Sementes de Milho e Feijão.

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ESTRESSE SALINO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES CRIOULAS DE MILHO E FEIJÃO-FAVA

ESTRESSE SALINO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES CRIOULAS DE MILHO E FEIJÃO-FAVA

ESTRESSE SALINO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES CRIOULAS DE MILHO E FEIJÃO-FAVA RESUMO – O estresse salino afeta negativamente o desenvolvimento de plantas, principalmente em regiões áridas e semiáridas, promovendo alterações em sua fisiologia e produtividade. Objetivou-se avaliar o potencial germinativo de sementes crioulas de milho (Zea mays L.) e feijão-fava (Phaseolus lunatus L.) em condições de estresse salino, com diferentes potenciais e sais. As sementes foram coletadas em áreas rurais, nos municípios de Guanambi, Candiba e Brumado, região do Brasil que corresponde a Serra Geral da Bahia. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado e os tratamentos constituíram-se por três sais CaCl 2 , MgCl 2 e NaCl,
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Qualidade fisiológica de sementes de milho, feijão, soja e alface na presença de extrato de tiririca

Qualidade fisiológica de sementes de milho, feijão, soja e alface na presença de extrato de tiririca

superfície do solo ou tendem a se aprofundarem. Aqueles que se dirigem para cima formam próximo da superfície, uma intumescência que é chamada de bulbo basal, o qual produz manifestações epígeas, raízes e outros rizomas. Os que apresentam geotropismo positivo podem originar tubérculos que repetem o ciclo (Wills, 1987). A maior intensidade reprodutiva da tiririca ocorre no período de 30 a 60 dias após o plantio do tubérculo, onde o peso da parte subterrânea é superior a 50% do peso da parte aérea (Labrada et. al., 1985). Em algumas pesquisas tem-se observado a interferência de extratos de tiririca na germinação de sementes de algumas espécies. Bolzan (2003) ao avaliar a germinação de sementes de milho, feijão e alface e a capacidade germinativa de toletes de cana-de-açúcar na presença de extratos de folhas e de bulbos de tiririca observou que para sementes de alface tratadas com o extrato foliar nas concentrações de 50 e 5 g L -1 houve
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Efeito de sistemas de cultivo na fitossociologia, no banco de sementes de plantas daninhas e nos componentes de rendimento do feijão, milho e soja

Efeito de sistemas de cultivo na fitossociologia, no banco de sementes de plantas daninhas e nos componentes de rendimento do feijão, milho e soja

de diminuir o número de espécies de plantas daninhas nas áreas de cultivo. O banco de sementes de plantas daninhas e influenciados pelos manejos adotados nos sistemas de plantio direto aumentaram a densidade de Gnaphalium spicatum e Oxalis corniculata, em contrapartida diminuíram a de Lolium multiflorum. Para o banco de sementes de plantas daninhas o sistema plantio direto concentra as sementes das espécies nas camadas superficiais do solo, diminuindo o banco de sementes em camadas mais profundas. Já o sistema de plantio convencional distribui-as sementes ao longo do perfil do solo, pelo processo de revolvimento. O feijão foi a cultura menos prejudicada pelo revolvimento do solo, já o milho alcançou o melhor rendimento de grãos quando sob plantio direto, se comparado ao sistema de plantio convencional. O mesmo resultado foi encontrado para a soja. O sistema plantio direto foi mais eficiente para o manejo de plantas daninhas e também no rendimento das culturas, em especial o milho e a soja, ao se comparar com o sistema de plantio convencional.
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Tratamento de sementes de alface, milho, soja e feijão com os elementos terras raras cério e lantânio

Tratamento de sementes de alface, milho, soja e feijão com os elementos terras raras cério e lantânio

