Rio Grande do Sul : Indústrias

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A evolução da interação universidade-empresa no Rio Grande do Sul: o caso das indústrias extrativas e de transformação no período 2008-2014

A evolução da interação universidade-empresa no Rio Grande do Sul: o caso das indústrias extrativas e de transformação no período 2008-2014

RESUMO : Este estudo investiga a evolução da interação universidade-empresa nas indústrias extrativas e de transformação do Rio Grande do Sul no período 2008-2014, comparando esse processo com o observado em estados brasileiros e em nações industrializadas selecionadas. Os resultados encontrados mostram que houve uma evolução positiva das capacitações tecnológicas de empresas e de universidades gaúchas, com desempenho acima da média nacional, mas em patamar ainda inferior ao observado em nações desenvolvidas. Essa deficiência aparenta ser relativamente mais crítica para as empresas industriais do que para as universidades. Quanto à interação universidade- empresa no Rio Grande do Sul, mesmo com intensificação no período considerado, essa ainda é pouco frequente e coloca-se em nível inferior ao verificado em países avançados. Além disso, mesmo existindo elementos facilitadores para a interação universidade-empresa, outros fatores atuam como limitantes importantes, como as relativamente baixas capacitações tecnológicas das empresas industriais, a defasagem em alguns setores de alta e de média-alta intensidade tecnológica e a estrutura da indústria gaúcha, com predominância de setores industriais low-tech e pequena participação de firmas de portes médio e grande no total de empresas, bem como a relativa baixa proporção do quadro de docentes em exercício nas instituições de ensino superior que possui atuação em pesquisa.
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Gestão de Custos, Preços e Resultados: um Estudo em Indústrias Conserveiras do Rio Grande do Sul.

Gestão de Custos, Preços e Resultados: um Estudo em Indústrias Conserveiras do Rio Grande do Sul.

O objetivo do estudo é analisar as questões relacionadas à gestão dos estoques, do capital de giro, do processo de formação de preços, e da gestão de custos em indústrias conserveiras do estado do Rio Grande do Sul. As práticas de gestão pesquisadas têm sido abordadas com frequência pela literatura na forma de instrumentos da eficiência e eficácia empresarial. A pesquisa, realizada no ano de 2008, envolveu um estudo empírico com as oito empresas conserveiras do estado do Rio Grande do Sul cujo faturamento anual situa-se acima de R$ 12 milhões. Para coleta de dados, utilizou-se de entrevista estruturada, realizada com os gestores financeiros das empresas, cuja análise foi desenvolvida com o uso técnicas estatísticas descritivas e de correlação entre variáveis. Os principais resultados indicam que: (a) a maioria das empresas forma os estoques de insumos para períodos de curto prazo, dadas as limitações de capital de giro e de endividamento; (b) a maioria delas usa sistema de custos ou alguma forma de estrutura de custos, com tradicionais técnicas de mensuração e gestão dos custos do processo produtivo; (c) o principal método utilizado na formação do preço de venda é o mark-up, aplicado sobre o custo total de produção; (d) as correlações mais significativas e relevantes foram observadas entre os métodos de custeio utilizados e a adoção do conceito de margem de contribuição, assim como dos métodos de custeio com a técnica do ponto de equilíbrio; (e) foram identificadas diversas inconsistências conceituais nas respostas dos gestores, revelando suas limitações de formação.
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Modelo de informações para o gerenciamento das atividades das pequenas indústrias de produtos alimentares do Rio Grande do Sul

Modelo de informações para o gerenciamento das atividades das pequenas indústrias de produtos alimentares do Rio Grande do Sul

