Saúde pública : Recursos humanos

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Enfermeiras americanas do Serviço Especial de Saúde Pública e a formação de recursos humanos na Enfermagem Brasileira.

Enfermeiras americanas do Serviço Especial de Saúde Pública e a formação de recursos humanos na Enfermagem Brasileira.

Objetivo: Historicizar as mudanças na formação de recursos humanos em enfermagem no Brasil, no período de 1942 a 1961, a partir da presença de 35 enfermeiras americanas designadas para trabalhar em cooperação com o SESP. Método: O estudo utilizou como fontes relatórios redigidos pelas enfermeiras, que descrevem suas impressões, sugestões e atividades desenvolvidas no país, e foram analisadas a partir da análise de discurso de Michel Foucault. Resultados: O período mencionado foi marcado pela presença americana nos projetos de enfermagem desenvolvidos pelo Serviço Especial de Saúde Pública (SESP). Os discursos indicaram que o período foi marcado por muitas mudanças na enfermagem brasileira, em especial no que diz respeito à captação e formação de recursos humanos para a proissão. Conclusão: Pode-se airmar que elas, através de seus discursos e inluência, foram centrais para a consolidação de um novo paradigma na formação de proissionais de enfermagem no Brasil.
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Recursos humanos em Saúde Pública.

Recursos humanos em Saúde Pública.

Pode-se apresentar de forma esquemáti- ca as sugestões para colaborar na solução do problema de recursos humanos na área saúde: devem ser aproveitados todos os níveis de formação de pess[r]

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Recursos humanos: fator crítico para as redes de atenção à saúde.

Recursos humanos: fator crítico para as redes de atenção à saúde.

A rotatividade dos proissionais prejudica a longitudinalidade e continuidade na atenção primária, além de exigir que mais recursos públicos sejam gastos na capacitação e pre- paração dos novos proissionais. Esse é outro alvo de questionamentos em relação às recen- tes políticas públicas no País, tendo em vista que tanto o PROVAB quanto o Mais Médicos são programas de curta duração. Não existem, no âmbito da saúde pública, estratégias volta- das para a estruturação de um plano de car- reira no SUS, seja para enfermeiros, dentistas ou médicos. Talvez essa seja uma possibilida- de interessante para evitar a ocorrência da ro- tatividade, promover a continuidade e garan- tir que os recursos investidos no proissional sejam mais bem aplicados.
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Formação de recursos humanos em saúde: um estudo de revisão narrativa

Formação de recursos humanos em saúde: um estudo de revisão narrativa

O artigo consiste em uma revisão narrativa, cujo objetivo foi “Conhecer o que a literatura especializada em saúde, disponível online, tem produzido no campo da Saúde Pública, sobre Administração em Saúde, no que tange à formação de Recursos Humanos”. Os dados foram coletados mediante consulta na Biblioteca Virtual de Saúde - BVS/Bireme, nas bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe, em Ciências da Saúde (LILACS) e na Biblioteca Eletrônica Scientific Eletronic Library On line (SCIELO). Como estratégia de busca, utilizou-se os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “administração em saúde, recursos humanos, saúde pública”, a partir dos operadores booleanos “OR” e “AND”, sob os respectivos cruzamentos: administração em saúde OR recursos humanos em saúde, AND saúde pública. Os critérios de inclusão foram: ser artigo original, ter resumo completo e disponibilidade do texto completo em suporte eletrônico gratuito. Foram analisados os títulos e resumos dos artigos, sendo excluídos aqueles que não atenderam aos critérios estabelecidos. Inicialmente, foram encontradas no LILACS 159 produções científicas e 4 no SCIELO, que após submissão aos critérios de inclusão e exclusão restaram: no (LILACS) 2 artigos originais e na biblioteca do (SCIELO) outros 2 artigos que compuseram o corpus dos dados analisados. Os temas versaram sobre aspectos emocionais no trabalho, mudanças pedagógicas no âmbito da pós-graduação, formação dos recursos humanos para o Sistema Único de Saúde (SUS) e a necessidade de maior ênfase na formação no campo das Ciências em Saúde sobre o SUS.
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Cirhus: fortalecimento solidário do campo de recursos humanos em saúde

