Serra de (CE)

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A última tecedeira da Serra de Monchique

A última tecedeira da Serra de Monchique

Na Serra de Monchique, com os “solos espessos, de composição equilibrada, desenvolvidos na camada de alteração profunda de sieníticos, e facilmente irrigáveis no Verão […] foi possível a criação duma outra paisagem agrária, sempre verdejante, com culturas promíscuas, em terraços escalonados, regados e explorados de uma forma intensiva durante todo o ano.” (CAVACO, 1976: 18), onde, em 1841 Silva Lopes referira a existência de “frondosos castanheiros, […] que baixando das serras serpenteão, e fertilizão todo o terrenos semeado simultaneamente de vários e numerosos cazaes” [sic] (LOPES, 1841: 248). Aqui predominara o castanheiro, que tivera uma importância de destaque entre a população 12 , e com um papel importante para a tecelagem, pois a sua madeira é usada para o fabrico de teares. “He o único sitio no Algarve, onde há castanheiros para córte de madeira, e em tal abundância que della se provê, nem só todo o Algarve, e Alem-Tejo Baixo, mas ainda exporta pelo rio de Portimão […] Tem gado vacum e cabrum, que exporta muito; lanígero e suíno bastante para si, assim como muar e asneiro: alguns
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Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae)

A família Monimiaceae engloba 30 gêneros e cerca de 400 espécies de árvores ou arbustos distribuídos pelas regiões tropicais e subtropicais, especialmente do Hemisfério Sul. Está representada no Brasil por seis gêneros e cerca de 95 espécies, sendo os gêneros mais ricos em espécies Mollinedia e Siparuna. Macropeplus, gênero endêmico do Brasil, ocorre em áreas florestadas nos campos rupestres, cerrados e mata atlântica, acima de 1.000 m de altitude, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Desde a sua criação, no final do século passado, e até o presente estudo era considerado monoespecífico e compreendendo oito variedades. O presente estudo reconhece quatro táxons, que foram elevados à categoria de espécie: Macropeplus dentatus (Perkins) I.Santos & Peixoto, M. friburgensis (Perkins) I.Santos & Peixoto, M. ligustrinus (Tul.) Perkins e M. schwackeanus (Perkins) I.Santos & Peixoto. As espécies são distintas predominantemente com base na margem e consistência das folhas bem como na coloração que adquirem quando secas, tanto em campo quanto em laboratório; utilizou-se também, como caracteres diferenciais, comprimento do pedúnculo, do pedicelo, dos lobos florais e o número de estames. M. ligustrinus é a espécie de maior área de distribuição, ocorrendo na Bahia, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal; M. friburgensis é exclusiva da Serra do Mar, no Rio de Janeiro, ocorrendo nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis; M. schwackeanus é endêmica de Minas Gerais, ocorrendo na Serra de Ouro Preto e Serra do Caparaó; M. dentatus ocorre na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no Rio Janeiro e São Paulo. Durante o presente estudo foram localizadas nove populações no campo: cinco de M. ligustrinus, uma de M. friburgensis e três de M. dentatus. Não se pode localizar ainda nenhuma população de M. scwackeanus no campo.
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Asteraceae dos Campos Rupestres das Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais, Brasil.

Asteraceae dos Campos Rupestres das Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais, Brasil.

Tabela 1 – Lista de espécies de Asteraceae das Serras da Bocaina e de Carrancas, Minas Gerais. Os materiais testemunho estão sob o número de coleta de Mariana Esteves Mansanares (MEM). Ocorrências das espécies nas demais áreas analisadas: TcUru = Toca dos Urubus; Ibit = Parque Estadual do Ibitipoca; SãoJ = Serra de São José; Cipó = Serra do Cipó; GrMo = Serra de Grão – Mogol; Can = Parque Nacional da Serra da Canastra; Itac = Parque Estadual do Itacolomi; Cab = Serra do Cabral; Org - Serra dos Órgãos; Fina - Serra Fina; Itat - Itatiaia; PiAl - Pico das Almas; Cat - Catolés; Vea - Chapada dos Veadeiros; Pang - Reserva ecológica do Pangá; CeSP - Cerrados de São Paulo; CaIt - Campos de Itararé.
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Diversidade de Trichocomaceae isolada de solo e serrapilheira de Floresta Atlântica.

Diversidade de Trichocomaceae isolada de solo e serrapilheira de Floresta Atlântica.

