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Diatomoflórula Perifítica do rio Descoberto – DF e GO, Brasil, Naviculales (Bacillariophyceae): Diploneidineae e Sellaphorineae

Diatomoflórula Perifítica do rio Descoberto – DF e GO, Brasil, Naviculales (Bacillariophyceae): Diploneidineae e Sellaphorineae

Lange-Bertalot et al. (1996) observam espécimes que denominam de Caloneis butantana Krasske, com medidas de largura e estrias sutilmente abaixo do que o reportado neste trabalho; contudo, as figuras apresentadas por Lange-Bertalot et al. (1996) assemelham-se à população registrada para o rio Descoberto. Metzeltin & Lange-Bertalot (1998) fazem uma nova combinação para C. butantana, transferindo- a para Pinnularia butantanum; entretanto, o material desses mesmos autores não se assemelha com o descrito e ilustrado em Lange-Bertalot et al. (1996) como C. butantana. Portanto, preferiu-se manter o táxon como Caloneis butantana Krasske.
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Diatomoflórula Perifítica do rio Descoberto - DF e GO, Brasil, Naviculales (Bacillariophyceae): Diploneidineae e Sellaphorineae.

Diatomoflórula Perifítica do rio Descoberto - DF e GO, Brasil, Naviculales (Bacillariophyceae): Diploneidineae e Sellaphorineae.

Todas as características encontradas na população observada no rio Descoberto conferem com a descrição de Metzeltin & Lange-Bertalot (1998), não havendo dúvidas na identificação do táxon como Pinnularia amazonica Metzeltin & Lange-Bertalot. Metzeltin & Lange-Bertalot (1998) comentam que Pinnularia amoena Hustedt é semelhante à P. amazonica; contudo, a principal diferença encontra-se nas suas extremidades cuneadas, o que não foi observado no espécime encontrado no rio Descoberto. Pinnularia trigibba Hustedt também é semelhante à espécie descrita por Metzeltin & Lange- Bertalot (1998), porém apresenta valva e a área central elíptica a lanceolada, a qual difere de P. amazonica. Por fim, Metzeltin & Lange-Bertalot (1998) comentam que Pinnularia trigonocephala Cleve se assemelha à espécie descrita por eles; no entanto, elas diferem na área central que na P. trigonocephala é pequena e arredondada e na espécie P. amazonica é larga, retangular e com fascia.
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LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS NAVICULALES (BACILLARIOPHYCEAE) PERIFÍTICAS DO RIO DESCOBERTO, GOIÁS E DISTRITO FEDERAL

LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DAS NAVICULALES (BACILLARIOPHYCEAE) PERIFÍTICAS DO RIO DESCOBERTO, GOIÁS E DISTRITO FEDERAL

O Brasil possui em seu território uma vasta área de recursos hídricos pouco explorada cientificamente em relação à sua biodiversidade, em especial, os sistemas lóticos cobrem uma boa parte da região brasileira, contudo apresentam poucos estudos, principalmente em relação a diatomoflórula. Não obstante, o Distrito Federal (DF) possuí importantes mananciais, dentre eles a bacia do Descoberto que assume vital papel de abastecimento e lazer para a população local. Em vista disso, o presente estudo objetivou contribuir para ampliar o conhecimento florístico das diatomáceas perifíticas da ordem Naviculales do rio Descoberto. As coletas foram realizadas em junho e julho de 2003 (período de seca) e janeiro e fevereiro de 2004 (período de chuva) em cinco estações de amostragem ao longo do curso do rio Descoberto, contando com o total de 17 amostras analisadas taxonomicamente segundo o sistema de Round et al. (1990). Desta forma observou-se para a diatomoflórula (Bacillariophyceae: Naviculales) do rio Descoberto, 111 táxons, distribuídos em 10 famílias e quatro subordens. Foram registradas 42 citações pioneiras para o estado de Goiás e 78 para o Distrito Federal, o que significou 38% e 70% de citações pioneiras, respectivamente. As subordens Diploneidineae e Sellaphorineae foram as menores subordens registradas para a diatomoflórula do rio Descoberto, sendo observadas apenas um táxon para Diploneidineae e 19 táxons para Sellaphorineae. Neidiineae se caracterizou como a segunda maior subordem da Naviculales, possuindo 29 táxons, distribuídos em cinco gêneros e quatro famílias. Dentre todas as famílias que foram registradas, a mais representativa foi Naviculaceae (53 táxons) e, pertencente a esta, o gênero Navicula foi observado com maior riqueza, 35 espécies. Em relação à freqüência de ocorrência, 63% dos táxons foram classificados como comuns; 31%, como raros e 6%, como constantes. O período de seca registrou 109 táxons, enquanto que no período de chuva foram observados 36 táxon. Por fim, tem-se que as estações ajusante da barragem do rio Descoberto (Estações 3, 4 e 5) apresentaram maior riqueza que as anteriores, tanto para o período de seca quanto para o período de chuva, até mesmo para a estação que apresenta maior impacto antrópico (estação 5, a jusante o rio Melchior).
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Aptidão agrícola das terras da Bacia do alto curso do Rio Descoberto, DF/ GO, escala 1: 100.000

