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Divergências funcionais e estratégias de resistência à seca entre espécies decíduas e sempre verdes tropicais .

Divergências funcionais e estratégias de resistência à seca entre espécies decíduas e sempre verdes tropicais .

Durante o período de disponibilidade hídrica, diferenças em relação a EUA, EUA i e g s entre espécies decíduas e sempre verdes não foram observadas, refutando nossa segunda hipótese. Acreditamos que outros mecanismos e traços funcionais não detectados nesse estudo estão relacionados com o uso da água e comportamento estomático dessas espécies. Alguns trabalhos demonstraram que diferenças na EUA e g s entre esses grupos está diretamente relacionada com as respostas estomáticas aos efeitos negativos da seca para manutenção do estado hídrico da planta (Mediavilla & Escudero, 2003; Bucci et al. 2004; Bucci et al. 2005) ou associada a órgãos que exibem elevada capacidade de armazenamento de água (Bucci et al. 2004; Zane et al. 2010). Desta forma, sugerimos que estudos posteriores investiguem as diferentes associações de traços funcionais com a fenologia foliar e estado hídrico em espécies decíduas e sempre verdes, identificando essencialmente como diferem essas estratégias de resistência a seca (evitação e tolerância) em escala estacional.
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Arquitetura de copas de árvores decíduas e sempre-verdes em cerrado sentido restrito no Distrito Federal

Arquitetura de copas de árvores decíduas e sempre-verdes em cerrado sentido restrito no Distrito Federal

nós, ramos mais numerosos e dispostos mais verticalmente, mais longos e com maior número de folhas (Damascos et al 2005; Souza et al. 2009b, Souza et al., Souza et al. 2011, Santos & Prado 2012 ) – e foliares – como baixa SLA, controle estomático severo durante a estação seca e maior tempo máximo de vida da folha ( Franco et al 2005, Bucci et al 2005, Lenza 2005, Goldstein et al 2008, Guimarães 2011) – para maximizar o ganho de carbono e a eficiência no uso da água através da mitigação de efeitos deletérios causados pelas condições de elevado déficit hídrico atmosférico e irradiação solar excessiva na estação seca. Esse trade-off entre eficiência e segurança no transporte xilemático está presente em vários biomas (Machado & Tyree 1994 ). Em florestas tropicais, por exemplo, espécies decíduas apresentam sistema de transporte de água menos eficiente que sempre- verdes, porém mais eficientes em relação às espécies (sempre-verdes e decíduas) de florestas temperadas (Machado & Tyree 1994). Um custo adicional associado à maior densidade de
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Fluxo de seiva e condutância estomática de duas espécies lenhosas sempre-verdes no campo sujo e cerradão.

Fluxo de seiva e condutância estomática de duas espécies lenhosas sempre-verdes no campo sujo e cerradão.

RESUMO - No presente estudo, comparou-se o curso diário de fluxo de seiva, condutância estomática e potencial hídrico (Ψ) de duas espécies sempre-verdes, Rapanea guianensis e Roupala montana. Os dados foram obtidos no final da estação seca, quando os efeitos do déficit hídrico seriam mais acentuados. As medidas foram realizadas no campo sujo, onde predomina gramíneas com sistemas radiculares superficiais, e no cerradão, em que a maior densidade de elementos lenhosos com sistemas radiculares profundos poderia levar a um esgotamento das reservas de água do subsolo na estação seca. Valores máximos de Ψ não diferiram para as duas espécies nas duas fisionomias estudadas. Os valores mínimos de potencial hídrico foliar de R. guianensis foram mais negativos (P<0,05) para as plantas do cerradão, enquanto os valores para R. montana não apresentaram diferenças entre as duas fisionomias. Os resultados indicaram que não existem diferenças significativas (P > 0,05) entre os valores de fluxo máximo e de fluxo total entre o campo sujo e cerradão. Os valores máximos de fluxo de seiva variaram entre 0,13 e 0,22 l. h -1 para R. guianensis e entre 0,15 e 0,54 l. h -1 para R. montana. Entretanto, as duas espécies, tanto no campo sujo quanto no cerradão, apresentaram um rígido controle estomático em relação à alta demanda evaporativa da atmosfera. O fluxo de seiva aumentou bruscamente pela manhã, alcançando rapidamente valores máximos entre 8 e 10 horas, e logo após decresceu severamente, apesar do crescente aumento da radiação solar e da demanda evaporativa da atmosfera.
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REBROTA APÓS FOGO DE ESPÉCIES ARBÓREAS DE DIFERENTES GRUPOS FENOLÓGICOS FOLIARES EM CERRADO STRICTO SENSUPaolo Alessandro Rodrigues Sartorelli, Jos Mauro Santana da Silva, Maurcio Romero Gorenstein, Josbio Esteves Gomes, Eduardo Queiroz de vila4

