Rosa - Poda

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Avaliação de biomassa e óleo de rebrotas de galhos e folhas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em plantios comerciais submetidos à poda e adubação

Avaliação de biomassa e óleo de rebrotas de galhos e folhas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em plantios comerciais submetidos à poda e adubação

A exportação do óleo essencial do pau-rosa em sua maioria tem sido para os Estados Unidos, Japão, França, Inglaterra e Argentina, girando em torno de 85 % da produção, porém tem ocorrido uma redução ao longo dos anos. De acordo com Sampaio et al. (2000), em 1995, o estado do Amazonas exportou 41 toneladas de óleo a um preço de US$ 29,31/Kg. No ano de 2000, somente 4 toneladas de óleo foram exportadas. O principal fator responsável pela redução da produção e exportação está sendo a substituição do óleo natural de pau-rosa por correspondentes sintéticos satisfatórios e seus baixos preços em relação ao produto natural, e a inexistência de uma política florestal para o setor também contribuíram para o declínio da exportação do óleo nas últimas décadas (Sampaio et al., 2000; May & Barata, 2004).
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Avaliação de biomassa e óleo de rebrotas de galhos e folhas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em plantios comerciais submetidos à poda e adubação

Avaliação de biomassa e óleo de rebrotas de galhos e folhas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em plantios comerciais submetidos à poda e adubação

A espécie Aniba rosaeodora Ducke, pertence à família Lauraceae, conhecida popularmente como pau-rosa, pau-rosa-mulatinho, pau-rosa-itaúba e pau-rosa-imbaúba (Brasil), cara-cara, “rosewood” (Guiana), “bois-de-rose”, “bois-de-rose-femelle” (Guiana Francesa). É uma árvore de grande porte, podendo atingir 30 m de altura e 2 m de diâmetro. O tronco é retilíneo e ramificado no ápice, formando uma copa pequena. Possui casca pardo- amarelada ou pardo-avermelhada, que se desprende em grandes placas. As folhas são coriáceas ou rígido-cartáceas, simples, alternas, obovadas, elípticas ou obovado-lanceoladas, com 6-25 cm de comprimento e 2,5-10 cm de largura. As flores são amarelo-ferruginosas, hermafroditas e diminutas; o sistema de reprodução é de fecundação cruzada, garantida pela ocorrência de dicogamia sincronizada. O fruto é uma baga glabra, de coloração violáceo- escura quando maduro, elipsóide ou subglobosa, com 2-3 cm de comprimento e 1,5-2 cm de diâmetro; está inserido em uma cúpula espessa de 1 cm de comprimento e provida de lenticelas lenhosas; contém 1 semente ovóide, com 2,6 cm de comprimento e 1,5 cm de diâmetro. Os frutos são muito apreciados por pássaros, os quais atuam como predadores principalmente pássaros da família dos Psitacídeos, atacando os frutos imaturos, e, possivelmente, dispersores da semente (Alencar & Fernandes, 1978; Kubitzki & Renner, 1982; Ohashi & Rosa, 2004).
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Manipulador robótico para poda automática (Projecto ROMOVI)

Manipulador robótico para poda automática (Projecto ROMOVI)

Foram obtidos cinco tipos de resultados durante os testes realizados: (1) trajetória efetuada com sucesso, (2) trajetória colide com a vinha, (3) não foi possível calcular a trajetória, (4) não foi possível atingir o ponto e (5) o nó do MoveIt! encerrou subitamente. A situação em que o ponto não é atingido verifica-se quando, a meio de um trajetória, o MoveIt! indica que atingiu o ponto de destino e começa a efetuar novo planeamento. A causa para o de encerramento súbito do nó não foi identificada, visto que acontecia espontaneamente e apenas em 2 algoritmos. Nas tabelas apre- sentadas, as células que correspondem ao primeiro resultado estão coloridas com fundo branco, as seguintes com fundo vermelho, bordô, laranja e rosa, respetivamente. Não foi feita distinção de cores quando a trajetória colide com a vinha e esta cai (bump), ou quando o toque é apenas de raspão e esta gira sobre si própria (small bump). É apenas feita a distinção entre a colisão no primeiro ou segundo movimentos, consoante aparecerem quatro ou dois números, respetivamente. Por último, na apresentação de testes em tabelas, as abreviaturas da tabela 5.1 foram utilizadas para a legendagem das colunas.
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Importância da fertilidade de gemas para a definição da poda na videira