Aptidão agrícola das terras da Bacia do alto curso do Rio Descoberto, DF/ GO, escala 1: 100.000

Em relação à aptidão agrícola das terras, os Latossolos região do Alto Curso do Rio Descoberto são classificados como 1(b)C - o eutrófico -, 2c, 3(c) - os ácricos - e 4(p) - os plínticos -; os Nitossolos Háplicos como 2c, havendo, em menor proporção, aptidão inferior à indicada; os Cambissolos da Bacia do Descoberto são classificados como 5(n) e 6, isto é, apresentam aptidão restrita para pastagem natural, sendo que os rasos e em relevo movimentado não apresentam aptidão agrícola; os Gleissolo Háplicos como 2b(c), os Gleissolos Melânicos como 2b(c) e 2b(c) havendo para essa última, em menor proporção, aptidão superior à indicada; os Neossolos Flúvicos como 2b(c), ou seja, apresentam aptidão regular a restrita para lavouras anuais e perenes, nos níveis tecnológicos B e C. Os Neossolos Quartzarênicos apresentam aptidão 4(p), ou seja, restrita para pastagens plantadas. Os Neossolos Litólicos não apresentam aptidão agrícola, ou seja, grupo 6, sendo destinados à preservação da fauna e da flora.
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Modelagem Dinâmica de Perdas de Solo: o Caso do Alto Curso da Bacia Hidrográfica do Rio Descoberto-DFGO

Modelagem Dinâmica de Perdas de Solo: o Caso do Alto Curso da Bacia Hidrográfica do Rio Descoberto-DFGO

Aspectos de materiais e métodos são abordados no Capítulo 5, o qual foi organizado em duas etapas. A primeira etapa, em síntese, trata da base de dados, da geração do modelo digital do terreno, de um método proposto para o cálculo do fator topográfico (fator LS) na EUPS, de uma proposta de avaliação da influência de dois métodos de cálculo da direção e da acumulação de fluxo na estimativa do fator LS na EUPS e do esquema de aplicação da EUPS e da geração de mapas temáticos de erosão atual e potencial do Alto Curso da Bacia do Rio Descoberto. A segunda etapa, por sua vez, versa a respeito dos passos empregados na geração, calibração e validação do modelo dinâmico elaborado para simular e avaliar tendências de mudanças no uso e ocupação no solo no Alto da Bacia do Descoberto. Ao final do Capítulo 5 aborda-se o produto da modelagem dinâmica: a concepção de cenários otimistas e pessimistas para a geração de prognósticos de perdas de solo para a bacia.
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Relação entre as Classes de Solos e as Principais Fitofisionomias do Alto Curso do Rio Descoberto, Distrito Federal e Goiás

Relação entre as Classes de Solos e as Principais Fitofisionomias do Alto Curso do Rio Descoberto, Distrito Federal e Goiás

produtos hortifrutigranjeiros consumidos no Distrito Federal (BRASIL, 1991). A ocupação agrícola, nessas áreas, tem sido acelerada e existe uma preocupação com o uso descontrolado e inadequado do solo e da água, principalmente, no que se refere a sua qualidade. O objetivo deste trabalho foi correlacionar as principais classes de solos e suas respectivas fitofisionomias no Alto Curso da Bacia do Rio Descoberto, Distrito Federal e Goiás.

