Sesbania virgata (Cav.) Pers.

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Crescimento de mudas de Sesbania virgata (Cav.) Pers. plantadas em uma área degradada por extração de argila

Crescimento de mudas de Sesbania virgata (Cav.) Pers. plantadas em uma área degradada por extração de argila

Segundo Samôr (1999), a Sesbania virgata (Cav.) Pers. (sesbânia) é uma leguminosa pioneira, potencial para a revegetação de cavas de extração de argila, pela freqüência de ocorrência em cavas abandonadas e disponibilidade de sementes. De acordo com Santos, Moreira e Siqueira (1998), a sesbânia, também pode formar simbiose radicular com rizóbio e fungos micorrízicos arbusculares (FMA´s), que ajudam na absorção de nutrientes em solos de baixa fertilidade.

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Effect of abscisic acid on the mobilisation of galactomannan and embryo development of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae - Faboideae)

Effect of abscisic acid on the mobilisation of galactomannan and embryo development of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae - Faboideae)

Galactomannan mobilisation in endosperms of Sesbania virgata (Cav.) Pers. was followed during and after germination, the enzymes α-galactosidase, endo-ß-mannanase and exo-mannanase being the principal enzymes involved (Buckeridge & Dietrich 1996). S. virgata (published by our group under the synonym of Sesbania marginata Benth.) is a legume shrub that occurs mainly in the gallery forests in tropical regions and is associated with early stages of ecological succession. Thus, understanding how storage mobilisation is controlled at early stages of plantlet establishment is of great value to comprehend how plants at different stages of succession are able to adapt to their natural environmental conditions. Taking these facts into consideration, in the present work we studied the effect of exogenously applied ABA on isolated endosperm and intact seeds of Sesbania virgata, with the objective of understanding physiological mechanisms correlated with its strategy of adaptation of plantlets of S. virgata to its natural environment.
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Conexão entre os processos de degradação das resservas de proteinas e carboidratos e o edfeito dos hormonios e açucares em sementes de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Conexão entre os processos de degradação das resservas de proteinas e carboidratos e o edfeito dos hormonios e açucares em sementes de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Leguminosas são conhecidas por serem ricas em nitrogênio, estratégia que é desenvolvida no início do seu ciclo de vida e que requer desde cedo, grande quantidade desse nutriente, tendo influenciado os tipos de germinação adotados por essas espécies, que por sua vez, estão muito relacionadas às estratégias de estabelecimento da plântula (Mickey 1994). Dessa forma, as leguminosas são conhecidas pelas sementes freqüentemente ricas em nitrogênio, que pode ser estocado como proteínas de reserva convencionais ou proteínas tóxicas, aminoácidos não protéicos ou outros compostos nitrogenados de defesa. Nesse grupo podemos incluir Sesbania virgata (Cav.) Pers., com cerca de 45% do peso seco da semente em proteínas (Buckeridge et al. 2004b).
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Tolerância à inundação: aspectos da anatomia ecológica e do desenvolvimento de Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Fabaceae).

Tolerância à inundação: aspectos da anatomia ecológica e do desenvolvimento de Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Fabaceae).

Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Fabaceae), popularmente conhecida como cambaí, é uma arvoreta de aproximadamente 3 metros de altura, que habita freqüentemente beira de rios, lagoas, banhados, etc., com floração e frutificação mais intensas de setembro a novembro (Eisinger, 1984). Esta espécie é abundante na faixa de solo mais hidromórfico às margens da Represa Capivara, Município de Sertanopólis, PR. Os indivíduos produzem inúmeras raízes adventícias durante as cheias. Quando a lâmina de água abaixa, estas raízes se expõem, desidratam e morrem.

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Cell changes during the re-induction of desiccation tolerance in germinated seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Cell changes during the re-induction of desiccation tolerance in germinated seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers.

