Saúde Infantil e Juvenil

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A importância da vigilância do neurodesenvolvimento na consulta de saúde infantil e juvenil  em Portugal

A importância da vigilância do neurodesenvolvimento na consulta de saúde infantil e juvenil em Portugal

A abordagem na área da saúde infantil e juve- nil tem-se modificado ao longo do tempo, com uma crescente relevância das questões relacionadas com o neurodesenvolvimento e não apenas orientada para a vigilância da saúde física. Esta mudança tem ocorrido de uma forma global, ten- do Portugal acompanhado a tendência, expressa no novo Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil que entrou em vigor em 2013. Há um novo enfoque nas questões relacionadas com o desenvolvimento infan- til, as perturbações do comportamento e os maus-tra- tos, assim como a adequação da cronologia das con- sultas para determinadas idades-chave, coincidindo com marcos do desenvolvimento psicomotor (DPM) e da vida escolar das crianças, permitindo identificar pre- cocemente perturbações nesta área. 1
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Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil – Normas de Orientação Clínica

Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil – Normas de Orientação Clínica

tendendo às características específicas da sociedade atual, a prevalência das perturbações emocionais e do comportamento na infância e adolescência tem vindo a adquirir uma dimensão importante. Estima-se que, atualmente, 10 a 20% das crianças tenham um ou mais problemas de saúde mental (MS, 2001). A Consulta de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil tem vindo a ser destacada como uma oportunidade privilegiada na atuação de triagem, avaliação, intervenção e orientação nestas situações problemáticas. O diagnóstico de situações psicopatológicas e de risco, assim como a implementação atempada de estratégias preventivas e terapêuticas, devem transformar-se numa prioridade (MS, 2009). Neste sentido, a articulação entre as equipas de Saúde Mental da Infância e Adolescência e os CSP torna-se imprescindível para um trabalho integrado mais coeso e eficiente.
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Relatório de Estágio

Relatório de Estágio

Os Focos de Enfermagem Desenvolvimento Infantil, Crescimento, Vinculação, Amamentação, Parentalidade, Adesão à Vacina e Excesso de Peso, contextualizados e definidos propositadamente na retórica expositiva, revelam-se como dimensões/fenómenos do processo transicional global onde a enfermagem deverá reflectir, visando a promoção do desenvolvimento infantil/juvenil saudável. Acrescentando o foco Uso de Contraceptivos, contextualizado também anteriormente, estão demonstrados numa lógica de cuidados de saúde primários, o Core de seis Focos de Enfermagem definidos pela OE para o RMDE na Consulta de Vigilância de Saúde Infantil e Juvenil. Embora as temáticas CIPE/SAPE/RMDE constituam uma dimensão desenvolvida posteriormente neste relatório, o meu interesse e competências desenvolvidas nestas áreas, permitiram a mobilização transversal deste/s instrumento/s para promoção da prática reflexiva nos diferentes campos de estágio percorridos, na prossecução prévia do exercício de competências como EESIJ.
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Palavra sobre o Colóquio

Palavra sobre o Colóquio

As diferentes vozes que compuseram o Colóquio Diálogos sobre a Leitura da Literatura Infantil e Juvenil realçaram a necessidade de constantes revisitações do tema. Muitos estudos têm sido escritos sobre a leitura; pesquisadores de diversas áreas – como a lingüística, a teoria literária, a história, a sociologia – vêm desenvolvendo teorias que analisam o texto e suas relação com o público leitor, mas ainda há muito o que investigar e rever. Algumas questões ganham, a cada novo ponto de vista projetado, novas perspectivas. Uma dessas questões, que também teve espaço no Colóquio, diz respeito à polêmica suscitada pelo aspecto que deveria ser enfatizado na recepção do texto literário dirigido às crianças e jovens: o conhecimento ou o prazer. Há poucas décadas atrás, instigou-se a proposta de leitura do texto literário como sendo fonte apenas de “prazer”, ficando quase apagada a sua face de “conhecimento”. O objetivo desta proposta, que ainda encontra espaço nos dias atuais, foi o de promover uma prática mais efetiva de leitura nas escolas por meio da liberdade de escolha dos livros pelos alunos. O resultado parece não ter sido tão satisfatório, pois as escolhas minguaram e quase sempre, movidas pelos famosos “paradidáticos”, encaminharam- se para livros de valor estético duvidoso. O equívoco está na exclusão do sabor em favor do saber e vice-versa. O utile e o dulce constituem o tecido da literatura e, por isso, na promoção de leituras, não há que se colocar o jovem leitor diante do dilema de uma desnecessária escolha que resultará numa exclusão: ou o conhecimento ou o prazer. O lugar do sujeito-leitor, conforme ficou bastante evidenciado no Colóquio, é um entre-lugar que deve ser caracterizado pelos saberes e sabores propiciados pelo encontro com o texto literário.
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Caracterização do panorama coral infantil e juvenil do distrito de Lisboa no ano de 2017