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Avaliação de espécies químicas potencialmente tóxicas na área de proteção ambiental da bacia do Rio Descoberto, Brasília/DF – Brasil

Avaliação de espécies químicas potencialmente tóxicas na área de proteção ambiental da bacia do Rio Descoberto, Brasília/DF – Brasil

14 significantemente para o abastecimento público do Distrito Federal. Nesse contexto, em 1974 foi inaugurada a Barragem do Rio Descoberto, cuja captação abastece as áreas urbanas de Taguatinga, Sítio do Gama, Novo Gama, Ceilândia, Samambaia, Gama, Núcleo Bandeirante (SMPW), Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo (I e II), Candangolândia, Guará (I e II), Águas Claras, Colônia Agrícola Vicente Pires, além de fornecer água para o Sistema Santa Maria / Torto, incluindo as Regiões Administrativas de Brasília, Lago Sul e Cruzeiro. Todavia, a qualidade da água captada está cada vez mais comprometida, devido a crescente degradação ambiental na região. Apesar da legislação, o aumento do grau de degradação da bacia, associado ao crescimento urbano, contribuem com a crise hídrica e o desempenho operacional da Estação de Tratamento de Água do Rio Descoberto. Nessa bacia é notável o desmatamento de matas ciliares, fator que desencadeia a seca de nascentes e diminui a absorção das águas pluviais, como também é responsável pelo aumento da turbidez da água.
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O Modelo LUCIS e o Planejamento Territorial da Bacia do Alto Rio Descoberto

O Modelo LUCIS e o Planejamento Territorial da Bacia do Alto Rio Descoberto

A Bacia do Alto Rio Descoberto corresponde à área de drenagem a montante do lago do Descoberto, localizado entre o Distrito Federal e o estado de Goiás. Tal lago, resultado da construção de uma barragem no rio do Descoberto, abastece mais de 60% da população do Distrito Federal, o que torna necessário um eficaz planejamento do uso e ocupação do solo dessa Bacia a fim de prevenir e mitigar possíveis impactos nos recursos naturais. Nesse sentido, foi aplicado na área de estudo o modelo Land Use Conflict Identification Strategy (LUCIS), que possibilita uma análise de conflitos do uso e ocupação do solo entre as grandes categorias de uso: conservação, urbano e agricultura. A análise destacou uma considerável porcentagem da Bacia em conflito, cerca de 40%, de acordo com as adequabilidades levantadas. Tais áreas estão mais suscetíveis a disputas entre as três categorias de uso, que sem o planejamento e ordenamento adequado tendem ao padrão de transformações do meio comumente observado, com conversão de áreas naturais em áreas agrícolas e urbanas, e de áreas agrícolas em áreas urbanas. O modelo também possibilitou a visualização de diferentes cenários por meio da destinação dessas áreas conflituosas em uma das três categorias de uso, a partir de uma tendência de uso e ocupação pré-estabelecida. Os resultados obtidos indicam a possibilidade do modelo em apoiar a formulação e implementação de políticas públicas específicas em busca de um cenário ideal de uso e ocupação do solo para a região. Dessa forma, o modelo LUCIS da região do Alto Rio Descoberto se mostrou como um importante subsídio no planejamento territorial devido aos estudos e às análises das tendências de ocupação obtidas a partir das adequabilidades definidas em relação a cada uso, como também pela promoção da integração dos diversos atores envolvidos.
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Uso das terras da parte norte da bacia do Rio Descoberto, Distrito Federal, Brasil.

