Setor Informal Urbano

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O setor informal urbano frente à dinâmica capitalista: um estudo em Feira de Santana-BA.

O setor informal urbano frente à dinâmica capitalista: um estudo em Feira de Santana-BA.

Emprego no Setor Informal Urbano das Economias Periféricas: O Caso do Nordeste Brasileiro.. Informalidade na Região.[r]

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Um estudo sobre o setor informal urbano e formas de participação na produção

Um estudo sobre o setor informal urbano e formas de participação na produção

A reprodução da produção capitalista gera, simultaneamente, os espaços produtivos deixados abertos para a produção informal, como também parte do excedente de mão-de-obra – desempregados e procedentes de atividades informais desativadas. Tanto o espaço produtivo como o excedente de mão-de-obra gerados devem ser qualificados em sua composição e analisados em termos das relações com a produção formal. Não existe implicação direta para que os pobres urbanos formem este Setor, nem que expulsos do campo ali insiram, pois, além das barreiras à entrada em determinadas atividades informais, eles podem ser absorvidos por firmas capitalistas em determinados ramos e postos de trabalho ou por atividades geradas pelo Estado. Isto depende do padrão e do ritmo de crescimento da economia que estabelece a quantidade de postos de trabalho assalariado e a qualidade potencial efetiva de força de trabalho exigida para ocupá-los. Depende também do espaço qualitativo – tipo de atividades, requisitos de instrumentos de trabalho e de qualidade de força de trabalho para exercê-las – e quantitativo deixado em aberto pra o setor Informal, bem como da capacidade de resistência deste e de seus integrantes. Além disso, este fato deve ser analisado com base no desenvolvimento econômico encerrado pela realidade que está sendo estudada e não no sentido genérico. A conformação do Setor Informal e suas relações são diferentes em Recife, São Paulo e Londres e Hong-Kong etc., sendo que evidências empíricas indicam que é mais significativo quantitativamente e representa baixos níveis de renda nas regiões menos desenvolvidas. Os relatórios de órgãos internacionais pecam, às vezes, por não aprofundar aspectos específicos das realidades estudadas. 15
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MULHER E DESENVOLVIMENTO: O PROGRAMA DE MICROCRÉDITO REGIONAL PARA AS MULHERES NO SETOR INFORMAL URBANO: 1980-2002 Um Estudo de Caso: Brasil-Bolívia

MULHER E DESENVOLVIMENTO: O PROGRAMA DE MICROCRÉDITO REGIONAL PARA AS MULHERES NO SETOR INFORMAL URBANO: 1980-2002 Um Estudo de Caso: Brasil-Bolívia

A realização da pesquisa sobre Mulher e Desenvolvimento: O Programa de Microcrédito Regional para as Mulheres no Setor Informal da Urbano: 1980 – 2002 – Um Estudo de Caso: Brasil-Bolívia, se tornou possível com o apoio do CEPPAC-UnB, da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, do Ministério da Educação e da Comissão para o Intercâmbio Educacional entre os Estados Unidos e o Brasil – Comissão Fulbright.

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O setor informal e a lei do microempreendedor individual: um estudo para a região metropolitana de Salvador (RMS)

O setor informal e a lei do microempreendedor individual: um estudo para a região metropolitana de Salvador (RMS)

A relevante participação dos trabalhadores informais na dinâmica econômica do país, serviu como marco para criação da Lei do Microempreendedor – lei complementar n°123, de 14 de dezembro de 2006 -, que propõe a formalização de empresários informais através da redução da carga tributária e da burocracia. A grande heterogeneidade do setor, contudo, permite que políticas dessa natureza impactem de forma diferenciada o conjunto de trabalhadores ali inseridos. Este trabalho, portanto, objetiva estudar os principais fatores que influenciam a decisão dos trabalhadores informais a permanecerem na informalidade. Com base em pesquisa direta (aplicação de questionários), serão identificadas as principais variáveis que influenciam a decisão de os trabalhadores informais da RMS continuarem ou não no setor informal. Dessa forma, será traçado um perfil das principais características dos trabalhadores informais dessa região, determinando aqueles que se enquadrem como microempreendedores individuais e, assim, o foco é direcionado para que eles possam sair da informalidade.
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Setor informal: um estudo sobre os camelôs do Shopping Popular em Cuiabá - MT/2003

