Serviços de Saúde Materna

Top PDF Serviços de Saúde Materna:

Conceção de um sistema integrado de avaliação de desempenho dos serviços de saúde materna e neonatal em Portugal

Conceção de um sistema integrado de avaliação de desempenho dos serviços de saúde materna e neonatal em Portugal

Como objetivo principal deste trabalho pretende-se elaborar um sistema integrado de avaliação de desempenho para avaliar as unidades que prestam cuidados de saúde materna e neonatal em Portugal. É consensual que a existência de um instrumento de gestão que permita o acompanhamento, avaliação e apoio à tomada de decisão é crucial para que as organizações tenham um bom desempenho (Ribeiro, 2008). A identificação dos problemas que mais afetam o desempenho dos serviços prestadores de cuidados de saúde e o correto uso de ferramentas de gestão para analisar o processo de melhoria de desempenho é fundamental para se ir de encontro aos objetivos do SNS, tendo em conta a realidade que o país atravessa no que respeita à escassez de recursos e constantes cortes orçamentais. Sendo a saúde materna e a saúde neonatal duas áreas sensíveis, umbilicalmente relacionadas no real sentido, e fases de vida vulneráveis, consideramos muito importante uma implementação de um sistema de monitorização do desempenho que abrange os diferentes níveis de prestação de cuidados de uma forma integrada, pois só assim se consegue ter uma visão plena do desempenho.
Mostrar mais

96 Ler mais

Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia

Mestrado em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia

Os direitos reprodutivos e sexuais fazem parte do conjunto mais amplo dos direitos humanos, que, desde a Declaração Geral da ONU, 1948, são considerados universais, indivisíveis e interdependentes e inter-relacionados (3) . De realçar que os direitos reprodutivos e sexuais estão ligados quer aos direitos civis e políticos (que incluem a liberdade individual e a liberdade de expressão) quer aos direitos económicos sociais e culturais (respeitantes a um ambiente favorável ao exercício da autonomia sexual e reprodutiva). Estes direitos representam uma garantia do valor da dignidade inerente ao indivíduo, excluindo qualquer discriminação que baseada na raça, etnia, nacionalidade, religião, género, geração, orientação sexual ou outros critérios (3) . Os direitos reprodutivos são portanto essenciais para que as pessoas exerçam os seus direitos de autonomia e tenham acesso à saúde. Isso inclui o direito aos serviços de boa qualidade com privacidade, ampla informação, livre escolha, confidencialidade e respeito, implicando que a pessoa possa ter uma vida sexual satisfatória e segura (2) .
Mostrar mais

116 Ler mais

Sistemas de informação em saúde e monitoramento de morbidade materna grave e mortalidade materna.

Sistemas de informação em saúde e monitoramento de morbidade materna grave e mortalidade materna.

Também, esforços podem ser feitos no sentido de se detectar precocemente eventos que podem colocar em risco a vida da mulher. Esse conjunto de recomendações já faz parte dos diversos programas de saúde coordenados nacionalmente, contando, inclusive, com guias técnicos de condutas, desen- volvidos exatamente com este propósito. Mesmo assim, as dificuldades para a real implementação dessas medidas provavelmente estão associadas com restrições quantitativas e qualitativas dos serviços em lograrem êxito na prevenção e controle da morbidade materna. Uma análise dos principais indi- cadores da saúde materna mostra que, apesar do incremento no número de consultas no pré-natal e do melhor desempenho dos outros indicadores, não houve impacto positivo na razão de morte materna. Para a mudança desse quadro é necessário articu- lação entre os diferentes níveis da atenção, com indispensável hierarquização, além da implemen- tação de medidas já largamente recomendadas por todos os programas de saúde materna. 43
Mostrar mais

8 Ler mais

Direitos femininos no Brasil: um enfoque na saúde materna.

Direitos femininos no Brasil: um enfoque na saúde materna.