Os elementos terras raras, ou lantanídeos, são comumente fornecidos às plantas na agricultura chinesa, na forma de fertilizantes. No Brasil não há qualquer registro de sua utilização na agricultura. Conduziram-se experimentos com o objetivo de avaliar os efeitos dos elementos terras raras, cério (Ce) e lantânio (La), sobre a qualidade fisiológica de sementes de alface, milho, feijão e soja e; crescimento e desenvolvimento de plantas de milho e soja após tratamento das sementes com os elementos. Para tal, as sementes das diferentes espécies, em experimentos separados, foram tratadas por meio de imersão em soluções aquosas de Ce ou de La, em diferentes concentrações, por uma a duas horas. Em seguida, foram aplicados, em laboratório, os testes de germinação, primeira contagem de germinação, classificação do vigor de plântulas, comprimento, massa seca de plântulas e estresse térmico. Os tratamentos foram compostos por diferentes concentrações de Ce ou La e quatro repetições. Em milho e soja foram instalados experimentos em campo. Após o tratamento das sementes foram avaliados: emergência (em milho e soja), número de folhas, estatura, diâmetro do colmo, florescimento e rendimento (em milho). Os resultados mostraram que a aplicação de Ce e La nas sementes influenciou, na maioria dos casos, a germinação e o vigor. O comprimento e a massa seca das plântulas também responderam a aplicação dos elementos. Para todas as espécies, tanto o Ce quanto o La foram absorvidos pelas sementes em solução aquosa e ocorreu translocação para as plântulas. Em campo não foram observados efeitos do Ce e do La sobre o crescimento e desenvolvimento de plantas de milho e sobre a emergência da soja, mas, o tratamento com Ce foi capaz de aumentar o rendimento final da cultura do milho.
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Alelopatia de espécies arbóreas da caatinga na germinação e vigor de sementes de feijão macaçar e de milho.

Alelopatia de espécies arbóreas da caatinga na germinação e vigor de sementes de feijão macaçar e de milho.

O sucesso da implantação de sistemas agrosilvipastoris depende, dentre outros fatores, de estudos que avaliem o efeito alelopático entre as espécies. Nesse sentido, o trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o efeito alelopático de extratos de ramos jovens de jurema-preta (Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir.) e marmeleiro (Croton sonderianus Mull. Arg.) na germinação e vigor de feijão macacar e milho. Foram utilizados extratos aquosos nas concentrações de 0, 25, 50, 75 e 100% a partir do extrato bruto. Os testes foram realizados em laboratório e viveiro; no ensaio em laboratório foram utilizados 12mL da respectiva diluição por caixa gerbox contendo 25 sementes. No ensaio em viveiro utilizou-se a mistura de areia e vermiculita 1:1 (v/v) em tubetes de polipropileno de 350 cm 3 e umidade equivalente a 70% da capacidade de campo. Os extratos foram aplicados parceladamente até os 14 dias após a germinação. Nos dois ensaios o delineamento utilizado foi o inteiramente ao acaso, com os tratamentos distribuídos em esquema fatorial 5 x 3 (concentração e fontes dos extratos), em quatro repetições. Em laboratório a germinação do milho foi mais afetada pelo extrato misto, enquanto para o feijão macaçar a maior sensibilidade foi aos extratos isolados. Os comprimentos de parte aérea e radicular foram afetados com o aumento da concentração. Em viveiro, a germinação inicial foi mais afetada por concentrações maiores, porém os extratos não influenciaram a germinação final das sementes de ambas as espécies. Não houve influência da concentração do extrato da jurema no comprimento radicular do milho, sendo que apenas o extrato misto causou efeito prejudicial às raízes do feijão macaçar. Pelos resultados conclui-se que há efeito alelopático dos extratos vegetais sobre o milho e o feijão macaçar.
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Sistema radical de plântulas como indicativo de vigor e efeito de bioestimulante em sementes de feijão e milho

Sistema radical de plântulas como indicativo de vigor e efeito de bioestimulante em sementes de feijão e milho