REBROTA APÓS FOGO DE ESPÉCIES ARBÓREAS DE DIFERENTES GRUPOS FENOLÓGICOS FOLIARES EM CERRADO STRICTO SENSUPaolo Alessandro Rodrigues Sartorelli, Jos Mauro Santana da Silva, Maurcio Romero Gorenstein, Josbio Esteves Gomes, Eduardo Queiroz de vila4

O fogo é um elemento presente no bioma Cerrado, sendo um dos determinantes na caracterização de sua flora. Para a realização do trabalho foram escolhidas seis espécies arbóreas de Cerrado stricto sensu de três diferentes grupos fenológicos (Decíduas, Semidecíduas e Sempre-Verde). Foram marcados cinco indivíduos por espécies e cinco ramos por indivíduos. De cada ramo, foi medido o seu comprimento linear e de cada folha foi medido a largura e comprimento. O trabalho estabeleceu a taxa de expansão do ramo, número de folhas, tempo de surgimento do ramo, tempo de expansão da folha e tempo de expansão do ramo. Os resultados até a última leitura, mostraram que cada espécie se comportou de uma maneira depois incidência do incêndio. Kielmeyera variabilis Mart., obteve as maiores médias de taxa de expansão do ramo e número de folhas. E. gracilipes (K.Schum.) A.Robyns obteve as menores médias de taxa de expansão do ramo e número de folhas. Somente três espécies tiveram floração após a queimada: Miconia ligustroides (DC.) Naudin, Piptocarpha rotundifolia (Less) Bak, e Diospyros hispida A.DC. As espécies sempre-verdes emitiram novos ramos em menor tempo. Técnicas de manejo do fogo e medidas compensatórias podem contribuir para a conservação do Cerrado.
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Relação entre deciduidade e concentrações foliares de nutrientes em espécies lenhosas do cerrado.

Relação entre deciduidade e concentrações foliares de nutrientes em espécies lenhosas do cerrado.

As espécies decíduas e brevidecíduas apresentaram maior concentração de N, P e K foliar no inicio da estação chuvosa e menores concentrações desses nutrientes no final da estação seca (figura 1). As sempre-verdes, de maneira geral, não apresentaram variação sazonal de N, P e K. Em termos de espécies, a variação da concentração de N, P e K foliar entre as datas de coleta é maior para as espécies decíduas e brevidecíduas do que para as espécies sempre-verdes. Por exemplo, a espécie decídua Kielmeyera coriacea apresentou concentração de K foliar igual a 0,16% no mês de agosto e 1,27% no mês de outubro enquanto a sempre-verde Miconia pohliana apresentou concentração de K variando entre 0,22% e 0,32% nos meses de abril e junho. A concentração de Ca foliar para os três grupos fenológicos foi menor no inicio da estação chuvosa, apresentando padrão de variação sazonal, de maneira geral, diferente dos demais nutrientes, pois algumas espécies apresentaram maior concentração desse elemento no mês de agosto (dados não apresentados). A concentração de Mg foliar foi maior durante o mês de fevereiro (meio da estação chuvosa) também para os três grupos fenológicos.
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Estratégias hidráulicas e digências funcionais em espécies decíduas e sempre des da floresta tropical sazonalmente seca

Estratégias hidráulicas e digências funcionais em espécies decíduas e sempre des da floresta tropical sazonalmente seca

Figura 5 – Comparação entre eficiência intrínseca no uso da água (EUA) e eficiência instantânea no uso da água (EUAi) em espécies decíduas e sempre verdes. Nota: Barras pretas - espécies decíduas; barras brancas – espécies sempre verdes; Letra iguais indicam que não diferenças entre os grupos (Teste de Tukey 5% de significância).................................. 36

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Espaços verdes e mortalidade por doenças cardiovasculares no município do Rio de Janeiro

Espaços verdes e mortalidade por doenças cardiovasculares no município do Rio de Janeiro

