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CUSTOS DA ROTATIVIDADE DE PESSOAL: EVIDÊNCIAS NO SETOR DE SUPERMERCADOS / Costs of staff turnover: evidence in the supermarket sector

CUSTOS DA ROTATIVIDADE DE PESSOAL: EVIDÊNCIAS NO SETOR DE SUPERMERCADOS / Costs of staff turnover: evidence in the supermarket sector

A rotatividade de funcionários é um desafio significativo para as organizações, pois reflete nas estratégias e no desempenho organizacional. Este estudo apresenta os resultados de uma pesquisa sobre rotatividade no setor de supermercados, com foco especial nos custos resultantes desse processo. Com base na literatura sobre rotatividade e dados atualizados sobre o tema, um estudo de caso foi desenvolvido em uma empresa familiar do segmento supermercadista de Santana do Livramento, RS. Todos os dados referentes à rotatividade ao longo de um ano foram coletados, complementados com entrevistas e observação direta, possibilitando fornecer um panorama sobre o tema. A pesquisa demonstra que os principais custos da rotatividade estão atrelados aos processos de desligamento, reposição e treinamento dos novos colaboradores. A pesquisa confirma o que aponta o panorama nacional de um elevado índice de rotatividade, o qual contribuiu para a incidência de altos custos, indicando a necessidade de planejar ações empresariais, como o aperfeiçoamento do processo de recrutamento e seleção, recepção, acompanhamento e treinamento dos colaboradores. Por fim, o estudo aponta para a necessidade de mensuração dos custos intangíveis da rotatividade, além do desenvolvimento de novas pesquisas sobre o tema, com foco nas causas desse fenômeno.
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Estratégia de operações no varejo: um estudo sobre perfilar mercado, produto e operações no setor de supermercados

Estratégia de operações no varejo: um estudo sobre perfilar mercado, produto e operações no setor de supermercados

Na busca de uma maior competitividade e até mesmo guiados pela luta da sobrevivência no setor de supermercados, surgiu à necessidade das PME’s buscarem qualificação em termos de tecnologia, diferenciação de serviços e produtos oferecidos ao consumidor. Como conseqüência, surgiu às redes de empresas, ou redes de supermercados, onde a concorrência estimulou as PME’s a alcançar níveis de produtividade e qualidade mais altos, ocasionando assim o crescimento das empresas. A rapidez, a falta de experiência e a não definição do perfil dos associados das redes ou dos mercados, fez com que os mesmos passaram a sofrer uma depuração, onde Redes mal-estruturadas gerariam a necessidade de estudos mais detalhados na busca da identificação de oportunidades de ganhos de competitividade ou perda por inconsistência.
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Precarização do trabalho no setor de supermercados : um estudo de caso com trabalhadores em Natal

Precarização do trabalho no setor de supermercados : um estudo de caso com trabalhadores em Natal

A precarização do trabalho, processo situado historicamente pós III Revolução Industrial, se expressa como uma das faces das mudanças no modo de produção e nas condições de trabalho. O presente estudo tem por objetivo identificar o processo de precarização do trabalho no setor de supermercados da cidade de Natal. A escolha por este setor e categoria profissional decorre do pouco investimento em estudos no setor de comércio e das transformações tecnológicas e administrativas que os supermercados vem executando. Após a revisão de literatura nos foi possível elencar dez indicadores da precarização que permitiram a estruturação de um roteiro de entrevista e aplicação do mesmo junto aos empregados de dois supermercados (empresas locais) da cidade de Natal. Foram escolhidos seis trabalhadores de diferentes funções para participarem da pesquisa: operador de caixa, repositor de mercadorias e atendente enquanto participantes da pesquisa. A partir das entrevistas transcritas desenvolveu-se uma análise de conteúdo categórica a fim de identificar a presença ou não dos indicadores da precarização. A categorização nos permitiu identificar cinco grandes temas: caracterização do emprego; significado do trabalho: seus atributo; significado do trabalho: centralidade do trabalho; comentários sobre a contratação de aprendizes ou estagiários e conteúdos transversais ao trabalho. Os conteúdos de tais temas expressam a presença ou não do processo de precarização no setor de supermercados de Natal. O trabalho precarizado é identificado na fala dos participantes quando se referem à perda do poder de negociação salarial entre empregados e proprietários e naturalizam as precárias condições de trabalho.
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UMA ANÁLISE SOBRE A ESTRUTURA, CONDUTA E DESEMPENHO DO SETOR DE SUPERMERCADOS DO BRASIL