Sementes mais densas geralmente possuem melhor qualidade fisiológica e emitem mais rápida e uniformemente a raiz primária no processo de germinação e permitem maior taxa de crescimento das plântulas. Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito da massa das sementes de feijão do tipo manteigão na qualidade fisiológica das sementes e em características do sistema radical de plântulas de feijão. Foi utilizado o cultivar ‘Carnaval MG’. As plantas foram colhidas manualmente, quando as sementes tinham 15% de teor de água, e trilhadas mecanicamente. As sementes foram divididas em três faixas de massa pela pesagem de cada semente: 0,38 a 0,43 g, 0,48 a 0,53 g e 0,58 a 0,63 g. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, com seis repetições. Os valores da condutividade elétrica das sementes leves foram maiores que a das sementes pesadas. Esse fato pode ser explicado pela maior superfície de contato por unidade de massa nas sementes leves, o que poderia ocasionar maiores perdas de soluto para o meio exterior. As sementes pesadas e intermediárias apresentaram maior comprimento e massa das raízes basais. Conclui-se que a massa das sementes de feijão cultivar ‘Carnaval MG’ não influencia a qualidade fisiológica das sementes, mas tem efeito sobre o sistema radical do feijão, especificamente sobre as raízes basais.
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Uso de vinagre e extrato de sementes de feijão-de-porco no manejo de plantas daninhas em plantio direto de milho orgânico

Uso de vinagre e extrato de sementes de feijão-de-porco no manejo de plantas daninhas em plantio direto de milho orgânico

Na cultura do milho, o controle mecânico das plantas daninhas consiste principalmente nas práticas de capina, roçada, escarificação, gradagem e cultivo. Esse método tem apresentado baixa eficiência no controle das espécies que se reproduzem por partes vegetativas e limitações quando as plantas daninhas estão na linha da cultura ou quando as operações são realizadas em solo úmido ou sob a chuva (SILVA et al. 2007a). O controle mecânico das plantas daninhas com o uso do escarificador ou do cultivador ou das capinas podem ser utilizados desde que o deslocamento da palhada não provoque danos a linha do milho. Todavia no sistema de plantio direto não se recomenda a movimentação ou incorporação da palhada. A adoção da roçada em substituição aos outros métodos mecânicos tende a ser mais eficiente quando o manejo das plantas é feito no estágio de menor capacidade de rebrota dessas plantas (VAZ DE MELO et al. 2007).
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Técnicas de microbiolização de sementes de milho, feijão, nabo forrageiro e aveia preta.

Técnicas de microbiolização de sementes de milho, feijão, nabo forrageiro e aveia preta.

O condicionamento fisiológico foi realizado em placas de petri contendo 50 mL do meio BDA adicionado do soluto manitol em diferentes potenciais hídricos (0,0 -0,6, -0,7, -0,8 e -0,9 MPa) (COUTINHO et al., 2001). Sobre as placas vertidas com o meio de cultura nos diferentes potenciais foram acondicionadas 100 sementes. As placas foram incubadas em câmaras de crescimento (12h de luz a 25ºC) até que houvesse protrusão radicular na primeira semente (Figura 16). As demais sementes foram retiradas e secas em ambiente de laboratório por 48 h, para posteriormente ser instalado o teste de germinação em rolo. Para cada potencial testado foram utilizadas 200 sementes, separadas em oito repetições de 25 sementes. Os rolos do teste de germinação foram mantidos em germinador, com 12 h de luz e temperatura de 25 ºC, por quatro dias, quando foi realizada a primeira contagem de germinação e, aos dez dias foram determinados os percentuais de plântulas normais e anormais e sementes mortas. Foi realizada a análise de variância por meio do teste F a 5 % de probabilidade de erro, calculado o coeficiente de variação, e as diferenças entre as médias foram comparadas por meio do teste de Scott-Knott, em nível de 5% de probabilidade de erro, usando o aplicativo estatístico SASM – Agri (CANTERI et al., 2001).
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Qualidade das sementes de feijão e milho tratados com extratos de origem vegetal durante o armazenamento.

Qualidade das sementes de feijão e milho tratados com extratos de origem vegetal durante o armazenamento.