Importância da fertilidade de gemas para a definição da poda na videira

O conhecimento da posição das gemas férteis em cada variedade é uma importante informação para a orientação do tipo de poda a ser empregado no vinhedo, com consequentes aumentos em produtividade. Sem o conhecimento de onde se encontra a gema fértil a execução da poda de forma incorreta proporcionara cachos pequenos de baixa qualidade do fruto que resulta na redução da produtividade a cada ciclo. Os tipos de poda aplicada em diferentes genótipos de um vinhedo interferem no desenvolvimento de novos ramos. Define também, a época e forma da poda a ser aplicada, bem como, suas interações podem modificar o crescimento vegetativo e a expressão da fertilidade de gemas do ciclo posterior.
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Intensidade de poda na produção e na qualidade dos frutos de mirtileiro.

Intensidade de poda na produção e na qualidade dos frutos de mirtileiro.

resumo-o mirtileiro possui frutos com alto potencial antioxidante e nutracêutico. este potencial pode ser inluenciado pela severidade da poda nas plantas, principalmente em função do impacto na produção e dos efeitos do aumento da radiação solar incidente sobre os frutos. o objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da intensidade da poda seca sobre a produção e os atributos de qualidade dos frutos de mirtileiro das cultivares clímax, Bluegem e Powderblue, produzidas na mesorregião de Pelotas-RS. Para tal, foi conduzido um experimento no município de Morro Redondo-RS, durante a safra de 2012/2013, sendo utilizadas as cultivares grupo “Rabbiteye”, clímax, Bluegem e Powderblue. a poda foi realizada em três níveis de remoção de ramos: normal, média e leve, no dia 20 de julho de 2012. A intensidade de poda seca exerceu inluência sobre a produção e o teor de itoquímicos dos frutos de mirtileiros. A produção das plantas submetidas a poda leve foi maior que as submetidas a poda média e normal, sendo o mesmo observado em relação ao teor de compostos fenólicos das cvs. Bluegem e Powderblue, enquanto para o teor de antocianinas, a intensidade de poda teve efeito distinto sobre os atributos de qualidade físico-química das diferentes cultivares. termos para indexação: Vaccinium spp.; produção; itoquímicos.
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Influência da poda em diferentes alturas no mamoeiro ‘Golden’

Influência da poda em diferentes alturas no mamoeiro ‘Golden’

O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com seis repetições. Os tratamentos foram constituídos por cinco alturas de poda (inteira sem o ápice, 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 m) a partir do solo, com a parcela experimental constituída por cinco plantas. Após a poda, foi aplicada uma pasta de óxido de cobre na região do corte e posteriormente estes foram encobertos com saco plástico preto, para evitar o apodrecimento em decorrência do acúmulo de água da chuva no interior da planta.

