São MIguel - RN - Agricultura Familiar

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Efeitos da previdência rural na agricultura familiar da microrregião Serra de São Miguel - RN

Efeitos da previdência rural na agricultura familiar da microrregião Serra de São Miguel - RN

O objetivo do presente trabalho é verificar os efeitos da Previdência Social Rural na agricultura familiar da microrregião Serra de São Miguel RN. O estudo baseou se em bibliografia disponível sobre a temática, em dados secundários e em um levantamento amostral realizada em três municípios (Encanto, São Miguel e Riacho de Santana) da microrregião. O universo do estudo foram os estabelecimentos da agricultura familiar apontados no Censo Agropecuário de 2006, nesses municípios. A unidade de análise considerada foi a família rural, com as entrevistas sendo aplicadas junto às famílias de agricultores com e sem aposentados rurais. A amostra foi de 94 famílias presentes nos estabelecimentos familiares. Os resultados demonstram que a Previdência Rural atinge um grau de cobertura significativo na zona rural dos municípios pesquisados, com uma média de 1,57 beneficiários por domicílio nas famílias com aposentados. Os dados da pesquisa atestam que a agricultura familiar na microrregião Serra de São Miguel RN dispõe de poucas condições favoráveis para o seu desenvolvimento, uma vez que, além da escassez de terras e do fator climático da região, as políticas públicas voltadas a totalidade dos agricultores familiares como o PRONAF e o PAA , tem sido incapazes de dar respostas efetivas para a melhoria das condições de vida no meio rural, haja vista a quantidade mínima de famílias atingidas por essas políticas, seja em função do desenho ou do ambiente onde elas são operacionalizadas. Neste contexto, se sobressai a importância da Previdência Rural que, em função da aplicação dos dispositivos constitucionais que garantiram a sua universalização, tem sido a única política pública relevante que, de fato, tem atingido a todos os seus potenciais beneficiários. Dada a situação geral da agricultura familiar da microrregião e das características específicas dos estabelecimentos familiares pesquisados, corroborou se a hipótese de que a aposentadoria rural não contribui diretamente
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Agricultura familiar e políticas públicas: o caso do PRONAF no município de São Miguel-RN.

Agricultura familiar e políticas públicas: o caso do PRONAF no município de São Miguel-RN.

Nos quatro anos anteriores, apenas 29 produtores (menos de 2% dos potenciais beneficiários) tinham conseguido conjrair empréstimos bancários através das "facilidades económicas"[r]

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O turismo e a aquisição da produção rural familiar e da pesca pelos serviços de alimentação e acomodação em São Miguel do Gostoso (RN)

O turismo e a aquisição da produção rural familiar e da pesca pelos serviços de alimentação e acomodação em São Miguel do Gostoso (RN)

estabelecimento. O escopo do estudo tem caráter exploratório e descritivo, com abordagem Quali-quantitativa. A princípio, menciona-se a dificuldade de se obter informações sobre a existência dos estabelecimentos de acomodação e alimentação devido, também, à alta rotatividade de abertura e ao fechamento das empresas desse setor. Contornou-se tal situação utilizando-se de várias informações existentes sobre os empreendimentos em questão, até chegar às objetivas empresas. A coleta de dados foi realizada com os empreendimentos e com os agricultores que se enquadravam nos critérios da pesquisa. As respostas obtidas na coleta de dados serviram para montar o censo do trade turístico relevante para as análises seguintes, já as entrevistas foram realizadas com aqueles que reconheciam adquirir a produção rural alimentar de forma direta ao agricultor. Em sequência, entrevistou-se os agricultores que vendem sua produção rural familiar nas feiras de livre comercialização em São Miguel do Gostoso/RN. Todas as informações do censo foram inseridas no Google Forms, para auxiliar na etapa de análise e interpretação dos dados. Já as entrevistas tiveram seus áudios transcritos de acordo com as orientações de Ramilo e Freitas (2001), e, posteriormente, realizou-se a análise do conteúdo. Pode-se dizer que os principais resultados sobre a relação da aquisição do gênero alimentício são: 1) o serviço de acomodação é aquele que mais se destaca com a aquisição de alimentos de forma direta à agricultura familiar; 2) destaca-se o serviço de alimentação para a aquisição de forma direta a outros mercados, e o mercado local pouco se utiliza da aquisição de alimentos de forma direta à agricultura familiar; 3) o trade turístico que possui autoconsumo são aqueles que procuram adquirir os alimentos de forma direta à agricultura familiar; 4) a aquisição de alimentos de forma direta ao mercado local é maior que a aquisição da feira-livre municipal, da agricultura familiar e da feira orgânica, respectivamente; e 5) há estabelecimento do trade turístico que não possui nenhum vínculo com a aquisição de alimentos de forma direta à agricultura familiar.
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Agricultura familiar, tecnologia e mercado.

