Silicose - Tratamento

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Tuberculose e silicose: epidemiologia, diagnóstico e quimioprofilaxia.

Tuberculose e silicose: epidemiologia, diagnóstico e quimioprofilaxia.

A silicose é uma doença prevalente e atual- mente sem tratamento específico. Seu manejo deve centrar-se em afastar o trabalhador da exposição e em evitar agravamentos, como por exemplo, garan- tindo a vacinação contra influenza e pneumococos. Entre as potenciais complicações, destaca-se a tuber- culose, para a qual os silicóticos podem apresentar um risco até 40 vezes maior do que o da população em geral. A eficácia da quimioprofilaxia já está bem estabelecida para os portadores do HIV e, em menor grau, para os portadores de silicose. Portanto, no seguimento destes pacientes, deve-se avaliar o risco individual para o desenvolvimento da tuberculose por meio da prova tuberculínica e, para os reatores fortes (induração ≥ 10 mm), indicar a quimioprofi- laxia. Mais estudos, entretanto, são necessários para consolidar esta indicação, bem como identificar o melhor esquema quanto à medicação de escolha, dose e duração.
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PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 13 portugues

PDF PT Jornal Brasileiro de Pneumologia 6 13 portugues

pulmonar obstrutiva crônica, sarcoidose, silicose, tumor carcinóide, carcinoma brônquico, embolia pulmonar), doenças cardiovasculares (hipertensão arterial sistêmica, acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca), doenças neurológicas (epilepsia, síndromes parkin- sonianas, paralisia cerebral, demência senil, retardo mental); uso de medicamentos que interagem com a quimioterapia (hipoglicemiantes, corticosteróides, anticonvulsivantes, anovulatórios); tabagismo; etilismo; efeitos adversos como gastrintestinais (hiporexia, náuseas, vômitos, epigastralgia, diar- réia, dor abdominal), neurológicos (parestesias, hiperestesias, convulsão, escotomas cintilantes), imunológicos (prurido, exantema, urticária, hepa- tite medicamentosa, discrasia sangüínea, anasarca) e metabólicos (hiperglicemia, insuficiência adrenal); acompanhamento clínico como intercorrências tera- pêuticas (suspensão temporária da quimioterapia, troca do esquema terapêutico), faltas às consultas e resultado do tratamento (cura, abandono, falência e óbito).
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Os sentidos da silicose atribuídos por trabalhadores de pedreiras adoecidos.

Os sentidos da silicose atribuídos por trabalhadores de pedreiras adoecidos.

Entretanto, a detecção precoce da doença possibilitou que dois portadores ainda tenham condições físicas não incapacitantes. Chama-nos a atenção a forma como minimizam a condição atual, buscando uma esperança irreal, talvez justiicada por serem homens jovens: [...] eu estou bem, não sinto nada não! No meu caso, graças a Deus, eu acho que a doença não é grave, porque eu descobri antes de fazer mal. O médico disse que eu não vou ter nada, se fosse pra causar alguma coisa, já tinha causado, só se for depois de velho, e talvez também eles arrumem um tratamento para isso. Eu perguntei a ele se isso poderia causar alguma coisa que eu pudesse icar inválido, senão eu nem iria me casar. Mas ele disse pra icar tranquilo [...] (Dorival, 23 anos); [...] o doutor detectou um problema, porém muito pouco. Eu, graças a Deus, estou normal. Imagina você ter que andar com o balão de oxigênio... acho que deve ser muito triste. Acho que Deus me ajudou demais. Eu acho que isso aí depende mesmo é do organismo da pessoa, acho que tem organismo que é forte, tem organismo frágil. Eu, graças a Deus, eu me considero com organismo forte [...] (Francisco, 32 anos).
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Síndrome de Erasmus: silicose e esclerose sistêmica.

Síndrome de Erasmus: silicose e esclerose sistêmica.

Na TC de tórax: pleuro-pneumopatia predominando nos lobos superiores, derrame pleural à esquerda e linfa- denomegalia mediastinal. Na biópsia pulmonar: ini ltrado de macrófagos, i brose pulmonar e partículas de sílica no tecido (polaroides a 90º). Na cultura do líquido pleural po- sitivo para BK. Iniciado tratamento com tuberculostáticos por seis meses.

