Saúde. Saúde do trabalhador. Saúde de pilotos. Doenças em pilotos.

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ASPECTOS DE MAIOR IMPACTO NA SAÚDE DE PILOTOS DE  AVIÃO

ASPECTOS DE MAIOR IMPACTO NA SAÚDE DE PILOTOS DE AVIÃO

A saúde é definida pela Organização Mundial de Saúde como um perfeito bem-estar físico, mental e social e não apenas ausência de doença. Especificamente, a saúde do trabalhador é o conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho. Ainda que a aviação seja um dos setores de maior dinamismo no que se refere a tecnologias e inovações, ainda há exposição a diversos riscos físicos e riscos psicossociais, causando doenças nos pilotos. Sabendo da essencialidade intrínseca à atividade dos pilotos e, que, para o desempenho efetivo e seguro dela é necessário saúde, este estudo teve como objetivo geral identificar quais os aspectos de maior impacto na saúde de pilotos, e após encontrá-los, compilá-los, analisá-los e determinar quais medidas preventivas estão relacionadas a cada um deles. A metodologia de escolha para o alcance dos objetivos foi a Revisão Bibliográfica. Foram encontrados nas plataformas online de buscas cerca de 100 artigos de interesse para a pesquisa, após a avaliação destes, foram selecionados 64 para análise e discussão neste trabalho. Os resultados encontrados demonstraram que, em relação aos aspectos físicos, os pilotos estão expostos mais costumeiramente a radiação, vibrações, ruídos, baixa umidade do ar e pressão baixa de oxigênio. Outras desordens físicas encontradas que impactam a saúde destes profissionais relacionam-se à obesidade, distúrbios cardíacos, trombose venosa profunda, tromboembolismo venoso e doenças osteomusculares. Entre os distúrbios psicossociais predominantes estão a ansiedade, depressão e fadiga. As medidas preventivas foram listadas para cada resultado encontrado. Os resultados puderam demonstrar que há muitos fatores que podem impactar a saúde de pilotos, desde os de baixa aos de alta intensidade, podendo afetar diretamente e indiretamente o indivíduo, família e coletividade, inclusive no que se refere à segurança dos voos. Além disso, há uma série de ações e práticas para o alcance da saúde desses profissionais, porém, há de se corresponsabilizar Estado, empresas e o próprio indivíduo para atingi-los.
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Trabalhador portuário: perfil de doenças ocupacionais diagnosticadas em serviço de saúde ocupacional.

Trabalhador portuário: perfil de doenças ocupacionais diagnosticadas em serviço de saúde ocupacional.

As patologias permitem visualizar aspectos exter- nos ao trabalho que atuam direta ou indiretamente no desencadeamento de patologias, como por exemplo, os hábitos alimentares. As doenças nutricionais e endócrinas abordadas aludem como medida de prevenção possível à educação em saúde voltada ao controle nutricional do trabalhador. No entanto, o vínculo avulso do trabalhador portuário não disponibiliza o fornecimento de refeições, garantido entre os trabalhadores formais, inviabilizando uma possibilidade para o acompanhamento nutricional do portuário. Nesse sentido, destaca-se a necessidade de desenvolver alternativas diversificadas de intervenção para adoção de medidas saudáveis.
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Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no SUS: oportunidades e desafios.

Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no SUS: oportunidades e desafios.