Uso das terras da parte norte da bacia do Rio Descoberto, Distrito Federal, Brasil.

Diante de problemas ambientais relacionados aos diferentes usos e ocupações das terras no Distrito Federal, particularmente no sistema de abastecimento de água do Rio Descoberto, nota-se a necessidade de avaliação da sustentabilidade do uso das terras das microbacias que contribuem diretamente para o Reservatório do Descoberto, que abastece cerca de 60% da população do Distrito Federal e entorno (F onseca , 2001).

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TERRITÓRIO USADO E A PRODUÇÃO SOCIAL DO TURISMO NA USINA HIDRELÉTRICA CORUMBÁ IV

TERRITÓRIO USADO E A PRODUÇÃO SOCIAL DO TURISMO NA USINA HIDRELÉTRICA CORUMBÁ IV

Aqui em Santo Antônio do Descoberto, assim, o ministério público do Estado de Goiás, responde pelas questões que acontece no estado de Goiás, já chegaram notícias informais que sim, a poluição vem do Distrito Federal, mas o que a gente pode agir diretamente é na própria poluição gerada pelo município de Santo Antônio de Descoberto, então nós já temos TAC como a Saneago por exemplo, que ela se comprometeu a dentro de um determinado prazo fazer no esgoto sanitário a questão do tratamento, as estações de tratamento de esgoto, então nesse TAC. Foi estipulado vários prazos e a Saneago teria que cumprir, estaria dentro desse cronograma em nome de comprimento desse TAC, além disso, quando a gente sabe de notícias, extras a gente abri um inquérito civil público ou mesmo qualquer tipo de procedimento administrativo de investigação, após ser comprovada essa notícia a gente entra com ação cívica competente como foi o caso agora de uma poluição de uma estação elevatória de esgoto da Saneago que estava sem a manutenção e o esgoto ao invés de ser levado pra estação de tratamento estava caindo diretamente no Rio Descoberto sem tratamento. Nós ingressamos com ação civil pública competente, já foi dado a liminar, mas a Saneago já se adequou fazendo uns reparos e a manutenção adequada. Essa ação continua em curso porque nós pedimos indenizações, reparações ambientais para o fundo municipal do meio ambiente que é um dinheiro que pode ser revertido depois para outras ações em prol do meio ambiente. Então dessa forma a gente trata, é as questões de poluição local, agora as poluições que vem do DF, é muito importante (saber) também essa poluição, mas eu não tenho acesso a esse tipo de possibilidade de investigação. (Sr.ª T. S. B. G, Promotora de justiça de Santo Antônio do Descoberto, 2013).
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Valoração dos ativos e passivos ambientais das UHT Corumbá III e IV : apontamentos sobre a disponibilidade a pagar dos cidadãos do entorno pelo uso dos recursos naturais

Valoração dos ativos e passivos ambientais das UHT Corumbá III e IV : apontamentos sobre a disponibilidade a pagar dos cidadãos do entorno pelo uso dos recursos naturais

Segundo dados extraídos do item “histórico” do sítio do IBGE/Censo (2010), a fundação do município inicia em 1.726 com o mesmo sertanista Bartolomeu Bueno em outra expedição para o Sertão dos Goiazes. Às margens do Rio Vermelho, funda o Arraial de Santana. Antes, porém, em 1725, 142 escravos de Antônio Pereira Lisboa voltavam de uma mineração mal sucedida quando decidiram sentar-se para descansar debaixo de uma árvore. A devoção a Santo Antônio surgiu quando um dos escravos viu uma imagem do santo de 50 centímetros em um tronco de árvore. Levou-a para seu patrão, que declarou dia de festa e que não haveria trabalho no garimpo. Foi construída uma igreja para o santo em 1728. O rio que corria por ali se chamava Despertado, mas, depois, Histórias de Sucesso da descoberta do ouro na região, passou a chamar-se Rio Descoberto. Em 1757, chegou ao local José Pereira Lisboa, precedente da Bahia, que descobriu mais minas de ouro no Rio Descoberto. O alferes proprietário das terras da região, Agostinho Lopes Conde, doou 1.500 hectares para que existisse uma capela para Santo Antônio. Ali se formou um povoado que passou a se chamar Santo Antônio de Montes Claros, então distrito de Luziânia. Sua emancipação aconteceu em 19 de maio de 1982, com a denominação de Santo Antônio do Descoberto, uma referência ao padroeiro e ao nome do rio que corta a cidade.
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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Assim como o poeta Manoel de Barros, acreditamos que há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.. E nada melhor do que refletir em meio à liberda[r]