MÉTODOS: Estudo ecológico, tendo os setores censitários como unidade de análise. Foram utilizados os dados de óbitos por doenças isquêmicas do coração e cerebrovasculares, entre residentes com idade acima de 30 anos, ocorridos de 2010 a 2012. A exposição ao verde foi estimada por meio do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, baseado em imagens de satélite. As associações entre a exposição aos espaços verdes e a taxas de mortalidade por doenças isquêmicas do coração e cerebrovasculares, padronizadas por sexo e idade, foram analisadas por meio de modelos condicionais autorregressivos, ajustados pelas densidades de vias de tráfego leve e pesado, proxy de poluição, e pela situação socioeconômica, mensurada pelo Índice de Desenvolvimento Social. Também foram realizadas análises estratificadas por níveis socioeconômicos, dados pelos tercis do Índice de Desenvolvimento Social.
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Mapeamento de Tecnologias Ambientais: Um Estudo sobre Patentes Verdes no Brasil

Mapeamento de Tecnologias Ambientais: Um Estudo sobre Patentes Verdes no Brasil

A Energia alternativa foi a segunda área com mais patentes verdes deferidas, o que provavelmente se deve a poucas possibilidades de expansão da capacidade hidrelétrica, sendo assim o Brasil tem investido em projetos de pesquisa em fontes alternativas para a geração de energia. Desde 2008, mais de R$ 1,2 bilhão foi destinado para o desenvolvimento de energia térmica ou renovável, em projetos supervisionados pela Agência Nacional de Energia Elétrica [Aneel]. O Brasil ainda depende da importação de tecnologia para o aprimoramento de fontes complementares à matriz hidrelétrica. Por isso, projetos nessa área são prioridades da Aneel, que os incentiva (Costa, 2015).
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Grãos defeituosos em café colhido verde.

Grãos defeituosos em café colhido verde.

Os grãos classificados de "verdes" no comércio nem sempre são oriundos de frutos colhidos verdes, e devem sua nomen- clatura mais à côr da película prateada do que propriamente [r]

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DO SURGIMENTO ATRAVÉS DO FAST TRACKING À POSITIVAÇÃO DEFINITIVA EM 2016.  Marcos Vinícius Viana da Silva, Jose Eton da Silva

DO SURGIMENTO ATRAVÉS DO FAST TRACKING À POSITIVAÇÃO DEFINITIVA EM 2016. Marcos Vinícius Viana da Silva, Jose Eton da Silva

Dentro desta perspectiva dupla, o presente artigo objetiva compreender como ocorreu o surgimento do sistema de patentes verdes na esfera internacional e como fora realizada sua positivação na esfera interna, tanto no que diz respeito aos projetos pilotos lançados e renovados pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial, como ainda o porquê da edição da resolução 175/2016, que tornou definitivo o programa de patentes na área sustentável. O problema de pesquisa consiste, desta forma, em questionar a formação histórica do instituo e da sua introdução na esfera interna, compreendendo a produção normativa brasileira, a fim de verificar os caminhos que a norma passou até a sua adoção de maneira definitiva.
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XISTOS VERDES DO ALTO ARAÇUAÍ, MINAS GERAIS: VULCANISMO BÁSICO DO RIFTE NEOPROTEROZÓICO MACAÚBAS

XISTOS VERDES DO ALTO ARAÇUAÍ, MINAS GERAIS: VULCANISMO BÁSICO DO RIFTE NEOPROTEROZÓICO MACAÚBAS

As estruturas em almofada são reconhecidas por seu formato arredondado típico, sub-métrico, delineado por bordas de xisto verde escuro, de até 2 centímetros de espessura, possivelmente representantes de hialoclastitos metamorfisados (Fig. 5). As al- mofadas são geralmente maciças ou apresentam amígdalas inter- nas de formato irregular, que contêm plagioclásio e clorita. No seu interior, as almofadas apresentam mineralogia similar à da média dos xistos verdes. A borda arredondada de cor verde escura que as define revela-se relativamente rica em tremolita-actinolítica e titanita, mas pobre em epidoto e portadora de biotita (mineral pouco freqüente nas rochas estudadas). Feições primárias como zonas texturais concêntricas, acúmulo de amígdalas no topo, fra- turas radiais e pedúnculos foram obliteradas pela deformação.
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Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