UMA ANÁLISE SOBRE A ESTRUTURA, CONDUTA E DESEMPENHO DO SETOR DE SUPERMERCADOS DO BRASIL

Em relação à demanda, por se tratar em grande parte na compra e venda de produtos alimentícios e outros gêneros de primeira necessidade, é influenciada principalmente pelas condições de renda do trabalhador. Segundo estudo mostrado por Wilder (2003), no Brasil o crescimento da renda tem impacto imediato sobre a demanda de alimentos, e esta pelo faturamento dos supermercados. A atual exigência dos consumidores não somente por preços, mas também pela qualidade nos produtos e na prestação dos serviços, deveu-se ao fim da inflação, que proporcionou a comparação de preços entre os concorrentes. A característica do modo de se fazer compras também mudou. Ao contrário de antes, os consumidores as fazem mais freqüentemente, porém com um menor volume comprado em cada compra, mas com maior valor médio. Outro ponto de destaque são as diferenças regionais observadas nas diferentes regiões do país, o ilustra a necessidade das firmas supermercadistas em conhecer as peculiaridades de seu público alvo de cada estabelecimento.
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Econ. Apl.  vol.13 número2

Econ. Apl. vol.13 número2

Este trabalho teve como objetivo analisar a eficiência técnica e de es- cala do setor de supermercados do Brasil, tomando como referência os 300 maiores supermercados listados no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) em 2006. Para a análise da eficiência foi utili- zada a abordagem Data Envelopment Analysis (DEA), que consiste de téc- nica não-paramétrica em que o desempenho das organizações é medido através da fronteira relativa de eficiência, baseada na matriz de insumos e produtos das Decision Making Units (DMUs). Embora, a eficiência téc- nica mostrou-se associada ao porte dos supermercados, destacou-se, de modo geral, baixos níveis de desempenho no setor, o que requer políticas de ação corretiva, visando garantir o seu crescimento bem como o bem estar social. A existência de benchmarks em todos os estratos estabelecidos torna-se referência para a construção de estratégias competitivas.
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Análise quantitativa do arsênio em arroz de diferentes tipos beneficiados nos municípios de Jaraguá do Sul e Massaranduba

Análise quantitativa do arsênio em arroz de diferentes tipos beneficiados nos municípios de Jaraguá do Sul e Massaranduba

As amostras de arroz foram compradas em supermercados da região de Jaraguá do Sul, numeradas e classificadas de acordo com o processo de beneficiamento pelo qual passaram [r]

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Análise da maturidade do processo de armazenagem em centros de distribuição de supermercados em FortalezaCE: um estudo multicasos

Análise da maturidade do processo de armazenagem em centros de distribuição de supermercados em FortalezaCE: um estudo multicasos

A Logística e seus processos, especialmente o de armazenagem, apresentam-se como uma das formas que a empresa possui para reduzir custos e agregar valor aos stakeholders. Esta pesquisa tem como objetivo desenvolver um método de análise da maturidade para analisar o processo de armazenagem dos Centros de Distribuição (CD) em Fortaleza/CE. Entende-se por maturidade o quanto o CD está evoluído em determinada área ou processo. Através desta análise, o Centro de Distribuição pode potencializar os pontos fortes e solucionar ou amenizar os pontos fracos. Para tal, foram estabelecidos atributos, dimensões e práticas para as infraestruturas de organização, pessoas e tecnologia, bem como para suas interfaces internas e externas. Também foi elaborado o instrumento para diagnóstico dos CDs. Para a elaboração do método de avaliação de maturidade, foram realizadas pesquisas bibliográficas e validação com profissionais de Logística. O instrumento foi aplicado em Centros de Distribuição de supermercados com a finalidade de analisar a maturidade da armazenagem dos CDs. Desta forma, poderá ser analisado o grau de maturidade do processo e serem propostas formas para aprimorá-lo. Após a aplicação do instrumento, pode-se observar a heterogeneidade das empresas pesquisadas, bem como a necessidade de melhorias na comunicação com os fornecedores.
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GERADOS POR SUPERMERCADOS EM CIDADES DE PORTES DIFERENTES VITOR EDUARDO MOLINA JUNIOR

