Sífilis congênita em Sergipe (SE)

Top PDF Sífilis congênita em Sergipe (SE):

Epidemiologia e distribuição espacial da sífilis congênita em Sergipe

Epidemiologia e distribuição espacial da sífilis congênita em Sergipe

A sífilis está entre as doenças negligenciadas há anos sendo considerado um agravo recruscedente em todo o mundo. Doença infectocontagiosa, sistêmica de evolução crônica, bacteriana, provocada pela bactéria Treponema pallidum. Nos últimos anos o Brasil vive uma epidemia da sífilis congênita que é a doença causada pela transmissão via transplacentária da sífilis adquirida pela mulher gestante não diagnosticada e/ou tratada inadequadamente e pode ocasionar morte fetal, prematuridade, má formação congênita e sequelas irreversíveis para o recém-nascido além onerar os serviços públicos. Embora em Sergipe a doença seja considerada como prioridade em seus programas de vigilância epidemiológica houve um aumento considerável no número de casos de sífilis congênita e diante dessa realidade o objetivo desse trabalho é analisar a dinâmica temporal da sífilis gestacional e congênita em Sergipe, e descrever características associadas a variáveis sociodemográficas das mães cujos filhos tiveram sífilis congênita em Sergipe no período de 2007 a 2015. Foi realizado um estudo descritivo, ecológico, analítico e do tipo série histórica de todos os casos de sífilis congênita ocorridos em Sergipe no ano de 2007 a 2015, incluindo as mães notificadas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN. Houve um aumento da taxa de incidência de sífilis congênita no período de 2007 a 2010, e uma tendência de estabilização da doença apartir deste ano.maioria das mães avaliadas, 68,46 % encontra-se entre 20 a 34 anos, 40,7% dessas mulheres possuem ensino fundamental incompleto e 85 % se declararam pardas, 72,7% realizaram o pré-natal e mesmo assim boa parte dessas mulheres foi diagnosticada tardiamente, este fato reflete a fragilidade da assistência de pré-natal prestada a estas mulheres no estado. Este fato reflete a necessidade de melhorias nas ações dos serviços de saúde em Sergipe.
Mostrar mais

143 Ler mais

Tendência temporal da sífilis congênita em Sergipe, Brasil, 2006 – 2017

Tendência temporal da sífilis congênita em Sergipe, Brasil, 2006 – 2017

A partir destas informações, infere-se que a alta proporção de gestantes com sífilis que não obtiveram o diagnósstico durante o pré-natal em Sergipe nestes doze anos, o alto número de mulheres que tiveram um diagnóstico durante e após o parto, bem como o baixo índice de tratamento adequado das gestantes e de suas parcerias sexuais, são evidências que indicam falhas importantes nos cuidados prestados às gestantes pela rede de atenção à saúde do estado. No que concerne à análise da tendência temporal da sífilis congênita, Sergipe apresentou tendência crescente ao apresentar resultados estatisticamente significativos e percentual de crescimento anual (APC) de 14,78% entre 2006 e 2017 (p 0,006); o mesmo pode ser aplicado a capital do estado, Aracaju, com APC de 12,86% (p 0,018) e também às regionais estaduais de saúde (p 0,004). Diferentemente do demonstrado nesta pesquisa, um estudo descritivo transversal que buscou avaliar a tendência temporal da sífilis congênita no estado de Mato Grosso, Brasil, de 2001 a 2011, constatou que a tendência de crescimento da sífilis congênita não foi estatisticamente significativa (p= 0,06), apesar do aumento das taxas de detecção da SC no período, que variaram de 0,35casos/1.000 nascidos vivos em 2004 a 1,66casos/1.000 nascidos vivos em 2010 17 . O aumento no número de casos de SC notificados no Sinan e consequentemente das suas taxas de detecção também foi identificado em estudos recentes realizados nos estados do Paraná e em Rondônia 18 .
Mostrar mais

52 Ler mais

Os desafios nas entrelinhas : análise do Plano de Eliminação da Sífilis Congênita no estado de Sergipe no contexto da Rede Cegonha

Os desafios nas entrelinhas : análise do Plano de Eliminação da Sífilis Congênita no estado de Sergipe no contexto da Rede Cegonha

