Rio Espinharas

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Aplicação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NVDI) associada às variáveis pluviométricas para Sub-bacia do Rio Espinharas, PB/RN.

Aplicação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NVDI) associada às variáveis pluviométricas para Sub-bacia do Rio Espinharas, PB/RN.

Para o desenvolvimento de medidas de conservação e manutenção dos recursos hídricos, é necessário compreender as interações existentes entre a precipitação e a dinâmica da cobertura vegetal no espaço/tempo, o que tem sido possível devido ao emprego do NDVI. A sub-bacia do Rio Espinharas passa por grandes alterações em sua paisagem, causadas principalmente pela expansão das atividades antrópicas, portanto, espera-se diante deste quadro, demonstrar a relação entre o NDVI e a precipitação na referida sub-bacia. O objetivo deste estudo foi verificar o comportamento do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), para a sub-bacia do Rio Espinharas, nos períodos seco e chuvoso dos anos de 2005 e 2015, correlacionando-o à precipitação acumulada em cada período. Foi gerada uma malha de pontos correspondente à localização geográfica de 12 plataformas de coleta de dados (PCD). A partir de cada PCD, foi determinado um raio de 5 km, no qual foram marcados aleatoriamente 30 pontos amostrais para aquisição dos valores de NDVI em áreas de vegetação natural. Considerando a variação do NDVI na área de estudo, durante os períodos analisados, pode-se observar mudanças significativas da vegetação caatinga do período chuvoso para o período seco. O ano de 2005 apresentou maiores valores de NDVI em relação a 2015, com valores máximos de 0,71 e 0,78 no período seco e úmido, respectivamente. No ano de 2015, os valores máximos são de 0,64 e 0,61, para o período seco e úmido, respectivamente. Os maiores valores foram observados no período chuvoso de 2005, nas estações meteorológicas de Matureia, Salgadinho e Areia de Baraúnas. Essas áreas são marcadas pela presença de uma vegetação nativa densa, encontrada nas áreas mais elevadas do terreno, como encostas de morros. No período seco, nota-se a baixa variabilidade
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Alteração da cobertura vegetal na Sub-Bacia do Rio Espinharas de 2000 a 2010.

Alteração da cobertura vegetal na Sub-Bacia do Rio Espinharas de 2000 a 2010.

No semiárido nordestino o aumento da área deslorestada e não recuperada da Caatinga degradada fragiliza seus solos e seu equilíbrio hidrológico. Este trabalho teve como objetivo mapear a alteração da cobertura vegetal na Sub-Bacia do Rio Espinharas no período 2000-2010. Os dados das imagens do sensor hematic Mapper do satélite Landsat-5 foram processados no ambiente Spring. Para avaliação da cobertura vegetal utilizou-se o índice de vegetação por diferença normalizada. 65% da área apresentam alto grau de antropismo, vegetação rala e solos expostos. A imagem diferença foi analisada considerando-se os valores da média de distribuição dos níveis de cinza na imagem (µ) e do desvio padrão (σ), segundo os limiares [0, μ – σ], [μ – σ, μ + σ] e [μ + σ, 254] relacionando-os às classes: desmatamento/redução, não mudança e áreas de regeneração/incremento da vegetação. Os resultados mostram que 80% da área se mantêm inalterados; em 12,6% da área ocorreu redução da cobertura vegetal pelas práticas de corte raso para obtenção de lenha para uso doméstico ou comercial e preparo da área para a agricultura e em 7,4% da área registrou-se incremento possivelmente favorecido pelo cultivo de pastagens irrigadas e não irrigadas em solos de aluvião.
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Geotecnologias aplicadas ao uso e cobertura dos solos da Sub-bacia Hidrográfica do Rio Espinharas - PB/RN/PE com ênfase em áreas de preservação permanente e de uso restrito.

Geotecnologias aplicadas ao uso e cobertura dos solos da Sub-bacia Hidrográfica do Rio Espinharas - PB/RN/PE com ênfase em áreas de preservação permanente e de uso restrito.

