Responsabilidade Social Corporativa. Responsabilidade Corporativa. Ações Sociais. Comunicação Interna. Trabalho Voluntário.

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Responsabilidade social corporativa e direitos humanos: discursos e realidades.

Responsabilidade social corporativa e direitos humanos: discursos e realidades.

Do ponto de vista da sustentabilidade do negó- cio, não resta dúvida que a missão da empresa mínero-metalúrgica, de extração de bauxita da re- gião norte do Brasil, de alcançar o posto como mai- or refinaria de alumina do mundo foi cumprida. En- tretanto, mesmo com todas as iniciativas de progra- mas e projetos de responsabilidade social corporativa, ainda persistem, na realidade local, pro- blemas relacionados a questões ambientais e a se- gurança de trabalho. Sem contar que os projetos sociais desenvolvidos pela empresa, na sua maio- ria, apresentam um caráter voluntário e filantrópico e se restringem a um público específico no interior da comunidade. Também, ainda permanecem na re- gião, uma série de desigualdades sociais advindas do remanejamento e posterior assentamento das co- munidades que foram deslocadas do entorno.
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Redes sociais como ferramenta para a divulgação de ações de responsabilidade social corporativa: o estudo de caso da TOMS

Redes sociais como ferramenta para a divulgação de ações de responsabilidade social corporativa: o estudo de caso da TOMS

“Com as novas ferramentas digitais, a comunicação em responsabilidade social corporativa deve de ir para além das tradicionais formas de comunicação, e os comunicadores devem desenvolver aplicações inovadoras das novas tecnologias para explorar o total potencial das ferramentas da internet” (Capriotti, 2014, p. 365). Apesar disto, muitas organizações sem fins-lucrativos e empresas não estão a utilizar a maior parte das potencialidades do mundo online, sendo que o Facebook é ainda utilizado para estratégias de disseminação de informação. Para além disso, existe também uma grande falta de criatividade na exploração de ferramentas de multimédia e de interatividade para melhorar a comunicação de mensagens corporativas (Capriotti, 2014). Com a internet e as redes sociais, as empresas podem falar sobre os seus compromissos em termos de responsabilidade social corporativa, políticas, relatórios e ações, sendo que existe uma multiplicidade de grupos ou indivíduos que discutem e analisam o comportamento social das empresas. Porém, as empresas não conseguem controlar e gerir todas as discussões e conversas sobre a sua empresa, produto, serviço e atividades que estão a ser desenvolvidas. “Estamos a passar de controlar e gerir a comunicação da organização para monitorizar e avaliar o discurso público sobre a organização” (Capriotti, 2014, p. 371).
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Responsabilidade social corporativa: um estudo de caso na empresa beta

Responsabilidade social corporativa: um estudo de caso na empresa beta

Percebeu-se que, os itens mais bem conceituados foram em relação à ética, à imagem da empresa e ao desenvolvimento da comunidade. As contribuições da empresa para com a sociedade, por meio de ações sociais bem planejadas, em que haja verdadeiro comprometimento, acabam por agregar valor a sua imagem. Conforme o Instituto Ethos (2011), o investimento em ações de Responsabilidade Social contribui de forma positiva para a imagem empresarial. Ou seja, atuar com transparência nos negócios, ser ético e ter qualidade na comunicação com os públicos de interesse da organização. Nesse caso, realizar avaliações periódicas da percepção do público interno é fundamental para direcionar o planejamento dos projetos sociais a serem implementados pela empresa.
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Responsabilidade social corporativa: benefício social ou vantagem competitiva?: um...

Responsabilidade social corporativa: benefício social ou vantagem competitiva?: um...