lidade de vida e à sustentabilidade. A vigilância em saúde ambiental resulta do conjunto de ações e serviços prestados por órgãos e entidades pú- blicas e privadas, visando ao conhecimento e à detecção ou prevenção dos determinantes e con- dicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção da saúde ambi- ental, prevenção e controle dos fatores de riscos relacionados às doenças e outros agravos à saú- de, em especial: água para consumo humano; ar; solo; contaminantes ambientais e substâncias químicas; desastres naturais; acidentes com pro- dutos perigosos; fatores físicos; e ambiente de trabalho. O tema ganhou destaque internacional a partir da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente realizada em Estocolmo, em 1972. Na atualidade, abrange discussões e iniciativas de governo e da sociedade civil, sobre a diversi- dade biológica; biossegurança; consentimento prévio informado (PIC); os poluentes orgânicos persistentes (POPS); os movimentos transfron- teiriços de resíduos perigosos; as mudanças cli- máticas; as armas bacteriológicas e químicas; a proteção da camada de ozônio e o Protocolo de Montreal; questionamento sobre os modelos de desenvolvimento econômico e social, entre ou- tras questões.
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Trabalhador portuário: perfil de doenças ocupacionais diagnosticadas em serviço de saúde ocupacional

Trabalhador portuário: perfil de doenças ocupacionais diagnosticadas em serviço de saúde ocupacional

The study permitted identifying that dock work contributes to the development of occupational and non-occupational illnesses, which interact and interfere directly in workers’ qualit[r]

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Processo de trabalho dos profissionais de saúde em vigilância em saúde do trabalhador

Processo de trabalho dos profissionais de saúde em vigilância em saúde do trabalhador

O setor Saúde do Estado passa a ter efetivamente o papel de coordenar as ações de Saúde do Trabalhador passando a intervir nos espaços de trabalho. A Lei Orgânica 8.080/90 entende por Saúde do Trabalhador “um conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho, abrangendo”: assistência, estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho, participação, de normatização, fiscalização e controle das condições de produção, extração, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio de substâncias, de produtos, de máquinas e de equipamentos que apresentam riscos à Saúde do Trabalhador; avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde; informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical e às empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho, doença profissional e do trabalho, bem como os resultados de fiscalizações, avaliações ambientais e exames de saúde, de admissão, periódicos e de demissão, respeitados os preceitos da ética profissional; participação na normatização, fiscalização e controle dos serviços de Saúde do Trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas; revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho, tendo na sua elaboração a colaboração das entidades sindicais; e a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina, de setor de serviço ou de todo ambiente de trabalho, quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos trabalhadores.
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Política de Saúde do Trabalhador: revisitando o caso do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Campinas

Política de Saúde do Trabalhador: revisitando o caso do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Campinas

Na seara das relações intersetoriais, contribuiu para a qualificação do Cerest-Campinas, o termo de coope- ração Brasil-Itália, firmado em 1994, entre a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e as secretarias de saúde dos municípios, fomentando a capacitação dos profissionais para a vigilância e a assistência e o inves- timento em equipamentos para maior resolutividade diagnóstica. Parceria produtiva foi igualmente verifica- da na relação de troca com as universidades (Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUC-Campinas e Universidade Estadual de Campinas – Unicamp), dando suporte às formulações da política, enquanto o Cerest contribuiu para a formação, oferecendo estágios interdisciplinares. Constatou-se deslocamento favorá- vel, notadamente no que se refere ao convênio entre a Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério Pú- blico do Trabalho (MPT), assinado em 1995, visando à cooperação mútua para melhorar as condições dos ambientes de trabalho e prevenir doenças e acidentes de trabalho (MEDEIROS, 2001).
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Participação dos Trabalhadores na Elaboração das Políticas de Saúde e de Saúde do Trabalhador.

Participação dos Trabalhadores na Elaboração das Políticas de Saúde e de Saúde do Trabalhador.

