sentidos da língua portuguesa.

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OS SENTIDOS DE LÍNGUA PORTUGUESA NO VESTIBULAR DA FUVEST

OS SENTIDOS DE LÍNGUA PORTUGUESA NO VESTIBULAR DA FUVEST

Para começar, apresentarei os exames de vestibular como uma política linguística, como define Calvet (1997), por envolver um conjunto de escolhas referentes às relações entre língua(s) e a vida social, sendo, no caso, o Estado, por meio de uma instituição, quem põe em prática estas escolhas linguísticas. Em nossa história há vários exemplos do que seriam as políticas linguísticas. No Brasil, a implantação da primeira política linguística oficial foi a proibição da língua geral, então falada por milhares de brasileiros, devido a um desentendimento entre o Marquês de Pombal com os jesuítas, que praticavam esta língua. Assim, foi implantada a língua portuguesa como a única para o Brasil-Colônia. Uma política linguística mais recente foi o acordo ortográfico entre as nações que têm como primeiro idioma o português. A obrigação da norma padrão em textos oficiais no Brasil também é um exemplo da prática deste tipo de política. Consequentemente, a escola e os seus métodos de ensino são aparelhos do governo que servem para a aplicação de políticas linguísticas, afinal, estas instituições promovem uma regulamentação determinada pelo Estado do uso da língua.
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UNIDADE DIDÁTICA E PLANO DE ATIVIDADES: UMA PRÁTICA DE RESISTÊNCIA PEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE SENTIDOS EM LIBRAS E EM LÍNGUA PORTUGUESA

UNIDADE DIDÁTICA E PLANO DE ATIVIDADES: UMA PRÁTICA DE RESISTÊNCIA PEDAGÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE SENTIDOS EM LIBRAS E EM LÍNGUA PORTUGUESA

Avanços na educação de surdos têm sido evidentes nas últimas décadas, decorrentes de algumas ações políticas, como o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS (Lei nº 10.436/2002) e sua regulamentação (Decreto nº 5.626/2005), estabelecendo, entre outras ações, a formação de profissionais para a educação de surdos, por meio de cursos de Licenciatura (Letras/Libras, Letras/Libras/Ensino de Língua Portuguesa para surdos, Pedagogia para a formação do profissional bilíngue [Libras/ Língua Portuguesa]) e de cursos ou agências voltados para a formação de profissionais Tradutores Intérpretes de Libras e Língua Portuguesa (TILSP). Somam-se a essas conquistas outros documentos legais que também apontam para a melhoria na qualidade de ensino para esses aprendizes, como a Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994), a Lei nº 12.319 (BRASIL, 2010) que regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.– e a Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146/2015 (BRASIL, 2015), que prevê o ensino adequado, que promova a efetiva inclusão escolar e não a exclusão dos alunos, independentemente da sua necessidade. Entretanto, a realidade mostra que a existência de amparos legais não tem sido suficiente para a solução dos problemas enfrentados por professores e gestores, que demonstram dificuldades para trabalhar o ensino de forma eficaz, fazendo com que os alunos sejam vítimas de um sistema de ensino antiquado e destituído de informações sobre estratégias e procedimentos voltados para uma educação de qualidade.
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O TRABALHO COM A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA: ESCOLHAS ENUNCIATIVAS PARA A DIDATIZAÇÃO

O TRABALHO COM A PRODUÇÃO DE SENTIDOS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA: ESCOLHAS ENUNCIATIVAS PARA A DIDATIZAÇÃO

Concorda-se com o documento quando se defende, por exemplo, que no processo escolar o aluno em formação deve ser instigado para a atuação na esfera pública como alguém que toma algo que já existe e é capaz de mesclar, transformar, redistribuir, produzir novos sentidos (BRASIL, 2017). Sem tratar das nuances que precisam ser problematizadas do documento, apoiamos a visão de dos gêneros como objeto de ensino e o fato de que os sentidos projetam o modo como os sujeitos se organizam e se apoiam nas práticas institu- cionais, na rede de valores e costumes tomados como referenciais. Vale lembrar que os princípios que norteiam o foco nas atividades linguísticas contemplam, conforme a BNCC (BRASIL, 2017, p. 9 -10),
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O espaço urbano em dicionários infantis de língua portuguesa

