Simulação de secagem - sementes

Top PDF Simulação de secagem - sementes:

Simulação do processo de secagem de sementes de milho em camada fixa.

Simulação do processo de secagem de sementes de milho em camada fixa.

RESUMO: O processo de secagem realizado de maneira artificial é apontado por vários pesquisadores como um dos principais problemas de produção de sementes. Além disso, esse processo afeta também a qualidade dos grãos, diminuindo consideravelmente o seu valor de mercado para o consumo. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um modelo de simulação do processo de secagem de sementes de milho (Zea mays L.), validando-o por meio da comparação de resultados simulados com os de testes experimentais. O método de secagem utilizado consistiu em promover a pré-secagem das sementes nas espigas, posteriormente o produto permanecia em repouso durante 12 horas, sendo então as espigas debulhadas e complementada a secagem a granel, em silos com distribuição radial de ar. A temperatura média do ar de secagem foi de 42°C e a vazão específica de ar no secador de espigas foi de 44,8 m 3 min -1 m -2 e, nos silos
Mostrar mais

8 Ler mais

Desenvolvimento de um programa computacional dinâmico para simulação de secagem de grãos e sementes.

Desenvolvimento de um programa computacional dinâmico para simulação de secagem de grãos e sementes.

O conjunto de dados experimentais utilizados para comparar com o processo de simulação de secagem de feijão feito do SASGoinâmico, são os determinados por Sousa (2004), apresentados na[r]

92 Ler mais

Secagem em leito fixo de sementes com mucilagem.

Secagem em leito fixo de sementes com mucilagem.

Algumas informações necessárias para a aplicação do modelo a duas fases, como as que dizem respeito às isotermas de equilíbrio e às equações de taxa de secagem para as sementes em estudo, foram obtidas em trabalhos anteriores. No entanto, o estudo de simulação só foi possível de ser realizado com o conhecimento prévio, a partir de estudos específicos, dos parâmetros de encolhimento e das propriedades físicas do material em função do teor de umidade. Neste sentido, a condução de testes de secagem em unidade de laboratório foi de fundamental importância. Estes testes também foram essenciais para a obtenção de dados experimentais para posterior avaliação do modelo a duas fases.
Mostrar mais

190 Ler mais

Secagem de mamona da variedade BRS energia: experimentação e simulação.

Secagem de mamona da variedade BRS energia: experimentação e simulação.

A mamoneira (Ricinus communis L.) é pertencente à família Euforbiácea, subfamília Acalyphoideae, tribo Acalypheae, subtribo Ricininae, e ao gênero Ricinus, o qual é considerado monotípico. A família Euforbiácea por sua vez, está entre as maiores das Angiospermae, compreendendo cerca de 300 gêneros e 8.000 espécies, distribuídas principalmente nas regiões tropicais e subtropicais do mundo (WEBSTER, 1987; 1994). A mamoneira é uma planta de hábito arbustivo, com diversas colorações de caule, folhas e frutos tipo racemos (cachos), podendo possuir cera no caule e pecíolo. Os frutos, geralmente, possuem espinhos, podendo as sementes apresentar diferentes tamanhos, formatos e grande variabilidade de coloração (MOREIRA et al., 1996; AZEVEDO et al., 1997a;1997b; AMORIM NETO et al., 1999).
Mostrar mais

200 Ler mais

MODELAGEM DO PROCESSO DE SECAGEM DE SEMENTES DE FEIJÃO-CAUPI.

MODELAGEM DO PROCESSO DE SECAGEM DE SEMENTES DE FEIJÃO-CAUPI.

A comercialização de sementes de feijão- caupi exige conhecimentos sobre o armazenamento e cuidados na secagem. A secagem dos produtos é o processo mais utilizado para assegurar a sua qualida- de e estabilidade, considerando que a diminuição da quantidade de água do material reduz a atividade biológica e as mudanças químicas e físicas que ocor- rem durante o armazenamento (CORRÊA et al., 2007). Desta forma, no desenvolvimento e aperfeiço- amento de equipamentos utilizados para a secagem de grãos e sementes é de fundamental importância a simulação e a obtenção de informações teóricas a respeito do comportamento de cada produto durante a remoção de água (BERBET et al.,1995). Para a simulação, cujo princípio se fundamenta na secagem dos tecidos, são utilizados modelos matemáticos que representam satisfatoriamente a perda do teor de água do produto durante o período de secagem (GONELI et al., 2014; SANTOS et al., 2013).
Mostrar mais

9 Ler mais

Secagem de sementes de maracujá em camada delgada.

