Resíduos industriais

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Resíduos industriais perigosos

Resíduos industriais perigosos

Por vezes a falta de infra-estruturas e de entidades autorizadas ou licenciadas para o tratamento de alguns resíduos industriais perigosos deixa os industriais portugueses sem alternativa: ou exportam e pagam para o efeito ou os armazenam sem qualquer tipo de condições mínimas de segurança. Situações existem em que o lucro fácil e a falta de consciência e de cidadania levam ao abandono consciente de resíduos perigosos fora das suas unidades industriais, dando por vezes origem a impactes significativos em termos de saúde das populações e meio ambiente. A exportação torna-se necessária porque em Portugal não existem actualmente unidades para tratamento de todos os tipos de resíduos perigosos produzidos pela indústria como é o caso dos PCB e PCT e a quantidade produzida não justifica o investimento numa unidade de tratamento e/ou eliminação. Mas saliente-se que cada vez se torna mais difícil exportar, uma vez que os Estados Membros podem adoptar disposições no sentido de proibir de um modo geral ou parcial as transferências de resíduos perigosos.
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A gestão dos resíduos industriais em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos: Uma contribuição para as Micro e Pequenas Empresas

A gestão dos resíduos industriais em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos: Uma contribuição para as Micro e Pequenas Empresas

organização, tendo como um de seus pontos mais fortes a análise técnica, ambiental e econômica vinculada à detecção das oportunidades de melhoria, fomentando assim o desenvolvimento sustentável e configurando-se, portanto, como uma importante ferramenta de apoio à Gestão Ambiental das organizações e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (FAGUNDES, 2010). Nesse sentido, os benefícios oportunizados pela P+L acarretam na melhoria do desempenho ambiental das organizações, podendo ser evidenciados pela adoção de indicadores que, sendo coerentemente selecionados, agrupados e tratados por meio de um Modelo de Avaliação Ambiental adequado, podem gerar índices que representem a gestão dos resíduos industriais da empresa de acordo com propósitos pré-determinados.
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RESÍDUOS INDUSTRIAIS E A INVISIBILIDADE DE SEUS RISCOS SOCIOAMBIENTAIS

RESÍDUOS INDUSTRIAIS E A INVISIBILIDADE DE SEUS RISCOS SOCIOAMBIENTAIS

Com base no exposto, pode-se afirmar que a grande maioria dos resíduos industriais contém substâncias tóxicas. Diversos produtos utilizados no processo produtivo industrial possuem metais pesados, nocivos tanto ao meio ambiente quanto à saúde pública. Estes, diferem de outros agentes tóxicos porque não são sintetizados nem destruídos pelo ho- mem, ou seja, acumulam-se no organismo que é incapaz de eliminá-los, se ligam às pa- redes celulares dificultando o transporte de nutrientes o que pode ocasionar até à morte.

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Incorporação de resíduos industriais na produção de cerâmicos

Incorporação de resíduos industriais na produção de cerâmicos

O valor de pH do eluato padrão apresenta um valor muito próximo do pH neutro. Este é um dos fatores que contribui para que o depósito destes resíduos seja em aterros inertes, uma vez que não altera negativamente o pH do solo, dada a sua neutralidade. O mesmo acontece com a maioria das misturas com os respetivos resíduos, uma vez que a composição mássica predominante é a da argila e portanto influencia os valores de pH. No entanto o Decreto-Lei n.º 183/2009 de 10 de agosto não é estipulado o limite de pH para resíduos inertes, uma vez que este tipo de material cerâmico é enviado para aterro sem qualquer tipo de ensaio, por se consi- derar um resíduo de construção e demolição. No decreto anterior, decreto-lei 152/2002 de 23 de maio estipulavam os limites de 5,5 <pH <12 para os valores limites de pH. Se se considerar que a percentagem de resíduos industriais inclusa nos resíduos cerâmicos é desajustada e pode- rá contaminar o solo, este resíduo é analisado. Com este estudo pretende-se que não hajam dúvidas quanto ao envio do cerâmico para aterro de inertes, tal como aconteceria caso não exis- te qualquer resíduo adicionado no processo de fabrico.[47]
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Proposta de um modelo de gestão de resíduos industriais para o setor calçadista de...

