Relações Interpessoais

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A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL FAVORECENDO AS RELAÇÕES  INTERPESSOAIS. UM ESTUDO DE CASO

A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL FAVORECENDO AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS. UM ESTUDO DE CASO

3 RELAÇÕES INTERPESSOAIS As relações interpessoais entende- se que é o conhecimento das relações internas, entre si próprio, seu eu interior. É um processo que acontece através de um contato entre as pessoas, e para que aconteça uma interação entre elas é necessário que haja uma boa comunicação. Por isso é preciso que no relacionamento interpessoal as pessoas conheçam a se mesma, e que seja flexível buscando tratar as pessoas como gostaria que fossem tratados, para poder entender e aceitar o outro. “Ser empático, então, não significa resolver o problema do outro, mas ouvir, compartilhar, dar o ombro amigo, sugerir...” (CRIVELARO E TAKAMORI 2006, p. 34).
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Aspectos das relações interpessoais em Freud: questionamentos morais

Aspectos das relações interpessoais em Freud: questionamentos morais

Como segunda observação, lembramos que são encontrados nos textos freudianos três termos que se referem à moral e à ética: Moral, Sittlichkeit e Ethik. Longe de sistematizar uma diferença conceitual entre tais conceitos, entendemos que Freud os utiliza sem especificidade demarcada, como se fossem sinônimos, posicionamento de leitura que é corroborado pelas próprias traduções em português (Companhia das Letras), francês (diversas edições) e espanhol (Amorrortu), onde encontramos grandes divergências de tradução. No entanto, entendemos que tal indiferenciação é própria de uma crítica produzida por Freud quanto ao que ele denomina visão de mundo religiosa. Mediante tal cosmovisão, Freud defende que as relações interpessoais da vida adulta formar-se-iam por meio do prolongamento de uma situação infantil de dependência em relação a uma figura protetora – como na situação de desamparo –, ligada ao pai, a um líder ou deus. Nesse sentido, não haveria distinção estrita e completa entre as noções de moral individual e moral social, ou ainda, entre moral e ética, uma vez que ambos os conceitos dariam conta da mesma situação em diferentes níveis, a saber: grosso modo, eles dizem respeito ao conjunto de normas, ditames, valores, mandamentos e leis que visam regular as relações entre os indivíduos que se encontram em sociedade, conteúdos que se organizam segundo o funcionamento do Super-eu (individual ou social) e que leva à culpa e dependência em relação à figura de autoridade fantasiosa. Assim, se os adultos encaram as leis e situações sociais sob o mesmo registro infantil e familiar, não haveria necessidade de distinção entre uma ética e uma moral.
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As relações interpessoais nas ações de cuidar em ambiente tecnológico hospitalar.

As relações interpessoais nas ações de cuidar em ambiente tecnológico hospitalar.

A última categoria convergente analisada, a dinamicidade do cuidado permeando a conduta a ser tomada em ambiente tecnológico hospitalar expõe que são exigências, a perspicácia, eficiência profissional, conhecimentos, habilidades técnicas, mas principalmente o olhar atento de cuidador. A dinâmica do cuidar neste ambiente está fortemente baseada nas necessidades de cuidados complexos da criança que requer precisão técnica, está na compreensão da hostilidade do ambiente por suas próprias características, no impacto nas relações interpessoais nas ações de cuidar e na vontade de melhorar. Os profissionais percebem que para que, as relações sejam humanas neste local, é imprescindível aliar a capacitação e aperfeiçoamento técnico-científico à conscientização e aoaprimoramento da perspectiva humana e espiritual ao cuidar.
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RELAÇÕES INTERPESSOAIS ENTRE SERVIDORES CONCURSADOS E TERCEIRIZADOS NA UFMG

RELAÇÕES INTERPESSOAIS ENTRE SERVIDORES CONCURSADOS E TERCEIRIZADOS NA UFMG

Bowditch e Buono (1992) afirmam que, à medida que os estudos da administração e das organizações evoluíram, o foco da atenção foi gradualmente deslocado de uma ênfase nos fatores físicos e estruturais para as relações e interações humanas. Essa evolução resultou numa tendência para análises integradas do comportamento e da estrutura nos níveis individual, em grupo organizacional e Inter organizacional. Daí a centralidade do tema comportamento organizacional e, consequentemente, do estudo das relações interpessoais nas organizações. Os autores dedicam reflexões importantes às relações intergrupais, destacando a questão da interdependência e os conflitos entre grupos. Entre tais reflexões encontra-se uma afirmação importante para o presente estudo, que trata das relações entre servidores e terceirizados da Faculdade de Odontologia: “sempre que houver interação entre dois grupos, forma-se uma interface, a qual cria um novo contexto dentro do qual os grupos precisam ser compreendidos” (BOWDITCH e BUONO, 1992, p. 109).
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Teoria das relações interpessoais de Peplau: análise fundamentada em Barnaum.