Valores medios da velocidade de emergencia (dias) das sementes de quatro variedades de milho (Zea mays L.), tratadas com extrato hidroalcoolico de pimenta do reino com diferentes conce[r]

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Teste de frio na avaliação do vigor de sementes de feijão.

Teste de frio na avaliação do vigor de sementes de feijão.

de linhagens de milho antes do período de semeadura, devido a sua sensibilidade em prognosticar o desempenho das sementes em campo. Muitas empresas produtoras de sementes de milho utilizam esse teste nos programas internos de controle de qualidade (TeKrony, 1983). Através do conhecimento das condições desfavoráveis de campo, é possível às empresas a manutenção de um padrão rígido de comercialização das sementes através do uso do teste de frio, para predizer a emergência de plântulas sob condições de frio e alta umidade (Waes, 1995). Esse teste tem sido utilizado com sucesso, também, para diferenciar níveis de vigor relacionados com a forma, peso, tamanho e tratamento de sementes (Marcos Filho et al., 1977; Silva & Marcos Filho, 1979). Throneberry & Smith (1955) demonstraram que os danos ocasionados às sementes de milho durante o processo de secagem foram facilmente evidenciados com o teste de frio.
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Danos oxidativos e o  de sementes de feijão Caupi

Danos oxidativos e o de sementes de feijão Caupi

O efeito da atividade de catalase glioxissomal em eixo embrionário e endosperma na germinação de sementes de mamona (Ricinus communis L., cv. Hale) foi examinado. Nesse estudo com sementes de mamona, a remoção do eixo embrionário levou ao decréscimo máximo da atividade da catalase em estrato de células livres do endosperma (Mullen et al., 1995). No escutelo de sementes de milho,A expressão gênica da catalase foi caracterizada, como escutelo crescendo á temperatura normal (25 °C) e em elevadas temperaturas (35 e 40 °C),. Temperaturas altas reduziram a atividade da enzima catalase nesse tecido e ocorreu a expressão de três isoenzimas da CAT. A drástica redução da germinação e altura das plântulas crescendo em temperatura elevada sugere que o impedimento do desenvolvimento e o excessivo estresse oxidativo podem ter sido causados pela inibição do produto gênico Car 1 que regula os níveis de transcrição do gene Cat 2 que codifica para a isoforma CAT-2. Nesse experimento,Scandalios e seus colaboradores observaram que o decréscimo na atividade da enzima CAT-2 foi atribuído ao decréscimo da atividade da isoenzima CAT-2. A expressão de cada gene de catalase em milho ocorre em tecidos e estágios específicos do desenvolvimento. O gene Cat1 é expresso durante o início da germinação e desenvolvimento da semente e somente uma isoenzima é expressa no pólen. O gene Cat2 é expresso em sementes maduras e no início do desenvolvimento esporofítico. A isoenzima CAT-2 é detectada na semente seca e aumenta dramaticamente durante os primeiros 3 dias no escutelo de sementes na pós-germinação. Por outro lado, a isoenzima CAT-1 decresce gradualmente sua atividade depois do início da germinação enquanto os níveis de CAT-3 são extremamente baixos (Scandalios et al., 1997; Scandalios et al., 2002).
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Testes de vigor em sementes de milho

Testes de vigor em sementes de milho

No Brasil, conforme levantamentos bibliográficos efetuados por Wetzel (1972) e Menezes et al., (1980), a introdução e o uso do teste de envelhecimento acelerado ocorreram em época muito próxima à verificada nos USA. O primeiro estudo específico sobre o assunto foi publicado por Toledo (1966), que considerou o “rapid aging” um método promissor para a avaliação do vigor em sementes de algodão. Em seguida, Abrahão & Toledo (1969) apresentaram conclusão semelhante para sementes de feijão, o que determinou a utilização desse teste em uma tese de doutorado, conduzida por Abrahão (1971), envolvendo estudos mais aprofundados e específicos sobre o teste, realizados por Wetzel (1972), Caldo (1973) e Krzyzanowsky (1974), além de sua inclusão em vários trabalhos de pesquisa e intensa divulgação em disciplinas de graduação, de pós-graduação e cursos de atualização.
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Subprodutos orgânicos no tratamento de sementes de feijão-fava.