Este trabalho apresenta um estudo sobre as informações julgadas mais importantes na administração das atividades da Cadeia de Valor de pequenas empresas industriais de produtos alimentares – especificamente as do ramo de beneficiamento, moagem, torrefação e fabricação de produtos alimentares de origem vegetal – do Rio Grande do Sul, na perspectiva de um conjunto de empresários e especialistas. O trabalho enfoca a questão da necessidade dos pequenos negócios serem auxiliados, para que tenham condições de sobreviver e competir no mercado, conhecendo sua estrutura. A participação dos pequenos negócios na economia brasileira é muito relevante, o que ratifica a importância e atenção dada aos mesmos. As empresas de pequeno porte precisam rever suas técnicas e procedimentos gerenciais e produtivos, adaptando-se ao mercado em constante evolução. Assim como as grandes empresas, as pequenas podem e devem utilizar dos recursos disponíveis para uma melhor utilização e gestão dos mesmos e dos demais recursos. A informação é um desses recursos, que, quando bem administrada e efetivamente utilizada, auxilia diretamente no processo decisório que sustenta a empresa, até mesmo pelo fato de reduzir as chances de erros nas decisões. A gestão formal da informação ainda não é fato consumado em grande parte dos pequenos empreendimentos. No entanto, pode vir a ser a base de definição e consecução de estratégias, que objetivam a vantagem competitiva. Assim, como contribuição prática, o presente trabalho gera uma lista de informações fundamentais que podem auxiliar os administradores das indústrias em questão a conhecerem e melhor administrarem suas atividades. As informações poderão ser utilizadas pelos pequenos negócios, como recursos de avaliação de suas práticas, possibilitando o acompanhamento da evolução das mesmas, bem como dos possíveis problemas existentes. De posse dessa lista, é possível, em um novo trabalho, a busca dos dados que originam as informações, montando-se um sistema de informações, que as disponiblize aos administradores dos negócios.
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Diagnóstico de indústrias de equipamentos eletroeletrônicos do Rio Grande do Sul em relação aos impactos ambientais e sistema de logística reversa

Diagnóstico de indústrias de equipamentos eletroeletrônicos do Rio Grande do Sul em relação aos impactos ambientais e sistema de logística reversa

A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em 2010, exige a implantação de sistemas de logística reversa para equipamentos eletroeletrônicos (EEE). O objetivo deste artigo é avaliar como as indústrias de EEE do Rio Grande do Sul (RS) estão agindo para reduzir o impacto ambiental de sua produção e como atendem a legislação ambiental no que se refere aos resíduos destes equipamentos. O estudo foi realizado com 19 indústrias de EEE situadas no RS, em 2015. O questionário, instrumento de coleta de dados, utilizou a escala Likert para avaliar as organizações em relação aos processos produtivos, produtos, informações aos consumidores e PNRS. Para análise dos dados utilizou-se as frequências absolutas, os coeficientes de correlação posto-ordem r s de Spearman e o índice geral IG k .
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Prática da ginástica laboral por trabalhadores das indústrias do Rio Grande do Sul, Brasil.

Prática da ginástica laboral por trabalhadores das indústrias do Rio Grande do Sul, Brasil.

O presente estudo identifi cou a prevalência e os fatores associados à prática de ginástica laboral por trabalhadores da indústria no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Realizou-se análise secundária dos dados de um estudo de delineamento transversal, com amostra probabilística de 2.265 trabalhadores, de ambos os sexos. O instrumento de pesquisa foi o questionário autoadministrado “Estilo de vida e hábitos de lazer dos trabalhadores das indústrias brasileiras”, previamente validado. A variável dependente foi a prática de ginástica laboral, defi nida pela resposta positiva à questão: “Você participa do programa de ginástica na empresa (ginástica laboral)?”. Foram coletadas informações demográfi cas, socioeconômicas, comportamentais e relacionadas à saúde, como potenciais fatores associados. Na análise de dados, empregou-se o teste Qui-quadrado de Pearson e o modelo de regressão de Poisson com variância robusta, nas análises bruta e ajustada, respectivamente. A prática de ginástica laboral foi referida por 40,3% dos respondentes (IC95%: 38,2; 42,3), sendo mais prevalente nos trabalhadores do sexo feminino, com maiores níveis de escolaridade, naqueles mais ativos no lazer e que relatavam menores intensidades de esforço no trabalho. Não se observou associação da variável dependente com idade, estado civil, renda familiar bruta, tabagismo, autopercepção de saúde e autopercepção do nível de estresse. Programas de ginástica laboral devem desenvolver estratégias de promoção da saúde que priorizem subgrupos de trabalhadores menos envolvidos, em especial, indivíduos do sexo masculino e com menor escolaridade. Desse modo, será possível reduzir as disparidades, benefi ciando trabalhadores, independentemente de suas características sociodemográfi cas, a melhores condições saúde e bem-estar no ambiente das indústrias. P ALAVRAS - CHAVE : Ginástica; Atividade motora; Saúde do trabalhador; Estudos transversais.
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ADOÇÃO DE ARTEFATOS DA CONTABILIDADE DE GESTÃO POR EMPRESAS DE PEQUENO PORTE: O CASO DAS INDÚSTRIAS DO RIO GRANDE DO SUL