GERADOS POR SUPERMERCADOS EM CIDADES DE PORTES DIFERENTES VITOR EDUARDO MOLINA JUNIOR

Estudo de impacto de vizinhança : avaliação de impactos gerados por supermercados em cidades de portes. diferentes / Vitor Eduardo Molina Junior[r]

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CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA

Dado o conjunto de atividades necessário à execução da dissertação e a natureza diversa de tarefas a que foram executadas nas diferentes fases, a metodologia é apresentada em tópicos, de forma a melhor explicitar os métodos e técnicas a serem aplicados em cada uma das fases: (1) revisão bibliográfica; (2) elaboração / adaptação da base cartográfica; (3) identificação e seleção dos supermercados; (4) delimitação e reconhecimento das áreas de influência; (5) seleção de componentes ambientais e atributos a serem tratados e montagem de um questionário de levantamento de dados; (6) levantamento de dados (campo e questionário); (7) elaboração da matriz de impactos; (8) registro dos dados em SIG; (9) identificação e avaliação de impactos; (10) representação espacial dos resultados; (11) investigação de como está sendo aplicado o EIV.
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Área de influência: um estudo no varejo de supermercados.

Área de influência: um estudo no varejo de supermercados.

efetivamente apresentam maior variedade, mais conforto e serviços e, em geral, preços muito competitivos, conseguindo, assim, maior capacidade de atrair clientes. A exten- são da área de influência é afetada pelo ta- manho da loja, mas a área de influência não cresce proporcionalmente com o aumento do tamanho da loja, ou seja, a relação é não-li- near (Bell, Ho e Tang, 1998, p. 355). Tem-se também observado que maior densidade po- pulacional vem, em geral, acompanhada de maior oferta de supermercados concorrentes e de maior lentidão no tráfego, fatores que restringem a extensão da área de influência de cada loja.
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Controladoria em supermercados da região do grande abc

Controladoria em supermercados da região do grande abc

No atual nível de competição e concorrência pelo qual as empresas estão passando no Brasil, nota-se que em alguns segmentos e nichos de atuação, que os gestores e tomadores de decisão não possuem o conhecimento teórico e acadêmico das boas práticas de controladoria e consequentemente, não estão preparados para minimizar as dificuldades no momento de enfrentar a concorrência profissionalizada. É o caso de supermercados de bairro que não são pertencentes a grandes redes de supermercados e hipermercados. Não é difícil encontrar gestores e tomadores de decisão que não estão preparados para enfrentar a concorrência dos grandes players que cada vez mais estão customizando suas operações e entrando nesse nicho de atuação, onde os supermercados estão inseridos. As grandes redes de supermercados e hipermercados que estão cada vez mais se inserindo no nicho de supermercados de bairro, dispõem de recursos significativos, dos quais podem ser destacados: estrutura logística extremamente eficiente e eficaz; contam com seu poder de barganha nas negociações de compra e venda de suas mercadorias, e também, possuem um departamento de controladoria Esse departamento de controladoria tem como principal objetivo, através de indicadores, índices e informações sobre o negócio, subsidiar os gestores e tomadores de decisão no que tange a definir a melhor estratégia para realizar a gestão de supermercados e hipermercados ligados as grandes redes.
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Estratégias competitivas adotadas pelos supermercados de Teresina

