Rendimento escolar

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A INFLUÊNCIA DA QUANTIDADE DE ALUNOS EM SALA NO RENDIMENTO ESCOLAR

A INFLUÊNCIA DA QUANTIDADE DE ALUNOS EM SALA NO RENDIMENTO ESCOLAR

A Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB 9394/96) e a Constituição Federal de 1988 asseguram os direitos dos alunos do Ensino Médio em ter uma estrutura educacional adequada. Para entender se a quantidade de alunos em sala influencia no rendimento escolar no ensino de Física 2 de uma escola particular do interior do Ceará, foi feito um questionário com o intuito de buscar essa resposta. Foram apresentados pensamentos de autores renomados e da equipe docente da instituição pesquisada, assim como foi investigada a influência dos aspectos educacionais e estruturais do ensino. Foram, ainda, apresentadas as propostas pedagógicas mais relevantes da escola e do governo, além de um relato analítico do questionário aplicado, bem como sua análise e sua avaliação. Através desses elementos citados, construiu-se uma ideia voltada ao estudo da influência que o número de alunos pode ter no rendimento escolar, no ensino de física e consequentemente no desenvolvimento adequado do aluno.
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Análise do sistema de avaliação do rendimento escolar de Marília

Análise do sistema de avaliação do rendimento escolar de Marília

Esta pesquisa buscou analisar as implicações do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar de Marília (SAREM) na gestão de duas escolas municipais de Ensino Fundamental do município. Para tanto se definiu três eixos: currículo, gestão e projeto político-pedagógico. Para a pesquisa foi realizado levantamento bibliográfico sobre os contextos de influência, de produção de textos legais, da prática e dos efeitos que conduziram à política de avaliação externa da educação nas últimas décadas. Esta pesquisa se orienta pela perspectiva qualitativa, ao realizar levantamento bibliográfico, análise dos documentos, entrevista e questionários. Este conjunto de material revela que as concepções acerca do SAREM são contraditórias. A avaliação é percebida pelos entrevistados como norteadora da gestão nas escolas, influindo na elaboração do projeto político- pedagógico e no trabalho do professor ao imprimir diretrizes. Mas revelam que os resultados das avaliações externas representam o avanço da qualidade da educação desenvolvida no município. Porém, pode concluir que a gestão do sistema utiliza os resultados desta avaliação externa para controlar o processo educativo ao determinar o currículo, direcionar o trabalho do professor na tentativa de alcançar equidade em seu sistema de ensino e atingir bons resultados.
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EXPERIÊNCIAS DO PIBID QUE AUXILIAM NA MELHORIA DO RENDIMENTO ESCOLAR

EXPERIÊNCIAS DO PIBID QUE AUXILIAM NA MELHORIA DO RENDIMENTO ESCOLAR

Resumo: O programa institucional de bolsa de iniciação a docência (PIBID), criado em 2009 pelo Ministério da Educação, busca inserir o estudante de licenciatura em seu futuro ambiente de trabalho durante seu processo de formação, dividido em subprojetos por cursos de graduação. Este trabalho tem como objetivo relatar experiências vivenciadas em atividades desenvolvidas no PIBID em um subprojeto de matemática ao longo de 7 anos. Durante este período de execução foram desenvolvidas atividades envolvendo acadêmicos, professores e alunos de três escolas estaduais do município de Cassilândia-MS. Para avaliar os efeitos das ações nos envolvidos no PIBID foi usada a metodologia da observação participante por meio de informações e experiências anotadas e discutidas nos encontros entre coordenadores, acadêmicos e supervisores do PIBID. Estas atividades colaboraram com a formação docente dos acadêmicos, pois aproximaram a universidade da escola, criando um ambiente favorável ao ensino e melhoria de rendimento escolar dos alunos das escolas participantes.
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Relação entre o envolvimento parental e o rendimento escolar dos alunos

Relação entre o envolvimento parental e o rendimento escolar dos alunos

Sendo a fraca qualidade do ensino, de acordo com os autores Lobo e Nhezê, (2008), Passos, (2009) Albasini, (2011), Guibundana (2013); Nhanisse (2014), Beira, Vargas e Gonçalo (2015), o factor responsável pelo rendimento escolar deficiente nas escolas moçambicanas, traduzida pelas deficientes condições das infraestruturas, ou mesmo, pelo mobiliário das escolas, pelos professores mal qualificados, pelo elevado rácio professor-aluno, resultam, conforme afirma Macatane (2013), a fraca qualidade do ensino, originando um clima de repúdio pelo sistema educativo, por parte da população que prefere colocar os seus filhos ocupados com actividades rentáveis para a família, em vez da escola. De facto, estes factores são explicativos da realidade encontrada pelo estudo.
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Controle postural de escolares com baixo rendimento escolar.