As pessoas falam: ‘Ah, mas não tem nada a ver com a saúde’. Mas tem sim. A moradia ruim influi no estado de bem - estar social que a gente já falou e influi, por exemplo, na qualidade de vida das pessoas. Saneamento básico. A questão da água tratada, a questão do meio ambiente. Eu acho que essa é uma grande diferença e aí foi na saúde, na economia solidária e em um monte de outros segmentos, na questão do meio ambiente que as pessoas podem achar que não tem nada a ver, mas tem tudo a ver com a questão da saúde. [...] Porque eu acho que a saúde é ter uma alimentação saudável, ter condição de escolher o que vai comer. E a população tem tido isso (Edu). O relato do sindicalista Edu nos remete à questão do intersetorial, ao se buscar a constituição de ambientes saudáveis que promovam a qualidade de vida dos cidadãos. A respeito disso, diz-nos Akerman et al. (2002) que essa é uma visão iniciada em meados dos anos 1980 e denominada como municípios ou cidades saudáveis. Essa perspectiva está fundamentada na constante criação e melhoria dos ambientes físicos e sociais e no fortalecimento dos recursos comunitários, bem como no incentivo e no estímulo ao empoderamento comunitário e à participação social. As redes de melhoria do ambiente físico se fortalecem e buscam atender às necessidades de saúde da população de uma forma geral, incluindo saneamento básico, sustentabilidade social e políticas de promoção de saúde e prevenção das doenças.
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Saúde do trabalhador de saúde: análise das pesquisas sobre o tema.

Saúde do trabalhador de saúde: análise das pesquisas sobre o tema.

envolve não só identificar e prevenir doenças, mas também verificar o impacto do trabalho no dia-a-dia do trabalhador. Pressupõe uma visão apurada da cultura e das características de saúde e de vida da população-alvo, o conhecimento dos riscos ocupacionais, a análise das condições físicas, organizacionais, psicológicas e sociais a que os trabalhadores estão submetidos e formas de avaliar e atuar diante das repercussões do trabalho. A tabela 5 traz informações referentes às temáticas centrais abordadas nos artigos.

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Saúde dos pescadores artesanais e desafios para a Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Saúde dos pescadores artesanais e desafios para a Vigilância em Saúde do Trabalhador.

dade está presente na Previdência Social e a des- construção da invisibilidade epidemiológica das doenças do trabalho dessa categoria profissional ainda envolve um longo processo de ação pública. As primeiras marisqueiras que procuraram o INSS com CAT para indicação de afastamento do trabalho enfrentaram discriminação, estigma e muita resistência na configuração do nexo pre- videnciário. Para muitos funcionários adminis- trativos e médicos, as marisqueiras deveriam se apresentar maltrapilhas e com sinais evidentes de corpo enlameado para serem consideradas oriundas do trabalho na pesca. No âmbito do atendimento, como não há diagnóstico suficiente de doenças do trabalho nessa categoria, o sistema de dados não alimenta os procedimentos para o Nexo Técnico Epidemiológico e a alternativa do reconhecimento se remete ao método clássico da comprovação do nexo causal com evidências ocupacionais de exposição ao excesso de movi- mentos repetitivos e outros riscos. O despreparo da perícia médica em identificar situações fora dos padrões fez com que tratassem as pacientes
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Estratégia saúde da família e saúde do trabalhador: um diálogo possível?.

Estratégia saúde da família e saúde do trabalhador: um diálogo possível?.

Quanto à atenção à saúde dos trabalhadores na rede básica, houve algumas tentativas de sua incorporação na ESF, dentre elas a publicação do Caderno de Atenção Básica em Saúde do Trabalhador (Brasil, 2002b). Aí eram apontadas as atribuições dos serviços de AB via ESF, considerando a equipe e o papel de cada membro no que tange ao desenvolvimento das ações de ST. Envolvem a identificação e registro da População Economicamente Ativa (PEA), as atividades produtivas existentes no território, para planejamento e execução da vigilância nos locais de trabalho. As situações de trabalho infantil devem ser consideradas como alerta epidemiológico. O Caderno ainda contém dados referentes às doenças relacionadas ao trabalho e aos procedimentos decorrentes da sua notificação.
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O espaço da psicologia na saúde do trabalhador na rede pública de saúde