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PRODUÇÃO MINERAL NO BRASIL: ENSAIO TEÓRICO SOBRE A EPIDEMIOLOGIA DA SILICOSE

PRODUÇÃO MINERAL NO BRASIL: ENSAIO TEÓRICO SOBRE A EPIDEMIOLOGIA DA SILICOSE

Do mesmo modo, é importante destacar que alguns países como Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, que utilizaram estratégias e programas de prevenção da silicose adequadamente organizados, comprovaram que é possível reduzir significativamente a taxa de incidência desta doença (WHO, 2007). E, apesar de ainda não haver tratamento para curar a silicose, ao ser estabelecido o diagnóstico é necessário estabelecer planos de cuidados aos trabalhadores, considerando as especificidades de cada caso (BRASIL, 2017). Dessa forma, medidas adicionais, como campanhas preventivas e material informativo, se fazem necessários. A seguir é apresentado folder informativo que integra o projeto de doutorado da primeira autora 1 :
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Análise do tratamento da tuberculose pulmonar em idosos de um hospital universitário do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Análise do tratamento da tuberculose pulmonar em idosos de um hospital universitário do Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

pulmonar obstrutiva crônica, sarcoidose, silicose, tumor carcinóide, carcinoma brônquico, embolia pulmonar), doenças cardiovasculares (hipertensão arterial sistêmica, acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca), doenças neurológicas (epilepsia, síndromes parkin- sonianas, paralisia cerebral, demência senil, retardo mental); uso de medicamentos que interagem com a quimioterapia (hipoglicemiantes, corticosteróides, anticonvulsivantes, anovulatórios); tabagismo; etilismo; efeitos adversos como gastrintestinais (hiporexia, náuseas, vômitos, epigastralgia, diar- réia, dor abdominal), neurológicos (parestesias, hiperestesias, convulsão, escotomas cintilantes), imunológicos (prurido, exantema, urticária, hepa- tite medicamentosa, discrasia sangüínea, anasarca) e metabólicos (hiperglicemia, insuficiência adrenal); acompanhamento clínico como intercorrências tera- pêuticas (suspensão temporária da quimioterapia, troca do esquema terapêutico), faltas às consultas e resultado do tratamento (cura, abandono, falência e óbito).
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Modificação do perfil da silicose na mineração subterrânea de ouro em Minas Gerais

Modificação do perfil da silicose na mineração subterrânea de ouro em Minas Gerais

de um universo estimado de 1.500 ex-trabalhado- res que no início de década de 1990 abriram ações judiciais contra o ex-empregador pleiteando indeni- zações devido a possível adoecimento por silicose. Destes, aproximadamente 500 foram avaliados fora do âmbito judicial, em acordos coletivos, e não foram incluídos neste estudo. Os demais compuseram um grupo de 1.020 indivíduos avaliados em perícia médica, na Justiça Comum e na Justiça do Trabalho do município de Nova Lima, no período de 1995 a 2011. As avaliações foram realizadas por quatro dos autores deste estudo. Os reclamantes alegavam serem portadores de silicose adquirida no curso de seus trabalhos e solicitavam reparação civil.
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Diagnóstico e Tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica – Normas de Orientação Clínica

Diagnóstico e Tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica – Normas de Orientação Clínica

H. A terapêutica combinada com ICS e LABA, no mesmo dispositivo, é mais eficaz do que a administração dos fármacos isoladamente. O tratamento continuado com ICS não deve ser prescrito fora das suas indicações dado o risco aumentado de pneumonia e a possibilidade de aumentar o risco de fratura (Nível de evidência A).

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A silicose e o perfil dos lapidários de pedras semipreciosas em Joaquim Felício, Minas Gerais, Brasil.

A silicose e o perfil dos lapidários de pedras semipreciosas em Joaquim Felício, Minas Gerais, Brasil.

Quanto aos resultados da avaliação radiológica, foram encontrados cinco casos cujas medianas das leituras foram classificadas como maior ou igual a 1/0, o que corresponde a uma prevalên- cia de silicose de 7,1%. Destes, dois foram clas- sificados em 1/0, dois em 1/1 e um como 3/2 17 . Este último, com forma e tamanho das lesões q/r, grande opacidade B e símbolos ax, em, di e tb, que correspondem, respectivamente, a co- alescências de lesões silicóticas, enfisema pul- monar, distorção de estruturas intratorácicas e tuberculose. Para três trabalhadores (4,3%) a mediana das leituras radiológicas foi de 0/1, sen- do portanto considerados suspeitos de silicose incipiente.
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J. bras. pneumol.  vol.42 número4