Caracterização do panorama coral infantil e juvenil do distrito de Lisboa no ano de 2017

O coro é um espaço privilegiado para a educação e aprendizagem musical, desenvolvimento vocal, integração e inclusão social das crianças. O maestro deve apresentar uma série de competências técnicas e musicais, mas também de gestão e condução, procurando a motivação, aprendizagem e convivência dos coralistas (Amato, 2007). Através de uma prática vocal bem conduzida e orientada, pode-se realizar a integração de diversas crianças, pertencentes a diversas classes socioeconómicas e culturais, numa construção de conhecimento de si e da realização da produção vocal em conjunto, culminando no prazer estético e na alegria de cada execução com qualidade e reconhecimento mútuos. Os aspetos técnicos são de grande importância, no entanto a componente lúdica é fundamental. Deve-se primar pela excelência e qualidade da pedagogia e didática infantil, não descurando a imaginação e criatividade nos exercícios mais técnicos, de modo a que a sua apreensão não seja aborrecida e monótona.
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Pareceristas Ad. hoc

Pareceristas Ad. hoc

335 junto ao Departamento de Didática, onde integra o corpo docente da graduação em Pedagogia, ministrando aulas de Prática de Ensino e Estágio Supervisionado da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Compõe, na mesma unidade universitária, o quadro de orientadores do programa de Pós-Graduação em Educação, liderando linha de pesquisa do grupo PROLEAO "Processos de leitura e de escrita: apropriação e objetivação". Participa de mais dois grupos de pesquisa "Implicações Pedagógicas da Teoria Histórico-Cultural" (Unesp - Marília) e "Formação de professores e as relações entre as práticas educativas em leitura, literatura e avaliação do texto literário? (Unesp - Presidente Prudente). Integra, ainda, o grupo de pesquisadores do CELLIJ (Centro de Estudos em Leitura e Literatura Infantil e Juvenil). É orientadora no programa MINTER entre a Universidade Tecnológica Federal do Paraná e UNESP de Marília e no DINTER entre Instituto Federal de Educação Tecnológica do Ceará e UNESP de Marília. Seus estudos e pesquisas estão focados na apropriação da leitura e da escrita, com ênfase no papel da literatura infantil na formação de crianças leitoras e produtoras de textos. As articulações com a Educação Literária na infância e o aprendizado e o desenvolvimento de crianças pequenininhas e pequenas norteiam as publicações recentes de artigos em revistas, coletâneas e organização de livros. Escreveu artigos que compuseram dois livros selecionados pelo PNBE - Professor. Realizou e realiza pesquisas financiadas pela FAPESP, na linha políticas públicas e em editais especiais, bem como pelo CNPq e CAPES, como o projeto interinstitucional do Programa PROCAD (Programa Nacional de Cooperação Acadêmica).
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DE LEITOR PARA LEITOR: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO ENSINO DA LITERATURA INFANTIL E JUVENIL NO BRASIL

DE LEITOR PARA LEITOR: RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO ENSINO DA LITERATURA INFANTIL E JUVENIL NO BRASIL