Secagem de sementes de maracujá em camada delgada.

Os modelos que empregam a teoria da difusão, podem descrever de forma aceitável o perfil da distribuição de água no interior de determinado produto agrícola desde que seja possível correlacionar sua forma à geometria de um sólido perfeito, além da exigência do estabelecimento de uma relação funcional entre o coeficiente de difusão, o teor de água e a temperatura. Nesse caso, há que se considerar que o valor médio da razão de umidade (RU), quer seja determinado pela solução de uma série truncada quer seja por integração de um conjunto de pontos discretos, distribuídos na matriz do produto, representa a taxa de secagem de um sólido isolado, seja no formato de placa plana, cilíndrico, seja esférico (Crank, 1975). Esse tipo de solução deverá ser incorporado a um modelo de simulação de secagem em camada espessa para que seja possível prever a taxa de secagem de um lote de sementes, e não apenas de uma unidade isolada. Sendo assim, as soluções de modelos matemáticos difusivos requerem longo tempo computacional quando se compara com aquele gasto para solucionar a taxa de secagem de apenas uma unidade do produto; devido a isso e à dificuldade inerente de estabelecer uma relação funcional do tipo D = F(Û; θ abs ), em que D = coeficiente de difusão (m 2 s -1 ), Û = teor médio de água (% b.u.)
Mostrar mais

5 Ler mais

Secagem de sementes de gramíneas (Brachiaria brizantha) em leito fluidizado

Secagem de sementes de gramíneas (Brachiaria brizantha) em leito fluidizado

Visando contribuir para um melhor entendimento do processo de secagem e sabendo-se que nenhum estudo com foco específico em leito fluidizado envolvendo sementes de gramíneas foi realizado, que os estudos com essas sementes foram estritamente experimentais e que poucos modelos de secagem em leitos fluidizados são validados experimentalmente, este trabalho tem como objetivo realizar um estudo da secagem em leito fluidizado em batelada de sementes de gramíneas (Brachiaria brizantha), a fim de se avaliar o desempenho do secador do ponto de vista fisiológico e fenomenológico. Para tanto, propôs-se o emprego e comparação de diferentes modelos físico-matemáticos do processo de secagem fundamentados nas equações de conservação de massa e energia para as fases sólida e fluida, visando a simulação e validação experimental dos mesmos.
Mostrar mais

157 Ler mais

Secagem e armazenamento de sementes de cambuci.

Secagem e armazenamento de sementes de cambuci.

A tolerância à dessecação, que permite à semente ser armazenada por muitos anos sem perda de viabili- dade, na maior parte das sementes, é adquirida durante a maturação. Essa capacidade de armazenamento va- ria entre as espécies, entre e dentro de lotes de semen- tes (Groot et al., 2003). Essa tolerância está relaciona- da à capacidade do organismo em enfrentar o estresse da quase completa perda de água e da reidratação: o organismo reduz seu metabolismo após a dessecação e nessas condições acumula altos níveis de açúcares (Hoekstra et al., 2003). Acredita-se que estes açúcares são capazes de prevenir mudanças nas fases das mem- branas e mudanças estruturais das proteínas (Crowe et al., 1998). Assim, as membranas não se rompem e a atividade enzimática é preservada.
Mostrar mais

8 Ler mais

TESE_Tolerância a alta temperatura de secagem de sementes de milho

TESE_Tolerância a alta temperatura de secagem de sementes de milho

O conhecimento do controle genético para a tolerância a alta temperatura de secagem é fundamental para diminuir o trabalho e o custo nos programas de melhoramento de milho. Nesta pesquisa, foi estudado o controle genético para tolerância a alta temperatura de secagem de sementes de milho utilizando características fisiológicas das sementes. Para isso foram utilizadas doze linhagens, previamente selecionadas, sendo 6 tolerantes e 6 intolerantes a alta temperatura de secagem, para compor um dialelo parcial mais as linhagens parentais. As sementes foram colhidas manualmente em espigas com teor de água em torno de 35% e secadas a 45 °C até atingirem o conteúdo final de água de aproximadamente 8%. A qualidade fisiológica das sementes foi avaliada por meio dos testes de primeira contagem e contagem final do teste de germinação, teste frio sem solo, envelhecimento acelerado e teste de condutividade elétrica. Os efeitos da capacidade geral (CGC) e específica (CEC) de combinação, bem como os efeitos recíprocos, foram significativos para a tolerância a alta temperatura de secagem. Dentro da variabilidade genotípica observada nos cruzamentos, o efeito recíproco concorreu para 53, 50, 50, 47 e 42,7% para a primeira contagem, contagem final do teste de germinação, teste frio, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica, respectivamente. A significância do efeito recíproco indica que a tolerância a alta temperatura de secagem pode ser explicada pelo efeito materno. Com a variação genética observada é possível desenvolver genótipos tolerantes a alta temperatura de secagem por meio de cruzamentos direcionados.
Mostrar mais

