Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO)

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Efeitos do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e escória de aciaria como fíleres na rigidez viscoelástica linear e características de fratura da matriz de agregados finos

Efeitos do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e escória de aciaria como fíleres na rigidez viscoelástica linear e características de fratura da matriz de agregados finos

Os problemas mais comuns nos pavimentos asfálticos são o trincamento por fadiga e a deformação permanente que podem ocorrer mesmo antes do pavimento atingir sua vida útil de projeto. Esses problemas estão relacionados a fenômenos de menores escalas, como as microtrincas, concentração de tensão na interface entre os agregados e o ligante asfáltico e a dissipação de energia devido ao comportamento viscoelástico do material. O principal objetivo deste estudo foi avaliar a potencialidade do uso do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) e Escória Moída de Aciaria (EMA) como fíler na porção fina das misturas asfálticas, conhecida como Matriz de agregados finos (MAF). Para atingir este objetivo, cinco diferentes misturas de MAF foram feitas substituindo: 2% como fíler de RBRO, 2% como fíler de EMA, 2% como fíler de RBRO+EMA, 2% como fíler de cal hidratada e a mistura de referência. Os efeitos destes materiais na MAF foram investigados realizando-se ensaios de varredura de frequência para avaliação das características da rigidez viscoelástica linear, ensaio de fratura em amostra de geometria semi-circular e ensaio de varredura de tempo para avaliar as características de fratura. Dessa forma, obteve-se um melhor entendimento da influência do tipo de fíler (RBRO e EMA) nas propriedades viscoelásticas da MAF, através de análises das curvas mestras do módulo complexo e ângulo de fase e das características de dano da MAF, através de análises da energia de fratura e curvas características do dano (C x S). Os resultados mostraram que, no geral, a mistura que apresentou o melhor desempenho, para as características de fratura e da rigidez viscoelástica linear, foi com 2% de RBRO+EMA, apresentando a mesma tendência encontrada em outros trabalhos que também utilizaram os mesmos resíduos. Pode-se concluir que a utilização dos dois resíduos aplicados conjuntamente em concretos asfálticos apresenta-se, a princípio, viável tanto do ponto de vista ambiental quanto tecnológico.
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Avaliação do ciclo de vida da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais em materiais de construção civil à base de cimento.

Avaliação do ciclo de vida da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais em materiais de construção civil à base de cimento.

Estudos técnicos laboratoriais demonstram a viabilidade da utilização do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) para a fabricação de materiais de construção civil. Porém, referente ao aspecto ambiental, ainda há necessidade de justificar seu uso por uma ótica adequada. Portanto, este estudo apresenta a avaliação do ciclo de vida (ACV) do uso do RBRO para produção de materiais de construção civil à base de cimento, visando avaliar a influência do RBRO nos indicadores de impactos ambientais. Ao todo, 127 traços de materiais são analisados, como argamassas, concretos, blocos de vedação e pavimentação. Os impactos do processo de secagem e logística do RBRO são apresentados, bem como de sua queima para produção do resíduo tratado termicamente (RBROTT). O RBRO apresenta-se como uma boa alternativa para redução de impacto ambiental no estado do Espírito Santo (ES), substituindo o fíler calcário, a areia ou pó de pedra. Ele possui potencial para ser utilizado como substituição parcial ao cimento e apresentou resultados satisfatórios quando utilizado em altos teores (acima de 50%) na produção de argamassas de revestimento, assentamento e de concreto autoadensável. Os resultados também mostram que alternativas de secagem artificial implicam em um grande aumento do impacto, e que a queima produz um material (RBROTT) com característica vítrea, possível pozolana, com impacto similar ao do cimento CP II-E. Para produção dos traços, a substituição do cimento foi a abordagem mais comumente utilizada, causando reduções dos indicadores de impacto ambiental de 7,7 a 9,0% a cada 10% de RBRO.
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Concretos com substituição parcial do cimento pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais: análise quanto à ação de íons cloreto.