Estratégias competitivas adotadas pelos supermercados de Teresina

O varejo supermercadista está enfrentando um grande desafio relacionado à criação de diferenciais competitivos. A entrada no mercado de grandes grupos estrangeiros, o tímido crescimento econômico dos últimos anos e a diminuição do poder aquisitivo do consumidor ocasionaram o aumento da concorrência neste setor. Esses fatores, dentre outros provocaram transformações nas organizações supermercadistas, obrigando-as a buscar modernas ferramentas de gestão, uma necessidade fundamental de compreender seus consumidores e os motivos que os levam a um estabelecimento para realizar suas compras. Diante disto procurou-se identificar neste trabalho as estratégias competitivas utilizadas pelos supermercados de Teresina para vencer a concorrência. Foram selecionados 12 (doze) supermercados para a aplicação de um questionário sobre gestão estratégica e estratégia e concorrência no mercado teresinense, onde concluiu-se que atributos importantes como localização da loja, preços, ofertas, variedade de produtos, ambientação, lojas de vizinhança, são estratégias bastante utilizadas e quando bem planejadas tornam-se um diferencial, associando sua loja e sua marca à preferência do consumidor.
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Atributos explicativos da intenção de recompra em supermercados

Atributos explicativos da intenção de recompra em supermercados

Destaca-se, dentre as atividades relativas ao comércio varejista, o setor supermercadista. Segundo Associação Brasileira de Supermercados - ABRAS 2 , para ser classificado como varejo alimentar, o estabelecimento varejista deve comercializar uma determinada variedade de produtos, entre elas: bebidas achocolatadas em pó, café solúvel, caldos, carnes congeladas, enlatados, gorduras, iogurtes, leite em pó, margarinas, massas alimentícias refrigeradas, óleos e azeites, pudins, gelatinas, flans e sopas desidratadas. As lojas ainda podem ser classificadas em auto-serviço e tradicionais, sendo as primeiras aquelas que oferecem aos seus clientes a possibilidade de se auto-servirem, por meio de carrinhos e disposição especial dos produtos, além de check-outs, que correspondem a um balcão na saída da loja equipado com caixa registradora, terminal de ponto de venda (PDV), máquina de calcular, máquina de somar e conferência de compras; e as segundas, aquelas em que a presença do vendedor ou balconista é indispensável.
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Fatores da satisfação e fidelidade do cliente: um estudo no varejo de supermercado

Fatores da satisfação e fidelidade do cliente: um estudo no varejo de supermercado

O segundo capítulo desta pesquisa apresenta conceitos de varejo de supermercado, gestão da satisfação do cliente e fidelidade à marca, e a perspectiva de validação do relacionamento desses conceitos. Neste capítulo, são apresentados os principais referenciais teóricos que fundamentam este estudo. Considerou-se relevante e oportuno apresentar o setor supermercadista, os conceitos aplicados ao varejo de supermercado, a gestão da qualidade, a satisfação e fidelidade do cliente, juntamente com os modelos dos índices de satisfação do cliente, pois contribuem para estabelecer uma imagem mais precisa dos resultados de uma economia, de um setor de atividade, de uma região ou empresa, ao mesmo tempo em que podem ajudar a estabelecer abordagens uniformizadas de medição. O capítulo enfoca, ainda, o modelo de construção e fixação de marcas, que poderá gerar valor para a marca do supermercado e identificar ajustes estratégicos em seu sistema de atividades.
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A influência sobre os consumidores das Políticas de Educação e Gestão Ambiental dos Supermercados Varejistas da região Central de Belo Horizonte

A influência sobre os consumidores das Políticas de Educação e Gestão Ambiental dos Supermercados Varejistas da região Central de Belo Horizonte

Hoje, encontramos em determinadas redes de supermercados como a rede Verdemar, Super Nosso e Carrefour, na região Central de Belo Horizonte, a oferta de caixas de papelão reutilizadas, para que seus consumidores coloquem suas compras, eliminando assim a venda de sacolas biodegradáveis, trabalhando em seus consumidores a responsabilidade ecológica.