A partir de 1988, o Ministério da Saúde implantou, por meio de portarias ministeriais, um conjunto de ações que constituiu o Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN), cujas características principais são a integralidade da assistência obstétrica e a afirmação dos direitos da mulher incorporados como diretrizes institucionais, com objetivo principal de reorganizar a assistência e vincular formalmente o pré-natal ao parto e puerpério, ampliar o acesso das mulheres aos serviços de saúde e garantir a qualidade da assistência com a realização de um conjunto mínimo de procedimentos (Brasil, 2000). Essas medidas despertaram polêmicas e mobilizaram defensores e opositores nos diversos segmentos envolvidos, dentro e fora das instituições de assistência ao parto no Brasil. No auge dessas discussões ocorreu a Convenção Sobre os Direitos da Criança, de 1989, que também estabeleceu o compromisso dos Estados-partes em relação à maternidade, nos dispositivos que obrigam os países a “assegurar às mães adequada assistência pré-natal e pós-natal” e a “assegurar que todos os setores da sociedade, em especial os pais e as crianças, conheçam os princípios básicos de saúde e nutrição das crianças, as vantagens da amamentação (Unicef, 1995).
Mostrar mais

10 Ler mais

Avaliação da mortalidade materna na Região de Saúde de Caucaia – Ceará de 2010 a 2014

Avaliação da mortalidade materna na Região de Saúde de Caucaia – Ceará de 2010 a 2014

Este estudo teve por objetivo conhecer o perfil clínico-epidemiológico das mulheres que foram a óbito materno na Região de Saúde de Caucaia no período de 2009 a 2014, identificando por meio da investigação epidemiológica o trajeto realizado por essas mulheres, para acesso, atendimento, classificação do óbito, e se houve parecer do Comitê de Prevenção de Mortalidade Materna. Trata-se de um estudo do tipo epidemiológico documental, descritivo e com abordagem quantitativa, com uma população e amostra de 56 óbitos maternos. Os dados foram coletados no primeiro semestre de 2016, utilizando as declarações de óbito e fichas de investigação M5 encontradas no Sistema de Informação em Mortalidade. As variáveis escolhidas foram analisadas pelo programa SPSS 17.0 e apresentadas em frequência absoluta e proporção simples. A pesquisa foi submetida e aprovada no Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará, com o parecer nº 1.403.777. Identificou-se que os óbitos ocorreram em mulheres com idade média de 28,2 anos (62,4%), raça parda (62,5%), solteiras (57,1%), escolaridade baixa (33,9%) e donas de casa (48,2%). Os dados obstétricos revelaram vinculo à Equipe de Saúde da Família (82,1%), pré-natal com mais de 5 consultas (51,8%), e apenas 25% encaminhadas ao pré-natal de alto risco. Em 80%; o parto ocorreu em maternidade, sendo 48,2% cesariana. As mortes ocorreram em hospital (76,8%), no período do puerpério (69,7%), tendo como principais causas a hipertensão (16,1%), infecções (16,1%) e embolias (14,3%), caracterizando óbitos por causas obstétricas diretas (58,3%) e evitáveis por adequada ação de prevenção, controle e atenção às causas de morte materna (73,2%). O Comitê de Mortalidade analisou 87,5% dos óbitos, apesar da facilidade no acesso, a qualidade da assistência ruim. Não há vinculação garantida. As mortes poderiam ter sido evitadas mediante ações para a organização da Rede Materno-Infantil com ampliação de serviços de saúde resolutivos e de qualidade, capacitação dos profissionais para os cuidados no pré-natal, parto e puerpério, melhoria do registro das informações, e fortalecimento do trabalho dos Comitês de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal municipais e regional para a promoção da saúde materna e infantil.
Mostrar mais

95 Ler mais

Atenção básica de saúde e a assistência em Hanseníase em serviços de saúde de um município do Estado de São Paulo.

Atenção básica de saúde e a assistência em Hanseníase em serviços de saúde de um município do Estado de São Paulo.

O depoimento do secretário municipal da saúde do município evidenciou que a cidade de Bauru passa por um processo de reestruturação do modelo de atenção à saúde, priorizando a atenção básica e os dispositivos facilitadores para a implementação das ações de promoção e prevenção da saúde, como a vigilância em saúde, a fim de promover o controle das doenças de notificação compulsória: “hoje, a destinação que nós estamos fazendo é estritamente na atenção básica, nós estamos reforçando a atenção básica, no sentido de invertermos o modelo, que era antes centrado em urgência-emergência, que é um absurdo, foi a vida inteira centrado em urgência-emergência. E, hoje, estamos repactuando isso e direcionando os recursos de forma a fortalecer a atenção básica, ou seja, as ações de promoção e prevenção de saúde, estritamente na rede básica de saúde” (P10).
Mostrar mais

9 Ler mais

Participação social nos serviços de saúde: concepções dos usuários e líderes comunitários em dois municípios do Nordeste do Brasil.