Mas também pode ser fruto da aproximação do pesquisador com o objeto a ser avaliado, processo descrito por Donabedian,1980 no que denominou uma tríade “estrutura-processos-resultados” (14). No que se denominou estrutura, estão localizados os aspectos materiais, humanos e organizacionais de uma determinada ação. Partindo disto, se propõe aqui não somente uma avaliação numérica do indicador naquele território/tempo, mas uma investigação sobre as práticas do trabalho e da gestão do Plano de Eliminação da Sífilis Congênita em si, a partir da minha vivência na Secretaria Estadual de Saúde neste período de 2010 a 2013, em conjunto com a análise da série epidemiológica deste indicador no período e os registros cronológicos de execução das ações do Plano. Registros documentados sobre o Plano neste período, ainda que dispersos, ofereceram base para o contexto relatado, como o “Diagnóstico da Atenção Básica” , produzido pela Diretoria de Atenção Integral à Saúde (DAIS) órgão da SES- Sergipe que coordenou estes trabalhos e também registros de atas e relatórios de suas interações com órgãos estaduais como o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (COSEMS) , o próprio Conselho Estadual de Saúde e o Fórum Perinatal Estadual naquele período.
Mostrar mais

66 Ler mais

Perfil clínico epidemiológico da sífilis congênita em maternidade referência de Sergipe, Brasil

Perfil clínico epidemiológico da sífilis congênita em maternidade referência de Sergipe, Brasil

Objetivo: Descrever o perfil clínico epidemiológico dos casos de sífilis congênita notificados na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, localizada em Aracaju/SE, no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2017. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo e descritivo acerca do perfil epidemiológico da sífilis congênita em Maternidade de Referência localizada em Aracaju/Sergipe. Resultados: Foram notificados 179 casos de sífilis congênita, no período estudado. A idade média entre as gestantes foi de 27,05 anos. Grande parte das gestantes não foram adequadamente tratadas. O tratamento utilizado 98,8% dos bebês foram as penicilinas, observamos também o uso de Ceftriaxona. Em conclusão, o número de casos de sífilis congênita ainda permanece elevado, tal fato revela falhas de diagnóstico e controle da sífilis materna, que envolve ações de educação em saúde, políticas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, fortalecimento das redes de atenção e disponibilidade de tratamento.
Mostrar mais

34 Ler mais

Tendência temporal da sífilis congênita em Sergipe, Brasil, 2006 -2017

Tendência temporal da sífilis congênita em Sergipe, Brasil, 2006 -2017

Introdução: A sífilis congênita (SC) ainda se mantem como um problema de saúde pública no mundo e no Brasil, onde se verifica um aumento nas taxas de detecção nos últimos dez anos. Sergipe figurou entre os estados com taxas de detecção maiores que a nacional. Objetivo: Este trabalho objetivou analisar a tendência temporal dos casos de SC notificados em Sergipe nos últimos doze anos. Metodologia: Estudo ecológico, tipo série temporal, utilizou casos de sífilis congênita notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação no estado de Sergipe, de 2006 a 2017. Foram analisadas as variáveis sociodemográficas maternas, a tendência relativa e a distribuição espacial da SC no estado. Resultados: Quase 60% das mães possuíam ensino fundamental incompleto; 67% delas possuíam de 20 a 34 anos e 84,91% eram pardas. No período avaliado, Sergipe apresentou tendência temporal crescente (percentual de crescimento anual de 14,78% e p<0,05). Verificou-se também aumento do número de municípios com 15 ou mais casos/1.000 nascidos-vivos. Conclusões: Este estudo evidenciou padrão de tendência crescente da SC no período avaliado, além de um incremento nas suas taxas de detecção. Tais resultados reforçam a necessidade de ações voltadas para o controle desse agravo no estado.
Mostrar mais

8 Ler mais

Prevalência de casos notificados de sífilis congênita e em gestantes no estado de Sergipe

Prevalência de casos notificados de sífilis congênita e em gestantes no estado de Sergipe

Sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pelo Treponema pallidum, uma bactéria de forma espiralada descoberta em 1905. Este agravo representa um grande problema de saúde pública em todo o mundo, pois, apesar de ser uma infecção curável pelo uso da penicilina, quando contraída por gestantes pode ser transmitida verticalmente para o feto em qualquer período gestacional através da placenta, causando abortos e milhares de mortes neonatais. Em todo o país, o número de casos notificados de sífilis congênita e em gestantes cresce a cada ano. O presente estudo foi realizado no estado de Sergipe, durante o período de estudo (2013 a outubro de 2017), a partir de análise documental de planilha-padrão fornecida pelo SINAN/SES. É uma pesquisa descritiva com abordagem quantitativa que visa avaliar a prevalência de casos de sífilis de gestantes e congênita no estado de Sergipe. Durante o período de estudo, foram notificados 1.716 casos de sífilis congênita e 1.574 casos de sífilis gestacional, o que releva a alta prevalência deste agravo no estado. O investimento em profissionais capacitados, educação em saúde, diagnóstico e tratamento em tempo hábil, e conscientização dos riscos da doença para a população são fatores que contribuem para a redução/eliminação da incidência de casos de sífilis congênita e em gestantes.
Mostrar mais

31 Ler mais

Prevalência de casos notificados de sífilis em gestante e sífilis congênita no estado de Sergipe entre 2007 e junho de 2013

Prevalência de casos notificados de sífilis em gestante e sífilis congênita no estado de Sergipe entre 2007 e junho de 2013

O seguimento desses pacientes deve ser realizado através de consultas ambulatoriais mensais até o 6o mês de vida e bimensais do 6o ao 12o mês. Também deve ser realizado VDRL com 1 mês, 3, 6, 12 e 18 meses de idade, interrompendo o seguimento com dois exames consecutivos de VDRL negativos. O TPHA ou FTA-Abs deve ser realizado para sífilis após os 18 meses de idade para a confirmação do caso. Caso sejam observados sinais clínicos compatíveis com a infecção treponêmica congênita, deve-se proceder à repetição dos exames sorológicos, ainda que não esteja no momento previsto acima. Diante de elevação do título sorológico ou da sua não negativação até os 18 meses de idade, reinvestigar o paciente e proceder ao tratamento. Recomenda-se o acompanhamento oftalmológico, neurológico e audiológico semestral por dois anos. Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser realizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a normalização do mesmo.Alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento. Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, e reiniciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas anteriormente descritos (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).
Mostrar mais

69 Ler mais

Sífilis congênita no Ceará : análise epidemiológica de uma década

Sífilis congênita no Ceará : análise epidemiológica de uma década

O presente trabalho objetivou avaliar a incidência da sífilis congênita no Ceará de 2000 a 2009; descrever o perfil epi- demiológico das gestantes cujos recém- -nascidos tiveram sífilis congênita e verificar a realização do pré-natal e do tratamento dos seus parceiros. Trata-se de estudo documental, realizado em ju- lho de 2010 a partir do banco de dados disponível no Núcleo de Informação e Análise em Saúde, que contém as infor- mações das fichas do Sistema Nacional de Agravos de Notificação. Foram noti- ficados 2.930 casos de sífilis congênita, demonstrando uma série histórica as- cendente ano a ano. A maioria das ges- tantes realizou pré-natal (2.077; 70,9%), possuía de 20 a 34 (1.836; 62,7%) anos, nenhuma ou pouca escolaridade (1.623; 55,4%), O tratamento inadequado das gestantes e a falta de tratamento dos parceiros mostraram-se como realidade no SUS-CE. A incidência de sífilis congêni- ta é um indicador da qualidade da assis- tência pré-natal. Logo, seu aumento nos últimos dez anos ressalta a necessidade de ações voltadas para seu controle.
Mostrar mais

8 Ler mais

Sífilis congênita: panorama do agravo em um hospital de ensino

Sífilis congênita: panorama do agravo em um hospital de ensino

Muitas pessoas compreendem a sífilis como apenas uma IST. Até mesmo com relação a alguns pesquisadores do assunto o conceito registrado em seus estudos condiz com este enfoque. Entretanto, a sífilis não é uma moléstia transmitida apenas pelo contato sexual ou de forma congênita. Ela é uma doença infectocontagiosa aguda e crônica, que tem como agente etiológico uma espiroqueta denominada Treponema pallidum , que pode produzir a forma adquirida, pelo contato sexual e a de origem congênita via transplacentária (TALHARI; CORTEZ, 2009). Pode ocorrer também de forma menos frequente, por contato com lesões mucocutâneas ricas em treponemas e pela transfusão de sangue contaminado. O risco de o parceiro transmitir a bactéria por meio do ato sexual é estimado em torno de 60% (SARACENI, 2005).
Mostrar mais

