da saúde no Brasil: uma perspectiva de análise.

Enfim, o que importa não é a extensão do espaço regional, mas não perder de vista sua função no planejamento territorial e seu sentido histórico. Uma forma de discutir isso seria por meio do uso e apropriação do território por inúmeros agentes so- ciais (Monken; Barcelos, 2007; Monken et al., 2008). Como esses problemas envolvem atores políticos definidos, que são notadamente agentes públicos e estatais, são problemas de ordem de “geopolíti- ca interna” e não se restringem ao Brasil (Costa, 2008, p. 322). O problema da descentralização e da regionalização, segundo o autor, é um tema, como poucos, nitidamente interdisciplinar. E sua essência é a distribuição do poder político no “âmbito das formações territoriais-nacionais” (Costa, 2008, p. 323). Porém essa distribuição assume configura- ções distintas conforme o país que se observa. Nos Estados Unidos da América, os estudos sobre o fe- deralismo se centram na possibilidade da perda de autonomia dos poderes locais, enquanto na França o nó da questão está na quebra do centralismo do Estado em detrimento dos departamentos e comu- nas (Costa, 2008, p. 322-323). No Brasil, o problema é a dialética da relação entre as três esferas. Não se questiona a necessidade de descentralização e de desconcentração do poder da União para as unidades federadas, o que se procura é equilibrar as forças entre as esferas, sem que o que foi conquistado pela esfera municipal seja perdido em nome de uma ra- cionalidade econômica e política de mercado, o custo ótimo dos serviços, como querem os economistas e os governos estaduais.
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O desafio da integração na regionalização: o caso do Canadá

O desafio da integração na regionalização: o caso do Canadá

Na década de 1990, a regionalização foi introdu- zida no Canadá através da delegação adminis- trativa, a fim de realizar uma série de objetivos de reforma, entre os quais o mais importante era a melhoria dos serviços entre os diversos setores da saúde. Embora a regionalização tenha deixado de cumprir plenamente a promessa da integração, ainda serve como base para alcançar uma integra- ção sistêmica. Para tanto, as autoridades sanitá- rias regionais e provincianas devem assumir a res- ponsabilidade efetiva pela atenção primária. Uma vez que os médicos de atenção primária prestam a maioria dos cuidados primários no Canadá, o financiamento deles deve ser devolvido pelas secre- tarias de saúde das províncias para as autoridades regionais (ou provincianas) para que assumam a responsabilidade pela coordenação dos serviços de saúde para suas populações de pacientes em toda a rede de cuidados, além de realizar contratos com prestadores, com os incentivos e penalidades que se façam necessários.
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Regionalização da política nacional de ciência e tecnologia

Regionalização da política nacional de ciência e tecnologia

Dentro deste quadro, a política nacional de ciência e tecnologia, como fundamental instrumento da modernização econômica e social do País, terá como principais pontos: (i) a constituição[r]

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Região, regionalização e regionalidade: questões contemporâneas

Região, regionalização e regionalidade: questões contemporâneas

Pensar em região, assim, é pensar, antes de tudo, nos processos de regionalização – seja focalizando-os como simples procedimento metodológico ou instrumento de análise proposto pelo pesquisador, seja a partir de dinâmicas espaço-temporais efetivamente vividas e produzidas pelos grupos sociais – ou, em outras palavras, fundadas numa “regionalidade” vista para além de mera propriedade teórica de definição do regional. Ao incorporar como dimensão primeira o espaço, isto não significa, nunca é demais enfatizar, que se trate de um espaço separado ou separável dos sujeitos que o constroem: a regionalização deve estar sempre articulada numa análise centrada na ação dos sujeitos que produzem o espaço e na interação que eles estabelecem, seja com a “primeira” (cada vez mais rara, como já reconhecia o próprio Marx), seja com a “segunda” natureza. Ou seja, o espaço sempre visto em seu sentido relacional, totalmente impregnado nas dinâmicas de produção da sociedade.
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O papel da regionalização na integração das energias renováveis

O papel da regionalização na integração das energias renováveis

Outro exemplo de regionalização em mercados de energia vem da Europa. Desde a década de 1990, o Mercado Interno de Energia da União Europeia (IEM) vem sendo reformado visando sua harmonização e liberalização. Essas medidas são parte da composição da própria União Europeia, onde há um livre trânsito de mercadorias e pessoas, inclusive no setor energé- tico 4 . Hoje em dia, a interconexão entre os países já é

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A regionalização no contexto atual das políticas de saúde.