Abreu LM, Pfenning LH. Diversidade de microfungos em solos tropicais. In: Moreira FMS, Siqueira JO, Brussaard L. Biodiversidade do solo em ecossistemas brasileiros. Lavras: Editora UFLA; 2008. p. 445-481. Andreata RHP, Gomes M, Baumgratz JFA. Plantas herbáceo-arbustivas terrestres da Reserva Ecológica de Macaé de Cima. In: Lima HC, Guedes-Bruni RR, editors. Serra de Macaé de Cima: Diversidade Florística e Conservação em Mata Atlântica. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro; 1997.

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Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Picramniaceae.

Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Picramniaceae.

Picramnia ferrea é endêmica da vegetação dos afloramentos de canga da Serra de Carajás. Habita a área de transição da vegetação rupestre, mais aberta, para a mata-de-terra firme adjacente. Assemelha-se a Picramnia guianensis (Aubl.) Jansen-Jacobs, do norte do Pará, Amapá e Guianas, a qual é distinta pelas folhas maiores, de (11–)15–26(–29) cm compr., com folíolos densamente ciliados na margem, elípticos a ovais, as nervuras nunca sulcadas na face adaxial, sendo a nervura mediana plana. A presença de folíolos basais muito reduzidos em P. guianensis não se observa em P. ferrea. A inflorescência é semelhante em ambas, mas bem mais longa em P. guianensis, onde alcança (16–)24–43(–55) cm compr. Um característico indumento do ovário e fruto, constituído de longos tricomas subclavados, é encontrado em ambas espécies (Pirani 1990; Pirani & Thomas 1988).
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop.  vol.32 número3

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.32 número3

Yersinia pestis é o agente causador da peste, uma doença infecciosa dos roedores transmitida geralmente por picadas de pulgas, podendo atingir o homem quando o mesmo se encontra no ecossistema da infecção. O bacilo da peste atingiu o Estado do Ceará em 1900 e se fixou em três Focos Naturais que persistem até a época atual, alternando períodos de atividade e quiescência. Para observar a evolução do bacilo da peste nos focos do Ceará, realizamos uma análise em 53 cepas isoladas de pacientes, pulgas e roedores dos Focos da Serra de Ibiapaba, Serra de Baturité e Chapada do Araripe isoladas no período de 1971 a 1997. O estudo do perfil plasmidial mostrou que as cepas podem ser enquadradas em três plasmidotipos: completo, completo com bandas extras e incompleto. A amplificação por PCR revelou a presença dos genes plasmidiais de virulência caf1 (pFra) e l c r V (pYV) e dos genes cromossômais de virulência psaA, irp2 e fyuA em todas as 53 cepas analisadas. O gene pla não foi observado apenas nas 6 cepas que não possuiam o plasmídeo pPst. A maioria das cepas produziu apenas colônias pigmentadas no meio ágar Vermelho Congo e outra parte produziu colônias pigmentadas e não pigmentadas em proporções variadas. Duas cepas produziram colônias não pigmentadas unicamente. Todas as cepas analisadas revelaram sensibilidade a todos os antimicrobianos testados exceto a penicilina. A análise das proteínas totais revelou um perfil protéico homogêneo, com a banda correspondente a proteína F1 presente em todas as cepas. Em conclusão, não foi detectada nenhuma alteração nas cepas de Y. p estis associada a origem (homem, roedores e pulgas) ou área geográfica n o p e r í o d o d e 1 9 7 1 a 1 9 9 7 . A p e s a r d a instabilidade do genoma da Y. pestis in vitro, na natureza não ocorreram modificações que refletissem adaptação da bactéria à pressão do meio ambiente.
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Riqueza e endemismo de espécies de Baptistonia (Orchidaceae), no Brasil.

Riqueza e endemismo de espécies de Baptistonia (Orchidaceae), no Brasil.

A primeira etapa (escolha das regiões exploradas) foi obtida por informações geográficas encontradas na literatura (Pabst & Dungs 1977, Senghas 1997, Toscano-de-Brito, dados não publicados) e por indicaçãos fornecidas por vários contatos brasileiros. O cruzamento destas informações indica que não se encontra Baptistonia ao norte do paralelo Sul-15º. No presente trabalho, as pesquisas foram ampliadas até a Serra de Jiboia (Município de Santa Teresinha, BA, ca. 12°30’S), na extremidade da Serra Geral, para confirmar esta conclusão. Oliveira Filho & Fontes (2000) mostraram que a Mata Atlântica compreende duas zonas florísticas distintas, respectivamente ao norte e ao sul de uma zona de transição situada ao sul da Bahia, sendo esta diferenciação provavelmente causada por variações em temperatura e regime de chuvas. O limite norte da área de distribuição do gênero Baptistonia corresponde a esta zona de transição e a ausência de Baptistonia ao norte é provavelmente
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Relatório de Estágio Rui Miguel Saraiva Santos