85 Ler mais

Os (Des) caminhos da sífilis congênita em Botucatu/São Paulo

Os (Des) caminhos da sífilis congênita em Botucatu/São Paulo

Sugere-se que, na primeira visita da gestante à unidade de saúde, após o teste de gravidez positivo, seja executado o teste rápido (treponêmico) para sífilis com aconselhamento pré e pós-teste. Sendo o resultado reagente, deve- se avaliar a idade gestacional (IG), se for maior ou igual a 20 semanas e/ou vulnerável (em situação de rua, relato de uso de drogas, parceiro(s) privado (s) de liberdade, entre outros) deverá se tratada com penicilina benzatina, segundo protocolo ministerial, conforme a fase clínica da doença e, concomitantemente ao seu (s) parceiro(s) (entre o início e término do tratamento da gestante). Realizar registro em prontuário, carteira da gestante e receituário médico. O teste convencional (treponêmico) deve ser solicitado no mesmo dia ou dia seguinte e o seu resultado verificado em quatro dias.
Mostrar mais

110 Ler mais

SÍFILIS CONGÊNITA: UMA PROBLEMÁTICA EM SAÚDE PÚBLICA

SÍFILIS CONGÊNITA: UMA PROBLEMÁTICA EM SAÚDE PÚBLICA

Entretanto, a sífilis de origem congênita é decorrente da transmissão vertical, transmitida da mãe ao feto pelo meio da via placentária, ocorrendo a disseminação hematogênica do TP na gestante, que está na corrente sanguínea da mãe pela via placentária após 16 semanas de gestação ao feto (LIMA, et al. 2013; CARVALHO e BRITO, 2014; ALMEIDA, et al. 2017). Para tal, há a existência de fatores que culminam em probabilidade de transmissão, quais estão presente nas fases iniciais da infecção, entretanto, estarão circulantes e consequentemente alargando o risco ao feto, tais fatores podem acomete-los, com taxa de aproximadamente 70% a 100% na fase primária e secundária, e 40% na fase latente tardia (SONDA, et al. 2013; BORBA, e TRAEBERT, 2014; FRANÇA, et al. 2015; CAVALCANTE e PEREIRA, 2017).
Mostrar mais

12 Ler mais

Sífilis congênita precoce: relato de caso.

Sífilis congênita precoce: relato de caso.

com sífilis e infecção pelo HIV, as lesões ulcerosas são mais numerosas e extensas, com fácil sangramento e tempo de cicatrização maior, sugerindo um quadro que o[r]

50 Ler mais

PREVALÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

PREVALÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

I A prevalência de SC foi de 43,5% (74/170); 82,4% das mães realizaram o pré-natal; o VDRL foi reagente em 97,3% das crianças; 4,1% delas receberam tratamento inadequado e 14,9% não foram tratadas; 16,2% dos parceiros das mães dessas crianças não foram tratados. Apesar da taxa elevada de realização do pré-natal parecem não estar impac- tando na transmissão verti- cal da sífilis. Fatores como baixa escolaridade, gravidez na adolescência e o não tratamento do parceiro se mostraram relevantes nesta pesquisa. Maiores esforços e investimentos são neces- sários para o controle da SC.
Mostrar mais

7 Ler mais

Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle.

Sífilis materna e congênita, subnotificação e difícil controle.

