RESIDÊNCIAS TERAPÊUTICAS

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CONCEPÇÕES SOBRE A INTERAÇÃO COM MORADORES DE RESIDÊNCIAS TERAPÊUTICAS.

CONCEPÇÕES SOBRE A INTERAÇÃO COM MORADORES DE RESIDÊNCIAS TERAPÊUTICAS.

Objetivamos conhecer as concepções de habitantes de um bairro onde se localizam Residências Terapêuticas (RTs) sobre a interação com os moradores desses serviços, e analisamos com o auxílio da Teoria da Identidade Social e da Teoria das Representações Sociais. Norteamos os procedimentos metodológicos com base na perspectiva etnográica. Os participantes conhecem os moradores das RTs por apelidos, pelo nome e “de vista”, sobretudo a partir da presença destes em estabelecimentos comerciais. A circulação dos moradores pelos espaços públicos do bairro possibilitou o diálogo com os participantes, contudo, restrito aos encontros de passagem: “A gente passa, oi prá lá, oi prá cá”. A criação de vínculos entre participantes e moradores coexiste com representações sociais que sustentam uma limitação destes para o diálogo. A “limitação” possui função especíica, relacionada aos processos de constituição identitária. É preciso ultrapassar o âmbito dos encontros fortuitos, criando laços mais demorados entre a loucura e a esfera pública.
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O estigma da doença mental e as residências terapêuticas no município de Volta Redonda-RJ.

O estigma da doença mental e as residências terapêuticas no município de Volta Redonda-RJ.

Saúde, poderia comportar de seis a oito usuários. Então, precisava-se de quatro residências terapêuticas [...] (E1). Elas não estão cadastradas porque o número de pessoas está acima do que a portaria prevê, justamente porque precisamos de mais uma casa, estamos com um usuário a mais em cada residência. [...] temos essas residências sendo bancadas pelo município pura e sim- plesmente porque elas ainda não são cadastradas (E2). [...] o que a gente icava sabendo é que a prefeitura não recebia nenhum faturamento enquanto não tivesse o credenciamento. Então, mas como solicitar um cre- denciamento se a gente não tinha a quarta casa?Havia superlotação [...] (E3).
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Práticas de cuidados produzidas no serviço de residências terapêuticas: percorrendo os trilhos de retorno à sociedade.

Práticas de cuidados produzidas no serviço de residências terapêuticas: percorrendo os trilhos de retorno à sociedade.

Atualmente, as residências terapêuticas se articulam com a rede substitutiva da seguinte forma: no cotidiano, os moradores vão ao CAPS de referência da sua residên- cia, sendo este definido pelo critério da territorialidade: as residências masculina I (08 moradores), feminina I (08 moradores) e masculina III (07 moradores) têm como apoio o CAPS II; as residência masculina II (07 mo- radores), feminina II (07 moradores) e mista (07 moradores/as) se referenciam com o CAPS III. Nestes centros, duas vezes por se- mana, participam de oficinas, interagem com outros usuários, desenvolvem trabalhos ar- tísticos, bem como praticam atividades físi- cas. O Centro de Convivência é um local uti- lizado pelos moradores das residências, bem como por outros usuários da rede de saúde mental, para o lazer e profissionalização – curso de computação, artesanato, recicla- gem – além de permitir, que os mesmos en- trem em contato com a comunidade, por ser um espaço aberto ao público. Quando os habitantes das residências necessitam de consulta clínica e exames, são encaminha- dos às Unidades da Estratégia Saúde da Família, a ambu- latórios e a hospitais gerais. Na busca por resgatar a pre- sença dos familiares no cotidiano das moradias, as mini- equipes de saúde mental, inseridas na Estratégia Saúde da Família, realizam trabalhos psicoterápicos com as fa- mílias dos moradores das RTs. Em caso de surto de algum desses moradores, a equipe de profissionais da residên- cia entra em contato com a Unidade de Emergência Psi- quiátrica e, após discussão do caso, decidem se o su- jeito será atendido em loco ou se precisa ser levado para ser assistido na emergência. Caso a decisão seja esta últi- ma, é acionado o SAMU para fazer o deslocamento da residência para a unidade de emergência.
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O processo de implantação de residências terapêuticas em Volta Redonda - Rio de Janeiro.

O processo de implantação de residências terapêuticas em Volta Redonda - Rio de Janeiro.