A regionalização no contexto atual das políticas de saúde.

Um dos pontos mais importantes da NOAS SUS 01/01 diz respeito ao processo de elabo- ração do Plano Diretor de Regionalização, coordenado pelo gestor estadual, com a par- ticipação do conjunto de municípios. Esse Pla- no, a ser aprovado pelo Conselho Estadual de Saúde, deve conter minimamente: (a) a divi- são do território estadual em regiões/micror- regiões de saúde, definidas segundo critérios sanitários, epidemiológicos, geográficos, so- ciais, de oferta de serviços e de acessibilidade; (b) o diagnóstico dos principais problemas de saúde e das prioridades de intervenção; (c) a constituição de módulos assistenciais resolu- tivos, formados por um ou mais municípios, que dêem conta do primeiro nível da média complexidade, visando garantir o suporte às ações de Atenção Básica; (d) os fluxos de re- ferência para todos os níveis de complexida- de e os mecanismos de relacionamento inter- municipal; (e) o Plano Diretor de Investimen- tos, que procura suprir as lacunas assistenciais identificadas, de acordo com as prioridades de intervenção.
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Regionalização da agricultura do Estado do Paraná, Brasil.

Regionalização da agricultura do Estado do Paraná, Brasil.

A aplicação de políticas públicas na agricultura como a pesquisa e a extensão rural, assim como as iniciativas dos agentes da iniciativa privada e das organizações não governamentais devem estar calcadas nas características de cada região e dos municípios que a integram. Conforme foi destacado por CAMPANHOLA & GRAZIANO DA SILVA (2000), qualquer iniciativa de planejamento local deve se iniciar pela regionalização socioeconômica e ambiental dos recursos disponíveis e pelo zoneamento territorial de modo que se tenha uma ocupação organizada tanto local como regional, respeitando os princípios do desenvolvimento sustentável. Na mesma direção, SCHNEIDER & WAQUIL (2001) apontam que um diagnóstico analítico e descritivo das regiões, das características dos municípios e das populações revela- se uma etapa fundamental para apontar conhecimentos que possam ser úteis ao planejamento e avaliação de ações que visem minimizar ou erradicar as situações de pobreza rural e as desigualdades regionais que ocorrem tanto em áreas de predomínio das pequenas propriedades quanto daquelas de maior tamanho.
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Equidade e regionalização da saúde na contracorrente

Equidade e regionalização da saúde na contracorrente

As a result of the limits imposed by economic policy, financing of the SUS has always been limited, starting with the Organic Health Law (LOS, 1990), followed by the decision by the Ita[r]

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Regionalização e federalismo sanitário no Brasil

Regionalização e federalismo sanitário no Brasil

Em linhas gerais, a associação de uma maior participação da esfera estadual (por meio de recursos próprios e/ou de incentivos federais na forma de transferências vinculadas) a uma relativa centralização da gestão financeira das ações e serviços de saúde de abrangência regional (reduzindo a participação proporcional dos repasses baseados na produção dos prestadores) possibilitaria um maior equilíbrio entre efici- ência alocativa, economia de escala e potencial redistributivo no financiamento da regionalização – sem que, para isso, fosse preciso “desfinanciar” os municípios com capacidade instalada prévia. A possibilidade de estabelecer valores per capita para média e alta complexidade a serem disponibilizados às regiões de saúde (assim como o PAB é para os municípios) tornar-se-ia mais viável num contexto como esse. Con- juntamente, o aumento da participação da esfera federal – que, por ora, depende da regulamentação da EC 29 – serviria como mecanismo indutor da regionalização, não mais desequilibrando a partilha de recursos em favor dos municípios “sede” e “polo”. Outro aspecto que, embora não vinculado diretamente à estrutura federativa, precisa ser considerado na composição do financiamento para a regionalização é a relação entre as estruturas componentes do SUS e os demais integrantes com influ- ência no funcionamento das ações e serviços de saúde nas diferentes regiões. Com efeito, no financiamento da assistência, a regionalização lida especificamente com os
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