Controle postural de escolares com baixo rendimento escolar.

O grupo experimental foi constituído por alunos com baixo rendimento escolar do gênero masculino ou feminino, entre sete e 12 anos de idade, provenientes do ambulató- rio de linguagem do departamento de distúrbios da comu- nicação humana e de escolas públicas e privadas do ensino fundamental I; e o grupo controle foi composto por alunos voluntários da comunidade, oriundos de escolas públicas e privadas do ensino fundamental I, com bom rendimento es- colar e sem histórico de afecções vestibulares ou queixas otoneurológicas, pareados por idade e gênero.

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Análise dos impactos das condições do transporte escolar rural no rendimento escolar dos alunos

Análise dos impactos das condições do transporte escolar rural no rendimento escolar dos alunos

O objetivo deste trabalho consiste em analisar os impactos das condições do transporte escolar rural (TER) no rendimento escolar dos alunos através de 2 critérios de avaliação, quais sejam: (i) variáveis do TER; e (ii) médias escolares dos alunos. As variáveis são levantadas a partir da revisão bibliográfica, que enfatiza, principalmente, os longos tempos de viagem, as distâncias percorridas, aspectos físicos do transporte e as condições das vias. Considerando tais informações, instrumentos de avaliação são desenvolvidos – 2 formulários e 2 questionários – e aplicados a alunos, professores e condutores de transporte com o ensejo de levantar os dados que caracterizem o deslocamento dos alunos até a escola, bem como o comportamento deles em sala de aula após viagem no transporte escolar. O questionário referente aos alunos aborda os seguintes aspectos: (i) avaliação das condições de deslocamento, tanto no trajeto até o ponto de embarque, quanto no deslocamento até a escola e (ii) identificação de possíveis indisposições devido ao deslocamento até a escola. Já o questionário referente aos educadores aborda assuntos como: (i) freqüência escolar; (ii) pontualidade; (iii) assiduidade; indisposições geradas pela viagem no TE; (iv) tempo de viagem; e (v) disponibilidade para estudarem em casa. Por conseguinte, os formulários fazem o levantamento das informações referentes à caracterização do veículo escolar e da rota realizada por ele. Para aplicação dos instrumentos de avaliação e análise dos impactos, propõe-se uma metodologia, cuja aplicação se deu através de um estudo de caso realizado no município de Anápolis (GO), composta por 4 etapas de procedimentos: (i) definição da área de estudo; (ii) definição da amostra; (iii) coleta de dados; e (iv) análise dos dados coletados. A análise de dados é dividida em 3 etapas: (i) caracterização do TER da área de estudo; (ii) análise das informações de deslocamento dos alunos de casa até a escola; e (iii) avaliação do rendimento escolar em função das características de deslocamento dos alunos. Por fim, realiza-se uma regressão múltipla entre os critérios mencionados anteriormente para saber se o rendimento escolar dos alunos sofre influência de suas características de deslocamento. O resultado mostra não haver associação significativa entre esses elementos.
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Utilizando comitês de classificadores para predição de rendimento escolar

Utilizando comitês de classificadores para predição de rendimento escolar

A mineração de dados educacionais (MDE) é um domínio de aplicação na área de Inteligência artificial que tem sido bastante explorado na atualidade. Os avanços tecnológicos e em especial, a crescente utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem têm permitido a geração de consideráveis quantidades de dados a serem investigados. Dentre as atividades a serem tratadas nesse contexto está a predição de rendimento escolar de estudantes, a qual pode ser realizada através do emprego de técnicas de aprendizado de máquina. Tais técnicas podem ser utilizadas para classificação dos estudantes em rótulos previamente definidos. Uma das estratégias para aplicação dessas técnicas consiste em combiná-las no projeto de sistemas multiclassificadores, cuja eficiência pode ser comprovada por resultados já alcançados em outros trabalhos realizados em diversas áreas, tais como: medicina, comércio e biometria. Os dados utilizados nos experimentos foram obtidos por meio das interações entre estudantes em um dos mais utilizados ambientes virtuais de aprendizagem denominado moodle. Diante desse breve panorama, o presente trabalho apresenta resultados de diversos experimentos que incluem o emprego de sistemas multiclassifcadores específicos, denominados comitês de classificadores, desse modo visando alcançar melhores resultados na predição de rendimento escolar, ou seja, na busca por maiores percentuais de acurácia na classificação dos estudantes; apresentando uma significativa exploração de dados educacionais e análises relevantes advindas desses experimentos.
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Obesidade na adolescência : aspectos psicológicos e rendimento escolar