A canonização de obras literárias tem na escola um dos seus principais contextos de legitimação desde o século XIX. Ao longo do século XX, a produção literária e o ensino da literatura no Brasil são permeados por discursos fundantes da nação brasileira como o discurso da democracia racial e do branqueamento pela miscigenação (LABORNE, 2014). A canonização da obra de Monteiro Lobato, um higienista assumido, como clássico da literatura infantil e juvenil é um exemplo de propagação desses discursos. Práticas racistas nos âmbitos ideológicos, políticos e sociais perduram na sociedade brasileira em nossos dias e sustentam a exploração econômica em um país cuja população trabalhadora é majoritariamente preta e parda e, quanto mais escura a cor da pele, maior o risco social enfrentado cotidianamente. A negação do racismo à brasileira por críticos literários e educadores denota a reafirmação deste mito. Argumentos como: literatura é somente um prazer estético ou era comum naquele tempo reiteram o mito da democracia racial no meio acadêmico brasileiro.
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Literatura infantil e juvenil: do literário a outras manifestações estéticas

Literatura infantil e juvenil: do literário a outras manifestações estéticas

As abordagens reunidas centram-se em tópicos como: a literatura infantil e juvenil; as técnicas e/ou procedimentos de mediação de leitura; a literatura, a cultura e o ensino; a educação infantil e a construção do leitor; os processos de aprendizagem das estratégias de leitura; o texto poético; a intertextualidade, entre outros. Assinados por pesquisadores brasileiros – com a excepção da investigadora Ana Margarida Ramos, portuguesa e professora auxilizar na Universidade de Aveiro (Portugal) –, todos com reconhecidos curricula, como se pode ler na secção intitulada «Sobre os autores», os estudos compilados, pela seriedade e pela propriedade das reflexões que avançam, representam um contributo muito válido para a área científica em que se situam.
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Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

Ruptura e tradição na literatura infanto-juvenil brasileira e cubana

As fronteiras culturais são marcadas também pela literatura que é ensinada nas escolas. No caso do ensino fundamental, as mensagens culturais são transmitidas de forma, às vezes não muito explícitas, mas que, de qualquer forma, marcam o imaginário dos leitores iniciantes. Manter determinadas formas culturais é um dos projetos da educação nacional, com o intuito de preservar os valores que devem ser mantidos, na maioria das vezes de forma homogênea, que constitui o acervo cultural do país. No caso brasileiro, a heterogeneidade cultural é o calor que melhor expressa nossa formação étnica. Preservar nossa cultura é preservar a variedade, as diferenças constitutivas da alteridade. Em Cuba muito da variedade cultural se perde pelas questões políticas, que também influenciam a crença na suposta homogeneidade estabelecida com a Revolução de 1959. As fronteiras culturais na Literatura Infanto-Juvenil brasileira se mostram mais ligadas à liberdade artística que nos livros dos jovens leitores cubanos.
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Literatura infantil em contextos educativos formais e não formais: a técnica do voo

Literatura infantil em contextos educativos formais e não formais: a técnica do voo

Defendemos, portanto, que um adulto-mediador, mais do que seguir modelos cur- riculares e orientações teóricas ou indicações programáticas, deverá ter em conta, no seu agir pedagógico, a forma como as crianças reagem face às estratégias implemen- tadas, e proceder em conformidade. Tal significa que uma planificação, por mais por- menorizada e coerente que seja com os objetivos e os conteúdos a abordar, poderá ser alterada a qualquer momento, dependendo das reações e atitudes do grupo. Essa elasticidade pedagógica por parte do educador/professor/bibliotecário é determinan- te para criar um ambiente propício à livre expressão dos afetos, respeitando-se assim a forma como cada criança reage ao livro e à mensagem que este veicula. Só assim, entendemos nós, se conseguirá desmistificar a ideia, junto do público infantil (e infan- tojuvenil), de que o momento da leitura implica necessariamente uma exploração a posteriori, muitas vezes em formato de ficha. a este propósito, veloso refere:
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J. epilepsy clin. neurophysiol.  vol.12 número4

J. epilepsy clin. neurophysiol. vol.12 número4

O tratamento com benzodiazepínicos endovenoso é efetivo, mas o valproato de sódio por via oral também é muito eficaz. No caso do nosso paciente foi feito diagnós- tico de epilepsia ausência juvenil mantivemos na ocasião da alta com ácido valpróico via oral, com boa resposta até o momento (4) .