Os objetivos específicos deste trabalho foram: realizar estudo morfométrico da SBH; mapear as Áreas de Preservação Permanentes (APP) e as áreas de Uso restrito (AUR) da SBH do rio Espinharas; analisar a intensidade de uso da SBH do rio Espinharas e sugerir medidas mitigadoras para a possível degradação encontrada, mapear o uso e a cobertura do solo da SBH e verificar os conflitos em APP e AUR. A área de drenagem da SBH do rio Espinharas estende-se por trinta e um (31) municípios, sendo vinte e cinco (25) no Estado da Paraíba, três (03) no Estado do Rio grande do Norte e três (03) do Estado do Pernambuco. A SBH classifica-se como uma bacia de 5ª ordem de ramificação, formando um desenho de padrão dendrítico, ocorrência comum na região semiárida. A área de drenagem é de 3.329,57 km² e 552,30 km de perímetro. De acordo com os valores do Coeficiente de compacidade (2,68) e Fator de forma (0,32), a SBH tem um formato irregular que se difere da figura de um círculo, aproximando-se de um formato alongado, sendo assim pouco propícia a inundações. O Índice de Circularidade (0,14) é considerado baixo, corroborando com a informação anterior, pois quanto mais próximo de 1,0 for o formato da SBH, mais se aproxima de um círculo. Sua altitude varia de 128 m a 1195m, com altitude média 661,6. Os dados SRTM foram úteis para definição da rede de drenagem, incluindo os dados de sensoriamento remoto para atingir melhor precisão na determinação da hidrografia. As classes de uso e cobertura do solo na SBH do rio Espinharas possui o predomínio das tipologias de Caatinga Arbustiva Arbórea Aberta (CAAA) com 2.239,37 km² (68,13%), Caatinga Arbustiva Arbórea Fechada (CAAF) com 203,17 km² (6,18%) da área total da SBH Verificou-se também que 752,67km² (22,90%) da área total corresponde à área antropizada. Os corpos d’água apresentaram uma área de 25,05 km² representando (0,76%) da área total da SBH representadas por barragens, açudes e barreiros. As outras tipologias encontradas foram área urbana com 44,63km² (1,36%) da área total e afloramentos rochosos ocupando 22,06 km² (0,67%) da área total da SBH do rio Espinharas. O emprego de imagens satélites, e de Sistemas de Informações Geográficas (IDRISI, QGIS GRASS) permitiu obter resultados com maior agilidade e a integração e manipulação dos dados espaciais.
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Análise do saneamento básico na sub-bacia do Rio Espinharas no sertão paraibano.

Análise do saneamento básico na sub-bacia do Rio Espinharas no sertão paraibano.

Os indicadores do saneamento ambiental são considerados como ferramenta acessível e rápida para promover um diagnóstico e o monitoramento eficaz de promover políticas públicas nos setores do saneamento ambiental. Assim o objetivo principal desta pesquisa é realizar um diagnóstico da sub-bacia do Rio Espinharas-PB utilizando indicadores disponíveis no Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SNIS) no período de 2013 a 2017. As informações trabalhadas nas análises consideraram indicadores da água potável e do esgotamento sanitário da sub-bacia do Rio Espinharas-PB, por meio das séries históricas disponíveis no sistema de banco de dados. Para tanto, utilizou-se de técnica de análise vertical e horizontal para evidenciar a evolução destas vertentes e conhecer consequentemente uma indicação da situação da sub-bacia estudada. De acordo com os resultados é importante evidenciar que os indicadores de volume de água tratada, consumida e faturada observou-se , que a cidade de Salgadinho nos anos de 2015 e 2016 teve crescimento percentual de destaque quando comparado aos outros municípios analisados na sub-bacia do Rio Espinharas. É importante evidenciar que o volume de água em abundância pode ocasionar desperdícios e com relação aos demais, foi observado na sua maioria uma diminuição percentual nestes indicadores e isso pode ser explicado devido à crise hídrica que assolou a região a quase 7 (setes) anos consecutivos. Portanto, a utilização de indicadores de forma racional mostrou-se como uma ferramenta eficiente no diagnóstico rápido de uma determinada dimensão, esses fatores conhecidos definem as possíveis políticas públicas de uma região e está diretamente relacionada a qualidade de vida e nas condições sanitárias dos municípios brasileiros.
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O caminho do Sertão das Espinharas: uma rota para o desbravamento dos sertões da antiga Capitania da Paraíba

O caminho do Sertão das Espinharas: uma rota para o desbravamento dos sertões da antiga Capitania da Paraíba

