Saúde coletiva e enfermagem

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A Gestão na Graduação em Saúde Coletiva e Enfermagem: uma análise dos Projetos Político-Pedagógicos

A Gestão na Graduação em Saúde Coletiva e Enfermagem: uma análise dos Projetos Político-Pedagógicos

sanitaristas diferem, principalmente, quanto à sua abrangência. Enquanto a primeira é focada no processo de trabalho dos serviços de saúde, a segunda amplia o olhar de fazer saúde para processos macro do sistema, como a gestão municipal. O gerenciamento de equipe de trabalho em enfermagem é uma prioridade do gerente enfermeiro, que está preparado para lidar com as demandas assistenciais. Enquanto o sanitarista, como gerente, estaria atuando na gestão dos sistemas e serviços técnicos gerenciais. Levando em consideração que, de acordo com os PPP, o gerenciamento de equipe não é uma habilidade priorizada na formação em Saúde Coletiva, mas tal habilidade provavelmente será demandada do profissional quando estiver atuando na APS, emerge a necessidade de refletir, mais uma vez, sobre as prioridades do modelo pedagógico de formação dos sanitaristas.
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Amamentação: a prática do enfermeiro na perspectiva da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Amamentação: a prática do enfermeiro na perspectiva da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Estudo descritivo exploratório que objeti- vou descrever os diagnósticos e as interven- ções de Enfermagem sob a perspectiva da Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva - CIPESC® na atenção à Saúde da Mulher, subtema Pré-Natal e Puerpério, correlacionando-os com as competências do Enfermeiro no Pro- grama Mãe Curitibana. Os dados utilizados foram os diagnósticos e intervenções gera- dos nas consultas de Enfermagem nos me- ses de abril a julho de 2005 e trabalhados em estatística simples. O diagnóstico Ama- mentação Adequada foi o mais frequente e as intervenções mais acionadas relacio- nam-se ao fortalecimento da usuária fren- te ao processo saúde-doença (68,9%). Ape- sar da atuação do Enfermeiro no puerpério, esta competência não consta do Protocolo do Programa. Concluiu-se que são neces- sários pequenos ajustes nos diagnósticos analisados e uma revisão do Protocolo para abrigar as competências do Enfermeiro que são desenvolvidas em sua prática nos ser- viços de saúde, conforme constam nos re- gistros da base CIPESC®.
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Terminologia de enfermagem como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro em saúde coletiva.

Terminologia de enfermagem como instrumento do processo de trabalho do enfermeiro em saúde coletiva.

Embora com contribuição inegável à discussão sobre o processo de trabalho da enfermagem brasileira no âmbito do SUS, uma revisão que se dedicou a discutir a produção referenciada às classiicações de enfermagem no Brasil des- taca que o inventário CIPESC® foi objeto de estudo em menos de 10% dos artigos encontrados nas bases de dados disponíveis na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), sendo que em nenhum dos artigos que versavam sobre a prática assistencial do enfermeiro em saúde coletiva houve referên- cia à CIPESC® (11) .

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Maria Cecília Puntel de Almeida: construtora de pontes entre Enfermagem e a Saúde Coletiva brasileira.

Maria Cecília Puntel de Almeida: construtora de pontes entre Enfermagem e a Saúde Coletiva brasileira.

Resumo A Professora Maria Cecília Puntel de Almeida (1944-2009) construiu uma trajetoria profissional e acadêmica marcada pela busca e fortalecimento da interface entre a Enfermagem e a Saúde Coletiva brasileira. Esta conexão e a compreensão da complexidade dos problemas de saúde e das necessidades das pessoas em busca de cuidado foram reconhecidas por Cecília, desde o início de sua carreira e se fazem presente, tanto na produção científica, quanto nas suas contribuições nos diversos campos em que atuou. Para além da concepção do processo de trabalho da enferma- gem, Cecília também contribuiu para se pensar as práticas em saúde e a formação multiprofissio- nal na construção de saberes diferenciados, tendo como perspectiva a luta pela democracia na saúde e a compreensão desta como direito de cidadania. Palavras-chave Enfermagem, Saúde coletiva, Processo de trabalho, Formação, Maria Cecilia Puntel de Almeida
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Cipescando rumo à equidade: reflexões acerca da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Cipescando rumo à equidade: reflexões acerca da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva.

