Risco nutricional

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Risco nutricional em idosos: comparação de métodos de triagem nutricional em hospital público

Risco nutricional em idosos: comparação de métodos de triagem nutricional em hospital público

Objetivo: Comparar métodos triagem nutricional em idosos no Pronto Atendimento Médico de um hospital público em relação à sensibilidade, especificidade, valor preditivo e prevalência de risco nutricional na admissão. Métodos: Estudo transversal, prospectivo, realizado no Hospital Regional do Mato Grosso do Sul, de agosto a novembro de 2016. Participaram aqueles com idade ≥ 60 anos, que responderam aos questionamentos ou acompanhantes aptos para tanto. Até 72h de admissão, foram aplicados os instrumentos: Nutritional Risk Screening (NRS-2002) e Mini Nutritional Assessment Short Form® (MNA-SF®), a amostra foi analisada em relação às características dos idosos e resultados das ferramentas de acordo com a classificação de risco nutricional considerado verdadeiro. Resultados: Convidados 162 pacientes e 72 excluídos, 68,06% não participaram do estudo devido aos acompanhantes não saberem informações do paciente. Dos 90 idosos triados, a média de idade foi 71,5 anos (±8,3anos), o sexo masculino foi predominante e a maior ocorrência de internação foram as gastrointestinais (35,6%). A prevalência de risco nutricional foi de 46,7% (n = 42) e variou de 56,7% a 70,7% entre os instrumentos. MNA-SF® e NRS-2002 mostraram-se altamente sensíveis, 97,6% e 83,3%, respectivamente. Já NRS-2002 foi mais específica, 66,7% em relação à MNA-SF® que mostrou 54,2% de especificidade. A sensibilidade, valor preditivo positivo (83,2%) e negativo (90,7%) de MNA-SF® mostraram-se superiores, enquanto que NRS-2002 revelou ser mais específica. Conclusão: No presente estudo, Mini Nutritional Assessment Short Form® revelou-se mais sensível e adequado às vulnerabilidades e perfil de idosos internados em serviço de alta complexidade.
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Determinação de risco nutricional e desnutrição por antropometria em crianças e adolescentes com cirrose.

Determinação de risco nutricional e desnutrição por antropometria em crianças e adolescentes com cirrose.

Em conclusão, observaram-se importantes alterações, considerando o risco nutricional das crianças e adolescentes avaliados, especialmente relacionados aos índices antropométricos PCT e CMB. O índice E/I foi o que apresentou maior número de pacientes comprometidos nutricionalmente para o escore Z -2,0. Devido a importância do estado nutricional em pacientes com doença hepática crônica, recomenda-se o acompanhamento destes pacientes, com a realização de avaliações seriadas com ênfase na utilização de medidas que avaliem a composição corporal e determinem precocemente o risco nutricional, principalmente a PCT.
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Risco nutricional em pacientes hospitalizados: comparação de três protocolos de triagem nutricional

Risco nutricional em pacientes hospitalizados: comparação de três protocolos de triagem nutricional

Neste estudo, a MNA-SF® foi a ferramenta com maior percentual de risco nutricional (76,6%) em relação aos outros protocolos aplicados, resultado semelhante ao encontrado por outros estudos (RASLAN et al., 2010; KOREN-HAKIM et al., 2016). Os trabalhos ressaltam que, embora o maior número de pacientes em risco nutricional seja encontrado usando MNA-SF®, essa ferramenta teve o mesmo desempenho que NRS-2002, em previsão de resultados clínicos desfavoráveis, indicando que a MNA-SF® pode superes mar o risco nutricional em relação à NRS-2002 ou MUST. Os autores dos estudos supracitados sugeriram que a MNA-SF® deve ser u lizada para triagem de desnutrição e não de risco, e apenas em idosos no ambiente da comunidade ou ins tucionalizados, uma vez que foi validado nesse cenário.
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RISCO NUTRICIONAL DE IDOSOS PORTADORES DO MAL DE ALZHEIMER