Subprodutos orgânicos no tratamento de sementes de feijão-fava.

manipueira), T7 (agave + vinhaça) e T8 (manipueira + vinhaça), não diferindo estatisticamente do T2 (químico). O gênero Fusarium em algumas culturas, pode impedir a germinação das sementes e ser facilmente transmitido (PARSA et al., 2016). Já para as sementes de feijão-fava Branca, todos os tratamentos se mostraram eficientes, onde a menor redução foi observada para T4 (manipueira) com 62,22%, e para os demais, alcançando redução de 100% do patógeno. Observou-se ainda, pouca variação entre a eficiência dos tratamentos comparando entre as variedades de feijão-fava. De acordo com Ramos et al. (2014), F. verticilioides, é considerado um dos principais problemas na germinação na cultura do milho (Zea mays). Nesse sentido, é possível que as sementes de feijão-fava tenham sido contaminadas na própria área de produção, uma vez, que os pequenos produtores têm o hábito de plantio consorciado entre diferentes espécies de cultura, inclusive, milho com feijão- fava.
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Bioestimulantes no tratamento de sementes de milho

Bioestimulantes no tratamento de sementes de milho

O tratamento de sementes com cobalto e molibdênio é amplamente recomendado para a cultura da soja (EMBRAPA, 2008). No entanto, devido à comprovada carência de micronutrientes nos solos tropicais (MALAVOLTA, 2006), essa prática vem sendo recomendado para outras culturas como o milho, arroz, feijão, entre outras. Além desses, ultimamente tem aumentado o uso de níquel via sementes, principalmente após o lançamento dos produtos comercais conhecidos como NiCoMo (MORAES, 2009). Segundo Malavolta e Moraes (2007), além de aumentar a produção, a aplicação de níquel pode promover o aumento na germinação, a diminuição do ciclo das culturas e a resistência de doenças em inúmeras culturas.
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Potencial fisiológico de sementes de feijão tratadas com micronutrientes

Potencial fisiológico de sementes de feijão tratadas com micronutrientes

RESUMO: A deficiência nutricional é um dos fatores que afetam a produção do feijão em diversas regiões do Brasil e o baixo rendimento dessa cultura é muitas vezes em função da exploração inadequada em áreas com baixa fertilidade, além de pouco investimento tecnológico. O tratamento de sementes com a aplicação de micronutrientes é uma forma prática e eficiente de fornecê-los de maneira mais rápida para a cultura. Objetivou-se avaliar a qualidade fisiológica de sementes de feijão submetidas a diferentes períodos de embebição em soluções com boro e molibdênio. Para a aplicação dos micronutrientes boro (B) e molibdênio (Mo) nas sementes de feijão, realizou-se inicialmente a dissolução das fontes em 4 ml de água destilada e posteriormente as sementes foram embebidas por 1, 2, 3, 4 e 5 horas à temperatura ambiente, e para a testemunha, utilizaram-se as sementes sem tratamento, constituindo o período zero. Após cada período de embebição as sementes foram submetidas aos seguintes testes: porcentagem de germinação, primeira contagem de germinação, comprimento e massa seca da raiz e parte aérea. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso com quatro repetições de 50 sementes. Verificou-se que, o tempo de embebição das sementes nas soluções de boro e molibdênio influenciou positivamente a germinação e o vigor das sementes de feijão, sendo recomendada a embebição por um período de cinco horas.
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Revestimento de sementes de milho superdoce

Revestimento de sementes de milho superdoce

Problemas com a interpretação dos resultados do teste de germinação em papel toalha relacionados com anormalidades das plântulas foram constatados em trabalhos de pesquisa com sementes de milho superdoce (Wilson, Jr. & Lawson, 1994; Wilson, Jr. et al., 1992 e Wilson, Jr. & Trawatha, 1991). Neste estudo, nas avaliações do teste de germinação em papel, na forma de rolo, também ocorreram altas porcentagens de plântulas anormais. As anormalidades mais freqüentes foram o anelamento do coleoptilo, quebra das folhas primárias, ausência de raízes seminais e raiz primária atrofiada. As duas últimas prevaleceram nos testes usando papel toalha e devem ter ocorrido devido ao arranjo das partículas finas (material de revestimento) e da ocupação dos espaços entre elas (poros) pela solução adesiva, formando uma barreira às trocas gasosas entre a semente e o ambiente externo ao pélete.
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Alguns aspectos do armazenamento de sementes e grãos de feijão.