Teoria das relações interpessoais de Peplau: análise fundamentada em Barnaum.

A crítica externa, por sua vez, reflete a forma como a teoria se relaciona com o mundo e com a enfermagem. Diferente da crítica interna, a crítica externa é altamente dependente das preferências e da percepção do leitor sobre o mundo. Os cri- térios usados para avaliar a crítica externa são: convergência com a realidade, utilidade, signifi- cância, discriminação (capacidade de diferenciar a enfermagem), alcance e complexidade da teoria. Para a operacionalização do estudo da Teoria das Relações Interpessoais, no presente traba- lho, focalizamos, dentre os elementos estruturais apresentados por Barnum, o processo na referi- da teoria. Submetemos o elemento processo à crítica externa, utilizando-nos para este fim do critério da utilidade.
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L’abri laboratório de relações interpessoais: história e perspectivas

L’abri laboratório de relações interpessoais: história e perspectivas

A palavra vínculo tem origem no la- tim e signiica algo que junta, une, ou liga as pessoas (Campos, 2003). Os estudos de Bowlby (2001) demonstram que o vinculo a partir dos cuidados maternos primários tem inluência direta na formação de vín- culos futuros, e, consequentemente, para a saúde mental dos indivíduos. É a partir dessa compreensão também que Moreno (Fonseca Filho, 1980) estrutura sua teoria de matriz de identidade em que estabelece estágios de desenvolvimento das relações interpessoais em niveis crescentes de com- plexidade, demonstrando que a constitu- ição dos indivíduos dependem da realiza- ção espontâneo-criativa em suas esferas relacionais (Moreno, 1992). Nesse sentido, Moreno (1997) estabelece que “o homem adoece e se cura na relação” (Bustos, 1982, p. 202).
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Sociabilidades familiares e liberdade: relações interpessoais no pós-abolição.

Sociabilidades familiares e liberdade: relações interpessoais no pós-abolição.

Justamente por estarem transcritos em in- quéritos policiais, é difícil inferir algum tipo de generalização sobre esses dois casos. Partindo ape- nas desse material, é complicado, por exemplo, conhecer a assiduidade com que ex-escravos advindos de outras regiões conseguiram estabele- cer laços familiares e sólidas relações interpessoais com fazendeiros em São Carlos. O exame desses inquéritos, porém, possibilitou a análise de alguns dos conteúdos sociais presentes nessas relações, bem como da forma como as experiências criadas a partir da migração para esse contexto foram fun- damentais dentro dos conflitos que caracterizaram o período pós-emancipação. Primeiramente, per- cebeu-se que, tratando especificamente do caso de são Carlos, região onde as fazendas cafeeiras tive- ram de importar quase todos os seus escravos a partir da metade do século XIX, foi possível a al- guns ex-escravos o estabelecimento de vínculos com pessoas de certa posse que perduraram após a abo- lição. Os cativos que foram transacionados para essa localidade não tiveram a concorrência de escravos já fixados há um longo tempo nas fazendas para onde foram enviados. Os vínculos que consegui- ram constituir, por sua vez, possibilitaram auxílios que variavam desde a disponibilidade de habitação até o cuidado dos próprios filhos. Essa última prá- tica, aliás, pareceu ser uma estratégia familiar bem consolidada, cujo objetivo principal seria o de per- mitir melhores perspectivas de vida para eles. 22 Ela,
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RELAÇÕES INTERPESSOAIS DURANTE PRÁTICAS CURRICULARES RELATADAS EM FÓRUM ONLINE

RELAÇÕES INTERPESSOAIS DURANTE PRÁTICAS CURRICULARES RELATADAS EM FÓRUM ONLINE

Durante as quatro semanas de realização das práticas curriculares, os 83 estudantes, nos dois semestres letivos do ano de 2012 produziram quatro registros cada um no fórum do Moodle. A proposta foi a de descreverem como transcorreram as atividades nestes campos de prática clínica. O tema final ‘relações interpessoais na prática curricular’ foi selecionado para ser descrito no presente estudo, constituído por três subtemas denominados ‘acolhida do professor’, ‘companheirismo’ e ‘receptividade pela equipe de saúde e pacientes’, os quais serão apresentados a seguir.
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Processo de trabalho em enfermagem: gerenciamento das relações interpessoais.