Dentre os muitos pequenos sesmeiros da pecuária oriunda da Bahia que neste período de meados do século XVII, pós-guerra holandesa, passaram a se interessar pelo negócio de criar gado, na Paraíba teve destaque a família dos Oliveira Ledo, que residia na margem baiana do baixo Rio São Francisco e no intuito de criar gado subiram Pernambuco através do Rio Pajeú até atingir a atual Serra do Teixeira, onde tomaram o Rio Espinharas com destino ao Rio Grande e lá requereram duas Datas de Terra que lhes foram concedidas em 1664. Todavia, de aspiração latifundiária indisfarçável, logo esta família demonstrou que não pretendiam apenas adquirir terras para acomodar seus gados, mas criar seu próprio morgadio, e em 1665 os Oliveira já se achavam no platô da Borborema, quando receberam a concessão de uma Data de trinta léguas de terras ao longo do Rio Paraíba. Ali Antônio de Oliveira Ledo, o patriarca do clã, fundou na ombreira esquerda do boqueirão da Serra de Carnoió o que se pode considerar como a
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Geotecnologias aplicadas ao estudo espaço-temporal da degradação ambiental em São Jose de Espinharas – PB.

Geotecnologias aplicadas ao estudo espaço-temporal da degradação ambiental em São Jose de Espinharas – PB.

Nesse contexto, o município de São José de Espinharas – PB, possui o bioma caatinga como vegetação nativa e já teve grande parte de suas paisagens naturais alteradas devido à exploração agrícola. No passado, a pecuária extensiva, principalmente, a bovina, as plantações de algodão, e a forte presença da agricultura de subsistência, ocupavam extensas áreas. Atualmente, essas atividades vêm perdendo força e a população está, aos poucos, se concentrando na área urbana. Com relação aos leitos dos rios, grande parte se apresenta desmatados, principalmente, no Rio Espinharas, principal rio da Sub-Bacia Hidrográfica de Rio Espinharas, que compõe a Bacia Hidrográfica Piranha-Açu.
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Estudo da mobilidade e dispersão de 238U, 232Th, 40K,  226Ra e 222Rn e metais pesados no sistema solo-rocha do  depósito de U-ETR de São José de Espinharas (PB)

Estudo da mobilidade e dispersão de 238U, 232Th, 40K, 226Ra e 222Rn e metais pesados no sistema solo-rocha do depósito de U-ETR de São José de Espinharas (PB)

O município de São José de Espinharas encontra-se inserido nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Piranhas, sub-bacia do Rio Espinharas. Seus principais tributários são o Rio Espinharas e os riachos do Trapiá, dos Bois, Cauassú, da Caiçara, Sombrio, das Emas, Timbaúba, da Aguilhada, Pitombeira, do Tapuio, Cachoeira, Fundo, das Melancias, dos Louros, do Caluste, da Roça, do Cabrito, do Negro, Santa Rita, dos Ovos e Jatobá. A rede hidrográfica é constituída por riachos intermitentes, quase todos de pequeno porte que drenam diretamente para o Rio Espinharas, o qual atravessa toda a área estudada, sendo um dos principais afluentes do Rio Piranhas. Todos os cursos d’ água superficiais têm regime de escoamento intermitente e o padrão de drenagem é basicamente dendrítico. Devido às condições pluviais de chuvas fortes na estação chuvosa aliadas à baixa permeabilidade dos solos, são gerados fluxos torrenciais com alta velocidade de escoamento em períodos curtos. Os principais corpos de acumulação são os açudes, que na área estudada são os principais: Novo, Sombrio, Flores e Maria Paes, além das lagoas Grande e Jerimum (Santos & Anacleto, 1985; INCRA-PB, 2002).
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Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro / Brasil

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Rio de Janeiro, Rio de Janeiro / Brasil

“A partir disso”, diz Plaza (1986), “já se pode adiantar, através de uma analogia claramente visível, que o operador de VDT tem hoje a mesma dificuldade que o homem do Neolítico, quand[r]

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

SUMÁRIO: Introdução; 1 Nanotecnologias e risco: necessário enfrentamento pelo Direito para bus- car respostas adequadas; 2 Alternativas (nano)regulatórias: adaptando instrumentos com pot[r]

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METODOLOGIA E CR T RIO AVALIAT RIO

METODOLOGIA E CR T RIO AVALIAT RIO

Realizadas vistorias ao Im„vel avaliando, pesquisas ao mercado imobili rio local, lan›ando m«o de consultas s fontes mencionadas, que serviram para convic›«o dos valores, por se assemelharem em suas caracter sticas, perfis situa›«o socioeconomica, tratamos as informa› es obtidas aplicando-se fatores de transposi›«o e corre›«o, consubstanciadas com normas da ABNT e tficnicas de avalia› es do CAAVI/2009 que contribu ram para a forma›«o do valor global aproximado de

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Um rio são muitos: de aventura e antropologia Rio São Francisco.