It has previously been shown that there was a relationship between the loss of DNA integrity and loss of DT in 3 and 5-mm- long radicles of Sesbania virgata (Cav.) (Pers.) (Fabaceae) - a shrub useful in land reclamation - when dehydrated to 10% moisture content, and the cytological assessment of the radical meristem provided evidence of the occurrence of cell death in the 3 and 5-mm-long radicles, which did not survive dehydration (Masetto et al., 2015). Although the authors indicated that, this study seeks to understand the nature and extent of damage from intracellular dehydration during the re-establishment of DT in
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A novel antifungal protein from seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae-Faboideae)

A novel antifungal protein from seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae-Faboideae)

Sesbania virgata (Cav.) Pers. is a perennial, fast- growing shrub legume that is native to South America and popularly known as “saranzinho”, “mãe-josé” or “feijãozinho” (Braggio et al., 2002). It produces a large number of seeds with long-term viability, dispersed from indehiscent legume fruits that float in water (Pott and Pott, 1994). This tropical legume has been used for revegetation of riparian forests, soil erosion control, and the rehabilitation of degraded areas (Pott and Pott, 1994) due to its rusticity and capacity for establishing symbiosis with rhizobia (Braggio et al., 2002; Araújo et al., 2004). Recently, a flavonoid (+)-catechin, with antimicrobial activity was found in high amounts in seed leachates of S. virgata (Simões et al., 2008). However, there is no information about the presence and activity of antimicrobial proteins in seeds of this species. In this work, we describe the purification of an antifungal protein isolated from seeds of S. virgata.
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Papel do tegumento e do acido abscisio no processo de degradação do galactomanano em sementes de Sesbania virgata (CAV.) PERS.

Papel do tegumento e do acido abscisio no processo de degradação do galactomanano em sementes de Sesbania virgata (CAV.) PERS.

Seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers. have an endosperm which accumulates galactomannan as a storage polysaccharide in the cell walls, hydrolysed by three enzymes during its mobilisation (α-galactosidase, endo-β- mannanase and exo-β-mannosidase). The abscisic acid (ABA) has been suggested to be involved in the regulation of this process, affecting the hydrolytic enzymes production and activities, possibly together with the seed coat. In this work, scarified seeds, imbibed in water and in 10 -4 M ABA solution, were used to evaluate the effect of exogenous and endogenous ABA on galactomannan degradation during and after germination, as well as its possible relationship with the seed coat. In the presence of exogenous ABA, the seeds presented a delay in the cellular disassembly of the endosperm, probably due to a delay in the time curse of endo-β-mannanase in the endosperm with consequent delay in galactomannan degradation. The presence of endo-β-mannanase in the seed coat, suggested the participation of this tissue in the production, modification or storage of this enzyme, as well as the others hydrolytic enzymes, which presented activities in the seed coat during the process of degradation, at the same time as in the endosperm. The presence of endo-β-mannanase and the others hydrolytic enzymes in the seed coat, together with the presence of respiratory activity and endogenous ABA in this tissue, suggest the participation of the seed coat in the control of utilization of the hydrolytic enzymes during and after the germination and in the control of galactomannan degradation during the post-germinative process, avoiding the excess production of sugars, functions possibly associated with the presence of the hormone in the tissue. Thus, our results add evidence to the hypothesis that the control of galactomannan degradation by seed coat and ABA is an important event in storage mobilization.
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Catabolismo de sacarose durante a mobilização do galactomanano e sua importância na estratégia de sobrevivência de plântulas de Sesbania virgata (Cav.) Pers..

Catabolismo de sacarose durante a mobilização do galactomanano e sua importância na estratégia de sobrevivência de plântulas de Sesbania virgata (Cav.) Pers..

RESUMO – (Catabolismo de sacarose durante a mobilização do galactomanano e sua importância na estratégia de sobrevivência de plântulas de Sesbania virgata (Cav.) Pers.). Sementes de Sesbania virgata possuem galactomanano como polissacarídeo de reserva no endosperma. Durante a mobilização, os produtos de degradação são absorvidos pelos cotilédones que, posteriormente, fornecem esse carbono ao eixo embrionário. A sacarose tem um papel fundamental nesta relação de fonte e dreno entre os órgãos. Neste trabalho, a importância da reserva de galactomanano no estabelecimento das plântulas de Sesbania virgata foi investigada através de estudo de sobrevivência de plântulas com e sem endosperma, assim como as variações diuturnas na atividade das enzimas de catabolismo de sacarose. As plântulas crescidas no escuro com endosperma sobreviveram 16 dias a mais que as plântulas sem endosperma. Foram observadas variações independentes entre as enzimas, sugerindo que as diferentes enzimas participam de diferentes processos fi siológicos e, embora tenham a sacarose como substrato em comum, participam de vias metabólicas independentes.
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Condicionamento osmótico de sementes de Sesbania virgata (CAV.) PERS (Fabaceae).

Condicionamento osmótico de sementes de Sesbania virgata (CAV.) PERS (Fabaceae).