Processo de trabalho em enfermagem: gerenciamento das relações interpessoais.

As enfermeiras, ao tentarem estabelecer uma relação coerente com as situações cotidianas de sua prática, ao mesmo tempo em que buscam também uma coerência com as normas institucionais, vêem-se, muitas vezes, reduzidas ao seu micro ambiente, enfrentando, de forma isolada e solitária, a problemática do dia a dia. Assim, a enfermeira imerge na sua prática individual, na problemática do seu local de trabalho, estabelecendo estratégias de atuação muitas vezes inadequadas, criando caminhos para gerenciamentos personalistas, posturas autocráticas ou permissivas em excesso, que geram dificuldades de relacionamento no grupo. Para que as relações interpessoais e grupais estabelecidas no processo de trabalho da enfermagem assumam o caráter profissional, diminuindo os traumas e as inadequações, também é necessário que todos os envolvidos reconheçam a complexidade e o caráter processual, sistêmico e evolutivo dessas relações.
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Convivência (des)ligada: Relações Interpessoais na Era Digital

Convivência (des)ligada: Relações Interpessoais na Era Digital

Considerei 1 abordar esta temática após um estágio curricular realizado no Lar de Santa Isabel em Leiria, entre os anos 2013 e 2014, realizado através da minha licenciatura em Serviço Social. Aqui convivi com crianças e jovens do sexo feminino em contexto de Lar de Infância e Juventude. Essa convivência ao longo do meu estágio permitiu-me o pensamento e posterior reflexão em relação a algumas situações e comportamentos destas crianças e jovens e que presenciei no lar relativamente ao facto de darem demasiada importância ao uso de tecnologias em detrimento das relações interpessoais que mantinham entre elas e que fui observando atentamente. Fizeram emergir em mim questões que foram ganhando forma e desforma e que me motivaram para a investigação que se seguiu. Vi despertar em mim a vontade de estudar o tema das relações interpessoais dos jovens na Era Digital apesar de, apenas ter sido explorado na problemática do meu relatório de estágio de licenciatura de uma forma que considerei bastante limitada e reduzida, tendo em conta o espaço reservado para a investigação num relatório dessa natureza. Mas agucei o apetite e ficou a vontade de, posterior e oportunamente, desenvolver e aprofundar esta minha inquietação.
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Relações interpessoais e sua influência na satisfação dos acadêmicos

Relações interpessoais e sua influência na satisfação dos acadêmicos

As relações interpessoais na universidade incidem no desempenho e satisfação dos acadêmicos, ocorrendo por conta da necessidade de ajustamento na dinâmica universitária. O objetivo do trabalho foi analisar as relações estabelecidas entre os estudantes do curso de Secretariado Executivo e sua influência na satisfação com o ensino superior. Foram analisados 116 alunos matriculados no curso de Secretariado Executivo, verificando os aspectos sociodemográficos, a rede de relacionamentos estabelecida e seus níveis de satisfação social com o curso e com a instituição. Verificou-se que a satisfação dos acadêmicos é com aspectos sociais, seguida da satisfação com o curso, este último estando relacionado à empregabilidade.
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Música, comportamento social e relações interpessoais.

Música, comportamento social e relações interpessoais.

RESUMO. O objetivo desta investigação foi verificar o papel da música na atração interpessoal, escolha de parceiros e relacionamentos afetivos. Cinqüenta adultos não-músicos escolheram possíveis parceiros através de classificados pessoais, descreveram as características de ouvintes de 7 gêneros musicais diferentes e responderam a questões referentes ao uso da música em seus relacionamentos afetivos. Embora a música não tenha tido um efeito direto sobre a atração interpessoal e a escolha de parceiros, ela aparentou ter alguns efeitos indiretos nas relações interpessoais. Alguns estereótipos de personalidade associados aos gêneros musicais foram encontrados, sugerindo que o gosto musical pode influenciar na escolha de parceiros. Além disso, emergiram quatro categorias relacionadas ao uso da música no contexto das relações interpessoais: objetivos de excitação, fundo acústico, facilitadora de atividades que promovem a aproximação e artefato mnemônico. Os dados desta investigação reforçam a idéia de que a música exerce um papel importante nas relações interpessoais.
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Relações interpessoais no ensino de ciências