ADOÇÃO DE ARTEFATOS DA CONTABILIDADE DE GESTÃO POR EMPRESAS DE PEQUENO PORTE: O CASO DAS INDÚSTRIAS DO RIO GRANDE DO SUL

Ao longo dos anos as empresas industriais foram desenvolvendo atividades cada vez mais complexas, tornando necessárias mais informações de qualidade para fins de gestão. A contabilidade de gestão e seus artefatos foram se aprimorando de forma a lidar com as dificuldades impostas por esse ambiente empresarial, buscando novas formas de atender à crescente necessidade de informações de forma a suportar o processo de tomada de decisão. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é analisar a adoção dos Artefatos da Contabilidade de Gestão (ACG) por empresas de pequeno porte do Rio Grande do Sul do segmento industrial. Com a finalidade de construir o instrumento de pesquisa com base nos ACG mais pesquisados em estudos anteriores, os ACG foram investigados em 26 publicações nacionais. Para realização deste estudo, aplicou-se uma survey aos gestores de pequenas empresas industriais do Rio Grande do Sul, se obtendo um retorno de 155 respondentes. Os principais achados evidenciam que as pequenas empresas analisadas tendem a adotar mais os métodos de custeio por absorção, ABC e variável, enquanto que o BSC e o EVA foram os menos adotados, sendo que a escassez de recursos financeiros para a implantação e manutenção dos ACG foi a principal dificuldade identificada. Por meio da regressão múltipla foi identificado que o custeio variável e o EVA apresentaram evidência significativa de relação positiva com a percepção de desempenho. Enquanto que o custo meta apresentou evidência significativa de relação negativa, no entanto, deve ser avaliado com cautela visto que a literatura aponta que todos os artefatos tendem a aumentar o desempenho, em virtude de fornecer mais informações para tomada de decisão, melhorando os controles das empresas.
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O serviço social em indústrias de grande porte do Rio Grande do Sul = Social work in big companies in Rio Grande do Sul

O serviço social em indústrias de grande porte do Rio Grande do Sul = Social work in big companies in Rio Grande do Sul

RESUMO – A temática deste artigo centra-se na prática profissional do assistente social na área empresarial, especialmente em indústrias de grande porte. Pretende contribuir na explicitação da especificidade do exercício profissional do Serviço Social nas organizações, entendido como uma atividade inserida na divisão sociotécnica do trabalho e sendo perpassada pelas transformações que estão ocorrendo no mundo laboral nas últimas décadas. A pesquisa foi realizada com profissionais atuantes no contexto investigado através de entrevistas pessoais, avaliadas pela análise de conteúdo. Os resultados obtidos sugerem a atuação predominante de mulheres com formação em universidades privadas, com trajetória profissional majoritária no setor empresarial. Os processos desenvolvidos pelas entrevistadas buscam reverter a imagem assistencialista do campo, valorizando as relações no trabalho e a sinergia com a organização como um todo. A importância do conhecimento multidisciplinar como instrumento para as intervenções e do posicionamento crítico diante das demandas que lhe são dirigidas na dinâmica organizacional foram evidenciados na pesquisa. O caráter recente e ainda restrito da presença dos profissionais no segmento industrial sinaliza um processo de inserção e reconhecimento ainda em construção.
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A dinâmica territorial das indústrias de celulose e papel: a expansão no Brasil e a incorporação do Rio Grande do Sul

A dinâmica territorial das indústrias de celulose e papel: a expansão no Brasil e a incorporação do Rio Grande do Sul