RISCO NUTRICIONAL DE IDOSOS PORTADORES DO MAL DE ALZHEIMER

Bicudo-Salomão e col. (2006) em seu estudo afirmam que o IMC é considerado um pobre indica- dor para a avaliação de risco nutricional em idosos, sua utilização apresenta limitações por não conside- rar as mudanças da composição e estrutura do cor- po que são peculiares nesta faixa etária, como dimi- nuição da estatura, acúmulo de tecido adiposo, de- clínio de massa corporal magra e da quantidade de água no organismo.

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Rastreamento nutricional em pacientes cirúrgicos de um hospital universitário do sul do Brasil: o impacto do risco nutricional em desfechos clínicos.

Rastreamento nutricional em pacientes cirúrgicos de um hospital universitário do sul do Brasil: o impacto do risco nutricional em desfechos clínicos.

Objetivo: Avaliar a prevalência de risco nutricional em pacientes cirúrgicos de um hospital universitário e seus fatores associados. Métodos: Estudo transversal com dados secundários de pacientes da ala cirúrgica do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas, de abril a outubro de 2010. Os pacientes foram avaliados até 36 horas após a internação, sendo aplicado o Malnutrition Screening Tool. Resultados: Foram incluídos 565 pacientes, com idade média de 52,8±15,6 anos, sendo a maioria (51%) do gênero feminino. Mais de 30% dos pacientes apresentaram risco nutricional médio ou alto, sendo cerca de 7% com alto risco. Estiveram associados ao maior risco nutricional: avanço da idade, cirurgias neoplásicas e mortalidade. O tempo de permanência hospitalar mostrou aumento linear de acordo com o risco nutricional. Conclusão: O Malnutrition Screening Tool é uma ferramenta simples e efetiva de rastreamento nutricional, dispensando medidas antropométricas. Neste estudo, médio ou alto risco nutricional foi prevalente em um terço da amostra e esteve relacionado com aumento de mortalidade, de permanência hospitalar, câncer e aumento da idade. Protocolos de cuidados nutricionais ambulatoriais prévios a cirurgias eletivas poderiam ser empregados na redução do risco nutricional desses pacientes, melhorando os desfechos clínicos e reduzindo o tempo e os custos da internação.
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Risco nutricional entre gestantes adolescentes.

Risco nutricional entre gestantes adolescentes.

Objetivos: Identificar o acometimento de risco nutricional em gestantes adolescentes; averiguar hábitos alimentares; e verificar percepções destes quanto à importância de nutrição adequada na gravidez. Métodos: Estudo de campo realizado no Centro de Desenvolvimento Familiar, em Fortaleza-CE, com 40 gestantes adolescentes. A avaliação nutricional foi efetuada com o auxílio do “Gráfico de acompanhamento nutricional da gestante” e os hábitos alimentares foram conferidos pela “Técnica de alimentação diária habitual”. Resultados: Vinte (50%) adolescentes apresentaram peso adequado, 11(27,5%) baixo peso e 9 (22,5%) sobrepeso. Prevaleceram massas, carnes, gorduras, doces e baixo consumo de frutas e verduras; 33 (82,5%) tinham a percepção de que a alimentação deve ser “diferente” na gravidez e 28 (70%) afirmaram ter feito mudanças nos hábitos alimentares no pré-natal. Conclusão: O acometimento de risco nutricional entre adolescentes gestantes se revelou em situações de sobrepeso, baixo peso, dietas pouco diversificadas e desinformação.
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Associação entre risco de disfagia e risco nutricional em idosos internados em hospital universitário de Brasília.

Associação entre risco de disfagia e risco nutricional em idosos internados em hospital universitário de Brasília.