Relações interpessoais no ensino de ciências

Por outro lado, constata-se, a partir dos dados levantados na pesquisa e relativos ao questionamento se as relações interpessoais ajudam (ou não) no seu aprendizado na disciplina de Química, os alunos responderam que um professor entusiasmado, motivador e, acima de tudo, amigo faz com que estes passem a ver a disciplina de Química de outro modo. Esta observação assinala que, mesmo não sendo uma disciplina das mais preferidas por alguns, a convivência originada em sala de aula faz os estudantes sentirem-se mais integrados entre si, como também com o educador. Daí se estabelece um diálogo entre colegas e com o professor, favorecendo a fixação de um clima propício, capaz de tornar o aprendizado mais fácil a partir da comunicação entre todos.
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Os ‘nossos’ e os ‘outros’: a química nas relações interpessoais

Os ‘nossos’ e os ‘outros’: a química nas relações interpessoais

Se tivéssemos de escolher uma molécula para ilustrar o tema desta comunicação – a química nas relações interpessoais – tendo por base o número de publicações científicas dedicadas ou a extensão do conhecimento acerca das suas funções, a escolha teria de recair sobre a oxitocina. Embora, como explicado abaixo, deva ser acompanhada pela vasopressina. A oxitocina é uma pequena proteína, com apenas nove aminoácidos, produzida numa zona cerebral que se chama hipotálamo. Esta proteína actua tanto em órgãos específicos (como já referido, na indução do trabalho de parto) como em regiões cerebrais cuja fun- ção está associada a emoções e comportamentos sociais (Insel, T.R., Young, L.J., 2001). Em animais, a oxitocina contribui para as uniões sociais (incluindo uniões macho-fêmea e uniões mãe-filho) e também actua diminuindo desconfiança e hostilidade dos animais à proximidade de estranhos. Na espécie humana parece ter um papel semelhante: um estudo de 2005 concluiu que a inalação de oxitocina provoca um aumento da confiança nos ‘outros’ (Kosfeld, Heinrichs, Zak, Fischbacher, & Fehr, 2005).
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Teoria das relações interpessoais em enfermagem de peplau: análise e evolução.

Teoria das relações interpessoais em enfermagem de peplau: análise e evolução.

Comparando a relação entre os quatro conceitos apresentados, verifica-se que todos se adequam à visão do final da década de 40 e do início da década de 50, quando o livro de Peplau foi publicado, ou seja, não havia ainda uma ampla influência ambiental sobre o indivíduo, pois se focalizava mais as tarefas psicológicas individuais do ser necessitado de ajuda, cuja ajuda era encontrada num hospital. Observa-se, então, que os quatro conceitos da Teoria das Relações Interpessoais de Peplau baseiam-se nas teorias desenvolvimentais, dos conceitos de adaptação à vida e das reações aos conflitos das relações interpessoais.
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Relações interpessoais, equipe de trabalho e seus reflexos na atenção básica.

Relações interpessoais, equipe de trabalho e seus reflexos na atenção básica.

A formação e afirmação de vínculos profissionais têm por finalidade o desenvolvimento de relações interpessoais em equipes de trabalho, compreendendo a sua realidade para promover o crescimento de cada um dos profissionais individualmente e do grupo de trabalho como um todo, facilitando a resolu- ção dos conflitos. O presente trabalho teve por objetivo resgatar as relações de trabalho em uma equipe multiprofissional para a formação de vínculos profissionais saudáveis. Foi realizada uma pesquisa convergente-assistencial, adotando-se uma abordagem construtivista de caráter qualitativo. O estudo foi feito em uma USF localizada na periferia da cidade de Pelotas – RS. Os sujeitos desse estudo foram nove profissionais, entre eles: dois médicos, três enfermeiros, três auxiliares de enfermagem e uma assistente social, que contaram ainda com dois acadêmicos da graduação em Enfermagem da UFPel. Portanto, foi possível vivenciar a experiência da Teoria dos Vínculos Profissionais, que proporcionou ao grupo momentos de reflexão a respeito da dinâmica das relações na equipe multiprofissional, per- mitindo com se alcançasse o objetivo desejado.
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A influencia dos métodos de ensino sobre as relações interpessoais dos alunos

A influencia dos métodos de ensino sobre as relações interpessoais dos alunos

número de escolhas recebidas por cada sujeito nas duas metades construídas pelo critério par-ímpar. Nas sociomatrizes - quadros para tabulação dos dados sociométricos -[r]

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Relações interpessoais e mudanças

Relações interpessoais e mudanças

øèô ïæ÷ø åçãè üèð þóðïî ò åüèð vå÷ ðïþ÷æüè æè üóøèþþóþ üå îó÷ò ïþå. üå èûþå ó üå þóåî ÷åçãè üè òþåûåîhè pþöò ÷øè.[r]

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