RESUMO - Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar as características estruturais da Brachiaria decumbens cv. Basilisk. Foram avaliadas quatro alturas de plantas (10, 20, 30 e 40 cm) dentro de uma mesma pastagem, em um delineamento experimental de blocos casualizados com duas repetições. A variação na altura inicial das plantas no pasto de capim-braquiária apresentou resposta linear e negativa. As massas de lâmina foliar verde, colmo verde, material morto, forragem verde e forragem total aumentaram linearmente com a altura das plantas no pasto. Contrariamente, houve redução linear na relação lâminas foliares verdes/colmos verdes com a altura das plantas no pasto (de 1,16 para 0,58). A altura das plantas no pasto teve efeito mais pronunciado sobre o aumento das massas de colmo verde e material morto que sobre a massa de lâmina foliar verde. A densidade volumétrica de lâminas foliares verdes decresceu (de 97,09 para 39,07 kg/cm.ha de MS) com a altura das plantas no pasto. Mesma resposta ocorreu para as densidades volumétricas de forragem verde (de 181,62 para 107,85 kg/cm.ha de MS) e forragem total (de 283,39 para 195,72 kg/cm.ha de MS). Por outro lado, não houve efeito da altura das plantas no pasto sobre as densidades volumétricas de colmos verdes e material morto, que apresentaram valores médios de 80,95 e 95,61 kg/cm.ha de MS, respectivamente. A altura das plantas no pasto teve efeito quadrático sobre a interceptação de luz pelo dossel. Áreas da pastagem com alturas de 10, 20, 30 e 40 cm apresentaram valores de interceptação luminosa de 56,15; 85,16; 93,39 e 96,57%, respectivamente. Ocorre variação espacial e temporal na estrutura do pasto de B. decumbens manejado sob lotação contínua.
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Open Estudo do campo térmico: o caso do Campus IV  UFPB

Open Estudo do campo térmico: o caso do Campus IV UFPB

Dentre os principais agentes na contribuição da formação das ilhas de calor, podem-se citar os relacionados, ao tamanho da cidade, aos tipos de geometria, rugosidade e altura das moradias, a taxa de poluição de fontes de queima de carvão e combustível fóssil, o forte adensamento das urbes, tudo isso aliado, a falta de áreas verdes, sombreamento, planejamento urbano adequado e etc. Quando juntamos todos esses fatores podemos constatar que outras anomalias climáticas podem ser facilmente encontradas dentro das cidades, dependendo de cada região, como por exemplo, um elevado aumento da temperatura, enchentes, chuva ácida, inversão térmica e etc., principalmente em áreas tropicais, como é o caso do Brasil.
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OFERTA DE FRUTOS E FRUGIVORIA POR AVES, EM ESPÉCIES DO GÊNERO Miconia RUIZ PAV. (MELASTOMATACEAE) EM DUAS ÁREAS DO CERRADO Mariana Ribeiro Borges

OFERTA DE FRUTOS E FRUGIVORIA POR AVES, EM ESPÉCIES DO GÊNERO Miconia RUIZ PAV. (MELASTOMATACEAE) EM DUAS ÁREAS DO CERRADO Mariana Ribeiro Borges

Os objetivos deste trabalho foram: determinar o período, a duração e os picos de oferta de frutos de Miconia albicans, M. ibaguensis, M. affinis, M. theaezans e M. chamissois; verificar a qualidade nutricional desses frutos (Capítulo I); e quais espécies de aves utilizam estes frutos na alimentação, determinando os principais dispersores potenciais de cada espécie (Capítulo II). O estudo foi conduzido de janeiro a dezembro de 2009 em duas áreas de Cerrado: Estação Ecológica do Panga (EEP) e Fazenda Experimental do Glória (FEG), em Uberlândia, MG. As observações fenológicas foram realizadas quinzenalmente ao longo do período de estudo, visando avaliar a oferta quantitativa de frutos verdes e maduros de cada espécie. As espécies de Miconia ofereceram frutos ao longo do ano todo, de forma assincrônica entre si. Todas as espécies apresentaram picos de oferta de frutos, mas na estação chuvosa a oferta de frutos foi mais concentrada próxima aos picos. Os principais fatores climáticos que influenciaram a oferta de frutos foram a temperatura e a precipitação, e, em ambas as áreas, esta influência foi maior sobre a oferta de frutos verdes. As espécies de Miconia foram semelhantes em relação ao conteúdo nutricional, exceto por M. affinis, que apresentou os maiores teores de lipídeos, proteínas e minerais. Os teores de carboidratos na EEP foram maiores que na FEG, o contrário ocorreu para os teores de água, indicando uma relação entre quantidade de água e carboidratos. Os teores de nutrientes foram negativamente influenciados pela temperatura. As observações focais dos consumidores de frutos de Miconia foram realizadas em M.theaezans, M. albicans e M. chamissois, para determinar os possíveis dispersores destas espécies, através do comportamento alimentar. Thraupidae foi a família mais freqüente a visitar M. theaezans e M. chamissois, enquanto Emberizidae e Tyrannidae foram as mais freqüentes em M. albicans. As espécies que ofereceram frutos na estação seca (M. theaezans e M. chamissois) foram mais visitadas e tiveram mais frutos consumidos do que M. chamissois que frutificou na estação chuvosa. O número de frutos consumidos foi proporcional ao tempo de permanência das aves na planta. A tática de forrageamento mais utilizada no consumo dos frutos de todas as espécies foi “empoleirado”, variando o grau de utilização de 68,83% a 100% das visitas, dependendo da espécie de Miconia. A estratégia de consumo mais utilizada foi “engolidor” (M. chamissois e M. albicans, em ambas as áreas), seguida de da estratégia de “mandibular e engolir” (M. theaezans). Do total de registros para todas as Miconia, houve predominância de onívoros em termos de visitantes (57,14%) e visitas (83,16%), padrão mantido para todas as espécies.
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Os bens sociais são sempre bens convergentes?.