Alguns aspectos do armazenamento de sementes e grãos de feijão.

É prática comum o uso de dessecantes para apressar a colheita e evitar a exposição das sementes às intempéries do campo, que causam a sua hidratação durante a noite e a perda de umidade durante o dia. Domingos et al. (1997) avaliaram a aplicação de dessecantes e verificaram os efeitos benéficos da antecipação da colheita na preservação da qualidade das sementes, determinando que o momento ideal para a aplicação do dessecante é quando a semente de feijão se encontra com 37% de umidade. A antecipação da colheita também foi estudada por Rios et al. (2002), porém com o objetivo de avaliar a perda de qualidade tecnológica de diversas cultivares de feijão para consumo. Eles não detectaram diferenças significativas no escurecimento de feijões colhidos em diferentes estágios de maturação. Concluíram também que o maior escurecimento do tegumento durante o armazenamento foi relacionado com a oxidação dos compostos fenólicos pelas enzimas peroxidase e polifenoloxidase.
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Teste de condutividade elétrica para sementes de feijão manteiguinha

Teste de condutividade elétrica para sementes de feijão manteiguinha

De forma geral o teste de condutividade elétrica com o uso de 25 sementes independente do volume de água deionizada utilizado, já demostrou boa eficiência na separação dos três lotes, sendo que é possível observar uma diferenciação de vigor entre os lotes I e III como mais vigorosos e lote II com menos vigor. Como o teste de condutividade baseia-se no nível de degradação das sementes, frente ao número de eletrólitos por elas liberados, constata-se que o lote III apresentou maior nível de degradação das sementes, uma vez que apresentaram maiores valores de condutividade, seguido pelos lotes II e I respectivamente (Figura 1).
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Condutividade elétrica de sementes de diferentes genótipos de feijão

Condutividade elétrica de sementes de diferentes genótipos de feijão

RESUMO - O teste de condutividade elétrica é um método rápido e não subjetivo empregado na avaliação do potencial fisiológico de sementes. O objetivo deste trabalho foi adequar a metodologia para a condução do teste de condutividade elétrica em sementes de feijão, bem como investigar o efeito de genótipo nos resultados do teste, comparando cultivares de dois grupos comerciais: carioca e preto. A pesquisa foi conduzida em duas etapas: 1- testes com diferentes combinações de temperatura (20, 25, 30 e 35 °C) e período de embebição (4, 8, 16, 20 e 24 horas); e 2 - avaliação da influência do genótipo, comparando as sementes das cultivares dos dois grupos comerciais. Também foram conduzidos testes de envelhecimento acelerado e emergência de plântulas no campo. Conclui- se que, para sementes de feijão, o teste de condutividade elétrica pode ser conduzido com 50 sementes por repetição, embebidas em 75 mL de água deionizada, incubadas a 25 °C, com leitura após 20 ou 24 horas. Também se concluiu que a eficiência do teste é variável de acordo com o genótipo, e que, para o grupo comercial carioca, não há efeito de genótipo; embora o mesmo não tenha ocorrido para os resultados obtidos para o grupo comercial preto.
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O fósforo na produção de milho e de feijão em monocultivo e em consórcio

O fósforo na produção de milho e de feijão em monocultivo e em consórcio

As curvas de resposta do feijão e do milho em consórcio foram semelhantes, refletindo um mes- mo nível de exigência das culturas por P neste sis- tema, o que, em termos práticos, é dese[r]

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