A implantação das Residências Terapêuticas no município de Volta Redonda foi impulsionada pelo fato de que as autoridades municipais perde- ram, em 2009, o direito de administrar a Casa de Saúde Volta Redonda (CSVR), última instituição a ser utilizada para internação de portadores de transtornos mentais e que era mantida sob in- tervenção há 15 anos. Essa situação exigiu uma solução imediata para o destino dos usuários ali internados, após o fechamento da Casa de Saú- de Volta Redonda. Os trechos dos depoimentos abaixo evidenciam o caráter impositivo do im da intervenção municipal na CSVR, o que implicou a necessidade de realocar todos os usuários dessa instituição em um curto espaço de tempo, deter- minando que as autoridades municipais tomassem as providências para a criação e implantação das Residências Terapêuticas:
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Que eles falem por si: relatos dos profissionais sobre a experiência nas residências terapêuticas.

Que eles falem por si: relatos dos profissionais sobre a experiência nas residências terapêuticas.

Em fase prévia à coleta de dados, foi realiza- da uma reunião com os profissionais do Serviço de Residência Terapêutica, na qual foi apresenta- da a proposta de pesquisa, com seus objetivos, falou-se sobre o modo como seria executada, bem como houve a apresentação dos pesquisa- dores e o convite para participação do estudo. Após esse primeiro contato, buscamos os pro- fissionais interessados em colaborar e, por meio do telefone, era marcado um local e data para realização da entrevista que, geralmente, ocorria nas próprias Residências Terapêuticas, porém em espaço reservado e privativo.
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Identidade social e desinstitucionalização: um estudo sobre uma localidade que recebe residências terapêuticas no Brasil.

Identidade social e desinstitucionalização: um estudo sobre uma localidade que recebe residências terapêuticas no Brasil.

Os participantes são habitantes de um conjunto residencial que se localiza nas imediações de um hospital psiquiátrico, o qual funcionou de 1954 até 2012, período em que foi desativado e transformado em hospital de atenção clínica. O conjunto resi- dencial, inaugurado por volta de 1975, cresceu às margens deste hospital psiquiátrico e se caracteriza como um espaço geograficamente circunscrito, dota- do de poucos estabelecimentos comerciais, e desde 2004 recebe as residências terapêuticas. Foram rea- lizadas 23 entrevistas com roteiro semiestruturado, abordando as concepções dos participantes sobre a presença das RTs no conjunto residencial, os signifi- cados da convivência com as RTs e as possibilidades de interação com os moradores das RTs. As entre- vistas foram realizadas em espaços públicos e es- tabelecimentos comerciais do conjunto, neste caso, com autorização verbal dos proprietários. Foram gravadas em áudio, transcritas e posteriormente foi realizada análise temática de acordo com Minayo (2004). Após a leitura exaustiva de todo o material, os temas foram destacados e então selecionados, em seguida agrupados em categorias, dando corpo aos resultados. Por fim, foi realizada a leitura e análise dos registros de diário de campo.
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Além dos muros manicomiais: conhecendo a dinâmica das residências terapêuticas.

Além dos muros manicomiais: conhecendo a dinâmica das residências terapêuticas.

Como atores da investigação do presente estudo, estão 10 profissionais que atuam na equipe das seis Residências Terapêuticas do município: 01 coordenador, 02 técnicos de referência e 07 cuidadores. A identificação dos entrevistados nos discursos se faz da seguinte forma: Prof. (para o entrevistado) e o número para identificação do participante, seguindo o critério de ordem de realização da entrevista. Os profissionais não foram identificados por categoria, para assegurar o anonimato dos mesmos, pois como se tratava de um grupo pequeno e o local da pesquisa também, seria fácil identificar os autores dos discursos.
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Residências terapêuticas e comunidade: a construção de novas práticas antimanicomiais.

Residências terapêuticas e comunidade: a construção de novas práticas antimanicomiais.