está muito longe de findar. Ao construir uma ferramenta, testá-la e colocá-la em prática, é preciso que se tenha em conta a sua teleologia, ou seja a finalidade a que se prezou. No caso deste sistema classificatório, foram duas: compreender as práticas de enfermagem em sua diversidade, mais do que isso, avaliar a potência destas práticas para a intervenção qualificada nos processos de saúde-doença da população e ao mesmo tempo, enxergar através deste sistema classificatório as necessidades em saúde portada coletividade e quais são suas formas de enfrentamento. Como as necessidades em saúde não se referem tão somente as que Maslow descreveu, mas as necessidades em saúde do ponto de vista da saúde coletiva, ou seja da aproximação helleriana, é preciso se voltar aos processos de produção em saúde e processos de trabalho em saúde para reconfigurar as percepções dos trabalhadores acerca das concepções de necessidades, suas formas de reconhecimento e suas formas criativas de enfrentamento. E assim, criar outros instrumentos que simultaneamente potencializem a própria CIPESC ® , por que partirá
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Avaliação em saúde coletiva nos cursos de enfermagem da Cascavel - PR

Avaliação em saúde coletiva nos cursos de enfermagem da Cascavel - PR

Este trabalho foi desenvolvido de acordo com os seguintes procedimentos metodológicos: pesquisa de campo de caráter qualitativa, mediante entrevista semiestruturada, com uma população composta por 3 professores do Curso de Graduação em Enfermagem de cada uma das duas Instituições de Ensino Superior pesquisadas; os participantes foram selecionados obedecendo ao critério de atuar ou ter experiência de atuação em disciplina de Saúde Coletiva, mais especificamente, em aulas práticas supervisionadas em campo de estágio; a análise dos dados foi efetuada e sistematizada por meio de categorização de temas, sendo eleitos dois grandes focos de análise: Avaliação como Prática Cotidiana e Avaliação no contexto do Projeto do Curso, o que viabilizou didaticamente a discussão que o trabalho propõe mediante a leitura dos depoimentos dos entrevistados.
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Interdisciplinaridade: desafios e possibilidades para a Residência em Enfermagem em Saúde Coletiva

Interdisciplinaridade: desafios e possibilidades para a Residência em Enfermagem em Saúde Coletiva

com saberes teóricos e práticas desenvolvidas no Curso de Residência em Enfermagem em Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, da Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro. É uma pesquisa social, de natureza qualitativa, do tipo exploratória e descritiva. Teve como objetivos refletir sobre a formação em saúde e sua articulação com a interdisciplinaridade; discutir como vem sendo implementada a interdisciplinaridade, na teoria e na prática no Curso de Residência de Enfermagem em Saúde Coletiva; construir uma tecnologia educacional que contribua para a implementação da pedagogia interdisciplinar no curso citado. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semi-estruturadas com os docentes vinculados à citada Residência e com as enfermeiras residentes em Saúde Coletiva. Para análise dos dados, optou-se pela análise temática. O saber-fazer-ser integrado ao humano, a fragmentação e a diversidade dos saberes e a interdisciplinaridade como relação de poder-saber configuraram-se como as três categorias centrais, construídas a partir das unidades de significação. Tais categorias tiveram como substrato teórico os estudiosos envolvidos com a temática, com ênfase na obra do filósofo e epistemólogo Hilton Japiassu e do sociólogo e professor Michel Foucault. Os resultados obtidos revelam que a interdisciplinaridade ainda é um desafio enquanto eixo norteador da formação e da prática dos profissionais de saúde em geral, particularmente das Residentes do Curso de Enfermagem em Saúde Coletiva da UFF. Desenvolver um trabalho interdisciplinar não é tarefa fácil, já que envolve inúmeros aspectos, principalmente aqueles relativos às relações de poder e saber. A proposta foi, nesse sentido, apontar como a implementação do pensamento interdisciplinar significará ganhos expressivos no fortalecimento desta práxis. Concluiu-se que há necessidade de priorizar e favorecer, junto aos docentes e enfermeiros residentes do curso em tela, espaços de aprofundamento, reflexão e discussão sobre o tema, a fim de aprimorar habilidades permeadas pela pedagogia interdisciplinar na prática profissional em saúde.
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Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva - CIPESC®.

Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva - CIPESC®.

Diante da constatação de que os sistemas de classifi- cação de enfermagem utilizados mundialmente evidenci- avam um direcionamento à área hospitalar, o Conselho Internacional de Enfermeiros – CIE, decidiu orientar um projeto internacional voltado para a extra-internação. A Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn assumiu o compromisso de desenvolver o projeto no País e, em 1996, promoveu a primeira oficina de trabalho que deu origem ao projeto Classificação Internacional de Práticas de En- fermagem em Saúde Coletiva - CIPESC, contribuição brasi- leira à Classificação Internacional de Práticas de Enfer- magem -CIPE Ò(1) .
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Bases metodológicas para a assistência de enfermagem em saúde coletiva, fundamentadas no materialismo histórico e dialético.

Bases metodológicas para a assistência de enfermagem em saúde coletiva, fundamentadas no materialismo histórico e dialético.

de coletiva, fundamentada' no materialismo ' histórico, partindo da concepção e visão de mundo nesta ótica, da recolocação de pressupostos e das leis da dialética materialista. Neste referencial aceita-se que o processo saúde-doença é determinado socialmente, em uma dada realidade objetiva, e que esta realidade deve ser abordada em três dimensões, a saber: "dimensão estrutura l ", formada pelos processos de desenvolvimento da capaci­ dade produtiva e de relações sociais; a "dimensão particular", formada pelos processos de reprodução social e a "dimensão singular", formada pelos indivrduos e suas famnias. A metodolo� ia de assistência de enfermagem em saúde coletiva ora proposta é desen­ volvida nas seguintes fases: a) captação da realidade objetiva; b l interpretação da realida­ de objetiva: c l construção dó projeto de intervenção na realidade objetiva; d I interven­ ção na realidade objetiva; e l reinterpretação da realidade objetiva. Em cada uma dessas fases, as três dimensões da realidade objetiva, acima mencionadas, são consideradas de forma simultânea.
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A família, a visita domiciliária e a enfermagem: revisitando o processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva.

A família, a visita domiciliária e a enfermagem: revisitando o processo de trabalho da enfermagem em saúde coletiva.

Trata-se aqui da relação custo/ benefício da intervenção em enfermagem em saúde coletiva, contextualizada na finalidade da intervenção. Tal como qualquer outro procedimento, a VD não será considerada de alto custo e inviável se a sua finalidade for transformar o perfil de saúde-doença da população e não apenas lidar com queixas p o n t u ais e e s pe cí fi c as at rav é s de me d i das igualmente pontuais e específicas, nem sempre e f i c a z e s . O i t e m q u e r e q u e r m a i o r c u s t o comparativo é o do te mpo dispendido para a realização da atividade, uma vez que as distâncias entre o domicílio e a Unidade de Saúde são re l at iv ame nte e x te n s as , p rin ci p al me n te se considerarmos a Cidade de São Paulo.
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Articulação teoria-prática e processo ensino-aprendizagem em uma disciplina de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Articulação teoria-prática e processo ensino-aprendizagem em uma disciplina de Enfermagem em Saúde Coletiva.

Dessa forma, pode-se inferir que no currículo de gra- duação da EEUSP o espaço destinado ao ensino-aprendi- zagem dos conceitos da Saúde Coletiva, portanto, as opor- tunidades de utilização desses conceitos em práticas de enfermagem pelos estudantes, se reduzem às oportunida- des oferecidas pelas disciplinas do departamento ENS. Vale ressaltar que conceitos ministrados pela disciplina, em parte advindos do escopo teórico que conformou o campo da Saúde Coletiva, não são advindos da teoria dominante, que é pautada nos conhecimentos da clínica e da epidemiologia, segundo uma visão funcionalista classificatória.
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Autonomia e necessidades de saúde na sistematização da assistência de Enfermagem no olhar da saúde coletiva.