Proposta de um modelo de gestão de resíduos industriais para o setor calçadista de...

Em síntese, esses estudos tentaram responder sobre o que fazer com as cinzas resultantes do processo de incineração dos resíduos, de modo que obtiveram resultados interessantes, como na vitrificação em corpos cerâmicos, na produção de material refratário e ligas de ferro-cromo. Um estudo que merece destaque foi o conduzido por Vos et al. (2007), publicado pela TNO, uma organização holandesa de pesquisa científica encomendada pela Febelcem – Federação das Indústrias Cimenteiras da Bélgica. Nessa pesquisa, os autores avaliaram o impacto ambiental entre duas formas de tratamento térmico de uma tonelada de resíduos industriais da Bélgica: a utilização desses resíduos como combustível alternativo e fonte de matéria-prima para o cimento, ou seja, o coprocessamento, e a queima desses resíduos em incineradores de resíduos perigosos com recuperação de eletricidade e vapor, isto é, a incineração. A versão on-line do documento ainda apresenta um quadro síntese sobre os indicadores conforme apresentado no Quadro 23.
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Classificação das barragens de contenção de rejeitos de mineração e de resíduos industriais no estado de Minas Gerais em relação ao potencial de risco

Classificação das barragens de contenção de rejeitos de mineração e de resíduos industriais no estado de Minas Gerais em relação ao potencial de risco

A presente pesquisa aplicou dados de 124 barragens de contenção de rejeitos de mineração e de resíduos industriais do estado de Minas Gerais em um modelo de potencial de risco desenvolvido por Menescal et al (2001). Estas barragens foram selecionadas por critérios de disponibilidade de dados para aplicação no modelo, função do reservatório (armazenamento de resíduos industriais ou rejeitos de mineração), classificação de dano ambiental e localização geográfica. O modelo tem como objetivo estimar o risco potencial de ruptura e definir prioridades de intervenção, alocação de recursos de manutenção e recuperação, bem como servir de referência para ações de segurança, priorização de investimentos em reparos, melhorias, monitoramento por instrumentação, periodicidade de inspeções, modernização de equipamentos, planos de ação emergenciais, dentre outros. As barragens de maior risco deverão ser as prioritárias para estas ações. Aplicando o modelo de potencial de risco proposto nesta pesquisa buscar-se-á atender uma demanda de informações sobre a gestão de barragens para empreendedores, órgãos fiscalizadores e entidades interessadas.
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Caracterização de resíduos industriais visando a seu aproveitamento na fabricação de aço.

Caracterização de resíduos industriais visando a seu aproveitamento na fabricação de aço.

Muitos resíduos industriais ge- rados podem ser utilizados novamen- te no processo produtivo, devido às suas características de composição química, granulométrica e das fases presentes. Os resíduos provenientes da serragem de mármore, a lama ina de aciaria e a borra branca gerada na fabricação de alumínio primário, devido às características de seus pro- cessos geradores e à composição das matérias-primas utilizadas, apresen- tam um indicativo de termo potencial para serem utilizados em processos de fabricação de aço, nas etapas dessul- furação e desfosforação.
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A tecnologia de remoção de fósforo: gerenciamento do elemento em resíduos industriais.

A tecnologia de remoção de fósforo: gerenciamento do elemento em resíduos industriais.

As elevadas concentrações de fósforo em águas residuárias industriais é uma das principais causas da eutrofização de corpos hídricos receptores, havendo em virtude disto, uma crescente preocupação com o gerenciamento das cargas de fósforo dos efluentes industriais. Além dos aspectos de contenção ambiental, é estrategicamente desejável que os processos de tratamento permitam a recuperação e o reúso deste elemento que é considerado de elevada demanda biológica. Neste sentido, esta revisão objetiva descrever e analisar criticamente o estado atual das tecnologias de gerenciamento de fósforo em águas residuais industriais, com ênfase no reúso do elemento. As tecnologias consideradas incluem abordagens químicas (precipitação química e adsorção), biológicas (sistemas bacterianos, uso macroalgas e microalgas) além de técnicas de fertirrigação.
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Pozolanicidade dos resíduos industriais, lã de vidro e lã cerâmica.

