Resistividade elétrica do solo

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Diferenças na tomografia da resistividade elétrica do solo devido aos níveis de água em sistema agropecuário integrado

Diferenças na tomografia da resistividade elétrica do solo devido aos níveis de água em sistema agropecuário integrado

da resistividade elétrica do solo devido a diferentes umidades do solo, em sistema agropecuário integrado. A resistividade elétrica (RE) do solo foi medida com o sensor de contato “Automatic Resistivity Profiling” (ARP) em duas datas, em 2016, em área de 9,7 ha com diferentes umidades do solo. Os mapas obtidos indicaram que a RE permitiu delimitar as regiões dentro da área de estudo e indicar diferenças do movimento e da acumulação de água nos horizontes do solo. Apesar da tendência de redução dos valores da RE com o aumento da umidade do solo, a estrutura de correlação espacial da RE é similar.
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Mapeamento da resistividade elétrica do solo no entorno do Aterro Sanitário de Formosa

Mapeamento da resistividade elétrica do solo no entorno do Aterro Sanitário de Formosa

O objetivo deste trabalho foi caracterizar o entorno do Aterro Sanitário de Formosa no que diz respeito aos valores da resistividade elétrica do solo, visando localizar áreas mais condutivas eletricamente. Normalmente, a ocorrência de áreas de baixa resistividade próximas a depósitos de lixo pode indicar a migração de efluentes gerados nestes depósitos. Na área de estudo foram realizados dois levantamentos geofísicos, respectivamente em janeiro e maio de 2012. Esses levantamentos foram executados na região noroeste do aterro, a qual apresenta as menores cotas e, portanto, é o local preferencial para migração de efluentes. Em ambos os levantamentos foram identificadas regiões menos resistivas. A justificativa para a ocorrência destas zonas está vinculada ao escoamento superficial de água. Acredita-se que a água ao escoar na área do aterro, inclusive pelas estradas ali existentes, transporta material em solução sendo que este material tende a se acumular no talude do aterro imediatamente a sul da lagoa de chorume. Esse processo está ocorrendo no mínimo desde o ano de 2010 e o efeito cumulativo é justamente a redução da resistividade elétrica do solo neste local. Para dar continuidade a este trabalho sugere-se efetuar coleta e análise de amostras do solo e de água das zonas saturada e não saturada para confirmar a causa desses baixos valores.
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Estudo comparativo entre a resistividade elétrica e características geotécnicas de um solo argiloso compactado

Estudo comparativo entre a resistividade elétrica e características geotécnicas de um solo argiloso compactado

Abu-Hassanein et al. (1996) apresentaram várias relações entre a resistividade e algumas características de diferentes tipos de solos argilosos, utilizando o aparato da Figura 2.3. Os autores apresentaram resultados de medida de resistividade elétrica de um solo ensaiado nas direções vertical e horizontal, a fim de verificar a anisotropia. Eles realizaram os ensaios em um solo compactado, em diferentes teores de umidade, na energia Proctor normal reduzido (utilizando a metade do número de golpes desta energia). Os resultados apresentados pelos autores mostraram que, para umidades abaixo da ótima (ramo seco da curva de compactação), os valores de resistividade medidos na direção horizontal variaram entre 75 e 80 % daqueles medidos na direção vertical. Já no ramo úmido da curva de compactação, o efeito da anisotropia sobre os valores de resistividade horizontais foi menor, com estes variando entre 90 e 95% dos valores de resistividade medidos na direção vertical. Os autores afirmaram que os solos compactados com teores de umidade elevados tornam-se mais homogêneos, uma vez que no ramo seco existe a presença da macroestrutura entre os grãos de argila.
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Radiação gama e resistividade elétrica em solo com aplicação de carbonatito e fertilizantes agrícolas no Distrito Federal.

Radiação gama e resistividade elétrica em solo com aplicação de carbonatito e fertilizantes agrícolas no Distrito Federal.