Autonomia e necessidades de saúde na sistematização da assistência de Enfermagem no olhar da saúde coletiva.

Face às mudanças na organização da atenção básica, torna-se neces- sário refletir sobre as contribui- ções da Enfermagem no âmbito assistencial. Este artigo teve co- mo objetivo revisar os conceitos de autonomia e necessidades de saúde e suas aplicações nas dife- rentes propostas de sistemati- zação da assistência de enferma- gem. Foi feita uma revisão biblio- gráfica sobre sistematização da assistência de enfermagem, auto- nomia e necessidades de saúde nas bases de dados LILACS e BDENF. Os resultados indica- ram que a autonomia se refere ao profissional e ao paciente. Quan- to ao tema necessidades, verifi- caram-se as vertentes necessida- des biológicas e sociais, que se in- terceptam com a psicológica, pa- ra abranger as necessidades bio- psicossociais. Verificou-se que a aplicação dos conceitos analisa- dos não estão presentes em to- dos os sistemas de classificação de enfermagem, os que mais se aproximam são os projetos de Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem (CIPE) e Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva (CIPESC). DESCRITORES
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Vivenciando a classificação internacional de práticas de enfermagem em saúde coletiva: relato de experiência.

Vivenciando a classificação internacional de práticas de enfermagem em saúde coletiva: relato de experiência.

Objetivou-se realizar um relato de experiência acerca da construção de roteiros para consultas de Enfermagem utilizando-se os Diagnósticos de Enfermagem na perspectiva da Classificação Internacional de Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva articulada à Sistematização da Assistência de Enfermagem. Para tanto, foram desenvolvidos, no período de 2007 a 2008, quatro encontros vivenciais em uma instituição de ensino superior do Rio Grande do Norte, com 146 participantes, sendo duas educadoras. Os encontros visaram ao aprofundamento teórico acerca da temática e à construção dos roteiros para nortear as consultas realizadas pelos educandos. Constataram-se resultados positivos, os quais provam a viabilidade da utilização deste instrumento, e negativos, o que indica a deficiência da formação dos profissionais na perspectiva da sistematização da assistência no contexto da Atenção Primária à Saúde. Assim, a classificação das práticas é uma atividade inovadora em saúde coletiva importante para pesquisa e o ensino, pois revela potencialidades como os diagnósticos e intervenções de Enfermagem.
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BASES METODOLÓGICAS PARA A ASSIST NCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA, FUNDAMENTADAS NO MATERIALISMO HISTÓRICO E DIALÉTICO*

BASES METODOLÓGICAS PARA A ASSIST NCIA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA, FUNDAMENTADAS NO MATERIALISMO HISTÓRICO E DIALÉTICO*

de coletiva, fundamentada' no materialismo ' histórico, partindo da concepção e visão de mundo nesta ótica, da recolocação de pressupostos e das leis da dialética materialista. Neste referencial aceita-se que o processo saúde-doença é determinado socialmente, em uma dada rea lidade objetiva, e que esta realidade deve ser abordada em três dimensões, a saber: "dimensão estrutura l ", formada pelos processos de desenvolvimento da capaci­ dade produtiva e de relações sociais; a "dimensão particular", formada pelos processos de reprodução social e a "dimensão singular", formada pelos indivrduos e suas famnias. A metodolo� ia de assistência de enfermagem em saúde coletiva ora proposta é desen­ volvida nas seguintes fases: a) captação da realidade objetiva; b l interpretação da realida­ de objetiva: c l construção dó projeto de intervenção na realidade objetiva; d I interven­ ção na realidade objetiva; e l reinterpretação da realidade objetiva. Em cada uma dessas fases, as três d i mensões da realidade objetiva, acima mencionadas, são consideradas de forma simultânea.
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6. SAÚDE COLETIVA NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: PROCESSO DE ENSINO, ARTICULAÇÃO AO SUS E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