Setor informal: um estudo sobre os camelôs do Shopping Popular em Cuiabá - MT/2003

mundialização, o mercado de trabalho seja a nível regional ou até mesmo municipal tem sofrido abalos importantes e sistemáticos. Para os trabalhadores, esses abalos representaram a perda de postos de trabalho e conseqüentemente o aumento do desemprego. É certo que não se trata de um fenômeno somente a nível nacional, mas, segundo Pochmann (2000, p. 17): “as causas de seu tamanho são, inequivocamente, nacionais ”. Ainda, segundo o autor, a partir da segunda metade da década de oitenta o Brasil entrou numa recessão do mercado de trabalho brasileiro sem precedentes, “apesar de termos uma população que representa 3% da mundial, ostentamos o 6% do desemprego no mundo ”. Ainda, de acordo com o autor, desde a década de 80, a economia do país não vem apresentando capacidade de expansão. Estatisticamente, os dados apontam que entre 1993 e 1997, a indústria brasileira perdeu uma boa parte dos postos de trabalho no setor industrial devido ao modelo econômico introduzido no país. Diante desse fato observou-se no contexto cuiabano que de meados da década de 1995 até o ano 2000, mais de seiscentas e sessenta (660) empresas foram extintas no município 42 . Não se pode precisar concretamente quantos empregos diretos e indiretos deixaram de existir, mais pode- se verificar que esse quadro contribuiu para precarizar a vida de muitos trabalhadores, principalmente daqueles que afirmaram ter procurado o setor informal motivados pelo desemprego e pela necessidade de prover a família com relação a satisfação das necessidades essenciais para sua sobrevivência.
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“O setor informal e as formas de participação na produção”: os casos das Regiões Metropolitanas de Salvador e Recife

“O setor informal e as formas de participação na produção”: os casos das Regiões Metropolitanas de Salvador e Recife

Deve-se destacar que não existe de fato uma concordância a respeito da composição do setor informal, mas, de acordo com CACCIAMALI (1989), este não deve ser demarcado como lócus das firmas que não cumprem a legislação. Enquanto a economia submersa ou subterrânea é caracterizada pelas atividades econômicas que não cumprem as regulamentações institucionais, sejam estas fiscais, trabalhistas, sanitárias ou de outro tipo, o termo economia informal representa o segmento da estrutura produtiva organizada sob a forma de pequena produção. A ilegalidade constitui a principal característica da economia submersa, enquanto que para o setor informal, a ilegalidade não constitui característica essencial, visto que a tendência daqueles inseridos no setor informal é estabelecer-se de forma mais estável, para a qual necessitaria de legalização por diversos motivos, entre os quais a contratação de mão-de-obra. De acordo com CACCIAMALI, existem diferenças essenciais entre a economia informal e a economia submersa, diferenças estas dadas por aspectos teóricos e formas de mensuração. Quanto à forma de expansão, os fatores que induzem à economia subterrânea referem-se aos custos trabalhistas do emprego legal e a carga fiscal sobre as empresas, enquanto que a inserção no setor informal está intrinsecamente ligada à necessidade de obtenção dos meios necessários para a sobrevivência ou complementação da renda familiar (CACCIAMALI, 1989).
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Evolução do diferencial de rendimentos entre setor formal e informal no Brasil: o papel das características não observadas.

Evolução do diferencial de rendimentos entre setor formal e informal no Brasil: o papel das características não observadas.