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Lista com Itens III   Regiões

Lista com Itens III Regiões

(fauna, flora, tipos de casa, profissões, gastronomia, e outras que possas ter descoberto). O que acharam deste trabalho?.[r]

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O stent descoberto não promove reações em artérias renais e parênquima renal em suínos

O stent descoberto não promove reações em artérias renais e parênquima renal em suínos

Among the changes produced after implantation of aortic stents, the renal effects have been increasingly approached by the literature. The physiological effects on renal function after f[r]

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Contaminação de sedimentos fluviais por Mercúrio:estudo de caso em Descoberto, MG/  Fluvial sediments contamination by Mercury: case study in the town of Descoberto, MG, Brazil

Contaminação de sedimentos fluviais por Mercúrio:estudo de caso em Descoberto, MG/ Fluvial sediments contamination by Mercury: case study in the town of Descoberto, MG, Brazil

Em dezembro de 2002 foi observado afloramento de mercúrio metálico na zona rural do município de Descoberto, MG. O presente trabalho avaliou a concentração atual de mercúrio total na área contaminada desse município, tendo como objetivos específicos: avaliar a concentração de mercúrio total nos sedimentos fluviais; analisar a variabilidade da concentração do mercúrio nas estações seca e chuvosa e comparar a concentração de mercúrio encontrado com os níveis permitidos pela legislação brasileira. Os resultados obtidos na avaliação de mercúrio total em sedimentos comprovam contaminação entre 0,03 e 1,67 mg/kg. Com relação à variabilidade da concentração de mercúrio na estação seca e chuvosa comprovou-se aumento dos níveis de mercúrio nos sedimentos no período chuvoso. O significativo aumento da concentração de mercúrio em sedimentos no período chuvoso se explica como conseqüência do transporte de sedimentos contaminados, devido ao grande volume de água que caracteriza essa estação. Os resultados mostram a possibilidade de transferência do mercúrio às populações do entorno, além da contaminação extrapolar a área inicialmente avaliada pelos órgãos ambientais.
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A DISCUSSÃO DO REBAIXAMENTO DA IDADE PENAL: o descaso aos direitos de

A DISCUSSÃO DO REBAIXAMENTO DA IDADE PENAL: o descaso aos direitos de

grave, “pois ele está mais descoberto em termos de rede de apoio. Estes adolescentes encontram-se em situação de exclusão social e.. fora do sistema educacional, representando, desta for[r]

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Um manual para jornalistas investigativos

Um manual para jornalistas investigativos

Porém, também é possível que você tenha de fato descoberto a verdade, mas você a vê como algo tão desagradável, ou então as suas implicações são tão amedrontadoras, que você preferiri[r]

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A ética do desperdício: a influência da compaixão no querer fazer moral de adolescentes

A ética do desperdício: a influência da compaixão no querer fazer moral de adolescentes