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Poda verde e produção do pessegueiro em alta densidade

Poda verde e produção do pessegueiro em alta densidade

Resumo  O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito da poda verde sobre a quantidade e qualidade de frutos do pessegueiro ‘Chimarrita’ cultivado em alta densidade. Os quatro tratamentos estudados foram: testemunha sem poda verde, uma poda verde realizada a 45 dias antes da colheita (AC), duas podas verdes a 45 e 75 dias AC e três podas verdes realizadas a 15, 45 e 75 dias AC. O método adotado para a poda verde foi a eliminação de ramos ladrões verticais e ramos voltados ao centro da copa e o desponte dos ramos acima de 2,3 m do solo oriundos das pernadas principais. Foram avaliados a massa total colhida, a massa média do fruto, os diâmetros do fruto, a acidez titulável, o grau Brix, o pH e a relação Brix/Acidez. Não houve influência das diferentes épocas de poda verde em relação à produção de frutos por planta, ao tamanho do fruto e à qualidade química dos pêssegos colhidos, com exceção do pH do suco que aumentou ao longo das três safras analisadas. Concluiu-se que a poda verde realizada de 15 a 75 dias antes da colheita não influenciou na produção e na qualidade de pêssegos produzidos em alta densidade.
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Condução e poda

Condução e poda

Quando se corta de forma excessiva, a planta responde com a emissão de chu- pões. Este tipo de resposta ao corte dá a falsa ilusão de que a planta se desenvolveu mais. Contudo, isso significou apenas que os recursos água e nutrientes do solo estiveram em abundância relativamente à reduzida área foliar que ficou. Em rigor, se forem pesados os novos crescimentos após poda severa e poda ligeira eles são maiores após poda ligeira. Claro está que o engrossamento do tronco também é maior após poda ligeira, bem como o desenvolvimento do sistema radicular. Perceba-se que o tronco cresce a partir da seiva elaborada que lhes chega das folhas e não da seiva bruta que sobe da raiz, ao contrário do que as pessoas tendem a pensar (imagem 6.2). As próprias raízes crescem a partir da seiva elaborada que lhe chega das folhas. Claro que as raízes são importantes no envio de água e nutrientes para que as folhas possam sintetizar os materiais que vão dar origem a todos os tecidos novos da planta.
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Produção da tangerineira 'ponkan' após poda de recuperação.

Produção da tangerineira 'ponkan' após poda de recuperação.

A redução na produção na primeira safra, apresentada nos tratamentos com podas drásticas em parte pode ser explicada em função da época da realização das podas, já que foram realizadas no mês de novembro, quando a planta apresentava frutos em desenvolvimento, sendo assim retiradas grandes parte dos frutos já em desenvolvimento. Stuchi (1994) recomenda que a poda severa de topo seja realizada mais cedo, minimizando a perda de partes produtivas das árvores, evitando a rebrota vigorosa que essa operação propicia.

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Eficiência da poda em cafeeiros no controle da Xylella fastidiosa.

Eficiência da poda em cafeeiros no controle da Xylella fastidiosa.

O ano de 2005 também foi atípico e ocorreu uma precipitação pluvial alta no fim de maio e, apesar do déficit hídrico no solo ser baixo, constatou-se que a obstrução dos vasos chegou a uma proporção de 0,087 (9%) na região do pecíolo das amostras que foram submetidas à poda do tipo decote (Tabela 3). Essa porcentagem de obstrução dos vasos pela bactéria no período em que as plantas estão submetidas a um estresse hídrico corroboram os resultados da região de Mococa e Garça (SP), observados em 1998 e 2000 respectivamente (Q UEIROZ -

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Resíduos industriais como estimuladores da biodegradação de poda de árvores

Resíduos industriais como estimuladores da biodegradação de poda de árvores

Pelo fato de não serem de origem industrial, e, desse modo, não dependerem da sazonalidade do mercado econômico, os resíduos de poda urbana podem ser amplamente utilizados, uma vez que sua geração é abundante. Contudo, a dificuldade no aproveitamento destes resíduos é agravada pela gestão ineficiente por conta dos municípios, que na maioria dos casos, não aproveitam este insumo que poderia ser usado para reduzir custos referentes à adubação de áreas verdes públicas por meio da compostagem, por exemplo (CORTEZ, 2011).