Participação social nos serviços de saúde: concepções dos usuários e líderes comunitários em dois municípios do Nordeste do Brasil.

A participação social é tema presente nas discussões sobre os rumos técnicos e políticos do SUS. No entanto, o debate está marcado por ambigüidades que expressam as diferentes perspectivas com que se utiliza o termo (Valla, 1998b). A Constituição de 1988 utiliza o termo “participação da comunidade”. Na legislação do SUS aparece designada de várias formas, entre elas “participação social” e mais predominan- temente “controle social” (Cohn, 2000) que é também a expressão utilizada pelos represen- tantes do movimento sanitário a nível nacional (Marcelos Neto, 2000). Cada um destes termos tem diferentes concepções e interpretações tonificadas por matizes políticas e ideológicas. O conceito de controle social, segundo Cohn (2000), diz respeito ao conjunto dos recursos materiais e simbólicos de uma sociedade para assegurar exatamente a conformidade do com- portamento de seus membros a um conjunto de regras e princípios prescritos e aprovados pela própria sociedade, envolvendo a idéia de “fiscalização e punição”. No que se refere ao SUS, considera que o que vem sendo denomi- nado de controle social diz respeito ao poder de deliberação exercido pelos Conselhos de Saúde na definição de políticas de saúde a serem im- plementadas, bem como o monitoramento de sua implementação (Cohn, 2000).
Mostrar mais

13 Ler mais

Open Dicotomias conceituais: análise sobre a concepção de promoção da saúde utilizada no Programa Saúde na Escola e na Estratégia Saúde da Família

Open Dicotomias conceituais: análise sobre a concepção de promoção da saúde utilizada no Programa Saúde na Escola e na Estratégia Saúde da Família

(...) num primeiro bloco: (a) higienista, normativo e disciplinar de comportamentos e práticas de saúde, com um claro componente moralista; (b) modelos que agrupam o aparato médico terapêutico especializado, tentando responder pelo “fracasso escolar” e pelas diversas dificuldades de aprendizagem dos escolares; (c) modelos que criam comissões mistas de educação e saúde redirecionando as ações para o setor Saúde; (d) modelos que reconstroem o serviço de saúde no espaço da escola; e, (e) modelos em que o público alvo é a primeira infância, e que, portanto, desloca a questão para o campo materno infantil, deixando a saúde do escolar em segundo plano. Por outro lado, há modelos de saúde na escola influenciados pelos referenciais de promoção da saúde, que constituem um segundo bloco, como (f) o de escola que produz saúde, com ênfase na educação popular em saúde; (g) o de escolas promotoras de saúde de iniciativa internacional, que apesar de não se concretizarem como programa ou política nacional de saúde na escola no Brasil, favorece a reflexão sobre a necessidade de revisão dos modelos de saúde escolar, (re) traduzido em diferentes regiões do país; e (h) o desenho atualmente em implantação do Programa de Saúde na Escola (PSE), que traz entre seus componentes, a educação permanente como uma estratégia problematizadora (modelo freiriano de educação), mas no qual permanece muito forte o componente clínico-assistencial. (p. 75- 76)
Mostrar mais

141 Ler mais

Assistência ao HIVaids: análise da integração de ações e serviços de saúde

Assistência ao HIVaids: análise da integração de ações e serviços de saúde

Nesse mesmo sentido, verificou-se, também, que, quanto menor a integração, maior a utilização das UAB e PA, como observado no SAE D (Figura 4). Tal achado evidencia que a equipe do SAE pode não estar identificando as necessidades dos usuários que, então, buscam por conta própria outros ser- viços, como as UAB e PA, para resolução dos seus problemas. Relativo aos achados deste estudo, reconhece-se a existên- cia de algumas limitações, como a possibilidade de ocorrência de: viés de memória, em decorrência do questionamento acerca de condutas realizadas há tempos; viés de compreensão, refe- rente ao entendimento pessoal que os indivíduos apresentaram diante de determinadas questões e viés de seleção em função da amostragem por conveniência, possibilitando apenas a inclusão daqueles indivíduos que compareceram ao serviço na ocasião da coleta de dados. Ademais, o estudo contemplou apenas a percepção de um único ator - os usuários -, a qual poderia estar impregnada por componentes pessoais e subje- tivos que envolvem a satisfação com o atendimento prestado, a compreensão daquilo que o serviço poderia/deveria ofertar, o vínculo e a dinâmica de interação com os profissionais de saúde.
Mostrar mais

7 Ler mais

O debate sobre a descentralização de políticas públicas: um balanço bibliográfico.