Um primeiro passo tomado a partir da constatação deste processo de mobilidade territorial foi o de averiguar como a produção acadêmica brasileira o interpretava. Realizamos uma consulta ao Banco de Teses da CAPES, disponível em seu site na internet. Utilizamos para a pesquisa os seguintes descritores: “celulose e papel”, “eucalipto” e “complexo florestal” 6 . Os resultados da pesquisa indicaram que, no campo das ciências sociais e aplicadas, a grande maioria das teses e dissertações foi produzida em programas de pós-graduação em Economia, Administração e ciências correlatas. Estes trabalhos tratam de temas como a evolução histórica do setor (LOPES, 1998, MOTEBELLO, 2006), as estratégias e o desempenho das empresas (DEVAI, 2001, VASQUES, 2006), e práticas de sustentabilidade e governança corporativa, visando a captação de recursos no mercado financeiro (OUCHI, 2006; SOARES, 2003; NOSSA, 2002). Há um número significativo de trabalhos produzidos pela Engenharia Florestal, como trabalhos que analisam aspectos econômicos e administrativos do setor, mas sobretudo os processos produtivos da atividade silvicultural voltada à produção de celulose, como manejo de solos, controle de pragas, espaçamentos dos cultivos, manipulação
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As estratégias e a organização das indústrias de farinha de trigo e de massas alimentícias do Rio Grande do Sul

As estratégias e a organização das indústrias de farinha de trigo e de massas alimentícias do Rio Grande do Sul

The study aims to identify the strategies and the organization of the wheat flour industries and nutritious pastes of Rio Grande do Sul. It is used as theoretical base in the analysis, the production chain, the model structure-conduct-performance (SCP) and Porter ’s (1980) an d Mintzberg ’s (1988) competitive strategies. In order to

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O controle e a análise dos custos de distribuição nas indústrias de doces e conservas alimentícias do Rio Grande do Sul

O controle e a análise dos custos de distribuição nas indústrias de doces e conservas alimentícias do Rio Grande do Sul

Volume ou peso dos produtos vendidos durante o período. Diretamente, segundo relato rio do responsável pela fun ção. As despesas comuns se­ rão rateadas pelo número de unidades consertadas d u r a n ­ te o período.

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Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

já delineado de autorregulações, adotadas pelas indústrias, principalmente pela questão do risco. O marco regulatório é necessário; assim, migra-se para um modelo transnacional e afirma-se a adoção de regulações interna- cionais, de agências reguladoras, que já vem fazendo às vezes da lei estatal: Apesar dessas incertezas, podemos ter total confiança em um aspecto do futuro da nanotecnologia – que estará sujeito a uma série de regulações. De certa forma, a indústria já está regulada. Alguns aspectos da nanotec- nologia podem cair em regulamentos ou supervisão preexistentes. Decisões de financiamento também funcionam como sistemas ad hoc regulatórios, permitindo que algumas áreas de pesquisa floresçam, deixando outros mur- charem. Regulação informal e extensões de regimes regulatórios serão even- tualmente substituídos por mais quadros regulatórios formais e direcionados que buscam a cabine de riscos de nanotecnologia, promovem seus benefí- cios e temperam seus distúrbios sociais e econômicos. A regulação final será necessariamente promulgada através da lei. Assim, apesar da nanotecnologia geralmente ter um passado irrestrito, seu futuro será, em grande parte, de- terminado pelas escolhas legais feitas nos próximos anos. Não obstante este fato inegável, os estudiosos do direito de longe se juntam à briga. (Marchant; Sylvester, 2006, p. 714) (tradução nossa)
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Seneciose crônica em ovinos no sul do Rio Grande do Sul.

Seneciose crônica em ovinos no sul do Rio Grande do Sul.