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PODA EM DIFERENTES ÉPOCAS E SEU EFEITO EM UVAS VINÍFERAS

PODA EM DIFERENTES ÉPOCAS E SEU EFEITO EM UVAS VINÍFERAS

RESUMO - O ramo da vitivinicultura tem se intensificado na Região da Campanha Gaúcha, dando destaque para os municípios de Dom Pedrito, Bagé, Candiota e Santana do Livramento. Este avanço faz com que novas técnicas de manejo sejam realizadas para melhorar a qualidade e o desempenho dos vinhedos. Com este enfoque o objetivo do experimento foi avaliar a qualidade pós colheita das cultivares Tannat e Merlot podadas em quatro diferentes épocas no período de dormência. O trabalho foi realizado no município de Dom Pedrito,RS em um vinhedo comercial delineado inteiramente casualizado constando de quatro tratamentos e três repetições. Três plantas compuseram a amostragem das repetições e estas foram podadas nos meses de maio, junho, julho e agosto do ano de 2015 e colhidas em fevereiro de 2016. Após a colheita as variáveis avaliadas foram: número de cachos, massa total dos cachos, massa média dos cachos, rendimento por planta, pH, densidade, sólidos solúveis totais, acidez total e açúcares. Os resultados foram submetidos a ANOVA e comparação de médias pelo teste de Tukey. Os resultados encontrados mostram que não houve diferença estatística para todas as variáveis analisadas na cultivar Tannat. As plantas da cultivar Merlot apresentaram diferenças estatísticas para a variável massa média dos cachos onde as que foram podadas no mês de agosto tiveram um valor superior as demais, porém diferenciando-se apenas das plantas podadas no mês de junho. Portanto podemos considerar deste trabalho que há a possibilidade de escalonar o manejo de poda em diferentes épocas das cultivares Tannat e Merlot na Região da Campanha Gaúcha sem influenciar na qualidade das uvas.
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Poda programada de ciclo na produtividade do cafeeiro arábica

Poda programada de ciclo na produtividade do cafeeiro arábica

e bienal de ramos que apresentaram 70% ou mais da sua produção). Para algumas variáveis, os tratamentos foram organizados em esquema fatorial 4 x 2 x 2, sendo o último fator referente a duas posições de coleta de dados na planta (superior e inferior). Para todos os esquemas fatoriais foi empregado um tratamento adicional (testemunha), referente à poda tradicional (recepa). A retirada anual ou bienal de ramos plagiotrópicos que apresentaram 70% ou mais da sua produção pode ser empregada sem prejuízos à produtividade. A poda programada de ciclo melhora a distribuição de ramos, aumenta o tamanho da copa, e impede a ocorrência do fenômeno de “pescoço pelado”, observado na testemunha. A poda programada de ciclo proporciona maior desempenho agronômico e produtivo, podendo ser utilizada em substituição à recepa.
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Rosa cidadão

Rosa cidadão

pensamento sobre o Brasil característico da literatura brasileira, tal como revisto e adaptado pelos modernistas: “O professor Willi Bolle é quem mais se alonga na reflexão sobre Grande Sertão: Veredas, dando mais corpo às justificativas para a alegada selagem da literatura no ano de 1956. O autor se embrenha pelos labirintos do romance e vislumbra um entrelaçamento da narrativa do autor mineiro a um projeto de construção de um retrato do Brasil. Com isso, além do enquadramento no eixo canônico da prosa de ficção que dá suporte à análise da literatura na revista, o livro é vinculado também a uma linhagem tradicional de estudos brasileiros: os chamados ensaios de interpretação nacional. (…) Willi propõe que se olhe para a narrativa rosiana como uma obra construída em uma encruzilhada entre sertão e cidade, assim como sua obra precursora Os Sertões, que teria sido construída “na encruzilhada imaginária da rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro, com a rua do Monte Alegre, em Canudos”. Para isso, o ensaísta recorre às concepções de “alegoria”, definida etimologicamente como o discurso através do outro, e de “historiografia alegórica”, vista como o “estudo de uma época ou de um espaço diferente, para o historiador esclarecer aspetos do seu próprio tempo”. Ao tentar transpor esse procedimento para a leitura de Grande Sertão: Veredas, o autor lembra que na recepção à obra de Guimarães Rosa “predominam os estudos sobre o inventor e experimentador da linguagem; sobre a novela de cavalaria, a gesta da jagunçagem, a epopéia dos sertões; e sobre os aspetos metafísicos, explorando grandes motivos universais como o pacto, a alquimia o esoterismo”, mas que a crítica fez pouco para tentar compreender a obra de Guimarães Rosa como um retrato do Brasil no século vinte. Esse será o ponto nevrálgico de suas reflexões, que adiantam aspectos que mais tarde farão parte do estudo
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RELEITORES DE ROSA