Agricultura familiar, tecnologia e mercado.

Os dados da Figura 1 dão ideia aproximada de que o mundo da agricultura familiar no Brasil é heterogêneo, uma vez que cada cul- tura requer uma função de produção diferente, que depende do uso intensivo ou menos intensivo de um ou mais fatores, inclusive trabalho (Souza Filho et al., 2004). É também heterogêneo porque essa produ- ção sai tanto de unidades de produção de famílias muito pobres, que possuem alguns hectares de terra que pouco se pode esperar que produzissem em bases sustentáveis, quanto de famílias com grande aporte de recursos financeiros e materiais, tais como terra, equipa- mentos, capacitação, conhecimento, processo de produção organiza- do, acesso a crédito, entre outros.
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O PRONAF e os seus reflexos para a agricultura familiar

O PRONAF e os seus reflexos para a agricultura familiar

As condições de mercado (concorrência) obrigam as empresas agroindustriais, entre outras medidas, a reduzir custos para manter-se competitivas. Na busca de suprimentos a custos menores, as agroindústrias adotam estratégias que levam a uma desintegração das estruturas internas das explotações agrícolas. Estas passam a sofre várias transformações que as levam da agricultura familiar-artesanal a uma agricultura familiar empresarial e forçam a eliminação ou exclusão dos agricultores que não conseguem adaptar-se a estas modificações (ALTMANN, 1997, p.13). [...] o mecanismo de redução de custos da mataria-prima é a transferência aos produtores de tecnologias que provoquem ganhos de produtividade recuperáveis pela agroindústria. [...] Suponha-se, para melhor compreensão do mecanismo, que uma unidade de produção esteja integrada, a montante e a jusante, a uma mesma empresa agroindustrial e que todos os meios de produção necessários lhe sejam fornecidos por esta empresa. Isto é, uma mesma empresa produz as rações e todos os demais insumos e os fornece à unidade de produção integrada. Ao mesmo tempo, possui planta industrial (frigorífica) e adquire toda a produção agrícola da unidade integrada, para beneficiamento industrial. [...] Este procedimento poderia configurar-se, de certa forma, como uma espécie de contrato de trabalho em que parte dos meios de produção é fornecida pela agroindústria e onde o agricultor fornece o trabalho e as instalações, O produtor assume os riscos da produção sem necessariamente participar dos lucros (ALTMANN, 1997, p.20).
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Agricultura familiar integrada ao mercado: mediação política e transformações socioespaciais no assentamento rural Vale do Lírio/RN

Agricultura familiar integrada ao mercado: mediação política e transformações socioespaciais no assentamento rural Vale do Lírio/RN

de acordo com suas condições e disponibilidade de mão-de-obra, sempre observando as orientações dadas pela empresa. Alguns assentados executam as atividades individualmente, outros utilizam a mão-de-obra familiar, principalmente dos filhos, e há ainda alguns casos em que a pesquisa de campo detectou uma espécie de terceirização das atividades, ou seja, a contratação de pessoas do próprio assentamento para executar o serviço. Essa situação foi justificada pelo presidente da associação como casos isolados e ocasionais, dado o envolvimento de assentados com a empresa para expansão da parceria em outras áreas de assentamento. No entanto, tal situação gera uma conflitividade entre os assentados, a partir do momento em que um ou outro recebe tratamento e condições diferenciadas. Nota-se que há uma quebra na relação de coletividade outrora construída. A produção é coletiva, mas o trabalho é dividido em parcelas de terras plantadas, cabendo a cada assentado executar as tarefas determinadas naquela área.
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Alta renda na agricultura familiar?