J. bras. pneumol. vol.42 número4

A silicose é uma doença pulmonar ibrosante crônica, causada pela exposição prolongada a poeiras contendo sílica livre. O diagnóstico de silicose requer a combinação de história de exposição à sílica e achados característicos nos exames de imagem. Os achados radiológicos clássicos são os pequenos nódulos, que tendem a se localizar nas regiões pulmonares posteriores e superiores, mas podem se apresentar disseminados pelos pulmões. Os nódulos podem se aglomerar, formando massas conglomeradas. Calciicações podem ser observadas tanto nas massas como nos linfonodos. Calciicações linfonodais periféricas, em casca de ovo, são sugestivas de silicose. A associação com tuberculose é a causa mais comum de escavação das massas.
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Reflexões Bioéticas Sobre Ciência, Saúde e Cidadania

Reflexões Bioéticas Sobre Ciência, Saúde e Cidadania

A AIDS, o elevado número de acidentes com mortes no trânsito, a difusão internacional das drogas, assim como diversos tipos de câncer, ou a silicose (que continua absurdamente matando tr[r]

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Tratamento do Cancro da Mama Metastático – Normas de Orientação Clínica

Tratamento do Cancro da Mama Metastático – Normas de Orientação Clínica

8. A resposta ao tratamento deve ser avaliada periodicamente, para além da avaliação clinica e bioquímica, com avaliação imagiológica. Dependendo da evolução da doença, a avaliação por imagiologia deve ser feita cada 2 a 4 ciclos de quimioterapia ou cada 2 a 4 meses de HT (Nível de evidência 5) ou sempre que haja suspeita de progressão da doença. A alteração dos marcadores tumorais não deve ser usada isoladamente como factor determinante para alteração terapêutica (Nível de evidência 2c).

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Tratamento ITU comunidade em adultos – Normas de Orientação Clínica

Tratamento ITU comunidade em adultos – Normas de Orientação Clínica

Na infeção urinária os agentes mais frequentemente implicados pertencem às Enterobacteriaceae,  designadamente E. coli, mais raramente Klebsiella spp. ou Proteus spp., mas também podem estar  envolvidos  Staphylococcus  saprophyticus  ou  Enterococcus  spp..Estima‐se  que  uma em cada  duas  mulheres tenha, pelo menos, uma infeção urinária e, pelo menos, uma recidiva em 12 a 18 meses.  As  taxas  elevadas  de  resistência  de  E.  Coli  às  quinolonas  e  ao  cotrimoxazol  (associação  de  sulfametoxazol e trimetoprim) descritas em Portugal são, provavelmente, consequência dos níveis  elevados de utilização destes antibióticos ao longo das últimas décadas e podem aumentar o risco  de falência da antibioterapia. A bacteriúria assintomática ocorre em menos de 5% das mulheres  pré‐menopáusicas e 9% das pós‐menopáusicas, podendo chegar a 10% nas mulheres diabéticas e  a 50% nas residentes em lares. A frequência no homem é inferior em cerca de 50% à da mulher.  As  propostas  de  antibioterapia  empírica  apresentadas  para  tratamento  dos  episódios  de  cistite  aguda, associam‐se a taxas de erradicação microbiológica iguais ou superiores a 90%. 
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Tratamento Farmacológico da Osteoporose Pós-menopáusica – Normas de Orientação Clínica

Tratamento Farmacológico da Osteoporose Pós-menopáusica – Normas de Orientação Clínica

Na monitorização densitométrica da resposta ao tratamento com RE deve ter-se em conta a sobreavaliação de massa óssea medida por DEXA devido à maior atenuação dos Rx provocada pelo Sr do que pelo Ca. Pode utilizar-se um algoritmo simples para ajuste dos valores de DMO, segundo o qual a sobreavaliação deve ser responsabilizada por 50% do valor do aumento de DMO. 75 O conhecimento destes dados é muito importante dado que 75% do efeito antifracturário do RE é dependente do aumento da DMO e a ligeira redução dos biomarcadores de renovação e discreto aumento dos de formação torna-os inadequados e inúteis para a avaliação individual dos doentes. 76
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Gestão Integrada da Obesidade – Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade – Normas de Orientação Clínica

Gestão Integrada da Obesidade – Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade – Normas de Orientação Clínica

C. Em pessoas com obesidade grave, a cirurgia bariátrica é um tratamento que permite a redução significativa de peso, apresentando benefícios substanciais e com impacto positivo na saúde global dos doentes. Contudo, tanto a especificidade desta cirurgia, como a do próprio doente obeso implicam a existência de critérios de qualidade e de funcionamento para as instituições hospitalares para garantir a qualidade e a segurança da prestação de cuidados de saúde.

