Retenção de alunos

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Gestão da retenção de alunos em cursos on-line sob a perspectiva da aceitação da tecnologia

Gestão da retenção de alunos em cursos on-line sob a perspectiva da aceitação da tecnologia

A retenção em cursos on-line é reconhecidamente baixa. Neste texto objetiva-se avaliar a relação entre fatores de aceitação da tecnologia e a retenção de alunos nesta modalidade, tendo, para o efeito, sido usados a Teoria Unificada de Aceitação e Uso de Tecnologia (UTAUT) e o Modelo de Fatores de Sucesso de Sistemas de Informação de DeLone e McLean (D&M). A pesquisa é descritiva, com abordagem quantitativa e análise pela técnica de modelagem de equações estruturais. Foram de- senvolvidas seis hipóteses relacionando fatores tecnológicos à retenção e investigados alunos de cursos livres de contabilidade. Os resultados indicam que a relação entre a qualidade da informação e a retenção é a mais relevante entre as pesquisadas, seguida pela motivação hedônica e pela autoeficácia. Os achados contribuem para o entendimento dos gestores de que a retenção pode ser obtida especialmente a partir de investimentos na qualidade dos conteúdos disponibilizados, em sistemas com ambientes agradáveis e prazerosos de serem utilizados e em capacitações que tornem os usuários confiantes para o uso do sistema.
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A RETENÇÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL

A RETENÇÃO DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL

Verifica-se que o processo de alfabetização de jovens, adultos e idosos pelo sistema de ensino dos três últimos anos reteve mais metade de seus alunos. Com a retenção, o processo de aprendizagem do aluno não segue continuamente, é retomado do início sem levar em conta as especificidades e algumas habilidades exigidas que o aluno adquiriu ao longo do período que frequentou as aulas semestrais. Tudo isso acontece em respeito aos novos alunos recém- matriculados na escola. Pereira (2007) diz que: “as condições sociais e históricas de aquisição e de uso da escrita geram diferentes estados e condições letradas.” (p.10). Observa-se, portanto, que há um descompasso entre a aprendizagem dirigida pelos professores e necessidade, de leitura e escrita por parte dos alunos. Para González Rey (2008) “o ensino escolar, ainda predomina uma visão de aprendizagem como a reprodução daquilo que se apresenta ao aluno: a aprendizagem é reprodução e não criação.” (p. 30). González Rey (2008) diz que
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Retenção e não retenção no ciclo de alfabetização: estudo com professores estaduais de Chapecó-SC, Brasil

Retenção e não retenção no ciclo de alfabetização: estudo com professores estaduais de Chapecó-SC, Brasil

O presente trabalho de pesquisa tem como objetivo analisar o processo da não retenção nos anos iniciais do ensino fundamental a partir da perspectiva dos professores. O questionamento que norteou a pesquisa está relacionado às repercussões que esse novo modelo de avaliação produziu nas escolas e junto aos professores, as considerações docentes sobre a não retenção dos alunos. Foi realizada uma pesquisa de campo com professores, para conhecer como esta regulamentação, que muda o sistema de avaliação dos alunos, vem sendo implementada nas escolas e como os professores avaliam as mudanças de um sistema de retenção para a não retenção de alunos no ciclo de alfabetização. O trabalho consistiu na realização de uma pesquisa qualitativa, apoiada, sobretudo em entrevistas semi-diretivas, com um grupo de professores das séries iniciais da rede pública estadual de educação da cidade de Chapecó – Santa Catarina, Brasil. A análise dos dados se fundamentou na perspectiva sócio-histórica-cultural da Proposta Curricular do Estado. Os resultados revelaram as resistências, as dificuldades encontradas pelos professores, mas também possibilidades de aceitação e aplicação desse novo modelo de avaliação.
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Análise da influência do ingresso, evasão e conclusão das turmas de Engenharia Mecânica da UFPA entre 2011 e 2019 / Analysis of the influence of entrance, dropout and completion of Mechanical Engineering classes at UFPA between 2011 and 2019

Análise da influência do ingresso, evasão e conclusão das turmas de Engenharia Mecânica da UFPA entre 2011 e 2019 / Analysis of the influence of entrance, dropout and completion of Mechanical Engineering classes at UFPA between 2011 and 2019

