Responsabilidad Social Corporativa

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La Responsabilidad Social Corporativa como paradigma para la legitimación del orden económico neoliberal y la búsqueda de la competitividad empresarial

La Responsabilidad Social Corporativa como paradigma para la legitimación del orden económico neoliberal y la búsqueda de la competitividad empresarial

Esta vez en solitario, Davis publicó en 1967 un artículo titulado “Understanding the Social responsibility puzzle: what does the businessman owe to society?” Con este artículo señaló que cualquier organización, ya sea empresarial o no, debe asumir su responsabilidad social, definiendo, a continuación, los siguientes elementos como fundamentales en el concepto de Responsabilidad Social Corporativa: “[...] business is a joint venture of responsible citizens and groups of citizens, such as investors, managers, workers, communities, scientists, and others. Together these groups offer diverse inputs and expect diverse outputs” (Davis, 1967, p. 47), dando, así, un nuevo impulso al desarrollo de las ideas en torno a los grupos de interés.
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La responsabilidad social corporativa desde el enfoque de las relaciones públicas: Estrategia de gestión relacional en el contexto del desarrollo local y turismo sostenible

La responsabilidad social corporativa desde el enfoque de las relaciones públicas: Estrategia de gestión relacional en el contexto del desarrollo local y turismo sostenible

La  organización  turística  (pública  o  privada)  tiene  que  trabajar  intensamente  con  los   ciudadanos  residentes  en  los  destinos,  para  la  elevación  de  su  cultura  del  turismo  y   la  hospitalidad.  La  idiosincrasia  de  estos  individuos  es  uno  de  los  principales  móviles   dentro  del  proceso  de  organización  de  un  periplo  turístico,  cuestión  que  no  debiera   ser   aprovechada   únicamente   por   el   discurso   publicitario   (con   sus   consabidas   edulcoraciones   y   figuras   hiperbolizadas)   sino   también   por   las   relaciones   públicas   pero  desde  una  perspectiva  más  estratégica,  desde  la  cual  se  contribuya  a  hacer  de   los  anfitriones  una  parte  activa  del  amplio  concepto  de  producto  turístico”  (pp.  517)     Ambos  enfoques,  dirá  García  Iglesias,  la  publicidad  con  un  objetivo  de  beneficio  económico   y  las  relaciones  públicas  con  un  objetivo  de  beneficio  social,  no  tienen  que  estar  reñidos  aunque  es   difícil  encontrar  el  punto  de  equilibrio  entre  los  dos,  especialmente  en  el  turismo  donde  la  idea  de   lucro   está   muy   interiorizada   y   mucho   más   legitimada   que   cualquier   otra.   Si   se   realizan   las   estrategias  comunicacionales  únicamente  desde  la  óptica  comercial,  la  organización  y  gestión  de   las  actividades  turísticas  se  centran  en  el  intercambio  exclusivamente  comercial,  ello  restringe  a   las   organizaciones   e   instituciones,   en   este   caso   a   las   AEDLs,   sus   posibilidades   de   promoción   integral  con  el  objetivo  de  un  desarrollo  de  éxito  en  el  área  local.  
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RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS FUNDACIONES,  Y EL GÉNERO EN SUS PATRONATOS

RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS FUNDACIONES, Y EL GÉNERO EN SUS PATRONATOS

Las iniciativas a favor de la diversidad de género en los consejos surgidas desde ámbitos sociológicos, iuslaboralistas e incluso económicos han trascendido el ámbito de las personas jurídicas societarias. Y numerosos documentos relativos a las sociedades mercantiles propugnan la diversidad en los consejos, con los argumentos de que enriquece las opiniones y enfoques, minimiza los riesgos de visiones parciales y fragmentadas, objetiva los problemas, facilita la innovación y la búsqueda de nuevas soluciones, equilibra los poderes, etc. También desde la Responsabilidad Social Corporativa (RSC) se considera la presencia de la mujer en los altos puestos organizativos como un índice valorativo positivo, incluso, se va abriendo paso la idea de que sin esfuerzos por lograr el equilibrio de géneros, las empresas no habrían de ser consideradas socialmente responsables1. Con todo, entre las fundaciones, que representan un sector claramente relacionado con el “buen hacer” o el “interés general”, ni siquiera puede decirse que exista un debate propiamente dicho en relación con la paridad de género en sus órganos de gobierno.
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Redes e Responsabilidade Social Corporativa: Um Estudo de Caso