Cirhus: fortalecimento solidário do campo de recursos humanos em saúde

el Convenio con la universidad de río grande do norte y la universidad Cen- tral, en el caso del instituto de saúde pública, que es el receptor directo del mismo, es algo inédito. es la primera vez, en los 20 años que trabajo en este instituto que podemos establecer una relación de este tipo con una univer- sidad. se ha cumplido: el intercambio de conocimientos, el intercambio de docentes y la integración en un real equipo de trabajo que discute y analiza los desafíos que el curso y sus formas de adaptación y mejoramiento pue- den tener para la realidad ecuatoriana. estamos muy agradecidas de haber desarrollado una amistad y una cooperación brasileña ecuatoriana de estas características donde todos hemos aprendido y nosotras, como ecuatoria- nas, hemos percibido que ahora, los problemas de rhus de nuestro país son también los del grupo de docentes de Brasil. esa sensación de pertenencia y ayuda para resolver a través de la educación los desafíos que tenemos como país, es nueva, y demuestra una solidaridad interpaíses que no habíamos antes experimentado.
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Recursos Humanos na Administração Pública

Recursos Humanos na Administração Pública

O artigo 23 prevê que se excedido – aqui sim, ressaltamos, fala-se em ultrapassar os limites impostos pela lei – fica vedado, além das medidas propostas no art. 22, parágrafo único e incisos (não será permitido conceder vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, exceto os derivados de sentença judicial, determinação legal ou contratual e a revisão anual geral prevista no artigo 37, inciso X da CF) criar cargo, emprego ou função, alterar a estrutura de carreira que implique em aumento de despesa, prover cargo público, admitir ou contratar pessoal a qualquer título, ressalvada a reposição de pessoal decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança e permitir a realização de hora extra, salvo a convocação extraordinária do Congresso Nacional (não afeta as esferas estaduais e municipais) e demais situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias, além da adoção de outras medidas previstas no artigo 169, §§ 3º e 4º da CF (redução de pelo menos 20% das despesas com cargo em comissão e funções de confiança, exoneração de servidores não estáveis e de servidores estáveis de acordo com a legislação). No caso de redução dos cargos em comissão, o próprio cargo ou a função de confiança poderão ser extintos, ou os valores a eles atribuídos poderão ser reduzidos. Pode ser também realizada a redução de jornada de trabalho com a redução de vencimentos.
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Os riscos psicossociais na saúde dos profissionais de recursos humanos

Os riscos psicossociais na saúde dos profissionais de recursos humanos

Outro marco importante foi a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT em 1943, pelo decreto Lei Nº 5-452 de 1º de maio, estabelecida no governo de Getúlio Vargas. Em 1978, houve a criação das Normas Regulamentadoras do trabalho, nas quais proporcionavam um pouco mais de autonomia para as empresas e estão em grande parte baseadas em normas semelhantes existentes em países mais desenvolvidos economicamente. As NRs são a base normativa utilizada pelos inspetores do trabalho do antigo MTE (Ministério de Trabalho e Emprego) para fiscalizar os ambientes de trabalho, onde eles tinham competência legal de impor sanções administrativas. O processo de elaboração e reformulação destas normas é longo, começando pela redação de um texto-base inicial, consulta pública, discussão tripartite, redação do texto final, aprovação pelas autoridades competentes e publicação na imprensa oficial. Todo o processo pode levar anos. Como exemplo, temos a NR-31, cujo texto começou a ser discutido em novembro de 2001 e só foi publicado em março de 2005, e ainda assim sem pleno consenso entre todas as partes envolvidas no processo (CPNR, 2001).
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Formação de recursos humanos em saúde da família: paradoxos e perspectivas.

Formação de recursos humanos em saúde da família: paradoxos e perspectivas.