Pozolanicidade dos resíduos industriais, lã de vidro e lã cerâmica.

A microscopia eletrônica de var- redura revelou, para ambos os resíduos, grãos no formato de bastonetes alonga- dos, quase aciculares (Figuras 1 e 2), bem diferentes da estrutura locular da cal e do cimento. Essa diferença pode diicul- tar sua adição às matrizes cerâmicas de cimento Portland. Os quantitativos par- ciais obtidos (Tabela 8 e 9), através do microanalisador EDS, ratiicaram, com certa aproximação, a composição quími- ca determinada a partir do espectrofotô-

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Avaliação da toxicidade de resíduos industriais e urbanos aplicados na agricultura

Avaliação da toxicidade de resíduos industriais e urbanos aplicados na agricultura

A contaminação do solo por resíduos complexos, como àqueles derivados da indústria sucroalcooleira e das estações de tratamento de esgoto, constitui um dos maiores desafios relacionado à qualidade do meio ambiente, principalmente no tocante ao volume gerado, tratamento adequado, disposição final e reutilização dos mesmos. Todavia, ambos os resíduos precisam ser adequadamente tratados e dispostos, com o intuito de evitar a contaminação ambiental. Considerando a destinação final destes, a vinhaça apresenta algumas alternativas de uso, destacando o seu potencial na fertilização dos solos. No entanto, muitos estudos comprovam que o seu uso pode provocar modificações nas propriedades físicas e químicas do solo, como: favorecer o aumento da disponibilidade de alguns elementos para as plantas e aumentar a capacidade de infiltração da água no solo, causando a lixiviação de íons e/ou elevação do escoamento superficial, com possível contaminação de águas superficiais e subterrâneas.
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Epersol 2017 Resíduos Industriais e Novas Tecnologias

Epersol 2017 Resíduos Industriais e Novas Tecnologias

De acordo com Barreto e Alencar (2013), em relação aos comerciantes e distribuidores a responsabilidade se traduz no dever de informar os clientes e consumidores no que tange à logística reversa e sobre os locais onde poderão ser depositados os REE e de que forma esses resíduos serão valorizados. Os importadores de equipamentos eletroeletrônicos também são responsabilizados legalmente pelos REEE. Nesse sentido, segundo Silva et al. (2013), a logística reversa se apresenta como alternativa para contornar o acúmulo de resíduos sólidos em aterros, diminuindo a inadequada disposição final e reintroduzindo o material passível de reuso/reciclagem no ciclo produtivo. Se todas as empresas tivessem como política um plano de logística reversa, principalmente no setor de eletroeletrônicos, logo haveriam poucas áreas poluídas e manutenção da qualidade da saúde pública. Para que isso se torne viável, é necessária a participação da comunidade na triagem, coleta e destinação adequada dos REE gerado nas residências.
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Valorização energética de resíduos industriais têxteis e poliméricos

Valorização energética de resíduos industriais têxteis e poliméricos

De entre os resíduos sólidos produzidos pela Indústria Têxtil, existem grandes quantidades de resíduos com alto valor energético que são normalmente encaminhados para aterros controlados, sem qualquer valorização e com custos ambientais e económicos elevados, quando poderiam ser utilizados como fonte de energia. Neste contexto, após um enquadramento de questões relacionadas com a Indústria Têxtil, resíduos e energia e uma pesquisa sobre tecnologias disponíveis para valorização energética de resíduos sólidos, em especial de resíduos sólidos de matriz polimérica, conduziu-se um estudo com resíduos sólidos de seis empresas do sector têxtil, implantadas na Região do Vale do Ave, com o objectivo de analisar a sua potencialidade de valorização energética. Assim, foram determinadas algumas características dos resíduos, nomeadamente, perda a 105ºC, poder calorífico e teor em cinzas, realizada a caracterização química dessas cinzas, finalizando com ensaios de DSC-TGA de forma a verificar-se o comportamento térmico dos resíduos.
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DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS E ENGENHARIA DO AMBIENTE