Conforme Fukue et al. (1999), a resistividade do solo de- pende, no m´ınimo, dos seguintes fatores: grau de saturac¸˜ao; re- sistividade do l´ıquido nos poros; porosidade; tamanho, forma e distribuic¸˜ao das part´ıculas s´olidas; espessura e composic¸˜ao da camada catiˆonica dos argilominerais. Curiosamente, a de- pendˆencia da resistividade em relac¸˜ao a um grande n´umero de fatores pode ser uma vantagem no que diz respeito `as ciˆencias do solo. Alguns autores, como McBride et al. (1990), consi- deram que medidas de condutividade el´etrica, e consequente- mente de resistividade, podem fornecer uma vis˜ao integrada dos parˆametros relacionados com a produtividade agr´ıcola. Ainda no ˆambito da produc¸˜ao agr´ıcola, Corwin & Rhoades (1984), por sua vez, defendem que a medic¸˜ao indireta da salinidade do solo, por meio da condutividade el´etrica da porc¸˜ao que vai at´e 90 cent´ımetros ´e muito importante, uma vez que ´e nesta porc¸˜ao onde se concentra a atividade das ra´ızes.
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Uma metodologia operativa para indagação arqueológica do terreno pela resistividade elétrica (Método de Wenner)

Uma metodologia operativa para indagação arqueológica do terreno pela resistividade elétrica (Método de Wenner)

Todo o trabalho de medição deverá ser feito em p~ riodos em que não haja sensiveis alterações da umi dade do terreno ,porque o que nos interessa são as alterações relativas dentro de uma mesma situação. As medições que procedemos correspondem a um esta- do de umidade de 78.6% do solo, cifra obtida por pesagem em laboratório, de amostras retiradas de uma profundidade de 0.20m.

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Avaliação de desempenho do dispositivo de medida de resistividade elétrica em laboratório

Avaliação de desempenho do dispositivo de medida de resistividade elétrica em laboratório

Essa dificuldade em obter parâmetros de referência está intimamente relacionada com os diversos fatores intervenientes que afetam a obtenção da medida de resistividade elétrica. Assim, muitos estudos de resistividade elétrica em laboratório trouxeram importantes resultados acerca de fatores intervenientes como: Abu-Hassanein & Benson (1994) estudaram argilas compactadas e mostraram a influência do teor de umidade, da energia de compactação e da saturação inicial do corpo de prova na resistividade elétrica; Daniel (1997) estudou solos residuais em laboratório e avaliou o impacto do grau de saturação, porosidade e tipo de fluído intersticial na obtenção da resistividade elétrica em ensaios de penetração com o piezocone; Aquino (2010) estudou argila compactada característica do centro-oeste do Brasil e correlacionou a resistividade elétrica com as propriedades índice do solo; Long et al. (2012) estudaram argilas marinhas e mostraram o influência na resistividade elétrica em função da quantidade de sal no fluído intersticial e da quantidade de percentual de argila na amostra.
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Degradação de resíduos e alterações na resistividade elétrica, pH e Eh

Degradação de resíduos e alterações na resistividade elétrica, pH e Eh

RESUMO. Medidas de resistividade el´etrica, combinadas com medidas pH e Eh em amostras de solo, foram utilizadas para avaliac¸˜ao do comportamento geoqu´ımico de res´ıduos s´olidos enterrados, durante o processo de degradac¸˜ao de mat´eria orgˆanica. A ´area estudada ´e um aterro controlado, caracterizado pela disposic¸˜ao de res´ıduos s´olidos domiciliares em valas, das quais foram selecionadas valas fechadas entre 12/2001 a 12/2007. A presenc¸a de valores abaixo de 30.m nas linhas realizadas sobre as valas e a ausˆencia desta gama de valores na linha de referˆencia, sugerem a presenc¸a de chorume. A correlac¸˜ao temporal entre pH e Eh pode indicar as condic¸˜oes geoqu´ımicas predominantes, que governam a solubilidade ou precipitac¸˜ao de ´ıons e, conseq¨uentemente, o padr˜ao de resistividade el´etrica. O padr˜ao descrito para as valas fechadas entre 2005 e 2007 pode indicar produc¸˜ao crescente de chorume. Os dados obtidos para a vala de 2004 sugerem processos iniciais de instabilidade geoqu´ımica, com aumento relativo da resistividade el´etrica provavelmente associada `a precipitac¸˜ao de ´ıons, cuja evoluc¸˜ao resulta no padr˜ao descrito para a vala de 2003. A retomada do processo de decomposic¸˜ao de res´ıduos orgˆanicos ´e evidenciada pela presenc¸a de intervalos de alta e baixa resistividade e pelo aumento do pH e Eh, para as valas de 2001 e 2002.
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Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos.

Condutividade elétrica do solo, tópicos e equipamentos.