Dessa forma, a equipe de Nutrição do serviço deve estar alerta ao risco de disfagia e ao risco nutricional, de forma a iniciar uma intervenção nutricional o mais precocemente possível; além de poder contactar o serviço de Fonoaudiologia para iniciar sua intervenção e regredir o agrava- mento do risco de disfagia apontado por esses pacientes. Além disso, estudos mais específicos, considerando doenças de base distintas e agre- gando avaliações fonoaudiológicas específicas para diagnósticos de disfagia, são necessários, de modo a estabelecer protocolos de identificação de risco mais precisos e com associação mais precisa ao estado nutricional.
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Risco nutricional e complicações em obesos hospitalizados submetidos à cirurgia.

Risco nutricional e complicações em obesos hospitalizados submetidos à cirurgia.

RESUMO - Racional - Risco nutricional mede o potencial de morbimortalidade associado ao estado nutricional. A obesidade é um distúrbio nutricional cada vez mais presente em hospitais gerais e pode estar acompanhada de alteração nutricional com conseqüências prejudiciais à evolução clínica do doente, além de ser fator associado a complicações pós-operatórias e morte. Objetivo - Identificar o risco nutricional através da ferramenta de triagem nutricional Malnutrition Universal Screening Tool e verificar o desfecho de complicações pós-operatórias, buscando associação entre risco nutricional e obesidade. Métodos - Avaliaram-se 433 pacientes adultos hospitalizados em enfermarias cirúrgicas variadas, Na admissão hospitalar mediu-se peso e altura corpóreos. Aplicou-se a triagem nutricional após definição da obesidade pelo Índice de Massa Corpórea (Kg/m2) e classifi- cação em grau I (30-34,99 Kg/m2); grau II (35-39,99 Kg/m2); grau III (฀40,00 Kg/m2). Os pacientes foram seguidos até a alta hospitalar ou óbito para acompanhar sua evolução clínica. Resultados - Dentre os pacientes avaliados, 17,1% foram obesos. O risco nutricional nos pacientes obesos foi 23%. Ocorreram complicações em pacientes das enfermarias cirúrgicas de esôfago, vias biliares, vascular, cabeça e pescoço. As complicações apresentadas incluíram infecções pulmonares, de parede abdominal e urinária, fístulas gastrintestinal, biliar e pancreática, insuficiência respiratória, atelectasia lobar, e sangramento pós-operatório. Conclusões - Obesos hospitalizados podem apresentam risco nutricional sendo a obesidade grau I a mais freqüente entre eles em hospital geral. Houve associação positiva entre risco nutricional e freqüência de complicações justificando triagem nutricional na admissão hospitalar como rotina, incluindo pacientes com sobrepeso e obesidade.
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Risco nutricional no período pré-operatório.

Risco nutricional no período pré-operatório.

O presente estudo não mostrou maior prevalência de pacientes desnutridos em enfermaria de cirurgia no período pré-operatório, apontando maior percentagem da população atendida classificada como eutrófica ou com sobrepeso. Talvez, um fator limitante deste trabalho, tenha sido o fato de não incluir-se na análise os portadores de neoplasias, o que poderia ter influenciado tais resultados. E, apesar de nos indicadores de risco nutricional estudado a maioria dos pacientes não apresentarem depleção, é importante salientar a grande percentagem de pacientes com perda de peso recente (45,1%) encontrada. Outros dados para análise posterior, seria investigar a presença de complica- ções pós-operatórias naqueles pacientes com risco nutri- cional. Kodera, et al. 11 , analisando dados de 523 pacientes
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TRIAGEM NUTRICIONAL NO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: PERFIL DE RISCO EM PACIENTES HOSPITALIZADOS

TRIAGEM NUTRICIONAL NO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: PERFIL DE RISCO EM PACIENTES HOSPITALIZADOS

Mais recentemente, Borghi et al. (2013) realizaram uma pesquisa no Brasil em 110 hospitais envolvendo 3.159 pacientes, aplicando dois diferentes formulários de triagem nutricional em adultos e idosos, no qual obtiveram o total de 24% dos adultos desnutridos ou com suspeita de desnutrição e 69,2% dos idosos apresentavam compatibilidade com risco nutricional. Nota-se que ainda é prevalente a desnutrição tanto na admissão hospitalar quanto o desenvolvimento desta durante a internação, necessitando de intervenções multiprofissionais urgentes para que essa realidade venha a ser transformada.
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Aplicabilidade dos métodos de triagem nutricional no paciente hospitalizado.