A evasão de estudantes de ensino superior é um fenômeno recorrente que afeta as universidades públicas e particulares, não só no âmbito nacional, como internacional. Esta realidade é observada principalmente em cursos de engenharia, aonde muita das causas vão desde a dificuldade de aprendizado, carência de base educacional, até mesmo fatores econômicos, sociais e pessoais. Desta feita, este trabalho busca realizar um estudo referente à taxa de conclusão, bem como de evasão e retenção de alunos de graduação em Engenharia Mecânica que ingressaram na Universidade Federal do Pará (UFPA) durante os anos de 2011 a 2019. Para isso, foi feita uma analise quantitativa de alunos, dentro do período estudado, com base em dados dos fornecidos pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), fazendo, então, uma comparação entre o número de alunos que concluíram e os que evadiram do curso, relacionando com a maneira de ingresso dos mesmos.
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Fatores determinantes da retenção dos alunos no ensino superior: teste de um modelo

Fatores determinantes da retenção dos alunos no ensino superior: teste de um modelo

Na Integração Social está incluído o desenvolvimento e posterior continuidade de interações com colegas e professores, bem como a participação em atividades extra curriculares. Situações como o “estudar” ou ficar numa “escola que não desejava” obrigam a um esforço adicional por parte do aluno. Naturalmente que os mais persistentes têm vantagens nestes domínios, no entanto estas situações não têm só a ver com a personalidade do individuo mas também com o contexto social e académico em que estão inseridos (Tinto, 1997). Este modelo é um dos mais influentes na retenção de alunos no ensino superior (Metz, 2002).
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A escolaridade em ciclos: a escola sob uma nova lógica.

A escolaridade em ciclos: a escola sob uma nova lógica.

A rede de ensino municipal de N iterói implantou inicialmente, em 1994, a avaliação continu- ada, ou seja, a não -retenção de alunos para todo o ensino fundamental, sem alterar a organi-[r]

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Descrição do potencial de retenção de nitrogênio em frangas de postura por diferentes metodologias: mínima retenção.

Descrição do potencial de retenção de nitrogênio em frangas de postura por diferentes metodologias: mínima retenção.

As informações práticas extraídas das taxas ou valores de b desta função estão associadas à retenção de nitrogênio, logo, quanto maior a deposição de nitrogênio ou proteína, menor é a taxa de excreção e mais suavizado é a trajetória da função. Da mesma forma, quando se aproxima do limite de deposição, a taxa de excreção aumenta, uma vez que a deposição de nitrogênio é limitada pelo potencial genético. Esse parâmetro não será enfatizado neste estudo. Para maiores detalhes ver Silva et al. (2013).

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P ROBLEMÁTICA DOI NSUCESSOE SCOLAR A E SCOLARIDADEO BRIGATÓRIA NOA RQUIPÉLAGO DA M ADEIRA EM F

P ROBLEMÁTICA DOI NSUCESSOE SCOLAR A E SCOLARIDADEO BRIGATÓRIA NOA RQUIPÉLAGO DA M ADEIRA EM F

Neste contexto, o estudo que ora se inicia propõe-se avaliar o grau de insucesso escolar ao nível da escolaridade obrigatória na Madeira, determinando quais os anos de ensino mais afectados, as zonas geográficas mais atingidas, assim como os factores que lhe estão subjacentes. Contudo, incidir apenas nestes aspectos tornaria o nosso trabalho meramente descritivo, razão pela qual iremos recorrer a estudo de casos, com suporte em entrevista, contemplando os alunos que obtiveram repetições escolares sucessivas enquanto se encontravam abrangidos pela escolaridade obrigatória. Esta etapa afigura-se-nos de grande importância, pois permitirá detectar de uma outra forma, quer as causas quer as consequências do seu insucesso escolar ao mesmo tempo que nos permite avaliar com alguma consistência a adequação das medidas preventivas, sugeridas e implementadas, quer pelo Ministério da Educação, quer pela Secretaria Regional de Educação e ainda apontar tipos de actuações passíveis de diminuir este fenómeno. Assim, concordamos com Lemos Pires, quando este refere que “(…) só o conhecimento realista dos factos e a sua interpretação objectiva permite fornecer os instrumentos necessários ao exame da situação em que nos encontramos [pois] a partir daí, poderão surgir as diferentes propostas alternativas, a que só os diferentes projectos da sociedade poderão dar sentido e legitimidade.” 10
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Capacidade de retenção de água e de gordura de diferentes concentrados proteicos usados em produtos cárneos emulsificados

Capacidade de retenção de água e de gordura de diferentes concentrados proteicos usados em produtos cárneos emulsificados