O espaço urbano em dicionários infantis de língua portuguesa

Seguindo princípios da Análise de Discurso de linha francesa e da História das Ideias Linguísticas, objetivou-se estabelecer neste artigo, segundo Orlandi (2001) e Nunes (2006), uma relação entre o dicionário, a história e o social, visto que é na e pela história e no e pelo social que o dicionário se constitui enquanto obra do saber, transmitindo sentidos que contribuem decisivamente para a constituição dos sujeitos. Além disso, buscou-se traçar algumas reflexões acerca das diferentes posições sociais que a mulher ocupa no interior da sociedade, a partir da análise das definições e, sobretudo, das locuções presentes no verbete mulher coletado em alguns dicionários de língua portuguesa.
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Mundialização/Globalização e a Unidade Imaginária da Língua Portuguesa

Mundialização/Globalização e a Unidade Imaginária da Língua Portuguesa

Resumo: Neste artigo, analisamos como a língua portuguesa é significada nas textualizações das páginas eletrônicas de eventos internacionais sobre língua portuguesa, organizados e promovidos pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP). Filiamo-nos à perspectiva teórico-metodológica da Análise de Discurso conforme desenvolvida nos trabalhos de Michel Pêcheux e Eni Orlandi. Ancorados nesta filiação teórico-metodológica, compreendemos a língua dividida, fluida, em movimento, constituída pelo político. A partir desse entendimento de língua, analisamos que há, em funcionamento, nas textualizações das páginas eletrônicas dos eventos internacionais sobre língua portuguesa, o imaginário da mundialização/globalização que produz efeitos de sentidos de que a língua portuguesa é a mesma língua em todos os países que foram colonizados por Portugal. Os sentidos que constituem esse imaginário produzem o silenciamento do processo de descolonização linguística que permitiu ao Brasil, e aos países de colonização portuguesa, terem sua própria língua, diferente da língua do colonizador.
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DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Kelsen (1999) busca elucidar questão lógica sobre a forma de expressão idêntica que reveste proposição e norma. Ele diz que apesar de proposição e norma terem a mesma configuração, que é descritiva – por exemplo, a oração “matar alguém: pena de reclusão” é norma jurídica enquanto sua congênere “o homicídio de um ser humano é apenável com reclusã o” é proposição jurídica – o sentido de ambas é diverso. O sentido da norma se origina da função que lhe é atribuída por seu produtor e produtor do Direito, a saber, a prescrição de condutas. O sentido da proposição decorre da função pela qual e para a qual existe que é a de descrever a norma jurídica e as relações que esta constitui. A distinção entre norma e proposição levada a cabo pelos diferentes sentidos ligados a elas é o que Guastini (2005), assim como Robles (2005), denomina princípio da prioridade pragmática. Para estes autores, o dito princípio faz com que o conteúdo dos textos jurídicos legais e decisionais seja categorizado como prescritivo (diretivo de maneira imperativa de certo comportamento), quando a relação entre emissor e receptor encontram-se em relação de imperatividade na qual o segundo deve obedecer a ordem do primeiro, ou como descritivo (explicativo de determinada realidade), quando a relação entre eles é de explicação, conhecimento.
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DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

DOUTORADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Segundo este estudioso, a origem dos arquétipos se deve a constantes repetições de uma mesma experiência comum entre os homens que se repete desde um tempo primordial. Por serem anteriores e mais abrangentes que a consciência, os arquétipos criam imagens que orientam alguns aspectos da atitude consciente do homem. E, por estarem entrelaçados à psique, é praticamente impossível isolá-los, bem como seus sentidos, porém, apesar deste entrelaçamento, cada arquétipo constitui uma unidade que pode ser apreendida intuitivamente. Os arquétipos se expressam por meio de símbolos que se manifestam nos mitos (ou nos sonhos) de todas as culturas. Os mitos são, portanto, como imagens metaforizadas da nossa realidade interna mais profunda que revelam o que é comum na mente humana. Como estruturas arquetípicas, os mitos são universais, mas tais estruturas são preenchidas culturalmente. Entretanto, pelo fato da sociedade ser dinâmica, valores e interesses nascem se modificam em virtude de transformações sociais e culturais. E o mito, enquanto construto arquetípico permanece, mas se reconfigura. É nesse sentido que Eliade (1989) explica que, como pensamento, o mito pode ultrapassar e rejeitar algumas de suas expressões anteriores. Pode, inclusive, torná-las ultrapassadas ou se adaptar a novas condições sociais e novas modas da cultura, mas nunca pode ser extinto. Nem todos os escritores, por exemplo, serão mitos. Todavia, aqueles que o forem possuirão características que lhes parecerão únicas, ainda que só para reafirmar valores existentes no senso comum. Isso acontece, pois, de acordo com Eliade (1989), o mito é uma narrativa que se reafirma e se repete de tempos em tempos em novos personagens. Segundo esse autor, os mitos têm capacidade de responder às necessidades do homem e de revelar as modalidades secretas do ser. Eles são realidades psíquicas que não podem desaparecer, apenas mudam de aspecto, mas sua função continua a mesma.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ANA CAROLINA MEDEIROS GATTO VIEIRA CARVALHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CAMPUS SOROCABA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ANA CAROLINA MEDEIROS GATTO VIEIRA CARVALHO

Este trabalho iniciado em 2013 teve como objetivo investigar quais os sentidos atribuídos pelos professores de Língua Portuguesa da Rede Pública Estadual de um município do Estado de São Paulo sobre as principais ações de formação continuada oferecidas pela Secretaria de Estado da Educação no período de 2009-2014 no contexto do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (SARESP). Os dados da pesquisa têm três fontes: documentos relativos ao SARESP e aos programas de formação continuada da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, aplicação do questionário e as entrevistas dos professores selecionados para pesquisa. Vale ressaltar a implicação da pesquisadora neste processo, uma vez que estava envolvida na formação dos professores como Professora Coordenadora do Núcleo Pedagógico junto a Diretoria de Ensino pesquisada, relação que possibilitou a construção da inquietação de pesquisa. Para discussão da temática do projeto os principais referenciais teóricos serão: VYGOTSKY (2000
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A língua portuguesa como uma nova língua clássica.

A língua portuguesa como uma nova língua clássica.

A oposição da Congregação do Oratório à Companhia de Jesus tomou um vulto particular com a questão levantada contra a Gramática Latina do jesuíta Manuel Álvares, amplamente utilizada em toda a Europa e na América portuguesa, e perpetuada em sucessivas edições. Esta Gramática, utilizada particularmente nos colégios jesuítas, passa a ser criticada e repudiada pelos oratorianos que a ela opuseram o Novo método pra se aprender Gramática Latina ordenado para uso das escolas da Congregação do Oratório da Casa de Nossa Senhora das Necessidades, cuja primeira edição é de 1746. Como assinala Rômulo de Carvalho (2001), essa questão teve um eco extraordinário na vida cultural portuguesa e motivou o aparecimento de um sem número de escritos polêmicos, publicados pelos vários autores vinculados a cada uma das facções que se defrontavam.
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP ALMIR GRIGORIO DOS SANTOS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP ALMIR GRIGORIO DOS SANTOS