Obesidade na adolescência : aspectos psicológicos e rendimento escolar

Verificou-se que 5.2% dos adolescentes eram obesos e 11.4% possuíam excesso de peso, sendo ambas as prevalências superiores no sexo masculino. Não foi possível comprovar a existência de diferenças estatísticas significativas entre os três grupos de IMC (adolescentes obesos, com excesso de peso e sem peso excessivo) no que se refere aos índices de autoconceito, ansiedade e depressão. Contudo, no que se refere ao rendimento escolar, constatou-se uma correlação positiva entre o IMC e o número de reprovações e uma correlação negativa entre o IMC e a média escolar. Comprovou-se ainda que os adolescentes obesos e com excesso de peso eram aqueles que possuíam menor média escolar.
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Desnutrição e baixo rendimento escolar: contribuições críticas.

Desnutrição e baixo rendimento escolar: contribuições críticas.

ção e baixo rendimento escolar, a partir da análise de certas afirmações acerca das causas e conseqüências da desnutrição para o desenvolvimento infantil e a escolarização das crianças de classes populares. Analisa as suposições de que o baixo rendimento escolar de grande parcela dos alunos no Brasil teria como uma das suas explicações principais a desnutrição atual ou pregressa, o que supostamente levaria a deficiências cognitivas e lingüísticas, prejudicando a aprendizagem. O artigo discute ainda as metodologias de investigação e as análises que resultaram nessas conclusões. Finalmente, traz resultados de pesquisa que mostram a necessidade de revisão desses pressupostos, os quais conti- nuam a orientar políticas e práticas educacionais e de saúde, o que inviabiliza a solução dos problemas escolares.
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ESCOLA ESTADUAL ANDRÉ VIDAL DE ARAÚJO: DESEQUILÍBRIO ENTRE RENDIMENTO ESCOLAR INTERNO E DESEMPENHO NAS AVALIAÇÕES DO SADEAM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

ESCOLA ESTADUAL ANDRÉ VIDAL DE ARAÚJO: DESEQUILÍBRIO ENTRE RENDIMENTO ESCOLAR INTERNO E DESEMPENHO NAS AVALIAÇÕES DO SADEAM – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A presente dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão estudado discute a questão do desequilíbrio entre rendimento escolar interno e desempenho nas avaliações do SADEAM na Escola Estadual André Vidal de Araújo. Os objetivos definidos para este estudo foram analisar as ações desenvolvidas na escola que ocasionaram um fenômeno divergente entre os indicadores: houve aumento na taxa de aprovação interna e diminuição no desempenho dos alunos na avaliação externa do SADEAM, nos anos de 2008, 2010 e 2012, e verificar o perfil da equipe gestora e professores no que diz respeito às práticas pedagógicas relacionadas à avaliação interna e externa do SADEAM. Para tanto, utilizamos como metodologia a análise documental de registros nos diários de classe, planos de curso, planos de intervenção pedagógica, atas de reuniões pedagógicas e de planejamento, instrumentos de controle da Hora de Trabalho Pedagógico (HTP) e entrevistas semiestruturadas realizadas com o gestor, coordenador pedagógico e professores. A revisão bibliográfica teve como base as ideias de Lück (2009), Silva (2013), Soares (2002) e Libâneo (2004). Diante do estudo, conclui-se que a gestão escolar necessita desenvolver suas ações orientada por um planejamento estratégico que ofereça formação para que a equipe dos professores possa desenvolver uma compreensão do processo de apropriação dos resultados das avaliações externas e a utilização dessas informações numa perspectiva pedagógica. Ou seja, serem capazes de apropriarem-se dos resultados e relacioná-los ao fazer pedagógico que desenvolvem. Frente a isso, o Plano de Ação Educacional apresentado traz três ações de formação que podem possibilitar que os resultados nas avaliações externas e internas sejam igualmente indicadores que provoquem melhorias na qualidade do ensino da escola pesquisada.
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Avaliação pelo P300 de crianças com e sem epilepsia e rendimento escolar.

Avaliação pelo P300 de crianças com e sem epilepsia e rendimento escolar.