Concretos com substituição parcial do cimento pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais: análise quanto à ação de íons cloreto.

expressivo no meio ambiente. A partir destes conceitos, este trabalho avaliou a influência da substituição parcial do cimento Portland pelo resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) na resistência à compressão do concreto, absorção por capilaridade, absorção por imersão e penetração de íons cloreto em ambiente natural nas cidades de Pelotas e Rio Grande. Além disso, foi investigada a penetração de íons cloreto em ambiente de laboratório. Utilizou-se o RBRO proveniente de uma empresa beneficiadora de mármores e granitos localizada na região sul do Rio Grande do Sul. O resíduo foi caracterizado mineralogicamente por ensaios de difração de raios X (DRX), fluorescência de raios X (EDX) e fisicamente por ensaios de granulometria à laser e massa específica. Adotou-se um traço de concreto de referência produzido com cimento CP V-ARI, a partir da dosagem pelo Método IPT/EPUSP. O resíduo foi utilizado em proporções de 5%, 7,5%, 10% e 12,5% de substituição em massa ao cimento. Os resultados tratados por análise estatística indicam a possibilidade de substituir até 7,5% do cimento pelo RBRO, atendendo simultaneamente os critérios de resistência à compressão, absorção de água e penetração de íons cloreto, gerando um concreto com resistência adequada às normas brasileiras e com potencial possibilidade de uso estrutural. Nesse teor de substituição houve um aumento da resistência mecânica, diminuição da permeabilidade e uma menor penetração de íons cloreto, devido ao processo de refinamento dos poros promovido pelo RBRO.
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Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos produzidos com a incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

A construção civil é uma indústria que consome volume significativo de recursos naturais, no entanto, possui potencial expressivo de aproveitamento de resíduos para a produção de materiais de construção. A utilização de subprodutos industriais apresenta-se como uma contribuição para a otimização de insumos e consequentemente para o desenvolvimento sustentável. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de rochas ornamentais, sendo o Espírito Santo o estado brasileiro com maior representatividade no setor. Para produzir as chapas, os blocos de rocha são serrados em teares, transformando aproximadamente 25% do bloco em resíduo. Este consiste em uma lama que passa por filtros e precisa ser descartada. Devido ao montante de resíduo gerado e aos custos e dificuldades para destinação, este material tem sido alvo de estudos para sua utilização na construção civil há vários anos. Diante disso, este trabalho teve como objetivo investigar a influência da incorporação de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) sobre propriedades ligadas à durabilidade do concreto, em especial aquelas relacionadas com a resistência à agentes agressivos externos do tipo íons sulfato. Para isso, os concretos foram produzidos com três diferentes relações água/cimento (0,45; 0,55 e 0,65) e adição do RBRO em relação à massa de cimento em teores de 5%, 10% e 15%, além do concreto de referência. Foram analisadas propriedades no estado fresco, trabalhabilidade e massa específica, e no estado endurecido, resistência à compressão axial, absorção de água por capilaridade e por imersão além das análises microestrutural. Para o ensaio de degradação acelerada foi utilizado o sulfato de magnésio. Os concretos foram submetidos a ciclos de imersão e secagem e, ao final, sua resistência à compressão foi medida. Os concretos com 5% de resíduo apresentaram os melhores resultados quanto ao desempenho mecânico, com valores acima dos concretos de referência, para todas as relações a/c. Nos concretos agredidos verificou-se uma microfissuração superficial típica do ataque por sulfatos, além da constatação do consumo de hidróxido de cálcio e possível presença de etringita, através do EDS. No entanto, os resultados indicam o efeito positivo do uso do RBRO na resistência ao ataque de sulfatos em teores de 5% de adição.
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Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

Contribuição ao estudo do comportamento de concretos produzidos com resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente em relação aos aspectos mecânicos e de durabilidade.