Quanto à origem do capital, não se observaram diferenças significantes nos graus de maturidade e de formalização das iniciativas em função do capital predominante ser nacional ou estrangeiro. Isso pode contrariar uma possível expectativa de que empresas multinacionais possuem mais recursos para melhor estruturar suas áreas de investimento social. Já entre as empresas de capital predominantemente brasileiro, a relação da origem do capital com o grau de alinhamento das ações sociais com o negócio foi considerada significante em um dos testes, sendo que no outro seria considerada significante a 10%. Deste modo, este resultado foi considerado inconclusivo nos critérios definidos neste trabalho, mas deixa uma margem de interpretação e reflexão sobre um possível alinhamento estratégico mais presente em iniciativas sociais de empresas brasileiras estatais do que de empresas privadas. Esta possibilidade poderia existir apoiada novamente no fato de se tratar de dinheiro público, como no caso das sociedades anônimas, o que levaria o investimento social a ser planejado de modo a gerar vantagens também para a empresa, facilitando assim sua aprovação.
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A relação entre reputação corporativa e responsabilidade social corporativa

A relação entre reputação corporativa e responsabilidade social corporativa

No caso da responsabilidade social corporativa, a confecção de um instrumento de medida do construto levou à discussão de modelos teóricos de desempenho social corporativo e como traduzi-los operacionalmente na mensuração da responsabilidade. Verificou-se que os modelos de desempenho conectam-se com as relações sociais da empresas e buscam avaliar em que grau os princípios de responsabilidade social motivam as ações das empresas. Como modelo teórico para este estudo, foi adotado o estudo de Wood (1991) por ser o mais completo de todos os apresentados e por levar em consideração os aspectos específicos que afetam cada grupo de stakeholder. Para auxiliar a montagem da escala de medida da responsabilidade social, optou-se por fazer uma análise mais detalhada de dois instrumentos de reporte do desempenho social corporativo (questionários GRI e Ethos) que têm sido reconhecidos no contexto empresarial como referências. Os temas abordados nestes dois instrumentos foram a base para a construção dos instrumentos de medida. Foram levados em consideração os aspectos que afetam cada um dos stakeholders e as variáveis pesquisadas para cada grupo refletiram este cuidado. Feita a análise fatorial das variáveis que compõem a responsabilidade social foi possível agrupá-las e propor as dimensões da responsabilidade social sob a perspectiva de cada stakeholder. Estes agrupamentos diferem daqueles constantes nos dois questionários que serviram como base para o levantamento das variáveis. Isto se justifica já que os questionários originais são reportes produzidos pelas empresas que para relatar as suas ações de forma geral para todos os públicos com as quais tem relacionamento enquanto este trabalho explorou especificamente dois dos públicos.
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Relacionando o comprometimento organizacional e a responsabilidade social corporativa

Relacionando o comprometimento organizacional e a responsabilidade social corporativa

Focando primeiramente as hipóteses relativas ao comprometimento afetivo – H1a, H1b, H1c e H1d –, avaliou-se que nenhuma delas foi rejeitada. Além de tal fato coincidir com os resultados apresentados por Turker (2008), ele está em consonância com o modelo de Meyer e Allen (1991, apud MEYER et al., 2002) e os antecedentes do comprometimento organizacional ali apresentados. A percepção dos empregados sobre as atividades de responsabilidade social corporativa voltadas aos empregados e voltadas aos consumidores, que apresentaram maiores números nos dois tipos de análises quantitativas realizadas, são as ações mais próximas dos funcionários. Estando ligadas às suas experiências de trabalho, elas seriam justamente as de maior impacto no seu comprometimento afetivo. Já as atividades de responsabilidade social corporativa voltadas aos stakeholders sociais e não sociais e as voltadas ao governo são mais distantes deles. Pode-se supor que a relação entre essas duas categorias e o comprometimento afetivo seja baseada em características pessoais dos indivíduos, tais como crenças e valores.
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Responsabilidade social corporativa: o que há de filantrópico no trabalho voluntário?

Responsabilidade social corporativa: o que há de filantrópico no trabalho voluntário?