Para analisar os diferenciais entre os segmentos informal e formal, são utili- zadas regressões quantílicas, de modo a avaliar como se comportam os de- terminantes do rendimento tanto em termos de quantis como também ao longo do tempo. Não se negligencia a importância de uma possível seleção nos modelos. Entretanto, em geral, as estimativas dos diferenciais de rendi- mentos entre os setores são baseadas em pressupostos muito fortes sobre os processos de seleção subjacentes à escolha entre a ocupação em cada um dos setores. Argumenta-se que a heterogeneidade individual não mensurada leva a um viés nas estimativas dos diferenciais, ou seja, que as características produtivas daqueles que escolhem o setor formal diferem de forma não mensurada dos indivíduos idênticos (em termos das características obser- vadas) ocupados no setor informal. Contudo, podemos afi rmar que não há consenso sobre esse ponto, e mesmo quando se verifi ca que a seleção é im- portante, não há consenso sobre como o processo deve ser modelado. A identifi cação dos modelos de seleção exige variáveis que infl uenciam na de- cisão de seleção, mas que sejam independentes do salário. No entanto, a maioria das variáveis utilizadas na literatura pode ser igualmente interpre- tada como conectada diretamente aos rendimentos dos indivíduos, o que signifi ca o questionamento de sua utilização como instrumentos. Adicio- nalmente, um fator complicador a ser considerado é que a composição do setor informal vem mudando muito ao longo do tempo, e, nesse sentido, muitos indivíduos “selecionados” para o setor formal podem ter se movido involuntariamente para o setor informal.
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O Trabalho Informal na Cidade Fortaleza: Entre o Saneamento Urbano, Políticas Públicas e a Filosofia (1880-1910)

O Trabalho Informal na Cidade Fortaleza: Entre o Saneamento Urbano, Políticas Públicas e a Filosofia (1880-1910)

Concomitante a isso, compreender os costumes existentes na cidade de Fortaleza relacionado à limpeza das ruas, ao enterro de seus mortos, a elaboração das leis citadinas e a rede informal de venda e trocas de produtos alimentícios, bem como refletir estes cos- tumes frente aos novos valores que foram trazidos para a capital cearense, ditando novos costumes e maneiras de tratamento do corpo e do trabalho, tidas pelas autoridades e pelas elites de Fortaleza como práticas “feias” e “risíveis”, se faz necessário. Não apenas para entender o passado. Mas, principalmente, para entender o motivo das estruturas políticas, que também são ideológicas, em quererem, substancialmente, legislar o corpo e a mente. 5. referências
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Setor informal da economia e a dinâmica dos territórios nas praias da cidade do Natal/RN

Setor informal da economia e a dinâmica dos territórios nas praias da cidade do Natal/RN

Os proprietários de quiosques, quando se referem às antigas barracas de praias, deixam muito claro sua insatisfação. Das antigas barracas eles se referem com saudades comparando aquelas com as de hoje (quiosques). O fator mais citado entre os proprietários é com relação ao tamanho da barraca; nas antigas, eles podiam, preparar, cozinhar e servir almoços e vários tipos de comidas e bebidas, tudo preparado ali mesmo. Nos pontos atuais, todos eles devem seguir regras estipuladas por contratos firmados com a prefeitura. Isso revela o quanto os trabalhadores do setor informal da economia gostam de viver sem regras e na base do improviso, foi o que evidenciou certo vendedor de bonés, quando se lhe perguntou: há quanto tempo o Sr. vende esse tipo de produto na praia? Ao que ele respondeu nos seguintes termos:
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Imperfeições no mercado de crédito e racionamento de crédito: uma análise para o setor informal no Brasil.