Os ovinos na Propriedade 1 eram nascidos e criados no local e embora seja conhecido que em campos onde há ovinos não há Senecio, neste caso a planta sempre ocor- ria em pequena quantidade nos potreiros, provavelmente, em função da baixa lotação de ovinos que não era sufici- ente para controlar a planta (0,27 ovinos por hectare). No Rio Grande do Sul o controle de Senecio em potreiros alta- mente infestados através do pastoreio com ovinos é um procedimento bem sucedido quando a lotação é de no mí- nimo 0,43 ovinos por hectare em pastoreio permanente (Soares et al. 2000). É provável que a intoxicação tenha ocorrido devido a uma combinação de fatores epidemioló- gicos como é citado por Ilha et al. (2001), que descrevem dois surtos da intoxicação nesta espécie animal na região central do Estado. No momento do surto na Propriedade 1 foi observado que na área onde os ovinos se intoxicaram havia grande quantidade de Senecio sp. e severa escas- sez de forragem, o que provavelmente levou os animais a ingerirem quantidades suficientes para causar a intoxica- ção crônica. Cabe mencionar que nos anos 2006-2007 o número de surtos de intoxicação por Senecio sp. em bovi- nos na área de influência do LRD foi o maior desde o ano 1978 (Grecco et al., 2010). Aparentemente, condições epi- demiológicas particulares observadas nestes anos favore- ceram o aumento da freqüência da doença em bovinos e a ocorrência da intoxicação em ovinos.
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Surto de criptosporidiose em bezerros no Sul do Rio Grande do Sul.

Surto de criptosporidiose em bezerros no Sul do Rio Grande do Sul.

A doença tem sido descrita em outros países como Esta- dos Unidos e Canadá ocorrendo nos meses de inverno quan- do os bezerros são confinados em espaços reduzidos favo- recendo a contaminação pelos oocistos (Anderson & Bulgin 1981, Sanford & Josephson 1982). No presente relato o sur- to ocorreu na primavera, época da parição na região Sul do Brasil, que é quando as vacas eliminam o maior número de oocistos nas fezes. Animais adultos são considerados fon- tes de infecção para o ambiente e para o resto do rebanho, normalmente sendo portadores assintomáticos do parasita (Muniz Neta et al. 2010). Apesar da criação extensiva neste caso, os animais nasciam em uma mesma área na qual se contaminavam. Tem sido demonstrado que bezerros afeta- dos e vacas infectadas podem eliminar grande quantidade de oocistos nas fezes, razão pela qual o local de parição es- tava aparentemente altamente contaminado, favorecendo a infecção dos neonatos. A morte de cerca de 70 bezerros no ano anterior com os mesmos sinais clínicos reforça esta hipótese. Surtos anuais de criptosporidiose podem ocorrer na mesma propriedade, devido à persistência dos oocistos infectantes no ambiente (Angus 1987, Feitosa et al. 2008).
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Fotossensibilização hepatógena em bovinos no sul do Rio Grande do Sul.

Fotossensibilização hepatógena em bovinos no sul do Rio Grande do Sul.

A ocorrência estacional de fotossensibili- zação hepatógena, principalmente no outono e na primavera, sugere a possibilidade de que as varia- ções climáticas possam interferir na manifestação do agente etiológico responsável pela enfermidade. Surtos de fotossensibilização têm sido observados em outonos chuvosos, em bovinos em pastagens de trevo vermelho, sendo sugerido que hepatotoxinas produzidas por fungos como Myrothecium, Alterna- ria e Rhizoctonia, isolados do trevo tóxico, poderi- am ser responsáveis pelo aparecimento da enfemi- dade (CASTEEL et al., 1991). Do mesmo modo, tem sido sugerido que surtos de fotossensibilização hepatógena, observados em bovinos alimentados com feno de alfafa, ocorram em conseqüência da contaminação do mesmo por diversas espécies de Aspergillus (CASTEEL et al., 1995). Os fungos Chaetomium spp., Pestalotia spp. e Periconia mi- nutissima foram isolados de amostras de vegetação onde ocorreram três dos 19 surtos estudados. No entanto, não foi possível, ainda, avaliar-se a impor- tância dos mesmos na etiologia da enfermidade. Cynodon dactylon contaminado pelo fungo Perico- nia minutissima tem sido associado à ocorrência de fotossensibilização hepatógena em bovinos (MARASAS & KELLERMAN, 1978). Essa espécie vegetal estava presente em quantidades considerá- veis na maioria das áreas onde ocorreram os surtos, não se podendo descartar, também, a possibilidade de seu envolvimento na etilogia de fotossensibiliza- ção hepatógena que ocorre no sul do Rio Grande do Sul.
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Doenças de equinos na região Sul do Rio Grande do Sul.