Relatório de Estágio Rui Miguel Saraiva Santos

O Alto Ribatejo, como tem sido designado nas inúmeras obras e artigos arqueológicos publicados pelos investigadores que se dedicam a esta região (Oosterbeek, 1997; Figueiredo, 2006; Cruz, 2011). É uma zona de confluência de três unidades geomorfológicas distintas: o Maciço Calcário Estremenho, o Maciço Hespérico e a Bacia Terciária do Tejo. A nossa área de estudo insere-se na unidade geomorfológica referente ao Maciço Calcário Estremenho, localizado a Noroeste do Alto Ribatejo. Localmente, a área de estudo da aplicação dos trabalhos de campo, em estágio, enquadra-se na faixa Oeste dos concelhos de Alvaiázere e Ansião e faixa Este de Pombal, abrangendo parcialmente o seguimento do rio Nabão, bem como a serra de Alvaiázere e Sicó. A altimetria do terreno assinala altitudes entre os 200 e 600m, apresentando a sua cota máxima no topo da serra de Alvaiázere. A nível hidrográfico,
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Contribuição para o conhecimento da acarofauna subcortical em espécies de pinheiros bravos (Pinus pinaster Ait.) mortos. 1. Parte - Mesostigmata

Contribuição para o conhecimento da acarofauna subcortical em espécies de pinheiros bravos (Pinus pinaster Ait.) mortos. 1. Parte - Mesostigmata

A propósito da descrição desta espécie relembra-se que o mate­ rial tinha sido inicialmente enviado para o Professor Ivar Trágardh, mas que na altura em que chegou à Universidade sueca onde era Professor de Entomologia florestal, já tinha falecido, embora pouco antes, pelo que foi entregue ao mesmo Dr. Sellnick. E foi também este acarologista que fez a revisão do material de ácaros colhidos na Serra de Sintra e identificados pelo Engenheiro Silvicultor Bran­ dão da Graça, tendo nessa altura manifestado a sua satisfação por o poder fazer dado o interesse do material enviado uma vez que Por­ tugal era considerado a terra ignota da Europa em relação a esses artrópodes de um tal habitat, vindo também mais tarde a identificar outro material colhido na mesma Serra pelo autor desta introdução.
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Comparações florísticas e taxonomia da família Gesneriaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

Comparações florísticas e taxonomia da família Gesneriaceae no Parque Nacional do Itatiaia, Brasil.

santo e rio de Janeiro (chautems 1988). Na ca- deia do espinhaço, ocorre nas regiões do planalto de Diamantina, da serra do cipó e do sul (Araújo et al. 2005). Na área de estudo, ocorre a ca. 850-900 m, em locais úmidos, ocorrendo na montanha infe- rior segundo segadas- Vianna (1965), sendo área ocupada por mata úmida (tabela 1). coletada com flores de agosto a novembro. Assemelha-se muito a Nematanthus hirtellus espécie que ocorre na serra dos Órgãos, mas ausente da Serra da Mantiqueira, diferenciando-se desta pela base de suas folhas que é atenuada, enquanto que N. hirtellus apresenta a base cuneada, tamanho do pecíolo (1,3-6,4 cm em N. lanceolatus e 4,5-7 cm N. hirtellus) e do cálice (sépalas 0,5-1 vs. ca. 1,5 cm) e cor do lobo da corola (laranja com borda amarela vs. totalmente amarela, vermelho-alaranjado ou rosa intenso).
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Uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello na região sudeste do Brasil.

Uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello na região sudeste do Brasil.

Abstract: This analysis presents a revised distribution for Ocotea curucutuensis J.B. Baitello in southeastern Brazil. Because of its strong similarity with Ocotea spixiana (Nees) Mez this species remained unrecognized for over a hundred years after the first collection by A. F. M. Glaziou in 1888, but it was recently shown to be a distinct species. Although the species was originally described from material from the Serra do Mar in São Paulo, subsequent new collections and a wider investigation of herbarium material have shown that it is, in fact, quite widespread, especially in the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira and that it is necessary to revise and enlarge the known distribution. O. curucutuensis has a wide distribution in forests in the higher parts of the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira, in the states of Rio de Janeiro and São Paulo, in the southeast of Brazil, while O. spixiana has a more northerly distribution.
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Diferenciação analítica de vinhos-base para espumantes de duas regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.