Para a fase de coleta dos dados teve-se em mente as considerações de Goldenberg (2000) e Rubin e Rubin (1995). Em atenção às prescrições de Goldenberg (2000), optou-se por um roteiro compatível com a entrevista semi-estruturada. Por conta das considerações de Rubin e Rubin buscou-se identificar, para os propósitos desta pesquisa, quais eram as funções-chave na organização em foco a fim de se obter conteúdo relevante. Segundo esses autores, os sujeitos selecionados devem: (a) conhecer a arena cultural, situação ou experiência a ser estudada; (b) ter vontade de falar e (c) ter diferentes perspectivas. Observou-se, ainda, a necessidade apontada por Eisenhardt (1989) de que a pergunta da pesquisa deve ser orientadora dos critérios de seleção. Desta forma, visando apreender a percepção dos empregados, além de se valer das percepções do pesquisador que trabalha na CONSULT, foram realizadas entrevistas previamente agendadas, ocorridas entre o período de dezembro de 2011 a agosto de 2012 e tiveram duração média de 35 a 45 minutos cada. Como alguns dos selecionados a participar da pesquisa não tinham conhecimento suficiente das ações dos programas de responsabilidade social promovidas pela companhia, suas respostas foram invalidadas, e, portanto, desconsideradas nas análises feitas pelo pesquisador.
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Megaprojetos de hidrelétricas brasileiras: um olhar sobre responsabilidade social corporativa

Megaprojetos de hidrelétricas brasileiras: um olhar sobre responsabilidade social corporativa

Uma das empresas que compõe o grupo investidor de Santo Antônio, a Odebrecht, em sua revista interna, disponibilizada pela internet, traz uma reportagem sobre a Usina. Nela mostram o exemplo de uma família que vive na comunidade Engenho Velho, na margem esquerda e que será atingida pelas águas. Nessa comunidade vivem 30 famílias, que tiram seu sustento da pesca e da agricultura, cultivando, sobretudo, mandioca, mas também milho, cupuaçu e açaí. “Vamos para um lugar melhor para a pesca e a agricultura do que o atual” são palavras do Sr. Francisco, entrevistado pela equipe da Odebrecht Informa. A comunidade vai ser deslocada 5 km do seu local atual, para uma região à jusante de onde está a barragem (LOVATO FILHO, 2008).
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RACIONALIDADES SUBJACENTES ÀS AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA EM EMPRESAS DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

RACIONALIDADES SUBJACENTES ÀS AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA EM EMPRESAS DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO

Esta dissertação é o relato de pesquisa que buscou entender o surgimento do fenômeno da Responsabilidade Social Corporativa e sua disseminação entre as corporações atuais. Neste sentido foi adotada como premissa central do trabalho a idéia de que entender a racionalidade subjacente aos discursos permite entender o surgimento e a disseminação do fenômeno da responsabilidade social corporativa. Para tanto foram detalhados os conceitos de racionalidade substantiva, racionalidade instrumental, corporação e responsabilidade social corporativa. Por meio de um trabalho descritivo, com pesquisa qualitativa e análise de conteúdo, analisou-se oito corporações do setor elétrico, com ações de responsabilidade social corporativa listadas no programa ‘Em Boa Companhia’ da Bolsa de Valores de São Paulo, no intuito de extrair inferências que pudessem identificar o tipo de racionalidade predominante em tais ações e o que determinaria a disseminação desta prática. O trabalho também buscou conceituar detalhadamente o que seria responsabilidade social corporativa, fazendo um histórico do surgimento desta prática entre as empresas e também sobre o tratamento acadêmico que vem sendo dado ao tema. Utilizando-se de análise do discurso e análise categorial, com apoio de um modelo conceitual criado especialmente para esta análise, foi possível detectar os tipos de racionalidade presentes no discurso das companhias avaliadas. Ressalta-se que quando se aborda a responsabilidade social corporativa não se inclui, nesta pesquisa, a responsabilidade social de seus proprietários, ou mesmo de seus gerentes. Trata-se a organização como ente capaz de jure e de facto de exercer direitos e responder por seus atos, à parte de seus proprietários e/ou dirigentes. Ou seja, a análise realizada não abrange a racionalidade dos proprietários
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A relação entre os consumidores e as empresas : o papel da responsabilidade social corporativa na lealdade do consumidor