O Brasil é um grande produtor de rochas ornamentais, tendo como principal estado produtor o Espírito Santo. No processo de beneficiamento das rochas cerca de 30% do volume total do bloco se transforma em resíduo. Muitos trabalhos já utilizaram esse resíduo em matrizes cimentícias, aplicando-o como um material capaz de preencher parcialmente os poros da matriz cimentícia (efeito fíler). Porém, esses estudos vêm sendo desenvolvidos há duas décadas e até o presente momento a indústria da construção civil não absorveu o resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO), que continua a ser um passivo ambiental. Visando melhorar as propriedades desse material, o presente estudo tratou-o termicamente a 1200°C. O resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT) foi submetido a diversos ensaios de caracterização, dentre eles foram realizados ensaios para determinação da atividade pozolânica segundo a NBR 12653 (ABNT, 2015). Foram confeccionados concretos com 0%, 5% e 10% de adição do RBROTT com o objetivo de avaliar a influência dessa adição sobre a resistência mecânica dos concretos e também avaliar a durabilidade dos mesmos, tendo como foco a penetração de íons cloreto.
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Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

Contribuição ao estudo reológico de pastas cimentícias com adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais

O Brasil é hoje um dos grandes produtores e exportadores mundiais no setor de rochas ornamentais. Em contrapartida, a produção e o beneficiamento de rochas ornamentais resultam em grande volume de material não aproveitado em forma de lama, geralmente descartado de maneira inadequada em lagoas de decantação ou aterros. Diversas pesquisas têm sido realizadas objetivando o reaproveitamento deste material em matrizes cimentícias. No campo da reologia, ainda são incipientes estudos nacionais que utilizem os parâmetros reológicos obtidos experimentalmente para determinar o comportamento de matrizes cimentícias à base de cimento Portland. Contudo, o objetivo desse trabalho é caracterizar reologicamente o comportamento de pastas cimentícias com e sem adição de resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) em sua condição natural. Foram fabricadas pastas cimentícias com três relações a/c (0,45; 0,55; 0,65) e quatro teores de adição do resíduo (0%, 5%, 10%, 15%) e submetidas ao ensaio de fluxo e ao ensaio oscilatório (varredura de deformação). Em testes para caracterização do resíduo, o RBRO se apresentou como um material de finura e massa específica próximas do cimento, possuindo baixa atividade reativa, indicando que o resíduo pode ser utilizado como adição mineral inerte na matriz cimentícia. Já em ensaios de caracterização reológica das pastas estudadas, observou-se nos ensaios de fluxo que as amostras se comportaram como um fluido não newtoniano, pseudoplástico e tixotrópico. Com relação ao ensaio oscilatório, as pastas cimentícias de referência e as com adição de 5% de RBRO apresentaram uma deformação crítica muito próxima independentemente da relação a/c, mostrando uma tendência de suportar maiores deformações. Percebeu-se também que há uma tendência de correlação negativa tanto entre a resistência à compressão e o módulo elástico G’ quanto entre a consistência e a tensão de escoamento das amostras. Isso confirma que o resíduo se comportou como um fíler, tornando a pasta cimentícia mais viscosa e com menor trabalhabilidade, pois preenche os vazios intergranulares na matriz. Portanto, pode-se concluir que existe potencial para utilização de RBRO em matrizes cimentícias, proporcionando um destino mais nobre ao material.
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Análise da incorporação do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente na composição do cimento Portland

Análise da incorporação do resíduo do beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente na composição do cimento Portland

No Brasil, em especial no estado do Espirito Santo, a mineração de rochas ornamentais atinge uma das principais atividades econômicas, gerando toneladas de resíduos provenientes deste processo de beneficiamento. Este trabalho teve como objetivo avaliar o potencial do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente como material de substituição parcial na produção do cimento Portland. Para análise das propriedades do Cimento Portland composto produzido, neste trabalho chamado de CP II R, foram realizados os ensaios de finura, superfície específica, expansibilidade, tempo de pega, resistência mecânica e análises químicas, normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, e ensaios complementares de microscopia e microestrutura. Os teores de substituição do resíduo foram de 6%, 10% e 14% em massa de clínquer, tendo como referenciais as misturas de 0% e o CP II Z-32 comercializado. Os cimentos CP II R em todos os teores de incorporação do resíduo apresentaram valores que atenderam aos critérios da norma viabilizando o uso do RBRO TT na composição do
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Avaliação de desempenho mecânico e de durabilidade em concretos produzidos com resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT)

Avaliação de desempenho mecânico e de durabilidade em concretos produzidos com resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT)