O espaço da psicologia na saúde do trabalhador na rede pública de saúde

O SIA/SUS apresenta sob o código 044-2, o procedimento, “atendimento específico para acidente de trabalho”, que deve ser notificado e encaminhado ao CEREST, devendo ser feito somente o primeiro atendimento na UBS²². Não tem códigos de procedimentos específicos para investigações referentes à Saúde do Trabalhador. Resultando, provavelmente, que informações pertinentes que levariam o trabalhador ao conhecimento dos CERESTs, sejam perdidas. Essa realidade, também acaba contribuindo para que apenas 1% a 4% das doenças do trabalho sejam notificadas na América Latina, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde – OMS²³. A falta de informações adequadas sobre os agravos à saúde relacionados ao trabalho nos sistemas de informação em saúde e sobre sua ocorrência na população trabalhadora no setor informal, também é identificada pelos CERESTs, como uma das maiores dificuldades enfrentadas em seus serviços 8,24 .
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Sistema de informações em saúde do trabalhador: uma contribuição ao desenvolvimento de políticas públicas em saúde do trabalhador

Sistema de informações em saúde do trabalhador: uma contribuição ao desenvolvimento de políticas públicas em saúde do trabalhador

As condições desfavoráveis dos ambientes de trabalho ainda pers istem, sendo um dos maiores problemas identificados atualmente em algumas organizações, expondo os trabalhadores a cargas de trabalho intensas, ambientes insalubres e perigosos, alto nível de ruído proveniente de máquinas e equipamentos, movimentos repetit ivos, posturas inadequadas, entre outras. Sendo assim, este estudo tem como objetivo analisar os dados contidos no Sistema de Informações em Saúde do Trabalhador (SIST), no período de 2008 a 2011, dos municípios de abrangência da 4ª Coordenadoria Regional de Saúde do Rio Grande do Sul (4ª CRS/RS). Pretende-se, também, identificar os dados sociodemográficos e ocupacionais da população economicamente ativa, notificado através do SIST; descrever as atividades econômicas contid as no SIST no período de 2008 a 2011; calcular a taxa de incidência dos riscos nos municípios da 4ª Coordenadoria Regional da Saúde/RS. A pesquisa envolveu dados secundários constantes da base de dados do SIST, oriundas das notificações do formulário padrão em papel, o RINA (Relatório Individual de Notificação de Agravos), referentes ao período de 2008 a 2011. O número de notificações totalizou 3.901. Os resultados a respeito as variáveis sociodemográficas apontaram a maior incidência do gênero masculino (74%) em relação ao gênero feminino (26%), e quanto a faixa etária a maior incidência foi entre 31 a 39 anos correspondendo a 1000 (38,2%) notificações. E com relação às variáveis ocupacionais identificou-se que o gênero masculino apresentou maior número de acidentes no trabalho (2732) e o gênero feminino ( 863) notificações, e tratando-se de doenças relacionadas ao trabalho o gênero feminino apresentou maior número de notificações sendo 156 notificações correspondendo ao gênero feminino e 150 do gênero masculino, e quanto a classificação das atividades econômicas identificou-se que o setor de serviços apresentou o maior número de notificação (1442) com relação aos outros setores de agropecuária, industria e outras. O calculo das taxas de incidências de riscos proporcionou um melhor visualização dos agravos relacionados ao trabalho com relação as notificações e a população economicamente ativa por hum mil habitantes em cada município da 4º CRS. Apesar de todas as dificuldades encontradas com as subnotificações das informações, este estudo pode demonstrar que o Sistema único de Saúde possui melhores informações para o desenvolvimento de políticas públicas em saúde do Trabalhador.
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Planejamento estratégico situacional em saúde: abordagem da saúde do trabalhador na Estratégia Saúde da Família

Planejamento estratégico situacional em saúde: abordagem da saúde do trabalhador na Estratégia Saúde da Família

Os trabalhadores buscam o serviço para tratar de hipertensão e diabetes, percebendo que essas doenças se ampliaram entre a população adulta trabalhadora. Contudo, ao discutir a situação da saúde do trabalhador da área de abrangência, acabavam por discutir, também, as precariedades que envolviam a sua própria condição de saúde e trabalho. [...] Eu mesma afastei com diagnóstico de depressão por quatro meses que foi indeferido pelo INSS, fiquei esse tempo sem receber. Aqui não pode adoecer (ACS 2 ).