Aplicabilidade dos métodos de triagem nutricional no paciente hospitalizado.

Foram revisadas seis ferramentas de triagem nutricional mais conhecidas, disponíveis na literatura. Para a obtenção dos artigos foram feitas pesquisas nas bases de dados como PubMed, Schoolar Google, Google e SciELO. No período da pesquisa (agosto do ano de 2006), apenas as ferramentas de triagem nutricional citadas estavam disponíveis online com os artigos completos: NRS 2002 (Nutritional Risk Screening 2002 - Triagem de Risco Nutricional 2002), MNA - SF (Mini Nutritional Assessment Short Form - Mini Avaliação Nutricional Reduzida), MUST (Malnutrition Universal Screening Tool - Instru- mento Universal de Triagem de Desnutrição), MST (Malnutrition Screening Tool - Ferramenta de Triagem de Desnutrição), HH - NAT (Hickson & Hill Tool - Nutritional Assessment Tool - Ferramenta de Avaliação Nutricional) e URS (Undernutrition Risk Score - Escore de Risco de Desnutrição).
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Diagnóstico nutricional de pacientes cirúrgicos.

Diagnóstico nutricional de pacientes cirúrgicos.

Nos três períodos analisados, não houve diferenças entre o risco nutricional entre as distintas doenças; ao mesmo tempo, ficou evidente que o Grupo 2 apresentou risco nutricional elevado na admissão (Tabela 3), onde todos os pacientes com neoplasia gástrica e de vias biliares apresentaram perda ponderal superior a 10% desde o início da doença (P=0,006).Constatou-se percentual maior de desnutridos nesta população, quando se utilizou o risco nutricional através do percentual de perda de peso (63%), em comparação com o IMC (38%) e com a albumina isolada (17,1%).
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Subnutrição em unidades de tratamento oncológico: tarefa para a suplementação nutricional precoce? / Subnutrition in oncological treatment units: task for early nutritional supplementation?

Subnutrição em unidades de tratamento oncológico: tarefa para a suplementação nutricional precoce? / Subnutrition in oncological treatment units: task for early nutritional supplementation?

O diagnóstico principal foi o câncer em 75,4% dos pacientes. Já o tumor benigno, as patologias cardíacas e infecções foram, respectivamente, os motivadores da internação segundo 7,4%, 3,3% e 2,5% dos prontuários avaliados. Outros motivos de internações incluíam a realização de cirurgias eletivas não relacionadas a câncer, casos de doença pulmonar obstrutiva crônica, politraumatismo dentre outros, uma vez que hospitais credenciados como UNACON podem não ser exclusivos para o tratamento do câncer. A prevalência geral de subnutrição foi de 44,3%, sendo 29,5% dos indivíduos classificados com risco nutricional e 14,8% com evidente subnutrição. Dos pacientes com câncer, 53,3% estavam subnutridos, incluindo os 35,9% classificados com risco nutricional e 17,4% com evidente subnutrição. Dados apresentados na figura 1.
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Avaliação nutricional subjetiva: Parte 2 - Revisão de suas adaptações e utilizações nas diversas especialidades clínicas.