Redes e Responsabilidade Social Corporativa: Um Estudo de Caso

Este estudio tiene como objetivo contribuir a la elucidación de las cuestiones relacionadas con los temas de responsabilidad social corporativa (RSC) y las redes de cooperación entre empresas. Con este propósito a través de este estudio de caso que buscamos, para entender lo que el impacto de las redes en las estrategias de RSE. El estudio de caso en cuestión se basa en las acciones regionales de desarrollo sostenible (DRS) de una entidad financiera, que considera esta práctica como una forma de ella y los socios se dan cuenta de sus acciones de RSE. El documento está organizado inicialmente considerando la introducción, la discusión teórica sobre los dos temas que desea relacionarse (redes y RSE) y, después de la aclaración de la metodología de trabajo, se presenta la metodología de la institución de financiación del
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A importância estratégica de comunicar a responsabilidade social corporativa

A importância estratégica de comunicar a responsabilidade social corporativa

Nas últimas décadas, as empresas têm-se empenhado muito em diferenciar-se dos seus concorrentes e fazem-no através de diferentes meios: inovação de produtos, processos de gestão, serviços que acrescentam valor ao produto, etc. Atualmente a comunidade de empresários crê que a sustentabilidade é algo que se obtém através de práticas de gestão cujo foco seja, essencialmente, a satisfação do consumidor, aumentando a proposta de valor oferecida. Mas o que é que podemos entender exatamente por valor percebido pelo consumidor? Existem várias definições e interpretações segundo diferentes autores mas a definição de Zeithaml (1988) é talvez a mais clara: "o valor percebido pelo consumidor é a diferença entre os valores positivos e os valores negativos implícitos numa decisão de compra. O somatório dos valores positivos constituem o conjunto de benefícios para o consumidor, enquanto o somatório dos valores negativos constituem os sacrifícios implicados nessa decisão de compra". É neste paradigma que se deve inserir a Responsabilidade Social Corporativa como um fator agregador de valor para o consumidor. A Responsabilidade Social Corporativa tem um impacto crescente na reputação da empresas e na confiança que os consumidores nelas depositam, aumentando assim o peso dos valores positivos em relação aos valores negativos, tal como é demonstrado pelos estudos da Cone já citados (2007, 2011,2012).
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A responsabilidade social corporativa e sua divulgação no Grupo Bosch

A responsabilidade social corporativa e sua divulgação no Grupo Bosch

As questões sociais merecem consideração moral própria e devem levar os gestores a considerar os impactos sociais das atividades na tomada de decisão (M. Branco & Rodrigues, 2006). A go- vernação corporativa relaciona-se intimamente com o comportamento da organização ao especifi- car as regras sobre tomada de decisão, e ao especificar as funções aos membros da organização. Assim, a estrutura de governação corporativa é importante para a elaboração da visão nas empre- sas, para a construção de liderança e cultura nas empresas, pois esta visão vai influenciar a to- mada de decisão e a ligação com as partes interessadas (Zheng et al., 2014). Independentemente de qualquer pressão das partes interessadas, as ações devem ter sempre em conta a conservação dos recursos naturais da Terra ou a preservação da biodiversidade (M. Branco & Rodrigues, 2006). O ser humano deve também ser socialmente responsável pela falta de recursos da comunidade e do ambiente. Este deve possuir apenas o essencial para viver, pois quanto mais depender de bens materiais, ou querer possuir coisas fúteis, mais insatisfeito se tornará. Gandhi e Dalai Lama servem de exemplo em como o ser humano não necessita de possuir muitos bens materiais. Os valores da sociedade de consumo começam a mudar, pois não são só as empresas que devem diminuir os recursos, a sociedade também é responsável pelo excesso de gases poluentes provocados pelo excesso de consumo, principalmente nos países industrializados.
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Responsabilidade social corporativa: o que há de filantrópico no trabalho voluntário?

Responsabilidade social corporativa: o que há de filantrópico no trabalho voluntário?