As ichas de notiicação do Sistema de Informações de Agravos de Notiicação (SINAN) totali‑ zaram em 6 casos de síilis em gestantes e 13 da forma congênita. Suspeitando‑se da subnotiicação, partiu‑se para busca ativa nas três maternidades públicas de Montes Claros (MG), por meio de soro‑ logias não treponêmicas positivas de todos os pacientes internados e posterior busca no serviço de infectologia pediátrica, nesse mesmo período. Foram identiicados 214 prontuários com diag‑ nóstico de síilis, e, a partir dos critérios de exclusão, foram contabilizados 93 casos em gestantes e 54 casos em neonatos. Destaca‑se que as notiicações de gestantes não foram coincidentes com as de recém‑nascidos (RNs), e, ainda, que do total citado de casos, estão incluídos os notiicados.
Mostrar mais

12 Ler mais

Sífilis congênita: um levantamento das produções científicas de Enfermagem

Sífilis congênita: um levantamento das produções científicas de Enfermagem

A sífilis congênita é o resultado da transmissão via transplacentária do Treponema pallidum, da gestante infectada para o seu filho, podendo ocorrer em qualquer fase da gestação. Nesse contexto, o enfermeiro deve estar capacitado para realizar os cuidados e tratamentos que são oferecidos aos recém-nascidos com sífilis congênita, seguindo normas e rotinas de processos definidos, para que desempenhe seu papel de maneira holística e eficiente. O objetivo desse trabalho é realizar levantamento na literatura de teses e dissertações relacionadas à sífilis congênita. Trata-se de um estudo de levantamento bibliográfico, com abordagem qualitativa sobre a sífilis congênita. Os dados foram obtidos por meio de busca ativa durante o mês de julho de 2016 no banco de teses e dissertações do Centro de Estudos e Pesquisas em Enfermagem na página eletrônica da Associação Brasileira de Enfermagem a partir do download dos catálogos de 2001 a 2014. A amostra foi composta por 3 teses e 3 dissertações. Os dados foram armazenados em arquivos, sendo os resultados analisados segundo valores absolutos e percentuais e apresentados em forma de tabelas de acordo com a literatura pertinente. As publicações selecionadas foram publicadas entre 2004 e 2012, em 4 Instituições de Ensino Superior. As pesquisas utilizaram abordagens metodológicas quantitativa (33,3%), qualitativa (33,3%) e quali-quantitativa (33,3%). Dos campos de estudos delimitados, 2 estudos foram realizados em maternidades e 4 em atenção básica de saúde. Entende-se que a detecção precoce da sífilis na gestação ainda é a maneira mais eficaz de impedir a infecção pela sífilis congênita através da transmissão vertical. De acordo com estes resultados, verifica-se a importância de se intensificar a realização de pesquisas relacionadas à Sífilis Congênita e outros temas ligados à criança, pois assim o enfermeiro poderá aprimorar seus conhecimentos e atuar de forma mais eficaz frente às situações encontradas em qualquer nível de atenção na saúde.
Mostrar mais

37 Ler mais

As diversidades da predominância da sífilis congênita nas regiões do Brasil

As diversidades da predominância da sífilis congênita nas regiões do Brasil

Resumen: Este artículo buscaba analizar la aparición de sífilis congénita en las regiones de Brasil en el período 2010-2018. La mayoría de los casos de la enfermedad ocurren porque a la madre durante la atención prenatal no se le realizó una prueba de sífilis o porque el tratamiento recomendado por el Ministerio de Salud no se realizó correctamente antes o durante el embarazo. Este es un estudio cuyo instrumento de recolección de datos fue el Sistema de Información de Enfermedades Notificables (SIEN) del Ministerio de Salud. Las variables utilizadas fueron: área de residencia, educación, atención prenatal, raza, tratamiento de pareja , clasificación final de la sífilis. El presente estudio corrobora la persistencia de la alta prevalencia de casos de sífilis congénita en varias regiones brasileñas. Su ocurrencia ha aumentado en los últimos años: 2017 (24,666 casos), 2018 (26,219 casos) y se asocia con un manejo inadecuado de los casos, bajos niveles socioeconómicos y sociodemográficos, además de la baja calidad de la atención prenatal recibida por las mujeres embarazadas. También se enfatizó que la baja adherencia de la pareja al tratamiento estaba relacionada con causas sociales y el aumento de casos de sífilis congénita.
Mostrar mais