O debate sobre a descentralização de políticas públicas: um balanço bibliográfico.

A discussão sobre a descentralização é de fato polêmica, na medida em que se trata de um processo complexo, multifacetário e geralmente gradual, estando presente em vários campos disciplinares. Segundo Penfold-Becerra(1998), a descentralização está presente em vários campos disciplinares. No campo das ciências políticas é tratada como mecanismo democrático, que permite a autonomia política dos níveis locais e regionais, com vistas ao aprofundamento da democratização. No campo das ciências econômicas, ela é vista como transferência de responsabilidades das atividades econômicas públicas para o setor privado. No campo da sociologia, a descentralização é tida como um mecanismo para a autorização (“empowerment”) da sociedade civil, com o objetivo de incrementar a cidadania. Por fim, no campo da Administração Pública, ela constitui uma política para se diluir o poder decisório e administrativo dentro das agências públicas centrais, através da desconcentração, ou seja, da transferência de responsabilidade administrativa sobre os serviços básicos públicos do nível nacional para os governos regional e local (p.3-5).
Mostrar mais

17 Ler mais

O Enfermeiro como Promotor da Qualidade do Atendimento ao Ad

O Enfermeiro como Promotor da Qualidade do Atendimento ao Ad

O presente documento é apresentado no âmbito do Estágio com Relatório que decorreu entre 7 de Outubro e 1 de Novembro de 2013 em contexto de ACES. Os objetivos gerais do estágio consistiam em desenvolver competências de Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde da Criança e do Jovem e promover boas práticas de atendimento ao adolescente. Especificamente na USF onde estagiei pretendia principalmente, desenvolver competências de apreciação e interpretação do crescimento e do desenvolvimento da criança e do jovem, e num segundo objetivo específico, promover comportamentos de saúde e estilos de vida saudáveis no adolescente, no âmbito dos programas em curso na unidade de saúde. Esta USF, com 10765 pessoas inscritas, é bastante recente, com inauguração em Agosto de 2013 e como tal encontra-se num período experimental e de adaptação aos novos espaços, aos novos elementos na equipa de saúde e à nova população/cliente, para alguns profissionais que anteriormente não trabalhavam na localidade, o que inicialmente poderia ser uma dificuldade na minha própria integração na equipa, mas que dada a dinâmica da coordenadora de enfermagem e a sinergia já estabelecida entre a equipa, não veio a acontecer. Isto é, o acolhimento proporcionado, no sentido de poder observar, colaborar e participar nas atividades foi excelente, proporcionando-me momentos de reflexão em equipa sobre os cuidados de enfermagem. Estas reflexões, que se efetuavam frequentemente e com a discussão de casos (por exemplo, de uma criança de 6 meses com Síndrome de Down, de outra criança com 8 anos com obesidade, e de uma família desestruturada, em processo de responsabilidade e guarda parental), partilha de informação atualizada, reorganização de cuidados, gestão de horários, articulação com outros parceiros (UCC, UCSP, Hospital de referência, escolas), fizeram-me perceber e integrar a enorme responsabilidade profissional existente, assim como a exigência e a eficiência que esta equipa pretende obter com o seu trabalho.
Mostrar mais

378 Ler mais

Avaliação da incompletude da variável escolaridade materna nos registros das Declarações de Nascidos Vivos nas capitais brasileiras – 1996 a 2013 Assessment of the incompleteness of the maternal schooling variable in Live Birth Certificate databases in Br

Avaliação da incompletude da variável escolaridade materna nos registros das Declarações de Nascidos Vivos nas capitais brasileiras – 1996 a 2013 Assessment of the incompleteness of the maternal schooling variable in Live Birth Certificate databases in Br