The increasing business investment in the area of Corporate Social Responsibility (CSR) has provoked many questions, both in the academy and in the business field, on the need and the real reasons that lead organizations to encourage and disseminate social actions promoted in the community where are inserted. The objective of this study is to confront the discourse adopted on the practice of CSR in a multinational consulting company specializing in business management, with a business office in the city of Rio de Janeiro, Brazil, with the different perspectives of their employees about the reasons that they undertake such activities, as well as why its workforce decides to join them. In the construction of the theoretical basis, were used the existing streams of different visions on the topic of CSR. To investigate the possible inconsistencies between discourse and practice, was conducted a field research based on official documents and interviews with employees of both sexes and different positions in that company. The results suggest differences between the discourses within the employees, showing that they question the purpose of the company, as well as the philanthropic intentions of other coworkers.
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Relacionando o comprometimento organizacional e a responsabilidade social corporativa

Relacionando o comprometimento organizacional e a responsabilidade social corporativa

Focando primeiramente as hipóteses relativas ao comprometimento afetivo – H1a, H1b, H1c e H1d –, avaliou-se que nenhuma delas foi rejeitada. Além de tal fato coincidir com os resultados apresentados por Turker (2008), ele está em consonância com o modelo de Meyer e Allen (1991, apud MEYER et al., 2002) e os antecedentes do comprometimento organizacional ali apresentados. A percepção dos empregados sobre as atividades de responsabilidade social corporativa voltadas aos empregados e voltadas aos consumidores, que apresentaram maiores números nos dois tipos de análises quantitativas realizadas, são as ações mais próximas dos funcionários. Estando ligadas às suas experiências de trabalho, elas seriam justamente as de maior impacto no seu comprometimento afetivo. Já as atividades de responsabilidade social corporativa voltadas aos stakeholders sociais e não sociais e as voltadas ao governo são mais distantes deles. Pode-se supor que a relação entre essas duas categorias e o comprometimento afetivo seja baseada em características pessoais dos indivíduos, tais como crenças e valores.
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Megaprojetos de hidrelétricas brasileiras: um olhar sobre responsabilidade social corporativa

Megaprojetos de hidrelétricas brasileiras: um olhar sobre responsabilidade social corporativa

Cabem às empresas que busquem entender, dentro de um novo paradigma, seu papel como cidadãos do mundo, possuidores de responsabilidades que vão além do cumprimento das leis e desejos dos acionistas. Que embora não sejam agentes sociais, têm em seus gestores e funcionários deveres morais, mesmo que individuais. Que a Responsabilidade Social deve ser tratada como uma questão de gestão estratégica, tão necessária quanto à questão financeira. Que olhem para seu próprio futuro. Que busquem sempre novas formas, mais eficientes e porque não, com menores externalidades.
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Responsabilidade Social Corporativa e Empreendedorismo: Evidências e fragilidades

Responsabilidade Social Corporativa e Empreendedorismo: Evidências e fragilidades

A incipiente presença do empreendedorismo corporativo acompanhado da inovação nos debates e reflexões da Responsabilidade Social Corporativa (RSC) vem, de um lado, distanciando a produção acadêmica brasileira deste campo, dos demais países do Hemisfério Norte, e de outro lado, deixando o campo da RSC carente de modelos interpretativos dos fenômenos contemporâneos vinculados ao empreendedorismo e inovação, em curso nas empresas brasileiras. O presente artigo tem por objetivo analisar a RSC na perspectiva do empreendedorismo, buscando explorar e identificar as interfaces e conexões, e propõe um modelo de análise para ampliar e facilitar a interpretação. A metodologia descritiva e exploratória adotada norteou a condução da pesquisa. Os resultados apontam para a proposta de modelo de análise constituído de quatro dimensões, a saber: racionalidade, compreensão intuitiva, valor e gestão das incertezas, apoiado no empreendedorismo. O modelo de análise eleva a compreensão e interpretação da RSC.
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Criação de metodologia para aplicação do Protocolo de Princípios de Responsabilidade Corporativa Globalmente Sustentável/Practical implementation of the Protocol of Principles of Globally Sustainable Corporate Responsibility

Criação de metodologia para aplicação do Protocolo de Princípios de Responsabilidade Corporativa Globalmente Sustentável/Practical implementation of the Protocol of Principles of Globally Sustainable Corporate Responsibility

A descrição do processo de criação do conceito de RCGS e de seu protocolo é detalhada no artigo de Bier et al. (2016). De forma resumida, o protocolo possui seis dimensões de análise, as quais se agregam 30 aspectos caracterizadores subdivididos em 136 critérios. As dimensões, características e critérios foram elaborados, principalmente, a partir dos seguintes documentos e fontes: Instituto Ethos, Escala Akatu de Responsabilidade Social Empresarial, Ibase, GRI, ISE da Bovespa, ONU, ISO 26.000, Pacto Global, Agenda 21, Objetivos do Milênio, Social Accountability 8000, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC, Iaspe da FDC, Cadbury Report. Os tópicos seguintes ilustram alguns desses aspectos e critérios, por dimensão:
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Responsabilidad social empresarial como base para el desarrollo sostenible en el Perú