A relação entre os consumidores e as empresas : o papel da responsabilidade social corporativa na lealdade do consumidor

À medida que os consumidores se tornam mais conscientes dos seus direitos e das responsabilidades das empresas para com a sociedade, maior deve ser a preocupação destas em agir em conformidade com as expectativas dos seus públicos. A RSC tem vindo a mostrar-se uma estratégia de posicionamento altamente eficiente e a tornar-se um atributo importante para a diferenciação competitiva (Du et al., 2007). De acordo com Brown e Dacin (1997), o histórico das ações de responsabilidade social não proporcionam, propriamente, informações aos consumidores sobre a qualidade dos produtos de uma determinada empresa, no entanto, permite a criação de um contexto facilitador favorável, no qual o consumidor constrói a sua avaliação. No mesmo sentido, esta poderosa ferramenta de marketing permite responder às expectativas dos consumidores, melhorar a performance e reputação das empresas e, ao mesmo tempo, ajudar causas nobres (Sen e Bhattacharya, 2001; Nan e Heo, 2007 citados por Lii, 2011). A globalização das economias através da ação das grandes multinacionais, condicionada pelas preferências e valores do mercado, veio acelerar todo o processo associado à definição do conceito de RSC. Posto isto, facilmente se percebe a crescente visibilidade que a RSC adquiriu nos últimos anos. Assumir uma postura socialmente responsável vai para além do cumprimento de meras obrigações legais. Apostar no investimento em capital humano, no ambiente e nas relações com as partes interessadas e comunidades locais (Livro Verde, 2001), integra os alicerces de uma atitude genuinamente responsável. A conciliação entre empresa e sociedade promove o desenvolvimento social e o crescimento empresarial sustentado. Só assim, a RSC poderá constituir um investimento na competitividade futura da empresa. De seguida o estudo é encaminhado no sentido de proporcionar uma compreensão mais clara da necessidade de conceber uma estratégia que integre as empresas e a sociedade.
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Uma análise de conteúdo escrito sobre as referências à responsabilidade social corporativa em instituições de ensino superior no Rio de Janeiro

Uma análise de conteúdo escrito sobre as referências à responsabilidade social corporativa em instituições de ensino superior no Rio de Janeiro

Por fim, constatamos também um forte foco ético-religioso, o que faz sentido ao considerarmos que se trata de uma universidade católica. Disciplinas como “O Humano e o Fenômeno Religioso”, “Optativas de Cristianismo” e “Ética Cristã” refletem o curso desejado pela direção teológica/filosófica da instituição. Ao mesmo tempo, constatamos muitas referências no material descritivo do curso e no perfil esperado dos egressos do curso à responsabilidade e à ética. Resta-nos indagar, portanto, se, considerando-se a baixa quantidade de matérias exclusivamente focadas em temas de RSC, a visão “global”, “ética” e “dinâmica” do administrador almejado não é um reflexo da moral individual ensinada por meio da investigação da ética cristã em vez de uma visão mais voltada para o papel de cidadania da corporação como um todo – bem como aos efeitos estratégicos de uma instituição empresarial que apresente desenvolvido e aguçado senso de responsabilidade socioambiental em seus negócios. Trata-se de uma visão que reconhece a responsabilidade social da corporação, e não apenas do indivíduo que a gerencia – um progresso nas correntes de RSC cujo reflexo no curso pode ser questionado.
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Criação de metodologia para aplicação do Protocolo de Princípios de Responsabilidade Corporativa Globalmente Sustentável/Practical implementation of the Protocol of Principles of Globally Sustainable Corporate Responsibility