Surge assim com este trabalho a oportunidade de acompanhar de perto a produção de CDR a partir de resíduos industriais não perigosos e posteriormente efectuar a caracterização física e química do produto obtido, de modo a avaliar com exactidão a qualidade e a compatibilidade deste material com a posterior utilização. Bons conhecimentos sobre as características destes produtos permitirão aos actuais e futuros consumidores enquadrar a utilização destes combustíveis no seio das suas instalações quer em regime de exclusividade ou de substituição parcial dos tradicionais combustíveis fósseis. As características mais relevantes para os consumidores prendem:se com a caracterização enquanto combustível e com os componentes que podem interferir com os processos de fabrico ou ainda os que podem estar associados a potenciais libertações para a atmosfera, após a queima.
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Influência das partículas de mármore e granito nas propriedades mecânicas dos compósitos poliméricos / Influence of marble and granite particles on the mechanical properties of polymeric composites

Influência das partículas de mármore e granito nas propriedades mecânicas dos compósitos poliméricos / Influence of marble and granite particles on the mechanical properties of polymeric composites

Como forma de viabilizar a utilização de resíduos industriais como carga em compósitos poliméricos, foram fabricados compósitos contendo resíduo de mármore e granito nas proporções de 10 % e 20 % nas granulometrias de 200 e 400 Meshs da série Tyler, mediante o método de fabricação hand lay up associado a prensagem em molde fechado. A matriz polimérica utilizada foi a resina poliester isoftálica em conjunto com o acelerador de cobalto (1,5 % v/v) e o catalizador (1 % v/v). No qual, foi realizada a inquirição morfológica no resíduo por meio do microscópio eletrônico de varredura e feito o ensaio de resistência à tração (ASTM D3039) nos compósitos. Com base no desempenho mecanico dos compósitos, a proporção de 10 % RMG na granulometria de 400 Mesh obteve um aumento de aproximadamente 73 % e a proporção de 10 % RMG na granulometria de 200 Mesh apresentou o melhor desempenho de tração com aumento de aproximadamente 100 %, ambos em relação a matriz plena, o que comprova a atuação do compósito como reforço efetivo no sistema matriz/carga, tornando-o uma alternativa viável de utilização como carga em compósitos para revestimento interno em gerais.
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A compostagem como processo catalisador para a reutilização dos resídues de fábrica de celulose e papel

A compostagem como processo catalisador para a reutilização dos resídues de fábrica de celulose e papel

Em função da necessidade da redução da relação Carbono/Nitrogênio (C/N) para que os resíduos orgânicos possam ser aplicados ao solo e para que as plantas possam absorver os nutrientes neles contidos, foi realizada a compostagem dos diversos resíduos industriais da empresa Votorantim Celulose e Papel Ltda, em Luiz Antonio-SP. Os materiais empregados foram: lodo ativado, dregs e grits, cinza de caldeira e biomassa (casca de eucalipto moída). Esses materiais foram misturados nas proporções 1:1, 3:1 e 5:1 (resíduos:biomassa), sendo testados também aplicação de fósforo, potássio e uréia. Durante o processo foram realizados revolvimentos e aplicações de água, com monitoramento da temperatura, pH e análises químicas. Após 120 dias, os tratamentos apresentaram uma relação C/N entre 9 e 25/1, com exceção do tratamento 4 que apresentou relação C/N final de 37/1, sendo que a melhor relação resíduo/biomassa foi de 3:1. Este experimento viabilizou o aproveitamento de todos os resíduos gerados pela indústria, da maneira que estes saem da fábrica. Para a área florestal, este trabalho teve um grande impacto positivo, pois uma quantidade considerável de nutrientes estará retornando ao solo agregado à matéria orgânica, melhorando a qualidade dos solos e a produtividade das florestas.
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Incineração versus co-incineração