Responsabilidad social empresarial como base para el desarrollo sostenible en el Perú

Por su parte, ETHOS, la organización brasilera que lidera el campo de la RSE en Sudamérica, define a la responsabilidad social empresarial como “una forma de conducir negocios de tal manera que la empresa se convierte en socio co-responsable para el desarrollo social”. Este concepto es mas específico que el anterior pues indica que la co-responsabilidad del desarrollo social recae en las empresas, y por tanto, su comportamiento, se debe ajustar a los requerimientos de la sociedad en primer lugar, en términos de sostenibilidad económica, seguido del cuidado del medio ambiente y de una adecuada relación con la comunidad.
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Racionalidades subjacentes às ações de responsabilidade social corporativa.

Racionalidades subjacentes às ações de responsabilidade social corporativa.

T his ar t icle pr esent s r esear ch t hat sought t o under st and t he spr ead of cor porat e social r es- ponsibilit y ( CSR) fr om t he per spect ive of inst r um ent al and subst ant ive rat ionalit y. A st udy of m ult iple cases enabled a deeper under st anding of t his phenom enon, leading t o t he iden- t ifi cat ion of cat egor ies of obser vat ion and t he generat ion of pr oposals for fur t her st udies. The t heor et ical fram ew or k was built on t he concept s of cor porat ion, subst ant ive rat ionalit y, ins- t r um ent al rat ionalit y and cor porat e social r esponsibilit y. The cases of four t een cor porat ions fr om seven differ ent indust r ies w er e analyzed. This analysis r evealed t he pr edom inance of elem ent s of inst r um ent al rat ionalit y in t he CSR init iat ives under t aken, show ing t he under lying ut ilit ar ian calculat ion involved. Our fi ndings cont r ibut e t o r efi nem ent of t he concept of cor porat e social r esponsibilit y and cr eat e an analyt ical m odel t hat can be used t o evaluat e discour se about CSR in ot her t ypes of business or ganizat ions and ot her cont ext s, as w ell as cont r ibut e t o deepening t heor et ical discussion and t o raising new issues on t he t opic.
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RELAÇÃO ENTRE ELISÃO FISCALE PRÁTICAS SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS EM EMPRESAS BRASILEIRAS

RELAÇÃO ENTRE ELISÃO FISCALE PRÁTICAS SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS EM EMPRESAS BRASILEIRAS

A pesquisa possui finalidade aplicada uma vez que buscou analisar se a adoção de responsabilidade social corporativa está associada à prática de elisão fiscal. Os dados coletados são de origem documental e foram obtidos a partir das Demonstrações Financeiras Publicadas, extraídas do sítio da BM&FBOVESPA, legislação tributária e base de dados da Economática®. Quanto à tipologia, a pesquisa é considerada descritiva. Conforme Gil (1996) pesquisas descritivas apresentam como objetivo a descrição das características de determinada população ou a determinação de relações entre as variáveis. Considerando que é apresentado a ETR e os demais dados no período de 2009 a 2013 nota-se dados coletados para cada empresa em diversos anos o que permite afirmar que a pesquisa possui aspecto longitudinal que segundo Hair et al. (2005, p.88) é caracterizado por dados ―coletados das mesmas unidades da amostra em diversos pontos no tempo‖, representando uma série temporal de observações.
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A motivação dos funcionários do Banco do Brasil na região metropolitana do Recife para participarem de programas sociais e voluntariado empresarial: um exame com base na Teoria da Expectância

A motivação dos funcionários do Banco do Brasil na região metropolitana do Recife para participarem de programas sociais e voluntariado empresarial: um exame com base na Teoria da Expectância