faz referência ao assunto mencionado anteriormente no texto, sendo assim, ele chama a atenção do leitor para o que já foi dito. Nos exemplos 01 e 02, temos “ISSO” com valor catafórico, ou seja, ele introduz informações novas no texto. Tendo ocorrido, portanto, em todos os exemplos de acordo com P. J. Hopper (apud POGGIO 2002) o Princípio da Descategorização, ou seja, a palavra perde sua categoria e autonomia, por conta do processo de gramaticalização, adquirindo um outro sentido, valor anafórico ou catafórico e uma nova função, como operador argumentativo, tendo posição mais fixa nos enunciados e o papel de organizar internamente o uso da língua, indicando a orientação argumentativa do discurso. Essa mudança não significa dizer que ela deixou ou anulou completamente seu sentido, mas perdeu sua autonomia, vindo a obter outros sentidos além do seu sentido original. Nesse caso, ainda segundo Ataliba T. de Castilho (apud POGGIO 2002), podemos afirmar que aconteceu o Princípio da sintagmatização e reanálise, pois esta última é um mecanismo de mudança pelo qual o falante reorganiza a estrutura do enunciado, reinterpretando os elementos que o compõem, fenômeno ligado ao processo cognitivo metonímico. Essa reorganização estrutural do enunciado pode implicar uma modificação das fronteiras entre elementos do léxico na língua falada, além de apontar também para o Princípio da Continuidade e do Gradualismo, pois a gramaticalização inovou a estrutura da língua nas trocas comunicativas interativas, em um processo que não foi instantâneo.
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CURIOSIDADES  DA  LÍNGUA  PORTUGUESA

CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA

Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo.. Ninguém é doido de dizer eu abulo.[r]

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O conceito de "Língua Geral" à luz dos dicionários de língua geral existentes.

O conceito de "Língua Geral" à luz dos dicionários de língua geral existentes.

Todos os três dicionários, tanto a Prosodia como o Eckart e o Trier/ Meisterburg, distinguem-se dos outros pela indicação mais ou menos sistemática da evolução do léxico, mas também da morfossintaxe da LGA. O VLB menciona variantes lexicais pela sigla latina l. (licet ‘ou seja’). Não se sabe nestes casos se se trata de variação regional ou dia- crônica. O Caderno da língua (1739, Arronches) não indica variação, já que regularmente menciona só a forma mais moderna, a que se usa na região e na época da sua confecção. Esta é, em geral, também a postura do DPB (n. 7 da lista dada na seção 2) e do Dicionario de 1771 (n. 6 da lista). Só os autores dos três dicionarios referidos em cima, dois dos quais com certeza foram escritos por missionários estrangeiros, caraterizam-se por um procedimento comum: mencionam em primeiro lugar a expressão tradicional, encontrada não se sabe sempre em que fonte, só às vezes é obviamente o VLB. Depois indicam, com certa regularidade, o uso atual. É difícil saber alguma coisa sobre variação dialetal. Somente quando o Trier/Meisterburg anota “Isto é o que ouvi várias vezes” ou “Ouvi também (tal outra forma)”, podemos entender que se trata do uso regional do baixo Xingu.
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JOGOS BILÍNGUES EM LIBRAS/LÍNGUA PORTUGUESA COMO FERRAMENTA DIDÁTICA PARA A PRÁTICA DO ENSINO DE VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO QUÍMICO

JOGOS BILÍNGUES EM LIBRAS/LÍNGUA PORTUGUESA COMO FERRAMENTA DIDÁTICA PARA A PRÁTICA DO ENSINO DE VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO QUÍMICO

O jogo contém 50 peças, 25 pares, um para cada material de laboratório químico, podendo ser utilizado por pessoas que tenham um prévio conhecimento em língua brasileira de sinais, contribuindo também para o aumento de vocabulário em ambas as línguas de instrução trabalhadas (Libras/Língua portuguesa). Este produto auxiliará na comunicação, podendo ser usado tanto por pessoas surdas/ deficientes auditivas como, também, por pessoas ouvintes, favorecendo assim o processo de inclusão, servindo como mais uma ferramenta educacional que poderá ser usado em sala de aula por professores e alunos.
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IF2LGP - Intérprete automático de fala em língua portuguesa para língua gestual portuguesa