Este trabalho relete um esforço de articulação entre as áreas de saúde mental e psicologia comunitária na pers- pectiva de construção de práticas em saúde pública voltadas para a promoção de autonomia e cidadania. Nesse sentido, através de uma pesquisa sobre o papel das residências terapêuticas como estratégia de construção de práticas antimanicomiais, discutimos outros espaços de sociabilidade como promotores de saúde mental, desta- cando aqueles extramuros institucionais os quais nos remete a comunidade da qual, alias, tais instituições, fazem parte. a contribuição de Espinosa é fundamental, na medida em que concebe os sujeitos a partir da qualidade das interações entre si, ou melhor, da forma como se afeta e se é afetado nos encontros, que podem ser promotores da potência de agir ou de padecimento. Desta pesquisa qualitativa, com inspiração etnográica, participaram 40 moradores de cinco residências terapêuticas, instaladas em três bairros de um município da Grande Vitória/ES.
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Residências terapêuticas: experiência dos residentes de saúde mental do programa da universidade do estado da Bahia Therapeutic residency: the experience of mental health residents at the state university of Bahia

Residências terapêuticas: experiência dos residentes de saúde mental do programa da universidade do estado da Bahia Therapeutic residency: the experience of mental health residents at the state university of Bahia

As Residências Terapêuticas (RT) são con- forme Brasil (2000), “moradias ou casas inseridas na comunidade, destinados a cuidar dos porta- dores de transtornos mentais, egressos de inter- nações psiquiátricas de longa permanência que não possuem suporte social e laços familiares”. A diretriz da RT é inclusiva, na medida em que acolhe pessoas que não desfrutam de autonomia e não possuem vinculação familiar e de moradia, e que podem ser benefi ciados com este novo dispositivo de cuidados, segundo Ayres (2004) cuidado é um constructo fi losófi co, uma categoria com a qual se quer designar simultaneamente, uma compreensão fi losófi ca e uma atitude prática frente ao sentido que as ações de saúde adqui- rem nas diversas situações em que se reclama uma ação terapêutica. O objetivo é viabilizar aos indivíduos o resgate da cidadania, proporcionan- do ferramentas para que eles possam apropriar- se de si mesmos, conquistando sua autonomia. Na atenção nas residências terapêuticas existe diferenciação e esta diferenciação é dada pelo nível de autonomia dos seus moradores: para moradores mais dependentes, maior o nível de cuidados e vice-versa.
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Estado nutricional de portadores de transtornos mentais internados em residências terapêuticas

Estado nutricional de portadores de transtornos mentais internados em residências terapêuticas

Também foi encontrado como resultado de outro estudo, realizado com indivíduos com transtornos mentais de residenciais terapêuticos, em uso de medicação, em Alfenas, Minas Gerais, maio[r]

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Avaliação das habilidades de vida independente e comportamentosocial de pacientes psiquiátricos desospitalizados

Avaliação das habilidades de vida independente e comportamentosocial de pacientes psiquiátricos desospitalizados

horas, em regime de plantão. Devido ao desenvolvimento da autonomia e independência de seus moradores, algumas casas não necessitam mais de cuidador noturno. Segundo os modelos europeu e norte-americano, o ideal é que os serviços residenciais tenham como característica básica, um número reduzido de moradores por técnico de referência, na proporção de dez para um (Bandeira et al, 1994; Bandeira et al, 1998). Em Barbacena, esta proporção é de um técnico para cada grupo de 16 moradores e de um cuidador para cada dois moradores. Importante ressaltar que um dos critérios de seleção dos cuirdadores era não ter experiência prévia de trabalho em hospital psiquiátrico, de modo a não trazer para as residências os hábitos institucionais adquiridos no trabalho hospitalar. Também fazendo parte do processo de reinserção social dos pacientes, foi criada a associação dos moradores das residências terapêuticas, entidade de natureza jurídica com o objetivo de atuar em defesa dos interesses e direitos dos moradores
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Diálogo com a literatura sobre a desinstitucionalização e a implantação dos serviços residenciais terapêuticos / Dialogue with literature on deinstitutionalization and the implementation of residential therapeutic services

Diálogo com a literatura sobre a desinstitucionalização e a implantação dos serviços residenciais terapêuticos / Dialogue with literature on deinstitutionalization and the implementation of residential therapeutic services