Em relação ao processo de formação, pes- quisou-se a participação dos alunos em capa- citações realizadas pelos Pólos assim como em outros cursos de Especialização e Residência, à parte destes. No caso específico da Especiali- zação, o que se observou foi que uma grande parcela dos alunos já havia feito o Curso Intro- dutório (70,0%); a capacitação no Sistema de Informações da Atenção Básica – SIAB (33,0%) e a de Atenção Integral às Doenças Próprias da Infância – AIDPI (21,0%). Em relação à Resi- dência, observou-se que estas capacitações es- pecíficas faziam parte dos conteúdos do curso. Ainda, entre os alunos da Especialização, ve- rificou-se que vários já haviam feito outras es- pecializações: 39,0% eram especialistas em saú- de pública ou saúde coletiva; 23,6% eram espe- cialistas em outras áreas, tais como: Endodon- tia, Gestão de Serviços, Materno-Infantil, Ge- rência de unidades básicas; 11,0% tinham Resi- dência em outras áreas: Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Clínica Médica, Anestesiologia, Car- diologia, Moléstias Infecciosas, Medicina Geral e Comunitária, Reumatologia, Psiquiatria, Me- dicina Tropical e Homeopatia e ainda, 1,8% dos alunos tinha curso de Mestrado concluído.
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Recursos humanos em saúde: contextualizando o município de Palhoça

Recursos humanos em saúde: contextualizando o município de Palhoça

Entrevistado 11: “Segundo dispõe o artigo 196 da Constituição, saúde é resultante de condições biológicas, sociais e econômicas, sendo atribuição do SUS e desenvolvida pela administração pública. Assim sendo, depende do comprometimento de todos os profissionais quanto a sua atribuição. Hoje o Estado não garante a saúde de seus cidadãos, pois não garante cumprimento do que dispõe o artigo 196. Hoje também falamos que o paciente adoece e com eles seus familiares, é o caso das drogas. O Estado não proporciona tratamento adequado, faltam leitos para internação, medicamentos, apoio sócio-familiar e médicos para tratar os pacientes, ou melhor, o usuário do sistema de saúde. Assim o entendimento de saúde hoje é abrangente e não somente é o bem estar físico e mental, e sim a saúde da família e da sociedade. Cabe aos gestores locais de saúde repensar programas, estratégias de atuação e reavaliar se os programas hoje, atender a demanda e a necessidade do cidadão.”
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Recursos humanos na gestão da mudança organizacional: estudo de caso em uma instituição pública de saúde

Recursos humanos na gestão da mudança organizacional: estudo de caso em uma instituição pública de saúde

Importante esclarecer a diferença entre esse objetivo e o anterior, que focou em atividades gerais de RH e projetos com potencial de serem aproveitadas de alguma forma na[r]

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A gestão de recursos humanos em uma instituição pública brasileira de ciência e tecnologia em saúde: o caso Fiocruz.

A gestão de recursos humanos em uma instituição pública brasileira de ciência e tecnologia em saúde: o caso Fiocruz.

Entretanto, apesar das dificuldades existentes, é possível observar que a instituição vem desenvolvendo esforços significativos para fortalecer a área de recursos humanos, mediante a criação e a implementação de instrumentos de gestão participativa, tais como a Mesa de Negociação, a Câmara Técnica de Gestão do Trabalho, a Comissão Interna do Plano de Carreiras, envolvendo gestores e trabalhadores da instituição no processo de construção de refe- renciais e de indicadores para transformar a situação da força de trabalho da Fiocruz. Às medidas empreendidas no plano institucional, somam-se as ações realizadas pela Associação dos Servidores da Fundação Oswaldo Cruz (Asfoc) que, na defesa dos direitos e garantias dos seus associados, organiza movimentos políticos e sindicais, além de integrar instâncias coletivas institu- cionais de decisão.
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Formação de recursos humanos em saúde no Brasil: uma revisão integrativa.