Imperfeições no mercado de crédito e racionamento de crédito: uma análise para o setor informal no Brasil.

produzem apenas para o próprio consumo. Essas unidades são caracterizadas por produzirem em baixa escala, baixo nível de organização e por haver quase nenhuma separação entre capital e trabalho, conquanto fatores de produção. Está excluída também da pesquisa a chamada “população de rua”. Os setores urbanos foram estratificados na amostra probabilística de domicílios inicialmente por sua condição geográfica; em um segundo momento, houve um processo de estratificação das unidades primárias dentro de cada estrato geográfico, que considerou a renda dos indivíduos de forma a incluir na amostra os proprietários do setor informal das mais diversas classes de renda. O tamanho da amostra de cada área de pesquisa utilizou como variá- vel de dimensionamento o total de proprietários do setor informal, com erro de amostragem estimado em %, com exceção do Nordeste, que foi de %.
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O setor informal em Salvador: perfil socioeconômico dos empreendedores informais de rua no ano de 2009

O setor informal em Salvador: perfil socioeconômico dos empreendedores informais de rua no ano de 2009

A nova classificação proposta pela OIT propõe uma estruturação analítica sustentada nas formas de organização da produção e não apenas na tecnologia utilizada no processo produtivo. Nesta definição, o setor informal caracterizava-se como um segmento com grande facilidade de entrada; utilização de recursos de origem doméstica; processo intensivo em trabalho; produção em pequena escala e cuja mão-de-obra absorvida, geralmente, era menos qualificada (CACCIAMALI, 1994). Este conceito inicial de setor informal não considerou a interdependência entre os setores formal/informal e associou este último aos setores mais pobres da população ocupada, desconsiderando as formas de inserção do trabalhador na produção (CACCIAMALI, 1991). Dessa forma, apesar desse primeiro uso conceitual merecer relevância por ter sido o primeiro esforço para os estudos e análises sobre o setor informal, ele não representa uma abordagem completa para a descrição deste setor.
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Integração do setor informal de reciclagem no sistema de gestão de resíduos sólidos da cidade do Recife

Integração do setor informal de reciclagem no sistema de gestão de resíduos sólidos da cidade do Recife

O setor informal de reciclagem é uma das principais rotas de retorno de materiais recicláveis à cadeia produtiva em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Os catadores são, ao mesmo tempo, o elo mais importante e mais frágil dessa cadeia que fomenta a logística reversa do gerenciamento de resíduos sólidos nesses países. Com muita frequência, os catadores são invisíveis aos governos e, até mesmo, vistos como ameaças por alguns setores da sociedade, apesar da sua importância na proteção ambiental. Os catadores, deposeiros e a indústria de reciclagem compõem o mercado informal de reciclagem na cidade do Recife. Essa tese tem como objetivo principal auxiliar na proposição de mecanismos de planejamento para integração do setor informal de reciclagem à gestão dos resíduos sólidos na cidade do Recife. Para realização desse trabalho, um levantamento de dados sobre o mercado informal de reciclagem (catadores, cooperativas, deposeiros e indústria recicladora) foi realizado como o intuito de detectar as oportunidades de integração dessas atividades informais às atividades formais de gerenciamento de resíduos sólidos municipal. Entrevistas confrontadas com a literatura existente permitiram delinear um perfil dos catadores (idade, gênero, rendimento, vinculação à cooperativas e formação profissional). Com base nos dados levantados e nos modelos de integração existentes na literatura, também foi possível indicar arranjos viáveis para uma futura integração de catadores ao sistema formal de gerenciamento de resíduos sólidos.
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Deficiência e trabalho no setor informal: considerações sobre processos de inclusão e exclusão social.

Deficiência e trabalho no setor informal: considerações sobre processos de inclusão e exclusão social.