Avaliação nutricional subjetiva: Parte 2 - Revisão de suas adaptações e utilizações nas diversas especialidades clínicas.

parte dos resultados da terapia nutricional depende da via que se utiliza, parenteral ou enteral. Nesse ensaio clínico e aleatório, inúmeras considerações poderiam ser feitas, tais como: pequeno número de pacientes que efetivamente participaram do estudo (395 pacientes entre 3.259 potencialmente elegíveis) e ao próprio método de intervenção utilizado (nutrição parenteral mesmo com trato digestivo disponível e excesso de calorias ofertadas). Nesse estudo não foi observada boa concordância entre os métodos objetivos e subjetivos, uma vez que após serem selecionados para o estudo, critérios objetivos (% peso ideal, albumina, pré-albumina ou índice de risco nutricional (INR)), classificados pela ANS, mostrou que 30% dos pacientes que foram incluídos na aleatoriedade não apresentavam déficit nutricional pela avaliação subjetiva. No grupo controle tanto a classificação subjetiva (ANS), como a objetiva (INR) sugere maior incidência de complicações conforme a piora da gravidade da desnutrição, porém esta associação não foi estatisticamente significativa. No grupo que recebeu nutrição parenteral total, os pacientes identificados como desnutridos moderados, tiveram aumento significativo das complicações infecciosas, e apenas aqueles considerados desnutridos graves pela ANS tiveram benefício sugerido da intervenção nutricional na forma de nutrição parenteral. Este benefício se resumiu a menor incidência de complicações maiores (infecciosas e não-infecciosas) (25,8%), comparando-se com o grupo controle (47,4%). A redução de complicações observada não foi estatisticamente significativa, sendo que o limitado número de pacientes neste subgrupo certamente comprometeu o poder do estudo.
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Rev. paul. pediatr.  vol.35 número3

Rev. paul. pediatr. vol.35 número3

que a ferramenta não apresenta boa associação com os indica‑ dores antropométricos comumente utilizados na prática clínica e que, quando essa associação ocorre, ela é de intensidade fraca. Tal divergência entre os resultados pode ser atribuída pelo fato de a ferramenta não contemplar dados antropométricos em sua investigação nutricional. Apesar de abordar dois itens intima‑ mente relacionados à antropometria, como o estado nutricional deiciente veriicado pelo exame físico, avaliado pelo proissional, e a ocorrência de perda de peso, julgado pelos pais, esses dados icam prejudicados pela análise subjetiva imposta. Spagnuolo et al. sugerem que a ferramenta STRONGkids seja considerada em conjunto com outros parâmetros nutricionais devido ao seu sis‑ tema numérico de classiicação. Durante essa pesquisa italiana, muitos pediatras apontaram a incompatibilidade entre o seu jul‑ gamento clínico de risco nutricional do paciente com a catego‑ rização (risco baixo, moderado ou alto) obtida pela ferramenta. 3
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Neoplasia digestiva, baixo índice de massa corporal e perda de peso como indicadores do tempo de internação em pacientes portadores de neoplasias.

Neoplasia digestiva, baixo índice de massa corporal e perda de peso como indicadores do tempo de internação em pacientes portadores de neoplasias.

Para a análise estatística, foram utilizados o teste Qui-quadrado ou exato de Fischer para verificar associação ou comparar proporções e o teste Kruskal- Wallis ou ANOVA com transformação por postos, seguida pelo teste de Tukey para localização das diferenças, para comparar medidas contínuas ou ordenáveis entre os quatro grupos de neoplasias. Para identificar os fatores de risco associados ao tempo de internação (gênero, doença, idade, IMC, indicadores de risco nutricional), foi utilizada a análise de regressão logística múltipla. Inicialmente foi realizada a análise univariada de cada um dos fatores de interesse e a seguir, a análise múltipla utilizando como processo de seleção de variáveis o critério passo-a-passo (stepwise). O nível de significância adotado para os testes estatísticos foi 5% 4,22,24 .
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Prevalência de desnutrição hospitalar em idosos