Formação de recursos humanos em saúde no Brasil: uma revisão integrativa.

solidário, resolutivo, atendendo a integralidade, a qualidade e a humaniza- ção do atendimento. Seus achados levam a concluir que, apesar das boas intenções, os estudantes de enfermagem consideram que as estratégias de implementação se mostraram frágeis para dar conta da concretização do ideal expresso no Projeto Pedagógico: habilitar o enfermeiro para o SUS. Na investigação (E30) de Fiuza e colaboradores (2011), são ava- liadas as concepções e as dimensões relacionadas à AB junto a estudantes de odontologia de uma universidade pública no Brasil. Consideram que os princípios da AB, como solidariedade, (co)responsabilidade, vínculo e capacidade de diálogo, são requisitos na atuação dos profissionais de saúde. O estudo revela que os profissionais continuam sendo formados em um modelo que não responde às necessidades e desafios exigidos pelo SUS. Sinaliza a importância da visão ampliada do processo saúde-doença, a partir de posturas profissionais adequadas para o trabalho na AB, sobretudo em relação a dimensão “humanização”, a qual valoriza a ética e a solidariedade, o vínculo e a responsabilização, nesse nível de atenção (FIUZA et al., 2011).
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O impacto legislativo na gestão de recursos humanos da administração pública

O impacto legislativo na gestão de recursos humanos da administração pública

É certo que a Administração Pública existe desde sempre e o Estado surge como representante do interesse público, todavia para a entrevistada “(...) o Estado deve intervir nas autarquias desde que não belisque a sua autonomia administrativa e financeira. O que se tem vindo a verificar nestes últimos anos é que de facto houve necessidade do Estado intervir em algumas autarquias que estavam, e ainda se encontram, com problemas financeiros e teve de impor regras quer na contratação pública quer na contratação de pessoas sob pena de entrarmos em falência técnica. Agora lá está, quem estava com uma boa saúde financeira levou com as mesmas regras de quem não estava com uma boa saúde financeira. Ao fim e ao cabo estamos todos a pagar por quem não cumpriu.” (fonte: entrevista).
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Formação de recursos humanos em saúde

Formação de recursos humanos em saúde

Na compreensão de saúde como direito, inclui-se o avançar em respostas às necessidades em saúde, seja na atenção primária, secundária, provimento de pessoal, regulação pública da formação de profissionais, inves- timento em equipa multiprofissional, dentre outros. O processo de provimento de pessoal é essencial para assegurar o direito à saúde. Neste sentido, colocam-se muitas questões, dentre elas: Qual o quantitativo de médicos necessários? Esta resposta depende do mode- lo de atenção, dos arranjos tecnológicos do trabalho, da aposta ou não na produção de redes vivas, de es- paços de encontro e diálogo entre trabalhadores. Mas, muito além do número, é preciso discutir qual tipo de profissional o serviço de saúde demanda e como se dá o processo de formação deste profissional [26,27]. O processo de formação da força de trabalho é comple- xo e não se trata apenas de definir se serão formados generalistas ou especialistas. Está em questão a base da formação, se será orientada pelo mercado, pelo interes- se das corporações, ou pelas necessidades dos usuários? Se será centrada em procedimentos ou na produção do cuidado? Visa subordinar/enquadrar/controlar ou am- pliar possibilidades de produção da vida? Essas defini- ções são importantes para os médicos e trabalhadores da saúde em geral, independentemente da especialida- de e local de trabalho [26].
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O desafio dos recursos humanos na área da saúde privada e pública : as motivações dos profissionais de saúde