Diferenciação analítica de vinhos-base para espumantes de duas regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.

O Estado do Rio Grande do Sul é o principal pólo de produção de uvas do Brasil, possuindo uma área de 49.816 hectares, o que representa 60,3% da área total de cultivo de uvas do Brasil. Esse Estado responde por mais de 90% da produção brasileira de vinhos e sucos de uva (MELLO, 2008). Nos últimos anos, houve uma ampliação da sua área de cultivo, principalmente com vinhedos Vitis vinifera L., para elaboração de vinhos finos, com destaque para os vinhos espumantes. Além da tradicional região produtora Serra do Nordeste (conhecida também como Serra Gaúcha), há a implantação de cultivares de uvas viníferas na Serra do Sudeste, a qual abrange os Municípios de Encruzilhada do Sul e Pinheiro Machado. Essas duas regiões apresentam características de produção distintas, sendo a primeira marcada pela agricultura familiar e a segunda pela mecanização (PROTAS et al., 2002). Quanto às condições climáticas, ambas apresentam semelhante classe de clima (temperado quente, úmido e de noites temperadas). No entanto, apresentam diferenças em relação ao material geológico que dá origem aos solos, uma vez que o material de origem dos solos da Serra do Nordeste é predominantemente o basalto, e o da Serra do Sudeste são as rochas de origem graníticas (STRECK et al., 2008). De acordo com TONIETTO & CARBONNEAU (2004), essas diferenças dos fatores naturais e humanos são suficientes para gerar vinhos com qualidade e tipicidade próprias.
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CURIOSIDADES CURIOSAS

CURIOSIDADES CURIOSAS

Localiza-se na serra da Mantiqueira, entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo; > MONTE RORAIMA - altura: 2.739 metros. Localiza-se na serra do Pacaraima, no Estado de Roraima[r]

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Vigilância da peste no Estado do Ceará: 1990-1999.

Vigilância da peste no Estado do Ceará: 1990-1999.

Apenas dois pacientes do foco da Serra da Ibiapaba (município de Guaraciaba do Norte) resultaram positivos pela HA. De cada paciente foram analisadas quatro amostras de soro: a primeira amostra coletada na fase aguda da doença, ou seja, no dia da investigação e exame clínico (3 a 4 dias após os primeiros sintomas), a segunda após a convalescença (cerca de 30 dias depois), a terceira amostra depois de 2 a 9 meses e a quarta depois de 23 a 54 meses.

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Vacinação contra influenza em idosos por área de residência: prevalência e fatores associados.

Vacinação contra influenza em idosos por área de residência: prevalência e fatores associados.

Todos os participantes do ISA-SP com 60 anos ou mais residentes nos municípios de Taboão da Serra, Embu, Itapecerica da Serra, São Paulo (Butantã) e Campinas, com respostas válidas para vacinação contra influenza (n=1.443) foram selecionados para o presente trabalho, que subdividiu a população idosa em duas áreas de residên- cia: área 1, composta por Campinas e dis- trito do Butantã (n = 824); e área 2, pelos demais municípios (n = 619). A alocação dos municípios nas áreas foi baseada no tama- nho da população residente e nas caracte- rísticas sociodemográficas dos mesmos.
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Briófitas (Bryophyta e Marchantiophyta) das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil

Briófitas (Bryophyta e Marchantiophyta) das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil

Figure 2 – Diversity of substrates and species of bryophytes from the canga of the Serra dos Carajás – a. Bryum coronatum Schwägr. on decaying wood; b. Philonotis uncinata (Schwägr.) Brid. on iron rock; c. Octoblepharum cylindricum Mont. on live trunk; d. Campylopus savannarum (Müll. Hal.) Mitt. on live trunk; e. Acrolejeunea torulosa (Lehm. et Lindenb.) Schiffn. on live trunk; f. Frullania intumescens (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb. on live trunk; g-h. Schlotheimia rugifolia (Hook.) Schwägr. on live trunk; i. Calypogeia lechleri (Stephani) Stephani. on iron rock; j. Campylopus savannarum (Müll. Hal.) Mitt.; k. Isopterygium tenerum (Sw.) Mitt.; l. Plagiochila montagnei Nees. Photos: a, d. F.R. Oliveira-da-Silva; b, c. A.L. Ilkiu-Borges; g-h, l. N.F.O. Mota; e-f, i, k-l. P.L. Viana.
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Parques Nacionais do Brasil na Região Sul