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METODOLOGIA DE DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DOS PÓLOS GERADORES DE VIAGENS PARA ESTUDOS DE GERAÇÃO DE VIAGENS – UM ESTUDO DE CASO NOS SUPERMERCADOS E HIPERMERCADOS LEANDRO RODRIGUESE SILVA

METODOLOGIA DE DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA DOS PÓLOS GERADORES DE VIAGENS PARA ESTUDOS DE GERAÇÃO DE VIAGENS – UM ESTUDO DE CASO NOS SUPERMERCADOS E HIPERMERCADOS LEANDRO RODRIGUESE SILVA

No que diz respeito ao tráfego gerado pelos PGVs estudados, pode-se concluir até o momento que deve-se dar atenção especial ao horário de pico da tarde do empreendimento nos estudos de impactos deste tipo de PGV, pois este coincide com o pico do tráfego externo. Embora a maioria dos supermercados pesquisados tenham apresentado suas horas de maior movimento no período da manhã (entre 8:00 e 11:00 horas), considerou-se que o impacto causado no tráfego seria inferior neste período. Vale ressaltar que é importante considerar a categoria da viagem quando se inferir sobre o impacto do PGV sobre o tráfego externo. No caso estudado, foram encontradas as porcentagens de 74%, 13% e 13% para as viagens primárias, desviadas e não desviadas respectivamente.
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A implantação da filosofia de administração para a qualidade total em supermercados

A implantação da filosofia de administração para a qualidade total em supermercados

Acreditamos no sentido da qualidade como uma filosofia de trabalho orientada para o mercado, com uma visão de longo prazo, podendo ser aplicada. Ficou claro que a competitividade requer [r]

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Alocação dos produtos nas gôndolas dos supermercados: um estudo de caso.

Alocação dos produtos nas gôndolas dos supermercados: um estudo de caso.

Já a medição das faces visíveis dos produtos nas gôndolas foi possível graças a uma constata- ção feita anteriormente durante visitas em várias lojas da rede de supermercados pesquisada: as gôndolas são formadas por módulos que possuem poucos padrões de tamanho, que se repetem não só dentro da mesma loja, mas em várias lojas da rede. A simples medição de alguns destes módulos já era o suficiente. Bastava então a contagem de quantos módulos cada seção dispunha em cada loja. Esses módulos variavam de tamanho, desde cinqüenta centímetros até um metro e trinta, sendo esta
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A importância da rapidez de atendimento em supermercados: um estudo de caso.

A importância da rapidez de atendimento em supermercados: um estudo de caso.

Finalmente, o cruzamento de classes de número de itens comprados, percepção de diferença de preços entre supermercados e escolaridade dos clientes, permite consi- derar que clientes com escolaridades mais altas parecem efetuar compras com maior número de itens e não acre- ditar haver diferença de preços entre supermercados. Ao contrário, clientes com escolaridades mais baixas parecem realizar compras menores e acreditar haver diferença de preços. Isto se torna mais coerente quando é considerada a pesquisa da PNAD (pesquisa nacional por amostra de domicílio) do IBGE, que mostra que a renda média de um trabalhador brasileiro está diretamente ligada à sua esco- laridade, ou seja, clientes com maior escolaridade tendem a ter rendas significativamente mais elevadas. Para estes clientes, não haver diferenças de preços entre supermer- cados deve ser interpretado como não haver diferença significativa de preços, o que é inerente ao seu poder aqui- sitivo. Além disso, efetuar compras possivelmente maiores também depende de sua possibilidade financeira.
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Estratégia de marcas próprias em supermercados: estudo de multicasos

Estratégia de marcas próprias em supermercados: estudo de multicasos

Para definir sua estratégia, o varejo deve considerar um grupo de variáveis, que inclui os tipos de mercadorias e serviços oferecidos, preço dos produtos, divulgação e ações promocionais, desenho e formato de loja, arranjo físico das mercadorias, funcionários para auxiliar os consumidores e a conveniência da localização da loja, para atender as necessidades de seus segmentos-alvo. Normalmente, a diferenciação dos varejos é realizada através de oferta de produtos e serviços únicos ou com novos formatos, porém o formato pode ser copiado e, geralmente, os fornecedores são os mesmos. Assim, as marcas próprias são uma forma de o varejo conseguir estabelecer seu posicionamento. Embora a preocupação com estratégias de marcas próprias no Brasil seja recente, ela representa hoje para os supermercados um dos principais pontos em sua estratégia, impactando diretamente suas decisões de posicionamento (VALERIA; SILVA; PIATO, 2013).
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