Um rio são muitos: de aventura e antropologia Rio São Francisco.

“Canta para mim, ó musa, o varão industrioso que, depois de ter saqueado a cidadela sagrada de Tróade, vagueou errante por inúmeras regiões, visitou cidades e conheceu o espírito de tantos homens (...) Deusa, filha de Zeus, conta- nos, a nós também, algumas destas façanhas, começando por onde quiseres” (Homero, A Odisséia) “The man wants to wander, and he must do so or he shall die.” (Richard Burton, Pilgrimage to El-Medinah and Meccah) “Não é a água que liga as regiões do mediterrâneo, mas os povos do mar” (Braudel, O Mediterrâneo) “E o que os descobridores imediatamente verificam é que o grande rio não está ali para que eles o peguem. Ao contrário, é o rio que os pega.” (Schama, Paisagem e memória)
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Rio mais 10, Rio menos 10

Rio mais 10, Rio menos 10

1997 – Nova Iorque – Cimeira Rio+5 ou 19ª Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas. Objectivo: acompanhamento da implementação da Agenda 21, tendo em vista a preparação da Eco+10. As questões menos consensuais em 1992 não foram resolvidas: destacam-se o provimento financeiro e a transferência de tecnologia entre Norte e Sul, desertificação, alterações climáticas, biodiversidade e florestas, financiamento do desenvolvimento sustentável, Convenção Global sobre as Alterações Climáticas, Fórum Intergovernamental sobre Florestas, Carta da Terra.
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A imagem do Rio de Janeiro retratada nos filmes Rio e Rio 2

A imagem do Rio de Janeiro retratada nos filmes Rio e Rio 2

disse que “não”. Deste modo, destacam – se algumas justificativas daqueles que concordam que o cinema pode ser uma ferramenta de divulgação turística como: Filmes criam emoções. No Rio e Rio 2, por exemplo, eles criaram muitas emoções positivas que as pessoas subconscientemente começam a conectar com a cidade do Rio. Funciona de uma forma semelhante à de um anúncio publicitário; Os atrativos turísticos apresentados no cenário romântico em um filme são para atrair turistas. O filme Rio fez isso nos dois filmes e com certeza conseguiu atrair alguns visitantes; O que se vê no cinema traz conhecimento de novos lugares. Para muitas pessoas o que vêem na televisão e nos filmes é que vai determinar como é o lugar e para onde devem ir. Eu não sou uma dessas pessoas. Eu gosto de vivenciar e conhecer o lugar. Eu acho que o cinema pode ser positivo ou negativo, depende de quem está assistindo. Por outro lado, o único respondente que disse que não concorda que o cinema pode ser uma ferramenta de divulgação turística não justificou sua resposta. Contudo, observa-se que os espectadores consideram o cinema como um veículo para divulgar não só as belas imagens, mas as emoções e as informações que aquele lugar que está sendo retratado pode proporcionar ao público e estimulá-lo a conhecer essas cidades, sendo que, cada um tem uma interpretação diferente a respeito de um filme, assim quando for visitar um lugar e vivenciar sua cultura local, conhecerá melhor a cidade.
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Recuperação das margens urbanas do Rio Araujo: o encontro da cidade com o rio, e o rio tendo lugar na cidade

Recuperação das margens urbanas do Rio Araujo: o encontro da cidade com o rio, e o rio tendo lugar na cidade

Em março de 2012 o pedido para a despoluição do Rio Araújo, realizado pelo Ministério Públi- co, foi concedido pela Vara da Fazenda Pública da Comarca de São José. O município e CASAN ficaram responsáveis, em identificar e impedir invasões, desvios e aterros no rio, desassoriar o local, fazer o reflorestamento com mata nativa e providenciar a limpeza de todo o curso d’água, identificar as ligações de esgoto clandestinas, lacrá-las e aplicar multas. Quanto a FATMA, coube fazer a análise da água do rio em seus quase seis quilômetros de extensão.