O equipamento utilizado para medida de resistividade elétrica consiste de seis eletrodos em contato com o solo, sendo dois eletrodos para injeção de corrente e dois para medida da diferença de potencial, medida entre os dois eletrodos de corrente. Cada medida é registrada de acordo com sua posição georeferenciada, através de um sistema de GPS, Figura 3 (CARTER et al., 1993; RHOADES, 1992,1993). Equipamentos comerciais também estão disponíveis, como o da Empresa Veris Technologies¹ Figura 3 b.

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Estimativa do tempo de produção de chorume em aterro controlado por meio de medidas de resistividade elétrica

Estimativa do tempo de produção de chorume em aterro controlado por meio de medidas de resistividade elétrica

Resumo Aterro é uma obra de engenharia que objetiva acomodar resíduos no menor es paço possível no solo, com danos mínimos ao ambiente e à saúde pública. Uma das formas construtivas de um aterro controlado é a escavação de valas com dimensões apropriadas, para disposição de resíduos sólidos sem compactação ou impermeabilização. Efl uentes líquidos gerados por volumes de resíduos semelhantes, dispostos em valas com idades distintas de fechamento, devem resultar em alterações físicas e químicas correlacionáveis ao tempo de residência dos materiais. Com base nesta hipótese, foram realizadas medidas de resistividade elétrica por meio do método geofísico da Eletrorresistividade, sobre valas de resíduos fechadas anualmente entre 12/2001 e 12/2007, localizadas no aterro controlado do município de Cordeirópolis (SP). O chorume é um efl uente líquido gerado pela decomposição de matéria orgânica e caracterizado pelo elevado conteúdo de sais dissolvidos, cuja interação com ambiente geológico resulta em alterações em termos de resistividade elétrica passíveis de detecção pelo instrumental geofísico. Os resultados sugerem uma redução da resistividade por percolação de chorume produzido em valas recentes e aumento progressivo da resistividade para valas mais antigas. A análise estatística comparativa com valores de referência para a área sugere idades de término da produção e percolação de chorume para solo e rocha abaixo das valas.
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Gamaespectrometria, resistividade elétrica e susceptibilidade magnética de solos agrícolas no noroeste do estado do Paraná.

Gamaespectrometria, resistividade elétrica e susceptibilidade magnética de solos agrícolas no noroeste do estado do Paraná.

As Figuras 20 e 21 mostram a constituic¸˜ao mineral´ogica do Latossolo Vermelho Distr´ofico, textura mista. Assim como nos difratogramas anteriores, nota-se a presenc¸a da montmorilonita, cuja presenc¸a neste solo pode ser explicada pelo fato do mesmo ter sua origem no material retrabalhado das formac¸˜oes Serra Ge- ral, principalmente, e Goio-Erˆe. A grande predominˆancia ´e de quartzo, sendo que o teor m´edio de argila ´e de 25,2% (Tabela 7). Como a composic¸˜ao destes solos ´e predominantemente are- nosa, derivada da Formac¸˜ao Goio-Erˆe, os teores de pot´assio s˜ao maiores, comparativamente aos solos argilosos, tanto nos tra- tos sob floresta nativa (Tabela 9), quanto na ´area com atividade antr´opica. ´E prov´avel que a maior concentrac¸˜ao do pot´assio es- teja relacionada a mineralogia destes solos. De fato, o microcl´ınio ´e o feldspato pot´assico preodominante no cimento dos arenitos do Grupo Caui´a (Fernandes & Coimbra, 2000). Este fato explica, ao menos em parte, a baixa relac¸˜ao Na/K nas ´aguas superficiais e/ou subterrˆaneas do mencionado Grupo (Bittencourt, 1982; Bett´u et al., 2005).
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Caracterização hidrogeológica da região a norte da cidade de Manaus, com base em informações geofísicas (resistividade elétrica), geológicas e geomorfológicas

Caracterização hidrogeológica da região a norte da cidade de Manaus, com base em informações geofísicas (resistividade elétrica), geológicas e geomorfológicas