Quando foi realizada a estratificação dos grupos pelo desempenho escolar, em bom e mau rendimento, o grupo das crianças que não apresentava epilepsia e com bom rendimento diferiu significativamente do grupo das crianças com mau rendimento com e sem epilepsia. O grupo das crianças epilépticas com bom rendimento escolar não mostrou uma tendência significativamente definida. Isso demonstra que a epilepsia não modifica a latência do P300, principalmente quando se trata de epilepsia benigna da infância, como é o caso da maioria dos pacientes desta pesquisa. As crianças com bom rendimento escolar apresentaram resultados com diferenças não significativas, mas presentes, quanto ao fato de serem epilépticas ou não, o que sugere que a medicação anticonvulsivante, usada pelas crianças epilépticas, possa ter sido responsável por este resultado. A epilepsia benigna da infância, com foco rolândico, predominou nas crianças avaliadas, o que era esperado para a idade estudada. Como não houve número significativo para os demais tipos de epilepsia, não foi possível relacionar se mudanças no P300 ou no aprendizado poderiam ser influenciadas pela presença de epilepsia ou síndromes epilépticas de difícil controle. Não foi possível selecionar para este estudo inicial crianças epilépticas com déficit cognitivo severo, pois elas não apresentariam condições de colaborar na realização do exame de forma semelhante aos casos controles. A presença de epilepsia por si só não deve ser encarada, portanto, como sinônimo de comprometimento cognitivo.
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RELAÇÕES SOCIAIS ENTRE ALUNOS COM BAIXO RENDIMENTO ESCOLAR E SEUS PARES: UM

RELAÇÕES SOCIAIS ENTRE ALUNOS COM BAIXO RENDIMENTO ESCOLAR E SEUS PARES: UM

O objetivo do presente trabalho foi o de investigar as relações sociais entre os alunos na escola, mais especificamente quando essas relações envolvem alunos com baixo rendimento escolar. Os alunos com baixo rendimento escolar escolhidos para esta pesquisa são aqueles que foram reprovados na segunda série (terceiro ano) e que estão inseridos em uma nova sala de aula, com colegas que não haviam estudado com ele. Tais alunos já vêem marcados pelo estigma de não aprender e são vistos dessa forma por seus colegas, professoras e demais membros da escola. A grande dúvida inicial foi saber se o baixo rendimento escolar desses alunos influencia em suas relações sociais com seus demais colegas. Dessa primeira pergunta mais abrangente decorreram outras que procuram entender se os alunos se relacionam de maneiras diversas, dependendo do espaço escolar. Para permitir essa análise, foram privilegiadas atividades de estudos, afetividade e lazer, sendo que essas interações ocorrem em todos os ambientes escolares, desde a entrada na escola, a permanência durante a aula e o intervalo, até a saída na escola, buscando abranger uma ampla gama de interações, ou seja, a aprendizagem acadêmica em seus diversos componentes curriculares, as atividades livres de entrada, saída e recreio e ainda as atividades de lazer (brincadeiras) e esportes.
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Rendimento escolar de alunos da área rural em escola urbana.

Rendimento escolar de alunos da área rural em escola urbana.

Objetivo: analisar e comparar as notas dos boletins de alunos residentes na área rural e na área urbana, estando ambos estudando nas mesmas escolas urbanas. Métodos: analisaram-se as notas do primeiro semestre de 2005 de 641 alunos do Ensino Fundamental das escolas públicas urbanas de Terenos, Mato Grosso do Sul (MS), sendo 81,1% residentes na área urbana e 18,9% na rural. Os alunos foram comparados segundo a sua performance nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Educação Física, Geografia, História e Educação Artística, considerando-se o local de residência (urbana e rural), turno de estudo (diurno ou noturno), tipo de escola (municipal ou estadual) e gênero. Resultados: não foram encontradas diferenças significativas nas performances dos alunos da primeira a quarta séries, em nenhuma disciplina. Da quinta a oitava séries encontraram- se performances ligeiramente melhores nos alunos que residem na área urbana, medido por meio do Teste t-Student. Contudo, ao se analisar conjuntamente todas as variáveis citadas acima, nenhuma delas foi preponderante na explicação da performance do aluno nas diversas disciplinas analisadas pela Regressão Linear Múltipla. Conclusão: no estudo realizado não foram encontradas diferenças significativas no rendimento escolar entre alunos da escola urbana e da rural, estando ambos estudando nas mesmas escolas urbanas.
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Teste de caminhada e rendimento escolar em crianças respiradoras bucais.

Teste de caminhada e rendimento escolar em crianças respiradoras bucais.

Não foi observada alteração do rendimento escolar entre RN e RB. Acredita-se que isto se deve ao fato de ter sido analisada apenas a média do boletim escolar (dado informado pela escola), não se conhecendo o critério para a recuperação de nota. Outros trabalhos que avaliaram a aprendizagem em indivíduos RB utilizaram testes específi- cos. Da mesma forma como em nosso estudo, os resultados também não foram estatisticamente significantes 23 .