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RIO EXPORTA Boletim de comércio exterior do Rio de Janeiro

RIO EXPORTA Boletim de comércio exterior do Rio de Janeiro

Em 2013, os Estados Unidos se mantiveram como principal parceiro comercial do estado do Rio tanto nas exportações (US$ 5,2 bilhões) como em importações (US$ 4,0 bilhões). As exportações fluminenses para o país recuaram (25%), sobretudo, pela queda nos embarques de petróleo e gás natural (35%), maior parte da pauta (61%), por sua vez, os embarques de produtos siderúrgicos básicos (31% da pauta) aumentaram 2,8%.

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João do Rio e as ruas do Rio

João do Rio e as ruas do Rio

João do Rio não tinha “a imprensa como bico, nem a literatura como passatempo das horas vagas que sobram de outra ocupação ou das sinecuras do funcionalismo público” (GOMES, 1996, p. 35). Ao buscar a junção entre literatura e jornalismo, João do Rio mantinha a cidade como inspiração. Seu desejo era unir as duas atividades. Sua primeira tentativa refere-se à obra As religiões do Rio – conjunto de reportagens sobre as diversas religiões do Rio de Janeiro, especialmente “no tocante à magia negra, incompatível com o cosmopolitismo da cidade” (RODRIGUES, 2000, p. 39). Já a segunda, refere-se à enquete que tinha por finalidade apresentar um “panorama intelectual da cidade” (op. cit., p. 40). O que significa dizer que, estes trabalhos representavam os primeiros passos de João de Rio para a criação de um novo gênero: a crônica-reportagem. A obra A alma encantadora das ruas seria a consolidação deste novo gênero além de uma homenagem à cidade carioca, como menciona Antonio Edmilson Martins Rodrigues. Através d’A alma encantadora das ruas, o cronista criava “um guia de interpretação da cidade, transformando-a em personagem, ‘literalizando’ o mundo urbano” (op. cit., p. 41). Ao literalizar a cidade, João do Rio buscava conhecê-la profundamente: “decifrar a alma da cidade” (op. cit., p. 41). Como poucos, João do Rio, de acordo com Cristiane Costa, soube transitar entre meios – o literário e o jornalístico – e
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DA RIO 92 À RIO + 20:

DA RIO 92 À RIO + 20:

O objetivo deste artigo é apresentar a produção acadêmico-militar do EB sobre meio ambiente, esta selecionada da Base de Dados da biblioteca da ECEME, no período de 1992 a 2010, coincidente com a realização das duas grandes conferências- marco sobre meio ambiente e desenvolvimento, realizadas no Rio de Janeiro. Analisa os trabalhos publicados com o intuito de dimensionar a internalização do tema ambiental na ECEME e suas principais abordagens, verificando se existe, de fato, uma produção significativa que possa servir de embrião para a formulação de um pensamento acadêmico-militar sobre o tema.
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Imagens de um Rio : um olhar sobre a iconografia do Rio Tiete

Imagens de um Rio : um olhar sobre a iconografia do Rio Tiete

É mais uma ilustração prejudicada pela coloração chapada da impressão, provavelmente sobreposta às manchas originais do artista. A dureza das tonalidades permite entrever uma composição bem realizada, mas algo ‘encenada’, dominada pelo céu tomado de uma fumaça bruxuleante. Apesar de serem o foco da descrição, nenhum dos grupos se volta para as chamas: para a ilustração, o brilho ondulado da queimada e seus vapores são moldura para a cena do pouso, rico em minúcias descritivas. É novamente um momento de tranqüilidade transitória para a expedição. À esquerda, o canoão aportado acolhe um viajante solitário, representado de forma esquemática, que rivaliza em artificialidade com o outro sentado na rede. Este, prejudicado na cena pela falta de cor – o que lhe dá uma aparência fantasmagórica – é figura já vista em Acampamento no Rio Pardo [fig.35], que, como o grupo sentado à esquerda, é ‘reaproveitado’ neste desenho. Ambos, figura da rede e do barco, se voltam para o exterior da obra, tendo um espetáculo às suas costas. Os demais grupos (muitos dos quais são herdados de Encontro com uma expedição imperial [fig.36]) atuam de forma mais natural na cena, executando as atividades esperadas num momento de descanso: conversas, preparo de alimento, o pito. É o retrato de um hiato de paz gozado pelos extenuados viajantes.
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