A produção mundial de rochas ornamentais no ano de 2014 foi de 136,5 milhões de toneladas. Considerando que cerca de 25% dos blocos são transformados em resíduo devido ao processo de beneficiamento, estima-se que aproximadamente 35 milhões de toneladas de resíduo foram gerados. Caracterizado como um material não-reativo, o resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais (RBRO) atua apenas como um fíler dentro de matrizes cimentícias. Porém, após passar por tratamento térmico a 1200ºC, ele passa a se tornar um material vítreo, que quando finamente moído apresenta características de um material pozolânico. Portanto, o resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais tratado termicamente (RBROTT) passa a ser reativo, combinando-se quimicamente com compostos hidratados da pasta de cimento. Com o intuito de avaliar características de durabilidade em concretos de alto desempenho, foram produzidos concretos adicionando 10, 15 e 20% de RBROTT em relação à massa de cimento e concretos substituindo parcialmente o cimento pelo RBROTT nos teores 10, 15 e 20%. Foi avaliada a influência do RBROTT na trabalhabilidade, resistência à compressão, absorção de água e também na proteção contra a corrosão das armaduras. A utilização do RBROTT se mostrou eficiente tanto na adição como na substituição do cimento, aumentando a resistência à compressão em até 46%, reduzindo a absorção em 39% e aumentando a proteção contra a corrosão em até 90%. Os concretos com melhor desempenho foram os com adição de 20% de RBROTT e substituição de 20%.
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Utilização do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) em substituição à argila em argamassas

Utilização do Resíduo do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) em substituição à argila em argamassas

A preocupação com o meio ambiente tem crescido em todo o mundo e o grande desafio deste setor é o aproveitamento, de forma racional, dos resíduos provenientes dos processos de beneficiamento de rochas ornamentais. No estado do Espírito Santo, os resíduos gerados nas serrarias são, geralmente, depositados em barragens de rejeito improvisadas ou vão sendo acumuladas ao redor das serrarias ao longo do tempo. Em seguida, estes resíduos são lançados no meio ambiente em locais inadequados, principalmente em áreas próximas às serrarias. Em alguns casos, esse resíduo é lançado diretamente em cursos d’água causando assoreamento, poluição das águas e gerando, assim, grande impacto ambiental [2].
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Aproveitamento do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e de escória moída de aciaria como fíler em pavimentos de concreto asfáltico.

Aproveitamento do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais e de escória moída de aciaria como fíler em pavimentos de concreto asfáltico.

O Estado do Espírito Santo tem o maior complexo de pelotização de minério de ferro do mundo e é o maior produtor nacional de placas de aço. É, além disso, o maior exportador de mármore e granito da América Latina. O estado lidera a extração nacional de mármore e granito ornamentais, sendo responsável por 39% das exportações brasileiras de rochas ornamentais e por 50% de placas de mármore beneficiadas. Em contrapartida, o estado produz um grande volume de rejeitos industrial tais como escória de aciaria e resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais. Muitos trabalhos científicos têm estudado formas de empregar estes rejeitos na pavimentação. Diante do exposto, este trabalho visa contribuir nesta temática avaliando o comportamento mecânico e as propriedades de adesividade dos concretos asfálticos produzidos com a incorporação de Resíduos de Beneficiamento de Rochas Ornamentais (RBRO) e de Escória Moída de Aciaria (EMA) como fíler. Um total de 11 misturas foram estudadas, variando-se entre elas o percentual e o tipo de resíduo adicionado. Por meio da metodologia Marshall, determinou-se o teor de ligante de projeto das misturas em estudo. Para caracterização mecânica das misturas foram realizados ensaios de estabilidade e fluência Marshall e resistência à tração por compressão diametral. As propriedades de adesividade das misturas asfálticas foram avaliadas pelos ensaios de desgaste Cântabro e dano por umidade (Ensaio de Lottman Modificado). Os resultados mostram que a adição dos resíduos como fíler em concreto asfáltico mantem tanto os parâmetros volumétricos como o comportamento mecânico das misturas com utilização dos resíduos industriais praticamente inalterados quando comparados à mistura de referência e que atendem aos requisitos das especificações vigentes do DNIT. Conclui-se, portanto, que a utilização de resíduos industriais em misturas asfálticas se apresenta como uma alternativa promissora para reaproveitamento dos rejeitos estudados.
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Investigação de potencialidade pozolânica do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais após tratamento térmico para produção de pasta cimentícia