6. SAÚDE COLETIVA NA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM: PROCESSO DE ENSINO, ARTICULAÇÃO AO SUS E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Na pré-análise dos artigos, foi realizada a leitura flutuante dos trabalhos, especificamente dos resumos, sendo possível tomar ciência dos temas abordados em cada pesquisa e assim selecionarmos os mais compatíveis para a elaboração desse trabalho. Os artigos selecionados foram organizados em uma matriz, distribuídos e organizados de acordo com os seguintes itens: periódico, ano de publicação, identificação dos autores, objetivo da pesquisa, metodologia, proposta desenvolvida/achados/conclusões, caracterização do ensino em saúde coletiva na graduação em Enfermagem, prática docente e os reflexos na atuação profissional.
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A preceptoria na formação do residente em enfermagem em saúde coletiva: o aprender e o ensinar no cotidiano do Sistema Único de Saúde

A preceptoria na formação do residente em enfermagem em saúde coletiva: o aprender e o ensinar no cotidiano do Sistema Único de Saúde

Você está sendo convidado(a) para participar da pesquisa “O PROCESSO DE TRABALHO DO PRECEPTOR E O DESAFIO DO APRENDIZADO PELO RESIDENTE DE ENFERMAGEM” que tem por objetivos descrever o processo de trabalho do preceptor na Atenção Primária à Saúde e nos espaços de gestão do município de Niterói – RJ; Identificar potencialidades e limitações do trabalho do preceptor no processo de construção de aprendizagem do Residente de Enfermagem em Saúde Coletiva; Indicar estratégias de ensino-aprendizagem que potencializem os preceptores para a efetivação de seu trabalho como sujeito formador nos espaços de saúde . Esta pesquisa está sendo desenvolvida junto aos preceptores, residentes de enfermagem e ex residentes da parceria da FMS-Niterói e a UFF.Sua participação é de caráter voluntário e você participará da mesma respondendo a uma entrevista gravada em áudio após seu consentimento, assim como imagens, caso necessário . As informações coletadas serão utilizadas para fins acadêmicos e sua identidade será preservada utilizando nomes fictícios. Você poderá desistir no decorrer do estudo, sem acarretar prejuízo ou constrangimento a você ou a seu desempenho profissional. Os riscos a que estão sujeitos os participantes (preceptores de residentes) do estudo são reduzidos e podem estar ligados ao constrangimento de ter de relatar ações que eles deixam de realizar nas unidades de saúde por ausência de infra estrutura física ou de material e que comprometem o processo de aprendizagem do residente. Este risco será minimizado com a fala do pesquisador de que todos os dados relatados são sigilosos e que ele não será identificado na pesquisa. Os riscos a que estão sujeitos os participantes (residentes de enfermagem) do estudo são pequenos como por exemplo podem surgir quadro de insegurança e ansiedade em fornecer dados relativos ao processo ensino aprendizagem realizado pelo preceptor na medida em que este residente poderá ser , ainda, avaliado por este preceptor . Os benefícios gerados por esta pesquisa serão a melhoria do processo ensino- aprendizagem onde participam preceptor e residente de enfermagem na medida em que todos os dois participantes apontarão as potencialidades, as limitações e propostas para melhoria deste processo. Também terão benefícios os serviços de saúde onde estão alocados os residentes pois estes passarão por ajustes e revisão dos processos de trabalho apontados pelos participantes do estudo. Em qualquer etapa do estudo, você poderá solicitar esclarecimentos à pesquisadora Juliane de Macedo Antunes, através do telefone (021) 985569077, por email julianedemacedoantunes@hotmail.com ou pessoalmente.
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Ciência, Saúde Coletiva e Enfermagem: destacando as categorias gênero e geração na episteme da práxis.