A tabela 7 apresenta os valores de referência para as proteínas de soja (Freitas, 2002) e que serviram de ponto de partida aos ensaios. Para todas elas verificou-se uma menor funcionalidade ao nível da retenção de gordura. De facto, para as proporções iniciais dos ensaios da proteína de soja funcional (1:13:4,4) e da proteína de soja dispersível (1:11:5,4) as percentagens de libertação de gordura (média ± desvio-padrão) foram, respectivamente, 67,60% ± 9,49% e 58,85% ± 4,86%, bastante acima do limite máximo estabelecido de 1%. Estas diferenças deveram-se às diferenças de funcionalidade entre os produtos comerciais dos vários fornecedores que podem ser encontradas, mesmo em proteínas do mesmo tipo. As proteínas testadas por Freitas (2002) deveriam estar preparadas para possuírem uma maior capacidade emulsionante que as utilizadas neste estudo.
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RETENÇÃO DE SÓCIOS NO FITNESS

RETENÇÃO DE SÓCIOS NO FITNESS

Seguindo a linha dos autores referenciados nos capítulos anteriores, optou-se por estudar a retenção através do posicionamento – a perceção que o sócio tem de determinado atributo do serviço (e.g. Alexandris et al., 2004; Bodet, 2006; Green, 2005; Grantham et al., 1998; Robinson, 2006) –, das expectativas – aquilo que o consumidor espera do serviço (e.g. Alexandris et al., 2004; Robinson, 2006; Power, 2008) –, do bem-estar – situação agradável permanente com a vida e que o pre- dispõe ao consumo (e.g. Diener et al., 1997; Kural, 2010) – e através da satisfação – contentamento das necessidades e desejos (e.g. Alexandris et al., 2004; Murray & Howat, 2002). Esta última variável aparece ainda referenciada como possível me- diadora na retenção, sendo também um objetivo deste estudo. As caraterísticas sociodemográficas (tais como o rendimento e as habilitações) nem sempre apa- recem, na literatura, como muito relevantes nos praticantes regulares de atividade física. Contudo, no presente trabalho, tal como em algumas referências da prática (e.g. McCarthy, 2007; Talley, 2008), estas relações suscitam interesse de estudo. Em relação às variáveis de consumo (gasto por mês no GHC, frequência de uso e du- ração de treino), estas não são tema de investigações empíricas prévias, exceto a frequência de uso nos estudos de Ferrand et al. (2010), Howat et al. (1999) e Pawlo- wski et al. (2009). Assim, optou-se por estudar estas relações, por serem frequentes referências da prática (e.g. McCarthy, 2007; Talley, 2008).
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RETENÇÃO DE SÓCIOS NO FITNESS

RETENÇÃO DE SÓCIOS NO FITNESS

Para Mazzoni et al. (2007) e Sheth et al. (2010), o nível de educação e o ordenado são também moderadores do consumo e da atividade física em particular (Euro- barometer, 2010). Sheth et al. (2010) referem que as pessoas com formação aca- démica têm mais conhecimentos e cargos profissionais mais elevados, podendo despender mais do seu ordenado para atividades de lazer e saúde. No Eurobaro- meter (2010) os dados sugerem que, quanto maior for a educação dos cidadãos da UE, maior é a sua atividade física e, consequentemente, melhor é a qualidade de vida. Os mesmos dados indicam que a situação financeira parece influenciar a prática. Além disso, os dados (Eurobarometer, 2010) apresentam uma tendência para que esse comportamento se reduza consoante se dá o abandono escolar. Contrariamente, as indicações da presente investigação, em relação aos rendimen- tos, mostram que não há diferenças significativas para a retenção no fitness com as diferenças de rendimentos. Para além disso, os indivíduos com menores quali- ficações têm retenção maior do que os indivíduos com mais qualificações, o que não comprova as hipóteses em estudo, nem vão ao encontro do sugerido pelo Eurobarometer (2010), por Mazzoni et al. (2007) e por Sheth et al. (2010). Os resul- tados parecem sugerir que o rendimento não é determinante nos consumidores de atividade física regular e que estes estão dispostos a despender do seu rendi- mento, independentemente do valor, para continuarem na prática. Em relação às habilitações, surpreendentemente, a amostra com habilitações mais baixas tem mais retenção, o que poderá indicar que também têm cargos profissionais menos exigentes e que, por isso, terão mais disponibilidade para se manterem na prática. Em relação às variáveis de consumo (gasto por mês no clube, frequência de uso e duração de treino), estas não são assunto de investigações empíricas prévias, exceto a frequência de uso nos estudos de Ferrand et al. (2010), Howat et al. (1999) e Pawlowski et al. (2009).
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Orientador: Maria Paula Amaro de Castilho Duarte, Professora Auxiliar, FCTUNL Co-orientador: Clarisse Alexandra Henriques, Engenheira, Cerealis Moagens