A degradação, em longo prazo, da biodiversidade da floresta Amazônica, que se dá principalmente pelo processo de desmatamento, causará fortes impactos no ciclo hidrológico, ocasionando mudanças no padrão de transporte de umidade atmosférica da Amazônia até o Sul do Brasil, podendo, dessa forma, aumentar o risco de extremos de chuva no Sul do Brasil. Simulações sugerem que, se o desflorestamento nesse bioma alcançar a cifra de 30%, a floresta perderá a capacidade de produzir chuvas suficientes para se auto-sustentar (Marengo, 2008). Com mais de 40% de degradação, a precipitação pluviométrica diminuirá de forma significativa no leste da Amazônia, resultando no aumento da temperatura, que promoverá aumento na evaporação da água do solo. Esses impactos locais, somados aos efeitos do aquecimento global e dos impactos das variações climáticas produzidas pelos padrões interanuais e decenais, ocasionarão mais danos ao ambiente (Marengo et al., 2011), tornando cada vez mais difícil a sustentação de espécies da fauna e flora sobre essa porção da superfície terrestre.
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Variação temporal da resistividade elétrica em contaminação por gasolina

Variação temporal da resistividade elétrica em contaminação por gasolina

Este trabalho visa avaliar a variação temporal do parâmetro físico resistividade elétrica num experimento em escala de laboratório, constituído por tanque com solo areno-argiloso contaminado por gasolina. O estudo do comportamento deste derivado de petróleo em escala laboratorial visa produzir subsídios técnicos para melhor compreensão de resultados de caracterização geoelétrica em estudos casos reais de áreas contami- nadas por gasolina, que muitas vezes apresentam resultados conflitantes.

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Resistividade elétrica de cerâmicas de alumina a temperatura ambiente e a 600oC

Resistividade elétrica de cerâmicas de alumina a temperatura ambiente e a 600oC

Estas impurezas provocam também profundas modificações nas características estruturais dos cristais, como a difusão, mesmo em materiais que possuem baixa concentração de defeitos puntiformes intrínsecos, como a alumina. São classificados em impurezas aliovalentes receptores (Mg, Fe e Co) e doadores (Ti, H, Si, Y e Zr) [13]. As características ou as variações nas medidas de condutividade elétrica em função da pressão parcial de Oxigênio indicam a forma pela qual estas impurezas agem para encontrar a condição de eletroneutralidade numa rede cristalina.

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Avaliação hidrogeológica do aqüífero Urucuia na bacia do rio das Fêmeas - BA usando resistividade e polarização elétrica induzida.

Avaliação hidrogeológica do aqüífero Urucuia na bacia do rio das Fêmeas - BA usando resistividade e polarização elétrica induzida.

em 1998, entre o Centro de Pesquisa em Geof´ısica e Geologia da Universidade Federal da Bahia (CPGG/UFBA) e a Superin- tendˆencia de Recursos H´ıdricos do Estado da Bahia (SRH/BA), com o objetivo de realizar estudos de avaliac¸˜ao e uso de recur- sos h´ıdricos em ´areas estrat´egicas do estado. Oitenta sonda- gens el´etricas, de resistividade e polarizac¸˜ao induzida no dom´ınio do tempo, foram executadas e interpretadas usando informac¸˜oes geol´ogicas de mais de uma dezena de poc¸os de explorac¸˜ao de ´agua. Com isso, foi poss´ıvel obter a geometria estrutural do aq¨u´ıfero, definir algumas caracter´ısticas litol´ogicas e hidr´aulicas de seu substrato, assim como caracterizar regionalmente a varia- bilidade espacial de suas propriedades de armazenamento e de transmiss˜ao de ´agua.
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Resistividade elétrica superficial do concreto: influência da cura

Resistividade elétrica superficial do concreto: influência da cura

A resistividade elétrica superficial do concreto, nos estados fresco e endurecido, pode ser influenciada por alguns fatores, como por exemplo: grau de hidratação, relação água/aglomerante (a/ag), procedimento de cura, teor de agregado e existência de armadura. Este trabalho tem o objetivo de avaliar o desempenho e o comportamento da resistividade elétrica superficial do concreto tendo como base a influência do tempo de cura e relação a/ag. Os concretos dosados foram divididos em três grupos, onde C-0,81 representa o grupo de concretos com relação água/aglomerante de 0,81 e 20 MPa de resistência à compressão; C- 0,50 representa os concretos com relação água/aglomerante de 0,50 e 40 MPa; e C-0,35 representa os concretos com relação água/aglomerante de 0,35 e 60 MPa de resistência à compressão. Os procedimentos de cura aplicados aos três grupos foram: cura seca, cura submersa até os sete dias e cura submersa até os quatorze dias. No presente estudo, os resultados mostraram que quanto maior a relação água/aglomerante, maior será a porosidade da mistura que, por sua vez, eleva a resistividade elétrica. No que tange ao procedimento de cura, os concretos curados a seco apresentaram maiores índices de resistividade que os concretos submersos.
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Mapeamento aproximado da resistividade em subsuperfície usando dados de resistividade aparente e geoestatística