Alta renda na agricultura familiar?

Resumo – Este estudo faz uma análise sistêmica dos aspectos gerenciais de uma unidade de pro- dução agropecuária do Município de Sananduva, RS, para identificar custos, renda agrícola e estratégias produtivas e comerciais da unidade familiar. Metodologicamente, trata-se de um es- tudo de caso, e os instrumentos de pesquisa foram entrevista, enquete, revisão bibliográfica e observação. Foi feita uma análise SWOT do estabelecimento, além da definição dos custos de produção de dois anos agrícolas intencionalmente. As atividades comerciais desenvolvidas são a suinocultura e a viticultura em 2,4 hectares. Considerando a demanda de trabalho das ativi- dades, constatou-se sobrecarga de trabalho para a única UTH – unidade de trabalho homem – da propriedade. A renda agrícola (RA) foi de R$ 81.885,22/UTH no ano agrícola de 2013/2014 e de R$ 58.352,82/UTH em 2014/2015; a RA/área foi de R$ 34.118,84/ha em 2013/2014 e de R$ 24.313,67/ha em 2014/2015 – comparada à média dos estabelecimentos familiares brasilei- ros, é 5.000% maior. A suinocultura mostrou relevância para a RA nos dois anos analisados, com R$ 77.531,00 em 2013/2014 e R$ 57.943,45 em 2014/2015. Constatou-se que a UPA possui baixo poder de barganha nas transações comerciais, realizadas via contrato para a suinocultura e mercado spot para a uva. As estratégias competitivas utilizadas são a liderança em custos para a suinocultura e a diferenciação para a viticultura.
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Instabilidade da agricultura familiar no Semiárido

Instabilidade da agricultura familiar no Semiárido

Assim, os objetivos desta pesquisa são: a) aferir os níveis de instabilidade temporal das áreas colhidas, produtividades da terra, valores da produção e produções agregadas per capita[r]

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Contribuições da agricultura familiar na preservação dos conhecimentos sobre plantas alimentícias não convencionais na região metropolitana de Natal/RN

Contribuições da agricultura familiar na preservação dos conhecimentos sobre plantas alimentícias não convencionais na região metropolitana de Natal/RN

Esse grande sistema biológico, interligado por relações ecológicas é chamado de agrobiodiversidade. O conceito pode ser difícil de ser definido, pois engloba muitos atores e relações interdependentes. Em um sentido mais amplo, é a parte da biodiversidade relevante para a agricultura e a alimentação. Das variedades de plantas cultivadas e de animais, domésticos e silvestres, que são utilizados de forma direta ou indireta aos micro-organismos que trabalham de forma invisível dentro do solo (BARBIERI, R. L.; BUSTAMANTE, P. G.; SANTILLI, J., 2015).
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Práticas sustentáveis e agricultura familiar

Práticas sustentáveis e agricultura familiar

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agri- cultura (FAO) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra, 1994) compreendem o potencial da agricultura familiar pela im- portância para a família, uma vez que ela própria detém tanto a gestão quanto o controle do que produz na propriedade rural. Desta forma, este modelo de produção prioriza o trabalho da família e promove melhorias no processo produtivo, a partir da assistência técnica e das linhas de crédito para fomento da atividade. Diante das dificuldades enfrentadas pelos agricultores familiares, o poder público criou incentivos por meio do Programa de Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para desenvolver a agricultura familiar no país, como uma al- ternativa de desenvolvimento, geração de trabalho e renda para as famí- lias residentes no meio rural.
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Consumo intermediário: implicações para a agricultura familiar e não familiar