Os bens sociais são sempre bens convergentes?.

Na base dos bens coletivos estariam, portanto, átomos sociais, aos quais os bens e estados de coisas podem ser referidos. Tal compreensão denota uma das características centrais do “individualismo metodológico” (TAYLOR, 2000c, p. 145), que sustenta com vigor a tese de que todas as coletividades, em última análise, são compostas por indivíduos. Essa concepção parece mesmo ser de uma grande clarividência, a qual, diicilmente, se poderia contrariar. Concorre para a sua sustentação o fato óbvio de que, no fundo, as sociedades humanas são compostas por seres humanos, e nada mais. Mesmo ao estudar mais profundamente o seu funcionamento e se constatar que elas são animadas por componentes como papéis, cargos, status, regras, leis e costumes etc., tem que se admitir que, na base dessas estruturas, estão sempre os indivíduos. Ou, se se quiser argumentar de outro modo, na base deles se encontram pensamentos e ações de indivíduos, que, em última análise, animam a sua existência. Na concepção de Taylor, tal argumentação parece ser inquestionável: “[...] os papéis e as coisas a eles equivalentes requerem pensamentos. E os pensamentos ocorrem como eventos na mente de indivíduos. Até agora tudo é verdade” (TAYLOR, 2000c, p. 147). O problema é que não se chega ainda a uma justiicação plausível do atomismo. Na sua visão, o erro que cometem aqueles que sustentam essa tese reside no descaso pela “[...] natureza peculiar dos pensamentos (e, por conseguinte, de todas as coisas que requerem pensamento para existir)” (TAYLOR, 2000c, p. 147). Para Taylor, a verdadeira atenção que se deveria dar é ao fato de que os pensamentos possíveis de serem formulados existem na “[...] dimensão do signiicado, requerendo um pano de fundo de signiicados disponíveis a im de ser os pensamentos que são” (TAYLOR, 2000c, p. 147) . E tais signiicados não são de inteira responsabilidade dos indivíduos.
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Endocardite infecciosa - Uma suspeita sempre presente

Endocardite infecciosa - Uma suspeita sempre presente

Descrição do Caso: Manuel, utente de 59 anos acompanhado na nossa consulta desde 2007, tem como antecedentes pessoais 3 episódios prévios de endocardite infecciosa, dois dos quais assoc[r]

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Teatro Avenida: hoje e sempre, fora dos eixos

Teatro Avenida: hoje e sempre, fora dos eixos

Quem passa por aquele edifício de escritórios da Avenida da Liberdade, nos números 150 a 156, abaixo do Teatro Tivoli, já não ouve os aplausos. Mas o cartaz desbotado que permanece à entrada do novo prédio, anunciando “hoje e sempre” a revista De fora dos eixos, não deixa esquecer. Entre 1888 e 1967 esteve ali o Teatro Avenida, palco que nunca cedeu à tentação do cinema e por onde passaram os maiores artistas teatrais portugueses: Beatriz Costa, Estêvão Amarante, Eunice Muñoz, João Villaret, Laura Alves, Maria Matos, Palmira Bastos, Ribeirinho, Vasco Santana foram apenas alguns dos actores que brilharam nas peças de teatro musicado e declamado que aí fizeram sucesso. Amélia Rey Colaço foi a sua última inquilina e, em 1965, investiu a sua fortuna pessoal para fazer reerguer um teatro moribundo. Finalmente, o Avenida parecia ter tudo para se afirmar como teatro de primeira grandeza. Mas três dias após a estreia de Feliz aniversário, no fatídico 13 de Dezembro de 1967, um misterioso incêndio deitou o sonho por terra.
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O parentesco é sempre tido como heterossexual?.