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Saúde e gestão na aviação: a experiência de pilotos e controladores de tráfego aéreo.

Saúde e gestão na aviação: a experiência de pilotos e controladores de tráfego aéreo.

Também as condições de trabalho ruins nem sempre são objeto de melhorias. Veriica-se que al- gumas condições de trabalho são vividas de modo perverso pelos(as) trabalhadores(as). A lexibilização dos horários e jornadas de trabalho é uma delas. Bus- cando aumentar a produtividade, as companhias aéreas impõem novas regras aos pilotos, pagando um salário- base e uma cota variável de quantidade de km voados, lexibilizando horários e jornadas. Com isso, deixa ao piloto a responsabilidade pela quebra dessas regras con- vencionadas de trabalho na aviação. Por decorrência, é atribuído também sob a responsabilidade desses(as) proissionais os agravos que decorrem desse ato, como a fadiga, estresse, doenças proissionais e outros. Além disso, nem todos contam com atendimento médico- hospitalar nas empresas ou dos hospitais especíicos da aeronáutica. Somente os militares podem contar com atendimento médico-hospitalar, mas tão e somente nos hospitais da aeronáutica. Os demais precisam recorrer ao sistema privado ou plano de saúde pago pelo(a) próprio(a) trabalhador(a). a manutenção do emprego depende de como os proissionais conseguem cuidar de sua saúde e atender às exigências de controle periódico de saúde. No caso de pilotos de empresas privadas, estes(as) podem ser demitidos(as) quando não tiverem a habilitação aprovada.
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Problemas suportados pelos pilotos agrícolas e suas relações com segurança e saúde ocupacional

Problemas suportados pelos pilotos agrícolas e suas relações com segurança e saúde ocupacional

Fatores operacionais são apresentados no contexto da maioria dos estudos sobre fatores de exposição na aviação agrícola. A pressão por prazos é considerada como problema relacionado à SST de pilotos agrícolas desde os anos 60’s (BILLINGS, 1963), na minimização dos tempos improdutivos, como carregamento da aeronave e a execução de manobras. O ritmo de trabalho é presente principalmente devido à sazonalidade das operações, e o piloto agrícola pode inclusive trabalhar nestes períodos acima do limite recomendado (BILLINGS, 1963). A sazonalidade pode inclusive fazer com que o piloto agrícola trabalhe o suficiente durante os meses de maior demanda para se sustentar durante todo o resto do ano (BILLINGS, 1963). A pressão por prazos, o ritmo de trabalho e a concorrência entre as empresas de aplicação aérea criam uma resistência às alterações do turno de trabalho, independentemente de qualquer regulamentação que possa ser imposta (BILLINGS, 1963). Como efeitos destes fatores operacionais, está o aumento do tempo em que o trabalhador está exposto a outros fatores como os químico-ambientais (RICHTER et al., 1980).
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A empregabilidade dos pilotos de avião: um estudo de caso

A empregabilidade dos pilotos de avião: um estudo de caso

Após a segunda guerra, este princípio ampliou-se rapidamente. Os sistemas eletroeletrônicos substituíram os equipamentos primitivos e foram introduzidos sistemas como radiofarol omnidirecional (VOR), sistema de pouso por instrumentos (ILS), piloto automático (PA), sistema de advertência de proximidade do solo (GPWS), sistema anticolisão de bordo (ACAS/TCAS), sistema de navegação de área (RNAV) e gestão de vôo integrados ao PA, além de sistemas de controle que impedem que a aeronave ultrapasse seus limites de segurança operacional. Todos estes equipamentos e sistemas de vôo, elevaram a complexidade da automatização das aeronaves de transporte civil. “Os pilotos que em um momento tiveram sob seu poder todos os aspectos de controle e gestão da aeronave, agora são responsáveis pela gestão de complexas interfaces com suporte físico e lógico, mediante a qual devem operar os aviões” (ICAO, 1992, p.4). A figura a seguir representa a mudança que a automatização provocou no posto de pilotagem e o afastamento do controle do piloto sobre a mesma.
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Fatores que levam pilotos a erros e violações