El presente artículo evaluó la calidad en la cum- plimentación de la variable escolaridad de la ma- dre en las capitales brasileñas y su distribución regional, mediante el Sistema de Información sobre Nacidos Vivos (SINASC), registrado vía la Declaración de Nacido Vivo (DNV). Se realizó un estudio descriptivo de una serie temporal, du- rante el período de 1996 a 2013, con un total de 12.062.064 nacimientos, de los cuales 11.442.494 (94,86%) contaban con información válida de la variable escolaridad de la madre. Los resultados se calcularon por número de registros con carácter incompleto de la variable por cada 1.000 nacidos vivos y se evaluó la tendencia mediante el progra- ma Jointpoint (versión 4.3.1). El análisis regional demostró que la región sur presentó una tendencia en la reducción de la incompletitud de la escolari- dad materna, sostenida durante el período del es- tudio, en todas sus capitales. Igualmente, de mane- ra general, la mayor parte de las otras capitales del país también evidenció una mejora en la completi- tud de la variable. No obstante, se verificaron dife- rentes tendencias con algunas capitales, inclusive, algunas presentando una mayor incompletitud al final del período, cuando se compara con el princi- pio del mismo. El SINASC demostró ser un instru- mento valioso para la información sobre las ma- dres y sus recién nacidos, junto a las condiciones de parto y nacimiento en el país. Particularmente, la escolaridad materna, considerada un factor im- portante sobre los desenlaces obstétricos y neona- tales, es una variable que permite la elaboración y evaluación de las políticas y acciones en el área de la salud materno-infantil. De esta forma, alcanzar su máxima completitud requiere un esfuerzo con- junto, de profesionales y gestores, garantizando la credibilidad de esta información.
Mostrar mais

11 Ler mais

Assistência aos pais de recém-nascidos pré-termo em unidades neonatais.

Assistência aos pais de recém-nascidos pré-termo em unidades neonatais.

ia, já se dispõe de serviços que liberam totalmente a permanência materna nestes berçários, questionando se é permitido o envolvimento efetivo dos pais com os cuidad[r]

9 Ler mais

Saude soc.  vol.4 número12

Saude soc. vol.4 número12

Descontadas algumas experiências, como a dos Serviços Especiais de Saúde Pública, somente teremos tentativas de integração entre serviços de saúde pública e de assistência médica, no E[r]

3 Ler mais

Mortalidade materna no município do Rio de Janeiro: magnitude e distribuição.

Mortalidade materna no município do Rio de Janeiro: magnitude e distribuição.

Foram utilizadas as bases de dados referentes aos Sistemas de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e sobre Mortalidade (SIM), disponibilizadas pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro após aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle. O georreferenciamento dos nascimentos e dos óbitos maternos foi efetuado com base na Região Administrativa (RA) de residência da mãe e no endereço do estabelecimento de saúde onde ocorreram os eventos, que consta na DNV e na DO. No SIM foram selecionados os casos de óbito em mulheres residentes no município, na faixa etária de 10 a 49 anos, no período de 1996 a 2004, e analisados aqueles cuja causa básica foi mor te materna (Código 088-091 da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde - CID-10). Foram analisadas na DO as seguintes variáveis: causa do óbito materno, estado civil, faixa etária, escolaridade de estudo e raça/etnia.
Mostrar mais

7 Ler mais

Análise de indicadores da saúde materno-infantil: paralelos entre Portugal e Brasil.

Análise de indicadores da saúde materno-infantil: paralelos entre Portugal e Brasil.

OBJETIVO: Analisar comparativamente as condições de nascimento em Portugal e no Brasil, no período entre 1975 a 2007. MÉTODOS: Os indicadores de saúde materno-infantis, razão de morte materna, mortalidade neonatal, taxa de cesarianas e gastos públicos em saúde, foram retrospectivamente coletados nas bases eletrônicas de informação do Sistema Único de Saúde (DATASUS), Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE), entre outras. Seus valores foram analisados descritivamente quanto a sua tendência e os cenários sanitários nos quais transcorreram foram apresentados e discutidos, comparando-se, sempre que possível, as informações dos dois países. RESULTADOS: Os nascimentos em Portugal caracterizaram-se por baixa mortalidade materna (12,2x76,2/100.000) e mortalidade neonatal (2,2x14,6/1000), comparativamente ao Brasil, na média dos anos 2004 a 2007. O histórico da conquista de indicadores materno-infantis de excelência em Portugal envolveu uma fase que transcorreu paralela às expressivas melhorias socioeconômicas e ao aporte crescente de recursos públicos em saúde, seguida de outra a partir da década de 1990, simultânea ao melhor aparelhamento das unidades de assistência à saúde. No Brasil, os índices de mortalidade materna e neonatal estão em queda, mas valores satisfatórios ainda não foram conquistados. A diferença histórica no montante do gasto público em saúde foi uma discrepância importante entre os países. A despeito das disparidades nos resultados maternos e neonatais, as taxas de cesariana mostraram-se igualmente ascendentes (34,5% em Portugalx45,5% no Brasil), na média do período 2004 a 2007. CONCLUSÃO: Os indicadores da morte materna e neonatal em Portugal e no Brasil alinharam-se às diferenças sociais, econômicas e aos aportes de investimentos públicos em saúde. As crescentes taxas de cesariana não explicam as discrepâncias no resultado materno e neonatal entre os países.
Mostrar mais