Sesbânia (Sesbania virgata (CAV.) PERS) é um arbusto pertencente à família Fabaceae, (ARAÚJO et al., 2004). Ocorre em matas de galerias de regiões tropicais e está associada com os estágios iniciais da sucessão ecológica (POTOMATI; BUCKERIDGE, 2002). Apresenta potencial para revegetação de áreas degradadas sujeitas a inundações periódicas, em razão da tolerância a condições de baixa oxigenação e deficiências minerais do solo (KOLB et al., 2002). Forma simbiose radicular com rizóbio e, assim, sua capacidade de fixar nitrogênio no solo permite seu crescimento rápido em solos deficientes, favorecendo a sua utilização como adubo verde (RODRIGUES et al., 2003).
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Resíduos na formulação de substrato para produção de mudas de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Resíduos na formulação de substrato para produção de mudas de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Na fase de produção de mudas, o substrato exerce influência significativa no crescimento das plantas, e podem ser utilizados de forma original ou combinados. Este trabalho teve por objetivo avaliar a utilização de resíduos como substrato no crescimento de mudas de Sesbania virgata (Cav.) Pers. Os tratamentos foram formulados utilizando diferentes compostos de origem orgânica e inorgânica tais como: lodo de esgoto (LE), fibra de coco (FC), vermiculita (VERM), casca de arroz in natura (CA), palha de café in natura (PC), composto orgânico (CO) constituído com iguais proporções de (1:1) de esterco bovino e palha de café in natura, além do substrato comercial (SC). As mudas foram produzidas em tubetes com capacidade volumétrica de 120 cm 3 de substrato. O experimento foi disposto em um delineamento inteiramente casualizado (DIC), constituído de vinte e dois tratamentos, com cinco repetições de oito mudas cada. Após 150 dias da semeadura foram mensuradas as seguintes características: altura (H), diâmetro do coleto (DC), relação entre a altura da parte aérea e diâmetro do coleto (H/DC), massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca do sistema radicular (MSR), massa seca total (MST), relação entre a massa seca da parte aérea e massa seca do sistema radicular (MSPA/MSR), relação entre a altura e massa seca da parte (H/MSPA) e índice de qualidade de Dickson (IQD). Com base nas características morfológicas, constatou-se que os substratos formulados com lodo de esgoto associado ao composto orgânico proporcionaram melhores resultados das características morfológicas avaliadas, sendo que a utilização de 40% de lodo de esgoto com 60% de composto orgânico foi o que mais se destacou em todas as características avaliadas para produção de mudas de Sesbania virgata. Por outro lado, os tratamentos em que foram utilizados a casca de arroz in natura e o tratamento testemunha com apenas substrato comercial proporcionaram os piores resultados para a produção da referida espécie.
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Exsudatos de sementes de Sesbania virgata (Cav.) Pers. estimulam a fase assimbiótica do fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida Becker & Hall

Exsudatos de sementes de Sesbania virgata (Cav.) Pers. estimulam a fase assimbiótica do fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida Becker & Hall

RESUMO - (Exsudatos de sementes de Sesbania virgata (Cav.) Pers. estimulam a fase assimbiótica do fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida Becker & Hall). Sesbania virgata é uma leguminosa utilizada na restauração de áreas degradadas e que forma simbiose com fungos micorrízicos arbusculares (AMF). Suas sementes exudam metabólitos secundários que podem influenciar a colonização pelos AMF. Neste trabalho, estudamos os efeitos de exsudatos de sementes (SE) e radiculares (RE) de S. virgata na fase assimbiótica de Gigaspora albida. Esporos de G. albida foram germinados em meio suplementado com diferentes concentrações de SE ou RE. Após sete dias, a germinação dos esporos foi estimulada (46,6%) com a maior concentração de SE, enquanto o crescimento micelial foi estimulado com a menor concentração de SE. Por sua vez, RE não teve efeito na fase assimbiótica de G. albida. Conluiu-se que SE exercem efeitos positivos na fase assimbiótica de G. albida e que os efeitos diferenciais entre SE e RE de S. virgata na fase de assimbiótica fúngica podem ser explicados pelo seu conteúdo distinto de metabólitos secundários. Palavras-chave: crescimento micelial, exudação de plantas, germinação, Glomeromycota
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Loss and re-establishment of desiccation tolerance in the germinated seeds of Sesbania virgata (Cav.) (Pers.)