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Rev. Bras. Estud. Pedagog.  vol.96 número242

Rev. Bras. Estud. Pedagog. vol.96 número242

Ao longo de sua trajetória estudantil e profissional, Lourenço Filho não só expressou seu pensamento sobre literatura, mas produziu também textos literários para os públicos infantil, juvenil e adulto, alguns deles premiados. Destaca-se neste capítulo que as ideias de Lourenço Filho, impressas no Manifesto de 1932 junto aos outros 25 signatários do documento, e seus escritos sobre literatura influenciaram os planos de reorganização da educação do governo Getulista. Conforme a autora, o intelectual entendia que “era preciso educar o povo para o progresso social e que o ensino da leitura era um dos elementos da educação popular” (p. 29).
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Violência e práxis na literatura infantil e juvenil: uma análise comparativista

Violência e práxis na literatura infantil e juvenil: uma análise comparativista

circunscritas ao universo social francês da época. As preocupações apontam a necessidade de resistência às adversidades contextuais e não cabem, ainda, ponderações psicológicas nem características do mundo infantil. A educação da criança tem um objetivo claro e bastante prático: prepará-la para uma vida adulta em que se vislumbram dificuldades. A partir da visão que temos dos itens educacionais citados acima, podemos entender que a melhor maneira de se chagar a tal objetivo é a disciplina inquestionável às regras adultas. Nas obras estudadas, esta questão é estrutural e marca praticamente a linha condutora do enredo: Sofia deve ser dobrada perante às regras que lhe são impostas, sem questioná-las de forma alguma.
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Relatório Final   Sandra Almeida

Relatório Final Sandra Almeida

Numa situação de crise, como se verifica durante a doença e hospitalização, enfermeiros e pais devem trabalhar em parceria para atingir um objetivo comum: a satisfação de todas as necessidades da criança. É em 1988 que surge a primeira publicação do Modelo de Anne Casey, face ao reconhecimento de que o cuidado era apenas centrado na doença e no seu tratamento. Incapaz de encontrar um modelo que refletisse a sua filosofia e na necessidade de clarificar, descrever a natureza e objetivos da Enfermagem Pediátrica, evolui para a filosofia dos Cuidados Centrados na Família, que reconhece que se deve sobretudo respeitar e promover a força e competência da família junto da criança. O modelo de parceria de Anne Casey (1995) baseia-se no reconhecimento e no respeito pela perícia da família no cuidado à criança. Na ausência dos pais, é função do enfermeiro manter as rotinas das crianças como os próprios pais o fariam, em vez de os substituir por rotinas hospitalares. Durante a presença dos mesmos deve ser estabelecido um processo de negociação, onde os profissionais forneçam o apoio e os ensinos necessários a que os pais possam tomar decisões informadas no processo de cuidado à criança e fazer parte dele. Este modelo permite o crescimento físico, emocional e social da família. Os pais tornam-se parceiros no cuidar, já que a sua presença durante a hospitalização diminui as dificuldades de adaptação da criança e permite manter o vínculo afetivo. Para a real efetivação da parceria de cuidados e capacitação dos pais, a equipa de saúde deve desenvolver competências relacionais, de comunicação, ensino e colaboração com a criança e família, de forma a promover o crescimento saudável de ambos.
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Atenção em saúde mental: identificação e acompanhamento de pessoas com problemas...

Atenção em saúde mental: identificação e acompanhamento de pessoas com problemas...