Criação de metodologia para aplicação do Protocolo de Princípios de Responsabilidade Corporativa Globalmente Sustentável/Practical implementation of the Protocol of Principles of Globally Sustainable Corporate Responsibility

A descrição do processo de criação do conceito de RCGS e de seu protocolo é detalhada no artigo de Bier et al. (2016). De forma resumida, o protocolo possui seis dimensões de análise, as quais se agregam 30 aspectos caracterizadores subdivididos em 136 critérios. As dimensões, características e critérios foram elaborados, principalmente, a partir dos seguintes documentos e fontes: Instituto Ethos, Escala Akatu de Responsabilidade Social Empresarial, Ibase, GRI, ISE da Bovespa, ONU, ISO 26.000, Pacto Global, Agenda 21, Objetivos do Milênio, Social Accountability 8000, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa do IBGC, Iaspe da FDC, Cadbury Report. Os tópicos seguintes ilustram alguns desses aspectos e critérios, por dimensão:
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A importância estratégica de comunicar a responsabilidade social corporativa

A importância estratégica de comunicar a responsabilidade social corporativa

48 exercício de interpretação que, neste caso concreto, é focado essencialmente na reação do consumidor, e também de outros stakeholders, de uma forma mais ou menos direta. O ponto a destacar no objetivo desta investigação é a importância da perceção da ações relativas à Responsabilidade Social Corporativa junto dos consumidores e do mercado e o seu impacto económico e financeiro numa marca/empresa e na sua sustentabilidade. Para tal foram elaboradas duas hipóteses que se propunham servir de base à investigação: A 1ª hipótese "O consumidor, no seu processo de decisão de compra, valoriza informação relativa ao investimento da empresa em Responsabilidade Social" pretendia averiguar se o consumidor, ao longo do seu processo de decisão de compra, procura ou valoriza a informação que lhe é proporcionada acerca das atividades e das causas apoiadas pela empresa fornecedora do bem/serviço que beneficiem a comunidade. O propósito desta hipótese tem a ver com a possível diferenciação, na mente do consumidor, do produto/marca como resultado desta informação, pois de acordo com Podnar e Golob (2007) os indivíduos esperam que as empresas sejam legalmente responsáveis e que as suas ações vão ao encontro das expectativas éticas dos consumidores. Para além disso, Sharp e Zaidman (2010) defendem que a empresa tem que agir estrategicamente em relação às atividades de Responsabilidade Social Corporativa, para obter delas uma fonte de vantagens competitivas. A comunicação das ações ou a comunicação da sua posição face a um determinado problema/questão que preocupa a sociedade é agir e comunicar estrategicamente com vista à diferenciação. A análise dos resultados desta hipótese permite obter insights relativos à importância que as empresas devem atribuir à disponibilização de informação de modo a ir ao encontro das necessidades de informação do novo consumidor, que mais consciente e informado que nunca.
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Redes e Responsabilidade Social Corporativa: Um Estudo de Caso

Redes e Responsabilidade Social Corporativa: Um Estudo de Caso

Sendo as redes múltiplas e possuindo códigos comuns, as conexões entre elas podem se tornar fatores determinantes da formação, orientação e/ ou direcionamento do comportamento social. O objetivo comum da evolução social e da tecnologia fez surgir novos comportamentos, inicialmente, em algumas redes e, em seguida, em toda a estrutura social, definindo, alterando ou criando os processos predominantes, dando nova forma à estrutura social. A organização em rede é a forma predominante do atual estágio do capitalismo (Castells, 2008). Essa forma de organização é vista como sendo o principal instrumento de difusão da informação e do conhecimento, tidos como requisitos básicos do que seria uma nova fase de desenvolvimento da humanidade (Marteleto, 2010). As redes, como novas formas de arranjos organizacionais, apontam certo esgotamento da capacidade de integração e de coesão social das instituições representativas tradicionais e da eficácia das organizações burocráticas e do modelo de planejamento global e centralizado (Scherer- Warren, 2013). Segundo Rufino (2005), estudos realizados sobre as redes de cooperação entre organizações mostraram que esse processo resulta em mais competitividade e oportunidades. Além dos três tipos de redes (industrial, financeira e comercial) a autora, identificou, também, a social, no contexto da economia solidária (ES).
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A motivação dos funcionários do Banco do Brasil na região metropolitana do Recife para participarem de programas sociais e voluntariado empresarial: um exame com base na Teoria da Expectância