Foram discutidas algumas estratégias utilizadas por profissionais que participaram da transição dos usuários para o SRT. Em uma dessas pesquisas, enfatizou-se o cuidado tomado ao montarem residências com grupos de usuários que já se conheciam, advindos da mesma instituição psiquiátrica (AZEVEDO, 2014). Outra importante ferramenta utilizada pelos profissionais foi levar os usuários para transitar pela cidade, conhecer residências terapêuticas já existentes e conversar com outros usuários que já participaram desse processo, de modo que eles pudessem se aproximar aos poucos da realidade extra-muros, sentindo um pouco do que é a cidade, a comunidade, o bairro onde habitarão (FRANCO e CORNELIS, 2015; MARTINS, 2013; MAGALHÃES, 2016; SARMENTO, 2006; WACHS et al., 2010; WEYLER, 2006).
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ATELIER REAL, UM CENTRO DE RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS EM LISBOA

ATELIER REAL, UM CENTRO DE RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS EM LISBOA

Sublinhamos a produção do Jornal do atelier real, do qual foram impressos até ao momento 5 números bimestrais (Set/Out’09, Nov/Dez’09, Jan/Fev’10, Mar/Abr’10, Mai/Jun’10) num total de 23.000 exemplares 104 . A sua distribuição gratuita é realizada em diversos equipamentos culturais estratégicos da cidade de Lisboa contando igualmente com envios por correio a instituições e agentes culturais, profissionais das artes e parceiros, sobretudo e por enquanto, a nível nacional. Ao folhearmos as suas 24 páginas coloridas, preenchidas por imagens e textos prévios ou posteriores ao desenrolar das residências artísticas, podemos perceber o investimento, o tempo a ele dedicado e o impacto que pretende ter junto, não só do seu público - ao disponibilizar- lhe conteúdos suplementares para a leitura do que vão ou foram assistir -, mas também dos próprios artistas que encontram aqui um prolongamento, uma extensão possível dos seus projectos. A verdade é pois que este Jornal 105 visa mais do que a mera divulgação de actividades; funciona como um verdadeiro complemento à programação
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Algumas notas sobre segundas residências e teletrabalho: :

Algumas notas sobre segundas residências e teletrabalho: :

A frequência de utilização por necessidade “vital” de alternância de ambiente urbano-rural, juntamente com as tipologias familiares e as disponibilidades de infraestruturas, equipamentos e serviços, levaram as autoridades norueguesas a pedir o regresso das famílias às suas primeiras residências, já que havia o receio de que os equipamentos e serviços públicos locais, nomeadamente os serviços de saúde, pudessem não ter capacidade de resposta à procura gerada pela pandemia. Na Noruega trata-se de um sistema funcionalmente hierarquizado e perfeitamente delimitado. Há aglomerações de segundas residências que dependem funcionalmente de vilas ou aldeias rurais que, por sua vez, dependem de cidades ou centros regionais. Não é como em Portugal, onde as segundas residências se encontram disseminadas por todos os aglomerados ou em completa dispersão, agora sem qualquer nexo, porque num contexto rural pós-produtivista, afora a pobreza extrema das suas origens.
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Tecendo os fios das memórias das Residências Unisitárias da UFC

Tecendo os fios das memórias das Residências Unisitárias da UFC

[...] Existiam as redes sociais entre as residentes da REU 2216, depois entre as residências como um todo. Quando começamos a fazer as reuniões nas residências masculinas essa aproximação foi maior, a união foi maior, a luta ficou mais fortalecida, e também tínhamos redes sociais com residentes de outros estados e de outros países. Eu lembro que no primeiro encontro de residente o slogan foi feito por nós daqui do Ceará, e era assim Moradia estudantil um direito que se conquista, lute por esse direito! a gente viajou para Salvador e fizemos uma faixa bem grande com este slogan e colocamos no ônibus, ainda era na ditadura, em 78 mais ou menos. Aqui em Fortaleza a gente sofreu repressão da ditadura, havia certo tipo de vigilância. Um movimento que tenho recordação na REU foi o movimento pela anistia e contra a carestia, o professor Pinheiro do Curso de História participava, a professora Adelaide também. Todos os sábados nós pegávamos um ônibus e íamos para o Instituto Penal Paulo Sarasate, onde estavam os presos políticos, me lembro do seu Ferreira, do Genoíno, então foi um momento muito bom, por que nós construímos essa rede social entre eles.
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Os valores familiares nos contextos português e chinês na atualidade : um estudo nas pessoas da faixa etária de 20 e 35 anos

Os valores familiares nos contextos português e chinês na atualidade : um estudo nas pessoas da faixa etária de 20 e 35 anos