O acolhimento “favorece, também, a possibilidade de avanços na aliança entre usuários, trabalhadores e gestores da saúde em defesa do SUS como uma política pública essencial da e para a população brasileira” (MS, 2006, p.1). Fica clara a importância que essa noção adquire para a funcionalidade de um sistema de saúde que preconiza a promoção da saúde e a implantação de serviços mais humanizados. Para Silveira e Vieira (Silveira, DP. Vieira, ALS. 2005) “o acolhimento, enquanto agir, pode atravessar os processos relacionais em saúde, rompendo com os atendimentos tecnocráticos e criando atendimentos mais humanizados. Esse é o deslocamento fundamental operado pela noção de acolhimento. Mas torna-se clara a alta complexidade dessa forma de ação, carecendo da formação de redes de cuidado. Tais redes devem promover a atenção integral à saúde, buscando os recursos necessários às particularidades de cada comunidade e de cada indivíduo.
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A LITERATURA INFANTIL E JUVENIL INDÍGENA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: UMA LEITURA DA OBRA IRAKISU: O MENINO CRIADOR, DE RENÊ KITHÃULU

A LITERATURA INFANTIL E JUVENIL INDÍGENA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: UMA LEITURA DA OBRA IRAKISU: O MENINO CRIADOR, DE RENÊ KITHÃULU

Consideramos necessário o trabalho com a literatura infantil e juvenil de temática indígena por reconhecermos tratar-se de um rico manancial de registros de modos de vida, manifestações culturais, espaços construídos, concepções de mundo através dos tempos. Ao traçarmos uma retomada histórica da literatura infantil e juvenil em nosso país, notamos que ela surge num período favorável a uma literatura comprometida com o imaginário e a ludicidade, quando Monteiro Lobato publica em 1921 a obra A menina do narizinho arrebitado. Lobato adota, assim, uma postura denunciante da realidade brasileira, constituindo ligação entre a literatura e as questões sociais, com criticidade e inconformismo diante da realidade brasileira.
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: Brapci ::

: Brapci ::

O espaço infanto-juvenil de uma biblioteca é tão importante que toda bi- blioteca pública, a despeito de sua importância, deve possuir uma seção contendo um acervo para esse público assim como atividades culturais para todas as idades. Essa exigência está de acordo com o Manifesto da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em parceria com a International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA) onde se estabeleceram diretrizes para a criação e a administração de bibliotecas públicas em todo o mundo. Segundo o Manifesto, os serviços da biblioteca pública devem ser oferecidos com base na igualdade de acesso para todos, sem distinção de idade, raça, sexo, religião, nacionalidade, língua ou condição social e todos os grupos etários devem encontrar documentos adequados às suas necessidades (IFLA; UNESCO, 1994). Destacam-se ainda, pontos importantes para apoiar as bibliotecas infantis:
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL Lara Tejada Stahlberg

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL Lara Tejada Stahlberg

Percebi uma postura um pouco mais ‘adulta’ do time juvenil (sub-17): muito embora não tenha dado tempo de um contato um pouco maior com as garotas como ocorreu com o time infantil, el[r]

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A educação informal para o consumo infantil e juvenil na televisão e na mídia

A educação informal para o consumo infantil e juvenil na televisão e na mídia

Acreditamos que o aluno nesta faixa etária não teria possibilidade de fazer uma teorização parecida com a acima apresentada, mas entendemos que, por outro lado, [r]

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O programa Mundo da Leitura e a formação do telespectador infantil e juvenil

O programa Mundo da Leitura e a formação do telespectador infantil e juvenil

[...] o jovem telespectador tem na televisão uma fonte de prazer e diversão, também é verdade que procura ali respostas para as questões que faz sobre o mundo que o rodeia. Nesse sentido, a produção cultural para o público infantil e juvenil, nos meios midiáticos, requer uma compreen- são sobre o repertório infantil de brinca- deiras, de espaços de lazer, a forma como crianças pensam, agem e se relacionam com seu meio. Esse público específico tem uma enorme capacidade de absorver e incorporar as novas mídias em suas práticas sociais, seja pela linguagem informatizada, televisiva ou pelos games que dialogam com seu ritmo, seu idioma, e sua sonoridade.
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