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Auto-conceito e auto-eficácia: semelhanças, diferenças, inter-relação e influência no rendimento escolar

Auto-conceito e auto-eficácia: semelhanças, diferenças, inter-relação e influência no rendimento escolar

Não obstante estas diferenças, verificámos que os dois construtos estão positivamente associados entre si, e que concorrem para a explicação do rendimento escolar, explicação essa onde a[r]

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Estilos parentais e o rendimento escolar

Estilos parentais e o rendimento escolar

A H8, teve como propósito observar se os EP’s exercem algum efeito sobre os resultados escolares em alunos de 2º e 3º ciclo na versão dos filhos. Fizemos o mesmo tratamento de resultados que foi descrito na versão dos pais e o que se veio a confirmar nesta amostra é que o EP é um fator que gera impacto no rendimento escolar dos filhos. Os EP’s permissivos e autoritativos revelaram impacto no desempenho académicos. O EP permissivo indica-nos que quanto mais elevada a média escolar, menos os filhos percebem os pais como permissivos. Em análise com o número de negativas verificámos que quanto mais disciplinas com notas negativas mais os adolescentes consideram que os pais adotam um EP permissivo. O EP autoritativo apresenta resultados inversos aos do EP permissivo. Aqui, os resultados fazem referência a médias escolares mais elevadas relacionadas com uma perceção do EP autoritativo. Quando olhamos para a variável número de negativas, percebemos que os alunos com mais negativas não percecionam tanto os seus pais com o EP autoritativo. Considerámos duas variáveis para analisar os resultados escolares: as negativas que os alunos obtiveram e a média das suas notas, isto é, o resultado da média de todas as disciplinas. Assim, foi possível considerar os resultados académicos a dois níveis, o que nos permite uma maior consistência nas inferências. Assim, confirmamos a nossa H8.
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Violência simbólica e rendimento escolar

Violência simbólica e rendimento escolar

A violência simbólica e o rendimento escolar, objetos desta pesquisa, tiveram como finalidade avaliar o clima emocional na sala de aula em seus aspectos positivos e negativos, na fala do professor e do aluno, por meio do sistema Recíproco de Categorias para a averiguação de maior e menor grau de violência simbólica. Esta pesquisa realizou-se em duas escolas públicas, seis classes de quinta série. O modelo de pesquisa escolhida foi a de campo, com a utilização da técnica de observação direta não-participativa. A amostra compôs-se de 196 sujeitos, representados por 171 alunos e 25 professores. As observações realizam-se num período bimestral, duas vezes por semana, totalizando quarenta e oito observações em sessões de trinta minutos. Foi realizada também uma análise documental na secretaria das instituições estudadas, possibilitando mais dados para se avaliar o menor e o maior rendimento escolar dos alunos. Desta forma, foi possível estabelecer relações entre o rendimento escolar e o maior ou menor grau de incidência das diferentes categorias, implicando em recomendações à equipe gestora de cada escola, no sentido de levar ao conhecimento dos professores o instrumento usado nesta pesquisa, para que possa ser usado para melhorar a interação social na sala de aula.
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Avaliação do Rendimento Escolar ou Punição?

Avaliação do Rendimento Escolar ou Punição?

No entanto, observações e entrevistas feitas com alunos e professores demonstraram que a avaliação escolar quase sempre se confunde com mero julgamento. O clima de competição que também acontece na escola gera insegurança e desestimula. Se por um lado o avaliando é elogiado pelos acertos, quando erra passa a ser julgado como se fosse o único culpado pelo erro. E na escola, o critério - padrão de correção - é estipulado pelo sistema, pelo professor. O conteúdo não dominado durante um semestre ou um ano letivo é cobrado no chamado período de “recuperação da aprendizagem”. Ao final dessa etapa os alunos são novamente submetidos ás provas cujos resultados. quase sempre, servem para rotulá-los corno fracassados ou até mesmo como ‘bons “- uma exceção - trata-se de uns poucos alunos os quais passam a ser olhados pelos colegas como “exemplos”. Alguns alunos da Educação Básica afirmaram “Os professores de matemática aproximam-se daqueles alunos que conseguem aprender o que eles transmitem”;“alguns não têm paciência para ensinar aos alunos mais fracos , até podem estar agindo assim, sem querer”.
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Assistência técnica e rendimento escolar

Assistência técnica e rendimento escolar

de programas e projetos de recursos para despesa de cus-. teio[r]

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