163 Ler mais

Armazenamento de sementes de cafeeiro: ambientes e métodos de secagem

Armazenamento de sementes de cafeeiro: ambientes e métodos de secagem

constituído pelas sementes não submetidas à secagem. Os outros dois, foram formados pelas sementes secadas até atingirem teor de água de 12%, sendo um obtido por meio de secagem lenta em ambiente aberto (aproximadamente 20ºC e 60% de UR) e o outro por secagem rápida em estufa de circulação forçada de ar a 35ºC. Posteriormente as sementes foram acondicionadas em embalagens herméticas (Carvalho, 2001) e armazenadas por um período de nove meses (junho/ 2002 a março/2003). Para tanto, parte das sementes de cada tipo do fator secagem foi armazenada na UFLA em condições de armazém convencional (sem controle de temperatura e UR) e outra parte em câmara fria e seca (10ºC e 50% de UR). As sementes submetidas ao ambiente de armazém convencional tiveram a temperatura e a umidade relativa do ar monitoradas por meio de termohigrógrafo cujos resultados encontram-se nas Figuras 1 e 2. Nas condições de câmara fria e seca, o ambiente foi ajustado para manter temperatura próxima a 10ºC e umidade relativa do ar de 50%.
Mostrar mais

7 Ler mais

Modelagem e simulação de secagem em baixa temperatura para arroz com casca

Modelagem e simulação de secagem em baixa temperatura para arroz com casca

O arroz é um dos produtos base da alimentação da população brasileira e mundial. Como parte do processamento pós-colheita, a secagem é uma etapa fundamental na conservação da qualidade, pois a mesma pode influenciar as propriedades químicas, físicas e nutricionais do produto. Assim, determinou-se como objetivo deste trabalho a modelagem e a simulação da secagem, a baixa temperatura, de arroz com casca, visando avaliar e otimizar o processo. Foi desenvolvido um modelo baseado no Modelo de Thompson para secagem a baixa temperatura, que permitiu a simulação do processo em função das condições psicrométricas do ar ambiente e do ar de secagem, intensidade do fluxo do ar de secagem e especificações do silo secador. O programa “SecaBaixaTemperatura” foi validado através da comparação dos resultados obtidos em simulações com dados operacionais de um processo real, coletados na empresa Realengo Alimentos Ltda., localizada na cidade de Santo Antônio da Patrulha (RS), durante a safra 2017/2018. Como resultado da validação, foi constatado que o programa simulou o processo com precisão aceitável (erro relativo ≤15 %) para os parâmetros avaliados: tempo de secagem, teor de água final do produto e consumos de energia elétrica e gás. Com o programa validado, foram conduzidas comparações de cenários para avaliar estratégias de enchimento do silo. A primeira etapa consistiu em comparações empregando teores de água inicial entre 16 e 20 %, e as formas de enchimento único e em parcelas fracionadas em duas, três e cinco quantidades iguais produto. Enquanto na segunda etapa, para o teor de água inicial de 18 %, foram comparadas as estratégias de enchimento em parcela única e em três parcelas com quantidades diferentes de produto nas proporções crescentes e decrescentes de 70, 20 e 10 %; 60, 20 e 20 %; e 50, 30 e 20 %, respectivamente. O carregamento de forma parcelada minimizou as perdas de matéria seca (PMS) e por supersecagem, além de resultar na diminuição do tempo de secagem e do consumo de energia elétrica. Dentre os cenários da primeira etapa, os melhores resultados foram para o enchimento em cinco parcelas. Para a segunda etapa, o enchimento em três parcelas, na proporção 20, 20 e 60 %, apresentou os melhores resultados com perda de matéria seca de 0,5 % e redução dos custos em 1,59 %, quando comparado ao enchimento em parcela única.
Mostrar mais