Incineração versus co-incineração

O problema chave, segundo Gonçalves (2002), não é a existência ou inexistência de compos- tos no meio ambiente, mas sim qual(ais) o(s) nível(eis) em que se podem emitir, e portanto permitir no meio ambiente, sem causar efeitos negativos signifi cativos nele ou na Saúde Humana. A autora refere ainda que os riscos e consequentes potenciais impactes negativos da co-incineração de resíduos industriais (perigosos e não perigosos) em fornos de cimento existem, da introdução de resíduos que estejam fora de uma gama de especifi cações adequa- da às características do processo cimenteiro; da introdução de lotes de resíduos sem serem previamente analisados e verifi cada a sua inserção nessa gama de especifi cações; do facto de uma diminuição da temperatura do forno; derrames de resíduos por roturas de tubagens de transporte dos depósitos para os fornos resultantes de descuido dos operadores.
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Análise econômico-energética de utilização de resíduo industrial florestal para geração de energia térmica: um estudo de caso

Análise econômico-energética de utilização de resíduo industrial florestal para geração de energia térmica: um estudo de caso

O aproveitamento dos resíduos da produção para gerar energia e para a preservação do meio ambiente é a alternativa que vem sendo adotada por empresas de diversos segmentos (KIRUCHI, 2000). De acordo com Coelho (2000), além da geração para uso em seus próprios processos, as empresas também visam à venda dos excedentes de energia elétrica. Também segundo Goldemberg (2002), a biomassa já é usada como fonte de energia elétrica no Brasil em vários setores e muitas empresas estão implantando centrais de cogeração de energia em suas unidades ou buscando novas fontes de renda com a venda de resíduos industriais, como cascas de arroz, restos de madeira, serragem, cascas de árvore, bagaço e cavaco, que são o alvo desse mercado, em virtude da valorização dos recursos energéticos.
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Avaliação das estratégias de  de produtos ecológicos na cadeia de transformação dos resíduos plásticos industriais

Avaliação das estratégias de de produtos ecológicos na cadeia de transformação dos resíduos plásticos industriais

Acrescentam Lima e Silva (2005): os resíduos gerados pelo processo produtivo podem deixar de ser um risco ao meio ambiente e passar a gerar lucro para a empresa que o produz, além de apresentar alternativas como matéria-prima para diversos outros produtos. Assim, conforme os autores Carvalho e Oliveira (2010), o termo resíduo passa a ideia de algo que tem valor econômico e utilidade para alguém. Além disso, na linguagem econômica, os resíduos industriais possuem diferentes valores e podem ser identificados como subprodutos, co-produtos, produtos intermediários, produtos secundários ou produtos derivados, por meio do comunicado COM 59/2007, através da Comissão das Comunidades Europeias – CCE.
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Atributos químicos e físicos do solo após reaplicação de lodos de esgoto, escória de aciaria e lama cal em sistema semeadura direta

Atributos químicos e físicos do solo após reaplicação de lodos de esgoto, escória de aciaria e lama cal em sistema semeadura direta

A utilização de resíduos industriais e de lodos de esgotos pela agricultura vem crescendo a cada ano, a fim de atender à necessidade de reciclagem; essa prática agrícola, desde que adotada de forma racional, favorece os atributos químicos, físicos, biológicos do solo (CORRÊA et al., 2007), ao desenvolvimento e à produtividade das espécies vegetais cultivadas (LEMAINSKI & SILVA, 2006). A reciclagem agrícola dos lodos de esgoto destaca-se por reduzir a pressão sobre a exploração dos recursos naturais envolvida na produção de fertilizantes e os custos decorrentes dos insumos agrícolas nos sistemas produtivos. Além disso, diminui o impacto ambiental causado, na medida em que dispensa a adoção de outras opções de destino (NOGUEIRA et al., 2006).
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