8 Ler mais

Notificações de sífilis gestacional e congênita: uma análise epidemiológica

Notificações de sífilis gestacional e congênita: uma análise epidemiológica

Desse modo, torna-se relevante o conhecimento das barreiras que comprometem o controle da sífilis a nível nacional e local para que se possam adotar medidas de redução da mesma e consequentemente minimizar os riscos da transmissão vertical. Neste sentido, a atuação efetiva dos gestores, da vigilância epidemiológica e dos profissionais assistenciais, em análise caso a caso da sífilis congênita, com estímulo ao processo de notificação e informação sobre a doença, permitirá uma análise da situação atual dos fatores associados à transmissibilidade dessa IST no âmbito do SUS. A partir disso, permitiria a criação e implementação de estratégias de ação para controle, diminuição e erradicação da sífilis congênita.
Mostrar mais

78 Ler mais

Perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita no Maranhão

Perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita no Maranhão

No intuito de colaborar para a mudança no quadro epidemiológico da sífilis congênita e alcançar o objetivo de controle dessa infecção, é necessário que haja um esforço mútuo com assistência pré-natal de qualidade, exames laboratoriais em tempo hábil, tratamento do casal e conscientização de todos os envolvidos. Desse modo, atuação da Atenção Básica é essencial nesse processo por meio da Estratégia de Saúde da Família, visto que é uma das principais portas de entrada para os serviços de saúde estando mais próxima da população, principalmente por meio dos agentes comunitários de saúde para busca ativa às gestantes (LAFETÁ KRG, et al., 2016).
Mostrar mais

9 Ler mais

A sífilis congênita nos municípios de grande porte do Brasil

A sífilis congênita nos municípios de grande porte do Brasil

casos da doença. A maior parte foi constituída por crianças notificadas antes dos 7 dias de vida, pretas, igualmente distribuídas entre os sexos, de mães que realizaram o pré-natal e foram diagnosticadas nesse período ou no momento do parto. As regiões Norte e Nordeste destacaram-se por serem as únicas com média do coeficiente de detecção acima da nacional (2,54/1.000NV), no período analisado. Dentre as variáveis relacionadas à qualidade e cobertura dos serviços de saúde, a única significativa foi a variável percentual de nascidos vivos com 7 ou mais consultas de pré-natal (r = -0,264). O IDHM (r = - 0,151), Índice de GINI (r = 0,166), percentual de vulneráveis a pobreza (r = 0,218), percentual de mulheres pretas (r = 0,255), taxa de desemprego (r = 0,286), percentual de mulheres de 10 a 17 anos com filhos (r = 0,256), taxa de sífilis em gestantes (r = 0,480) apresentaram correlação significativa. Na análise de cluster foram gerados dois grupos (Grupo 1 e Grupo 2). Em média, o coeficiente de detecção da sífilis congênita no Grupo 1 foi de 1,45 (DP = 0,06) casos por mil nascidos vivos. O Grupo 2, por sua vez, teve uma média de 5,11 (DP = 0,17) casos por mil nascidos vivos. A diferença entre elas foi significativa t(275) = -20,21, p < 0,001. Diante dos resultados encontrados reafirma-se a importância do pré-natal no enfrentamento da sífilis congênita e a influência dos fatores socioeconômicos nas taxas apresentadas por essa doença.
Mostrar mais

52 Ler mais

Incidência, distribuição e determinantes da sífilis congênita na Bahia

Incidência, distribuição e determinantes da sífilis congênita na Bahia

2 Apesar dos programas de controle, a sífilis continua apresentando alta incidência na região das Américas. A persistência da SC evidencia deficiências de ordem política e técnica nos serviços de saúde 4 . Entre 164 e 344 mil bebês nascem com sífilis congênita anualmente nessa região 6 . Com base em relatórios dos seus países, no ano 2006, a prevalência de sífilis gestacional na região variou entre 0,08% no Chile e 5,19% no Paraguai. Os países da região que apresentaram as maiores incidências em 2009 foram Uruguai (5,3 casos por 1.000 nascidos vivos [NV]), Paraguai (2,5 casos por 1.000 NV) e Colômbia (2,2 casos por 1.000 NV) 7 . Em contrapartida, países como Canadá, Chile, Cuba e Estados Unidos atingiram níveis de incidência compatíveis com a eliminação da SC como problema de saúde pública 8 .
Mostrar mais

51 Ler mais

Show all 2951 documents...