A análise das condições de trabalho de pessoas com deficiências no comércio ambulante na cidade de São Paulo ressalta aspectos que dizem respeito à gestão do espaço urbano e ao papel d[r]

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Análise microeconomica do setor transporte coletivo urbano coletivo

Análise microeconomica do setor transporte coletivo urbano coletivo

zadas como tal para a exploração desse serviço. A origem das atuais empresas é algo que.. merece uma observação cuidadosa, para que se possa.[r]

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The Role of the informal sector in social development in kenya = O papel do setor informal no desenvolvimento social no Quenia

The Role of the informal sector in social development in kenya = O papel do setor informal no desenvolvimento social no Quenia

The role of the informal sector cannot be underestimated especially in developing countries. However, the contribution of the sector varies from country to country (Charmes 2012; Chen 2013). Contrary to the traditional view of the informal sector as a transitional marginal phenomenon, recent studies indicate that it may be more of a long term feature of developing economies particularly in Africa and Latin America where the sector continue to expand (Bekkers and Stoffers, 1995; Charmes, 2000). In Kenya, as analyzed in the previous chapters, the sector has grown dramatically since the independence. According to Charmes (2012) approximately 70–80% of the population in Kenya among other sub Saharan countries sustain their lives and livelihoods through engaging in non-agricultural employment in the informal sector. There has been a significant debate however, on the contribution of the informal economy to the alleviation of poverty. The relationship of the sector and poverty is contradictory as on one hand, it is viewed as an important element to poverty reduction while on the other hand it sustains poverty among the individuals involved.
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Soluções tecnológicas para o transporte urbano visando a descarbonização do setor

Soluções tecnológicas para o transporte urbano visando a descarbonização do setor

Ao mesmo tempo que analisamos as alternativas ao combustível fóssil, é importante ter presente que os objetivos do setor do transporte também passam pela redução do consumo de energia, aumento da eficiência energética e favorecimento da independência energética. No Capítulo 3 consideraram-se os biocombustíveis, o hidrogénio e a energia elétrica como potenciais formas de redução das emissões de GEE do transporte individual. A aposta nos biocombustíveis na região do Algarve pode significar a reutilização de um património outrora explorado para produção de géneros alimentícios enquanto se promove a reutilização de infraestrutura de distribuição existente mas exige um grande investimento ao nível da infraestrutura para produzir esse biocombustível, sem que a médio e longo prazo reduza eficazmente o volume de GEE. Ainda assim a reutilização de terrenos deixados de explorar pode verificar-se favorável do ponto de vista económico e social da região. O caso do hidrogénio tem potencial para ultrapassar um conjunto de barreiras que as restantes soluções tecnológicas apresentam (redução de GEE no caso dos combustíveis fósseis e eliminação da ansiedade de autonomia no caso dos veículos elétricos), tendo a capacidade para reduzir em larga escala as emissões de GEE (caso se produza a partir de fontes renováveis) sem apresentar dificuldade de adaptação por parte do consumidor, no entanto este tipo de combustível exige também um esforço económico enorme para que se desenvolva a infraestrutura de distribuição. Em ambos os combustíveis anteriormente mencionados e considerando que na região do Algarve menos de 50.000 habitantes têm um padrão de deslocação pendular, é pouco provável que a região tenha a capacidade de tornar economicamente viáveis estas soluções, sendo que a aposta nestas soluções deve ser aplicada a nível do país e não à escala de uma região com tão pequeno número de deslocações e habitantes. Claro que a região poderia exportar a sua produção de biocombustíveis e hidrogénio, mas para isso seria necessário que também outros países e regiões vizinhas apostassem também nestes combustíveis.
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Prevalência de cefaléia como sintoma em um setor urbano de Salvador, Bahia.

Prevalência de cefaléia como sintoma em um setor urbano de Salvador, Bahia.

O presente estudo aponta para níveis de prevalência instantânea de cefa- léias em geral para a população estudada b e m abaixo das taxas obtidas em outros estudos 1,4,14,15,17,22,24..[r]

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O uso do solo urbano e suas hierarquias no centro de Campina Grande - PB: o comércio informal de CD's e DVD's

O uso do solo urbano e suas hierarquias no centro de Campina Grande - PB: o comércio informal de CD's e DVD's