Uma quinta e última razão para o adiamento da ―geração canguru‖ sair da casa prende-se com os altos custos da habitação. Em virtude dessa dificuldade, muitos jovens preferem morar com os pais e estes também não hesitam em proporcionar-lhes esse apoio. Porventura, o fenómeno da ―geração canguru‖ será mais comum em Portugal do que na China, uma vez que, como referimos no primeiro capí tulo, os jovens portugueses são mais apegados à famí lia e também porque na China há mais residências de transição destinadas aos jovens. Por exemplo, algumas empresas e instituições, nomeadamente as entidades públicas, fornecem dormitórios aos jovens que lá trabalham. Em Portugal, não existe esse tipo de iniciativa. Além disso, a maioria dos universitários chineses mora em residências universitárias, contudo, em Portugal, muitos estudantes voltam para casa todos os dias.
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Privacidade intradomiciliar: um estudo sobre as necessidades de ampliações em residências.

Privacidade intradomiciliar: um estudo sobre as necessidades de ampliações em residências.

Os critérios para a identiicação da existência de duas ou mais famílias no domicílio foi ponto de intensas discussões acadêmicas, por vezes acaloradas, que envolveram, principalmente, o critério de identiicação de uma família pelo IBGE, que, concebido para caracterizar as relações de parentesco entre os membros de um mesmo domicílio, não tinha por proposta estimar a demanda por residências (FJP, 2006; ALVES; CAVENAGHI, 2006). Essas questões foram, até o momento, contornadas com a inclusão de três novos quesitos nos questionários da PNAD que exploram o desejo das famílias secundárias em constituir uma nova moradia. Nas estimativas mais recentes veriicou-se que entre 55% e 83% das famílias conviventes desejam constituir novos domicílios, o que diminuiu o déicit habitacional por incremento em aproximadamente 1,7 milhão de moradias (FJP; BRASIL, 2009). Nesses termos, até o Censo Demográico de 2010, a qualiicação do déicit no quesito coabitação estava momentaneamente contornado com os três novos quesitos da PNAD. Entretanto, o quesito sobre a relação de parentesco entre os membros das famílias foi suprimido dos questionários do Censo, mantendo-se apenas as relações com o chefe do domicílio, signiicando que a identiicação dos domicílios estendidos demandará revisões futuras.
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Bruxismo: abordagens terapêuticas contemporâneas

Bruxismo: abordagens terapêuticas contemporâneas

Numa revisão sistemática, Machado et al. (2011) fizeram um apanhado das possibilidades terapêuticas para o Bruxismo. Na sessão de dispositivos intra-orais citaram vários estudos e concluíram que em relação aos efeitos do ajuste oclusal como tratamento para bruxismo, DTM, cefaleia e dor cervical crônica, a análise da literatura concluiu que não há estudos clínicos mostrando que o ajuste oclusal é superior às terapias não invasivas para bruxismo e DTM. Um estudo randomizado controlado, duplamente-cego e cruzado, concluiu que houve redução estatisticamente significativa no número de episódios de bruxismo com o uso de goteira oclusal e palatina, sem diferenças devido ao desenho dos dispositivos. Noutro estudo, comparando as mesmas goteiras, constatou após duas avaliações polissonográficas, que nenhuma teve influência no bruxismo ou no sono do paciente. Outro estudo comparou os efeitos de uma goteira de estabilização e uma goteira palatina, após avaliar 16 pacientes com bruxismo durante seis semanas, seguido por dois meses sem o uso de qualquer goteira, os indivíduos foram trocados entre os grupos e começaram a usar a goteira que ainda não havia sido usada por mais seis semanas. Os resultados deste estudo mostraram que tanto a goteira oclusal quanto a goteira palatina reduziram a atividade do músculo masseter durante a noite imediatamente após a instalação do aparelho (Machado et al., 2011).
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Opções terapêuticas no encerramento de diastemas

Opções terapêuticas no encerramento de diastemas

Para obter um sorriso ideal e estético existem várias técnicas ás quais se pode recorrer, sendo elas diretas (resina composta) ou indiretas (coroas, facetas cerâmicas ou [r]

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A segurança do utente das terapêuticas não convencionais

A segurança do utente das terapêuticas não convencionais

derivadas de plantas existente; à presença de substâncias ativas nas plantas iguais às presentes nos fármacos convencionais; ao aparecimento de novas formas farmacêuticas q[r]

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