Segundo Alves (2001), o termo Governança Corporativa procura definir a busca de aperfeiçoamento das pessoas e das instituições. A Governança não se limita a promover o funcionamento mais eficiente, no sentido superficial, das instituições, ou seja, governança, segundo Alves (2001), não é sinônimo de governabilidade, filantropia ou assistencialismo e sim coerência com comportamentos socialmente responsáveis, sustentados por códigos de condutas universais, levando as empresas a uma maior sustentabilidade de longo prazo. O termo “governança corporativa” vem da expressão inglesa corporate governance e foi definido pela OECD – Organization for Economic Cooperation and Development como " o conjunto de relações entre a administração de uma empresa, seu conselho de administração, seus acionistas e outras partes interessadas. Também proporciona a estrutura que define os objetivos da empresa, como atingi-los e a fiscalização do desempenho."(1999, p. 5, apud FAMÁ; RIBEIRO NETO, 2005, p. 3)
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Práticas de Gestão e Avaliação de Desempenho Ambiental no Setor Portuário em Portugal

Práticas de Gestão e Avaliação de Desempenho Ambiental no Setor Portuário em Portugal

No contexto nacional, o Instituto Português da Qualidade (IPQ) ainda não publicou orientações sobre a integração de sistemas de gestão. No entanto, existem outras iniciativas que visam este mesmo tema, como é o caso do “Manual do Sistema de Gestão Integrado – Qualidade, Ambiente, Segurança e Responsabilidade Social” publicado pela Câmara Municipal de Mora. Os objetivos deste manual passaram por “dar a conhecer a Política da Qualidade, Ambiente, Segurança e da Responsabilidade Social da CMM a todos os trabalhadores, munícipes e outras partes interessadas”; “descrever os elementos essenciais do SGI da CMM e suas interações”; “fornecer orientações sobre documentação re lacionada”; “proporcionar a base documental para a realização de auditorias ao SGI”; e “apresentar o Município de Mora a todos os interessados para efeitos de demonstração da conformidade do SGI com os requisitos das normas de referência” (Neves et al., 2011). Existe ainda um projeto de investigação desenvolvido pelo Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa, a Universidade de Coimbra e a Universidade do Minho. O objetivo será elaborar um guia de boas práticas para a implementação e manutenção de sistemas de gestão integrados nas áreas da qualidade, ambiente e segurança, e ajudar no desenvolvimento de um sistema de indicadores que suportem e orientem as organizações, potenciando a eficiência e eficácia dos seus SGI (Neves et al., 2011).
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DO EMPREENDEDORISMO SOCIAL À RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA: UM  ESTUDO BASEADO NUMA METODOLOGIA QUALITATIVA

DO EMPREENDEDORISMO SOCIAL À RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA: UM ESTUDO BASEADO NUMA METODOLOGIA QUALITATIVA

A  análise  conceptual  estabelece  uma  relação  entre  os  dois  conceitos  de  empreendedorismo   e   indicia   a   origem   do   segundo   radicada   no   empreendedorismo   económico.   A   esta   dicotomia   acresce  o  facto  da  resolução  da  maior  parte  dos  problemas  do  mundo  passarem  por  mobilizar  o   sector   empresarial   de   modo   a   beneficiar   ambas   sociedade   e   empresas,   dai   a   importância   crescente   da   responsabilidade   social   das   empresas.   Esta   relação   conceptual   e   a   prática   da   responsabilidade  social  corporativa  vista  como  sendo  uma  forma  de  empreendedorismo  social.   O  conceito  de  empreendedorismo  é  encarado  como  elemento  catalisador  de  desenvolvimento   económico   através   da   inovação,   da   criação   de   empresas   e   do   aumento   da   produtividade.   No   entanto,  no  centro  desta  temática  encontra-­‐se  o  empreendedor,  que  embora  seja  fulcral  para  o   desenvolvimento   económico,   não   pode   atuar   sozinho,   e   que   além   disso,   está   inserido   num   contexto  que  influencia  as  suas  atitudes  e  comportamentos  e  a  sua  capacidade  de  concretizar  as   oportunidades.   O   empreendedorismo   logo   à   partida,   não   é   portanto,   um   fenómeno   apenas   individual,   é   também   social,   na   medida   em   que   as   percepções   individuais   são   condicionadas   simultaneamente   pela   base   de   conhecimento   individual   e   por   um   clima   socioeconómico   e   cultural,   mais   ou   menos   propício   à   inovação   e   à   formulação   de   novas   soluções,   ou   seja,   os   impactos  mais  alargados  que  o  empreendedorismo  pode  ter  na  sociedade,  surgem  na  forma  de   empreendedorismo   social.   Porém,   convém   salientar   que   o   empreendedorismo   enquanto   conceito   de   apoio   social   exclusivo,   surge   da   lacuna   que   existe   na   falta   de   apoio   que   as   instituições   publicas   nomeadamente   os   estados   dão   às   carências   sociais   que   são   cada   vez   maiores.  Por  sua  vez  as  empresas  são  cada  vez  mais  incentivadas  a  juntar  às  atividades  lucrativas,   preocupações   sociais   na   exploração   de   recursos   que   é   a   designada   Responsabilidade   Social   Corporativa.  
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Rev. LatinoAm. Enfermagem  vol.21 número3

Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.21 número3

En estas investigaciones, de la recurrencia de algunos comportamientos y preocupaciones en los elementos discursivos analizados surgieron indagaciones acerca de los valores más propicios para la consolidación de la enfermería como práctica social. Entre otros, estos comportamientos y preocupaciones se referían a: vínculo; obligatoriedad del enfermero de ‘dar respuestas’ a los problemas de salud, sociales y familiares de los usuarios; indignación y sufrimiento debido a la falta de estructura, condiciones, compañerismo de los equipos y colaboración de la gerencia para la asistencia necesaria; urgencia de organizar los procesos de trabajo y producción individual, de los equipos y de los servicios para bien cuidar, garantizando acceso universal y equitativo de los usuarios a los SUS; comunicación esclarecedora para conseguir adhesión del usuario al tratamiento; preocupación con la limpieza y apariencia personal y de los ambientes, incluyendo los servicios de salud y los domicilios de las familias asistidas.
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Programa de responsabilidade social na Valesul Alumínio: uma receita de sucesso

Programa de responsabilidade social na Valesul Alumínio: uma receita de sucesso

A idéia de transformar a comunidade em uma população mais dinâmica e produtiva gerou uma reformulação estratégica da atuação da Valesul, que lançou, em agosto de 2002, o seu Programa de Responsabilidade Social. Desta forma, a comunidade teria novas chances para promover o seu desenvolvimento e a nossa empresa também ganharia com um entorno mais próspero e um possível aproveitamento da mão-de-obra local. Na verdade, todos os investimentos realizados não trazem somente benefícios para as comunidades vizinhas, a Valesul também ganha, pois minimiza as barreiras sociais e diminui a chance, de certa forma, de ocorrerem roubos de carga, tráfico de drogas e demais delitos que existem nas cercanias. (entrevista realizada em 30/08/2005 com o presidente da Valesul, Humberto Ramos de Freitas)
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A relação entre os consumidores e as empresas : o papel da responsabilidade social corporativa na lealdade do consumidor

A relação entre os consumidores e as empresas : o papel da responsabilidade social corporativa na lealdade do consumidor

ser uma extensão da personalidade do indivíduo, é possível afirmar que a escolha de determinadas empresas pode ser utilizada como forma de exprimir a sua identidade (Pérez, 2009). O papel desempenhado pela identificação do consumidor com a empresa, baseado em práticas de RSC, permite a criação de uma marca corporativa forte, capaz de possibilitar a satisfação das necessidades de autodefinição do indivíduo através da associação a uma identidade de RSC. Assim, os consumidores são motivados a reforçar a sua relação com a empresa e, consequentemente, a desenvolver uma atitude mais favorável e uma ligação emocional mais forte com a mesma (Pérez, 2009). Neste sentido, a perceção de um comportamento socialmente responsável por parte das empresas consegue gerar um estado de proximidade e ligação entre o consumidor e a empresa (Leaniz, Ruiz, e Bosque, 2013). Desta forma, a lealdade reconhecida como um “compromisso profundo por parte do consumidor com uma determinada empresa por si desejada, que o leva a recomprar os seus produtos/serviços no futuro” (Oliver, 1999), possibilita uma melhor compreensão da ligação entre consumidores e empresas, devendo, por isso, ser considerada pelas empresas como um objetivo estratégico, capaz de criar uma vantagem competitiva sustentável. Esta perspetiva está estritamente ligada à criação de valor para o consumidor, isto, porque as empresas constituem uma peça importante na criação da identidade individual e no desenvolvimento de um sentimento de realização para os consumidores. À medida que o relacionamento entre ambas as partes se intensifica, ocorre a incorporação do significado e da essência da empresa no seu autoconceito. Quanto mais forte for a identificação com a empresa, maior o desejo do consumidor de estabelecer um contacto mais profundo e continuado com a mesma (Dutton, Dukerich e Harquail, 1994).
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