Mapeamento aproximado da resistividade em subsuperfície usando dados de resistividade aparente e geoestatística

É apresentado um novo método para o mapeamento aproximado da resistividade em subsu- perfície usando uma abordagem geoestatística. São utilizados os pontos característicos (PCs) de uma sondagem de resistividade, que são os seus pontos de inflexão e de extremos (máximos e mí- nimos). O método consiste basicamente de quatro etapas: i) suavizar ou interpolar as sondagens elétricas, ii) obter os PCs usando as versões suavizadas das sondagens elétricas, bem como obter as estimativas pontuais para a resistividade em subsuperfície usando relações empíricas entre os espaçamento de eletrodo e profundidade, iii) calcular os semivariogramas associados às estima- tivas pontuais de resistividade, e ajustar os mesmos a um modelo de semivariograma teórico, e, finalmente, iv) estimar a distribuição da resistividade em subsuperfície por krigagem utilizando as estimativas pontuais. Não é feita nenhuma hipótese sobre a resistividade verdadeira e, como resultado, o método é robusto à dimensão do modelo e pode ser implementado para qualquer di- mensão. Computacionalmente, o método é muito rápido porque nenhuma modelagem (direta ou inversa) é realizada e o custo computacional é apenas o da krigagem. Dada a sua robustez a erros de medição e à dimensão do modelo, o método pode ser implementado como uma técnica rápida e automática de interpretação. A distribuição de resistividade estimada tem valor tanto como um objeto de interpretação quanto como um modelo inicial de melhor qualidade para inicializar os algoritmos de inversão. Neste último uso, cerca de 30% a 40% das iterações podem ser poupadas em comparação com a inicialização com o semiespaco homogêneo, para o caso dos algoritmos de inversão 2D que incorporam a restrição de suavidade. O desempenho do método é demonstrado com aplicações com dados 2D sintéticos e reais no arranjo Schlumberger. A abordagem proposta pode ser generalizada para outros métodos de resistividade DC e métodos eletromagnéticos que se baseiam em sondagens de resistividade.
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Estimativa da condutividade elétrica da solução do solo a partir do teor de água e da condutividade elétrica aparente do solo .

Estimativa da condutividade elétrica da solução do solo a partir do teor de água e da condutividade elétrica aparente do solo .

respectivamente). No trabalho de MUÑOZ-CARPENA et al. (2001), em que a relação entre CEa, CEw e θ foi avaliada, mediante a aplicação de soluções de BrK no solo, o modelo linear de RHOADES et al. (1976) foi o que melhor explicou essa relação, comparativamente aos modelos de VOGELER et al., (1996) e RHOADES et al. (1989). MUÑOZ-CARPENA et al. (2001) relatam que o modelo de RHOADES et al. (1976) também tem se destacado em outros trabalhos, tal como no de DE NEVE et al. (2000), e mencionam, ainda, que o menor número de parâmetros desse modelo faz com que não haja justificativa para o uso de outros modelos com maior número de parâmetros.
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Absorção capilar e resistividade elétrica de
concretos compostos com cinza de casca de arroz de
diferentes teores de carbono grafítico

Absorção capilar e resistividade elétrica de concretos compostos com cinza de casca de arroz de diferentes teores de carbono grafítico