101 Ler mais

Análise da simulação e controle de um processo real de secagem de amido

Análise da simulação e controle de um processo real de secagem de amido

Com o intuito de melhorar a qualidade do produto final de uma fecularia localizada no oeste paranaense, foi realizado um estudo de caso para a implementação de um sensor infravermelho de umidade de sólidos para realizar, juntamente com o controlador PID, o controle automático do processo. Visto que o controle atual apresentava falhas, e acarretava em custos para indústria, como a secagem excessiva (1,5% a menos de umidade em relação à legislação). Dessa forma, realizou-se a simulação do sistema de controle mediante a utilização de dois sensores (MM710e e Predikt), avaliando assim a eficiência de cada comparando-a com o sistema atual de controle do processo. A partir das simulações, concluiu-se que os dois sensores apresentaram melhorias no controle do processo, sendo o MM710e com o melhor resultado, mas com um ponto adverso, que é o custo (60% acima em relação ao sensor Predikt).
Mostrar mais

45 Ler mais

Adaptação do método contínuo de secagem para sementes de arroz.

Adaptação do método contínuo de secagem para sementes de arroz.

(tratamentos 60/40 e 70/50), expõe as sementes durante períodos de tempo dilatados a temperaturas elevadas do ar, tendo em vista a permanência das sementes em contato com o ar aquecido nas duas câmaras do secador. Em conseqüência, ocorre uma rápida secagem superficial da semente, formando acentuados gradientes de umidade entre as partes internas e a superfície da semente que podem promover sua ruptura. Esta constatação vem confirmar que, na secagem contínua, a manutenção de temperaturas e fluxos de ar elevados promovem rápida retirada de água, o que segundo Kunze (1979) pode provocar o trincamento da semente. Apesar dos resultados obtidos, vale destacar a importância que assume a manutenção de alta porcentagem de grãos inteiros na produção de sementes de arroz, tendo em vista o excedente de sementes e o descarte de lotes de baixa qualidade destinados à industrialização para consumo.
Mostrar mais

7 Ler mais

Qualidade fisiológica de sementes de crambe submetidas à secagem.

Qualidade fisiológica de sementes de crambe submetidas à secagem.

O crambe (Crambe abyssinica Hortsh Ex. R. T) é uma cultura tolerante à seca. Nas condições climáticas brasileiras, comporta-se como cultura de outono/inverno, possuindo ciclo de aproximadamente 90 dias (NEVES et al., 2007; RUAS et al., 2010). É uma planta da família Brassicaceae, de origem mediterrânea, sendo normalmente utilizada como forragem para pasto, mas ultimamente tem recebido atenção por parte da pesquisa e agricultores por ser considerada uma das alternativas para produção de biodiesel (TRZECIAK et al., 2008), visto que suas sementes possuem quantidades significativas de óleo, em torno de 40% (BITTENCOURT, 2010; CÂMARA; HEIFFIG, 2006; SOUZA et al., 2009), e portanto superior ao da soja, que chega ao máximo de 24%. Ademais, o óleo extraído da semente do crambe pode ser utilizado como lubrificante, na fabricação de filmes plásticos, na composição de fármacos, etc. Colodetti et al. (2012) acrescentam que o óleo de crambe não pode ser utilizado para o consumo humano, devido à presença de altos teores de ácido erúcico, um ácido graxo monoinsuturado de cadeia longa. Esse ácido provoca lesões no coração quando presente no organismo humano. Desta forma, este óleo não concorre com óleos destinados ao setor alimentício.
Mostrar mais

8 Ler mais

Efeito da secagem por convecção na germinação de sementes de carambola.

Efeito da secagem por convecção na germinação de sementes de carambola.