O desafio dos recursos humanos na área da saúde privada e pública : as motivações dos profissionais de saúde

profissionais que trabalham no Hospital CUF Porto. Esta autonomia, tanto no público como no privado, deve obedecer a uma determinada hierarquia e respeitar as chefias, como nos indica a unidade de contexto do Hospital CUF Porto “sentimos autonomia para desenvolver o nosso trabalho dentro da hierarquia” e do Hospital de Braga “nós temos autonomia para realizar o nosso trabalho, mas há sempre algumas coisas que dependem do gestor”. Os profissionais entrevistados são bastante autónomos nas tarefas que realizam, concluindo que não será pela falta de autonomia verificada no setor público que os profissionais optam por trabalhar no setor privado. A única diferença encontrada no registo no âmbito da autonomia é na utilização da palavra hierarquia versus gestor, sendo que os profissionais do setor público utilizam a primeira e os profissionais do setor privado a segunda. Apesar de também haver uma hierarquia no setor privado, onde existem chefes de serviços e profissionais que se encontram acima um dos outros de modo a validar decisões médicas importantes, o setor privado é gerido como uma empresa, existindo para isso os gestores, que, são aqueles a que numa última instância os profissionais de saúde respondem quando querem tomar algum tipo de decisão importante na sua prática diária. Apesar deste resultado, no trabalho de Preto (2013), foram encontradas diferenças no que toca à satisfação profissional dos técnicos de radiologia que exercem funções no setor público e no setor privado, sendo que aqueles que trabalham no setor público apresentam um maior nível de satisfação com a autonomia.
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Formação de recursos humanos em epidemiologia e avaliação dos programas de saúde.

Formação de recursos humanos em epidemiologia e avaliação dos programas de saúde.

Revista do In stitu to Matern o-In fan til de Pern am bu co (n o p relo). Im pact An alysis for Program Eval- u ation. Beverly Hills: Sage Pu b lication s... Ep id em iology an d th e [r]

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As reformas do Estado, da saúde e recursos humanos: limites e possibilidades.

As reformas do Estado, da saúde e recursos humanos: limites e possibilidades.

14 As exceções situam-se nas Câmaras Técnicas de RH. Entre as recomendações de recente seminário sobre Polí- tica de Recursos Humanos está explicitado “que o pro- cesso de discussão e aconselhamento comum entre os gestores possa ser posteriormente conduzido a uma Pro- gramação Pactuada Integrada (PPI), semelhante a que tem sido feita para outras áreas temáticas” (Brasil, 1999). 15 Os debates deste relatório final compõem o conjunto de dois seminários realizados pela CDRH/SUS/MS, a OPS/BRASIL e o CONASEMS, realizados em Foz do Igua- çu e Natal, em julho de 1999. Contaram com cerca de 460 participantes, entre secretários de Saúde (estaduais e mu- nicipais), secretários de Administração, dirigentes de hospitais e diversificados níveis hierárquicos de gestão do sistema de saúde, representantes da assembléia legislativa e câmara de vereadores, professores universitários e pro- fissionais de saúde. A Coordenação Geral do seminário foi realizada pelo presidente do CONASEMS, Sílvio Men- des Filho; a CDRHSUS/MS estava sob a direção de Luiz Cordoni Júnior; a representação da OPS/BRASIL por Jo- sé Paranaguá de Santana e o relatório foi elaborado por Roberto Passos Nogueira.
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Sistemas de informação como apoio à gestão de recursos humanos em saúde

Sistemas de informação como apoio à gestão de recursos humanos em saúde

A evolução tecnológica da informação tem impulsionado, cada vez mais, os gestores de diversos segmentos a considerar o uso de sistemas de informação para gerenciar infor- mações que serão utilizadas no processo de tomada de decisão. Tratando-se de decisões que envolvem um direito básico e constitu- cional, como é o caso da saúde, é ainda mais evidente a importância da informação, desde que completa, correta e oportuna. Por exem- plo, para definir o número de médicos que deverão atuar em determinada região do país é necessário conhecer o número de unidades de saúde por região, o número de pacientes atendidos por unidade, dentre outros. De outra forma, a distribuição de recursos não atenderá as reais necessidades de um país com dimensões continentais como o nosso. Além disso, a informação também é essen- cial para a gestão da saúde, para a descen- tralização das atividades e para promover o controle social, que pode ser efetivado pela sua divulgação em portais públicos, mantidos pelo Ministério da Saúde.
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