O parentesco é sempre tido como heterossexual?.

que sustentam que relações sexuais legítimas assumem uma forma heterossexual, sancionada pelo Estado, e que isso funciona para desfazer alianças sexuais viáveis e significativas que não conseguem se conformar àquele modelo. Esse tipo de “desrealização” certamente provoca conseqüências que vão mais longe do que ferir o sentimento de alguém ou do que ofender um grupo de pessoas. Isso significa que ao chegar para visitar seu amante no hospital, o acesso lhe é negado. Isso significa que quando seu amante entra em coma, você não pode assumir certos direitos executórios. Isso significa que quando seu amante morre, você não pode ser aquele que recebe o corpo. Isso significa que se a criança é deixada com o pai ou mãe não-biológico/a, esse/essa pode não ser capaz de contrapor-se às reivindicações de parentes biológicos na corte e que se perde a custódia e até mesmo o direito de visita. Isso significa que se pode não ser capaz de prover mutuamente benefícios de atenção à saúde. Essas são formas muito significativas de perdas de direitos, as quais se tornam ainda piores pelos “apagamentos” pessoais que ocorrem na vida cotidiana e pelas quais o relacionamento, invariavelmente, paga caro. Se você não é real, pode ser difícil manter-se como tal com o passar do tempo; o sentido de deslegitimação pode tornar ainda mais difícil manter um vínculo, um vínculo que, afinal, não é real, um vínculo que não “existe”, que nunca se pretendeu que existisse. Aqui é onde a ausência da legitimação do Estado pode emergir dentro da psyche com um sentido permeável, se não fatal, de dúvida própria. E se por ocaso você perdeu o parceiro que nunca foi reconhecido como seu amante, então você realmente perdeu aquela pessoa? Isso é uma perda, e pode ser publicamente lamentada? Certamente isso é algo que se tornou um problema agudo na comunidade gay, devido às perdas provocadas pela AIDS , a perda de vidas e de amores que estão sempre em luta para serem reconhecidos enquanto tais.
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Elaboração da Carta de Vazios Urbanos em São Sebastião do Paraíso (MG)

Elaboração da Carta de Vazios Urbanos em São Sebastião do Paraíso (MG)

Resumo: Existem inúmeras situações de vazios, mas os vazios urbanos que estão sem uso algum, realmente vazios, estabelecem o início da compreensão dessa descontinuidade no processo de urbanização. Neste sentido, o objetivo desse trabalho foi a elaboração do mapeamento dos vazios urbanos de São Sebastião do Paraíso (MG) no âmbito de seu perímetro urbano e também o mapeamento das áreas verdes legalizadas, considerando as áreas com ocupações definidas. Utilizou-se a imagem do Google Earth Pro, cuja visualização facilitou a delimitação de 81 vazios com área igual ou superior a 10.000 m². Elaborou-se o georreferenciamento da imagem do Google Earth Pro, para compatibilizar com as imagens RapidEye 2012. Desta forma, o Datum SIRGAS 2000 não só ficou padronizado, como também possibilitou a conciliação das coordenadas geográficas. Para o mapeamento das áreas verdes utilizou-se um mapa, elaborado por Oliveira (2015), onde foi possível identificar os vazios localizados em áreas verdes e elaborar uma Carta, por meio do software ArcGis 10, contendo os vazios urbanos após a sobre- posição das áreas verdes. Este trabalho poderá contribuir para o planejamento urbano de São Sebastião do Paraíso, sendo possível uma futura análise articulada de outros fatores, para que possíveis propostas de reinserção desses vazios, no âmbito da cidade, sejam avaliadas.
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Produtividade de grãos verdes do feijão-caupi sob diferentes regimes hídricos.

Produtividade de grãos verdes do feijão-caupi sob diferentes regimes hídricos.

TABELA 3. Resumo da análise de variância da produtividade de grãos verdes (PG), massa de cem grãos verdes (MCG), eficiência do uso de água para produtividade de grãos verdes (EUAPG) e para vagens verdes (EUAPV) de duas cultivares de feijão-caupi, em função das lâminas de irrigação aplicadas. Variance analysis summary of green grain yield (PG), on-hundred grain mass (MCG), water use efficiency for green grain yield (EUAPG) and green pods (EUAPV) for two cowpea-bean cultivars according to the applied irrigation blade.

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