Investigação de potencialidade pozolânica do resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais após tratamento térmico para produção de pasta cimentícia

Essa grande quantidade de resíduos, gerada apenas na fase de beneficiamento das rochas ornamentais, encorajou vários autores a estudar a possibilidade de benefícios desse resíduo em vários tipos de produtos, incluindo concretos, argamassas e placas cerâmicas, entre outros. Entre esses autores citem-se Calmon et al. (1997a), com o estudo da substituição de diferentes percentuais da cal em argamassa de assentamento pelo resíduo seco destorroado do corte de granito; Torres et al. (2004), que apresentam uma seleção de proporção ótima de substituição do feldspato pela lama do corte de rochas ornamentais para a fabricação de placas cerâmicas, visando à máxima incorporação da lama que atenda aos requisitos normativos e comerciais de placas cerâmicas; Segadães, Carvalho e Acchar (2005), que avaliam o efeito do uso do resíduo do corte de mármore e granito como adição na produção de massa cerâmica vermelha, e Bacarji et al. (2013), que analisam propriedades físicas e mecânicas de concretos produzidos com substituição do cimento pelo resíduo do corte de mármore e granito e avaliam a possibilidade ou não de haver atividade pozolânica nos concretos produzidos.
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Ladrilho hidráulico piso tátil com adição de resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais.

Ladrilho hidráulico piso tátil com adição de resíduo de beneficiamento de rochas ornamentais.

O ladrilho hidráulico é um material cimentíceo produzido de forma artesanal, prensado, composto de três camadas. Com o advento da adaptação de calçadas em padrões de acessibilidade, foi desenvolvido o ladrilho hidráulico piso tátil para constituir a faixa de piso de alerta para deicientes visuais. O trabalho tem como objetivo desenvolver a dosagem do ladrilho contendo aglomerante hidráulico com adição de resíduo de granito. Foram analisadas as propriedades: absorção de água, carga de ruptura, módulo de resistência à lexão e a resistência ao desgaste por abrasão. Foi veriicado que a adição do resíduo ao ladrilho, que agiu como um fíler, promoveu melhorias nas propriedades analisadas, o que faz com que a adição de resíduo de granito seja uma alternativa tecnicamente viável para uso em calçadas e contribua para o desenvolvimento sustentável do setor de beneiciamento de granito.
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Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias.

Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias.

A análise de variância destes resultados deu-se separadamente, para o conjunto de dados obtidos nas argamassas que utilizaram o resíduo sem tratamento térmico e nas argamassas que foram prepa- radas com o uso dos resíduos após o tratamento térmico e moagem. Para as argamassas produzidas com os resíduos sem tratamento térmico, pode-se airmar que o tipo de resíduo (LBRO G ou LBRO D) não foi uma variável signiicativa nos resultados da resistência à compressão axial, considerando um intervalo de coniança de 95% e um nível de signiicância de 5%. Idade e teor de substituição são signiicativos bem como a interação entre eles, como esperado. Para as argamassas produzidas com os resíduos que foram tra- tados termicamente, o LBRO Gf e LBRO Df, os resultados de re- sistência à compressão estão de acordo com as conclusões de diferentes autores que trataram de adições em matrizes cimentí- cias, sabendo que têm caraterísticas similares aos vidros. Pesqui- sadores identiicaram que argamassas com utilização de resíduo de vidro inamente moído obtiveram resistência inferior a da arga- massa referência, mas com resultado satisfatório, principalmente em idades posteriores, associado à ação pozolânica do material [33-34,47].
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Incorporação dos resíduos provenientes do beneficiamento de rochas ornamentais na produção de areia sanitária

Incorporação dos resíduos provenientes do beneficiamento de rochas ornamentais na produção de areia sanitária