Essas reflexões nos trazem à lembrança uma história que vem lá das comunidades pobres de plantadores de arroz na China. Distribuídos em faixas pelas montanhas, do sopé ao cume, cada família ou grupo de famílias tem o seu quinhão de terra. Uma delas, justamente a que ocupa a última faixa, é a que mais dificuldade encontra para irrigar suas plantações. O trabalho é exaustivo: descer diariamente o caminho íngreme e ir até o rio, cada qual com sua lata na cabeça, retornando em seguida pelo mesmo lugar encosta acima. Não é raro encontrar vizinhos plantadores que os acompanham até parte da subida, facilitados pela localização de suas faixas de terra mais próximas do vale. O ritual é diário. Latas menos cheias do que quando iniciaram a caminhada montanha acima são esvaziadas num grande reservatório que servirá a todas as necessidades daquele pequeno clã. Num dado amanhecer, a surpresa: o reservatório, abastecido na noite anterior, abriga menos de um quarto de água. Haveria algum vazamento? Não, nenhum. O que poderia ter acontecido? Uma semana depois, novo amanhecer e nova surpresa: a água da noite anterior quase desaparecera, deixando ver o fundo de madeira rústica do reservatório. Breves investigações logo dão as explicações: os vizinhos da faixa imediatamente abaixo cinicamente roubam a água para se pouparem de semelhante trabalho de armazenamento, esforço e tempo que podem ser dedicados inteiramente ao cultivo. Discussões calorosas sobrevêm, promessas de retaliações, intimidações variadas. O convívio torna-se insustentável. A vigilância redobrada durante a noite faz com que os roubos sejam temporariamente interrompidos, para se reiniciarem um mês mais tarde quando a atenção é inevitavelmente afrouxada. Novos entreveros, ameaças, discórdias. Uma velha sábia que vive próximo ao rio é consultada: como resolver aquela situação absurda de desumanidade? Deveriam ir às autoridades? Fazer justiça com as próprias mãos? Passar a roubar a água, dando o troco aos ladrões? Não, aconselha a mulher. Que experimentassem trazer água também para os seus adversários, contribuindo para o abastecimento do reservatório deles. Isso os desarmaria. Enfraqueceria sua volúpia por desonestidade. E, com o tempo, selaria a paz e traria a concórdia entre os clãs rivais. O preço logicamente foi alto, mas aconteceu: envergonhados, os inimigos se arrependeram e passaram progressivamente a emprestar sua força de trabalho aos vizinhos.
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A última entrevista com Castro Alves

A última entrevista com Castro Alves

Castro Alves — Sou um homem que escreve e declama seus poemas. Por amor, por compulsão e por herança. Um poeta brasileiro nascido em 14 de março de 1847 lá na fazenda Cabaceiras, sete léguas distante de Curralinho. Um baiano do sertão. Meus pais foram o doutor Antônio José Alves e dona Clélia Brasília da Silva Castro, que também nasceu em um 14 de março. A família mudou para Salvador quando eu tinha sete anos de idade. Aqui completei o curso primário e fiz o ginasial. Aos 15, em 1862, eu e meu irmão José Antônio fomos morar no Recife para fazer o Curso Anexo, um ano de aulas preparatórias que habilitavam às provas da Faculdade de Direito, onde fiz o 1º e o 2º ano. Lá, ainda em 62, pela primeira vez tive um poema publicado pela imprensa, “A destruição de Jerusalém”, no “Jornal do Recife”. No ano seguinte saiu no nº 1 de um jornal acadêmico, chamado “A Primavera”, o meu primeiro poema contra a escravidão: “A canção do africano”. Em 68, fui para São Paulo continuar meus estudos jurídicos. Completei apenas o 3º ano, sem bacharelar-me por conta de problemas relacionados à saúde. Mas as publicações se sucederam, tanto no Recife como em Salvador, no Rio de Janeiro e São Paulo. Alguns desses versos, junto com muitos inéditos, hoje fazem parte do meu livro “Espumas Flutuantes”, primeiro e único até agora, e que foi lançado em outubro do ano passado, aqui mesmo na Bahia, para onde voltei no final de 69.
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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Maria Fernanda Rocha Maia A mente Mariana Alves Ferreira Feliz Tempo de paz Mayarah Luiza Oliveira dos Santos O mundo anda triste Paulo Guilherme de Lima de Souza Por onde anda Jo[r]

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