Ciência, Saúde Coletiva e Enfermagem: destacando as categorias gênero e geração na episteme da práxis.

as filosofias ditas pós-modernas, nas suas versões mais extremadas, têm postulado várias “mortes”, dentre elas: a “morte do homem”, no sentido de desconstruir as noções essencialistas[r]

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Atenção primária em saúde coletiva e enfermagem no contexto das ações e práticas de saúde: uma revisão integrativa

Atenção primária em saúde coletiva e enfermagem no contexto das ações e práticas de saúde: uma revisão integrativa

A atuação do enfermeiro na APS é um campo amplo e vasto em processo de qualificação, sejam na prática clínica ou gerencial, essas atividades laborais realizadas pelo enfermeiro na UBS são bastante relevantes, pois é possível identificar lacunas que precisam ser trabalhadas, dessa forma tornando-se fundamental para uma assistência de qualidade. O enfermeiro na APS tem a possibilidade de ampliar a sua autonomia por meio de uma prática clínica sustentada através de relações de diálogos, escuta ativa e praticando a humanização na perspectiva da integralidade e do cuidado às famílias e comunidades, refletindo na qualidade de vida da população, assim fortalecendo o vínculo do profissional e usuário, inovando nas ações desenvolvidas pela equipe de enfermagem, elaborando planos para as ações práticas utilizando a SAE, para desenvolver as suas atividades e gerenciamento.
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O trabalho de enfermagem e sua articulação com o processo de trabalho em saúde coletiva rede básica de saúde em Ribeirão Preto.

O trabalho de enfermagem e sua articulação com o processo de trabalho em saúde coletiva rede básica de saúde em Ribeirão Preto.

Já se tem um volume cientíico razoável em enfemagem enquanto prática scial e, numa análise sumia e provis6ria do relizado até agora, ode-se dizer que esta podução possibi­ litou maco-análises da enfemagem na for­ mação scial capitalista e em esecial sua gêne­ se e evolução hist6ica na sociedade brasilera, raçando um pno de undo pra compeensão de sua dimensão hist6rica e scial. Nesa ava­ liação pecebe-se a necessidade de continur ilhndo este cnho mas agora aprofundando e eseciicando mais as análises, na tentativa de compeender melhor as razões deste rabalho e sua rticulação com o setor saúde nos micro-es­ pços institucionais concetos e nas eseciali­ dades desta prática. Assim tem-se como efe­ encial te6ico e metodol6gico o modelo de organização tecnológica do ablho, de­ senvolvido por ENDES - GONÇALVES 3 . Este modelo fundamenta-se no processo de tra­ blho segundo o efeencil de MAX, enten­ dendo "não apenas os insumentos materiais, mas tmém saber enquanto foma variável e conrimente adequada de organizar "inter­ nmente" cetas práticas referidas à saúde e à . doença, ao mesmo tempo em que foma vriável e conraditoiamente adequada de supotar a ar­ ticulação dessas práticas na totalidade social hist6rica'�. 3.
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Assistência de enfermagem em saúde coletiva: entendendo o processo para a aplicação de um instrumento transformador da prática e da teoria.

Assistência de enfermagem em saúde coletiva: entendendo o processo para a aplicação de um instrumento transformador da prática e da teoria.

é mediada pela r6pia sociedae. enhuma transformaç!O social é um ato de um homem s6, resulta ela da verdadeira natreza da sociedade pelas parcelas das massas que as consttuem. Nas sociedades divididas em classes antagônicas (nosso caso), toda a superestrutura (o aparelho do Estado, suas in stituiçõe s jurídicas, religiosas, 6rgãos de representação, as universidades, os meios de comunicação, etc.) está, se considerada em seu conjunto, voltada para manter nas massas, a idéia de que a ordem social é justa, legítima ou até mesmo sagrada, a fim de que cada um cumpra as tarefas que lhes cabem e das quais depende a viabiidade da própria sociedade. Cabe ao rocesso paticipativo desmistiicar o interesse predominante na manutenção da ordem social vigente. - Horizonte - é a a ntevisão da q u a l idade nova que se quer cheg ar, e n q u a nto l ug a r, conteúdo e processo; não sendo mera mente o bjetivo, ou meta , ele é cont i n uamente re-situado e re-di m ensionado no deco rrer do ca m i n h o pa ra o seu a lca nce . Aticu lado a o s pressu postos a nteriores, e l e é d i nâmico , h i stórico e form u lado e m conj u nto com os diferentes atores soci a i s q u e pa t i l h a m a i ntervenção no processo saúde doença .
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