Loss and re-establishment of desiccation tolerance in the germinated seeds of Sesbania virgata (Cav.) (Pers.)

RESUMO. Esta pesquisa objetivou investigar as alterações celulares durante a perda e o restabelecimento da tolerância à dessecação (TD) em sementes germinadas de Sesbania virgata. A perda da TD foi caracterizada em sementes germinadas com 1, 2, 3, 4 e 5 mm de comprimento de radícula, submetidas à desidratação em sílica gel seguida de reidratação. Para restabelecer a TD, as sementes germinadas foram incubadas por 72h em PEG (-2,04 MPa) com e sem ABA (100 μM) antes da secagem em sílica gel. A viabilidade celular foi avaliada pela sobrevivência de plântulas e a integridade do DNA foi avaliada por meio de eletroforese em gel. Sementes com 1 mm de radícula sobreviveram à secagem até o teor de água original (aproximadamente 10%). O tratamento com PEG foi eficiente para restabelecer a TD, parcialmente, em sementes com 2, 3 e 4 mm, exceto com 5 mm de radícula. Sementes germinadas tratadas com PEG+ABA apresentaram melhor desempenho em relação às sementes sem ABA, sendo que a TD foi restabelecida em sementes com 5 mm de radícula. Dentre as sementes tratadas com PEG e secas até 10% de teor de água, a integridade do DNA foi mantida em sementes com 1 mm de radícula.
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Potencial alelopático in vitro dos exsudatos de Sesbania virgata (Cav.) Pers. sobre tomate e arroz e em fungos micorrízicos arbusculares na fase assimbiótica

Potencial alelopático in vitro dos exsudatos de Sesbania virgata (Cav.) Pers. sobre tomate e arroz e em fungos micorrízicos arbusculares na fase assimbiótica

Durante o processo de germinação de sementes e/ou no desenvolvimento de plântulas ocorre a mobilização de reservas para a formação de novas estruturas celulares. Os dados apresentados nesse trabalho (Figuras 8 a 11) mostram alteração na mobilização de reservas durante a germinação e crescimento inicial da plântula quando as sementes de tomate e arroz foram submetidas ao tratamento com exsudatos de sementes de S. virgata, resultando em atraso do processo. Embora diferenças significativas não tenham sido observadas no teor de matéria seca por efeito desses exsudatos, a quantificação de açúcares totais e redutores indica diferenças nos seus conteúdos em relação ao controle, no 3º dia após o início da embebição, nas sementes de tomate e arroz (Figura 8). Em tomate, o decréscimo no teor de açúcares totais, com o consequente aumento de açúcares redutores nas sementes germinadas em água destilada, sugere ocorrência de hidrólise de carboidratos solúveis, como a sacarose, sugestão corroborada pelo decréscimo detectado na quantidade desse dissacarídeo e incremento de glucose e frutose (Figura 10). Nos tratamentos com exsudatos de sementes de S. virgata ou (+)-catequina comercial isso não foi observado, evidenciando que o atraso no metabolismo desses açúcares pode ser devido à presença desse aleloquímico.
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Endo-β-mannanase from the endosperm of seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae): purification, characterisation and its dual role in germination and early seedling growth

Endo-β-mannanase from the endosperm of seeds of Sesbania virgata (Cav.) Pers. (Leguminosae): purification, characterisation and its dual role in germination and early seedling growth

Although it is not yet known whether Cap and Lat activities are the same polypeptide or not, and therefore encoded by the same or different genes, respectively, as has been observed for tomato seeds, our results suggest that endo- β-mannanase activity present in the legume seed of Sesbania virgata plays a dual physiological function, one related to radicle emergence and the other to storage (galactomannan) mobilisation after germination, depending on its location in the endosperm. This is the first observation of its kind for a plant belonging to the family Leguminosae, which is comprised of about 18,000 species and is the main one that accumulates relatively large amounts of galactomannan in its seeds. The finding of such a dual physiological role for the enzyme in a tropical wild legume species such as S. virgata highlights the importance of the specialisation of galactomannan during evolution as a multifunctional compound (Buckeridge et al., 2000a,b) playing a role during germination (in the release of radicle protrusion) and subsequently in the establishment of the seedling (as a carbon source). There appears to be no doubt that both specialisations maximise the ecophysiological performance of the species under natural conditions in the rain forest.
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GROWTH OF SEEDLINGS OF PIGEON PEA (Cajanus cajan (L.) MILLSP), WAND RIVERHEMP (Sesbania virgata (CAV.) PERS.), AND LEAD TREE (Leucaena leucocephala (LAM.) DE WIT) IN AN ARSENIC-CONTAMINATED SOIL