A motivação dos funcionários do Banco do Brasil na região metropolitana do Recife para participarem de programas sociais e voluntariado empresarial: um exame com base na Teoria da Expectância

This work aimed to study worker’s motivation, based on the expectancy theory. The motivation of Banco do Brasil workers (Recife Metropolitan Agency) to participate in a volunteers program has been analyzed. Methodology comprised both qualitative and quantitative techniques, with emphasis on using a survey form, which had validated in study in Brazil. Data were found to be consistent with previous evidence that predicts, according to the expectancy theory, that the workers will tend to choose to be a volunteer as a function of the individually perceived rewards associated to such a decision. Sixty-one percent of the surveyed sample (n=214) stated that would serve as volunteers, while the rest (38,8%) declared theirselves as potentially non-volunteers. The qualitative analysis has shown to be consistent with the positive trend of the majority of the workers, in participating as volunteers, with emphasis on the following three associations: first, between the volunteership and the individual rewards, like personal satisfaction and growing, second, on the society improvement and contribution for the social inclusion, and third, on the benefits for the institution, like the Bank image improvement and positive differentiation from other banks. Although in a small degree, negative aspects have also been detected, especially associated to lack of time and work overload. A few requests for working time reduction were also manifested. Although one cannot assure that the present results can be extrapolated to another institution, they provide valuable cues to the studied corporation “Banco do Brasil” in order for it to understand the employer/employee relationship, in face of the volunteership reality.
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Responsabilidade social corporativa: uma investigação sobre a percepção do consumidor.

Responsabilidade social corporativa: uma investigação sobre a percepção do consumidor.

entanto, permanecem. Creyer e Ross (1997) reforçam a importância de estudos nesta área, argumentando que, embora a adoção de uma atitude socialmente responsável se venha tornando cada vez mais importante para as empresas, é preciso questionar se os consumidores realmente levam isso em conta na sua tomada de decisão de compra. Segundo Murray e Vogel (1997), a relutância de algumas empresas em desenvolver programas de responsabilidade social corporativa pode ser atribuída ao fato de estas atividades representarem muitas vezes algo custoso e sem retorno óbvio ou de fácil mensuração para a empresa. É importante ressaltar que as empresas, sobretudo em mercados competitivos, buscam essencialmente a sua sobrevivência. Neste sentido, a realidade do mundo dos negócios exige que a empresa esteja focada na geração de lucros e no retorno a seus acionistas, até para que possa existir e gerar empregos, impostos e mesmo investir em programas sociais. Mas, como se viu, a exigência de lucro e sobrevivência pode conviver harmoniosamente com a responsabilidade social, se entendida de forma mais ampla, como filosofia da empresa.
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Responsabilidade Social Corporativa: Um enfoque multidisciplinar no contexto Globalizado

Responsabilidade Social Corporativa: Um enfoque multidisciplinar no contexto Globalizado

Talvez o elemento fundamental que determina a natureza da Res- ponsabilidade Social Corporativa seja sua voluntariedade, ou seja, sua livre capacidade para decidir o desenvolvimento ou não de uma política de Responsabilidade Social, melhorando sua atuação na parte social e ambiental mínima exigida pela legislação aplicável. Sendo assim, as atividades a serem desenvolvidas ficariam ao livre-arbítrio da empresa, dando forma aos códigos ou declarações internas e em um momento posterior realizar a publicidade de seus comportamentos qualificados como socialmente responsáveis por meio dos informes ou memoriais elaborados com total liberdade. A Responsabilidade Social da empresa não deve ser imposta pelo Direito, por que ser socialmente responsável significa ir além do estrito cumprimento das obrigações legais. A obser- vância da lei constitui somente o ponto de partida, uma condição neces- sária, mas não suficiente para poder classificar uma empresa como social- mente responsável. Uma simples vontade manifestada de se ajustar aos conteúdos legais em um contexto caracterizado pelo não cumprimento, no entanto, pode ser um primeiro indício de responsabilidade social corporativa.
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A responsabilidade social corporativa como sistema simbólico: o significado construído...