Orientador: Maria Paula Amaro de Castilho Duarte, Professora Auxiliar, FCTUNL Co-orientador: Clarisse Alexandra Henriques, Engenheira, Cerealis Moagens

A capacidade de retenção da água tem sido associada com a capacidade total de retenção de todos os constituintes da farinha (Gaines, 2000; Kweon et al., 2009). A capacidade de retenção do carbonato de sódio acredita-se estar relacionada com as características do amido danificado da farinha, uma vez que a solução de carbonato de sódio a 5% eleva o pH acima de 11 (Gaines, 2000), pH ao qual os grupos hidroxilo do amido começam a hidrolisar (Kitamura et al., 1982; Matsunaga e Seib, 1997). O solvente sacarose fornece uma indicação do conteúdo de pentosanas na farinha (Gaines, 2000; Slade e Levine, 1994). Por último, o ácido láctico está associado com a formação da rede de glutenina e força do glúten da farinha, porque o pH inferior a 7 favorece o inchamento e formação de polímeros de glúten em relação aos polissacarídeos (Gaines, 2000; Slade e Levine, 1994). Assim, os diferentes aspetos da qualidade da farinha são perfilados por cada um dos quatro valores de CRS (Gaines, 2000).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA CURSO DE ENGENHARIA DE PETRÓLEO IURY SILVA DE FREITAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA CURSO DE ENGENHARIA DE PETRÓLEO IURY SILVA DE FREITAS

A técnica de squeeze baseia-se na injeção de um inibidor de incrustação, geralmente até 3 m do raio do poço perfurado. A fase de injeção do inibidor costuma ser precedida por uma etapa conhecida como preflush na qual a formação recebe a injeção de uma solução diluída de inibidor com o objetivo de melhorar o processo de retenção desse produto químico na rocha reservatório. Após a etapa de injeção do inibidor, bombeia-se água ou outros fluidos a base de óleo, nitrogênio ou gás para que esses fluidos desloquem o inibidor para distâncias mais afastadas do raio do poço. Durante a injeção e deslocamento do inibidor, ele vai adsorvendo e precipitando sobre a rocha reservatório. Após esse procedimento, costuma-se deixar o poço fechado (sem produção) para que haja um maior tempo de interação entre a formação rochosa e o agente químico injetado. Esse intervalo, chamado de shut-in, pode durar desde poucas horas, até alguns dias, dependendo do projeto de squeeze. Com a retomada de produção, após o fim do shut-in, a concentração de inibidor nos fluidos produzidos é monitorada para que seja possível a determinação do momento adequado para a repetição do tratamento ( BELLARBY, 2009) .
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO CURSO DE AGRONOMIA TIAGO MACHADO DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DO SOLO CURSO DE AGRONOMIA TIAGO MACHADO DE OLIVEIRA

Diversos estudos já comprovaram o aumento da capacidade de retenção de água em solos utilizando os polímeros, porém se carece saber como funciona o processo de liberação de água em diferentes tensões. O presente estudo objetivou medir a capacidade de campo (Cc) e a capacidade de água disponível (CAD) de uma amostra de terra arenosa isoladamente e em mistura com o polímero, na proporção de 5% base massa e apenas do polímero. Aventaram-se as hipóteses: 1) O polímero aumenta a Cc, porém de modo não estequiométrico e proporcional; 2) A contribuição ao aumento da Cc ocorre nos potencias de 6, 10 e 33 kPa; 3) Em tensões mais baixas a retenção de água do polímero é maior quando comparado ao solo; 4) O polímero aumenta a CAD quando adicionado a uma amostra de terra arenosa. Sendo assim o estudo foi composto por três tratamentos (solo, polímero e amostra de terra arenosa com o polímero) em um delineamento inteiramente casualizado com 5 repetições. Foram construídas as curvas de retenção de água para todos os tratamentos e comparado os valores de umidade base massa para a capacidade de campo nos potenciais (6, 10 e 33 kPa) como também de CAD nos intervalos (6-1500, 10-1500 e 33-1500 kPa) e submetidos ao teste de Kruskal-Wallis (KW) a 5% de probabilidade. Portanto o polímero, na concentração de 5%, não promove um aumento nos valores de umidade nas tensões de 6, 10 e 33 kPa (Cc), porém provoca um aumento nos valores de CAD.
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Modelagem de probabilidade de churn.