Já a Figura 5 ilustra um tanque de bombeamento utilizado no controle da composição da mistura, que fica localizado abaixo do tear, onde a lama abrasiva de menor granulometria é descartada, e a outra parcela da lama é submetida à recirculação. A partir desse descarte, a lama será transportada por uma canaleta para ser depositada em um poço e posteriormente bombeada para os tanques de disposição final, que podem apresentar as mais variadas formas e dimensões (CALMON E SILVA, 2006). Algumas empresas utilizam sistemas de desidratação, como o filtro-prensa, que consiste em um processo de prensagem que elimina da lama abrasiva o excesso de água e devolve à indústria esta mesma água para ser reutilizada, o resíduo úmido obtido é então descartado.
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CRITÉRIOS A SEREM ADOTADOS NA ADEQUAÇÃO DE ÁREAS PARA DEPÓSITOS DE LAMA DO BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS DO MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (ES/BRASIL)

CRITÉRIOS A SEREM ADOTADOS NA ADEQUAÇÃO DE ÁREAS PARA DEPÓSITOS DE LAMA DO BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS DO MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (ES/BRASIL)

Este resíduo caracterizado como não perigoso, Classe II A ou II B, deverá ser transportado por empresas licenciadas do depósito temporário até o local estabelecido. Quanto ao projeto construtivo a ser executado na área apta para receber o resíduo e a operacionalidade do depósito, verifica-se que após o atendimento aos critérios pré- estabelecidos, preconiza-se desviar o escoamento das águas pluviais para fora do depósito, evitando-se a sua penetração no interior dos depósitos. Sugere-se também a abertura de poços de monitoramento para avaliar se está ocorrendo contaminação da água subterrânea. Estabelece-se a abertura de 2 poços, um à montante e o outro à jusante do depósito. O diâmetro dos poços deve ter no mínimo 10 cm, de modo a permitir a entrada do amostrador.
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Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias

Tratamento térmico da lama do beneficiamento de rochas ornamentais: aplicação como pozolana em matrizes cimentícias

A pozolanicidade identificada neste material está de acordo com a previsão da possibilidade de produção de material vítreo a partir do resíduo de rochas ornamentais identificada por Babisk (2009) e Marçal (2011) e também corrobora com os resultados das pesquisas de Paiva et al. (2010), Matos e Souza-Coutinho (2012), Khmiri, Samet e Chaabouni (2012), Pereira-de-Oliveira, Castro-Gomes e Santos (2012) e Sauer (2013) que utilizaram resíduos de vidro em materiais cimentícios, avaliando seu IAP-cim variando entre 85 e 104%, ou seja, pozolana. Vale ressaltar que, Shi et al. (2005), Idir, Cyr e Tagnit-Hamou (2010) e Pereira-de-Oliveira, Castro- Gomes e Santos (2012) afirmaram ainda que o índice de atividade pozolânica aumenta conforme o tamanho das partículas diminui, o que justifica alta pozolanicidade, visto que os grãos dos resíduos das pesquisa são inferiores 75µm.
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DISSERTAÇÃO Genotoxicidade e modificações anatômicas radiculares em Allium cepa L. (Amaryllidaceae) provocadas pelo efluente do beneficiamento de rochas ornamentais

DISSERTAÇÃO Genotoxicidade e modificações anatômicas radiculares em Allium cepa L. (Amaryllidaceae) provocadas pelo efluente do beneficiamento de rochas ornamentais

(resíduo na forma bruta, não diluído) (v/v). Para controle positivo usou-se o agente indutor de danos no DNA, metilmetanosulfonato (MMS) na concentração 4x10 -4 M (LEME; MARIN-MORALES, 2008), totalizando oito tratamentos com cinco repetições. Antes da exposição aos tratamentos, todos os bulbos foram desbastados na região do prato com lâminas de aço para possibilitar o estudo do crescimento das raízes quando expostas aos tratamentos. Em seguida, dez bulbos foram dispostos em uma prancha de isopor perfurada (dimensões 15 cm x 20 cm) sobre bandejas que continham 2L da amostra do efluente do polimento nas diferentes concentrações. Devido à evaporação, o volume do efluente nas respectivas concentrações foi reposto diariamente, objetivando a manutenção das raízes mergulhadas durante todo período experimental. Após 20 dias de exposição, as raízes foram coletadas com auxílio de uma tesoura. .
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Metodologia de avaliação das práticas de gerenciamento ambiental dos resíduos de empresas de beneficiamento de rochas ornamentais.