Há, cada vez mais, uma busca de alternativas para reduzir o impacto ambiental na produção de insumos, como o cimento, que é altamente poluente. Adições minerais têm sido investigadas como substituições parciais ao cimento no concreto, pois, além de propiciar o aproveitamento de resíduos industriais, os quais muitas vezes não possuem destinação específica e são degradantes do ponto de vista ambiental, podem oferecer melhora nas características de durabilidade do material, conforme verificado em estudos anteriores. No Brasil, que é um grande produtor de arroz, são geradas anualmente milhões de toneladas da casca deste cereal, sendo parte dessa utilizada para produção de energia, em usinas termoelétricas. A cinza da casca de arroz, resultante da queima da casca, tem sido fonte de pesquisas visando a sua utilização como substituição parcial ao cimento do concreto. Ainda são poucos os estudos que fazem um comparativo da influência da viabilidade da utilização da cinza de casca de arroz com diferentes teores de carbono grafítico (cinza clara e escura), obtidas por queima controlada, frente a características de durabilidade em concretos. Neste trabalho, misturas contendo diferentes teores de CCA clara e escura foram investigadas quanto ao desempenho em concreto estrutural, através dos ensaios de absorção de água por capilaridade, segundo a NBR 9779:1995 e resistividade elétrica aparente, conforme o método dos quatro eletrodos (Wenner). Adicionalmente, realizou-se o ensaio de resistência à compressão axial, de acordo com a NBR 5739:2007. Para isso, foram testadas oito misturas aglomerantes, investigadas nas relações a/ag 0,35, 0,50 e 0,65: uma composta por 100% de cimento Portland, REF, três com substituição de cimento por CCA clara, em teores de 10%, 20% e 30%, denominadas 10 CCAC, 20 CCAC e 30 CCAC, respectivamente, outras três com os mesmos teores de troca de cimento por CCA escura, identificadas por 10 CCAE, 20 CCAE e 30 CCAE, respectivamente, e uma mistura com 10% de sílica ativa, 10 SA, para comparação de resultados. O aumento no prazo de cura e no teor de substituição de cimento por CCA resultou em melhor desempenho para as propriedades investigadas. Em igualdade de relação a/ag, no geral, os valores de resistência à compressão foram semelhantes, indiferentemente do teor de carbono grafítico da CCA. As misturas compostas com CCAE apresentaram melhor desempenho quanto à absorção capilar, embora superadas pela mistura com SA. Com relação à resistividade elétrica, a mistura composta com 30% de CCAC apresentou melhor desempenho em todas as idades de ensaio.
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Comparação dos métodos de ensaio não destrutivo para qualidade do concreto: resistividade elétrica superficial e volumétrica em corpo de prova

Comparação dos métodos de ensaio não destrutivo para qualidade do concreto: resistividade elétrica superficial e volumétrica em corpo de prova

Os ensaios foram divididos em quatro partes: Parte um CPV, parte dois CPIV, parte três CPIII e a quarta parte corpos de provas genéricos sem proveniência. Cada parte (três iniciais) possui as mesmas condições, diferenciando apenas o tipo de cimento usado. Os ensaios seguiram a mesma orientação dos ensaios preliminares, utilizando a medição da massa do corpo de prova, do módulo de elasticidade, submersão em água por duas horas, coleta dos valores de resistividade elétrica superficial e volumétrica e por fim teste de resistência mecânica a compressão.
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Condutividade elétrica aparente do solo em dois tipos de solo

Condutividade elétrica aparente do solo em dois tipos de solo

RESUMO - O mapeamento da condutividade elétrica aparente do solo (CE a ) tornou-se importante para caracterizar a variabilidade do solo em sistemas de agricultura de precisão. A CE a pode ser usada para definir os pontos de amostragem para mapeamento de atributos químicos e físicos do solo? O objetivo deste trabalho foi avaliar as relações entre CE a e atributos do solo em duas áreas com texturas de solo diferentes. Em cada área, 50 pontos de amostragem foram escolhidos considerando uma linha de caminhamento que apresentou alta variabilidade de CE a , obtida através de um mapeamento preliminar do atributo. Em cada ponto de amostragem a CE a foi mensurada nas profundidades de 0-20, 0-40 e 0-60 cm do solo, recolhendo-se também amostras de solo para determinação dos atributos físicos e químicos em laboratório. Os dados de CE a mensurados em diferentes profundidades do solo foram muito similares. Observou-se um grande número de correlações significativas entre CE a e os atributos do solo. Na área de solo arenoso, não houve correlação entre CE a e matéria orgânica ou entre CE a e teor de argila e de areia. Entretanto, uma correlação positiva significativa foi observada para o fósforo remanescente. Na área de solo argiloso, a CE a teve correlação positiva significativa com o teor de argila e correlação negativa significativa com o teor de areia. Os resultados sugerem que o mapeamento da CE a não substitui a amostragem tradicional do solo, porém, pode ser utilizada como informação para delimitar regiões que apresentam atributos de solo semelhantes em uma área.
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