Esteartigo em questão tem como estudo o uso do solo urbano e suas hierarquias no centro de Campina Grande- PB: o comércio informal de CDs e dvd’s, sendo considerada por muitos como uma das principais cidades educacionais do Estado e do país, porém é no comercio que se expressa um considerável crescimento financeiro, sendo observado pelo grande número de lojas de eletrodomésticos e eletroetrônicos, nas duas principais ruas comerciais, como a Rua Presidente João Pessoa ,sendo evidenciada pelo fluxo de pessoas que transitam ao longo do dia por aquele espaço, onde além das lojas caracterizadas como o comércio formal, existem atividades comerciais que mesmo não sendo considerada legal como, por exemplo a comercialização de CDs e DVDs piratas é uma atividade geradora de renda para muitas famílias, que ali estão todos os dias frente as grandes lojas.Assim como também dará ênfase a mesma atividade porem em um período noturno o qual a sua concentração está na Rua Marquês do Herval, onde o espaço desta vez e dividido pelas barracas de lanche e farmácias, por este motivo esta pesquisa irá possibilitar ao leitor conhecimentosobre a temática abordada existente não só em Campina Grande mas, em varias cidades de países em desenvolvimento, segundo pesquisas realizadas a cerca da problemática.Partindo de uma pesquisa de caráter qualitativoonde teve como eixo norteador teórico/metodológico fundamentado em grandes pensadores geógrafos que contribuíram para estudo do espaço e do comércio, utilizando como referências quantitativas quanto a análise do campo de estudo.
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O crescimento urbano formal e informal da cidade do Cabo de Santo Agostinho/PE e a consolidação de uma questão habitacional

O crescimento urbano formal e informal da cidade do Cabo de Santo Agostinho/PE e a consolidação de uma questão habitacional

O presente trabalho, realizado sob a perspectiva geográfica, analisa as causas principais do crescimento urbano da cidade do Cabo de Santo Agostinho, situada no estado de Pernambuco, no Nordeste do Brasil, na perspectiva da habitação, no período de 1960 a 2004, e, identificou a consolidação de uma questão habitacional. A implantação da Destilaria Central Presidente Vargas, do Distrito Industrial do Cabo e do Complexo Industrial e Portuário de Suape, que teve como finalidade o crescimento econômico do estado de Pernambuco, repercutiu vivamente na cidade, causando grande repercussão na questão habitacional, pois provocou o crescimento urbano formal e informal da cidade. Para este trabalho se tomou como referência o conceito de espaço geográfico, formulado por Milton Santo como sendo o resultado dos Sistemas de Objetos e Sistema de Ações. Desde o final do século XIX ocorreram fenômenos sócio-econômicos na zona rural, como: o Próálcool e o projeto de colonização rural (Projeto de Colonização 2) que desencadearam o crescimento demográfico acelerado, através do êxodo rural e das imigrações intermunicipais, provocando, desta forma, a expansão do tecido urbano-habitacional, a partir de 1960. Esta expansão aconteceu obedecendo a duas lógicas de crescimento que, nesta pesquisa, foram denominadas de Cidade Formal e Cidade Informal. O Estado, identificado como o maior responsável pela produção do espaço urbano, devido às intervenções econômicas e sociais, vem atuando de forma omissa e/ou permissiva, quanto ao uso e ocupação do solo, por contingentes populacionais provenientes de municípios da Zona da Mata Sul de Pernambuco e RMR. Desta forma, surge uma questão habitacional, que é o crescimento informal da cidade, à revelia de um planejamento urbano pelo Poder Público. Com isso, pode-se afirmar que atualmente a cidade do Cabo de Santo Agostinho funciona como Barreia de
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Setor informal e absorção de migrantes em cidades de porte médio: os casos de Aracaju e Teresina

Setor informal e absorção de migrantes em cidades de porte médio: os casos de Aracaju e Teresina

A comparação entre as tabelas 3.3 e 5.3 mostra algumas semelhanças e al- gumas diferenças na dinâmica ocupacional dos imigrantes entrevistados nas duas ci- dades. Houve aumento ou aparec[r]

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