A responsabilidade social corporativa como sistema simbólico: o significado construído...

Os homens, ao interagirem uns com os outros, devem considerar o que cada um faz ou está para fazer, são obrigados a dirigir seu próprio comportamento ou manipular as situações em função de tais observações. Assim, as atividades de outrem constituem fatores mais na formação de sua própria conduta; face às ações de outras pessoas, pode-se abandonar intenções ou objetivos ou então, examiná-los, moderá-los ou sustá-los, intensificá-los ou substituí-los; às ações de outrem cabe determinar o que se planeja fazer, além de poder se opor ou impedir tais projetos, requer sua revisão ou exigir outra série diferentes de projetos. De uma forma ou de outra, deve-se adaptar a própria linha de atividade aos atos do outro (BLUMER, 1980, p.125).
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A responsabilidade social corporativa nas Indústrias Granfino: um estudo de caso

A responsabilidade social corporativa nas Indústrias Granfino: um estudo de caso

O presente trabalho objetiva apresentar de que forma se dá a implantação da Responsabilidade Social Corporativa (RSC) numa organização. O tema vem crescendo muito nas últimas décadas, reforçando cada vez mais o papel que as empresas devem assumir com a sociedade, de forma clara, transparente e ética, Buscou-se, como base para este estudo, o marco teórico da responsabilidade social corporativa, apresentando-se as práticas de RSC e os indicadores da responsabilidade social. Para atingir o objetivo proposto, realiza-se um estudo de caso nas Indústrias Granfino, uma empresa com gestão familiar, com sede na Baixada Fluminense, no estado do Rio de Janeiro. Identificou-se que a implantação da RSC na Granfino se deu de forma positiva, uma vez que a ética e os valores sempre nortearam a família Coelho. O trabalho contou com uma análise dos balanços publicados pelas Indústrias Granfino, junto com uma entrevista em profundidade com a presidente Silvia Coelho Lantimant e o gerente do Núcleo de RSC Sr. Carlos Henrique Menditti em pesquisa de campo, tendo se realizado uma análise qualitativa, com base em pesquisa bibliográfica e um estudo descritivo dos dados e informações nos relatórios dos balanços sociais divulgados de 2007 a 2012.
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Responsabilidade corporativa: institucionalização e ideologia

Responsabilidade corporativa: institucionalização e ideologia

O processo de institucionalização funciona em grande parte como um mecanismo de seleção e retenção evolutiva, enfatizando certas características organizacionais (e não outras), e dotando-as com o status de dispositivos fixos mais ou menos permanentes no cenário organizacional, ao declará-las mais desejáveis do que as alternativas. Em nítido contraste com as abordagens da organização de inspiração racional, o institucionalismo tende a renunciar variáveis mais ou menos objetivas de seleção, tais como a eficiência econômica, em favor de critérios inerentemente subjetivos, como a legitimidade percebida (DAHLER-LARSEN, 1998). Uma vez estabelecidas, as instituições definem o universo no qual as ações adequadas podem acontecer antes que um cálculo consciente de custos e benefícios de ações alternativas seja considerado (DAHLER-LARSEN, 1998). Mesmo quando as instituições apoiam-se em pilares reguladores, tais como as sanções, estes ficam latentes na maioria dos casos, pois o mundo que os atores têm como subentendido já foi construído com base nos pilares cognitivos e normativos das instituições.
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