GROWTH OF SEEDLINGS OF PIGEON PEA (Cajanus cajan (L.) MILLSP), WAND RIVERHEMP (Sesbania virgata (CAV.) PERS.), AND LEAD TREE (Leucaena leucocephala (LAM.) DE WIT) IN AN ARSENIC-CONTAMINATED SOIL

A fitorremediação é uma estratégia que utiliza plantas para descontaminar ou imobilizar poluentes do solo. Entre os poluentes do solo, o As é considerado o principal elemento tóxico aos organismos vivos. A presença de As no solo pode ser decorrente de atividades antrópicas, como: uso de pesticidas (herbicidas e fungicidas); alguns fertilizantes; extração de Au, Pb, Cu e Ni; produção de Fe e aço; combustão de carvão; e coprodução durante a extração de gás natural. Este trabalho avaliou o potencial de feijão-guandu (Cajanus cajan), sesbania (Sesbania virgata) e leucena (Leucaena leucocephala) como fitorremediadoras de solos contaminados por As. Amostras de solo foram colocadas em potes de plástico, incubadas com diferentes doses de As (0, 50, 100 e 200 mg dm -3 ) e semeados com sementes das três espécies. Aos 30 (feijão-
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DISSERTAÇÃO_Relações simbióticas e edáficas de Azorhizobium doebereinerae e de outras espécies nodulíferas em solos coletados próximos ao sistema radicular de Sesbania virgata (Cav). Pers

DISSERTAÇÃO_Relações simbióticas e edáficas de Azorhizobium doebereinerae e de outras espécies nodulíferas em solos coletados próximos ao sistema radicular de Sesbania virgata (Cav). Pers

Para a quebra da dormência das sementes de S. virgata, L. leucocephala e M. atropurpureum, utilizou-se ácido sulfúrico concentrado, 98,08%, durante 40, 35 e 50 minutos, respectivamente. As sementes de P. vulgaris e V. unguiculata foram desinfestadas superficialmente utilizando-se álcool e hipoclorito de sódio (2%), por 30 e 120 segundos, respectivamente. Após o processo de escarificação e desinfestação, as sementes foram lavadas em água esterilizada e colocadas em placas de Petri esterilizadas contendo algodão e papel de filtro umedecido com água esterilizada até o surgimento da radícula. No momento do plantio, foi retirado o tegumento de todas as sementes e a radícula foi inserida nos frascos de vidro, seguindo-se a inoculação com as suspensões das amostras dos solos.
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DISSERTAÇÃO_Características químicas, físicas e biológicas de solos sob Sesbania virgata (Cav.) Pers

DISSERTAÇÃO_Características químicas, físicas e biológicas de solos sob Sesbania virgata (Cav.) Pers

A leguminosa Sesbania virgata é uma espécie nativa da América do Sul com potencial de utilização em áreas degradadas e no reflorestamento de matas ciliares. Esta espécie realiza o processo de Fixação biológica de Nitrogênio (FBN) com o microssimbionte Azorhizobium doebereinerae, resultando em uma simbiose específica e eficiente. Os objetivos do presente trabalho foram: avaliar os atributos químicos, físicos e biológicos dos solos onde essa espécie se estabelece; analisar a ocorrência de Bactérias Fixadoras de Nitrogênio Nodulíferas em Leguminosas (BFNNL) e de Fungos Micorrízicos Arbusculares (FMAs) em solos coletados próximo do caule de S. virgata e relacionar a presença destes microrganismos com os atributos químicos do solo onde esta planta se encontra; estudar o efeito da inoculação de BFNNL e isolados de FMAs em plantas de S. virgata; realizar análise foliar das plantas de S. virgata selecionadas em campo, assim como da serapilheira do diâmetro da projeção da copa desta leguminosa. O presente trabalho foi constituído de quatro etapas. Na primeira, foi feita amostragem de solo em áreas de ocorrência de S. virgata nos pontos, próximo ao caule (PC), projeção da copa (PJC) e a 10 metros (S10) de distância do caule nas profundidades de 0-10 cm e 10-20cm do solo, foram amostradas folhas de S. virgata e da serapilheira ao seu redor nos pontos PJC e S10. Na segunda, as amostras de solos e folhas foram levadas para análises, químicas e física referente ao primeiro e química ao segundo. Na terceira etapa, foram realizadas as análises biológicas, que foram assim constituídas: avaliação da presença de A. doebereinerae nas amostras de solos coletadas em campo; densidade e diversidade de FMAs recuperados do campo; e coinoculação de Azorhizobium sp.e FMAs em plantas de S. virgata. Na última etapa, foi verificada a relação entre os atributos químicos, físicos e biológicos. Concluiu-se que a relação BFNNL e FMAs foi significativa no N total do solo assim como nos teores de K + e o Al 3+ . Encontrou-se alto teor de N nas folhas de S. virgata, assim como na serapilheira ao redor desta. A. doebereinerae foi estimulado pela presença de S. virgata. Porém, a ocorrência de A. doebereinerae nas amostras de solo, nas diferentes distâncias e profundidades em relação a S. virgata, teve distribuição desuniforme em relação aos FMAs. Foram encontrados quatro diferentes gêneros de FMAs, cuja densidade de esporos decresce na seguinte ordem: Acaulospora, Glomus, Paraglomus e Scutellospora. O efeito da coinoculação BFNNL + FMAs promoveu o aumento da matéria seca em S. virgata.
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Desiccation tolerance and longevity of germinated Sesbania virgata (Cav.) Pers. seeds