Metodologia de avaliação das práticas de gerenciamento ambiental dos resíduos de empresas de beneficiamento de rochas ornamentais.

O Espírito Santo ocupa o primeiro lugar no Brasil quanto à extração e ao beneficiamento de rochas ornamentais. Paralelamente aos benefícios econômicos, o estado enfrenta problemas com a geração e a disposição final dos resíduos gerados. Dentre os resíduos gerados pelo beneficiamento de rochas ornamentais destacam- se as lamas de desdobramento e polimento, os cacos, os casqueiros, as pastilhas de polimento, dentre outros; sendo a lama o resíduo gerado em maior quantidade. Para atender às exigências dos órgãos de controle ambiental, do mercado e da sociedade organizada, as empresas vêm se amoldando aos princípios da sustentabilidade ambiental aplicada ao gerenciamento de seus resíduos. A presente dissertação descreve uma coleta de dados bibliográficos, documentais e de campo que possibilitam o conhecimento das reais ações de gerenciamento realizadas pelas empresas. Desenvolve um método de avaliação do gerenciamento de resíduos nas empresas baseado em práticas sustentáveis de gerenciamento ambiental de referência selecionadas durante a pesquisa. O método foi aplicado a 14 serrarias e 10 marmorarias tendo um resultado de 50% das marmorarias e 57% das serrarias classificadas como sustentáveis, demonstrando que as empresas de beneficiamento de rochas ornamentais no Espírito Santo já buscam adaptar o gerenciamento de seus resíduos aos princípios da sustentabilidade ambiental. Porém, de um modo geral, o setor ainda está em processo de adaptação para esta realidade, necessitando assim que as práticas sustentáveis de gerenciamento ambiental dos resíduos sejam difundidas nas demais empresas do setor.
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Argamassa de cimento Portland com diferentes teores de substituição da areia por resíduo de rochas ornamentais.

Argamassa de cimento Portland com diferentes teores de substituição da areia por resíduo de rochas ornamentais.

Durante o processo de desdobramento e beneficiamento cerca de 25% de cada um dos blocos serrados são convertidos em resíduo, um volume gerado no Brasil por ano de aproximadamente 1,8 milhão de toneladas (CHIODI, 2004), sendo denominado Lama do Beneficiamento de Rochas Ornamentais (LBRO). Esse resíduo é separado para descarte conforme sua composição: resíduo com granalha, proveniente do corte em teares tradicionais – denominado LBRO G – e resíduo sem granalha proveniente do corte por fios diamantados e também dos rejeitos de polimento – o LBRO D. Esta denominação foi adotada por se tratar da abordagem utilizada pelo setor de mineração do Instituto Estadual de Meio Ambiente do Espírito Santo (IEMA ES) que faz o controle e monitoramento do resíduo gerado pelas indústrias de beneficiamento.
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Estudo dos efluentes e resíduos sólidos inorgânicos de uma Indústria de Beneficiamento de Rochas Ornamentais em Santo Antônio de Pádua – RJ

Estudo dos efluentes e resíduos sólidos inorgânicos de uma Indústria de Beneficiamento de Rochas Ornamentais em Santo Antônio de Pádua – RJ

O parâmetro de sólidos totais dissolvidos (gráfico 3), apesar de sempre estar relacionado com a turbidez, não ultrapassou o limite da legislação de 500 ppm. Mas deve-se notar que o valor da caixa de reuso e da calha de saída, ponto 6 e 7, respectivamente, é superior ao do efluente bruto, ponto 2, assim percebe-se que o manejo não está sendo adequado destes locais. Durante a visita a empresa, foi possível notar que quando o resíduo sólido era retirado dos tanques, ficava disposto por um bom tempo próximo a estes, e a qualquer vento e chuva era carreado de volta aos tanques e direto para a calha que transporta a água para a caixa de reuso e para a calha de saída.
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