De qualquer forma, observa-se que a secagem em 38 ºC contribuiu para o aumento do percentual de germinação em cultivo protegido. No entanto, a comparação entre as duas condições, laboratório e cultivo protegido, icou comprometida devido à deterioração das sementes secadas e colocadas para germinar entre rolos de papel Germitest. Porém, para sementes que não foram secadas, ou seja, com teor inicial de água de 48% b.u., a germinação entre rolos de papel (80 a 93%) não diferiu signiicativamente daquela observada em substrato comercial, em cultivo protegido (65 a 82%), conforme ilustram as Figuras 2 e 3. Oliveira et al. (2009) avaliaram os efeitos da temperatura do ar de secagem (30, 34 e 38 ºC) e do período de armazenamento aos 15 ºC (45, 60, 90, 180 e 270 dias) sobre a qualidade isiológica de sementes de carambola, empregando germinador de câmara e usando papel como substrato nos testes de germinação, e veriicaram que não houve efeito imediato da secagem aos 38 ºC no percentual de germinação das sementes; observaram, no entanto, que o efeito da secagem foi latente, quando se veriicou melhora signiicativa no percentual de germinação, de 65 para 85%, ao inal de 180 dias de armazenamento.’
Mostrar mais

8 Ler mais

A secagem de sementes.

A secagem de sementes.

A secagem estacionária ocorre em camadas, em função da formação da frente de secagem, que correspondem às regiões de intercâmbio de água entre as sementes e o ar. Na região anterior à frente de secagem, as sementes permanecem secas e a temperatura é maior e, na região posterior, tem-se sementes úmidas e baixa temperatura. Nesse método de secagem, a pressão estática ou, perda de pressão, refere-se à resistência imposta ao deslocamento do ar forçado ao atravessar a massa de sementes, como conseqüência de perdas de energia por fricção e turbulência. Depende da arquitetura dos dutos, do fluxo de ar, das características físicas da cobertura protetora das sementes, do volume e arquitetura dos espaços porosos e da uniformidade da massa de sementes (MORAES, 2000). 0 fluxo de ar deve ser de 4 a 20 m 3 /min/t, a umidade relativa não deve ser inferior
Mostrar mais

6 Ler mais

Efeito imediato do método de secagem na qualidade de sementes de crambe

Efeito imediato do método de secagem na qualidade de sementes de crambe

Secagem artificial com ar aquecido - ocorreu em um secador desenvolvido na Faculdade de Ciên- cias Agronômicas – UNESP, destinado à pesquisa. As quatro colunas de PVC de 0,8 m de altura e 0,15 m de diâmetro, com uma tela metálica no fundo, abrigaram as quatro repetições originadas dos blocos do campo experimental. A altura da massa de grãos em cada coluna foi de 0,60 metros, e o ar de secagem foi insuflado no sistema por meio de um ventilador acionado por um motor elétrico. O aquecimento do ar foi promovido por uma resistência elétrica, proporcionando, por meio de um termostato, a regulagem da tem- peratura. A temperatura média do ar de secagem, medida por meio de um termômetro analógico localiza- do no duto da entrada do ar no secador, foi de 45,5 ºC e a temperatura média da massa de sementes foi de 39,7 ºC. No final da secagem, a temperatura do ar e, em conseqüência a da semente, foi reduzida gradati- vamente, permitindo a passagem do fluxo de ar pelas sementes à temperatura ambiente por 30 minutos, visando minimizar a ocorrência de danos térmicos à semente. O fluxo de ar médio de secagem foi de 217,3 m 3 . min -1 . t -1 e a e umidade relativa média do ar de secagem foi de 18,9%.
Mostrar mais

15 Ler mais

Simulação da secagem de abacaxi em fatias em secador de leito fixo

Simulação da secagem de abacaxi em fatias em secador de leito fixo

Na Figura 1, está apresentado um esquema ilustrando como ocorreram as variações consideradas na simulação de secagem de uma camada de espessura reduzida, que compõe um leito de produto a ser secado. Quando o ar passa pela camada fina, durante determinado intervalo de tempo, certa quantidade de água do produto é evaporada, sendo absorvida pelo ar. Nesse intervalo, a

13 Ler mais

Efeito do retardamento da secagem na qualidade fisiológica de sementes de milho

Efeito do retardamento da secagem na qualidade fisiológica de sementes de milho

Pode-se observar que os percentuais de vigor variaram de 83,6%, nas sementes subme- tidas à secagem logo após a colheita, até 65,0%, nas sementes secadas após 156 horas, ficando bas- t[r]

6 Ler mais

Secagem de sementes de cumaru: influência sobre a germinação e vigor

Secagem de sementes de cumaru: influência sobre a germinação e vigor

Não observou-se correlação entre o teor de umidade das se- - mentes e a percentagem de germinação ou o acúmulo de matéria seca nas plântuln No entanto, houve correlação entre a velocid[r]

5 Ler mais

Show all 10000 documents...