Prevalência de desnutrição hospitalar em idosos

A Nutritional Risk Screening (NRS-2002) é recomendada pela American Society for Parenteral and Enteral Nutrition (ASPEN) e tem como objetivo detectar o risco de desnutrição no ambiente hospitalar. Este método classifica o paciente segundo o estado nutricional e a gravidade da doença, definindo a desnutrição em normal, leve, moderada ou grave, totalizando 6 pontos. Caso a idade do paciente seja superior a setenta anos, deve ser adicionado um ponto a mais no final da pontuação; entretanto, se o paciente atingir uma pontuação igual ou superior a 3, considera- se em risco nutricional 8 .
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Suplemento artesanal oral: uma proposta para recuperação nutricional de crianças e adolescentes com câncer

Suplemento artesanal oral: uma proposta para recuperação nutricional de crianças e adolescentes com câncer

O estudo foi desenvolvido com crianças e adolescentes com comprometimento nutricional e com câncer em tratamento no Instituto de On- cologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. O acompanhamento foi realizado no período de maio de 2006 a outubro de 2007, quando foi feita a coleta de dados do SOA. Os dados do SOI foram coletados ante- riormente, nos anos de 2004 e 2005. Foram incluídos pacientes com neoplasia maligna em tratamento oncológico e com déficit nutricional caracterizado pelos seguintes cortes: a) desnu- trição leve (DEP leve): Índice de Massa Corporal (IMC) menor que o percentil quinze e maior que o cinco para adolescentes. A classificação de des- nutrição leve para crianças define-se pelo es- core-Z de Peso para Estatura (P/E) <-1,0 e ≥-2,0 desvios-padrão; b) risco nutricional: pacientes eutróficos com perda de peso igual ou superior a 5% em um período de até seis meses; c) desnu- trição grave (DEP grave): IMC abaixo do quinto percentil para adolescentes e escore-Z de P/E <-2,0 desvios-padrão para crianças.
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NUTRIÇÃO E DOENÇA DE ALZHEIMER: BREVE REVISÃO

NUTRIÇÃO E DOENÇA DE ALZHEIMER: BREVE REVISÃO

Antes de qualquer intervenção nutricional, o paciente deve passar por avaliação nutricional e clínica. A MAN, largamente utilizada entre os estudos, é uma ferramenta de avaliação nutricional muito prática que facilita a triagem nutricional, determinando o risco nutricional do paciente. Segundo McGee e Jensen (2000), consiste em um questionário de 18 perguntas, divididas em duas partes, sendo a primeira composta por seis questões, relacionadas à avaliação da ingestão alimentar e perda ponderal nos últimos três meses, mobilidade, ocorrência de estresse psicológico ou doença aguda recente, alterações neuropsicológicas e IMC; já a segunda parte aborda questões acerca de medidas antropométricas; investigação alimentar; autonomia para se alimentar; avaliação global, com perguntas relacionadas ao estilo de vida e medicamentos utilizados e uma autoavaliação relativa à saúde e nutrição.
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Ângulo de fase : indicador do estado nutricional do doente oncológico?

Ângulo de fase : indicador do estado nutricional do doente oncológico?

malnutridos (com menor massa muscular e maior caquexia) apresentem valores de ângulo de fase mais baixos, comparativamente a doentes bem nutridos. O grupo de doentes malnutridos foram associados a piores indicadores nutricionais (valores de mean rank de score de PG-SGA e risco nutricional mais elevados e de índice de capacidade funcional mais baixos); como tal, valores de ângulo de fase mais baixos estão associados a piores indicadores nutricionais, e consequentemente a pior prognóstico. A integração da avaliação do ângulo de fase por BIA pode ser uma mais-valia na prática clínica em Oncologia uma vez que fornece informações fidedignas e detalhadas da composição corporal do doente, acabando por ser um método mais rigoroso, preciso, económico, não-invasivo e indolor. Com base nos resultados da BIA, podem ser implementados planos de acompanhamento nutricional mais personalizados, podendo ser feito um follow-up mais objectivo, mais rigoroso e mais próximo à realidade do doente, com base nos seus valores bioeléctricos, ajustando assim o seu plano nutricional.
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