Consumo intermediário: implicações para a agricultura familiar e não familiar

Há uma questão importante que influencia tanto os diferentes resultados obtidos com os custos de produção (CI) para as duas regiões em análise, como também o VBP e que deve, no mínimo ser mencionada, porém não será desenvolvida justamente por não ser o foco deste trabalho, mas que se omitida deixa um vácuo analítico: são os processos de inserção produtiva diferenciados dos diferentes modelos de agricultura, nas diferentes regiões do país. As práticas de integração agroindustrial, muito representativas na região Sul não possuem a mesma representatividade na região Nordeste. Enquanto nesta pouco mais de 0,5% dos estabelecimentos são integrados ao sistema agroindustrial, na região Sul este percentual é superior a 15%. A produção de commodities, comum na região Sul, especialmente representada pela soja e pelo trigo praticamente inexiste no Nordeste. Enquanto na região Sul 20% dos estabelecimentos produziram soja em 2006, na região Nordeste este percentual foi inferior a 0,5% do total de estabelecimentos. Exigente em escala de produção e insumos industriais, a produção de commodities possui impacto significativo nos custos de produção e manutenção dos estabelecimentos, sejam familiares ou não familiares implicando em uma necessária especialização dos sistemas de cultivo e criação.
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Agricultura familiar: a constituição de um campo: relações de poder e agricultura familiar em São Lourenço do Sul.

Agricultura familiar: a constituição de um campo: relações de poder e agricultura familiar em São Lourenço do Sul.

Essa relação didática, que simula uma sala de aula (Fig. 7), representa idealmente os agentes sociais no campo das organizações da agricultura familiar, destacando o papel de cada um nesse contexto social. A professora, educadora, como agente instruído, incorporando o capital cultural institucionalizado, reforça a importância do capital cultural como recurso legítimo para os agricultores, inicialmente incrédulos, mas ao final convencidos “eu precisava ver para crer. Realmente eu vejo que é importante as políticas públicas dos governos e outras instituições para mudar a realidade, mas eu também vejo que eu tenho que repensar meu processo de vida” (M, representando o agricultor inicialmente incrédulo, por fim convencido).
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O valor (do) casamento na agricultura familiar.

O valor (do) casamento na agricultura familiar.

A influência advinda da luta e conquista de direitos por parte dos movimentos de mulheres na sociedade contemporânea, que se expande e adquire especificidade no espaço rural, a partir da organização dos movimentos de mulheres agricultoras, aliada a fatores restritivos na dimensão econômica, entre outros, repercute nos projetos de vida dos membros da agricultura familiar, redefinindo padrões e noções do que deva vir a ser uma família. Se, antigamente, a norma a ser seguida era a constituição de famílias numerosas – simbolizadas particularmente nos retratos encontrados nas paredes ou no imaginário das antigas gerações de descendentes de italiano –, recentemente, a partir de estratégias e iniciativas ‘rebeldes’ das próprias mulheres, elaboram-se novos conceitos limitando a prole à sustentabilidade da família, cujos indicadores são construídos com a participação decisiva da mãe. 4
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AGRICULTURA FAMILIAR ASSENTADA E EDUCAÇÃO

AGRICULTURA FAMILIAR ASSENTADA E EDUCAÇÃO

Já dizia o velho HerácIito que não tomamos banho duas vezes no mesmo rio, e, o que vemos formalmente como verdade é e não é ao mesmo tempo, daí as interrogações : será que a visão tecnic[r]

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Agricultura familiar e a gestao agricola

Agricultura familiar e a gestao agricola

ações em gestão agrícola junto a unidades de produção familiar e/ou suas organizações( associações, grupos de cooperação, condomínios, etc).. Na elaboração do.[r]

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Métodos participativos e agricultura familiar

Métodos participativos e agricultura familiar

As- sim, a participação não se realiza apenas entre indivíduos ou pequenos grupos de maneira informal, no nível microssocial; ela se estende, também, nos níveis meso e macrossocial entre[r]