Modelagem de probabilidade de churn.

É geralmente mais caro conquistar novos clientes do que manter os já existentes. Em muitos setores, o custo de aquisição de novos clientes pode ser cinco vezes superior ao seu custo de retenção (KURTZ e CLOW, 1998). Na indústria de telecomunicações, por exemplo, o custo de aquisição foi empiricamente auferido entre cinco e oito vezes superior ao custo de retenção do cliente (AU e ou- tros., 2003). A compreensão do fenômeno churn, ou seja, o abandono ou a migração do cliente para o concorrente, possibilita que a organização atue sobre as variáveis- chave, e controláveis, que o inluenciam, na tentativa de minimizá-lo. No setor bancário americano, por exemplo, estima-se que 30% da base de clientes seja vulnerável à mi- gração (ACCENTURE, 2009) e algumas variáveis podem ajudar a prever tal vulnerabilidade, como características do indivíduo, atributos da organização e do produto e fatores externos (como variáveis macro econômicas e culturais). A perda de clientes por atrito no relacionamento, como no caso de uma autorização não concedida em uma venda por cartão de crédito, ou o abandono do cliente, quando este troca de varejista/produto sem um motivo aparente, pode ocorrer em qualquer fase do ciclo de vida do cliente junto à organização. A gestão do relacionamento com o cliente, tema em que se enquadra este artigo, é responsá- vel, entre outras atividades, por ações que previnam tal atrito ou abandono do cliente.
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Utilização dos Sistemas de Retenção de Crianças

Utilização dos Sistemas de Retenção de Crianças

Em Portugal é reconhecida a baixa literacia em saúde e embora o acesso à informação esteja muito facilitado não significa por si só que conduza a modificações no comportamento de saúde. Literacia em saúde não está apenas relacionada com educação, ela surge de uma convergência de fatores que envolvem educação, cultura, sociedade e serviços de saúde. Os enfermeiros assumem que podem ser verdadeiros “agentes de mudança” e ter um papel a desempenhar no sentido de contribuírem para modelar o comportamento dos pais/outros educadores e treinarem-nos na utilização correta dos sistemas de retenção de crianças. No seio deste projeto o papel do enfermeiro-chefe é o de assumir a gestão e liderança promovendo um bom trabalho de equipa e provendo os recursos necessários. Assim propusemo-nos como objetivo para este estudo, analisar se as variáveis sociodemográficas, os comportamentos e conhecimentos do condutor têm influência na utilização e na efetiva utilização dos sistemas de retenção da criança enquanto passageira do automóvel.
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Retenção de zinco em solos paulistas.

Retenção de zinco em solos paulistas.

Singh & Sekhon (1977), estudando o efeito das propriedades de sete solos alcalinos sobre a adsor- ção de zinco, observaram que para uma análise de regressão linear simples entre o [r]

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RETENÇÃO DE TALENTOS NA PROFISSÃO DE SECRETARIADO

RETENÇÃO DE TALENTOS NA PROFISSÃO DE SECRETARIADO

Com o objetivo de entender e analisar o que os profissionais de secretariado buscam nas empresas e na profissão; além de fazer um paralelo com o que a empresa[r]

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Caracterização de bacias de retenção no Algarve

Caracterização de bacias de retenção no Algarve

Neste subcapítulo será feita a caracterização de um conjunto de bacias de retenção correspondentes ao universo de processo de licenciamento existentes na ARH Algarve. O objetivo de partida foi o de caracterizar todas as estruturas deste tipo, atendendo ao já referido em 5.1.1, ou seja, todas aquelas que têm como propósito a gestão do escoamento de origem pluvial, reduzindo os valores de ponta causados pelas alterações nas condições de ocupação das bacias de drenagem, e evitando a degradação do meio recetor de jusante. Houve então lugar à análise de todos os processos de autorização e licenciamento entre 2005 e 2015, que potencialmente pudessem exigir a construção de bacias de retenção, ou seja, examinaram-se cerca de 10 anos de licenciamento. A não existência de uma figura de licenciamento específica para as bacias de retenção implicou a análise sumária de um vasto número de casos, concretamente, 403, envolvendo todos eles intervenções nos recursos hídricos. No fim desse trabalho, triaram-se 37 situações que contemplavam efetivamente as soluções em causa. Este trabalho exaustivo advêm da impossibilidade, pelas razões já descritas, de filtrar a base de dados assumindo como critério de pesquisa a presença de bacias de retenção.
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