Doenças de equinos na região Sul do Rio Grande do Sul.

Pitiose é uma doença frequente na região sul do Rio Grande do Sul devido às condições epidemiológicas favorá- veis à presença do agente Pythium insidiosum (Marcolongo Pereira et al. 2012b). No presente trabalho esta enfermida- de foi a terceira mais frequentemente observada na pele de equinos e apesar de não ser uma causa de morte expressiva torna-se importante pelos prejuízos estéticos aos animais já que o tratamento mais eficiente é o cirúrgico logo que as lesões são observadas, em geral nos membros, na face e na região ventral (Leal et al. 2001).
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Rio Grande do Sul

Rio Grande do Sul

We thank the Brazilian Research Council (CNPq), the Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) and Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) for grants and fellowships in support of this study. Juliana Espíndola is acknowlegdeged for her help in summarizing bibliographical information about marine microturbellarians. We thank MSc. Edward Benya and Paulo Firmino for the English review of the manuscript. Dr. Francisco Brusa, Universidad Nacional de La Plata, Argentina, is thanked for a critical reading of an early version of the manuscript. An anonymous reviewer is acknowledged for their helpful suggestions.
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Doenças de felinos na região sul do Rio Grande do Sul

Doenças de felinos na região sul do Rio Grande do Sul

felinos no Sul do Rio Grande do Sul. Foi realizado um estudo retrospectivo dos casos diagnosticados como tuberculose em gatos necropsiados no Laboratório Regional de Diagnóstico da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (LRD- FV/UFPel) no período de janeiro de 2000 a dezembro de 2014. Em dois casos o diagnóstico foi confirmado pela amplificação da sequência genética IS6110 específica para Mycobacterium tuberculosis. Os sinais clínicos caracterizaram-se por emagrecimento progressivo, anorexia e dispneia. As alterações macroscópicas evidenciadas eram de caquexia, aumento de volume dos linfonodos submandibulares com áreas focais de aspecto caseoso ao corte. Nos pulmões havia áreas multifocais a coalescentes amareladas de aspecto caseoso, discretamente elevadas e firmes na superfície pleural. Histologicamente havia broncopneumonia e linfadenite granulomatosas. A coloração de Ziehl-Neelsen evidenciou a presença de bacilos álcool- ácidos resistentes. Houve imunomarcação positiva para micobactéria pela técnica de
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Biomassa: o potencial do Rio Grande do Sul

Biomassa: o potencial do Rio Grande do Sul

As atividades ligadas à produção do tabaco, cultura em que o Estado do Rio Grande do Sul se destaca como principal produtor nacional, possuem uma grande importância social e econômica. Esta atividade emprega várias famílias e, na época da safra, envolve mais de 153 mil pessoas ligadas diretamente à parte produtiva . Essa cadeia produtiva (Grãos + Tabaco) consumiu 3,5 milhões de metros cúbicos de biomassa em 2016, onde 81% deste volume foi usado na cura do tabaco (Ageflor, 2016). O processo produtivo leva entre 132 a 168 horas (aproximadamente 7 dias), com temperaturas entre 32 e 68 °C e historicamente contribuiu para a redução da mata nativa nas regiões de plantio quer na ocupação do solo com tabaco, quer no uso da lenha. Na atualidade a melhora na fiscalização, promoveu o emprego da lenha fazendo uso das espécies exóticas, através das florestas plantadas formando também mais uma atividade econômica na região com o plantio, cultivo e venda da silvicultura.
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Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Art. 3º Caberá a Comissão Setorial de Avaliação de Documentos de Arquivo comunicar ao órgão responsável pela gestão de documentos do Poder Executivo Municipal, a existência de outros do[r]

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Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Art. 2º A Comissão Setorial de Avaliação de Documentos de Arquivo, nomeada através de Portaria, aplicará a Tabela de Temporalidade de Documentos da Secretaria Municipal da Habitação... A[r]

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