IF2LGP - Intérprete automático de fala em língua portuguesa para língua gestual portuguesa

Em relação ao reconhecedor de fala, a revisão da literatura permite concluir que alguns trabalhos utilizam reconhecedores próprios [31–33], enquanto outros recorrem a motores de reconhecimento [25, 26, 28, 29, 34]. Esses motores, por exemplo o Dragon naturally Speaking [25], recebem o sinal acústico a reconhecer, descodificam-no e devolvem uma sequência de etiquetas (ex: palavras) que corresponde ao sinal reconhecido. Apesar da aparente facilidade, a utilização de um motor de reconhecimento impõe limitações, que vão desde a possibilidade de terem um custo associado, à dependência da língua entre outras. O desenvolvimento de um reconhecedor, por exemplo um reconhecedor entrópico [31], impõe outro tipo de exigências. O treino dos modelos acústicos obriga à existência de uma base de dados etiquetada que nem sempre se encontra disponível.
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A morada da língua portuguesa.

A morada da língua portuguesa.

Temos raízes latinas muito sólidas, o que não foi suficiente para que o Acordo Ortográfico de Unificação da Língua Portuguesa, assinado em 1990, alcançasse a unanimidade desejável. Em Lisboa há um movimento sincronizado para colocar em dúvida as razões lexicográficas das pequenas mudanças propostas. A escritora Lygia Fagundes Telles, falando na Academia Brasileira de Letras, pediu que liderássemos uma cruzada favorável à língua portuguesa. Devemos melhorar o atual índice de leitura (2,4 livros por habitante) e ampliar significativamente o número de bibliotecas públicas em todo o País. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, é muito sóbria em relação aos cuidados com a nossa língua. De nada adianta ensinar a ler e a escrever sem a garantia da permanência dos alunos nas escolas, lugar de "leitura crítica" e interpretativa do que lhe chega por intermédio da imagem e do som. Temos um dado positivo que é a publicação, em alguns dos maiores jornais brasileiros, de colunas de valorização da língua portuguesa. Este é um movimento extremamente saudável. Devemos prestar atenção à introjeção de termos ligados ao nosso desenvolvimento científico e tecnológico. É um crescimento expressivo. A Academia Brasileira de Letras, a Casa de Machado de Assis, cumpre o que está no artigo 1º do seu Estatuto: zelar pela integridade da língua portuguesa. Para isso conta com o seu Vocabulário Ortográfico (600 mil verbetes) e o Dicionário da Língua Portuguesa, na versão escolar, ambos trabalho da sua ativa Comissão Lexicográfica, que tem à frente a figura respeitável do filólogo e gramático Evanildo Bechara. Cuida-se para que a invasão de estrangeirismos não se torne excessiva e se evite o que o crítico Wilson Martins chamou muito apropriadamente de "desnacionalização linguística". Palavras-chave: Língua Portuguesa. Estratégias da unificação. Índices de leitura
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CURIOSIDADES  DA  LÍNGUA  PORTUGUESA

CURIOSIDADES DA LÍNGUA PORTUGUESA

Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo.. Ninguém é doido de dizer eu abulo.[r]

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MESTRADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

MESTRADO EM LÍNGUA PORTUGUESA

Naquela época, o jornalismo tendia para a subjetividade da notícia. Desse modo, Nelson criava suas histórias sobre fatos simples da vida, sem focalizar apenas o compromisso com a verdade propriamente dita. Essa vivência jornalística, associada aos acontecimentos trágicos de sua vida, como, por exemplo, o assassinato de seu irmão Roberto, foi influência determinante para sua obra. Ele, com sua experiência de falante da língua portuguesa, intuía ao elaborar o discurso utilizado para cada personagem, produzindo diálogos que passavam a ideia de naturalidade da fala espontânea. O discurso das personagens, de maneira geral, consequentemente, mostra uma fala distensa, com uso de gírias, expressões populares, ditados e alguns poucos palavrões. (Gerab, apud Gonçalo Junior, 2008:109)
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