Fatores que levam pilotos a erros e violações

A ICAO, órgão das Nações Unidas que rege a aviação civil internacional, tem como referência dois modelos que servem de compreensão com relação aos fatores humanos: o modelo de JAMES REASON (2000), Professor de psicologia da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e o de SHELL, cuja sigla representa Software, Hardware, Environment, Liveware, Liveware. Portanto traduzindo vem: Programação, Equipamento, Ambiente, Homem-Homem. Consiste em um diagrama como modelo conceitual onde representam o ser humano como elemento central do sistema e seu inter-relacionamento com as diversas interfaces. São modelos distintos, porém que se complementam entre si. No modelo Reason o erro humano pode ter um enfoque no ser humano propriamente dito, e outro no sistema ao qual ele está inserido. Tradicionalmente sempre buscou-se centrar os erros nas pessoas, pelo simples fato que o ser humano é falível, capaz de ter uma variabilidade de comportamento indesejado, tais com esquecimento,imprudência, negligência, desatenção etc. Historicamente, sempre existiram as tentativas dos principais gestores das companhias aéreas de desassociarem erros dos pilotos das responsabilidades institucionais, como se os únicos culpados pelos erros praticados que culminaram com um acidente fossem apenas dos pilotos. Essas conclusões precipitadas dos relatórios dos acidentes carecem de investigações mais profundas com relação às verdadeiras causas dos erros que levaram aos acidentes. Portanto, tais abordagens são veemente combatidas por Reason(2000),que segundo ele, os seres humanos são falíveis, e os erros são esperados tanto nas pessoas quanto nas melhores organizações.
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Consequências da exposição à radiação cósmica em pilotos

Consequências da exposição à radiação cósmica em pilotos

Todos os seres vivos presentes na Terra de certa forma estão expostos a doses de radiação, em níveis inferiores, gerados naturalmente por substâncias tanto presentes na Terra como no espaço. A interferência humana elevou o nível dessa exposição ao criar recursos capazes de produzir radiação. Como por exemplo, os raios-X. Há muitos estudos que comprovam que a alta e frequente exposição a tais raios são nocivas e perigosas à saúde do ser humano. O tamanho do risco se deve ao tamanho da dose recebida.

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ASSOCIAÇÃO DE PILOTOS E PROPRIETÁRIOS DE AERONAVES APPA.

ASSOCIAÇÃO DE PILOTOS E PROPRIETÁRIOS DE AERONAVES APPA.

Art. 1 o A ASSOCIAÇÃO DE PILOTOS E PROPRIETÁRIOS DE AERONAVES, denominada pela sigla APPA, fundada no Brasil aos vinte e oito dias do mês de março de mil novecentos e setenta e dois na Cidade e Estado de São Paulo, pessoa jurídica de direito privado, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, de caráter representativo, constituída por seus associados, devidamente inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da fazenda, CNPJ sob n o 43.789.205/0001-00.

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Simuladores de voo e sua aplicabilidade na formação de pilotos

Simuladores de voo e sua aplicabilidade na formação de pilotos

Existem diversos objetivos e importâncias para uma empresa ou escola de aviação possuir um simulador de voo. No caso das empresas aéreas, é importante para o treinamento de pilotos e tripulação, de preferência do modelo principal de uso pela empresa, visto que, na maioria das vezes, esses simuladores só existem no exterior, o que faz do treinamento especifico de cada aeronauta ter um custo muito elevado, devido às custas de viagem, e pagamento do curso que geralmente custa em torno de US$15.000,00 (quinze mil dólares), convertendo no real, por volta de R$50.000,00 (cinquenta mil reais).
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