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Clínica da silicose : experiência recente do Hospital de Sousa Martins

Clínica da silicose : experiência recente do Hospital de Sousa Martins

A partir de 1960, inicia-se o declínio da exploração mineira devido não só ao contexto da diminuição da procura, mas também devido ao “mal da mina”, termo usado para designar a Silicose e outras patologias associadas e descritas através do jornalismo da região "alguns já nem sangue têm: foram-no cuspindo pela boca, arrombados de todo…Essa doença bem cedo levou homens e jovens na flor da idade, deixando viúvas e órfãos” (Neves, Fernando 1979).

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Silicose em trabalhadores de quartzito da região de São Thomé das Letras - Minas Gerais: dados iniciais indicam um grave problema de saúde pública.

Silicose em trabalhadores de quartzito da região de São Thomé das Letras - Minas Gerais: dados iniciais indicam um grave problema de saúde pública.

Introdução: A exploração da pedra São Thomé, na região de São Thomé das Le- tras-MG, é antiga e estimam-se 2.000 trabalhadores envolvidos em sua extração e beneficiamento. No entanto, a silicose entre eles não era, até recentemente, regis- trada de forma consistente. Objetivo: Delinear o perfil ocupacional e radiológico de um grupo de trabalhadores de quartzito. Métodos: Série de 46 casos provenien- tes de um grupo de 185 extratores e beneficiadores cujos dados ocupacionais e radiografias de tórax foram analisados em ambulatório especializado. Resultados: Todos os 185 trabalhadores eram do sexo masculino, com idade média de 41,3 anos e tempo de exposição mediano de 6,1 anos. As radiografias demonstraram imagens compatíveis com silicose em 46 (24,9%) deles. A ocorrência foi maior no setor de beneficiamento, onde também ocorreram os casos mais graves, incluindo três portadores de grandes opacidades e oito com formas aceleradas da doença. Os últimos, em geral mais jovens e com menor tempo de exposição, sugerem ter sido expostos a maiores concentrações de sílica. Conclusão: Apesar das limitações do estudo, a alta frequencia de silicose encontrada no grupo sugere serem precárias as medidas de prevenção da exposição à sílica, especialmente em épocas mais recentes. Isto pode ser reflexo da mecanização intensa ocorrida nos últimos anos, portanto, ações de vigilância e prevenção devem ser priorizadas no setor. Palavras-chave: silicose; pedras São Thomé; quartzito; sílica; pedreiras.
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Tratamento dos Tumores Malignos da Laringe e da Hipofaringe – Normas de Orientação Clínica

Tratamento dos Tumores Malignos da Laringe e da Hipofaringe – Normas de Orientação Clínica

4) Nota do painel: em alguns casos, nomeadamente nos casos submetidos a cirurgia endoscópica, é importante a informação documentada do cirurgião sobre o estado macroscópico da margem de ressecção no intra-operatório. Caso o estudo da margem não possa ser realizado por artefacto de técnica (ex: laser) deve ser discutido em sede de consulta multidisciplinar a opção de vigilância (se for o caso), o eventual alargamento de margens, ou o tratamento complementar 7,12-18 .

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Tratamento Sintomático da Ansiedade e Insónia com Benzodiazepinas e Fármacos Análogos – Normas de Orientação Clínica

Tratamento Sintomático da Ansiedade e Insónia com Benzodiazepinas e Fármacos Análogos – Normas de Orientação Clínica

curta devido ao risco elevado de dependência e habituação e consequências funcionais psicomotoras. A EMA recomenda que para a indicação da ansiedade o tratamento não deverá ultrapassar as 8 a 12 semanas e para a indicação insónia 4 semanas, estando incluído nestes períodos a descontinuação. Quando for necessária a extensão do tratamento, o utente deverá ser reavaliado em consulta especializada 2 .

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Tratamento da Psoríase com Agentes Biológicos no Doente Adulto – Normas de Orientação Clínica

Tratamento da Psoríase com Agentes Biológicos no Doente Adulto – Normas de Orientação Clínica

D. Deverá haver, idealmente, um intervalo (washout - 5 vezes a semivida do fármaco) entre a suspensão de um fármaco e o início de outro, para que as avaliações pré-tratamento (ex. gravidade da doença em baseline- salvaguardados os princípios éticos básicos - e teste da tuberculina) sejam efetuadas com rigor e não ainda sob efeito terapêutico e para que a “carga” imunossupressora seja minimizada. Nas situações em que não seja exequível fazer um período de washout, deverá ser tido em conta que os dados de segurança dos biológicos referem um risco aumentado para infeções, com a utilização concomitante de terapêuticas imunossupressoras.
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