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A SUCESSÃO GENÉTICA NA AGRICULTURA FAMILIAR

A SUCESSÃO GENÉTICA NA AGRICULTURA FAMILIAR

Os diversos interesses e projetos de vida e as visões de mundo contrastantes entre os membros do grupo doméstico têm dado margem à constituição de conflitos de gerações no âmbito da agricultura familiar. De maneira geral, constata- se que os principais conflitos intergeracionais se revelam no modelo de gestão da propriedade centralizado na figura do pai chefe de família; na dificuldade dos pais em aceitar as ideias e as inovações propostas pelos(as) filhos(as); na impossibilidade de os jovens desenvolverem seus próprios projetos e atividades produtivas na propriedade; na pouca participação dos(as) filhos nas tomadas de decisão que afetam a unidade familiar; na falta de autonomia financeira dos filhos e, principalmente, das filhas; na ausência de liberdade ou na pouca mobilidade espacial que é permitida às filhas (AGUIAR & STROPASOLAS, 2010; STROPASOLAS, 2006).
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Tecnologias agroecológicas para a agricultura familiar

Tecnologias agroecológicas para a agricultura familiar

Os micro-organismos inseridos no sistema foram capturados por uma técnica amplamente utilizada na agricultura orgânica, a solução de micro-organismos eficientes (ME), respeitando os princípios da agroecologia, foi adaptada de Andrade et al. (2011). Seguidamente foi introduzida adubação verde com feijão de porco e crotalária e após esse processo algumas culturas agrícolas foram introduzidas, como a mandioca, o abacaxi, milho, melancia, melão, aboboras, pimenta, morango, uva, gerando a primeira fonte de renda vinda propriedade, o desenvolvimento delas serviria como parâmetro para avaliação do conjunto das técnicas.
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AGRICULTURA FAMILIAR NA AMAZÔNIA ORIENTAL

AGRICULTURA FAMILIAR NA AMAZÔNIA ORIENTAL

Esse grau variável de complexificação dos sistemas da produção familiar depende das formas particulares nas quais se desenvolveram as fronteiras de diversas idades e estruturas fundiárias, como resultado de uma complexa interação de fatores condicionantes, como os agroecológicos, as características específicas da ocupação territorial e o papel das políticas agrárias. Enquanto na Zona Bragantina e na Guajarina predomina só um tipo de solo, os latossolos amarelos, com propriedades físicas boas e propriedades químicas pobres, em Marabá e na Transamazônica existe uma diversidade bem maior de solos (sobretudo diversos tipos de podzólicos vermelho-amarelos), que inclui faixas importantes de solos mais férteis, como a terra roxa estruturada. As condições climáticas diferem muito das da Amazônia Ocidental (onde geralmente não há época seca) e são caracterizadas pela presença de uma estação seca que é mais prolongada em Marabá e na Transamazônica (5 meses de duração). Isso facilita o plantio de culturas anuais no sistema de derruba e queima, mas implica também riscos de um déficit hídrico. A importância das reservas florestais ainda existentes, das capoeiras de diversas idades, das árvores frutíferas nos quintais e das culturas perenes arbustivas é fundamental para garantir a manutenção do ciclo hidrológico (via raízes profundas) e a proteção do solo contra processos de erosão e lixiviação.
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Vista do O USO DO MÉTODO IDEA NA AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE CEARÁ-MIRIM – RN.

Vista do O USO DO MÉTODO IDEA NA AVALIAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE CEARÁ-MIRIM – RN.

Já Tavares (2004), a partir do referencial teórico e dos modelos de indicadores existentes, desenvolveu um método de análise da sustentabilidade baseado no IDEA, com o objetivo de avaliar a situação do sistema agrário da citricultura familiar do tipo convencional em Sergipe, levando em conta quatro contextos ou dimensões: “socioterritorial”, “socioeconômico”, “gestão agrícola” e “uso dos recursos naturais”. Neste trabalho, optou-se pela utilização do método IDEA como instrumento de avaliação da sustentabilidade das práticas da agricultura familiar, uma vez que se trata de uma metodologia de trabalho objetiva, muito simples e de fácil reprodução e utilização por pesquisadores, técnicos agrícolas e, inclusive, pelos próprios agricultores.
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