6 Ler mais

Reivindicando a subjetividade dos usuários da Rede Básica de Saúde: para uma humanização do atendimento.

Reivindicando a subjetividade dos usuários da Rede Básica de Saúde: para uma humanização do atendimento.

Co n s i d e rando-se a evolução dos modelos de atendimento à saúde no Brasil, observa-se que, no plano legal, a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988 re p resentou um ava n ç o, p rincipalmente pelos seus princípios gerais de o rg a n i z a ç ã o. En t re outros aspectos, estes pri n- cípios apontam para a garantia de acesso de toda e qualquer pessoa a todo e qualquer ser- viço de saúde, e para a participação cidadã, a t ravés de suas entidades re p re s e n t a t i va s, no p rocesso de formulação de políticas públicas de saúde e do controle de sua execução. A saú- de é ainda definida “c omo resultante de polí- ticas sociais e econômicas, como direito de ci- d adania e dever de Es t a d o” 1 ( p. 62). Em b o ra a saúde seja, pois, um direito constitucionalm e n- te gara n t i d o, um olhar sobre o cotidiano das práticas de saúde re vela facilmente a enorm e c o n t radição existente entre essas conquistas estabelecidas no plano legal e a realidade de c rise vivenciada pelos usuários e pro f i s s i o n a i s do setor.
Mostrar mais

9 Ler mais

Desigualdades no acesso e utilização dos serviços de saúde na Região Metropolitana de São Paulo.

Desigualdades no acesso e utilização dos serviços de saúde na Região Metropolitana de São Paulo.

Aqui, porém, cabe destacar os achados desta pesquisa quando analisadas as desigualdades, fo- cado o aspecto tempo médio de espera para ser atendido: de uma média de 32 minutos de espe- ra para quem possuía plano para 81 minutos de espera para quem não possuía plano. Tomado o tempo de espera segundo o tipo de serviços uti- lizado é nos serviços ambulatoriais que temos a maior desigualdade: enquanto os segurados de planos de saúde esperam em média 26 minutos, o usuário SUS dependente espera 80 minutos, três vezes mais. No serviço hospitalar, essa dife- rença cai para duas vezes. Ou seja, mesmo con- cordando com afirmativa de Almeida et al. de que, no caso dos portadores de problemas crô- nicos, “o maior consumo de internações hospi-
Mostrar mais

12 Ler mais

Redes de atenção à saúde: contextualizando o debate.

Redes de atenção à saúde: contextualizando o debate.

Os sistemas nacionais de saúde operam redes com populações definidas geograficamente por que saúde é entendida como bem público e o sis- tema é universal e equitativo. As redes são o ins- trumento de garantia do direito, ampliando aces- so e diminuindo desigualdades. A regionalização e a constituição de redes são compreendidas em suas dimensões técnica e política. Ao mesmo tempo em que são a única forma de garantir acesso a cuidado integral de forma igualitária, envolvem disputas de poder e requerem decisões de política pública que certamente ferem interesses. A região é institucionalizada e tem comando único por que, sem institucionalidade, não é possível garantir o direito e, sem comando único, não é possível co- brar a responsabilidade sanitária.
Mostrar mais

10 Ler mais

Gerência dos serviços de saúde.

Gerência dos serviços de saúde.

Portanto, a gerência dos serviços de saúde não pode constituir apenas mais um discurso, mas uma forma de dotar os serviços públicos de saúde de alguma racionalidade, de uma lógica que nã[r]

13 Ler mais

Show all 10000 documents...