Desiccation tolerance and longevity of germinated Sesbania virgata (Cav.) Pers. seeds

RESUMO - Em sementes, tolerância à dessecação (TD) e longevidade são necessárias para a melhor dispersão da espécie e para o estabelecimento de um banco de sementes no solo. Ambas são adquiridas durante fase de maturação do desenvolvimento das sementes e perdidas durante a germinação. A TD pode ser re-induzida em sementes germinadas por um tratamento osmótico e/ ou com ácido abscísico. Entretanto, não há informações sobre como esses tratamentos afetam a longevidade das sementes. No presente estudo, utilizou-se sementes germinadas de Sesbania virgata como modelo experimental para investigar os efeitos na longevidade de um tratamento osmótico para re-induzir TD. A longevidade de sementes germinadas de S. virgata submetidas ou não a um tratamento osmótico foi analisada após armazenamento ou envelhecimento acelerado. A radícula é o órgão mais sensível e os cotilédones são o órgão mais resistente. A habilidade de produzir raízes laterais é imprescindível para a sobrevivência das sementes. Sementes germinadas de S. virgata com radícula de 1mm de comprimento toleram dessecação e armazenamento por até três meses sem redução significativa na longevidade. O tratamento osmótico melhora a TD nessas sementes, mas não a longevidade. Sementes germinadas de S. virgata são um bom modelo para estudar a TD desacoplada da longevidade.
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Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Sesbania virgata (Cav.) Pers.

Há uma carência de estudos sobre morfologia de frutos, sementes e plântulas de espécies florestais tanto nativas como exóticas. Sesbania virgata com cerca 6 m de altura, 25 cm de diâmetro a altura do peito e 5 m de diâmetro de copa, apresenta alta plasticidade e segundo Samôr (1999) é encontrada em margens de estradas, terrenos baldios, cavas de extração de argila e em locais próximos ao mar. Apesar de sua ampla distribuição, até o momento não havia uma descrição morfológica das estruturas de propagação e da planta na fase inicial de desenvolvimento.

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TESE_Diversidade genotípica e simbiótica e tolerância a estresses de bactérias associadas a Sesbania virgata (Cav.) Pers.

TESE_Diversidade genotípica e simbiótica e tolerância a estresses de bactérias associadas a Sesbania virgata (Cav.) Pers.

O gênero Sesbania pertence à família Leguminosae e subfamília Papilionoideae. Apresenta em torno de setenta espécies, distribuídas entre ervas, arbustos ou árvores de pequeno a médio porte e são encontradas nas regiões tropicais e subtropicais. Essas espécies se desenvolvem bem em solos com baixa fertilidade natural e alagados, apresentando grande potencial de utilização em áreas de recuperação de solos degradados, no reflorestamento de matas ciliares, como adubos verdes, na formação de cercas vivas, em barreiras contra o vento, como fornecedoras de fibras de boa qualidade e forrageiras na alimentação de ruminantes (Allen & Allen, 1981). Algumas espécies, como S. punicea, S. virgata e S. grandiflora, também apresentam atividades farmacológicas (Matsuda et al., 1985; Braggio et al., 2002; Doddola et al., 2008).
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