Parques Nacionais do Brasil na Região Sul

Existem seis Parques Nacionais na Região Sul do País, todos apresentando características peculiares quanto ao relevo, solos, flora e fauna, além de beleza natural singular. São eles o Parque Nacional do Iguaçu, o Parque Nacional de São Joaquim, o Parque Nacional do Superagüi, o Parque Nacional de Aparados da Serra, o Parque Nacional da Serra Geral e o Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Parque Nacional do Iguaçu - Localizado no Estado do Paraná, abrange os municípios de Foz do Iguaçu, Medianeira, Matelândia, Céu Azul e São Miguel do Iguaçu. Foi criado em 10 de janeiro de 1939, pelo Decreto Federal nº 1.035. Com área de 185.262 hectares e 420 km de perímetro, apresenta clima temperado quente e úmido durante todo o ano. A melhor época para sua visitação é no inverno, entre os meses de maio e agosto. A temperatura média anual varia entre 18º e 20º C, com máxima de 34º a 36º C e mínima de -8º a -4º C. As chuvas
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ENTRE OS PROJETOS NEOLIBERAL E  E O ESTADO DE DIREITO  Fabiola Souza Araujo, Ana Catarina Zema de Resende

ENTRE OS PROJETOS NEOLIBERAL E E O ESTADO DE DIREITO Fabiola Souza Araujo, Ana Catarina Zema de Resende

O segundo ponto do julgamento do caso Raposa Serra do Sol que merece reflexão se refere à aplicação das dezenove condicionantes fixadas na decisão final a outros feitos, ampliando seu caráter objetivo por meio do instrumento processual inadequado. Isso porque o processo em que se deu a discussão é de controle de constitucionalidade pela via difusa e não pela via concentrada, o que leva à produção de efeitos apenas para as partes no caso concreto e não de forma ampla, para todos. Em nome da segurança jurídica, poder-se-ia até cogitar da importância de serem fixados parâmetros objetivos como forma de balizar o entendimento da Corte. Acontece que, também em nome da segurança jurídica, é necessário que seja observado o devido rito processual para se chegar a uma decisão que sirva de parâmetro para as demais.
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CARACTERIZAÇÃO DE PEÇAS DE MADEIRA PRODUZIDAS EM SERRARIA VISANDO O CONTROLE DE QUALIDADE CHARACTERIZATION OF WOOD PIECES PRODUCED IN SAWMILL FOR QUALITY CONTROL

CARACTERIZAÇÃO DE PEÇAS DE MADEIRA PRODUZIDAS EM SERRARIA VISANDO O CONTROLE DE QUALIDADE CHARACTERIZATION OF WOOD PIECES PRODUCED IN SAWMILL FOR QUALITY CONTROL

Para ambas as máquinas, as larguras de corte reguladas apresentaram os maiores intervalos de confiança da variância entre peças. Este fato sugere algum problema, como folgas no sistema bitolador que determina as larguras durante o corte. Ressalva deve ser feita quanto aos intervalos de confiança para peças com largura regulada de 5”, produzidas pela Serra Circular Múltipla SCM.160, que foram muito grandes em relação as demais larguras possivelmente pelo menor número de graus de liberdade.

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Similaridade da fauna de Chiroptera (Mammalia), da Serra Negra, municípios de Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais, com outras localidades da Mata Atlântica.

Similaridade da fauna de Chiroptera (Mammalia), da Serra Negra, municípios de Rio Preto e Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais, com outras localidades da Mata Atlântica.

Mello (2008), estudando a interação entre Solanaceae e S. lilium em região montanhosa, mostra que S. lilium é um eficiente dispersor de Solanaceae nesta área. Na Serra Negra, as Solanaceae são mais abundantes em altitudes que variam de 875 a 1.100 m (Feliciano, 2008), onde ocorreu também o maior volume de capturas de S. lilium. Através destas evidências, podemos sugerir que a presença abundante de S. lilium em altitudes superiores a 800 m, deve estar relacionada à maior representatividade de espécies de Solanaceae nesta cota altitudi- nal que S. lilium acompanha a distribuição, diversidade e abundância das espécies de Solanum nestes ambientes. Em capturas realizadas no município de Rio Preto, localizado na base da Serra Negra e com altitude aproximada de 450 m, as espécies mais abundantes foram A. lituratus e P. lineatus, reforçando a hipótese de que S. lilium é abundante em altitudes elevadas.
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