RELEITORES DE ROSA

Em conversa comigo [...], deixando de lado o recato da despretensão, ele [Rosa] me seg- redou que dava a maior importância a este livro, surgido em seu espírito como um todo perfeito não obstante o que os contos tivessem de fragmentário. Entre estes havia inter-relações as mais substanciais, as pala- vras eram todas medidas e pesadas, postas no seu exato lugar, não se podendo suprimir ou alterar mais de duas ou três em todo o livro sem desequilibrar o conjunto. (RÓNAI, 1994, p.159)

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O Triângulo Rosa

O Triângulo Rosa

O livro intitulado Triângulo Rosa. Um homossexual no campo de concentração nazista, escrito por Jean-Luc Schwab, a partir das conversas com Rudolf, enriquecidas com profunda pesquisa histórica e entrevistas com parentes de outros que tinham sofrido a mesma perseguição, relata uma vida homossexual assumida, e marcada pela perseguição.

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"A rosa não tem porquê"

"A rosa não tem porquê"

Maria Eduarda Faria da Rosa é a filha mais nova de uma fratria de quatro irmãos, três irmãos e uma irmã, filhos de José Garcia da Rosa e de Maria Lourenço Faria. Nasceu no Areeiro – Capelo, na Ilha do Faial – Açores a 29 de setembro de 1947. Dos dez aos vinte anos, viveu na Horta onde desenvolveu as suas atividades escolares no colégio de Santo António, no Magistério Primário e no Liceu. Em 1968, rumou ao continente onde frequentou o curso de Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, assim como um mestrado em Literatura Comparada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova.
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Poda fitossanitária no controle da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro

Poda fitossanitária no controle da vassoura-de-bruxa do cupuaçuzeiro

- Em todas as situações, isto é, em plantios que se afetuou a recepa ou não, a poda tem que ser criteriosa, ou seja, não deixar nenhuma vassoura ou fruto mumificado nas plantas ou caído no solo. A produção de esporos pelo fungo e extremamente alta e as vassouras ou frutos remanescestes comprometem a eficiência do controle.

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Poda verde e raleio de frutos em plantas de pessegueiro

Poda verde e raleio de frutos em plantas de pessegueiro

O pessegueiro produz seus frutos nos ramos do ano anterior, que, contudo, frutificam somente uma vez; para nova frutificação é necessário novo crescimento. Por isso, há uma tendência de os frutos localizarem-se cada vez mais longe dos ramos principais, o que é evitado por uma poda bem conduzida. É comum que uma planta adulta apresente uma quantidade excessiva de gemas florais, o que leva a produção de um grande número de frutos pequenos. A alta produção e pouco desenvolvimento vegetativo leva, fatalmente, a planta a um enfraquecimento. Por meio de uma poda de frutificação adequada, associada a outras práticas, esse problema é também minimizado. Através da poda, pode-se modificar a forma da planta, visando obter maior produção de frutos, eliminar a dominância apical, abrir a planta para penetração de luz, facilitar os tratamentos fitossanitários, dentre outros (PEREIRA; RASEIRA, 2014).
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